sábado, 9 de outubro de 2010
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCar recebe inscrições em processo seletivo
O PPGS atua em três linhas de pesquisa, "Cultura, Diferenças e Desigualdades", "Estrutura Social, Poder e Mobilidades" e "Urbanização, ruralidades, desenvolvimento e sustentabilidade ambiental". Para o curso de mestrado, o candidato será submetido a uma prova sobre a teoria sociológica, análise do projeto de pesquisa e exame oral sobre o currículo, histórico e projeto de pesquisa. Para o curso de doutorado, serão avaliados o projeto de pesquisa, a proficiência em idioma estrangeiro e avaliação oral do currículo, histórico e projeto do candidato.
As inscrições podem ser feitas, pessoalmente, na Secretaria do PPGS, instalada no Departamento de Sociologia, localizado na área Sul do campus São Carlos, ou pelo Correio. A relação dos documentos necessários e outras informações sobre a seleção podem ser conferidas no site do PPGS, em www.ppgs.ufscar.br. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3351-8673 ou pelo e-mail ppgs@ufscar.br.
São Carlos sedia neste mês o XI Encontro Regional de Ensino de Astronomia
O objetivo do evento é promover a melhoria no ensino da Astronomia por meio da abordagem de diferentes conteúdos e métodos, além de proporcionar a discussão educacional relacionada ao tema e à sistematização da produção na área. Serão realizadas palestras, oficinas, mesa-redonda e sessões de observação do céu. A programação completa está disponível no endereço www.erea.ufscar.br.
Os EREAs foram concebidos em 2009, durante o Ano Internacional da Astronomia (AIA). As escolas que tiverem professores participando do evento recebem um Galileoscópio, uma cópia de baixo custo do instrumento usado por Galileu há 400 anos, com objetivo de descobrir as crateras da Lua, as fases de Vênus, os satélites de Júpiter, e os anéis de Saturno. O exemplar do equipamento será doado se os educadores comparecerem à oficina especial sobre montagem e uso do Galileoscópio, que será ministrada pelo professor João Batista Garcia Canalle, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). As inscrições podem ser efetuadas somente pelo site do XI EREA, no endereço www.erea.ufscar.br. Mais informações pelo e-mail xierea@gmail.com ou pelo telefone (16) 3351-9795.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Dia das Crianças com Teatro de Mamulengos
Dia das Crianças com Teatro de Mamulengos
Cultura nordestina ajuda crianças na compreensão
de conceitos básicos para a defesa do meio-ambiente.
Levar conceitos básicos da defesa do meio-ambiente para as crianças é a proposta da peça, que utiliza elementos ricos em fantasia para conduzir de forma lúdica a história contada por mamulengos. Personagens da cultura nordestina, elementos do folclore brasileiro – com destaque para a "Bruxinha do Sertão" -, e animais da nossa fauna participam dos três atos que compõem o espetáculo teatral, dirigido por Marli Doroti, produzido por Bosco Maciel (responsável também pelas músicas) e interpretado por Antônio Carlos e José Carlos.
Com indicação livre, a peça tem duração prevista de 50 minutos O evento é gratuito. Vale lembrar que a entrada na BSP é feita mediante apresentação das carteirinhas de visitante ou usuário, que podem ser solicitadas na recepção.
Serviço
Teatro de cordel com mamulengos
Dias 12 e 24 de outubro, às 11h
Biblioteca de São Paulo
Parque da Juventude
Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana – São Paulo (SP)
Tel.: (11) 2089-0800
Site: www.bibliotecadesaopaulo.org.br
Blog: www.bibliotecadesaopaulo.blogspot.com
Twitter: www.twitter.com/spbiblioteca
Poemas cantados para crianças
| Poemas cantados para crianças |
| SescTV presta homenagem as crianças com o especial infantil "Crianças Crionças", que no dia 13 de outubro, às 22h |
| Poemas transformados em delicadas canções, projeções de animações e performances lúdicas compõem o Especial Musical Crianças Crionças - com direção geral para TV de Rodrigo Giannetto. No repertório, músicas do CD homônimo, gravado pelo Selo Sesc, com melodias destinadas ao público infantil. Com interpretações e arranjos do compositor e produtor Cid Campos, que também é diretor musical do espetáculo, algumas dessas canções são traduções dos poemas dos ingleses Edward Lear e Lewis Carroll, autor de "Alice no País das Maravilhas", em versões do poeta Augusto de Campos. Também são musicados poemas de Augusto e Haroldo de Campos, Paulo Leminski, Luis Turiba e Walter Silveira.
O projeto Crianças Crionças - que resultou em CD gravado pelo Selo Sesc e no espetáculo que o SescTV exibe no dia 13 de outubro, às 22h -, nasceu quando Augusto percebeu a facilidade de Cid em musicar os seus poemas, tornando-os comunicativos. Nessa época, fizeram juntos uma canção para o primeiro CD do "Palavra Cantada", em 1994, trabalho dos músicos Paulo Tatit e Sandra Peres, com participação de diversos compositores. A concepção da música instigou em Cid o desejo de criar um projeto destinado às crianças e, mais tarde, ele idealizou o Crianças Crionças.
Gravado ao vivo em dezembro de 2009, no Sesc Santana, capital paulista, o Especial Musical Crionças Crianças apresenta composições como: De Ninar, de Cid Campos e Augusto de Campos; A Pata e o Canguru, versão de Augusto de Campos; Garça, de Cid Campos e Walter Silveira; A Lua no Cinema, de Cid Campos e Paulo Leminski; Poema - Cauda, de Cid Campos e Lewis Carroll, versão de Augusto de Campos; A Mesa e a Cadeira, de Cid Campos e Edward Lear; e Canção da Falsa Tartaruga, versão de Augusto de Campos.
Elementos cênicos são agregados ao espetáculo através de performances lúdicas encenadas pelo ator Carlos Cesare.
SERVIÇO:
ESPECIAL MUSICAL Crianças Crionças Inédito: 13/12/ às 22h Classificação Indicativa: Livre Reapresentações: 14/10, às 16h; 15/10, às 10h; 16/10, às 19h; 17/10, às 16h e 23h
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| PARA SINTONIZAR O SESCTV Canal 3, da Sky. Nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro Canal 137, da NET Digital Siga o SescTV no twitter: http://twitter.com/sesctv
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Com a palavra os Candidatos...
domingo, 3 de outubro de 2010
Romance Zero de Ignacio de Loyola Brandão - 35 Anos de Nós Mesmos?

“É necessário estar sempre bêbado
para não sentir o fardo horrível do
tempo, que abate e faz pender à terra.
É preciso que nos embriaguemos sem cessar,
mas, de quê? De vinho, de poesia, ou de virtudes.
Como acharmos melhor, contanto que nos embriaguemos.
(Baudelaire)
Eu ainda mal-e-mal me exilando de Santa Itararé das Artes, interior de Sampa (hoje o falido estado todo um Samparaguai de tantos pinóquios de chuchus) estando ainda saindo da fase do guri que amava os Beatles e Tonico e Tinoco, quando literalmente me caiu de vereda nas mãos o diferenciado livro “Zero” do Ignácio Loyola Brandão que me embriagou, quando eu já me gabava de, rebelde sem causa com calca rancheira, ter o proibido “Livro Vermelho de Mao”, como quase sempre consegui ter & ler os proibidos, os malditos, os contestadores, que na verdade eram enormemente interessantes trabalhos literários de peso, de vanguarda, marcos literários deste nosso Brazyl S/A de muito ouro e pouco pão. Sim, meus irmãos, a vida violentou o muro mas também iluminou cabeças e Ignacio de Loyola Brandão clarificou a literatura desde então. O silêncio vem das bocas?. O romance Zero foi eleito um dos melhores romances do Século XX pela Revista Manchete. Já pensou a lucidez que mora nos desfechos? Viver em Sampa nunca foi só abanar o rabo.
De lá pra cá o Ignácio de Loyola Brandão tornou-se verdadeiramente o melhor nome da literatura brasileira, embriagando seus leitores, surpreendendo, novidadeiro, e o livro Zero virou lenda, e, acima de tudo uma espécie marcante de literatura brasileira pela visão, arrojo, lucidez criacional e obra fora de série com Grandes Sertões Veredas, Dom Casmurro, Incidente em Antares, só para citar alguns. O guri de Araraquara que tinha palavras para agitar colegas desde o primário, tinha loucamente antenado escrito um clássico histórico em plena treva ditatorial, do caos nascendo a luz. E nunca houve um outro trabalho igual o Zero. Escrito nos Anos 60 em que o país sofria o cravo do que Millôr Fernandes sabiamente rotulou de a Canalha de 64, o livro inteligentemente descreve de diversas maneiras, inclusive intertextuais, diferenciadas, experimentais com visão, o que foram os nossos tenebrosos anos de chumbo. A primeira edição foi publicada na Itália em 1974 e somente no ano seguinte saiu no Brasil. Em julho de 1976 recebeu da Fundação Cultural do Distrito Federal o prêmio de Melhor Ficção. Em seguida foi censurado pelo Ministério da Justiça e sua venda proibida em todo o território nacional por ser considerado um atentado à moral e aos bons costumes. Sua proibição, no entanto, fomentou entreveros, críticas, repercussões éticas, discórdias datadas contra o regime de arbítrio, resistências paisanas, permitindo um suporte para a apurada reação de escritores, quando artistas e intelectuais começaram a se manifestar contra a ditadura militar. “O artista é testemunha de seu tempo, de sua sociedade com tudo que ela tem de coisas boas e ruins. Principalmente ruins. Ele não pode cancelar uma realidade sob o pretexto que essa realidade é inoportuna ou desagradável”, assim se manifestou a escritora Lygia Fagundes Telles, uma das cabeças pensantes do grupo, num ato público em 1977 promovido pelo semanário Aqui São Paulo, do jornalista Samuel Wainer. Em 1979 finalmente o livro ZERO foi liberado pela censura e desde então, 12 edições foram vendidas no Brasil, além das traduções para o alemão, coreano, espanhol, húngaro, inglês e italiano. Ainda hoje, quase 35 anos depois, Zero continua atual, brilhante, feito um visionário vídeoclipe literário, surpreendendo os que buscam o que há de melhor de nossa literatura humanizada. Ignácio de Loyola Brandão é jornalista e escritor, já tendo publicado mais de vinte livros, mas ZERO que deve ser relançado agora em edição especial, como o marco de sua trajetória de escritor sensível, as vezes irônico mas sempre antenado com esta Sampa que cresce mal-e-mal quatro por cento, quando o Brasil (fora de SP), cresce muito mais, apesar da propaganda enganosa do governo de sp que diz que São Paulo está cada vez melhor, feito uma piada ordinária de mau gosto, com o professor paulista-paulistano, por exemplo, ganhando trinta por cento a menos do que o professor do Piauí. Ignácio de Loyola Brandão, a bem dizer, virou uma espécie assim de porta-voz dos que ainda pensam, sentem, criam, frente ao cinismo político o seu modelito neoliberal que incrementa as prizatizações-roubos (privatarias amorais sem auditoria) e a própria terceirização neoescravista em antros, máfias e quadrilhas que abundam em SP.
O processo de criação de "Zero" durou nove anos, entre 1964 e 1973, justamente um dos períodos mais truculentos do regime militar brasileiro que foi uma tragédia histórica e cujo preço social pagamos até hoje. Ignácio Loyola Brandão disse: "A obra trata das crueldades da ditadura, mas de forma metafórica, literária". Ignácio Loyola Brandão sentiu na pele as agruras da funesta ditadura. Trabalhando no jornal paulista Última Hora, o escritor enfrentou problemas com a censura dentro da redação. "Fui guardando as matérias censuradas, pensando em escrever um romance de amor. Sem querer, estava nascendo o 'Zero'", contou.
A obra surgiu inicialmente como uma série de fragmentos intertextuais sobre uma grande metrópole sob o peso do medo de uma caterva reacionária. Com o Ignácio Loyola Brandão notou que se tratava de um romance, logo deu estrutura ao trabalho de peso e criou um elo de ligação: o casal José e Rosa, que atravessava todas as histórias. "Zero" foi censurado pela ditadura brasileira mas teve sua primeira edição publicada na Itália. "Quando terminei o trabalho, nenhuma editora brasileira ousou publicá-lo. Passei por onze editoras e todas recusaram. Fui ficando angustiado".
Hoje, o escritor colhe o fruto de seu importante trabalho, faz sucesso com merecimento, faz palestras, congressos, debates, com o que embriaga com a sua coragem-lucidez e sua obra maior continua sendo lida e relançada em idiomas, que variam do alemão ao coreano, dando suporte significativo à sua carreira, uma das melhores cabeças pensantes atual. Além de "Zero", o brilhante Ignácio Loyola Brandão também é autor de outras obras de alto nível como "Não Verás País Nenhum", "O Ganhador", "O Anjo do Adeus", "Veia Bailarina e Anônimo Célebre", no seu realismo feroz, segundo o crítico Antonio Cândido.
O menino que vendia palavras na escola primária, agora se regala com o manejo delas, colaborando com jornais brasileiros, escrevendo seus livros, pondo sua veia para bailar prosas de alto nível. Do Zero ao infinito? Pois Inácio tem a cara, a coragem e o talento daqueles que enxergam longe, dão testemunho de seu tempo (e agruras de seu tempo), escrevendo crônicas que ilustram as páginas dos jornais brasileiros, clarificando corações e mentes.
35 Anos de ZERO, um épico neorelista extraordinariamente contemporâneo e atual, moderno e contundente ainda, e que também e por isso mesmo continua a nossa cara, o jeito de nós mesmos, a cara de São Paulo indo pra trás, contra a cara do Brasil saindo do ostracismo em âmbito mundial, os podres poderes que hoje estão na economia e em parte da mídia comprometida com agiotas do capital estrangeiro, para não dizer de Sampa cada vez mais “da força que ergue e destrói coisas belas” (Caetano Veloso), modelito tupiniquim de corrupção generalizada e impunidade tucano-liberal-do-DEMO exportado para o resto do país.
Ubiratan Brasil diz do clássico Romance Zero “A obra é especial para Ignácio de Loyola Brandão(...) Há de fato uma transgressão, mas não apenas no conteúdo como também na forma. É um fantástico jogo intelectual, com a ficção se confundindo com a realidade em meio a colagens de desenhos unidos por frases sem pontuação”.
Mas Sampa, paradoxalmente sobrevive e emerge entre o céu e o inferno, é um afrolatino estágio, ou luso-tupídico caldeirão lítero-cultural que também exporta Ignácio de Loyola Brandão contextualizando prismas letrais dessa louca megalópole que, como diz Tom Zé, “amodeio”.
Zero a Zero? 35 Anos de Nós mesmos é para se comemorar com Zero e com o Ignacio Loyola Brandão que anda mais criativo do que nunca, em alto astral, em paz com a consciência da vida, e deveria ter, isto sim, um congresso lítero-cultural só em homenagem a ele, chamando os nativos pro debate, pro forfé letral de um ZERO que passados trinta e cinco anos ainda é Nota Dez com louvor.
Murilo Mendes dizia que tinha de dar de comer ao poema. Pois Ignacio de Loyola Brandão dá de comer à ficção que escreve com sangue, suor, lágrimas, humor, musica e invencionices letrais de muito bom gosto.
Bebamos a isso!
-0-
Silas Correa Leite, Jornalista Comunitário, Teórico da Educação, Conselheiro em Direitos Humanos – Santa Itararé das Letras-SP
Autor de CAMPO DE TRIGO COM CORVOS, Contos, Editora Design e Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print - Blogue premiado do UOL: www.portas-lapsos.zip.net
E-mail: poesilas@terra.com.br
Artigo: Ser é mais importante do que ter.

Autor: Nelson Tanuma
Vivemos hoje em um mundo extremamente competitivo onde as pessoas buscam desesperadamente e a todo custo, acumular bens materiais, ter corpo perfeito, ter mais tempo, status e poder, e assim, vivemos dentro de um contexto de vida estressante, nascisistica, e insaciável. Muitas vezes nos esquecemos de que, não obstante a fugacidade da vida, o que vem em primeiro lugar é SER, em seguida FAZER, para depois vir a TER. Se você busca tornar-se um profissional e um ser humano melhor, e vem executando seu trabalho com amor e dedicacão, o resultado financeiro positivo será inevitável e uma mera consequência de seus pensamentos e atitudes. Certa vez ouvi uma definição de status que guardei na memória por ter considerado interessante e hilariante, motivo pelo qual transcrevo a seguir: "status é comprar o que você não precisa, com o dinheiro que você não tem, para mostrar para aqueles que você não gosta, aquilo que você não é". Penso que existe uma grande verdade inserida nessa frase. Na medida em que a pessoa amadurece, ela tende é de se preocupar-se menos com a busca pelo status e passa a procurar mais sua auto-realização, entretanto, existem pessoas que não conseguem libertar-se da chamada "Síndrome de Peter Pan"; são aquelas que recusam-se a amadurecer, apesar da idade.
É importante ter saúde sim, e não vale a pena perder a saúde e acumular riquezas, para num futuro breve ter que gastar toda fortuna para tentar reaver a saúde perdida; e não obstante isso ser uma absoluta falta de inteligência, muitas pessoas hoje em dia fazem isso. A vida é uma bela viagem, e importa mais aproveitar bem a viagem do que preocupar-se apenas com o destino final.
É essencial investir na sua estrutura pessoal e profissional, tendo um objetivo em mente que esteja relacionado aos seus valores pessoais, e em seguida, partir para a ação. O importante não é apenas o objetivo em si, mas sim, o que o objetivo faz conosco, como ele nos afeta e mexe com nossas emoções. É isso é que nos dá motivação para acordarmos felizes pela manhã e nos faz sentirmos motivados para mais um dia de vida.
Tenha sonhos grandiosos, trace metas. Se você tem uma direção, faz sentido organizar sua agenda. O importante não é o que acontece conosco, e sim, o significado que damos para aquilo que acontece em nossas vidas. Saiba que o fracasso não existe, o que existe são resultados que consideramos satisfatórios ou não. É importante que estejamos aprendendo a cada instante dentro de nossa organização ou de nosso negócio próprio. Se não estamos aprendendo e crescendo é porque chegou a hora de mudar. Mude voce ou mude-se. Todos sabemos que mudar não é fácil, é tão difícil mudar que pesquisas demonstram que o ser humano tem menos medo da morte do que da mudança. A mudança nos deixa incomodados e ansiosos, justamente porque nos tira da chamada zona da conforto. É preciso renovar-se a cada, dia. A medicina nos ensina que, fisicamente não somos mais a mesma pessoa que fomos há sete anos atrás, já que nesse intervalo de tempo, todas as células do nosso corpo se renovaram. Precisamos nos conscientizar de que tudo mudou, muda e mudará.
É preciso ter criatividade e coragem para mudar, crescer e se desenvolver-se a cada dia. Ser louco é fazer sempre a mesma coisa, da mesma maneira, e querer obter resultado diferente, entretanto diariamente observamos a insanidade comandar a rotina paralisante na vida de muitas pessoas. É preciso estar aberto às mudanças; é preciso desbloquear e dar vazão ao fluxo da vida. Busque um sentido para sua vida e a direção a seguir ficará mais clara e visível para você. Se você tem uma meta, um sonho grandioso, tudo começa a fazer sentido para você, e, e você passa a amar-se a si mesmo cada vez mais.
Administre bem o seu tempo, pois, tempo é um bem insubstituível, enquanto que os bens materiais são substituíveis, e se você não tomar conta da sua vida, certamente alguém irá tomar conta por você. O dia a dia de toda pessoa é bem parecido, o que faz a diferença são os pequenos detalhes.
É bem verdade que o hábito faz o monge. Cuide-se! pois o tempo não para, não volta mais, o dinheiro é algo muito importante quando bem utilizado, entretanto, saiba que dinheiro algum será capaz de nos fazer recuperar o tempo perdido e mal utilizado. Portanto, divirta-se mais, ame mais e perdoe mais a si mesmo e aos outros, e, utilize com sabedoria seu dinheiro e seu tempo!
(Nelson Tanuma é diretor da empresa VITA - Educação Empresarial, especialista pós-graduado em Desenvolvimento do Potencial Humano nas Organizações pela Faculdade de Psicologia da PUC, ministra cursos e palestras pelo CIESP/FIESP, SEBRAE-SP, Fundação Bradesco, UMC, Universidade Corporativa da ACMC e Organizações diversas)
poesia
| NASCI POBRE
Nasci pobre como muita gente, E sempre senti o poder do dinheiro. Ser pobre no Brasil é ser escravo, E a quem diga que neste país não tem cativeiro.
Eu sinto a amargura de ser pobre, E igual a mim sente-se muita gente. Trabalha-se a vida inteira para os outros, E nunca se consegue um salário decente.
Ser pobre é ser escravo, digo mais, É não ter esperança no porvir, E saber-se que sai governo e entra governo, E que infelizmente vamos morrer assim.
Vivaldo Terres. |
sábado, 2 de outubro de 2010
A santa que nunca foi santa
Voto Limpo
Curso de Formação de Maridos
Objetivo pedagógico:
Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência (o cérebro).
São 4 módulos:
Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1 - Aprender a viver sem a mamãe. (2.000 horas)
2 - Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)
3 - Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500 horas)
Módulo 2: Vida a dois
1 - Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)
2 - Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas. (500 horas)
3 - Superar a síndrome do 'o controle remoto é meu'. (550 horas)
4 - Não urinar fora do vaso. (1000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5 - Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)
6 - Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)
7 - Como sobreviver a um resfriado sem agonizar. (450 horas)
Módulo 3: Tempo livre
1 - Passar uma camisa em menos de duas horas. (exercícios práticos)
2 - Tomar a coca-cola sem arrotar, quando se está à mesa. (exercícios práticos)
Módulo 4: Curso de cozinha
1 - Nível 1. (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2 - Nível 2. (avançado) Minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela.
3 - Exercícios práticos Ferver a água antes de por o macarrão.
Cursos Complementares
Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos terão no máximo três alunos.
1 - A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos.
2 - Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade. (práticas em laboratório)
3 - Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela.
4 - O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5 - Como baixar a tampa do vaso passo a passo. (teleconferência)
6 - Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.
7 - Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)
8 - O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa.
9 - A lavadora de roupas: esse grande mistério.
10 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão. (exercícios com musicoterapia)
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
É PELOS FRUTOS QUE SE RECONHECE A ÁRVORE
Por: Nair Lúcia de Britto. A árvore que produz maus frutos não é boa e a árvore que produz bons frutos não é má. Não se colhem figos dos espinheiros, e não se cortam cachos de uva sobre as sarças. O homem de bem faz suas boas ações inspirado nos tesouros do seu coração; e o homem mau pratica suas maldades, levado pelos sentimentos ruins que ele próprio deixou entrar em seu coração. Todos nós devemos ter muita cautela com homens falsos que aparentam a doçura das ovelhas, por fora; mas, por dentro, são lobos ferozes. O que caracteriza uma pessoa do bem são principalmente seus valores morais e suas obras. As boas atitudes devem sempre acompanhar as boas palavras; porque, se suas atitudes não condizem com suas boas palavras, é sinal de falsidade. O orgulho também é um sinal alerta. O homem bom foge desse sentimento porque o orgulho macula tudo que toca. O homem generoso é humilde e modesto; e o orgulhoso é cheio de si... Aqueles que trabalham levando em consideração as leis divinas (as mais justas) serão acima de tudo modestos e humildes. Deus não confia missões importantes senão àqueles mais fortes e que estarão aptos a cumpri-las. O que significa que o mestre deve saber mais do que o aprendiz.. Devemos usar a razão e o bom-senso ao avaliar a sinceridade de suas promessas. Quem é sincero não promete nada que, racionalmente, não seja possível. Ninguém é perfeito; mas os bem-intencionados (seja qual fora a classe social) estão sempre procurando ser, a cada dia, uma pessoa melhor. O trabalho tanto braçal como intelectual é uma necessidade do homem; pois será unicamente através dele que poderemos aprimorar o nosso espírito. Daí porque é imprescindível oferecer oportunidades para que todo homem trabalhe; quando tenham as condições físicas ou psíquicas para isso. Enfim, para o sucesso de um bom administrador é preciso também o bom desempenho de todos aqueles que estão subordinados a ele, sem nenhuma exceção! Tendo sempre como meta a justiça e a igualdade. BOAS ELEIÇÕES! (Texto inspirado no Capítulo XXI do Evangelho segundo o Espiritismo). |
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
"Educação Para Transformação
V SEMANA DA EDUCAÇÃO da Faculdade de Educação da Unicamp
Este ano o tema da Semana da Educação é "Educação Para Transformação" e acontecerá de 4 a 9 de outubro de 2010.
As inscrições (gratuitas) estarão abertas no período de 20/9 a 1/10.
Inscrições: http://cap-unicamp.webnode.com.br/semana2010/
SEGUNDA ? 04/10
9h ? Credenciamento: todos os participantes devem comparecer ao credenciamento para confirmação da sua inscrição, recebimento do kit de materiais e instruções para participação no evento.
LOCAL: Centro Acadêmico de Pedagogia (CAP) ? atrás da cantina da Faculdade de Educação (FE).
14h ? Mesa de abertura: ?Educação Para Transformação?
EMENTA: A sociedade capitalista impõe hoje mais do que nunca sua visão de mundo e empurra cada vez mais nossa sociedade para uma lógica mercadológica onde a dimensão humana é esquecida. Contudo, cabe a nós educadores o papel de pensar a educação como instrumento de transformação da sociedade e dos sujeitos. E é retomando as idéias de Paulo Freire e Maurício Tragtemberg que buscamos subsídios à essa discussão.
Prof. Dr. Roberto Leher (FE ? UFRJ)
Prof. Dr. Carlos Rodrigues Brandão (IFCH ? Unicamp)
Profa. Dra. Doris Acciolly (FE ? USP)
LOCAL: Salão Nobre da FE
19h - Atividade Cultural (programação e local a confirmar)
TERÇA ? 05/10
9h ? Mesa: "Pedagogia do Infinito: caminhos para a educação do Ser integral"
EMENTA: Apresentamos nesta mesa uma educação que considera e trabalha aspectos que vão além das questões materiais. Dessa forma, além de buscar desenvolver o corpo, busca também o pleno desenvolvimento da alma e do espírito, sendo portanto trabalhada a transformação através da espiritualização, independente de religião. Possui uma iniciativa de admitir princípios morais ligados à transcendência do ser, propondo que se busque sair da perspectiva materialista e imediatista, tendo como bandeira a reforma íntima de seus educadores, refletindo assim no desenvolvimento de seus educandos. Trabalhando principalmente no educando a cooperação, a busca pelo autoconhecimento, a verdade e a moral, alimentando ainda o sentimento de empatia (capacidade de se colocar no lugar do outro), esta dimensão constrói um coletivo mais humano, pois o que está no singular se mostrará, também, no plural. Pessoas conscientes e humanas transformarão seu coletivo em consciente e humano. Este é o estandarte da Pedagogia do Infinito. Nesta mesa, a Fundação Bezerra de Meneses mostrará a Pedagogia Integrada e sua forma de atuação na transformação social. A pedagogia Waldorf apresentará um pouco da Antroposofia, filosofia na qual se sutenta, e apontará aspectos essenciais para a educação do ser Integral.
Fundação Bezerra de Menezes
Representante da pedagogia Waldorf
LOCAL: Salão nobre da FE (Prédio Principal)
14h - Oficina de iniciação ao teatro, com Valdirene Rodrigues
Duração: 3h
Número de vagas: 30
LOCAL: sala ED03 (prédio Anexo)
14h ? Oficina de Massoterapia e Relaxamento, com Caroline Florido
Duração: 3h
Número de Vagas: 15
LOCAL: sala LL08 (prédio principal)
14h ? Oficina de Encadernação, com Carolina Tiemi Odashima e Laura Francozo
Nesta oficina os alunos aprenderão a técnica de encadernação com a lombada aberta ("coptic stitch"). Os materiais serão disponibilizados pela organização, com a exceção do tecido para encapar. É necessário que cada aluno traga um pedaço de tecido de aproximadamente 30x40 cm.
Duração: 3 horas
Número de vagas: 10
LOCAL: ED04 (Prédio Anexo)
14h ? Oficina de brinquedos e brincadeiras para bebês e crianças pequenininhas, com Beatriz Ruela
Duração: 3h
Número de Vagas: 30
LOCAL: ED01 (Prédio Anexo)
14h ? FILME * Título à Confirmar
LOCAL: ED02 (prédio anexo)
19h ? Mesa: "A transformação começa desde pequeno: A Educação Infantil em debate"
EMENTA: A LDB de 1996 define a Educação Infantil como primeira etapa da educação Básica, antecedendo o Ensino Fundamental e Médio. As discussões acerca deste nível de ensino foram sempre divididas entre o cuidar e o educar, e continuam sendo; como se pode observar com a proposta do MEC da obrigatoriedade da matrícula das crianças de 4 e 5 anos. E qual é a voz das crianças neste processo? É reconhecido seu direito ao brincar? Existe um diálogo entre os profissionais deste nível de ensino e estas crianças? É partindo destas questões e reconhecendo esta como uma discussão fundamental neste contexto controverso que propomos esta mesa.
Ana Lúcia Goulart de Faria (FE ? UNICAMP)
Maria Carmem Barbosa (UFRGS)
Ligia Aquino (UERJ)
LOCAL: Salão nobre (prédio principal)
QUARTA ? 06/10
9h ? Mesa: ?Arte-educação Como Dimensão da Transformação Social?
EMENTA: Entender que educar é também uma arte implica na necessidade de se vincular o campo das artes ao fazer pedagógico numa perspectiva transformadora. Por isso, o educador deve compreender este potencial das artes e envolvê-lo em sua prática pedagógica, como forma de possibilitar a transformação dos sujeitos. A arte também é uma forma de conhecimento, distinto do conhecimento lógico-conceitual, mas que pode estabelecer com ele relações proveitosas e mais abrangentes em relação à compreensão da vida.
Marcia Strazacappa (FE-UNICAMP)
João Francisco Duarte Jr. (IA-UNICAMP)
Daniel Dobrigkeit Chinellato (Doutorando IA-UNICAMP)
LOCAL: Salão nobre (prédio principal)
14h ? Roda de conversa sobre gênero
LOCAL: ED09 (prédio anexo)
14h ? Roda de conversa sobre cirandas no MST, com o grupo responsável pela ciranda do Assentamento Elizabeth Teixeira em Limeira.
Troca de experiências sobre a prática das Cirandas nos assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.
LOCAL: ED02 (prédio anexo)
14h Roda de Conversa sobre ?Juventude e Violência?, com a Pastoral da Juventude
LOCAL: à confirmar
16h ? Roda de conversa sobre educação ambiental, com Livia Moreira Sena e Janaina Santos
Pensando na Educação Ambiental como um viés fundamental para uma perspectiva transformadora, organizamos essa roda no intuito de trazer esse aspecto importante para nossa Semana.
LOCAL: ED10 (prédio anexo)
19h Apresentação do Coral "Açucenas" - Regência de Ana Salvagni - vencedora do Prêmio da Música Brasileira 2010 - Melhor Disco Regional - com o CD "Alma Cabocla" -www.anasalvagni.com.br - Realização: LABORARTE (Laboratório de Estudos sobre Arte, Corpo e Educação)
LOCAL: Salão Nobre (Prédio Principal)
19:30h ? Mesa: ?O Papel dos Movimentos Sociais na Transformação Social?
EMENTA: Essa mesa pretende colocar em discussão o papel dos movimentos sociais na construção da cidadania e responsabilidade para com a sociedade, assim como destacar a necessidade de se pensar uma nova realidade social.
Claudia Praxedes (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Joseane Búfalo (Oposição Sindicato dos Servidores Municipais de Campinas)
Representante ENECOS (Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social)
LOCAL: Salão nobre (prédio principal)
QUINTA ? 07/10
9h ? Roda de conversa sobre educação libertária, com Aline Bagetti e Laisa Guarienti
LOCAL: ED07 (prédio anexo)
9h ? Roda de conversa sobre educação em Freinet
LOCAL: ED01 (prédio anexo)
9h ? Oficina de quadrinhos
Duração: 3h
Número de Vagas: 30
LOCAL: ED10 (prédio anexo)
9h ? FILME *título a confirmar
LOCAL: ED11 (prédio anexo)
14h ? Mesa: "Educação Para a Diversidade"
EMENTA: Para a transformação social é necessária uma educação que rompa com a educação sexista, trabalhando inclusive o preconceito existente em nossa sociedade. Discutir a diversidade sexual é uma necessidade da sociedade e uma obrigação de todos nós educadores.
Deco (Escola Jovem LGBT)
Carmem Lúcia Soares (FEF/Unicamp)
Representante grupo IDENTIDADE
LOCAL: Salão nobre (prédio principal)
19h ? Oficina "Quem conta um conto aprende um tanto", com Livia Pinheiro
A oficina visa sensibilizar os participantes para a arte de contar histórias e introduzir alguns recursos (internos e externos) utilizados pelo contador.
Duração: 3h
Número de vagas: 25
LOCAL: ED03(prédio anexo)
19h ? Oficina: ?O Ensino de Arte na Educação Especial?, com professora Virginia
Duração: 3h
Número de Vagas: 30
LOCAL: ED07 (prédio anexo)
19h - Oficina ?Vivência em Danças Populares?, com Roberta de Paula Vivência das danças populares: Coco, Ciranda e Samba de roda. A oficina abordará o histórico das danças ( destacando aspectos culturais, sociais e geográficos); vivência dos movimentos básicos característicos dessas manifestações, e também a percepção dos seus respectivos ritmos. Sugerimos que as (os) participantes utilizem roupa confortável, e se possível, levem saia rodada. Breve resumo das danças: O Coco: está presente em vários estados do nordeste brasileiro, e há vários tipos de Coco. Ele é originário do samba e do baiano- herdeiros do batuque africano; uma das hipóteses é que tenha surgido no Quilombo dos Palmares (Alagoas)./ A Ciranda: é um misto de canto e dança, brincadeira e diversão, é dançada por adultos e crianças. A Ciranda, conforme a maioria dos historiadores, é originária de Portugal e começou a ser observada, no Brasil, a partir da zona norte de Pernambuco, sobretudo no município de Goiana-PE , depois espalhou-se por todo o nordeste. / Samba de roda: mistura de música e dança, é variante musical mais primitiva do samba, originário do estado da Bahia, provavelmente no século XIX; estilo musical tradicional afro-brasileiro associado à uma dança, que é acompanhado
por canto e palmas.
Duração: 2h
Número de Vagas:
LOCAL: ED04 (Prédio Anexo)
19h Oficina "Artes: 'algumas' linguagens na Educação Infantil", com Marta Raquel de Araújo Lima Moreira
Duração: 3h
Número de Vagas:
LOCAL: à confirmar
19h ? FILME *título a confirmar
LOCAL: ED14 (prédio anexo)
22h Roda de Samba
LOCAL: No CAP
SEXTA ? 08/10
9h - Oficina de vivências corporais, com Henrique Carioca
Duração: 3h
Número de Vagas: 30
LOCAL: ED03 (prédio anexo)
9h - Oficina de Massoterapia e Relaxamento, com Caroline Florido
Duração: 3h
Número de vagas: 15
LOCAL: LL08 (prédio principal)
9h - CONTINUAÇÃO Oficina de Encadernação, com Carolina Tiemi Odashima e Laura Francozo
LOCAL: ED06 (prédio anexo)
09h - FILME *título a confirmar
LOCAL: ED01 (prédio anexo)
14h ? Tarde Cultural: Exibição e discussão de filmes
LOCAL: Salão nobre (prédio principal)
19h ? Mesa: "Pedagogia para as crianças de 0 a 10 anos: desafio contemporâneo para os direitos à infância"
EMENTA: O ingresso das crianças no Ensino Fundamental têm sido cada vez mais discutido, primeiramente com sua extensão para 9 anos, e atualmente com o projeto de lei 6755/2010, que busca tornar obrigatório a entrada das crianças de 5 anos neste ciclo. Nós educadores devemos debater amplamente o tema para compreender as causalidades destas medidas impostas na aprendizagem destas crianças.
Roberta de Paula (professora rede municipal de Campinas)
Anete Abramowicz (UFSCAR)
Lisete Arelaro ( FE ? USP)
LOCAL: Salão nobre (prédio principal)
22h - Coquetel de Encerramento
LOCAL: no CAP
SÁBADO - 09/10
7h - Saída do ônibus para visita à Escola Nacional Florestan Fernandes (Universidade Popular dos Movimentos Sociais).
Convidamos todos a participar do VI Workshop Produção Escrita e
Psicanálise, que desenvolverá a seguinte temática : Movimentos pelo
escrito: Do medo ao entusiasmo?. Neste ano, discutiremos os diversos
aspectos envolvidos na possível sustentação apaixonada de uma ação
docente.
O evento acontecerá nos dias 21 e 22 de outubro de 2010, no Auditório
da Faculdade de Educação da USP.
As inscrições são gratuitas, e podem ser realizadas acessando-se o
seguinte link:
http://www3.fe.usp.br/secoes/inst/novo/agenda_eventos/inscricoes/01.asp?num=206
Para maiores informações sobre a programação, acessar nosso site:
http://paje.fe.usp.br/~geppep/index.htm
Contamos com a participação de todos!
Atenciosamente,
Suelen Gregatti da Igreja - geppep@usp.br
Comissão Organizadora
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