
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Ensino da matemática é tema de dois cursos na UERJ
O ensino da matemática é o tema de dois cursos oferecidos pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Matemática no 1° Ciclo do Ensino Fundamental, de extensão, recebe inscrições até o dia 11 de novembro, e o curso de pós-graduação Especialização em Aprendizagem em Matemática, até 13 de novembro.
Oferecido pelo Colégio de Aplicação (Cap-UERJ), o curso de extensão tem como alguns de seus objetivos caracterizar formas de conhecimento matemático na faixa etária de 6 a 8 anos e definir metas de trabalho nessa área, apropriando-se de modos de planejar, desenvolver e avaliar a ação pedagógica de maneira integradora. As aulas acontecerão em quatro sábados entre novembro e dezembro, das 7h às 17h. O valor do curso é de R$ 180,00 à vista, ou duas parcelas de R$ 100,00. As inscrições podem ser feitas no site www.cepuerj.uerj.br.
Já a pós-graduação em Aprendizagem em Matemática é indicada para professores de Ensino Fundamental e Médio que buscam reciclagem frente à demanda por geração de ação pedagógica e sua implementação diante de procedimentos computacionais. A taxa de inscrição para a seleção de alunos é de R$ 60,00, e o valor do curso é R$ 200,00. As inscrições devem ser feitas na secretaria do Instituto de Matemática e Estatística, no Pavilhão Reitor João Lyra Filho, 6° andar, bloco D, sala 6.005 (campus Maracanã da UERJ).
Mais informações estão disponíveis no site do Centro de Produção da UERJ (www.cepuerj.uerj.br), pelo telefone (21) 2334-0639 ou pelo e-mail cepuerj@uerj.br.
Oferecido pelo Colégio de Aplicação (Cap-UERJ), o curso de extensão tem como alguns de seus objetivos caracterizar formas de conhecimento matemático na faixa etária de 6 a 8 anos e definir metas de trabalho nessa área, apropriando-se de modos de planejar, desenvolver e avaliar a ação pedagógica de maneira integradora. As aulas acontecerão em quatro sábados entre novembro e dezembro, das 7h às 17h. O valor do curso é de R$ 180,00 à vista, ou duas parcelas de R$ 100,00. As inscrições podem ser feitas no site www.cepuerj.uerj.br.
Já a pós-graduação em Aprendizagem em Matemática é indicada para professores de Ensino Fundamental e Médio que buscam reciclagem frente à demanda por geração de ação pedagógica e sua implementação diante de procedimentos computacionais. A taxa de inscrição para a seleção de alunos é de R$ 60,00, e o valor do curso é R$ 200,00. As inscrições devem ser feitas na secretaria do Instituto de Matemática e Estatística, no Pavilhão Reitor João Lyra Filho, 6° andar, bloco D, sala 6.005 (campus Maracanã da UERJ).
Mais informações estão disponíveis no site do Centro de Produção da UERJ (www.cepuerj.uerj.br), pelo telefone (21) 2334-0639 ou pelo e-mail cepuerj@uerj.br.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Num "Pixar" de olhos
Tenho andado meio tenso, por conta de alguns problemas que poderiam ser facilmente resolvidos, mas que dependem da boa vontade de terceiros. A saúde sofreu reflexos com isso e a motivação para escrever também. Não conseguia produzir uma linha sequer, talvez porque, como só escrevo o que sinto, não expressaria nada “edificante”.
Nessas horas é que eu dou ainda mais valor a minha mulher e meu filho!
E por falar em filho, eu estava em meio a uma batelada de exames clínicos, quando ele, cinéfilo como eu, sugeriu, para me distrair, que assistíssemos “UP ALTAS AVENTURAS” (Up, EUA, 2009).
Filme infantil? Não, nenhum filme da Pixar é infantil: todos são para públicos do ventre materno à eternidade!
Outra marca desse fantástico estúdio é que todas as suas produções são obras-primas visuais e de roteiros, mesmo quando não se diz uma única palavra, como é o caso dos curtas iniciais: filmes-mudos modernos!
Fomos à primeira seção vespertina, na esperança de encontrar um ambiente isento dos incômodos que eu, por mais que tente evitar, “atraio”.
Momentos de tensão: havia uma fila de crianças de três a quatro anos de idade, acompanhadas de “tias”! Até aí, nada a fazer, pois o filme era livre e crianças dessa idade ainda não têm noção de como comportar-se em público. Para minimizar eventuais problemas, sentamos na penúltima fileira, a uma distância “segura”.
As luzes se apagaram e a projeção dos “trailers” começou... Surpresa: a partir daí as crianças tiveram comportamento exemplar! Mas, de repente, em meio à escuridão, uma massa indefinida e rumorosa galgou as escadas, assustadoramente em nossa direção...
Comecei a rezar para todos os santos, mas não teve jeito: o grupo de adolescentes, de uns dezesseis anos, com a sala praticamente vazia, resolveu sentar bem atrás de nós...
Quando o filme começou, no entanto, a maioria deles passou a assisti-lo: aquilo que normalmente se faz num cinema. Mas a alegria durou pouco... Dois deles, um rapaz e uma moça, resolveram mostrar suas “qualidades” sociais, logo atrás de quem?
Pois é... Ele devia se achar engraçado imitando a toda hora o “Freddy Mercury Prateado”; ela, literalmente, só falava m... Para piorar, a donzela apoiava os pés na minha poltrona, sacudindo-a repetidamente.
Como um dos exames que eu faria no dia seguinte exigia que eu evitasse estresse, e eles não se contiveram nem com indiretas, precisei mudar de lugar para, assim, poder apreciar melhor esse fantástico filme, perfeito em detalhes e magnificamente dublado, principalmente por Chico Anísio, que emprestou sua voz ao personagem principal.
Mais uma vez, a Pixar se superou! Contou uma estória que vai da infância à idade avançada, sem envelhecer. Comoveu e fez rir com e no tempo preciso. Nos fez sonhar e pensar no mesmo sonho, na mesma aventura vertiginosa, com uma trama perfeita.
Os filmes da Pixar, por seus personagens e roteiros, passam a impressão de que seus profissionais, além de extremamente competentes, devem ser pessoas muito legais!
Vale assistir mais de uma vez, mesmo que os inevitáveis chatos, de plantão ou rodízio, teimem em atrapalhar... Num “pixar” de olhos, você estará totalmente envolvido!
Nessas horas é que eu dou ainda mais valor a minha mulher e meu filho!
E por falar em filho, eu estava em meio a uma batelada de exames clínicos, quando ele, cinéfilo como eu, sugeriu, para me distrair, que assistíssemos “UP ALTAS AVENTURAS” (Up, EUA, 2009).
Filme infantil? Não, nenhum filme da Pixar é infantil: todos são para públicos do ventre materno à eternidade!
Outra marca desse fantástico estúdio é que todas as suas produções são obras-primas visuais e de roteiros, mesmo quando não se diz uma única palavra, como é o caso dos curtas iniciais: filmes-mudos modernos!
Fomos à primeira seção vespertina, na esperança de encontrar um ambiente isento dos incômodos que eu, por mais que tente evitar, “atraio”.
Momentos de tensão: havia uma fila de crianças de três a quatro anos de idade, acompanhadas de “tias”! Até aí, nada a fazer, pois o filme era livre e crianças dessa idade ainda não têm noção de como comportar-se em público. Para minimizar eventuais problemas, sentamos na penúltima fileira, a uma distância “segura”.
As luzes se apagaram e a projeção dos “trailers” começou... Surpresa: a partir daí as crianças tiveram comportamento exemplar! Mas, de repente, em meio à escuridão, uma massa indefinida e rumorosa galgou as escadas, assustadoramente em nossa direção...
Comecei a rezar para todos os santos, mas não teve jeito: o grupo de adolescentes, de uns dezesseis anos, com a sala praticamente vazia, resolveu sentar bem atrás de nós...
Quando o filme começou, no entanto, a maioria deles passou a assisti-lo: aquilo que normalmente se faz num cinema. Mas a alegria durou pouco... Dois deles, um rapaz e uma moça, resolveram mostrar suas “qualidades” sociais, logo atrás de quem?
Pois é... Ele devia se achar engraçado imitando a toda hora o “Freddy Mercury Prateado”; ela, literalmente, só falava m... Para piorar, a donzela apoiava os pés na minha poltrona, sacudindo-a repetidamente.
Como um dos exames que eu faria no dia seguinte exigia que eu evitasse estresse, e eles não se contiveram nem com indiretas, precisei mudar de lugar para, assim, poder apreciar melhor esse fantástico filme, perfeito em detalhes e magnificamente dublado, principalmente por Chico Anísio, que emprestou sua voz ao personagem principal.
Mais uma vez, a Pixar se superou! Contou uma estória que vai da infância à idade avançada, sem envelhecer. Comoveu e fez rir com e no tempo preciso. Nos fez sonhar e pensar no mesmo sonho, na mesma aventura vertiginosa, com uma trama perfeita.
Os filmes da Pixar, por seus personagens e roteiros, passam a impressão de que seus profissionais, além de extremamente competentes, devem ser pessoas muito legais!
Vale assistir mais de uma vez, mesmo que os inevitáveis chatos, de plantão ou rodízio, teimem em atrapalhar... Num “pixar” de olhos, você estará totalmente envolvido!
Um novo olhar
Apesar de experiências ditas pré-históricas a fotografia mesmo surgiu no verão de 1826, na França, através do inventor e litógrafo francês Joseph Nicéphore Niépce e dois anos depois com Louis Daguerre, de Paris, que mostrou seu interesse em gravar imagens. Em 1829, tornaram-se sócios, mas Niépce morre em 1833.
Em 7 de janeiro de 1839, Louis Daguerre comunica à Academia Francesa de Ciências um processo que originava as fotografias ou os daguerreótipos que eram imagens impressas em lâminas de vidro, sendo que alguns exemplares delas podem ser vistos no Museu Bi Moreira, em Lavras.
Começou então o grande sucesso da fotografia que tornou-se uma teconologia em ascensão.
Homens estranhos, com verdadeiras trapizongas nos ombros começaram a registrar imagens, a princípio no ar livre e logo a seguir em estúdios improvisados, utilizando-se da iluminação de magnésio.
Até então a fotografia era considerada por muitos uma atividade ligada a magia, capaz de apreender a alma das pessoas e muitos se opunham a se expor as lentes primitivas.
Mas foi em 1988 que o norte-americano George Eastman deu um caráter industrial ao invento e popularizou a fotografia com a câmera Kodak., leve e fácil de usar. Com a vantagem de poderem as fotos serem processadas em um laboratório profissional.
Como o sistema era muito eficiente o homem passava a contar com uma visão própria das coisas do mundo, independente da interpretação do estilo dos pintores.
No final da década de 50, minha irmã Sueli conseguiu seu primeiro emprego e surgiu em nossa casa com um caixotinho, uma máquina fotográfica Kapsa, de fabricação brasileira, mas bem eficiente. que lhe permitiu formar álbuns de flagrantes de sua juventude. E me deixar cada vez mais curioso com os mistérios da fotografia.
Aos poucos fui entendendo que aqueles aparelhos maravilhosos, as câmeras Pentax, Canon, Nikon e outras que eram nosso objeto de desejo podiam além de registrar momentos únicos, ser capazes de permitir várias interpretações do cotidiano.
Foi o tempo de admirar e estudar as composições do francês Henry Cartier-Bresson, que criou paulatinamente uma nova linguagem.
Depois disso enfrentei a fase da necessidade de conhecer todas as técnicas de laboratório e os melhores equipamentos.
E uma visão estética de tudo que se poderia fotografar.
Junto com Maurício Andrés Ribeiros, um talentoso fotografo, e outros amigos acabei evoluindo para o cinema, a imagem em movimento.
Mas a evolução tecnológica e industrial não para e com o desenvolvimento da eletrônica surgiu a fotografia digital.
E como era um método seguro, sem muitos detalhes, barato, de captar imagens acabou banalizando-se.
Hoje eu que me recusei a participar dessa mania globalizada capitulei e ando por todos os cantos com uma maquininha digital que resolve meus problemas imediatos.
Porém não abandonei as idéias de Henry Cartier-Bresson:
"A fotografia por si só não me interessa, mas a reportagem sim, a comunicação entre o mundo e o homem com este instrumento maravilhoso do tamanho da mão que nos faz passar desapercebidos. E assim participamos. É uma dança entende? É uma grande alegria fotografar assim".
Pois é preciso sempre lançar um novo olhar em derredor de nós e esquecer de nossos umbigos...
Em 7 de janeiro de 1839, Louis Daguerre comunica à Academia Francesa de Ciências um processo que originava as fotografias ou os daguerreótipos que eram imagens impressas em lâminas de vidro, sendo que alguns exemplares delas podem ser vistos no Museu Bi Moreira, em Lavras.
Começou então o grande sucesso da fotografia que tornou-se uma teconologia em ascensão.
Homens estranhos, com verdadeiras trapizongas nos ombros começaram a registrar imagens, a princípio no ar livre e logo a seguir em estúdios improvisados, utilizando-se da iluminação de magnésio.
Até então a fotografia era considerada por muitos uma atividade ligada a magia, capaz de apreender a alma das pessoas e muitos se opunham a se expor as lentes primitivas.
Mas foi em 1988 que o norte-americano George Eastman deu um caráter industrial ao invento e popularizou a fotografia com a câmera Kodak., leve e fácil de usar. Com a vantagem de poderem as fotos serem processadas em um laboratório profissional.
Como o sistema era muito eficiente o homem passava a contar com uma visão própria das coisas do mundo, independente da interpretação do estilo dos pintores.
No final da década de 50, minha irmã Sueli conseguiu seu primeiro emprego e surgiu em nossa casa com um caixotinho, uma máquina fotográfica Kapsa, de fabricação brasileira, mas bem eficiente. que lhe permitiu formar álbuns de flagrantes de sua juventude. E me deixar cada vez mais curioso com os mistérios da fotografia.
Aos poucos fui entendendo que aqueles aparelhos maravilhosos, as câmeras Pentax, Canon, Nikon e outras que eram nosso objeto de desejo podiam além de registrar momentos únicos, ser capazes de permitir várias interpretações do cotidiano.
Foi o tempo de admirar e estudar as composições do francês Henry Cartier-Bresson, que criou paulatinamente uma nova linguagem.
Depois disso enfrentei a fase da necessidade de conhecer todas as técnicas de laboratório e os melhores equipamentos.
E uma visão estética de tudo que se poderia fotografar.
Junto com Maurício Andrés Ribeiros, um talentoso fotografo, e outros amigos acabei evoluindo para o cinema, a imagem em movimento.
Mas a evolução tecnológica e industrial não para e com o desenvolvimento da eletrônica surgiu a fotografia digital.
E como era um método seguro, sem muitos detalhes, barato, de captar imagens acabou banalizando-se.
Hoje eu que me recusei a participar dessa mania globalizada capitulei e ando por todos os cantos com uma maquininha digital que resolve meus problemas imediatos.
Porém não abandonei as idéias de Henry Cartier-Bresson:
"A fotografia por si só não me interessa, mas a reportagem sim, a comunicação entre o mundo e o homem com este instrumento maravilhoso do tamanho da mão que nos faz passar desapercebidos. E assim participamos. É uma dança entende? É uma grande alegria fotografar assim".
Pois é preciso sempre lançar um novo olhar em derredor de nós e esquecer de nossos umbigos...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Artigo/ Comemoração e compromisso no Dia Nacional do Livro, por Rosely Boschini
Comemoração e compromisso
no Dia Nacional do Livro
Rosely Boschini*
Há 199 anos, mais exatamente em 29 de outubro de 1810, quando a Corte portuguesa encontrava-se no Brasil protegida da guerra imperialista de Napoleão Bonaparte, registrou-se a transferência da Real Biblioteca para o Rio de Janeiro. Nosso país nunca mais foi o mesmo, pois os livros têm o poder de mudar a história, ao preservar memórias, transmitir conhecimento, formar consciências e garantir aos cidadãos o direito essencial da liberdade de expressão, pensamento e da formação de juízo de valores.
Contribuiu para a difusão da leitura no então Vice-Reino, o nascimento da indústria gráfica, surgida em 1808, também na Cidade Maravilhosa, com a instalação da Imprensa Régia. Repetiu-se no Brasil fenômeno semelhante ao que se observara cerca de 350 anos antes, na Europa, quando o alemão Gutenberg criou os tipos móveis e passou a imprimir. O primeiro trabalho que saiu de seus prelos foi uma Bíblia. Um dos exemplares originais, aliás, encontra-se no acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, aquela mesma que um dia recebeu as coleções da família real, compostas por 60 mil peças, entre livros, manuscritos e mapas.
Para se ter idéia da capacidade transformadora da leitura, por volta de 1450, o Velho Continente tinha cerca de 50 milhões de habitantes, dos quais apenas oito milhões alfabetizados. A transformação do livro de privilégio em algo mais acessível, propiciada pela impressão mecânica, multiplicou por três, em poucos anos, o número de europeus que sabiam ler e escrever.
Por isso, é importante comemorar com ênfase cada aniversário da chegada da Biblioteca Real ao Brasil. A data, 29 de outubro, foi oficializada como o Dia Nacional do Livro. Atualmente, nosso país produz 340,2 milhões de exemplares anuais (pesquisa "Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro 2008", realizada pela Fipe/USP, para a CBL e o SNEL). No período de 2006 e 2008, foram lançados aproximadamente 57 mil novos títulos e impressos mais de um bilhão de exemplares. O estudo, que também aponta significativa queda de preços, evidencia os esforços das editoras, livrarias, distribuidores e do segmento de venda porta-a-porta para que a leitura seja cada vez mais parceira do desenvolvimento.
Outro exemplo desse empenho é o fato de as entidades do setor terem acabado de formalizar entendimento com o Ministério da Cultura para a criação do Fundo Pró-Livro. O mercado editorial, cumprindo compromisso assumido há quatro anos, destinará um por cento de seu faturamento a essa finalidade. A contribuição do setor privado à meta de estimular a leitura também está expressa na qualidade. Nesse sentido, as iniciativas do setor livreiro estão ancoradas em consistente trabalho de pesquisa, realizado pelo Ibope Inteligência, por solicitação do Instituto Pró-Livro, criado pela CBL, SNEL e Abrelivros. O principal estudo — "Retratos da Leitura no Brasil" — permite dimensionar o mercado. Delineia necessidades e demandas e aponta caminhos e soluções eficazes para que mais pessoas leiam.
Há, ainda, duas iniciativas da CBL que apresentam consistente resultado: a Bienal Internacional do Livro de São Paulo e o Prêmio Jabuti. Este, criado em 1959, chegou em 2009 à 51ª edição, contemplando 21 categorias e atingindo número recorde de inscrições, com 2.574 obras. Não menos importantes são as ações de divulgação do mercado editorial brasileiro no exterior. Em 2009, com apoio do convênio Brazilian Publishers, firmado pela Apex-Brasil e a CBL, a participação brasileira na Feira do Livro de Frankfurt, a mais importante do mercado editorial do mundo, teve mais visibilidade. No âmbito institucional, neste evento a Câmara firmou significativo acordo com Frankfurter Buchmesse (organizadora da Feira de Frankfurt) que visa à realização de atividades centradas no desenvolvimento da cadeia produtiva do livro no Brasil.
São prioritários, ainda, programas capazes de facilitar o acesso ao livro pelas crianças e jovens matriculados na rede pública de ensino. Nesse sentido, além da ampliação das ações federais (como o Programa Nacional do Livro Didático — PNLD e Programa Nacional Biblioteca da Escola), são necessárias mais iniciativas conjuntas entre União, estados e municípios e a iniciativa privada. Exemplo bem-sucedido da viabilidade desse objetivo é o projeto Minha Biblioteca, iniciado em 2007 na cidade de São Paulo, com forte apoio e participação da CBL.
Há, portanto, boas razões para se comemorar o Dia Nacional do Livro neste 29 de outubro. Porém, ainda é imenso o desafio relativo à meta de converter o Brasil num país de leitores e, portanto, mais desenvolvido, livre e justo! Como "a vida sem luta é um mar morto no centro do organismo universal" (Machado de Assis), é preciso reiterar a cada manhã o compromisso de outorgar a todo brasileiro o direito de repetir a instigante frase de Clarice Lispector: "A palavra é o meu domínio sobre o mundo".
*Rosely Boschini é presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL).
Memorial do Imigrante apresenta exposição especial sobre a França
Memorial do Imigrante apresenta exposição especial sobre a França
Evento integra calendário oficial do Ano da França no Brasil e fica em cartaz até 15 de novembro
Por sua condição geográfica privilegiada na Europa por e seu passado como potência colonial, a França é um país de trajetória secular na questão da imigração. Por esse fator e em ocasião do Ano da França no Brasil, o Memorial do Imigrante,em São Paulo , apresenta, até o dia 15 de novembro, a exposição “A Imigração na França: Pontos de Referência”.
A exposição, que na França se intitulou “Repères” (“Referências”) foi criada e instalada na Cité Nationale d’Historie de l’Immigration e tem como objetivo divulgar e reconhecer a história da imigração na França a partir do século XIX sob a visão da arte contemporânea. Ao total, o Memorial disponibiliza uma área de1.100 m² dividida em oito capítulos, em um percurso temático que conta histórias individuais e que envolveram toda a sociedade francesa.
“Para que essa exposição fosse viabilizada, o Ano da França no Brasil foi fundamental. Quando decidimos participar do calendário oficial, pensamos inicialmente em construir uma exposição sobre a presença francesaem São Paulo. Mas como tínhamos excelentes contatos com a Cité Nationale d’Histoire, eles nos ofereceram essa exposição. Apoiamos a idéia não só pelo fato de ela tratar da imigração de uma forma mais artística, mas por ser um país que vive atualmente um problema sério em relação a esse tema”, afirmou a coordenadora de projetos do Memorial, Soraya Moura.
A exposição “A imigração na França: Pontos de Referência”é organizada pela Associação de Amigos do Memorial do Imigrante e pela Cité Nationale d’Histoire de l’Immigration. Conta com o apoio de Accor, Air France, Areva, Caixa Seguros, CNP, Dassault, EADS, GDF-Suez, Alstom, Lafarge, PSA Peugeot Citroën, Renault, CCFB, Saint-Gobain, Safran, DCNS, Thales, Vallourec, Governo Federal do Brasil e República Francesa.
Os patrocinadores do Ano da França no Brasil ( http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/) são:
Comitê de patrocinadores franceses:
Accor, Air France, Alstom, Areva, Caixa Seguros, CNP Assurance, Câmara de Comércio França-Brasil, Dassault, DCNS, EADS, GDF SUEZ, Lafarge, PSAPeugeot Citroën, Renault, Saint-Gobain, Safran, Thales, Vallourec.
Patrocinadores brasileiros:
Banco Fidis, Banco Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa Econômica Federal, Centro Cultural Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás, Fiat, Gol, Grupo Pão de Açúcar, Infraero, Oi, Petrobras, Santander, Serpro.
Parceria: Ministério da Cultura, Ministério das Relações Exteriores, TV5Monde, Ubifrance, Aliança Francesa, CulturesFrance, TV Brasil, SESC, SESC SP.
Evento integra calendário oficial do Ano da França no Brasil e fica em cartaz até 15 de novembro
Por sua condição geográfica privilegiada na Europa por e seu passado como potência colonial, a França é um país de trajetória secular na questão da imigração. Por esse fator e em ocasião do Ano da França no Brasil, o Memorial do Imigrante,
A exposição, que na França se intitulou “Repères” (“Referências”) foi criada e instalada na Cité Nationale d’Historie de l’Immigration e tem como objetivo divulgar e reconhecer a história da imigração na França a partir do século XIX sob a visão da arte contemporânea. Ao total, o Memorial disponibiliza uma área de
“Para que essa exposição fosse viabilizada, o Ano da França no Brasil foi fundamental. Quando decidimos participar do calendário oficial, pensamos inicialmente em construir uma exposição sobre a presença francesa
A exposição “A imigração na França: Pontos de Referência”é organizada pela Associação de Amigos do Memorial do Imigrante e pela Cité Nationale d’Histoire de l’Immigration. Conta com o apoio de Accor, Air France, Areva, Caixa Seguros, CNP, Dassault, EADS, GDF-Suez, Alstom, Lafarge, PSA Peugeot Citroën, Renault, CCFB, Saint-Gobain, Safran, DCNS, Thales, Vallourec, Governo Federal do Brasil e República Francesa.
Os patrocinadores do Ano da França no Brasil ( http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/) são:
Comitê de patrocinadores franceses:
Accor, Air France, Alstom, Areva, Caixa Seguros, CNP Assurance, Câmara de Comércio França-Brasil, Dassault, DCNS, EADS, GDF SUEZ, Lafarge, PSAPeugeot Citroën, Renault, Saint-Gobain, Safran, Thales, Vallourec.
Patrocinadores brasileiros:
Banco Fidis, Banco Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa Econômica Federal, Centro Cultural Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás, Fiat, Gol, Grupo Pão de Açúcar, Infraero, Oi, Petrobras, Santander, Serpro.
Parceria: Ministério da Cultura, Ministério das Relações Exteriores, TV5Monde, Ubifrance, Aliança Francesa, CulturesFrance, TV Brasil, SESC, SESC SP.
Realização:
Governo Federal do Brasil e República Francesa
Mémorial de l’Immigrant présente exposition spéciale sur la France
Événement intègre le calendrier officiel de l’Année dela France au Brésil et reste ouvert au public jusqu’au 15 novembre
Par sa condition géographique privilégiée en Europe et par son passé de puissance coloniale,la France est un pays de trajectoire séculaire dans la question de l’immigration. Pour cette raison et en occasion de l’Année de la France au Brésil, le Mémorial de l’Immigrant, à São Paulo présente jusqu’au 15 novembre, l’exposition « Repères », ou « L’Immigration en France : Points de Référence ».
L’exposition a été crée et installé dansla Cité Nationale d’Historie de l’Immigration et son objectif est diffuser et reconnaître l’histoire de l’immigration en France depuis le XIXème siècle sur une vision d’art contemporaine. Le Memorial dispose d’un superficie de 1.100 m² divisée en huit chapitres, dans un parcours thématique qui raconte des histoires individuelles et celles qui ont ont engagé toute la société française.
« L’Année dela France au Brésil a été fondamental pour viabiliser cette exposition. Quand nous avons décidé de participer du calendrier official, on a imaginé initialement dans le montage d’une exposition sur la présence française à São Paulo. Mais comme nous avons des très bonnes rélations avec la Cité Nationale d’Histoire, ils nous ont offert cette exposition. Et leur idée a été subventionnée d’imédiat, car l’exposition parle de l’immigration d’une façon plus artistique et aussi parce que la France est un pays qui passe par un problème très sérieux par rapport à cette thématique », a affirmé la coordinatrice de projets du Memorial, Soraya Moura.
L’exposition « Répères » est organisée par l’Association des Amis du Mémorial de l’Immigrant et parla Cité Nationale d’Histoire de l’Immigration. Elle compte aussi avec l’appui d’Accor, Air France, Areva, Caixa Seguros, CNP, Dassault, EADS, GDF-Suez, Alstom, Lafarge, PSA Peugeot Citroën, Renault, CCFB, Saint-Gobain, Safran, DCNS, Thales, Vallourec, Gouvernement du Brésil et Répúblique Française.
Les mécènes de l´Année dela France au Brésil (http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/) sont:
Événement intègre le calendrier officiel de l’Année de
Par sa condition géographique privilégiée en Europe et par son passé de puissance coloniale,
L’exposition a été crée et installé dans
« L’Année de
L’exposition « Répères » est organisée par l’Association des Amis du Mémorial de l’Immigrant et par
Les mécènes de l´Année de
Comité des mécènes français:
Accor, Air France, Alstom, Areva, Caixa Seguros, CNP Assurance, Chambre de Commerce France-Brésil, Dassault, DCNS, EADS, GDF SUEZ, Lafarge, PSA Peugeot Citroën, Renault, Saint-Gobain, Safran, Thales, Vallourec.
Mécènes brésiliens:
Banco Fidis, Banco Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa (Econômica Federal), Centro Cultural Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás, Fiat, Gol, Grupo Pão de Açúcar, Infraero, Oi, Petrobras, Santander, Serpro.
Partenaires:
Ministère de la Culture du Brésil, Ministère des Relations Extérieures du Brésil, TV5Monde, Ubifrance, Alliance Française, Culturesfrance, TVBrasil, SESC, SESC SP.
Opérateurs :
Gouvernement Fédérale du Brésil et République Française
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Pesquisadores franceses de artes cênicas encontram-se em Belo Horizonte
Pesquisadores franceses de artes cênicas encontram-se em Belo Horizonte
O Ecum – Centro Internacional de Formação e Pesquisa em Artes Cênicas realiza o Programa de Oficinas de 2009 dentro do Ano da França no Brasil
26.10.2009 - Belo Horizonte/ Minas Gerais / Brazil.
Cerimonia de abertura do Encontro Mundial das Artes Cenicas, o ECUM, no espaco 104, no centro de Belo Horizonte, dentro da programacao do ano da Franca no Brasil.
Foto: Pedro Silveira / Entrelinhas
Cerimonia de abertura do Encontro Mundial das Artes Cenicas, o ECUM, no espaco 104, no centro de Belo Horizonte, dentro da programacao do ano da Franca no Brasil.
Foto: Pedro Silveira / Entrelinhas
Entre 26 e 31 de outubro, Belo Horizonte recebe o Programa de Oficinas 2009, do ECUM – Centro Internacional de Formação e Pesquisa em Artes Cênicas, que faz parte do calendário do Ano da França no Brasil. O programa traz cinco oficinas mais um momento de reflexões ministrado por famosos pedagogos e artistas franceses.
No evento de abertura, Guilherme Marques, coordenador geral do ECUM contou que o programa recebeu inscrições de atores de 11 estados brasileiros e 100 vão participar das oficinas. "Ao longo dos anos, os encontros do ECUM foram tomando grandes proporções o que nos levou a consolidar o sonho de ter um Centro de Formação e Pesquisa em Belo Horizonte. E contamos com o apoio do Ano da França no Brasil para esse primeiro projeto", explicou. "Como sempre contamos com a participação francesa nas nossas oficinas, foi natural que eles estivessem presentes no primeiro projeto do centro. As escolas francesas de arte cênicas são tradicionais em pesquisa e formação de atores", completou o coordenador de projeto Fernando Mencarelli.
De acordo com a adida de Cooperação e Ação Cultural na Embaixada da França em Belo Horizonte, Sylvie Debs, o fato de o encontro bienal ter se desdobrado em um centro de pesquisa é muito importante. "Ficamos felizes em saber que a cooperação entre os dois países no Ano da França no Brasil vai se tornar algo permanente, com projetos além desse ano."
Os curadores desta edição são Béatrice Picon-Vallin (diretora de pesquisas sobre as artes do espetáculo do CNRS - Centre National de la Recherche Scientifique e professora de História do Teatro no Conservatoire Supérieur d'Art Dramatique de Paris) e Jean-François Dusigne (professor em Artes do Espetáculo, Teatro e Etnocenologia na Universidade Paris 8 e co-diretor artístico da ARTA - Associação que Pesquisa as Tradições do Ator). Béatrice esteve várias vezes no Brasil em palestras e eventos e acha que o encontro entre pesquisadores e estudantes é enriquecedor para todos.
"Como professores e pesquisadores aprendemos muito trabalhando com uma cultura diferente. Senti os alunos brasileiros com muita curiosidade e vontade de aprender", garantiu a curadora.
Alexandre del Peruggia, pedagogo no Conservatoire National Supérieur d'Art Dramatique de Paris, ministra uma das oficinas. Ele acredita que possibilidades de encontros entre dois países como o Ano da França no Brasil ajudam a fortalecer as relações. "Uma forma de enriquecer os trabalhos de pesquisa e possibilitar a criação de projetos conjuntos."
Outro professor convidado foi o artista circense e pesquisador de artes cênicas Philippe Goudard, depois de ministrar sua primeira aula, ele estava contente com o retorno dos alunos. "É minha primeira vez no Brasil e acho que essa será uma boa oportunidade para trocar com os artistas brasileiros."
Um dos alunos das oficinas é o ator e diretor Júlio Vianna, de 36 anos. Participante frequente do ECUM, Júlio ficou feliz em ter como professores profissionais franceses de tanto renome e com um currículo internacional muito vasto. "Temos uma oportunidade de estar bem próximos e aprender bastante. A expectativa para essa semana é muito boa."
Os patrocinadores do Ano da França no Brasil ( http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/) são:
Comitê de patrocinadores franceses:
Accor, Air France, Alstom, Areva, Caixa Seguros, CNP Assurance, Câmara de Comércio França-Brasil, Dassault, DCNS, EADS, GDF SUEZ, Lafarge, PSAPeugeot Citroën, Renault, Saint-Gobain, Safran, Thales, Vallourec.
Patrocinadores brasileiros:
Banco Fidis, Banco Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa Econômica Federal, Centro Cultural Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás, Fiat, Gol, Grupo Pão de Açúcar, Infraero, Oi, Petrobras, Santander, Serpro.
Parceria: Ministério da Cultura, Ministério das Relações Exteriores, TV5Monde, Ubifrance, Aliança Francesa, CulturesFrance, TV Brasil, SESC, SESC SP.
Comitê de patrocinadores franceses:
Accor, Air France, Alstom, Areva, Caixa Seguros, CNP Assurance, Câmara de Comércio França-Brasil, Dassault, DCNS, EADS, GDF SUEZ, Lafarge, PSAPeugeot Citroën, Renault, Saint-Gobain, Safran, Thales, Vallourec.
Patrocinadores brasileiros:
Banco Fidis, Banco Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa Econômica Federal, Centro Cultural Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás, Fiat, Gol, Grupo Pão de Açúcar, Infraero, Oi, Petrobras, Santander, Serpro.
Parceria: Ministério da Cultura, Ministério das Relações Exteriores, TV5Monde, Ubifrance, Aliança Francesa, CulturesFrance, TV Brasil, SESC, SESC SP.
Realização:
Governo Federal do Brasil e República Francesa
Les chercheurs français des arts du spectacle sont réunis à Belo Horizonte
Le ECUM - Centre International de Formation et de Recherche des Arts du Spectacle organise le Programme d'Ateliers 2009 dans le calendrier de L'Année de la France au Brésil
Entre le 26 et octobre 31, Belo Horizonte reçoit le Programme D'ateliers 2009 du ECUM - Centre International de Formation et de Recherche des Arts d'Espetacle, qui fait partie du calendrier de l'Année de la France au Brésil. Le programme comporte cinq ateliers, ainsi qu'un moment de réflexions, enseigné par des artistes et éducateurs français renommée.
Dans l'ouverture de l'événement, Guilherme Marques, coordinateur général de l'ECUM a dit que le programme a reçu des demandes provenant des artistes de 11 états brésiliens et 100 vont participer à des ateliers. "Au fil des ans les réunions du ECUM prenaient des proportions importantes qui nous a conduit à consolider le rêve d'avoir un centre de formation et de recherche en Belo Horizonte. Et nous avons l'appui de l'Année de France au Brésil pour ce premier projet", remarqua le coordinateur général. "Nous avons eu toujours la participation française dans nos ateliers, il était naturel qu'ils étaient aussi présents au premier projet du centre. Les écoles françaises d'art du spectacle sont traditionnels dans recherche et la formation des acteurs », expliqua le coordinateur du projet Fernando Mencarelli.
Selon l'attachée de Coopération et d'Action Culturelle de l'Ambassade de France à Belo Horizonte, Sylvie Debs, le fait que la réunion biennale a été déployé sur un centre de recherche permanente est très importante. «Nous sommes heureux que la coopération entre les deux pays dans l'Année de la France au Brésil sera devenu permanente, avec des projets au-delà de cette année."
Les curateurs de cette édition sont Béatrice Picon-Vallin (directeur de la recherche sur les arts de la scène CNRS - Centre National de la Recherche Scientifique et professeur d'histoire du théâtre au Conservatoire Supérieur d'art dramatique de Paris) et Jean-François Dusigne (enseignant dans les Arts du spectacle, théâtre et Etnocenologia à l'université Paris 8 et co-directeur artistique de ARTA - Association of Research Traditions acteur). Béatrice était en plusieurs fois au Brésil au cours de conférences et d'événements et pense que la rencontre entre les chercheurs et les étudiants est enrichissante pour tous. «Les enseignants et les chercheurs ont beaucoup à apprendre en travaillant avec une culture différente. Je sent que les étudiants brésiliens ont une grande curiosité et volonté d'apprendre », a-t-elle dit.
Alexandre del Perugia, professeur au Conservatoire National Supérieur d'Art Dramatique de Paris, ministre un des ateliers. Il croit que le rencontre entre deux pays comme l'Année de la France au Brésil aide à renforcer les relations. «Un moyen d'enrichir les travaux de recherche et de permettre la création de projets communs." Un autre enseignant invité est l'artiste des arts du cirque et chercheur Philippe Goudard. Après avoir livré sa première conférence, il était heureux du retour des étudiants. "C'est ma première fois au Brésil et je pense que c'est une bonne occasion d'échanger avec des artistes brésiliens."
Un des étudiants de ces ateliers est l'acteur et réalisateur Julio Vianna, 36 ans. Il participe fréquemment au ECUM et était heureux d'avoir comme maîtres professionnels très renommé et avec de très large expérience internationale. "Nous avons la possibilité d'être très proches et apprendre beaucoup. L'expectative pour cette semaine est très bonne."
Les mécènes de l´Année de la France au Brésil (http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/) sont:
Comité des mécènes français:
Accor, Air France, Alstom, Areva, Caixa Seguros, CNP Assurance, Chambre de Commerce France-Brésil, Dassault, DCNS, EADS, GDF SUEZ, Lafarge, PSA Peugeot Citroën, Renault, Saint-Gobain, Safran, Thales, Vallourec.
Mécènes brésiliens:
Banco Fidis, Banco Itaú, Bradesco, BNDES, Caixa (Econômica Federal), Centro Cultural Banco do Brasil, Correios, Eletrobrás, Fiat, Gol, Grupo Pão de Açúcar, Infraero, Oi, Petrobras, Santander, Serpro.
Partenaires:
Ministère de la Culture du Brésil, Ministère des Relations Extérieures du Brésil, TV5Monde, Ubifrance, Alliance Française, Culturesfrance, TVBrasil, SESC, SESC SP.
Opérateurs :
Gouvernement Fédérale du Brésil et République Française
Assinar:
Postagens (Atom)
Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano
Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...
-
Agência Brasil030712 ANT1914 Brasília - O presidente do Senado, José Sarney, recebe o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oli...
-
Autor: Dhiogo Caetano Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre me...

