TODOS ESSES FILÓSOFOS E EDUCADORES SÃO IMPRESCINDÍVEIS NAS ESCOLAS, SIM. PORQUÊ? A RESPOSTA É ÓBVIA, MAS MESMO ASSIM EU RESPONDO: PELA CULTURA DOS BRASILEIROS; PARA QUE SEJAM CIDADÃOS QUE SAIBAM VALORIZAR OS SENTIMENTOS E A DIGNIDADE HUMANA; O RESPEITO MÚTUO, A ORDEM E A PAZ. PARA QUE TOMEM CONHECIMENTO DE IDÉIAS, LUMINOSAS DE GRANDES PERSONALIDADES DO PASSADO... E SEJAM GUIADOS POR ESSA LUZ, A FIM DE APRENDEREM A REFLETIR, A AGIR, SABER FORMAR O PRÓPRIO PENSAMENTO, QUE SE APRIMORA COM A REFLEXÃO E QUANTO MAIS SE ESTUDA. O MATERIALISMO PURO, SEM O AUXÍLIO DAS CIÊNCIAS FILOSÓFICAS E DA LITERATURA, CONDUZ O SER HUMANO À GANÂNCIA, AO EGOCENTRISMO, À FALTA DE ÉTICA, À ILUSÃO DA IMPUNIDADE; AO DESRESPEITO PELO OUTRO, AO EGOÍSMO E ATÉ ÀS GUERRAS. MAIS DO QUE NUNCA, PRECISAMOS DA SOCIOLOGIA E DA FILOSOFIA NAS ESCOLAS, PARA QUE O ESTUDANTE SEJA EDUCADO DE FORMA QUE ELE POSSA COMPARECER AO ESTABELECIMENTO DE ENSINO SEM O RISCO DE SER AGREDIDO PELO PRÓPRIO COLEGA; PARA QUE A AUTORIDADE DO PROFESSOR SEJA VALORIZADA E RESPEITADA; E PARA QUE AS ESCOLAS NÃO SEJAM DEPREDADAS PELOS PRÓPRIOS ALUNOS. MATEMÁTICA E OUTRAS CIÊNCIAS EXATAS TAMBÉM SÃO NECESSÁRIAS, É CLARO; MAS PARA USO PRÁTICO E IMEDIATO; PARA O DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA E OUTRAS CIÊNCIAS AFINS. MAS NEM SÓ DE PÃO VIVE O HOMEM... POIS ELE NÃO É SÓ MOVIDO PELO CORPO, MAS TAMBÉM POR SUA ALMA. NAIR LÚCIA DE BRITTO. |
quinta-feira, 15 de abril de 2010
PLATÃO, ARISTÓTELES, EPICUNO, AGOSTINHO E RUBEM ALVES
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Colóquio internacional discute políticas educacionais e exclusão social na América Latina
Colóquio internacional discute políticas educacionais e exclusão social na América Latina
Tendo fim nessa quarta-feira, evento reúne palestrantes brasileiros e de outros países latino-americanos na UERJ.
AGÊNCIA NOTISA - Teve início na última segunda-feira, dia 12 de abril, o "Colóquio Internacional: políticas educacionais e exclusão social na América Latina: desafios e alternativas democráticas". O evento reuniu palestrantes latino-americanos que discutiram problemas e possíveis soluções para os sistemas educacionais de seus países, com destaque para a ligação entre as falhas nas políticas educacionais e a desigualdade social.
Os temas abordados no primeiro dia do evento incluíram os sistemas educacionais argentinos, as falhas dos modelos recentemente adotados no México e também os problemas da alta dependência existentes nos municípios brasileiros, quanto ao estabelecimento de políticas educacionais. No segundo dia, foram discutidos temas como políticas universitárias, exclusão e privatização, com palestrantes brasileiros, do Chile, Haiti e Peru. No último dia, que é hoje, serão abordados temas como o trabalho docente, precarização educacional e direito à educação.
A última sessão do evento está ocorrendo no Teatro Noel Rosa, na UERJ. Seu início foi às três e meia da tarde, e tem seu término previsto para às 21:30. A última parte do colóquio contará com a participação de palestrantes como Hugo Aboites, professor da Universidad Autónoma Metropolitana do México, e Roberto Leher, professor da UFRJ.
III Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade
Belo Horizonte, abril de 2010.
Prezado/a,
A comissão organizadora do III SITRE-2010 tem o prazer de convidá-los para participar do III Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade que acontecerá nos dias 17, 18 e 19 de maio de 2010.
O I Simpósio Internacional Trabalho, Relações de Trabalho, Educação e Identidade ocorreu em 2006, em Belo Horizonte , e teve como objetivo aproximar pesquisadores, professores, mestrandos e doutorandos dedicados à temática, visando um aprofundamento teórico e uma troca de experiências entre os pesquisadores. O CEFET-MG e a UFMG (Faculdade de Educação e Departamento de Engenharia de Produção), em parceria, reuniram cerca de noventa participantes. Decidiu-se durante este evento por uma periodicidade de 2 anos para o Simpósio, bem como ampliar o número de Instituições Públicas de ensino e pesquisa como suas promotoras.
O II Simpósio aconteceu em 2008, na mesma cidade, e teve seu público ampliado para 120 participantes. Contou, ainda, com parceria da Universidade Estadual de Minas Gerais (Faculdade de Educação) que somou esforços para a realização do evento.
Em 2010 chegamos à terceira edição deste Simpósio Internacional, que ganha importância no cenário acadêmico pela discussão e reflexão proposta sobre o atual estágio das pesquisas em trabalho e educação. Além das Conferências que contarão com a participação de professores estrangeiros e brasileiros, o Simpósio receberá trabalhos completos e pôsteres, dentro dos GTs abaixo relacionados:
Grupos de trabalhos - GTs
GT 1 Formação de Adultos
GT2 Ofícios e Profissões
GT3 Identidade Profissional
GT4 Sociedade, políticas públicas e educação profissional na cidade e no campo
GT5 Tecnologia e Sustentabilidade
GT6 Licenciatura: formação e identidade profissional
GT7 Trabalho, Saberes e Experiência
GT8 Formação profissional em engenharias e tecnologias
A data para a submissão de trabalhos vai até dia 12 de abril de 2010 e o resultado dos trabalhos aprovados sairá dia 23 de abril de 2010.
Além dessa programação que ocorrerá no auditório da FAE/UFMG, serão oferecidos 5 mini-cursos, distribuídos nas instituições parceiras do Simpósio. Acesse o site www.sitre.cefetmg.br para conferir a programação completa e demais informações sobre o evento ou entre em contato pelo e-mail sitre2010.cefetmg@gmail.com
Atenciosamente,
Comissão Organizadora do III SITRE
Bobagens obrigatórias
Folha de S. Paulo, 14 de abril de 2010
Bobagens obrigatórias
| E eu, que tinha a ilusão de que os livros que eu escrevia estavam ajudando professores e alunos a pensar |
A REVISTA "Veja", na edição de 31 de março, publicou um artigo do senhor Marcelo Bortoloti com o título "Ideologia na Cartilha". Desejo retomar o assunto porque, como educador, considero que a tarefa mais importante das escolas é ensinar a pensar, e a ideologia é a negação do pensamento.
O que é pensar? Pensar é um processo mental que acontece quando nos defrontamos com um problema que a vida nos propõe e que precisa se resolvido. Pensamos para resolver problemas. Sem o desafio dos problemas, o pensamento ficaria dormindo, inerte. O pensamento, assim, acontece quando um "não saber" nos desafia. Se alguém se julga possuidor da verdade, não pensa. Pensar, pra que?
O que é "ideologia"? Ideologia é o oposto do pensamento. Ideologia é um conjunto de crenças tidas como verdade. Julgando-se possuidora da verdade, a ideologia torna desnecessário o trabalho de pensar. Ao invés de pensar, a ideologia repete as fórmulas. A ideologia, assim, tem a mesma função que têm os catecismos nas religiões. Catecismos são livros que contêm afirmações tidas como verdadeiras e que, por isso mesmo, devem ser aprendidas de cor e repetidas.
Lembro-me de uma experiência que tive logo que me tornei professor da Unicamp, lá pelo início da década de 70, quando a ideologia da esquerda sabia que "só o materialismo histórico é Deus e Marx, o seu profeta". Eu, sem conhecer direito as regras do jogo acadêmico, pus-me a conversar com um colega sobre ecologia e a crise ambiental -temas provocados pelo Clube de Roma- que eram assuntos proibidos pelo catecismo dominante.
Ele ficou em silêncio, mediu-me de alto a baixo e fulminou-me com uma verdade definitiva: "Tudo isso se resolve com a luta de classes..." Não era necessário pensar, porque a ideologia já tinha a resposta.
Como acho que o objetivo da educação é ensinar a pensar e a essa convicção dediquei toda a minha vida, alegro-me por encontrar no senhor Marcelo Bortoloti um aliado de lutas...
No seu artigo ele me fez o maior elogio que poderia ser feito a um filósofo. Numa coluna separada, ao lado direito do seu artigo, no lugar dedicado aos "referenciais teóricos", ele citou os filósofos pré-socráticos, Platão, Aristóteles, Epicuro, Agostinho (...) e eu, Rubem Alves!!
Elogio maior não poderia me ter sido feito, se não fosse pelo título que ele deu a essa coluna a que me referi: "Bobagens obrigatórias". Os filósofos que ele citou, mais o Rubem Alves, são... "bobagens obrigatórias". Não satisfeito, ele acrescentou uma última observação ao pé da página, logo após citar o meu nome: "Comentário: Rubem quem?"
Ah! Foi um terrível golpe no meu narcisismo... E eu, que tinha a ilusão de que os livros que eu escrevia estavam ajudando professores e alunos a pensar! Não passavam de ideologia...
Obediente ao juízo final do senhor Marcelo Bortoloti só me resta então jogar fora os livros que escrevi...
Adeus, meus livros! Adeus, filosofia da ciência... Adeus, a escola com que sempre sonhei... Adeus, por uma educação romântica... Adeus, vamos construir uma casa... Adeus, conversas sobre a educação... Adeus, fomos maus alunos, como o Gilberto Dimenstein... Adeus...
Só espero que da próxima vez ele não escreva o "quem" depois de escrever o meu nome...É humilhação de mais...
terça-feira, 13 de abril de 2010
Promoção por mérito
Ao contrário do que vem sendo noticiado, não somos contra a promoção por mérito. Temos, sim, várias restrições com relação à lei que implementou esse sistema no Estado de São Paulo. Vamos destacar, aqui, apenas uma.
Entende-se por promoção por mérito o sistema onde, definidos os requisitos e uma nota mínima na avaliação, todos aqueles que preencherem os requisitos e obtiverem a nota mínima serão promovidos.
Mas não é isso que ocorre com a LC 1.097/2009. Aqui, os professores e especialistas que preencherem os requisitos e forem aprovados na avaliação escrita não serão automaticamente promovidos; ou seja, apenas até 20% deles serão promovidos, levando-se em conta a situação financeira do estado.
Este é o grande problema: não é promoção meritória, é exclusão. Se todos os aprovados fossem promovidos, aí sim, seria promoção por mérito.
UDEMO - Sindicato de Especialistas de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo
sexta-feira, 9 de abril de 2010
TEM MUITA VIDA PARA VIVER!
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ONTEM, NO JORNAL NACIONAL DA REDE GLOBO DE TELEVISÃO, FOI MUITO EMOCIONANTE O DEPOIMENTO DE UMA MENINA DE APENAS OITO ANOS DE IDADE, QUANDO ELA NARROU O MOMENTO EM QUE SUA CASA COMEÇOU A DESABAR...
FOI TUDO MUITO RÁPIDO, QUANDO ELA VIU A CASA ESTAVA RUINDO E, NO MOMENTO SEGUINTE, ELA ROLOU JUNTO COM A CASA; BATEU COM A CABEÇA NUMA PEDRA, MAS NÃO DOEU NADA...
"FOI DEUS QUE ME AJUDOU, EU NÃO SENTI NENHUMA DOR, SÓ OUVI MEU PAI DIZENDO: PELO AMOR DE DEUS, FILHA, FICA BEM!" DEUS OUVIU O APELO DESESPERADO DAQUELE PAI; E A MENINA CONCLUIU:
"TENHO MUITO QUE AGRADECER A DEUS, EU ESTOU VIVA! E AINDA TENHO MUITA VIDA PRA VIVER!"
PARECE INCRÍVEL QUE NUM PAÍS TÃO GRANDE COMO O BRASIL, TANTAS PESSOAS NÃO TENHAM UM ESPAÇO DIGNO PARA MORAR. É COMO SE UMA GRANDE FAMÍLIA MORASSE NUMA ENORME MANSÃO, MAS TODOS TIVESSEM QUE SE AMONTOAR NUM SÓ CANTO DA CASA...
O DESENVOLVIMENTO PRECISA SE EXPANDIR; A FAMÍLIA, SER PLANEJADA; O TRABALHO, VAROLIZADO; E OS TRABALHADORES, RECOMPENSADOS... SÃO ELES QUE CONSTRÓEM ESSE PAÍS, E ELES TAMBÉM TÊM MUITA VIDA PARA VIVER!!!
NAIR LÚCIA DE BRITTO |
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
DICAS PARA ORGANIZAR OS ARMÁRIOS DA COZINHA!


e bem estar no lar. É importante explicar um detalhe
que nem todos percebem: O FATOR CONSERVAÇÃO!
________________
A dica principal é manter os armários limpos e forrados para evitar sujeiras e manchas,
que devem ser colocados em potes com boa vedação evitando a
umidade. Este procedimento ajuda na conservação dos produtos
e torna prática a rotina na cozinha.

A DICA É MUITO BOA! APENAS UMA QUESTÃO DE HÁBITO
"chegar do supermercado e já deixar o feijão escolhido em um pote
evita a criação de bichinhos indesejados no saco plástico".
O mesmo ocorre com os farináceos, que depois de abertos, acumulam germes.
_____________
SUPORTE PARA O AZEITE

Quem cozinha sabe que o óleo deixa muitas manchas.
Por ser utilizado na maioria das vezes "diariamente",
indicamos que este produto seja guardado em um suporte.
No caso, um pote de iogurte cortado e decorado resolve a situação!
____________________
BOA SEMANA!
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Partes Mirim.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Diretora de filmes oferece um mês de aulas grátis de Interpretação para TV e Cinema
A produtora de filmes Sandra Camillo, oferece curso de interpretação para crianças, jovens e adultos que desejam se tornar atores de Tv ou cinema. O curso tem a parceria da produtora de filmes e vídeos Agência Cinema Produções Cinematográficas.
O curso, aberto ao público em geral, terá como base o ensino da interpretação para o cinema, usando a linguagem do naturalismo, ajudando o ator a criar uma linha de interpretação para um determinado papel, buscar a verdade do personagem.
O curso será ministrado no mês de maio, para pessoas com a idade mínima 7 anos e que saiba ler fluentemente.
As aulas acontecerão em uma locação na região da Vila Mariana na capital paulista, próximo a estação Vila Mariana do metrô.
Serão sorteadas 20 bolsas.
Informações podem ser obtidas pelo e-mail:
sábado, 3 de abril de 2010
POEMA DO AMOR
| Se você tem amor no seu coração... Somente o amor... o mais puro amor! Você tem tudo que alguém pode desejar... Aqui na Terra
É como se você tivesse uma pérola Pedra pequenina, mas muito preciosa! Tesouro tão especial... Que nenhum ladrão jamais alcançará Ela te guardará de todo mal à tua volta Se você tem amor no seu coração!...
O amor é assim... é essa pérola... Que apaga todo o sentimento impuro Capaz de macular a alma
As pedras mais pesadas pelo caminho Pouco a pouco ficam mais leves E os obstáculos menos intransponíveis
Se você tem amor no seu coração Você se sentirá livre e leve... Como aquele pássaro que vôa... vôa... vôa... Cada vez mais alto em direção ao infinito Onde o céu é mais azul e muito mais bonito!...
NAIR LÚCIA DE BRITTO
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
HUMANO CANTO - O LIVRO

UM CANTO DEMASIADAMENTE HUMANO
O MAIS SIGNIFICATIVO E IMPORTANTE
LIVRO DE HIDERALDO MONTENEGRO
Depois de publicar Alquimia das Águas (escrito em 2002) e O Pássaro (2008) Hideraldo Montenegro publica agora o seu mais recente livro de poesias, escrito em 2009, onde o poeta fixa o seu amadurecimento estético numa poética chocantemente livre, com temas avassaladoramente instigantes.
Uma obra imprescindível e apaixonante para poetas e apreciadores.
UMA LEITURA IMPERDÍVEL!

VEM AÍ:
UMA VIAGEM AO CENTRO DO EU: A BUSCA DA LIBERDADE

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Em todas as Tradições a morte é colocada como elevação. Não é o fim, mas o começo. Contudo, é fundamental morrer consciente. O ser humano precisa alcançar a iluminação e libertar-se do seu ego para morrer na luz (ou seja, consciente). Quem, ou melhor, o que tem impedido a expansão e, portanto, a elevação da consciência é o ego. A morte do ego significa a libertação da alma. É o paradoxo: “morrer para alcançar a imortalidade”.
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Para Dante ascender ao paraíso primeiro teve que descer ao inferno. Dante, em sua iniciação, teve que ir ali para se purificar. O que viu Dante no inferno senão os grandes e tenebrosos egos representados por várias figuras históricas? O que ele teve que enfrentar senão os seus maiores medos e inimigos?
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Jesus torna-se Cristo (atinge a Consciência Cósmica) quando vai ao deserto e enfrenta o demônio (o seu ego) e todos os seus desejos impuros. A partir daí, pode afirmar: “eu e o pai somos um”. Sidarta também enfrenta Maya (a ilusão) para tornar-se Buda e encontrar a iluminação. A yoga, que quer dizer união, almeja esta harmonização com o Eu Interior e a sublimação do ego. A conclusão é que é necessário o ser humano libertar-se para atingir a plenitude dos céus. Como disse São Francisco de Assis: “é morrendo que se vive para a vida eterna”. Mas, é preciso saber morrer.
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E, é este aprendizado que o artista tenta conduzir através de sua poética. Ou seja, o artista utiliza a poesia como ferramenta desta morte e renascimento e, enfim, desta comunhão.
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O maior desafio para o artista neófito é a herança estética que herda. As regras estabelecidas, as normas e convenções estilísticas é um paredão, um desafio a ser ultrapassado pelo artista. Ele não pode ficar confinado às convenções. Precisa respirar livre. Precisa soltar o grito. E, para tanto, o poeta precisa criar uma expressão que o torne livre.
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O que seria um canto humano senão um canto de imperfeições, mas também de deslumbramento? A poética é um exercício libertário. Para se expressar o artista tenta romper tudo que o restringe. É preciso soltar o grito para representar com autenticidade o seu universo, ou melhor, o seu estar no mundo.
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Diferentemente de Augusto dos Anjos, com o seu marcante pessimismo, a morte é colocada aqui de uma forma otimista, como a grande esperança humana. Para tanto, o poeta vai tentando matar (ou sublimar) o seu ego para conseguir elevar a sua alma. E, para alcançar sua intenção, sua estética se esparrama num discurso livre, mas sem se desviar para o sentimentalismo.
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Este livro é um esforço do artista (o poeta) para libertar-se (espiritual e, consequentemente, esteticamente). Acima de tudo, o engajamento do artista é com a literatura (suas preocupações estéticas), contudo, ele retrata naturalmente o seu envolvimento com a espiritualidade, como também seu envolvimento com a espiritualidade lhe abriu o universo literário, mais especificamente com a poesia. Afinal, como acredita, fazer poesia é crescer espiritualmente. Crescer espiritualmente é apreender a poesia da vida, do viver.
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Humano Canto é um Canto à vida.*
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*o livro HUMANO CANTO será publicado no final de abril de 2010 pela Artexpressa Editora.
FELIZ PÁSCOA
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Ao Gilberto da Silva (editor da revista P@rtes) Aos colaboradores E queridos leitores... Que nos gratificam com a sua atenção
FELIZ PÁSCOA!
A Páscoa é uma das mais importantes festas cristãs Celebra o nascimento de uma nova vida! É simbolizada com um ôvo, que é o início da vida, e também pelo coelho que representa a fertilidade!
Que todos nós sejamos férteis em paz e amor, que a prosperidade vem logo a seguir...
Nair Lúcia de Britto
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quarta-feira, 31 de março de 2010
A mala misteriosa
ppadua@navinet.com.br
O entardecer já se aproximava quando a comitiva se aproximou da Igreja Matriz. A frente, Coronel Olegário, seguido de quatro capangas, com cartucheiras nas mãos.
O animais resfolegavam e por onde passavam as pessoas tratavam de se esconder por trás das janelas tal a fama do homem que usava uma longa capa Ideal, jogada sobre o lombo e pitava sem cessar um cigarro de palha.
Aproximaram-se da Casa Bancária Agrícola do Vale e os homens empurraram a porta, abrindo-a de sopetão.
Dois outros retiraram do lombo de um cavalo uma grande e pesada mala preta.
Seu Hilário, traquejado gerente correu a atender a ilustre figura.
- Coronel Olegário! Que honra ter o senhor no nosso humilde estabelecimento – disse.
Antônio João, contador da Casa Bancária Agrícola do Vale, levantou-se de sua mesa e estendeu a mão para cumprimentar o Coronel Olegário que não respondeu ao seu gesto amistoso.
Numa mesa no fundo da sala, Erasmo, um escriturário, olhava tudo por cima dos óculos.
- Preciso falar com o senhor – disse o Coronel Olegário e dirigiu-se com intimidade para a sala da gerência.
Conversaram poucos minutos e o Coronel Olegário saiu do recinto ordenando que seus homens trouxessem a mala e a colocassem dentro do cofre forte.
Seu Hilário fez um recibo e entregou-o ao Coronel Olegário que saiu de pronto para a rua e junto aos seus homens montaram nos cavalos.
Quinze dias depois voltaram a Casa Bancária e segundo notícia que correu logo pelo lugarejo retiraram do cofre forte uma mala vazia.
Possesso o Coronel Olegário agarrou o gerente, o contador e o escriturário, amarrou-os e os levou para o Vale das Flores.
Os habitantes da cidade diziam baixinho que muito dinheiro desaparecera da mala.
Os dois soldados que faziam parte do destacamento fugiram para suas casas ávidos de ficar longe daquela confusão.
Coronel Olegário e seus homens surraram os três funcionários da Casa Bancária Agrícola do Vale até a morte.
Depois com a cartucheira na mão ele atirou nos quatro capangas e esporeou o cavalo.
Um crime bárbaro e sem explicação, como todos diziam, pois nenhum dos três mortos teria coragem de colocar a mão em um tostão que não fosse deles.
Pouco tempo depois o corpo do Coronel Olegário apareceu boiando no córrego Real Grandeza, com uma corda e uma grande pedra amarrada no pescoço.
O mistério só foi resolvido anos depois quando Dirceu, um borra-botas que era faxineiro da Casa Bancária, num dia em que se encontrava muito bêbado, confessou que fora ele que abrira o cofre e depois a mala.
Para sua surpresa dentro dela só havia pedras, nem uma nota, só pedras.
- A fortuna do Coronel Olegário não existia – disse Dirceu que levou uma surra de mangueira dos soldados e depois foi mandado preso para a capital, para deixar de ser metido a gente grande...
Aquele casarão abandonado, refúgio de morcegos, é o que restou da Casa Bancária Agrícola do Vale...
Motivos para Vencer! (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
“Tudo vale na produção dos sonhos, mas a capacidade só é justificada quando se transforma em competência e nisso, sempre se fará valer o preciosismo do observador diante dos detalhes para que esteja em linha direta com os objetivos.” (SDS)
Veja o vídeo: Textos de Sérgio Dal Sasso. Clique na figura abaixo!
“O ontem te avalia e pelo amanhã sempre será cobrado. Tenha intimidade pelo que pode fazer agora!” (SDS)
Sérgio Dal Sasso
Palestras Inteligentes em: Administração, Empreendedorismo, Vendas e Educação Profissional.
www.sergiodalsasso.com.br
Motivos para Vencer! (Palestrante Sérgio Dal Sasso)
“Tudo vale na produção dos sonhos, mas a capacidade só é justificada quando se transforma em competência e nisso, sempre se fará valer o preciosismo do observador diante dos detalhes para que esteja em linha direta com os objetivos.” (SDS)
Veja o vídeo: Textos de Sérgio Dal Sasso. Clique na figura abaixo!
“O ontem te avalia e pelo amanhã sempre será cobrado. Tenha intimidade pelo que pode fazer agora!” (SDS)
Sérgio Dal Sasso
Palestras Inteligentes em: Administração, Empreendedorismo, Vendas e Educação Profissional.
www.sergiodalsasso.com.br
terça-feira, 30 de março de 2010
LEI DE JUSTIÇA, DE AMOR E DE CARIDADE
Sob a visão filosófica explicada por Allan Kardec o sentimento de justiça está na própria Natureza; razão pela qual o homem de bem se revolta quando ocorre uma injustiça. O progresso moral desenvolve o sentimento de justiça, mas foi Deus quem colocou essa semente no coração do homem. É por esse motivo que os homens mais simples e primitivos têm uma noção mais exata do sentimento de justiça do que aqueles mais privilegiados economicamente e os mais cultos. Mesmo que a justiça seja uma lei natural o que se observa, comumente, são as opiniões divergentes entre os homens em relação à justiça. Se a justiça é uma lei natural, por que, então, ocorre essa divergência de pontos-de-vista? A noção de justiça varia de pessoa para pessoa porque geralmente as pessoas se deixam influenciar por outros sentimentos não compatíveis com o sentimento de justiça e, assim, alteram o resultado verdadeiro. As paixões pelas quais o homem facilmente se deixa dominar, por exemplo, levam-no a ter um ponto-de-vista errado quanto ao que seja justiça. Como os sentimentos variam de uma pessoa para outra, ao fazer um julgamento, o senso de justiça se modifica respectivamente. A justiça consiste em respeitar os direitos do homem. Esses direitos são determinados pela lei humana e pela lei natural. Na lei humana os homens tomam como base seus costumes e seu caráter para fazer suas leis. Essas leis podem variar à medida que o homem amplia seus conhecimentos e suas idéias progridem; então, progressivamente, ele também compreende melhor a justiça. Ou seja, algo que há um século lhe parecia justo, na atualidade, pode lhe parecer uma barbaridade. Da mesma forma, o que hoje se considera como sendo certo, no próximo século poderá ser considerado errado. As leis humanas estão sempre mudando; elas só serão mais estáveis à medida que o ser humano se aproximar mais da verdadeira justiça, isto é uma lei igual para todos e que se identifique com a lei natural. A lei natural, sim, é imutável e é igual para todos, independentemente das diferenças de classes, de raças, de sexos ou qualquer outra. Numa sociedade em que a maldade e a degradação dos valores morais se instalam há necessidade de leis mais severas. Mais importante que punir o malvado, porém, é eliminar o mal da sociedade através da educação. Somente a educação poderá melhorar o homem. Melhorado o homem, não haverá mais maldades e nem a necessidade de leis tão rigorosas. A educação pode ocorrer pela influência positiva do homem de bem sobre os maus. É responsabilidade de cada pessoa trabalhar sempre visando o bem comum. Seja no que for que o homem trabalhe, ele deverá se perguntar: Estou trabalhando para o meu próprio bem e para o bem do meu próximo? As leis espíritas podem contribuir para o progresso do mundo destruindo o materialismo que é uma chaga da sociedade. O materialismo desvia o homem dos interesses da alma que deve ser seu verdadeiro interesse assim como sua vida futura, quando deixar a Terra. As leis espíritas pretendem destruir preconceitos e unir os homens como irmãos através da solidariedade.
Mas qual é o critério a ser usado para se alcançar a verdadeira justiça?
"O critério da verdadeira justiça é desejar para os outros o que se desejaria para si mesmo; e não de desejar para si o que se desejaria para os outros, o que não é a mesma coisa." Quem vive em sociedade tem como dever principal respeitar os direitos dos outros. Todo aquele que souber respeitar esses direitos será um homem justo. A missão mais sublime da religião cristã é fazer o homem entender que deve sempre tomar como base seus próprios direitos para respeitar o direito dos outros. Na incerteza de como a justiça deve ser feita em relação ao seu semelhante, numa determinada circunstância, o homem deve perguntar-se como gostaria que agissem com ele, numa situação idêntica. O guia mais seguro que Deus deu ao homem é a sua própria consciência. O amor e a caridade são sentimentos complementares ao sentimento de justiça, porque sem eles não será possível realizar a verdadeira justiça.
NAIR LÚCIA DE BRITTO |
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O MAIS IMPORTANTE É ELIMINAR O MAL
| O senador Gerson Camata tem um projeto no Senado pelo qual ele luta desde 2007 que é de solucionar os crimes sexuais contra crianças através de uma cirurgia que elimina esse instinto perverso. A própria pessoa portadora dessa anomalia também é uma vítima porque não tem culpa de ter nascido assim. Livre desse problema com uma cirurgia simples ela poderá, quem sabe, ter uma vida normal, ser útil à sociedade e até ser feliz. O senador têm toda razão em querer proteger as crianças, muitas já tão sofridas pela desigualdade social e até pelo abandono dos pais.
Aqueles que estão contra o projeto do senador Gerson Camata alegam que o certo é punir o criminoso e deixá-lo a mercê dos seus instintos. Ora! Recentemente os noticiários da tevê informaram que um desses criminosos cumpriu pena e, assim que saiu da prisão, fez mais uma vítima fatal. Permitir a permanência desse instinto maléfico é o mesmo que dar o revólver ao assassino.
"Quantas vidas não teriam sido poupadas se esse projeto tivesse sido aprovado assim que ele nasceu!?", desabafou hoje o senador em entrevista à televisão.
Bem diz a Filosofia Espírita: "Muito mais importante que punir o criminoso é eliminar o mal".
Nair Lúcia de Britto. |
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sexta-feira, 26 de março de 2010
Recall: pior sem ele!
Final de Paixão
ppadua@navinet.com.br
Mário já nasceu com uma forte marca, pois seu parto, normal, ocorreu numa sexta-feira, 13, na Santa Casa de Misericórdia.
Sua mãe, Helena, era costureira e ele nunca soube com certeza quem era seu pai.
Pelo que diziam as comadres sempre foi um garotinho muito saudável, de bochechas avermelhadas e muito sapeca.
Com sete anos e pouco teve sua primeira paixão por uma coleção de caixas de fósforos de propaganda, presente do compadre Expedito, que sempre aparecia em sua casa.
Colocou-as todas em uma caixa de sapatos vazia, dedicando~lhes o máximo cuidado.
No seu aniversário de dez anos o compadre lhe deu grossos álbuns de sua coleção de selos.
Eram exemplares de todo o mundo e Mário deitava em sua cama e olhava-os um por um.
Foi sua mais forte paixão e com todos os trocados que arrebanhava engraxando sapatos na Praça Central, corria até a casa de Sr. Luís e comprava mais alguns.
Adolescente já contava sua coleção com mais de seis mil exemplares, pouco valiosos em sua maioria.
No Ginásio, um professor moderninho, pediu para ver seu acervo e surrupiou grande parte deles. Ficou de boca calada, sofrendo no íntimo, mas a família do homem mandava e desmandava na cidade.
Acabou por desistir da filatelia e atirou os selos que haviam sobrado da sanha gatunesca daquele facínora em uma lata de lixo.
Naquele tempo arranjou um emprego de escriturário com Sr. Venâncio Contador. Ganhando bem ajudava a mãe Helena e compadre Expedito que definitivamente agora fazia parte da família.
Mas, veio-lhe de novo a compulsão e passou a comprar inúmeras camisas na loja do Tufy. Era um freguês tão assíduo que o turco passou a lhe reservar todas as peças que chegavam.
Cheio os guarda-roupas e arcas passou a empilhá-las por toda a casa
Um dia, no salão de sinuca, lotado de jogadores, aconteceu-lhe encontrar-se com Paulinho Bancário, ostentando uma peça igual a sua.
O pior, porém foi ouvir alguém dizer, “Tal pai, tal filho”.
Juntou-as todas e entregou-as no Asilo, abandonando essa mania.
E danou-se a namorar, o mais galã da terrinha, o mais apaixonado: Isaura, Maria, Teresa, Clara, Maria Teresa, Eurídice, Eleonora, Mirthes, Carmem...
No final não mais se lembrava de seus nomes e de seus rostos.
Seus amigos, porém asseguravam que Carmem foi mesmo sua grande paixão, o amor de sua vida.
Pensava mesmo em casamento, até que numa manhã de carnaval ela tomou um trem e desapareceu de sua vida, ao lado de um caixeiro viajante.
Final de paixão...
quarta-feira, 24 de março de 2010
Encontro de Poetas de Sao Carlos acontece neste sábado
Os participantes serão recepcionados, às 14h30, com a apresentação musical de "MPB, Samba e Poesia", composta pelos músicos Lucas Coluccini e Jorge Luiz. Às 15h, poetas irão declamar poesias e, em seguida, será a abertura da Exposição Varal Poético, com poesias de participantes enviadas antecipadamente.
Organizado pelo Departamento de Ação Cultural da BCo, o evento celebra o Dia Nacional da Poesia, comemorado no dia 14 de março, e também integra a programação da comemoração dos 40 anos da UFSCar.
Os interessados em participar do evento devem se inscrever pelos telefones (16) 3351-8275 ou 3351-8747, ou pelo e-mail alexei@ufscar.br. As inscrições também podem ser feitas no início do evento.
O Encontro de Poetas tem início às 14h30 na Biblioteca Comunitária, localizada na área Norte do campus São Carlos da UFSCar.
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quarta-feira, 17 de março de 2010
Espaços Mais Cultura
O edital para a implantação de 20 Espaços Mais Cultura em áreas de vulnerabilidade social foi prorrogado para 29 de março. Podem concorrer municípios com até 500 mil habitantes. Os projetos devem ser enviados pelas prefeituras, o edital está disponível nos sites do Programa Mais Cultura - www.mais.cultura.gov.br - e do Ministério da Cultura - www.cultura.gov.br.
Cada espaço terá uma biblioteca, cineteatro e salas de oficina. O investimento é de R$ 9 milhões, sendo R$ 450 mil por equipamento. O objetivo é promover a melhoria da qualidade de vida da população residente em periferias e centros urbanos caracterizados por baixos indicadores sociais e marcados pela escassez de produtos e serviços culturais.
"A cultura é necessidade básica e direito de todo cidadão. Com os espaços estamos promovendo o acesso da população de baixa renda a equipamentos e serviços para a prática de atividades culturais, de criação, lazer e convívio social", destaca Silvana Meireles, coordenadora executiva do Programa Mais Cultura.
A participação social é uma das marcas do projeto. As comunidades envolvidas serão capacitadas a participar da gestão do equipamento. "Não basta colocar o espaço. É preciso que a comunidade se aproprie do equipamento, tornando-o um centro dinâmico e vivo", salienta Silvana.
As prefeituras deverão garantir contrapartida financeira de, no mínimo, 20% do valor total do projeto, além de terreno. Cada equipamento terá área construída de aproximadamente 266 metros quadrados.
(ASCOM/ SAI/MinC)
segunda-feira, 15 de março de 2010
Aberta as Inscrições para o Prêmio Jabuti
JABUTI 2010
INSCRIÇÕES AO PRINCIPAL PRÊMIO DA LITERATURA BRASILEIRA ESTÃO ABERTAS
O Prêmio Jabuti chega à 52ª edição, abrangendo 21 categorias. Este ano,
a Câmara Brasileira do Livro (CBL) prestará homenagem
aos países de língua espanhola.
A premiação ainda apresenta mais duas novidades: a entrega
de uma estatueta ao profissional de comunicação que se destacar
pela sua atuação em prol do livro e da leitura; e a entrega de
prêmio popular com votação pela internet.
Em 8 de março, a Câmara Brasileira do Livro abriu inscrições para a 52ª edição do Prêmio Jabuti. A participação é aberta a editores, escritores, autores independentes, tradutores, ilustradores, produtores gráficos e designers. As categorias são as seguintes: Tradução; Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes; Teoria/Crítica Literária; Projeto Gráfico; Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil; Ciências Exatas, Tecnologia e Informática; Educação, Psicologia e Psicanálise; Reportagem; Didático e Paradidático; Economia, Administração e Negócios; Direito; Biografia; Capa; Poesia; Ciências Humanas; Ciências Naturais e Ciências da Saúde; Contos e Crônicas; Infantil; Juvenil; Romance; e Tradução de Obra Literária Espanhol-Português. As inscrições se encerram no dia 31 de maio. Mais informações pelo site www.premiojabuti.org.br
Os três primeiros colocados em cada uma das categorias concorrem aos prêmios de Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não-Ficção. Em sua 51ª edição, em 2009, o Jabuti teve como vencedores, respectivamente, Moacyr Scliar, com o romance “Manual da Paixão Solitária” (Cia. das letras), e Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini, com “Monteiro Lobato: Livro a Livro” (Unesp/Imprensa Oficial).
Podem concorrer ao Prêmio Jabuti 2010 apenas obras inéditas, editadas no Brasil, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2009. A comprovação da data da publicação deverá constar do colofão (inscrição final na qual o tipógrafo indica a data e o lugar da feitura da obra) do livro. Se o colofão não especificar a data, a editora deverá apresentar, juntamente com o livro, uma cópia da nota fiscal da gráfica como comprovante.
Este ano, o mais importante prêmio literário do País prestará homenagem às nações de idioma espanhol, na categoria “Tradução de Obra Literária Espanhol-Português”. A iniciativa, que está definitivamente incorporada ao concurso, foi realizada pela primeira vez no ano passado, tendo a França como homenageada.
Além disso, será entregue no dia da cerimônia de premiação a “Distinção Jabuti de Comunicação” como reconhecimento ao profissional de comunicação que se sobressair no País pela sua atuação cotidiana em prol do livro e da leitura. O objetivo é passar a valorizar as pessoas com dedicado trabalho na promoção da literatura.
Também como novidade do Jabuti deste ano, será entregue o prêmio “Voto Popular” - votação do público aberta pela internet das obras vencedoras do prêmio (1º, 2º e 3º lugares em cada categoria). Nesse caso, o objetivo é aproximar os leitores da premiação. Mais à frente divulgaremos como o leitor pode participar de nosso “júri popular”.
Obs.: Participarão do voto popular as mesmas categorias que participam do Livro do Ano Ficção e Não-Ficção:
Ficção — Romance, Contos e Crônicas, Poesia, Infantil e Juvenil
Não-Ficção — Teoria/Crítica Literária; Reportagem, Ciências Exatas, Tecnologia e Informática; Economia, Administração e Negócios; Direito; Biografia; Ciências Naturais e Ciências da Saúde; Didático e Paradidático; Educação, Psicologia e Psicanálise; Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes.
O DEVER
O dever é uma obrigação moral. Primeiro do homem para consigo mesmo, depois para com as pessoas à nossa volta. Refere-se tanto às pequenas atitudes como às de maior importância. Quando se trata de sentimentos é difícil cumprir o dever porque às vezes essa obrigação moral não concorda com os interesses e desejos do coração. "O homem que cumpre com seu dever ama a Deus mais do que as criaturas; e, as criaturas mais do que a si mesmo. Ele é ao mesmo tempo o juiz e o escravo em sua própria causa." O dever cumprido dignifica o homem e o eleva espiritualmente; mas como saber quando começa o dever? Quando se ameaça a felicidade ou tranquilidade do outro é o momento exato do homem cumprir com seu dever. O cumprimento do dever é uma vitória diante das fraquezas humanas. E essa vitória dá à alma o vigor que ela tanto precisa. NAIR LÚCIA DE BRITTO Jornalista Fonte: LÁZARO, Paris, 1863) |
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domingo, 14 de março de 2010
IMPULSIVO
sábado, 13 de março de 2010
LEI DO TRABALHO
| Por ser uma lei natural, o trabalho é uma necessidade do homem. Mas a civilização induz o homem a trabalhar mais do que deveria e, por consequência, o homem aumenta suas necessidades da mesma forma que aumenta seus prazeres.
O trabalho não é apenas uma atividade física porque o espírito trabalha junto com o corpo. O trabalho é uma consequência da natureza corporal do homem; uma expiação, mas ao mesmo tempo, uma forma de aperfeiçoar o espírito. Isto quer dizer que, sem o trabalho, o homem permaneceria na infância da inteligência.
A nessecidade do homem de trabalhar para o seu sustento, sua segurança e seu bem-estar é uma imposição natural para que ele desenvolva a sua inteligência. Os seres menos resistentes à força física, geralmente são dotados de maior inteligência para desenvolver um trabalho intelectual, o que, claro, não o desmerece em relação aos mais fortes.
Até os animais trabalham, com a diferença de que tanto o trabalho como a inteligência deles são limitados, por isso o trabalho dos animais não os levam ao progresso. Mas, mesmo que inconscientemente, os animais trabalham para atender suas necessidades materiais e, ainda que o homem não perceba um resultado imediato no trabalho dos animais, estes estão também dando uma precisosa colaboração para a preservação da Natureza.
Já o trabalho do homem tem uma finalidade dupla: a conservação do seu corpo e o desenvolvimento da inteligência que, bem conduzida, o eleva espiritualmente.
A natureza do trabalho é relativa às respectivas necessidades do homem. Quanto menos necessidades materias menor será o trabalho material. Mas isso não quer dizer que o homem deve procurar ficar inativo e inútil. A ociosidade seria para ele um suplício e não um benefício; como se poderia erroneamente supor.
O homem que já possui bens sufientes para se manter poderia, talvez, ficar isento do trabalho material; mas tem o dever de trabalhar pelo aperfeiçoamento da sua inteligência bem como da inteligência dos outros. Dessa forma ele será útil para si mesmo e para com os seus semelhantes. Quanto mais desenvolvida a sua inteligência, maior será a oportunidade de fazer o bem. Todos, porém, podem e devem ser úteis conforme às aptidões que possuem por mais simples que sejam. O que o homem nunca deve fazer é entregar-se voluntariamente à ociosidade; e manter sua existência graças ao trabalho dos outros.
Os pais trabalham para os filhos; assim como os filhos também podem trabalhar pelos pais. Essa troca é o resultado natural, nascido do amor paternal e do amor filial. Ligados por uma afeição recíproca os membros de uma mesma família podem e devem ajudar-se mutuamente, mas essa lei natural é completamente ignorada pela sociedade atual, que se julga avançada.
NAIR LÚCIA DE BRITTO Jornalista
Texto baseado nos Princípios da Doutrina Espírita, de Allan Kardec |
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