quinta-feira, 25 de julho de 2013

NEVE EM CURITIBA 23 DE JULHO DE 2013


DIA 23 DE JULHO DE 2013 NEVOU EM CURITIBA!


O Instituto Tecnológico Simepar confirmou que pequenos flocos de neve caíram sobre alguns bairros de Curitiba, e que o episódio não acontecia desde 1975. 


Acompanhe a reportagem pelo link abaixo:

 http://www.bandab.com.br/jornalismo/meteorologista-do-simepar-afirma-quem-viu-viu-quem-nao-viu-nao-vera-mais/


No youtube vimos alguns vídeos bem interessantes também! Vale conferir!



(Fonte de pesquisa com acesso público: internet:)
"AGORA VAMOS CONVERSAR"


           No ano de 1975,  a minha família: papai, mamãe, eu e a minha irmã, morávamos na cidade de Curitiba, ao lado da casa dos meus avós maternos. Eu estava com seis anos de idade e a minha irmã com três. Talvez nesse período eu não tenha sido uma boa irmã, pois facilmente trocava as brincadeiras em casa: com bonecas e tico tico (a motoquinha da época), por brincadeiras com os primos maiores, ao ar livre, na subida na árvore, e  aventuras com a minha primeira bicicleta Caloi vermelha e branca.  Com a chegada do frio trazido pelo inverno, as brincadeiras retomavam a rotina caseira juntamente com a minha irmã mais nova e com todo o cuidado e atenção com que fomos criadas.
          Certa manhã, vovó tocou a campainha chamando para irmos ver a neve. Neve? Isso mesmo! Era a primeira vez que estávamos vendo a neve e queríamos brincar na neve, com a neve! Foi uma alegria olhar toda aquela camada de gelo bem branquinho acumulado sobre o gramado... na rua... no telhado  da casa em frente! Uma cena linda que repousa retratada na memória e será contada ainda diante de oportunidades vindouras.
           A neve branquinha parecia assoviar nos chamando: "venham brincar crianças!"
           Nós insistimos, mas a mamãe não deixou! Estávamos recuperando de resfriado ou tosse, (não recordo... mas era algo assim bem comum em crianças da nossa idade).
           Dizem que vovó tem mania de adular os netos... que vó é mãe com açúcar... pois é, eu e a minha irmã concordamos unanimemente! Vovó com a sabedoria de mãe experiente, levou para dentro da nossa casa um balde cheio de neve. Nossa... que bacana! Eu e a minha irmã que estávamos super agasalhadas, logo fizemos as luvinhas "voarem" para um canto qualquer e começamos a brincar com a maior novidade das nossas vidas, até então. Brincamos só um pouquinho, sentimos os dedos congelarem e aquele ardido do frio ia se apagando lentamente quando mergulhávamos nossas mãos na bacia com água quentinha trazida pela mamãe, com um amor tão grande que expresso sem medida assim como era pra ser aquela brincadeira naquele dia... porque o amor de mãe é assim: não quer que os bons momentos acabem.
          Enfim, a realidade: brincamos o quanto foi possível e a neve se foi...

         Hoje, fazendo um paralelo entre a neve de 1975 com a neve de 23 de julho de 2013, a qual uma de minhas filhas nem chegou a ver, o meu sentimento também é materno, mas no sentido amplo enquanto responsabilidade biosocial: reflito sobre a importante questão do aquecimento global, sobre a camada de ozônio, sobre o degradamento ambiental, quanto à diferença que estamos presenciando em nosso tempo dentre as maiores construções e menos campo, com menos peixes e mais lixos nas águas, cuja resposta certeira é o desgaste da nossa maior riqueza: a natureza.

          O texto acima nasceu por impulso de lembrança, talvez para aproveitamento didático, talvez para comparações ou críticas... mas hoje está aqui com o propósito de que o leitor reflita sobre a maravilha que é a neve, a natureza em si, e como seria bom se as futuras crianças, (nossos netos? bisnetos?) tivessem a honra de vivenciar fenômenos inesquecíveis como a neve!

          EU VI NEVE EM CURITIBA. E VOCÊ?

                                                        

Acorde para vencer

Acorde para vencer

domingo, 14 de julho de 2013

Caxias e Sampaio Corrêa vencem em casa e lideram grupos da Série C

Edgard Matsuki - Portal EBC

Torcida do Sampaio Corrêa no estádio Castelão

Torcida do Sampaio Corrêa no estádio Castelão (divulgação / Site do Sampaio Corrêa)
A quarta rodada da Série C do Campeonato Brasileiro foi marcada pela soberania dos donos da casa. Com exceção do Guarani e do CRB, todos os mandantes ganharam as partidas deste sábado e domingo.
Pelo grupo A (que engloba equipes das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste), o Sampaio Corrêa assumiu a liderança após conquistar mais uma goleada. Neste domingo, a equipe venceu o Baraúnas por 4 a 1 no estádio Castelão (em São Luís). O time maranhense se beneficiou com a derrota do Fortaleza por 2 a 1 para o Santa Cruz no sábado, em Recife.
Sampaio Corrêa e Fortaleza têm 10 pontos, mas o time maranhense leva vantagem no saldo de gols. Quem também chegou aos dez pontos foi o Luverdense, que venceu o Treze por 4 a 0. Já o Cuiabá ganhou de 3 a 0 do Treze. Fechando a rodada, o Brasiliense derrotou o CRB por 1 a 0 e saiu da zona de rebaixamento.
No grupo B (com equipes das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste), o Caxias continua soberano. A equipe gaúcha recebeu o Mogi-Mirim e ganhou por 1 a 0 no estádio Centenário. Agora o Caxias tem 10 pontos, três a mais que Vila Nova e Madureira, que venceram clássicos estaduais na rodada. O Vila Nova derrotou o Crac por 1 a 0 e o Madureira venceu o Duque de Caxias por 2 a 1. Ainda pelo grupo B, Guarani e Barueri empataram por 0 a 0 e o Betim ganhou do Macaé por 3 a 0.

Confira os resultados da rodada

Grupo A
Santa Cruz 2 x 1 Fortaleza
Sampaio Corrêa 4 x 1 Baraúnas

Caxias

Confira os resultados do fim de semana pela terceira divisão do Campeonato Brasileiro (Daniel Rufatto / Site do Caxias)
Luverdense 4 x 0 Treze
Cuiabá 3 x 0 Águia de Marabá
CRB 0 x 1 Brasiliense
Grupo B
Madureira 2 x 1 Duque de Caxias
Vila Nova 1 x 0 CRAC
Guarani 0 x 0 Grêmio Barueri
Betim 3 x 0 Macaé
Caxias 1 x 0 Mogi Mirim

  • Direitos autorais: Creative Commons - CC BY 3.0

Quebrando o espelho… para fugir da eterna maldição!

Quebrando o espelho… para fugir da eterna maldição!
Ao ler o artigo -  A eterna maldição[1] - escrito por Margarete Hülsendeger não pude deixar de lembrar uma conversa com meu marido há cerca de um mês.
Num jantar ele disse que queria muito me fazer uma pergunta e queria que eu fosse sincera na resposta.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Revista Partes

http://www.partes.com.br/2017/11/01/poema-fora-de-moda/ Poema Fora de Moda Gilda E. Kluppel No vestuário comercial calças de boca de sino...