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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Manuel Bandeira e o calouro
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Artigo - Cinco dicas para não cair na “deprê” de fim de ano
"Não consegui emagrecer os 5kg que tinha como meta no início do ano." "Não passei no mestrado, fiz toda papelada, segui à risca a ABNT, mas, mesmo assim, não rolou." "Terminei um namoro de cinco anos." "Não fiz a viagem que havia planejado."
Fim do ano é um tempo no qual somos submetidos a inúmeros balanços e avaliações. As lojas se fecham para balanço, as empresas para as "avaliações de desempenho", os cursos universitários, em seus processos de seleção de calouros; na TV, temos inúmeras "retrospectivas"; até o Facebook e o Instragram nos "convidam" a fazer nossa retrospectiva!
Meu caro, parar um pouco e perceber-se no que foi vivido torna-se um fato com o qual você precisa lidar. O mal não está em nos avaliarmos, mas em como o fazemos, pois a primeira ação que temos é de supervalorizar o que não deu certo. E aí surgem sentimentos de culpa, remorso, autocondenação que, se não forem bem administrados, podem nos paralisar e nos impedir de ter uma vida mais plena e feliz.
O fim do ano pode nos trazer sentimentos que beiram um estado depressivo e nos deixam, de fato, sem muita vontade de viver o novo que virá. Não podemos ficar nesse estado depressivo que nos acusa a todo instante. Nada de ficar com os olhos no que deu errado, ficar ruminando os acontecimentos e, depois, colocar para fora em amargura, azedume, autovitimismo, porque isso não rola, não nos faz bem!
Vamos lá! Há algumas dicas que podem nos ajudar neste momento de New Year's blues. Em inglês, este termo é usado para se referir à tristeza que bate no fim do ano.
* Pergunte-se: "Para que eu?", e não "Por que eu?": O "por que eu" coloca-nos em posição de ficar olhando para o próprio umbigo e, assim, teremos uma visão limitada dos fatos e dos acontecimentos. O "para que" coloca-nos em uma posição de olhar para a situação e agirmos sobre elas, usá-las a nosso favor.
* Mudança em ação: Se ao fizermos o balanço e chegarmos à conclusão que precisamos mudar algo, faça primeiro um firme compromisso com você e suas potencialidades não paralise; estabeleça metas.
* Seja específico: Seja específico no que foi vivido e dê o peso certo a cada coisa. Às vezes, tivemos problemas financeiros e dizemos: "Estou fracassado" "Não tem mais jeito" Calma… Não é bem assim. Peso certo, medida certa.
* Examine suas expectativas: São reais ou ilusórias? Seja sincero! É melhor dividir os objetivos em etapas, do que dar um salto maior que a perna!
* Sonhe os sonhos de Deus: Tudo que falei acima só tem sentido se a primeira postura assumida for: "Isto está dentro da vontade de Deus para mim?" Sem isso não dá para ser plenamente feliz! Não que Deus queira manipular e fazer as coisas do jeito Dele, mas é por Ele te conhecer bem, Ele sabe do que o seu coração realmente deseja!
Enfim, olhe para a frente e para o que virá! Saiba que, o que não posso mudar, posso usar a meu favor para mudar minha maneira de encarar a vida, pois um novo tempo só está começando!
Adriano Gonçalves é missionário, formado em filosofia, acadêmico em psicologia e apresentador do Programa Revolução Jesus na TV Canção Nova. É autor de três livros pela Editora Canção Nova: "Santos de Calça Jeans", "Nasci pra dar certo!" e "Quero um amor maior".
Twitter: adriano_rvj / Facebook: adrianogoncalvescn
sábado, 28 de dezembro de 2013
Fim de Ano… hora de recarregar as energias e curtir a família!
Análise das variações climáticas como instrumento de decisões para a gestão pública: um estudo em Alcântara-MA
http://www.partes.com.br/2013/12/28/analise-das-variacoes-climaticas-como-instrumento-de-decisoes-para-a-gestao-publica-um-estudo-em-alcantara-ma-2/
Palavras-chave: Gestão pública. Variação climática. Decisões. Análise estatística.
Keywords: Public management. Climate Change. Decisions. Statistical analysis.
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Educação rural frente os desafios do colorido urbano: Incitando o êxodo dos talentos
Partindo do fato de que o meio rural apresenta os mais baixos índices de escolaridade, sendo o seu povo visto historicamente como um grupo social portador de toda uma gama de déficits culturais, intelectuais e linguísticos, realidade esta construída empiricamente e de inegáveis consequências para formação de uma parcela significativa de nosso povo, objetivou-se através deste trabalho volver os olhos para essa realidade e colocar a educação do campesino na pauta das discussões daqueles que fazem da reflexão sobre os problemas que nos envolve uma constante
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
Educação Infantil: direito não atendido
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
A coragem de mudar
O evangelho de Mateus (1, 18-24) mostra como a novidade do nascimento de Jesus pegou José de surpresa. Sem conseguir entender o que se passava, ele deixa que sua humanidade reaja na defensiva e toma a decisão de obedecer ao anúncio do anjo: “Quando acordou José fez conforme o anjo do Senhor tinha mandado e acolheu sua esposa”. José teve a coragem de mudar!
Muitas vezes impedimos que a vontade de Deus se realize em nossas vidas porque não aceitamos que nossos projetos sejam alterados, que nossas decisões não sejam respeitadas e até brigamos com Deus, quando Ele não nos obedece. Como se até Deus tivesse que nos consultar para saber se pode ou não mudar os projetos que tínhamos feito para a nossa vida ou para este ano que chega ao fim. José foi dócil, aceitou livremente que os rumos de sua vida fossem conduzidos por Deus.
Pode ser que na sua avaliação de vida, em 2013 tenha brigado com Deus e com todo mundo para que a sua opinião e as suas decisões fossem soberanas. Entretanto, os acontecimentos e fatos da sua história o conduziram por outros caminhos. Contra aquilo que não podemos mudar, resta-nos acolher! Veja que não estou convidando-o a um conformismo passivo. Porém, existem muitas situações que são maiores do que nós! São José não poderia ser obstáculo para o nascimento de Cristo, então acolheu aquela realidade e foi feliz.
A maturidade humana e cristã não reside no fato de atingirmos certo nível de crescimento onde jamais precisaremos reavaliar a vida e abraçar as novidades que nos visitam (algumas muito boas, outras não tão agradáveis). São José está no evangelho nos ensinando que ser capaz de ponderar, de pensar duas vezes antes de agir é virtude e não fraqueza. Agir no calor dos problemas sempre gera mais problema. Pensar, meditar e ouvir Deus cria o espaço necessário para uma resposta nova aos desafios que a vida nos traz.
Ajudados pela intercessão de São José, façamos nestes dias do último mês de 2013 uma reavaliação da nossa vida e das decisões que planejamos tomar e deixemos que a luz do Cristo que nasce revele os melhores caminhos. Você não está sozinho (a), Ele está com você: Emanuel – Deus conosco! Feliz Natal!!
blog.cancaonova.com/padrefabricio
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