segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A REVELAÇÃO SOBRE A HUMANIDADE

A REVELAÇÃO SOBRE A HUMANIDADE
(Autor: Antonio Brás Constante)

Neste momento toda a atenção do mundo está voltada para uma só pessoa. Um senhor de 89 anos, de origem humilde, morador do interior do Estado do Rio Grande do Sul. Um homem conhecido em sua região apenas como: Seu Artêmio.

Há algumas semanas atrás, finalmente foi decifrada, de forma clara, parte de uma das profecias de Nostradamus. Fato que coincidiu com o achado de um texto maia em uma escavação arqueológica.

Analisadas as duas escrituras, constatou-se que se referiam ao mesmo assunto. Falavam sobre uma pessoa, que em um certo momento e em um determinado lugar, receberia a inspiração divina para esclarecer-nos sobre a origem da humanidade. A pessoa em questão era o Seu Artêmio.

Ele foi o escolhido, para que através de uma única pronuncia, pudesse responder sobre quem somos, de onde viemos e qual é nosso papel neste plano material.

Seu Artêmio se mostra calmo. Contemplativo. Imerso em seus pensamentos. Totalmente indiferente aos milhares de repórteres ao seu redor e câmeras que filmam o seu semblante. A qualquer momento ele deverá falar, e o que disser guiará nossos passos, abrindo nossos olhos sobre o verdadeiro sentido de nossa existência. Esperem, parece que ele vai dizer algo...

- A...

Sim, Seu Artêmio, diga: “A” o quê? A humanidade? A origem da vida? Parece por uns instantes que ele não vai conseguir falar. O que é mais do que compreensível. Dada a responsabilidade vinda das suas próximas palavras. Todos estão esperançosos. O silêncio é total. Os corações de bilhões de pessoas batem descompassados. O nervosismo está estampado em cada rosto diante da grande revelação.Vamos Seu Artêmio, nos diga, por favor. Qual o sentido da humanidade? De sua boca saíra afinal o que nós, seres humanos, realmente somos. Meu Deus! Ele vai falar. ELE VAI FALAR!

- A...A...AAAAAATCHIIIIIIMMMMMMM…


E-mail: abrasc@terra.com.br

Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".

ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

IX Prêmio Arte na Escola Cidadã divulga os projetos vencedores

O IX Prêmio Arte na Escola Cidadã, criado pelo Instituto Arte na Escola (IAE), da Fundação Iochpe, para valorizar e reconhecer professores e seus projetos no ensino das linguagens da Arte, divulga os seis projetos premiados esse ano. Os vencedores serão contemplados com prêmios em dinheiro: o professor receberá R$ 7.000,00 e a escola R$ 3.000,00 por seus projetos de artes visuais, teatro, dança ou música.


Em 2008, os professores e respectivos projetos premiados são:


Categoria Educação Infantil

Professora Rosane Mari dos Reis

Artes Visuais - Projeto Uma Pá de Descobertas

Cidade – Joinville – SC


Categoria Educação Infantil

Professora Sonia Maria Pinheiro

Artes Visuais - Projeto Do Estereótipo à Poética Pessoal

Cidade - Bauru – SP


Categoria Ensino Fundamanetal I

Professora Maria Rosicely Fausto de Oliveira

Artes Visuais - Projeto Rio Guaiba(Jaguaribe) na U.T.I

Cidade - João Pessoa – PB


Prêmio Especial "Ano Internacional do Planeta Terra"

Professora Jaqueline Maria de Souza Dias

Artes Visuais - Projeto Arte e Meio Ambiente: a beleza no olhar

Cidade - Manaus - AM


Categoria Ensino Fundamental II

Não houve projeto premiado nesta categoria.


Categoria Ensino Médio

Professora Mônica Colucci

Artes Visuais - Projeto Arte Contemporânea: Panorama Salvador - pintura sobre outdoor

Cidade – Salvador – BA


Categoria Educação de Jovens e Adultos – EJA

Professora Vanessa Bianca Sgalheira

Teatro - Projeto Ações Memória: Contação de Causos e Impressões de Vidas

Cidade - Uberlândia – MG



Os professores e representantes das escolas participarão da premiação no dia em 28 de outubro em uma cerimônia no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia (GO), e, a partir do dia 30 de outubro o vídeo do evento estará disponível no site do Instituto Arte na Escola. No ano passado a premiação foi realizada em Porto Alegre-RS e a proposta é que a cada ano seja realizada em um Estado, prestigiando as localidades onde o Instituto atua por meio de seus Pólos, que hoje estão presente em 47 cidades de 24 Estados e Distrito Federal. O evento contará com a presença da presidente da Fundação Iochpe, Evelyn Berg Ioschpe, do governador do Estado de Goiás, Alcides Rodrigues, Milca Severino, Secretária de Educação do Estado de Goiás, entre outras autoridades e convidados.



Esse ano, o Prêmio trouxe algumas novidades como o Prêmio Especial "Ano Internacional do Planeta Terra", somente para essa edição. O tema desta premiação especial foi estabelecido pela UNESCO para 2008, que o Instituto privilegia ao unir Meio Ambiente e Arte na mobilização por maior conscientização, conhecimento e valorização da Terra. Outra inovação é a seleção regional que passa a preceder a nacional. Segundo Denise Grinspum, gerente geral do IAE, “a avaliação regional implementada esse ano compreende uma visão mais próxima da diversidade cultural e educacional brasileira”. De acordo com ela, “as avaliações das comissões compostas por professores de universidades de nove Estados brasileiros mostram que os projetos de arte vêm priorizando a aproximação da escola e da comunidade, além de buscar interação com artistas locais e arte popular, mais presentes na sala de aula em propostas de diálogos com arte contemporânea.“



A Comissão Julgadora Nacional foi responsável por avaliar e eleger, entre os 103 projetos finalistas nesta edição, os seis ganhadores do concurso. Segundo Mirca Bonano, coordenadora do Prêmio, “para garantir o entendimento e o reconhecimento na avaliação dos trabalhos inscritos no Prêmio, visto a diversidade da ação dos professores concorrentes, foram convidados profissionais experientes e renomados que atuam na área de educação formal, em projetos no terceiro setor e que desenvolvem trabalhos e ações em diversas linguagens da arte como dança, música, teatro, artes visuais, culturas populares e meio ambiente e práticas de ensino”.



Integraram a Comissão Julgadora do IX Prêmio: Neide Pelaez Campos, professora titular da Universidade Federal de Santa Catarina; Erinaldo Alves do Nascimento, professor titular, na categoria adjunto da Universidade Federal da Paraíba; Adriana Clairefont Couceiro, professora titular da Universidade Federal do Pará; Daniela Leonardi Libâneo, coordenadora da Licenciatura em Artes Cênicas da FAMEC (Faculdade Montessori de Educação e Cultura); Ingrid Koudela, doutora em cursos de pós-graduação em artes pela Universidade de São Paulo e Edaival Mullatti, assessor educacional de projetos de ensino de arte e meio ambiente.



Os representantes institucionais são: Beatriz Miranda, do Instituto Sou da Paz e gestora do Espaço Criança Esperança (SP) e Anna Christina A. Nascimento, da UNESCO São Paulo.



O Prêmio Arte na Escola Cidadã é uma iniciativa do Instituto Arte na Escola que conta com a co-realização do SESI, o patrocínio da Fundação Iochpe, do Bradesco, através da Lei Rouanet do Ministério da Cultura do Governo Federal, o apoio da Cia Vale do Rio Doce, da UNESCO, da Revista Pátio, e neste ano também da UNDIME (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação) e do CONSED (Conselho Nacional de Secretários de Educação).



O Instituto Arte na Escola tem como missão fomentar e qualificar o ensino da arte, em todas as regiões do País, seja por intermédio da Rede Arte na Escola e seus parceiros. Suas ações de educação continuada, produção e distribuição de materiais educacionais ao ensino da arte beneficiam dezenas de milhares de professores em todo o Brasil.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Violência em estádios de futebol não é prioridade para políticas públicas

14/10/2008
Violência em estádios de futebol não é prioridade para políticas públicas
Pesquisadores de Pernambuco afirmam que o problema tem que ser analisado sob o prisma de saúde pública.

Um levantamento de dados bibliográfico efetuado por Ricardo Alexandre Guerra Vieira (especialista em pedagogia dos esportes) e Gisela Rocha de Siqueira (mestre em saúde coletiva) mostra que a violência que ocorre nos estádios de futebol não é prioridade nas políticas públicas do país. Com o objetivo de focar nas lutas entre componentes de torcidas organizadas, sob a perspectiva da saúde pública, os pesquisadores da Universidade de Pernambuco e da Faculdade Integrada do Recife efetuaram uma revisão bibliográfica em obras de referência – livros, periódicos, anais de congressos nos idiomas português e inglês – e busca nas bases de dados Lilacs, Medline, Scielo e Bireme. Também realizaram consulta à Secretaria de Saúde Pública e à Policia Militar do Estado de Pernambuco, segundo afirmam em artigo publicado na revista Saúde e Sociedade de julho-setembro de 2008.

Para os autores, a questão da violência dentro dos estádios de futebol tem que ser assumida também como uma questão de saúde pública na sua origem e não apenas nas conseqüências imediatas. “Se por um lado as vítimas precisam de atendimento nos serviços de urgência e de uma atenção especializada no que se refere à reabilitação física, psicológica e assistência social, entre outras coisas, por outro, a área da saúde não deve continuar, como tradicionalmente tem feito, concentrando seus esforços em atender apenas os efeitos da violência, isto é, reparando os traumas e lesões físicas nos serviços de emergência e prestando atenção especializada nos processos de reabilitação, nos aspectos médico-legais e nos registros de informações”, afirmam no artigo.

Sua proposta reflete uma tendência iniciada há mais de 15 anos em países preocupados com o número de mortes e acidentes gerados pela violência entre torcedores. “Na década de 1990, a preocupação com o tema ganhou prioridade e, nas agendas das organizações internacionais do setor, a violência, pelo número de vítimas e a magnitude de seqüelas que produz, tanto num nível orgânico quanto no emocional, passou a adquirir um caráter endêmico e passou a ser relacionada como um problema de saúde pública em vários países”, dizem os pesquisadores.

Entretanto, segundo concluíram após o levantamento, o Brasil está longe de qualquer perspectiva do gênero, pois, escrevem, “ficaram constatadas a escassez de dados relacionados ao assunto, a subutilização dos dados existentes e a falta de intercâmbio entre as instituições para utilizá-los na criação de mecanismos de reflexão e ação conjunta em busca de soluções para o problema”.


Agência Notisa (science journalism – jornalismo científico)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Sobre o conflito entre policiais paulistas

PAZ E JUSTIÇA




Fiquei estarrecida ao ver as cenas de confronto entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, pela Televisão. Irmãos, amigos e solidários, na luta em defesa da população.

Parabenizo o policial de camisa branca que subiu numa viatura da Polícia e pediu calma, atitude sensata e corajosa que impediu que a situação se agravasse.

Quero fazer um apelo ao Governo do Estado para que estude com carinho a situação salarial dos fucionários públicos, em geral; principalmente a dos policiais (que arriscam suas vidas) e a dos médicos que, como os policiais, também salvam vidas.

A maioria dos funcionários públicos tem um salário-base que, dependendo do caso, não chega a ser nem a metade de um salário mínimo; isto, independentemente de sua capacidade, de sua escolaridade e do seu tempo de serviço.

Paralelamente a esse sub-salário, estão as gratificações que, além de não abrangerem a todos os casos, igualmente; estão sujeitas a congelamento ou retirada em casos de transferência de Secretaria ou aposentadoria.

Há mais de dez anos coube ao funcionalismo público ser o alvo principal para equilibrar os gastos dos cofres públicos e o mais

prejudicado é o aposentado.

Só que, como para todos, as contas e os impostos não perdoam ninguém.

Segundo os últimos noticiários transmitidos pela tevê, os abonos são meros paliativos que também não abrangem a todos os funcionários, com a devida justiça.

Qual é, portanto, o privilégio, que tanto se fala, do funcionário público que se aposenta?




NAIR LÚCIA DE BRITTO

JORNALISTA

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Caminhos...

Gilberto,

Com relação a sua poesia (bonita) sobre os idosos: "Haverão mais passos
mais caminhos?..."

Quero responder:

Haverão sim...
Passos, Caminhos...
Aprendizado,
Evolução,
Coração...
Sonhos...
Tudo de Bom...
Porque Deus existe!


Nair Lúcia de Britto.

Ver poesia em: http://www.partes.com.br/poesias/gilbertosilva/setembroidoso.asp

sábado, 4 de outubro de 2008

"A CABEÇA DO ELEITOR"

Alberto Carlos Almeida é sociólogo e professor de Ciência Política da "Fundação Getúlio Vargas e da Universidade Federal Fluminense.
É também especialista em análise de dados e pesquisas de opinião e de mercado.
Em seu livro, "A Cabeça do Eleitor", lançado neste ano, o sociólogo analisa a estratégia de campanha, faz uma pesquisa sobre a vitória eleitoral e chega à conclusão de que o eleitor não tem um raciocínio lógico na hora de escolher em quem votar.
A corrupção é apontada como principal responsável pelo desinteresse de uma parcela da população nas questões políticas.
Na minha opinião, desinteressar-se, votar em branco ou anular o voto não vai ajudar o país, nem ninguém, em nada!
O que é necessário é analisar muito bem a conduta do candidato. Procurar saber se ele é uma pessoa honesta e competente para a administração política; quais são seus projetos e suas realizações. Refletir sobre cada um deles e depois fazer uma escolha consciente.
A participação do povo não pode acabar quando a eleição termina. O importante, além do voto, é acompanhar passo a passo o que candidato eleito está fazendo pelo seu povo: se está lhe proporcionando algo realmente construtivo ou se está apenas o usurpando.
Cabe ao povo se interessar mais pela política e eliminar o mau candidato na hora da votação.
Na próxima segunda-feira, às 22h10, o autor do livro "A Cabeça do Eleitor" será entrevistado no programa Roda-Viva, na TV Cultura.
Que tal ouvir o que ele tem a dizer?

Nair Lúcia de Britto
Jornalista
email: nalujornalista@yahoo.com.br
Revista Virtual Partes
www.partes.com.br

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

CARTA ABERTA À TODOS QUE ACREDITAM NUM BRASIL MELHOR

A violência anda solta, principalmente contra os professores da região do DF e Entorno. Infelizmente mais uma vítima da brutalidade que ceifa os sonhos insiste em dobrar a esperança. A educação que tanto nos falta, revela sua outra face perversa ao tirar à vida de mais um docente no Entorno de Brasília.

Hoje (29/09/2008), foi assassinado a tiros o professor Adeovaldo Espíndola, diretor da Escola Municipal Casinha Feliz, na área especial, s/nº, Q. 124/129, no Bairro Pacauembu, Valparaíso II, ao lado do Lixão.

Nessa mesma escola, há um mês e meio atrás um aluno de 12 anos matou um colega de sala. O professor Valter, como era conhecido, tinha vindo à coordenação do projeto "O Livro na Rua", pedindo ajuda para os alunos, que pela primeira vez, em anos, vão realizar uma formatura.

Nesse encontro, o professor Valter e o professor Severino de Vasconcelos, estabeleceram um diálogo que visava criar uma biblioteca, um campo de jogos, pretendendo desse modo, desenvolver a experiência de integrar a comunidade do Lixão à escola, onde muitos dos alunos também trabalham.

Acreditando na educação como forma de transformação da realidade, o diretor tinha planos de fazer um "Chá Literário" para incluir os alunos e pais no mundo da leitura. A pedido do diretor da escola Cantinho Feliz, Valter Espíndola e do professor Severino, os coordenadores do nosso projeto “O Livro na Rua” , Marina Mendes e Marco Pólo Haickel, estiveram pela manhã de hoje, 29/09, em visita à escola para combinar a parceria que seria estabelecida.

Infelizmente, balas até agora desconhecidas, acabaram com os sonhos de um professor que desejava dar esperança a uma comunidade esquecida. Fica aqui o nosso pesar e revolta.

O exemplo de luta do professor brasileiro Valter, que até o último instante sonhou com um futuro mais fraternal, esse jamais será esquecido.

Enviado pela Editora Thesaurus

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