quinta-feira, 10 de abril de 2008

Dia Nacional do Livro


18 DE ABRIL

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL



O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato.

Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília, marcaram a história da literatura infantil.

O livro faz toda a diferença na formação de uma criança. Embora estejamos na era da informática, as histórias infantis fazem a criançada viajar num mundo de fantásticas aventuras e encantam todas as idades.

02 DE ABRIL

DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL



A literatura infantil surgiu no século XVII,

com Fenélon (1651 - 1715), pelo propósito

de educação moral.

A data de 02 de abril foi instituída como

dia internacional do livro infantil para homenagear

o grande escritor Hans Christian Andersen,

autor de muitas histórias, dentre as quais,

"O soldadinho de chumbo" e "O patinho feio".

VIVA O LIVRO INFANTIL !

quarta-feira, 9 de abril de 2008

FASM abre inscrições para mostra de vídeos

Evento promoverá a reflexão sobre a técnica de vídeoarte contemporânea



A FASM, Faculdade Santa Marcelina, está com inscrições abertas até o dia 21 de abril para a 4ª Mostra de Vídeos da Faculdade Santa Marcelina. O evento, que será realizado em 4 de junho de 2008, às 20h00, tem como objetivo promover a difusão e a reflexão da produção contemporânea em vídeoarte.



Os trabalhos inscritos deverão ser enquadrados nas seguintes categorias: Vídeo Monocanal (single channel), Looping e Videoinstalação. Serão escolhidos oito artistas dentre os inscritos e os resultados serão divulgados por e-mail no dia 21 de maio de 2008.



Os trabalhos pré-selecionados serão apresentados no dia da mostra, sendo que os três melhores receberão um Kit com produções da Associação Cultural Videobrasil. Este Kit conta com os melhores vídeos selecionados pela entidade em 2007. Juntamente com as obras será exibida durante o evento uma seleção do programa Itinerância Videobrasil.



A inscrição é gratuita e se estende a qualquer interessado. Para participar, o candidato deverá enviar a ficha de inscrição, disponível no site, www.fasm.edu.br, e as obras em CD ou DVD, contendo arquivo de vídeo em formato DV, AVI, WMV ou MOV, pelo correio ou entregar pessoalmente na faculdade.



Cada participante poderá inscrever até três obras, mas o Festival selecionará apenas um vídeo por autor. Não serão aceitos trabalhos com conteúdo institucional, promocional ou publicitário.



Categorias:



Vídeo Monocanal (single channel): É o tipo de vídeo que implica uma linha narrativa, tempos que se sucedem e se fazem necessários para a interpretação do trabalho.



Looping: Categoria de vídeo que independe de uma linha narrativa, além de não possuir estrutura de cenas que se sucedem em linha temporal (passado/presente/futuro). O vídeo é exibido continuamente e seu final se conecta ao início sem cortes, operando pela repetição. O vídeo é inteligível se assistido a partir de qualquer uma de suas partes, pois não é a construção temporal que lhe agrega sentido.



Videoinstalação: Categoria que engloba vídeos expandidos no espaço, por meio de projeções, utilização de diversos monitores, criação de ambientes imersivos e etc.



Serviço



Endereço para o envio das inscrições:

Faculdade Santa Marcelina

4ª Mostra de Vídeos FASM
Rua Dr. Emílio Ribas, 89, Perdizes, São Paulo - SP
CEP: 05006-020



Evento: 4º Mostra de Fotografia FASM

Local: Espaço Eugénie Villien – Faculdade Santa Marcelina – Campus Perdizes

R. Dr. Emílio Ribas, 89 - Perdizes – São Paulo

Telefone: (11) 3824-5800

Data: 4 de junho de 2008

Horário: 20 h

E-mail: informacoes@fasm.edu.br

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Sociologia no Ensino Médio em discussão na PUCampinas

Na segunda-feira, alunos da PUC-Campinas poderão conhecer melhor o universo da filosofia, por meio de uma palestra com filósofo de renome internacional além de discutir a obrigatoriedade do ensino de sociologia no ensino médio


A PUC-Campinas, na segunda-feira (7 de abril), às 10h, no Auditório Dom Gilberto traz o conceituado professor Rogério Miranda de Almeida para ministrar a palestra: "O desejo e a questão do intermediário na filosofia" junto com o lançamento da obra ‘Eros e Tânatos – A vida, a morte e o desejo’. Neste mesmo dia, às 19h, na sala 800 do prédio H01, no Campus I, o professor Nelson Dácio Tomazi para discutir a obrigatoriedade da Sociologia no Ensino Médio. Tomazi é professor aposentado de Sociologia pela Universidade Estadual de Londrina no Paraná e autor dos livros: ‘Iniciação à Sociologia’; ‘Sociologia da Educação’ e ‘Sociologia no Ensino Médio’.


Almeida, formou-se em filosofia pela PUC-Campinas, doutorou-se em filosofia pela Universidade de Metz, França, e em teologia pela Universidade de Estrasburgo, também na França. Lecionou filosofia e teologia na Universidade de Saint Vincent, Pensilvânia - Estados Unidos, filosofia na Universidade Santo Anselmo e teologia na Universidade Gregoriana em Roma. Além de artigos em revistas nacionais e internacionais, publicou: "Nietzsche et le paradoxe" (traduzido para o português e o inglês); "Nietzsche e Freud: Eterno retorno e compulsão à repetição", edições Loyola.


Na mitologia grega, duas figuras se opõem: Eros, o deus grego do amor, e Tânatos, a personificação da morte. Esses dois personagens foram resgatados por diversos filósofos para explicar a dualidade entre a morte e o desejo. No livro ‘Eros e Tânatos – A vida, a morte e o desejo’, o autor faz uma análise profunda da obra dos filósofos que tentaram interpretar esse "eterno conflito da construção e da destruição, da vida e da morte, do ódio e do amor, da satisfação e da insatisfação".


Ao resgatar o pensamento dos filósofos pré-socráticos até Nietzsche e Freud, Almeida interpretar um universo de pulsões e forças que não param de se entrelaçar e de se separar. A obra traz questões que interessam não apenas a estudantes de graduação, mas também ao público em geral, que tenha interesse em temas filosóficos.


Atualmente Rogério Miranda de Almeida é professor no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUC do Paraná.


A abertura do evento será realizada pelo diretor do Centro de Ciências Humanas da PUC-Campinas, padre Paulo Sérgio Lopes Gonçalves. A palestra do professor Rogério Miranda de Almeida será mediada pela professora Constança M. César, líder do grupo de pesquisa da PUC-Campinas que estuda a Filosofia, a Cultura e a Sociedade, e pelo professor Germano Rigacci Jr , pró-reitor de Graduação.




Serviço:

Palestra: "O desejo e a questão do intermediário na filosofia" – Lançamento da obra: Eros e Tânatos

Dia: 07/04/2008

Horário: 10 horas

Local: Auditório Dom Gilberto - Campus I – PUC Campinas

Rodovia Dom Pedro I, km 136 – Parque das Universidades

Informações: (19) 3343-7659 ou nupex.cch@puc-campinas.edu.br


Aula Inaugural Ciências Sociais: obrigatoriedade da Sociologia no Ensino Médio

Dia: 07/04/2008

Horário: 19 horas

Local: sala 800 do prédio H01, no Campus I da PUC-Campinas

Rodovia Dom Pedro I, km 136 – Parque das Universidades

Informações: (19) 3343-7237 ou fcs.cch@puc-campinas.edu.br

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Gestão de Turismo

Editora UNESP retoma o debate sobre os profissionais da comunicação

A mídia ocupa hoje um espaço central na sociedade globalizada. Nesse contexto, o debate sobre a função do profissional da comunicação torna-se fundamental. Com a aproximação do dia do jornalista, 7 de abril, a Editora UNESP relembra os títulos publicados que ajudam a entender a complexa função do jornalista e dos veículos de comunicação.

As rápidas transformações e o vazio ético do jornalismo contemporâneo são temas centrais do livro Jornalismo na era virtual – Ensaios sobre o colapso da razão ética (141 páginas, R$ 21), do jornalista Bernardo Kucinski. Sob a ótica da ética profissional, o autor examina temas como direito à saúde, Internet, economia virtual, corrupção, paradoxos do jornalismo neoliberal, jornalismo econômico, mentira e imaginação. Para Bernardo Kucinski o fim da separação entre jornalismo e assessoria de imprensa, a concentração da produção e da propriedade na área de comunicação e, principalmente, a mentalidade individualista do novo profissional, cada vez mais distante da concepção idealista da profissão, são apontadas como principais causas do colapso da razão ética.

Analisar os expedientes e técnicas do jornalismo é o que se propõe Juvenal Zanchetta Júnior, em Imprensa escrita e telejornal (134 páginas, R$ 15), título da Coleção Paradidáticos. O autor identifica as características do texto jornalístico e abre uma discussão sobre a leitura e o papel do leitor, investigando a mídia, a notícia impressa, o fotojornalismo e o telejornal, para avaliar o que envolve sua produção. A obra aborda os veículos de comunicação não como uma “entidade abstrata, neutra ou isenta, mas como um organismo que catalisa e materializa boa parte das tensões dos diversos grupos sociais, das elites e classes profissionais até os leitores, passando pelas organizações públicas e privadas”.

Imprensa e cidade (136 páginas, R$ 15) aborda a história da imprensa no Brasil e seu papel na sociedade dominada pela velocidade das novas tecnologias. No livro, as historiadoras Ana Luiza e Tania partem do princípio que para compreender o cenário contemporâneo da imprensa, dominado pela fragmentação, imediatismo e bombardeio de notícias em meios como a Internet e até celulares, é importante acompanhar a trajetória da imprensa, desde o século XIX até os dias de hoje.

Em A boa escola no discurso da mídia (255 páginas, R$ 35), o autor Geraldo Sabino Ricardo Filho elabora um estudo sobre a representação midiática do conceito de "boa escola", tomando por objeto de análise as edições da revista Veja, publicadas entre os anos de 1995-2001. Como objeto, faz uso do discurso da revista como fonte de representações de parcela importante da sociedade brasileira e, por fim, faz uma discussão sobre a criação do consenso de um ideal de boa escola.

Veja também:

Os desafios da escrita, de Roger Chartier (148 páginas, R$ 28)

Humanidades em Comunicação, de Clodoaldo M. Cardoso (266 páginas, R$ 25)

Os livros da Fundação Editora da Unesp podem ser adquiridos pelo site: www.editoraunesp.com.br ou telefone (11) 3242-7171.

JORGE LUIS BORGES INSPIRA MONÓLOGO DE JOÃO PAULO LORENZON

Memória do mundo, escrito por João Paulo Lorenzon, protagonista do espetáculo, e dirigido por Élcio Nogueira, estréia dia 24 de abril no SESC Paulista. Texto é resultado de mergulho apaixonado do autor na obra e vida do escritor argentino, que contou com as contribuições dos especialistas em literatura e em Borges, Júlio Pimentel Pinto e Davi Arrigucci Júnior, com supervisão do ator e diretor Elias Andreato; trata-se de uma realização do SESC São Paulo.

O monólogo compõe uma noite na vida de Borges. Traz a conversa impossível dele com Beatriz, a amada morta, e temas tão recorrentes na vida do argentino: a admiração pelo pai, a cegueira progressiva, a literatura, o realismo fantástico, seu fascínio por espelhos, tigres e labirintos e sua obsessão pelo infinito. Borges reflete sobre a morte inexistente das coisas; a eternidade de Beatriz, e de todos os paraísos perdidos; o tempo dos dois e os tempos lembrado, vivido e ficcional.

Memória do mundo será mostrada num espaço não convencional para apenas 25 pessoas por sessão. A entrada do público será pelo camarim onde o Lorenzon já estará incorporado ao personagem. A disposição das cadeiras procura formar um labirinto, idéia reforçada pela distribuição de placas de espelhos pelo cenário. Um jogo de luzes e caixas de som dispostas para criar um efeito “dolby” compõem uma cenografia projetada de modo a desorientar os sentidos dos espectadores

A vontade de dividir com o espectador as contradições, as dores, as indignações e, acima de tudo, “a ameaça da infinita felicidade que sempre pode acontecer aos homens” marca o texto de João Paulo Lorenzon. Ele também quer prestar uma homenagem a um dos seus autores preferidos, buscando dar voz e corpo às visões sobre o mundo de um homem de gênio inacreditável e raro de aparecer. “A obra de Borges é fonte muito limpa nesses tempos opacos”, esclarece o ator/autor.

Elcio Nogueira optou por ressaltar a relação de proximidade entre intérprete e público. No ambiente em que terá uma platéia de apenas 25 pessoas por sessão, acredita que será mais eficaz levar o público a uma “viagem rumo aos mundos fantásticos do escritor”, ressaltando palavras e devaneios do argentino.

O cenário assinado por Márcia Moon buscou inspiração nos labirintos de Borges e, por isso utiliza-se de espelhos, luz e sombra. A idéia é levar o espectador para diversos universos e realidades.

A pesquisa de Lorenzon para a construção da dramaturgia iniciou-se em julho de 2006 e contou com a contribuição de dois estudiosos em literatura e especialistas em Borges: Júlio Pimentel Pinto e Davi Arrigucci Júnior. Elias Andreato supervisionou o roteiro.

Júlio Pimentel Pinto, historiador e professor doutor de História da América Latina da USP, deu preciosas informações sobre Beatriz Viterbo, principal personagem feminina de Borges. Ajudou a encontrar os aspectos mais lírico, delicado e mais amoroso de Borges, que raramente percebemos em sua obra.

Davi Arrigucci Júnior, atual tradutor de Borges para a Companhia das Letras, sugeriu intensificar no texto a relação do argentino com Beatriz. Essa conduta fortalece a idéia do amor não correspondido e, desta forma, constitui um forte paralelo entre a condição do personagem, vivendo um amor impossível e uma das principais temáticas de sua obra: o fascínio pelo impossível, pelo inalcançável.

Elias Andreato, roteirista e intérprete de quatro monólogos, foi fundamental para tornar o roteiro mais teatral e menos literário. Considerou a importância de transformar as reflexões intelectuais em emoção, em tirar as idéias da cabeça do personagem e colocá-las no coração e deu “tempo do teatro”, sempre mais urgente e fragmentado, ao “tempo da literatura” indissolúvel no texto de Lorenzon. (Assessoria de imprensa)

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