segunda-feira, 29 de setembro de 2008

CARTA ABERTA À TODOS QUE ACREDITAM NUM BRASIL MELHOR

A violência anda solta, principalmente contra os professores da região do DF e Entorno. Infelizmente mais uma vítima da brutalidade que ceifa os sonhos insiste em dobrar a esperança. A educação que tanto nos falta, revela sua outra face perversa ao tirar à vida de mais um docente no Entorno de Brasília.

Hoje (29/09/2008), foi assassinado a tiros o professor Adeovaldo Espíndola, diretor da Escola Municipal Casinha Feliz, na área especial, s/nº, Q. 124/129, no Bairro Pacauembu, Valparaíso II, ao lado do Lixão.

Nessa mesma escola, há um mês e meio atrás um aluno de 12 anos matou um colega de sala. O professor Valter, como era conhecido, tinha vindo à coordenação do projeto "O Livro na Rua", pedindo ajuda para os alunos, que pela primeira vez, em anos, vão realizar uma formatura.

Nesse encontro, o professor Valter e o professor Severino de Vasconcelos, estabeleceram um diálogo que visava criar uma biblioteca, um campo de jogos, pretendendo desse modo, desenvolver a experiência de integrar a comunidade do Lixão à escola, onde muitos dos alunos também trabalham.

Acreditando na educação como forma de transformação da realidade, o diretor tinha planos de fazer um "Chá Literário" para incluir os alunos e pais no mundo da leitura. A pedido do diretor da escola Cantinho Feliz, Valter Espíndola e do professor Severino, os coordenadores do nosso projeto “O Livro na Rua” , Marina Mendes e Marco Pólo Haickel, estiveram pela manhã de hoje, 29/09, em visita à escola para combinar a parceria que seria estabelecida.

Infelizmente, balas até agora desconhecidas, acabaram com os sonhos de um professor que desejava dar esperança a uma comunidade esquecida. Fica aqui o nosso pesar e revolta.

O exemplo de luta do professor brasileiro Valter, que até o último instante sonhou com um futuro mais fraternal, esse jamais será esquecido.

Enviado pela Editora Thesaurus

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

FELIZ ANIVERSÁRIO UNIVERSAL

FELIZ ANIVERSÁRIO UNIVERSAL
(Autor: Antonio Brás Constante)

É periodicamente ressurgido em nossas vidas, um momento em que dizemos: “Feliz aniversário!”. Humilde homenagem anual. O aniversário é fato consumado, período de tempo traçado, data informal. Quanto ao “feliz”, é puro desejo em rimas exaltado, quem sabe até sussurrado. Enunciado quase obrigatório de se dizer por seus entes nestes encontros marcados.

Razões não faltam para retumbar tais palavras. Ecos costumazes recebidos com intenções cheias de bondade, que emanam dos lábios de conhecidos, como preces nos templos da amizade. Frases que expressam um sentimento individual, coletivo, universal. Papel de presente sonoro, carregando uma dedicatória de amor para alguém especial.

Iniciam-se os votos, que são proferidos tal qual um simples “bom-dia”, ou “boa-tarde”, em tons de pronuncia casual. Embrulhados em sorrisos e abraços, temperados com um gostinho carinhoso e pessoal. Um termo que em nossa imaginação dança, trazendo lembranças dos tempos de criança.

Chega como natal antecipado, às vezes parecendo dia de finados, em outras vezes, carnaval. Não tem realce no calendário, mas possui traços de feriado, de encontros esperados e reencontros inesperados...

Através dos caminhos da existência, o aniversário é um quadro emoldurado que vai ornamentando com recordações as paredes do passado. Pinturas feitas através das cores disponíveis em mil bisnagas. Matizes lançados na tela, formando singelas aquarelas, muitas delas conhecidas como felicidade. Enfim, FELIZ ANIVERSÁRIO, é ter tanto para dizer com tão poucas palavras. Uma nova estrada que se abre. Um marco de chegada para reflexão. Tristeza por estar distante. É se sentir pequeno em meio ao imenso vazio da solidão. É beijo na boca. É comer chocolate. É o telefonema de alguém que partiu. É a galera chegando para comemorar em festa, mais um ano de vida que se concluiu.

(Texto criado e dedicado a minha amada esposa Érica, pela data de seu aniversário )

E-mail: abrasc@terra.com.br

Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".

ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".

Revista Partes

http://www.partes.com.br/2017/11/01/poema-fora-de-moda/ Poema Fora de Moda Gilda E. Kluppel No vestuário comercial calças de boca de sino...