terça-feira, 31 de maio de 2011

Docentes de Sorocaba participam da publicação de livro internacional sobre a água

Professoras do curso de Engenharia Florestal da UFSCar escreveram dois capítulos da obra

Docentes do campus Sorocaba da UFSCar participam da obra internacional "Sustainable water management in the tropics and subtropics - and case studies in Brazil - Vl.1", publicada pela Universidade de Kassel, na Alemanha, juntamente com diversas universidades brasileiras, dentre elas a UFSCar. O livro reúne experiências sobre recursos hídricos superficiais e subterrâneos; bacias hidrográficas; uso e manejo da água na irrigação, degradação ambiental; e impactos sobre a saúde.
As professoras Kelly Tonelo e Roberta Valente, do curso de Engenharia Florestal do campus Sorocaba, participaram da obra com os capítulos "Surface and Underground Water Experience in Brazilian Watersheds", de Tonelo e "Multicriteria Evaluation In The Definition Of Priority Areas For Forest Restoration, Aiming At The Sustainable Water Management", de Valente, que abordam os métodos no ambiente de Sistemas de Informação Geográfica (SIGs) empregado na definição de áreas prioritárias, neste caso, para a restauração florestal tendo em vista a conservação de recursos hídricos.
De acordo com Valente, a importância deste livro é "a sua capacidade de agregação de diferentes critérios, com distintos níveis de importância, ao processo de tomada de decisão e à representação da distribuição espacial das áreas a serem restauradas".
O livro traz 52 artigos que tratam sobre água e agricultura, incluindo temas ligados a irrigação, água superficial e subterrânea, solos, florestas, aquicultura e segurança alimentar. Além dos autores dos artigos, foram convidados quatro fotógrafos profissionais para exporem, à frente de cada capítulo, seus olhares sobre o tema "Água".
Como a concepção dos organizadores era fazer um livro colaborativo, que tivesse o maior impacto possível, decidiu-se torná-lo de domínio público, disponibilizando-o na íntegra na (http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/pedagogia/5-publicacoes/)Internet.

MUSA DO SANTOS DO CALDEIRÃO DO HUCK DESAFIA LARRISA RIQUELME EM ENSAIO SENSUAL


A musa do Santos que participou do programa Caldeirão do Huck da globo, Myriã Pedron desafiou a musa da copa Larissa Riquelme no resultado do jogo de amanhã, entre Cerro Porteño e Santos em Assunção, no Paraguai, os times lutam por uma vaga na final da Libertadores.

Larissa diz estar confiante no resultado e diz que se Cerro Porteño se classificar fará um ensaio sensual no estádio, já Myriã confirma que se o Santos se classificar presenteará a torcida do peixe com um ensaio sensual na vila.


Livro - A VERDADEIRA HISTÓRIA DA CACHAÇA



Messias S. Cavalcante

Apesar de fazer parte do cotidiano do brasileiro há séculos, existem poucas certezas sobre as origens da cachaça. Boa parte dos estudiosos que se debruçam sobre o assunto encontram muitas lacunas pelo caminho em suas pesquisas, gerando "achismos" ou fatos sem comprovação.

Uma das mais importantes verdades – sobre a criação da bebida no Brasil – pode ter nascido, por exemplo, de uma visão ufanista, mas pouco científica.

Neste livro, o autor tenta encontrar respostas para mitos sobre as origens da cachaça, indo às principais fontes historiográficas, mas também à cultura popular e ao folclore, conseguindo montar uma visão singular e muito própria sobre a bebida, que ,segundo ele, forma junto com o Carnaval e o Futebol um tripé cultural em nosso país.

Messias S. Cavalcante, como um dos maiores conhecedores nacionais do assunto, nos oferece aqui uma leitura envolvente e sensível, recontando através da cachaça também a história de pioneiros e colonizadores e de todo um povo que evolui sempre… com um trago na mão e um samba no pé.

 

 A VERDADEIRA HISTÓRIA DA CACHAÇA

Messias S. Cavalcante

608 páginas
Formato: 16x23

ISBN: 9788588193628

R$ 67,00

 

Autor

Messias S. Cavalcante, Ph. D. em Biologia, nasceu em Andradina-SP, ex-pesquisador do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). Reside atualmente no Sul de Minas Gerais, à beira do Lago de Furnas. É detentor do Guinness Record para a maior coleção de garrafas de cachaças do mundo.

Site oficial do autor

www.pingaiada.alfenas.net


Kit anti-homofobia poderá incluir combate a outros preconceitos na escola, diz Haddad | Agencia Brasil

Kit anti-homofobia poderá incluir combate a outros preconceitos na escola, diz Haddad | Agencia Brasil

4ª FEIRA CATARINENSE DE LIVROS_FLORIANÓPOLIS /SC








Com imensa alegria estivemos participando da


4ª Feira Catarinense de Livros


na cidade de Florianópolis, Santa Catarina.






Esta visita já estava sendo programada desde o lançamento


do livro infantil QUIM KARATÊ, que por motivos de editoração aconteceu no


CMEI- Vila Parolin.



Então, em 14/05/2011, chegamos em Florianópolis


com os novos três títulos:)


*O MENINO PADRE;

*DONA BARATINHA;

*MEMÓRIAS DE UM URSO.


No stand principal: que honra! nossos livros e a organização do evento pela querida Rosângela e sua mãe, que em merecidíssima homenagem recebeu

o livro VERSO PARA A MAMÃE!

MUITO OBRIGADA!



Sr. Augusto de Abreu, também organizador da atividade literária e a escritora: "TODO O PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ" lhe agradece pelo convite! 





Aqui o momento é de confraternização literária mesmo!!!

Porque somos todos escritores!OBRIGADA, COLEGAS!






Lembrando e agradecendo todos os colaboradores do Projeto de Leitura que não puderam estar presentes, os livros foram entregues ao diretor LUCIANO GALVÃO
que participou do nosso Projeto repassando-os às creches: Irmão Celso e Valdemar.







Para dar graça ao lançamento do livrinho


da Dona Baratinha, tivemos lindas princesas de arco e lacinho!






Registramos momentos de autógrafos, que firmam nossas letras

e nossos propósitos para sempre! Com amor!




Conhecemos novas pessoas e apresentamos os livros de literatura infantil!

Que bacana receber o carinho de educadoras!



Agradecemos às famílias que compartilham conosco


da alegria que é poder proporcionar às crianças, os preciosos momentos


com a literatura!



As crianças adoraram a bonequinha com laço de fita no cabelo:)

"o chaveirinho" que acompanhou o livro da Dona Baratinha!




O abraço amigo também é muito bem vindo!






Aqui, a foto com mais um organizador e colaborador do evento,

juntamente com a escritora e os livros: QUIM KARATÊ e o MENINO PADRE.





Outro destaque: )



Clique especial mostrando a felicidade com os livros de literatura, atividades e CD!






Enfim, um pouquinho de "Memórias de um Urso"...


O livro de literatura infantil também desenvolve a fixação da quantificação até o número 5!


Quem adquirir o exemplar ganha o CD para assistir a  história no seu computador!


MUITO LEGAL!



Muito obrigada pela oportunidade de entregarmos o livro

VERSO PARA A MAMÃE

para uma mamãe catarinense que também é simplesmente:) MARAVILHOSA!

MUITO OBRIGADA "FAMÍLIA QUERIDA",

PELA AMIZADE, PELO CARINHO,

PELA DISPONIBILIDADE PARA COM O NOSSO TRABALHO COM

OS LIVROS INFANTIS!




Aqui:) a foto é na "Casa do Professor"
QUERIDA TÂNIA e a escritora relembram os exemplares da estante de leitura,
deixados em outra estada... porque é mesmo assim... em nossa estrada fica um
pouco do nosso trabalho... para lembranças em algum dia!



Muito obrigada DEUS,


Muito obrigada Senhor Jesus Cristo,


por todos os momentos e pelas pessoas que encontramos


neste caminho de PAZ e AMOR!



Biblioteca Nacional comemora Dia da Imprensa com exposição de fanzines


 Biblioteca Nacional comemora Dia da Imprensa com exposição de fanzines
A data tem origem na criação do Correio Braziliense, o primeiro jornal não oficial, fundado por Hipólito da Costa em 1º de junho de 1808, em Londres, para fugir  da censura real à imprensa
Nesta quarta-feira, 1º de junho,  o Brasil comemora o Dia da Imprensa. Para celebrar a data, a Biblioteca Nacional preparou a mostra sobre fanzines Os alternativos dos alternativos – da poesia marginal ao anarcopunk. A exposição reúne impressos da Geração Mimeógrafo e panfletos em papel A4 nos quais artistas publicavam suas poesias e textos de protestos. A contracultura e tudo o mais a que as indústrias não davam vazão estarão expostos para relembrar as diversas formas de comunicação, a criatividade e as contestações de várias épocas.
Os periódicos selecionados trazem para as vitrines da Biblioteca Nacional o caráter extremamente artesanal das produçõoes da Geração Mimeógrafo, um movimento poético-cultural ocorrido no Brasil que marcou a década de 1970, com desdobramentos nos anos 1980. O movimento lançou autores da denominada poesia marginal, dando origem a um grupo excluído da lógica do mercado editorial e da indústria cultural, com inspirações no Modernismo, na Tropicália e na contracultura.
Naquela época o mimeógrafo - um tipo de fotocópia em desuso pela atual geração - era a tecnologia a serviço da informação. Com o desenvolvimento dessa prática e o início da chamada arte postal − quando poetas e artistas visuais trocavam e divulgavam suas publicações pelo correio −, nos anos 1980, uma parte dos "mimeógrafos" começou a flertar com uma nova cultura, mais politizada, mas não por isso menos marginalizada: o movimento anarcopunk.
Muitas dessas publicações, na maioria das vezes reproduzidas em máquinas de xerox, passaram também a ser conhecidas como fanzines, quando exploravam, além da poesia e manifestos políticos, quadrinhos e música. Na mostra, serão expostos somente periódicos produzidos em tamanho sulfite A4. A exposição traz poemas de figuras como Geraldo Carneiro, Waly Salomão, Roberto Piva, Chacal, Leila Míccolis, Torquato Neto, José Carlos Capinan e Aricy Curvello – a maior parte da coleção de mimeógrafos poéticos no acervo da Biblioteca Nacional foi doada por este último poeta –; além de mimeógrafos politizados e poéticos do movimento punk.
A mostra fica até o dia 5 de agosto, no 2º andar da Biblioteca Nacional (Av. Rio Branco, s/nº − Centro – Rio de Janeiro), das 10 às 16h. Entrada franca.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Campanha defende aumento de recursos para educação em audiência pública sobre financiamento do PNE

Expositores ligados à Campanha Nacional pelo Direito à Educação defenderam 10% do PIB para educação, na 3ª audiência pública da Comissão Especial do Plano Nacional de Educação (PL 8035/2010), realizada na tarde desta quarta-feira, 25/5/2011, na Câmara dos Deputados, em Brasília


A terceira audiência pública da Comissão Especial que analisa o PL 8035/2010 (Plano Nacional de Educação 2011-2020) tratou do financiamento necessário para o cumprimento do Plano.
A Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que participou comoexpositora da primeira audiência da Comissão articulou a presença de vários de seus membros nesta sessão, como os professores José Marcelino Rezende Pinto, da Universidade de São Paulo, e Nelson Cardoso Amaral, da Universidade Federal de Goiás. A presidenta da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) e integrante do Comitê Diretivo da Campanha, Cleuza Repulho, também foi expositora.
A primeira exposição, do economista Jorge Abrahão de Castro, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mostrou uma análise dos indicadores educacionais brasileiros no período de 1995 a 2009. De acordo com o economista, apesar dos avanços no acesso à educação, de 1995 a 2005 observa-se instabilidade de prioridade macroeconômica, ou seja, o percentual do PIB (Produto Interno Bruto) que a educação teve no período foi muito pequeno. De 2005 a 2009 esse quadro mudou, com crescimento de gastos na área, chegando a um patamar de 4,8%. No entanto, Jorge Abrahão chama atenção para a persistência das desigualdades educacionais, que se revelam nos indicadores de renda e de localização regional, entre outras. “O gasto público em educação promove um ciclo econômico positivo, com efeito no crescimento da economia, na distribuição de renda, e na diminuição das desigualdades, entre outros aspectos”, ressaltou Jorge.
Já o secretário de Educação de Goiás e representante do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação), Thiago Peixoto, destacou que em 2009, o investimento público direto em educação correspondeu a 5% do PIB, sendo que União contribuiu com 19,7% desse montante, os Estados e Distrito Federal com 41,2% e os Municípios com 39,1%. “Esperamos que o Plano defina claramente quais as responsabilidades de cada ente federado com relação a cada uma das metas e quanto cada uma delas custará. Lembramos também que se a meta 20 [financiamento] não for adequada, pode prejudicar a implementação do Plano. Por fim, destaco que qualquer proposta precisa considerar a necessidade de aumentar os investimentos por parte da União”, concluiu.
O financiamento necessário para os desafios da educação – O professor José Marcelino Rezende Pinto, da USP, ativista e colaborador da Campanha e um dos autores do CAQi (Custo Aluno Qualidade Inicial)  ressaltou que, para definir o financiamento necessário para o PNE, é preciso ter uma noção clara do tamanho dos desafios da educação brasileira. Um deles é garantir 12 anos de estudo (o equivalente ao ensino médio) para a população na faixa etária de 18 a 24 anos. Estima-se que 14 milhões de pessoas nessa faixa necessitam de um ou mais anos de estudo para alcançar essa meta.
As matrículas de creche devem saltar dos pouco mais de 2 milhões atuais de crianças matriculadas para quase 4,7 milhões em 2020. Para o total da educação básica, o salto deve ser das atuais 52 milhões de matrículas para quase 61 milhões em 2020. Levando em conta esses e outros números, como a proposta de CAQi, Marcelino calcula que em 2016, o gasto com educação no Brasil deveria ser equivalente a 7,67% do PIB, devendo alcançar 10,01% do PIB em 2020, já considerando a dinâmica populacional.
O pesquisador mostrou ainda que a carga tributária brasileira corresponde a 35% de seu PIB. No entanto, de cada 100 reais arrecadados, a União fica com 58 reais, os Estados com 26 reais e os Municípios com 16 reais. “Quem paga a conta? Não podemos jogar essa conta para as famílias. Se o Estado não arcar, os mais pobres continuarão excluídos. Entendemos que 10% do PIB para educação é cabível nesse cenário”, defendeu Marcelino.
Novos velhos erros – Em sua exposição na audiência, a secretária municipal de educação de São Bernardo do Campo e presidenta da Undime, Cleuza Repulho, lembrou que apenas 20% dos 5565 municípios brasileiros possuem arrecadação própria, reforçando a defesa de que é preciso destinar mais recursos da União para educação no Brasil. A secretária apontou como principais críticas ao PL 8035 as limitações de financiamento que inviabilizam o cumprimento das metas, a ausência de metas intermediárias que permitam monitorar a implementação do Plano e a falta de definição do papel de cada ente federado.
Segundo Cleuza, pesquisa inédita feita por Undime, Unicef e Fundação Itaú Social revela que os dados apresentados pelo Siope (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação) são muito diferentes do que os gastos reais em educação. Ela explicitou que os dados desse sistema não podem e não devem ser usados como parâmetro para o PNE. “Se os dados do Siope fossem usados, já faltariam 8,6 bilhões de reais para cumprir somente a meta 1 [ampliação de atendimento na educação infantil]”. Os dados do Siope foram utilizados pelo MEC para justificar sua proposta tímida de aplicar em educação 7% do PIB até 2020.
“Já vimos que o veto ao financiamento no PNE anterior impediu o cumprimento das metas e tem impacto negativo até hoje. Não podemos repetir esse erro. Como dizia Celso Daniel [prefeito de Santo André, no ABC paulista, de 1997 a janeiro de 2002, quando foi assassinado], podemos cometer erros novos, mas os velhos jamais”, alertou Cleuza.
Desfazendo mitos – O professor Nelson Cardoso do Amaral, da Universidade Federal de Goiás, esclareceu que utilizar o PIB como referência de investimento em educação pode ser uma armadilha, quando não se considera outros dados da economia dos países. Segundo o professor, dados da Agência de Inteligência Americana mostram que a Bolívia aplica 6,4% de seu PIB em Educação, enquanto o Canadá aplica 5,2%. Mas isso significa 2,9 bilhões de dólares na Bolívia e 66,5 bilhões de dólares no Canadá, sendo que a Bolívia gasta 695 dólares por estudante ao ano e o Canadá 7.731 dólares por cidadão. “Se aplicasse 7% do PIB o Brasil chegaria a um patamar de 1.678 dólares por habitante. Com 10% chegaria a 2.397 dólares por pessoa, ainda nada comparável com os países desenvolvidos, sendo que nossos desafios educacionais são muito maiores do que nesses países”, aponta Nelson.  
 Síndrome de Carolina – Citando dados do Ipea (Comunicado 14 de 12/11/2008), o deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) enfatizou que de 2000 a 2007, o país destinou R$ 1,267 trilhões para o serviço da dívida pública e apenas R$ 149 bilhões para educação. “Diante desses números, quem afirma que o Brasil não tem capacidade fiscal para garantir 10% do PIB para educação mente ou está desinformado”, provocou. Em entrevista à Campanha Nacional pelo Direito à Educação logo depois da audiência, o deputado Paulo Rubem disse que o Brasil sofre do que ele chama de “síndrome de Carolina”, referindo-se ao trecho da canção de Chico Buarque (“O tempo passou na janela e só Carolina não viu...”).
O presidente da Comissão Especial do PNE, deputado Gastão Vieira (PMDB/MA), encerrou a audiência se comprometendo a receber insumos técnicos que mostrem a necessidade de ampliar o financiamento educacional a partir do PNE.
Para o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a audiência “comprovou que as notas técnicas do MEC são frágeis tecnicamente e que é preciso mais de 7% do PIB, em investimento público direto, para garantir a necessária expansão da educação pública, fundamentada em um padrão mínimo de qualidade”.
Destaques da audiência
“Os países ricos aplicam cerca de 20% do PIB per capita em cada um de seus alunos. No Brasil, esse patamar não ultrapassa os 11%, embora o MEC tenha divulgado que chegou a 19%”, José Marcelino Rezende Pinto, professor da USP, ativista e colaborador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação
“É importante aplicar o CAQi, ou passaremos os próximos dez anos discutindo a divisão dos recursos que temos, e não os recursos que precisamos para incluir todas as crianças, jovens e adultos e oferecer educação de qualidade para todas e todos”, Cleuza Repulho, secretária de educação de São Bernardo do Campo e presidenta da Undime. 

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Exposição virtual leva manuscritos para as salas de aula


O Arquivo Público do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Casa Civil, acaba de lançar a exposição virtual “Manuscritos na História”, com o objetivo de mostrar as mudanças pelas quais o documento manuscrito passou ao longo do tempo. Ao todo são 145 manuscritos, digitalizados especialmente para esta exposição, que foram escolhidos entre os aproximadamente   9 mil metros lineares de documentos sobre a História de São Paulo que fazem parte do acervo da instituição.

Dividida em dez ambientes, a exposição traz diversos tipos de manuscritos, tanto particulares quanto públicos. O documento mais antigo é um testamento de 1707, enquanto que o mais "recente" é uma certidão de nascimento do ano de 1942. Também são encontradas cartas, ofícios, inventários, documentos de identidade, autuações, processos judiciais, requerimentos etc. Documentos bastante diferentes, mas com algo em comum: o fato de terem sido escritos à mão.

"Manuscritos na História" é voltada para professores e estudantes de Ensino Básico e demais interessados no tema, podendo ser aproveitada tanto no ensino de História, quanto em outras disciplinas, como a Língua Portuguesa. Uma das propostas da exposição virtual é promover o uso dos manuscritos históricos como recurso didático. Para isso, a exposição conta com nove sugestões de atividades pedagógicas que trazem documentos de época para serem analisados pelos alunos.

A exposição virtual traz atividades indicadas para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, mas que podem ser trabalhadas em outros anos escolares, a critério do professor. Completam a exposição uma seleção de fontes primárias, que traz mais documentos de época, e uma bibliografia com textos sobre o assunto.

A exposição virtual "Manuscritos da História" ficará disponível permanentemente no site do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Acesse pelo site:
 http://www.arquivoestado.sp. gov.br/exposicao_manuscrito 

terça-feira, 24 de maio de 2011

Na TV Cultura: Wlamir Marques, maior jogador brasileiro de basquete, está no Grandes Momentos do Esporte

 

Maior jogador brasileiro de basquete de todos os tempos está no Grandes Momentos do Esporte

 

O bicampeão mundial Wlamir Marques dá entrevista para o programa desta quarta-feira (25/5), na TV Cultura

São Paulo, 24 de maio de 2011 – Ele liderou a geração mais vitoriosa do basquete brasileiro nas décadas de 50 e 60. Wlamir Marques carrega dois bicampeonatos mundiais, jogando pela Seleção Brasileira, um em 1959 e outro em 1963. O programa Grandes Momentos do Esporte desta quarta-feira (25/5), às 20h45, na TV Cultura, traz uma entrevista com o atleta considerado o maior jogador de basquete do Brasil de todos os tempos.

Wlamir começou a jogar aos 10 anos e encerrou a carreira esportiva aos 36. Ele já dava espetáculos na quadra ao estilo Michael Jordan, ex-jogador de basquete norte-americano, muito antes dele. Marques soma inúmeras vitórias e esta edição do programa mostra imagens raras de arquivo.

Entre outros assuntos, a atração comenta o jogo do Santos contra o Cerro Porteño (do Paraguai), que acontece nesta quarta-feira, pela Taça Libertadores. E os três gols mais bonitos da primeira rodada do Campeonato Brasileiro também podem ser revistos no programa.

Com apresentação de Vladir Lemos, Grandes Momentos do Esporte conta com os comentaristas Carlos Alberto Torres e Michel Laurent. Este último comanda o quadro Causos do futebol, sempre com uma história interessante.

Exibição: Quarta-feira, 25 de maio, às 20h45

 

 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

EM TEUS OLHOS FLORESTAS



EM TEUS OLHOS FLORESTAS


Em teus olhos florestas
acendem palavras
demarcadas pelo espanto do invasor

O riso é flor em marcha
d’alma envolvida em dor

Em tua boca o território
se recolhe à taba
e escondes tua nudez
como fosse praga

A cicatriz já foi posta
em tua alma mata
e tua garganta vomita canções
de saudades vindas
e um passado que não deságua

Vontade de ser mãe
terra saudade da ausência
de quem ficou
nos limites extremos
entre a civilização e a farsa
e a falta de pudor
do explorador

A tua tribo se levanta
e o arco alcança
a flecha que não foi
arremessada atinge
o sangue do arremessador
-a submissão do braço
não confessa a fervura
da idéia

E teu canto graúna
assume a bravura
de uma graça que não era
para a guerra

Hideraldo Montenegro
http://hideraldo.montenegro.zip.net/

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Gramática? O que é isso?

Sabemos que na gramática se reúne o conjunto de normas que regula uma língua.De tempos em tempos os gramáticos atualizam essas normas visando aproximar a língua viva da própria gramática.

Faculdade de Educação da Uerj especializa em educação inclusiva

Com o objetivo de capacitar educadores do ensino especial e regular e demais profissionais para atuar com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, tendo por ênfase sua inclusão no ensino comum, a Faculdade de Educação da Uerj oferece a Especialização em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.

 

Seu programa inclui: Políticas Públicas e modelos de atendimento para alunos com necessidades educacionais especiais; Educação Inclusiva no cotidiano escolar; Aspectos Psicossociais do processo de inclusão de indivíduos com necessidades educacionais especiais; Esquema e imagem corporal na comunicação e processos de inclusão; entre outros temas.

 

As aulas acontecem às sextas-feiras, das 13h às 19h, entre 05 de agosto de 2011 a 31 de agosto de 2012. Há taxa de seleção de R$ 60,00. Seu valor é de dezessete parcelas de R$ 320,00

 

As inscrições devem ser feitas no site do Centro de Produção da Uerj (Cepuerj) www.cepuerj.uerj.br, até 02 de junho. Mais informações, envie um e-mail para cepuerj@uerj.br ou telefone (21) 2334-0639. 

 

Como abordar a homossexualidade


Filhos homossexuais
Convivendo com as diferenças

 

         No início do mês de maio, o Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, que casais homossexuais têm direitos semelhantes aos de pares heterossexuais. Em que pese alguns posicionamentos em contrário, a decisão foi bem recebida no país e representa um importante passo em direção à tolerância e ao respeito às diferenças.

         Embora muitos considerem-se favoráveis à união homossexual, o preconceito ainda permeia a sociedade e há muitas dúvidas sobre o assunto, especialmente quando ele surge dentro da família. A psicóloga Maria Rocha, do Colégio Ápice, na região do Morumbi, em São Paulo , explica que a origem do preconceito contra homossexuais está ligada especialmente à colonização européia e a questões religiosas. O panorama, contudo, está mudando: "O povo brasileiro, talvez por ter muita miscigenação, adquiriu a capacidade de aceitar o diferente com mais naturalidade".

         De acordo com a especialista, a opção sexual define-se na puberdade, quando surge o interesse pelo outro e pela relação sexual. "O que se observa desde a mais tenra idade são comportamentos e interesses voltados ao que se aceita socialmente como universo feminino ou masculino. Isto depende da cultura em que o indivíduo está inserido, isto é, o que socialmente é aceito como padrão", diz Maria.

         A especialista afirma que os pais não devem impedir o contato dos filhos com homossexuais tampouco reprimir ações consideradas do outro sexo, como impedir o filho de brincar com bonecas. "Nas situações imaginárias ou esportivas não é a preferência sexual que está em jogo e sim seu desenvolvimento social e a formação do eu", explica Maria. "O que determina a homossexualidade é a opção sexual e não os comportamentos mais femininos ou masculinos, que a cultura considera como aceitáveis".

 

Esclarecendo dúvidas

 

          Alguns pais sentem-se incomodados quando vêem seus filhos convivendo com homossexuais. Para Maria Rocha, isso não representa um "perigo" à sexualidade da criança ou do adolescente: "As preferências sexuais não são ditadas por imitação. A construção da identidade ocorre das diferentes relações sociais que a criança vivencia, portanto, conviver com homossexuais não é fator determinante para esta ou aquela escolha".

         Caso os pais observem que o jovem tem preferência por parceiros do mesmo sexo, devem conversar, aceitando com naturalidade, a escolha do filho ou filha. "O jovem também tem conflitos por ser 'diferente'. A aceitação da família contribui para que possam ser resolvidos de maneira mais suave", diz Maria.

         Como o preconceito ainda é inevitável, os pais precisam conversar com o filho e deixá-lo expressar seus sentimentos e angústias sem repressão. "Se os pais tiverem dificuldade de fazer este papel, podem sugerir a um parente mais próximo ou mesmo procurarem um psicólogo, sempre com a concordância do jovem", recomenda a especialista.

         O essencial, independente da idade ou da orientação sexual dos filhos, é estimular o respeito à diversidade. Os pais devem explicar a homossexualidade sempre com naturalidade. Maria explica: "São escolhas individuais e que devemos sempre respeitar. As pessoas não são iguais, pensam e agem de formas diferentes".

 

Box de recomendações:

 

·         Estimule a tolerância: faça o respeito às diferenças prevalecer entre os valores da família.

·         Deixe brincar: permita à criança brincar com o que quiser, independente de ser brinquedo ou atividade "de menino" ou "de menina".

·         Homossexualidade não é contagiosa: as crianças não devem ser impedidas de relacionar-se com adultos homossexuais, pois isso estimula o preconceito.

·         Aceite as decisões: se um adolescente manifestar interesses por parceiros do mesmo sexo, estabeleça um diálogo e aceite naturalmente a decisão do filho.

 


Artigo: Ensino Médio: flexibilizar é estudar mais


Ensino Médio: flexibilizar é estudar mais
* Gilberto Alvarez Giusepone Jr.
A flexibilização do currículo do Ensino médio é uma excelente chance de o Brasil acertar as contas com essa etapa da escolaridade. O objetivo deve ser ampliar a formação geral, abrindo as possibilidades de escolha. Aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) no último dia 4/5, as novas diretrizes curriculares para o Ensino Médio nas áreas do trabalho, da tecnologia, da ciência e da cultura permitirão às escolas e aos sistemas de ensino escolher modelos mais voltados para a sua realidade local ou regional e proporcionar autonomia pedagógica, antiga aspiração da comunidade educacional.
O principal objetivo da flexibilização do currículo é permitir um avanço do país frente aos desafios que a educação tem que enfrentar para reverter a baixa qualidade oferecida nas escolas públicas e sua consequência mais perversa, a evasão.
Atualmente, de acordo com dados do IBGE, existem 10 milhões de alunos matriculados no Ensino Médio. Desse contingente, cerca de 40% abandonam o curso por desinteresse e 27% porque precisam trabalhar para complementar a renda familiar. Aqueles que resistem à falta de estrutura e de oportunidades chegam à idade adulta sem estar preparados – seja para o mercado de trabalho, seja para os exames vestibulares.
No Cursinho da Poli, em São Paulo, que tem grande parcela dos alunos provenientes da escola pública, lidamos cotidianamente com esse drama. Preparar o aluno para entrar numa universidade de qualidade demanda, em primeiro lugar, sanar as lacunas de seu aprendizado. Para isso, todos os anos, oferecemos curso de matemática básica, física e história da arte, entre outros, que ajudarão o aluno a acompanhar a matéria na sala de aula.
Outro drama é a baixa empregabilidade desses alunos no mercado. Depois de 12 anos na escola, o jovem não está apto a conseguir um emprego nem na indústria, nem no comércio e muito menos em áreas em que é necessário qualquer tipo de especialização. O que faz um aluno que sonha em avançar nos estudos, mas ao mesmo tempo precisa ajudar no sustento da família e não está preparado para isso?
Daí a preocupação de o CNE atender aos anseios dos estudantes: é a premente necessidade de aproximar o educando de suas áreas de interesse, uma forma de interessá-lo mais, dar-lhe a possibilidade de estar mais presente e de se sair melhor na vida escolar.
Entretanto, é preciso que as experiências concorram para que os erros não sejam repetidos. Convém lembrar duas experiências que não chegaram a bom termo. A primeira foi a divisão do nível médio em três modalidades: o Científico, o Clássico e o Magistério. Os egressos de uma ou outra modalidade tinham formação absolutamente específica, numa idade em que as vocações ainda não estavam suficientemente amadurecidas, prejudicando muito ou francamente impossibilitando qualquer tentativa de mudança de rumo.
A segunda, no período da ditadura militar, foi a conclusão, motivada pela imensa demanda de pessoal técnico, de que todo Ensino Médio deveria profissionalizar, levando a um descaso, maior ou menor, pelas matérias acadêmicas. As consequências dessa opção são sentidas até hoje na sociedade brasileira.
Será preciso discutir muito ainda para fundamentar e fortalecer a mudança do currículo em cada instituição, mas, desde já, ressalte-se que, em nenhuma hipótese, poderemos descuidar das matérias de base. Matemática, português, química, física, biologia, história, geografia, sociologia e filosofia devem ter seus conteúdos preservados. As novas medidas devem buscar acrescentar à formação cultura, conhecimento e instrução profissional. Neste momento, não se pode admitir nenhuma conta "de menos" na educação dos brasileiros.
* Gilberto Alvarez Giusepone Jr. é professor e diretor do Cursinho da Poli em São Paulo.
 

Educação ou o quê?


Educação ou o quê?

No mais recente lançamento da Summus Editorial, a psicanalista Anna Veronica Mautner propõe reflexões para pais e professores. O objetivo é, diante das fronteiras cada vez mais tênues entre público e privado e a falta de limites, discutir a educação transmitida às crianças e aos jovens.

Diz o dicionário que educar é formar indivíduos aplicando métodos adequados que podem variar de acordo com a época. Porém, a palavra "educação" abriga uma série de significados. No livro Educação ou o quê? - Reflexões para pais e professores (120 p., R$ 32,90), a psicanalista Anna Veronica Mautner aborda temas que intrigam a todos nós: afinal, quem deve educar, a família ou a escola? A escola deve ser tradicional ou liberal? Como impor limites aos filhos e aos alunos?

Pautando-se em valores como ética, respeito e construção da cidadania, o livro traz sugestões para equacionar essas dúvidas. Na primeira parte, destinada aos educadores, Anna Veronica afirma que, sem bons modelos, os jovens não conseguem evoluir. "A função de ampliar horizontes é da escola, onde encontramos informações e noção de possibilidades. É onde o mundo nos oferece a paisagem e o horizonte do bem-estar", afirma.

Entre um dos temas abordados pela autora está a valorização - social, profissional e salarial - do professor. "Voltando a muitas e muitas décadas atrás, já houve tempo em que ser reconhecido pelo professor dava pontos no placar. Quando e por que isso mudou?", pergunta ela?

Outra reflexão proposta pela autora é a seguinte: a educação "livre", sem regras nem método, funciona? Não reprovar para não ferir é a melhor saída? "Se não houver disciplina, a aprendizagem de todos será prejudicada. E disciplina não é mudar o temperamento, a personalidade, o jeito de ser de ninguém: é apenas absorver um código e se comportar de acordo com ele para tornar o coletivo possível", acredita.
Quanto à violência física e psicológica sofrida por crianças no mundo todo, Anna Veronica afirma que a escola precisa ter papel mais atuante, protegendo os mais fracos. Na sua avaliação, a liberdade desprotegida pode ser extremamente massacrante para uns e palco de exibição de força para outros.

Na segunda parte da obra, Anna Veronica dirige-se aos pais, para quem nunca foi tão difícil transmitir valores. A preocupação com a violência e com uma série de perigos tem transformado os pais em verdadeiros espiões de seus rebentos. Para a autora, o excesso de vigilância produz seres humanos tolhidos e dependentes. Como essas criaturas poderão se tornar autossuficientes e encher os pais de orgulho?
Além disso, diz, é preciso criar espaço para que os filhos realizem descobertas, o que não vem acontecendo: "Tal é a ansiedade do adulto em querer ser um educador eficiente das novas gerações (seja como pai seja como mestre) que elimina a ocasião da descoberta".

Em relação à internet, Anna Veronica é taxativa: "Como existe cada vez menos segurança fora dos muros de casa, nem se pode sonhar com o retorno à calçada. Precisamos, isso sim, olhar sem implicar com o recém-conquistado espaço do universo tecnológico. A internet não é perfeita, mas é o melhor arremedo possível do crescimento em liberdade".

Assim, o livro fornece respostas sobre a nobre tarefa de preparar os jovens para a vida. Para o jornalista Marcelo Coelho, que assina o prefácio, "os textos de Anna Veronica Mautner procuram balancear, com grande sabedoria, o 'moderno' e o 'tradicional' em matéria de educação. Como educar esse jovem, que será encarregado de mudar o nosso mundo, sem conceder de graça coisa nenhuma a suas fáceis revoltas, a seu comodismo, a talentos protegidos em clima artificial de estufa?"

A autora

Anna Veronica Mautner é socióloga, psicóloga e psicanalista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Além do trabalho clínico, interessa-se pela divulgação da abordagem psicanalítica na apreensão do cotidiano. Para tanto, tem investido em redigir crônicas. Autora de Crônicas científicas (Escuta) e de Cotidiano nas entrelinhas (Ágora), escreveu um capítulo no livro Céu da boca - Lembranças de refeições da infância (Ágora). É colunista do caderno Equilíbrio, da Folha de S.Paulo, e da revista Profissão Mestre.

Título: Educação ou o quê?- Reflexões para pais e professores
Autora: Anna Veronica Mautner
Editora: Summus Editorial
Preço: R$ 32,90
Páginas: 120
ISBN: 978-85-323-0783-5
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
Site: www.summus.com.br


Programação da Virada Sustentável


São Paulo terá Virada Sustentável nos dias 4 e 5 de junho

 

Mais de 300 atividades culturais e educativas, ligadas aos temas da sustentabilidade, agitarão a capital paulista durante o final de semana do Dia Mundial do Meio Ambiente.

Com centenas de atrações espalhadas por mais de 60 espaços e parques da cidade, São Paulo receberá, nos dias 4 e 5 de junho, a primeira edição da Virada Sustentável, que tem o objetivo de ampliar a informação sobre sustentabilidade a partir de uma abordagem positiva para a população, usando a arte e a cultura como principais ferramentas de comunicação – e transformação.

Logo após a abertura, que ocorre no sábado às 8h com atividades de yoga e meditação nos parques, a capital paulista será tomada por diversas atrações, como exposições, filmes, oficinas, workshops, peças e shows de música, sempre com conteúdo ligado aos temas da sustentabilidade. Meio ambiente, biodiversidade, direitos humanos, mudanças climáticas, mobilidade urbana, lixo e qualidade de vida serão alguns dos temas das atividades. Todas as atrações são gratuitas. No primeiro dia, as atividades acontecem das 8h às 24h. No domingo, as atrações iniciam novamente às 8h e terminam às 20h.

"A Virada Sustentável teve a preocupação, desde o início, de pulverizar sua programação em diferentes locais da cidade, de forma a evitar grandes deslocamentos e, principalmente, grandes aglomerações em um único local. Outro cuidado foi o de não promover o evento apenas em locais visitados pela população das classes média e alta, o que explica a presença de diversas atividades nas regiões periféricas da cidade, como os bairros de Capão Redondo, na zona Sul, ou Belém, na zona Leste", explica o jornalista André Palhano, organizador do evento. 

Mobilização para a Sustentabilidade

A Virada Sustentável conta com o apoio da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente da Prefeitura de São Paulo (SVMA), da Secretaria do Meio Ambiente (SMA) do Estado de São Paulo e da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

 A Virada tem ainda o apoio institucional da Rede Nossa São Paulo e do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), além das parcerias da agência de publicidade Lew'Lara/TBWA e da Farah Service, responsáveis pela campanha de divulgação e prospecção de recursos junto aos patrocinadores, da Lead Comunicação e Sustentabilidade, para a divulgação, e Green CO2, empresa responsável pelo inventário e neutralização das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de todo o evento. Os parceiros de mídia são: Globo São Paulo, Rádio Eldorado e Trip Editora.

Braskem, Livraria Saraiva, Porto Seguro, AES Eletropaulo e Schneider Electric Brasil são algumas das empresas que escolheram atrações e ações para patrocinar, contribuindo para enriquecer a programação da Virada Sustentável. 

Para orientar as decisões da equipe de organização e evitar ações oportunistas, foi formado um Conselho Curador, constituído por nomes reconhecidos na área de sustentabilidade, com atuação em diferentes setores da sociedade. Além de analisar e aprovar a aderência das atrações, o Conselho decide as questões éticas relacionadas ao evento, como o veto à participação de empresas de álcool, armamento e tabaco.

A programação completa poderá ser acessada no site www.viradasustentavel.com a partir de 23 de maio.  


Encontro Setorial de Artes Visuais

Acontece nesta sexta-feira (20), o primeiro Encontro Setorial de Artes Visuais do ano.  A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, e o presidente da Fundação Nacional das Artes (Funarte), Antonio Grassi, recebem representantes da classe artística brasileira no Auditório Gilberto Freyre (RJ). No evento, serão ouvidas as demandas do setor e debatidas as políticas públicas do governo federal para a área.

Os encontros entre a ministra e o setor de artes visuais são realizados para que o MinC possa conhecer diretamente as reivindicações e demandas dos profissionais da área e incorporá-las aos programas da Funarte. Nos eventos, serão apresentados também os programas em andamento e os editais de 2011.

Os Encontros Setoriais, que já fazem parte da agenda do MinC e da Funarte, são agrupados por linguagem artística e percorrerão todas as regiões do país. O setor musical foi o primeiro a se reunir este ano, no dia 29 de abril. Em breve, serão realizados também encontros com representantes do teatro, da dança e do circo.

Serviço:

Encontro Setorial de Artes Visuais

Sexta-feira, 20 de maio de 2011, às 10h

Auditório Gilberto Freyre — Palácio Gustavo Capanema

Rua da Imprensa, 16, mezanino. Rio de Janeiro – RJ

 

Museu Afro Brasil promove o I Encontro Afro-Atlântico Evento internacional comemora o Dia da África (25 de maio) e oferece programação cultural.


 
  Durante o I Encontro Afro Atlântico na Perspectiva dos Museus, que acontecem em São Paulo de 24 a 27 de maio, o Museu Afro Brasil, instituição da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo oferecerá ao público uma programação cultural paralela. Haverá lançamento de livro, abertura de exposição e apresentação artística. Entre as atrações está a produção de um mural com a artista plástica Chanel Compton, do Instituto Smithsonian, uma das mais consolidadas instituições museológicas do mundo, atuante desde 1846. O mural será inaugurado no dia 27, às 17 horas, no encerramento do encontro.

Programação Cultural –

Dia 24 – 19h00

·      Lançamento da edição em português do livro Flash of the Spirit, de Robert Farris Thompson

·      Lançamento da Campanha Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo

·      Abertura da Exposição Mulheres Negras: a Irmandade da Boa Morte de Cachoeira

·      Apresentação do Grupo Gegê Nagô de Cachoeira (BA)

Dia 27 – 17h00

·      Produção do Mural de Chanel Compton, artista plástica, do Instituto Smithsonian. Projeto Cultural Envoy Application, em parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos (SP).

O Museu Afro Brasil este ano realizará diversas exposições, atividades e seminários gratuitos para homenagear o Ano internacional dos Povos Afrodescendentes (ONU). Os eventos ganham destaque e reforçam a importância do Museu, que está perfeitamente inserido na declaração da Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU), que em sua 64ª. Sessão instituiu o tema com o objetivo de fortalecer as medidas nacionais e a cooperação regional e internacional em benefício dos afrodescendentes. Uma forma de garantir os direitos econômicos, culturais, sociais, civis e políticos, incluindo a participação e inclusão em todas as esferas da sociedade e a promoção de um maior respeito e conhecimento da diversidade.

Jornalistas interessados em participar do evento favor fazer credenciamento com Paula Costa ou Michela Gonçalves até segunda-feira, 23/5, pelo email: comunicacao@museuafrobrasil.org.br

ou pelo telefone 5579-0593

 

  

 

Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
Parque Ibirapuera - Portão 10
São Paulo / SP - Brasil - 04094 050
Fone: 55 11 5579 0593//  11 7881-2688
www.museuafrobrasil.org.br

 

 

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ex-jogador do Atlético empolga platéia no 19º encontro do Círculo de História Atleticana




Na última quinta-feira (05) aconteceu na Baixada o 19º encontro do Círculo de História Atleticana, que teve como convidado Alberto Valentim do Carmo Neto, lateral direito do Atlético na década de 90 e 2000. “Foi o primeiro encontro com um jogador da nova geração, então todos os presentes viram Alberto jogar. Desta forma a dinâmica foi um pouco diferente dos outros encontros, com a platéia participando mais, já que a maioria se interessou em fazer perguntas ao ex-jogador”, conta Milene Szaikowski, criadora e organizadora do encontro.


Além de jogar no Furacão, Alberto também atuou nos times nacionais São Paulo, Cruzeiro e Flamengo e nas equipes européias Udinese e Siena. O jogador foi eleito pela Revista Placar o melhor lateral-direita do Campeonato Brasileiro de 1996. “Alberto se mostrou extremamente atleticano. Segundo ele, desde o seu primeiro contato com o Atlético percebeu um sentimento diferente em relação ao clube. Mais que um jogador, ele é um torcedor do Atlético, tanto é que fez questão de encerrar sua carreira no rubro-negro”, afirma Milene.


Durante o encontro Alberto ressaltou a força da torcida atleticana na Baixada e contou aos presentes como era sentir essa energia dentro de campo. Boas histórias não faltaram neste evento. “Foi um encontro muito agradável. No começo a timidez e formalidade tomaram conta, mas aos poucos o bate-papo ficou mais solto, bastante revelador e tomou conta do ambiente. Alberto contou grandes histórias, fez grandes revelações e boas descrições. O sentimento de atleticanismo puro demonstrado pelo Alberto foi simplesmente espetacular”, comenta Odirley Ieger, torcedor que acompanhou o 19º Círculo.
Fotos: Danielle Starck

terça-feira, 10 de maio de 2011

Livro sobre a infância de Mizael Oliveira será lançado no Museu do Futebol



Livro sobre a infância de Mizael Oliveira será lançado no Museu do Futebol

Mizael e a autora Paola Gentile participam de bate-papo e fazem sessão de autógrafos no dia 12 de maio, às 17h

Obra da coleção "Pequenos Craques" da Callis Editora mostra como o bicampeão paraolímpico buscou independência e autonomia apesar da deficiência visual

A Callis Editora promove no próximo dia 12 de maio, no Museu do Futebol, em São Paulo, o lançamento do livro "Mizael", da autora Paola Gentile. A obra da coleção "Pequenos Craques" mostra como o bicampeão paraolímpico brasileiro buscou a independência e a autonomia apesar da deficiência visual. "Trata-se de uma homenagem a um atleta relevante do esporte nacional", afirma Miriam Gabbai, diretora da Callis Editora. Durante o evento, Mizael e a escritora participam de bate-papo com os convidados e de sessão de autógrafos.

Quer saber mais sobre a história desse vitorioso atleta? Bicampeão da Copa América, Bicampeão Mundial, Bicampeão Paraolímpico no futebol de cinco para cegos. Advogado atuante. Essa é a trajetória vencedora de Mizael Conrado Oliveira. Vítima de catarata, desde seu nascimento, em 1977, na cidade de Santo André, enfrentou dificuldades com a visão. Ainda nos primeiros anos de vida, submeteu-se à quatro cirurgias que permitiram que o menino, filho da costureira Maria das Dores e do operário João, enxergasse apenas contornos e borrões. Aos nove anos, recebeu a notícia que mais temia: ficaria completamente cego. Internado no Colégio Padre Chico, entregou-se de cabeça ao esporte. Praticava, com meninos mais velhos, futebol de cinco para cegos. De lá para cá não parou mais.

Serviço:
Lançamento do livro "Mizael" no Museu do Futebol
Data: 12.05.2011
Horário: 17h
Local: Praça Charles Miller, S/N - Estádio do Pacaembu 

Revista Partes

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