segunda-feira, 14 de junho de 2010
Memórias do Rádio Esportivo
Aula de Campo
Professores da PUC-Campinas fazem um balanço ambiental de cinco anos de atividades em Cananéia
Uma vez por ano, os alunos da Faculdade de Ciências Biológicas da PUC-Campinas, trocam a sala de aula pela cidade de Cananéia, no litoral sul,
Neste semestre, a "Aula de Campo" foi realizada no mês de maio e todos os alunos do 3º ano foram convidados. Bruna Aparecida Strazza não perdeu a oportunidade e embarcou com a turma. "Achei superinteressante. Na Faculdade temos todos os organismos para estudo, mas mortos. Lá pude vê-los vivos e em seus habitats naturais. Além disso, houve mais integração entre os professores e alunos", contou a estudante. A aluna Danielle Sousa Pereira disse que a atividade superou suas expectativas. "Vivenciar o que estudo, me fez entender melhor a profissão que escolhi", disse.
Antes e depois
A "Aula de Campo" é realizada pelo quinto ano consecutivo, em Cananéia, e tem despertado preocupação com o gerenciamento costeiro, haja vista as mudanças identificadas pelos professores que acompanham a atividade. O professor Jodir Pereira da Silva visita o local, desde 1992, e conta que há uma especulação imobiliária na região. "Naquela época, existiam apenas duas pousadas e um hotel. Hoje, são mais de vinte instalados, além da concentração de condomínios e residências", comentou.
Com o aumento na quantidade de visitantes, também cresce a interferência que eles provocam no ambiente, a começar pela quantidade de lixo espalhado na água e no solo. Segundo a professora Luciane Kern Junqueira, o plástico é o material mais encontrado, principalmente em garrafas. "Essa falta de cuidado com o mangue pode fazer com que os caranguejos, por exemplo, desapareçam e provoquem um desequilíbrio, já que eles estão na base da cadeia alimentar", alertou a professora.
O excesso de turistas também tem provocado o desaparecimento de algumas plantas nativas, como os xaxins e as baunilhas naturais. Elas têm dado lugar à plantas "invasoras", levadas pelos próprios visitantes. "Durante as atividades encontramos grama no lugar de samambaias, que ocupavam a área anos anteriores. Essa substituição de espécies quebra a hegemonia de sucessões ecológicas", revelou a professora Gislei Cristina Gonçalves. Ela também conta que os fungos bioindicadores apontam para uma forte poluição no local. "A cor natural deles é vermelha, mas estão marrons e verdes. Isso significa, por exemplo, o excesso de gás carbônico no ambiente e uma das maneiras de ser emitido é por meio dos veículos que vão até lá", acrescentou a professora.
Apesar da urbanização e de suas consequências, Cananéia reserva grandes espetáculos naturais. O professor Jodir relata que, desde a primeira visita, encontra uma população de golfinhos e nessa última, ainda foi surpreendido. "Pela primeira vez encontramos guarás aves de coloração rosa. Os moradores locais me contaram que eram apenas duas ou três aves e, agora, já são pelo menos vinte", relatou. Esses atrativos naturais seduzem ainda mais os turistas. "Essa região não tem tratamento de esgoto e se o turismo continuar crescendo, o ecossistema poderá sofrer danos irreparáveis. É preciso gestão pública, imediatamente, antes que um problema se instale", advertiu o professor.
Ainda assim, todas as transformações, mudanças e adaptações da biodiversidade de Cananéia contribuem para a formação dos alunos da Faculdade de Ciências Biológicas. A região é considerada pelos professores ideal para estudos multidisciplinares, pois apresenta diferentes tipos de ecossistemas terrestres e aquáticos e deve continuar recebendo os estudantes pelos próximos anos, como uma forma de aproximá-los de uma vivência prática da profissão. "Naquela época (1992), existiam apenas duas pousadas e um hotel. Hoje, são mais de vinte instalados, além da concentração de condomínios e residências", explicou o professor.
Assesoria de comunicação da PUC
Praça da Cachaça reúne principais produtores artesanais na Feira em Brasília
14/06/2010 16:52
Por Lucio Pereira Mello/Assessoria de Comunicação Social MDA/Incra
Engasga-gato, pinga, marvada, água que passarinho não bebe. Os nomes da cachaça mudam em cada região, mas a essência é a mesma: uma bebida bem brasileira que ganha mercado no Brasil e no exterior pela qualidade. Acompanhando esta valorização, a VII Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária - Brasiul Rural Contemporâneo vai oferecer, pela primeira vez em Brasília(DF), a Praça da Cachaça, um espaço exclusivo para amadores, degustadores, representantes e fornecedores que, de acordo com especialistas, é essencialmente artesanal.
Sucesso desde que passou a fazer parte da feira, a Praça da Cachaça reúne os sabores e as variedades da aguardente brasileira, oferecendo um espaço especial aos amadores, degustadores, representantes e fornecedores. Com mais de 15 produtores de todo o Brasil os estandes do espaço com 100m² conta com uma decoração especial para os amigos se reunirem e "prosearem" enquanto "molham a palavra". Para se ter uma ideia da diversidade, estarão representadas as cachaças de estados como o Rio Grande do Sul, Goiás, São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e, obviamente, Minas Gerais.
Além da diversidade regional, os diferentes tipos de cachaças de produção tradicional prometem atender a todos os gostos. Além de "purinhas", das envelhecidas em tonéis de carvalho, de emburana e outras madeiras brasileiras, uma das novidades deste ano são as cachaças com sabor de frutas tropicais. A Praça da Cachaça é o local perfeito para todos os apreciadores da bebida autenticamente brasileira e está ganhando um grupo de apreciadores cada vez mais exigentes
Se beber...
Sempre respeitando a máxima: se beber não dirija; se dirigir, não beba, a organização do Brasil Rural Contemporâneo recomenda moderação. Para os apreciadores que "se empolgarem" ou "passarem um pouquinho do ponto" é recomendável o uso da carona solidária, o transporte público, táxi, ou serviço de transporte gratuito do evento. A cada 15 minutos uma van liga o Terminal Rodoviário do Plano Piloto com a Concha Acústica, inclusive nos horários dos shows. Beba com moderação.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
II Encontro Catarinense de Escritores
A Academia de Letras do Brasil/SC
e a Academia de Letras e Artes de Alfredo Wagner
convidam V. Sª para o II Encontro Catarinense de Escritores de Alfredo Wagner a ser realizado no dia 30 e 31 de julho de 2010. Na ocasião serão empossados os acadêmicos da Academia de Letras e Artes de Alfredo Wagner e diplomados diversos Escritores. Sendo ainda conferido o diploma de \"Amigo da Cultura\" a personalidades municipais, estaduais e nacionais. Contamos com a presença e o decidido apoio de V. Sª. Pedimos entrar em contato com
Mauro Demarchi (48) 32761211 Prefeitura Municipal de Alfredo Wagner/ SC
ou pelo site:
www.familia.demarchi.nom.br/encontrodeescritores.htm
Livro de Poemas Memórias dum Hiperbóreo, de Oleg Almeida

A Portentosa Poética Neohedônica-Tropical de Oleg Almeida, no Diferenciado Livro de Poemas “Memórias dum Hiperbóreo”
“... A ironia é o meu último refugio... ”
Gregório Bacic, in, Olhares Plausíveis
Por todos os Deuses! A poesia de Oleg Almeida tem uma vertente neohedônica-tropical que arrebata. A lira-delirante de um viajoso-peregrino, por terras do além-longe, onde ele se impregna-clarifica de um lirismo-neohedônico que capitula telúrico em terras afro-tupí-davidicas. Será o impossível? Pois é! Hiperbóreo, do título, vem de como os gregos denominavam um povo que segundo eles moravam acima do vento norte. Pois um bielo-russo, o autor, Oleg Almeida comprou o mote e empreendeu viagens feito uma espécie assim muito bem agregada de gregonauta em terras brasilis gerais, tabuleiro-mosaico em que se cantando tudo há.
Memórias-derramas? Devaneios-fugas? Exercícios de libertações? A arte como fuga-tronco? O Parnaso é o lugar que somos-estamos-permanecemos? Que vento varre as hélices da alma quando nos defrontados num descaminho do longe, se não sabemos que lar nos habita e que propriamente lar somos e estamos? Devaneios de sensibilidade. Alimentamo-nos de nossas neuras e as transformamos em versos e pólos rítmicos de versações?
Que Estação Nada é um porto-lei? Remos em ventos: poemas. As aventuras ins/piram versos... Holderlin, o mágico de Hypérion no vestíbulo da prisão em que foi posto e condenado, acusado de loucura, quando exibia o mais alto grau de lucidez: “E no entanto tu brilhas, Sol! Terra sagrada, não cessas de reverdecer, o fluxo das torrentes escorre ainda para o mar, e no calor do meio dia a sombra das folhagens murmura ainda!”. Mares nunca dantes navegados? Por que mares, lares, bares e ares, segue a fluidez louca de Oleg Almeida?. É difícil ancorar um navio no espaço, disse a poeta-suicida Ana Cristina César. Qual é a filosofia vivencial de Oleg Almeida? Aí tem poesia. Ai de tida vida errante!
Poemas-crônicas, poemas-romances, retratos raros, poemas-historiais, poemas quadros cênicos, poemas e a paleta do olhar do criador trans/figurado. Que viagem é dar esqueleto estético a versos que ganham molduras em vidas, cores, tintas e panos, sentidos e consistências, a poética-texto que proseia o mar lusco-fusco entre a poesia propriamente dita e as memórias nem sempre tão doces, mas vertentes verdejantes de um ser como que, enclausurado numa dor lancinante, quando se purga a escrever o derredor delas, antes, depois, e, pior, dentro delas: eis o livro. Para Holderlin, como para os gregos, um Píndaro, por exemplo, a arte é artesania. É o chamado mechané dos poetas antigos que Oleg faz macadames de idéias-poemas, de situações-conflitos-poesia, de narrações-poéticas que criam fundos, ermos, variações, dimensões que a leitura mergulha, bebe, rende harmonia. A poesia é exigência, diz Saint-John Perse. Pois no caso de Oleg Almeida é exigência de contar, narrar, descrever, arrancar, criar-se ainda assim da memória, verter-se, dar o que pensar em seio, berço, eio; e pinturas com magnífico nuance novidadeiro de punho e cunho clássico.
............................................
“Olhai, Senhor, para mim
Com vosso sorriso bondoso e complacente.
Dai-me um pouco de luz olímpica;
Perdoai a vontade insana
De ler o final da historia, antes que seja escrito
DE quebrar, com alarde, a casca de noz sagrada
E comer o miolo
De penetrar o impenetrável”
(in, pg 10, Poema Numeral UM)
Essa é a poética de Oleg Almeida talvez neohedonista. Delirante. Delirante?. Melhor: assustadoramente poética, viajosa, fora do normal – se é que normal quer dizer alguma coisa – sem títulos; numeradas, como páginas de rostos, capítulos de uma mesma epopéia a criar diários, registros, delações, visões, com/figurações. O molusco tirado da concha em bólides e desafios faz-se homem no escreViver... Hiperbóreo...
E trabalha o verso que uni-(verso), o longe, o perto (o dentro), mais, a chaga do tempo, como se quisesse estar onde não está, e quisesse ser o que não pode ser, ou se quisesse escrever-se para refazer-se e incluir naquilo que lhe foi tirado, talvez o vento-tempo: “O tempo nos mata – Não a pauladas(...) mas à sorrelfa/Com rugas, doenças e cartas de despedidas/Pouco a pouco.” O tempo e suas cartas náuticas-poéticas. Navegar/Escrever é preciso, existir não é preciso?
“O azul foi a cor da infância
Do lépido céu que servia de teto(...)
Dos olhos de minha vó
Das histórias por ela contadas(...)
Foi o azul do menino(...)
(pg 21, in Verso V)
Assim é Oleg Almeida. Narrador-contador(cantador) que veste a roupa do que pensa, inventa, sente, e isso dói. Escrever é derrubar paredes? O Poema IX é lindo! Fragmento: “Do dia em que morreste, meu velho(...)/De capa branca, imaculada, e de sandálias pretas/Que nunca usarás em vida/Tu foste embora/Seguindo o caminho que todos os homens igualaria nos seus direitos/O da eternidade.” (pg. 39). Alexandre Dumas, em suas Memórias, dizia que era um menino entendiado, entendiado até as lágrimas. Quando sua mãe o encontrava assim, chorando de tédio, perguntava-lhe: -E por que é que Dumas está chorando? Então o menino de seis anos respondia: -Dumas está chorando porque tem lágrimas.
Os poemas hiperbóreos são as lágrimas hedônicas-tropicais de Oleg Almeida em peregrinação pelo mundo que re-descobre a cada ver-se? Ei-lo exatamente nu e lacrimal in versus: “Cheguei e, no meio do desespero/Vi todas as coisas, que conhecia desde o berço, ilesas/As flores a recamarem o teu sepulcro eram bonitas/O vinho tomado para coibir os prantos, gostoso/A lua recém-nascida, amarela/Mas tu não vivias/Ou tinhas entrado, talvez, nessas coisas/E nelas te radicarás/Virarás crepúsculos, raios e sons/Integrarás a natureza/Em cujas feições delicadas, daí para a frente/As tuas se encarnariam.” Bravo! Quadro cênico de pura poesia, a mortalha cênica de um olhar sensível-dor. As perdas (as ausências) alimentam sensibilidades lírico-meditativas que soçobram entre rumos, remos, resmas, iras e criações desta ordem. Que pátria é a infância? Que poesia é nossa cara-pátria? As caras e as coragens (e as fugas-devaneios) do mundo:
“O mundo de hoje não se parece com nada(...)
Aliás, eu também nada tenho de grego
Tirante meu hedonismo mal-sucedido
E as questões
Quem sou eu? Donde venho? Aonde vou?!
(pg. 67 Verso XV)
........................................................................
Ítalo Calvino dizia: “Entre os valores que gostaria que fossem transferidos para o próximo milênio está principalmente este: o de uma literatura que tome para si o gosto da ordem intelectual e da exatidão, a inteligência da poesia juntamente com a da ciência e da filosofia(...).” Oleg Almeida é um caótico itinerante? Já o dramaturgo e poeta Antonio Miranda diz que toda poesia é impura (...) e instaura-se no caos do qual não pretende se libertar... E sobre o escritor Oleg Almeida, o literato Antonio Miranda se manifesta verdadeiramente profético-poético: “Surpreendente o domínio da língua portuguesa por um poeta eslavo! Degusta as palavras e os sentidos em poesia que lida com a prosa, de forma direta, confessional, sutil mas, ao mesmo tempo, incisiva. Aposto no talento dele.”
Feito um Homero querendo voltar para casa, Oleg Almeida procura o que se pode chamar de seu – entre sangue, suor e criação - de casa (o que se pode chamar de lar?); lar, lugar, estar, ser, origem, raiz, talvez despertencimento - ele mesmo a sua própria casa-lugar/ser, o próprio caminhar (fazer a casa), assim luz e lágrima – e verso. Zeus ajuda quem cedo se aventura? O tempo o que é? Tempo-palhaço (até no circo das idéias poéticas), ladrão de mulher, ladrão de nós mesmos, acima dos ventos, das peregrinações ilusórias, dos ícaros, quando o próprio farol de Alexandria pode ser apenas um ponto de exclamação acima das nuvens-ventos, indicando idas e vidas como lugares nenhuns, o ser feito vinagre na peregrinação como alma-andaluz. O lar divino é aquele em que nos deixamos; lastro e rastro, estrelas e trilhas, ilhas e edições de. Vinho, chocolate, recordação, prazer, status paradisíaco de ser-estar-permanecer-continuar!. Carpe Diem. E Poesia, claro, porque Oleg Almeida, filosófico e lingüístico, feito um novo Odisseu pós-moderno (e pós tudo?) faz a sua própria diferença: aventurar-se. Eis o repertório no verbo VIVER se encantando no umbral de novas ilíadas vivenciais e parnasos boêmios consagrados a Orfeu. Colocando poemas-viagens no poetar as buscas de si mesmo, hiperbóreo. Escrever é compor a solidão de poesia/Para ter companhia? Ah a dura viagem de existir! Não somos todos Ulisses?
-0-
Silas Correa Leite – Escritor, Membro da UBE-União Brasileira de Escritores, Teórico da Educação, Jornalista Comunitário, Conselheiro em Direitos Humanos
Autor de Porta-Lapsos, Poemas, e Campo de Trigo Com Corvos, Contos, a venda no site www.livrariacultura.com.br
E-mail: poesilas@terra.com.br
Blogue: www.portas-lapsos.zip.net
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Lágrimas de Luz, Poema de Silas Correa Leite
domingo, 6 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Lula quer que federações de esportes apresentem metas para a área até 2014
Yara Aquino
Repórter da Agência Brasil
Brasília O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje (4) ao ministro do Esporte, Orlando Silva, que cobre dos presidentes de federações de esportes a apresentação de planos de metas com ações previstas até 2014. Com metas definidas, o presidente lembrou que será mais fácil fiscalizar a aplicação dos recursos. "Porque todo dinheiro a gente tem que colocar com base num plano de metas a ser perseguido por eles [dirigentes de federações] e fiscalizado por todos nós", disse Lula, ao participar da 3ª Conferência Nacional do Esporte.
Lula também falou sobre a necessidade de convencer prefeitos e governadores da importância de garantir espaços públicos para a prática de esportes. "Nós precisamos convencer os quase 6 mil prefeitos desse país a acreditar que o esporte é um das possibilidades que temos de encaminhar corretamente a juventude brasileira. Os espaços públicos para práticas de esportes são quase inexistentes".
Aos participantes da conferência, Lula relatou a emoção vivida na cerimônia em que o Brasil foi escolhido para sediar as Olimpíadas de 2016 e disse que o evento será uma prova de fogo para o país. "Quando chegar as Olimpíadas, nossa cara vai aparecer do jeito que nós somos. Se trabalharmos corretamente, vamos sair na foto com uma cara bonita, se ficarmos esperando que a natureza dê conta das coisas, vamos ficar com uma cara feia".
A meta da 3ª Conferência Nacional do Esporte, que começou ontem (3) e vai até domingo (6), é discutir e aprovar um plano decenal com ações para consolidar o esporte e o lazer como política de Estado. O tema do plano é 10 Pontos em 10 Anos para Projetar o Brasil entre os 10 Mais. Os fundamentos para elaborar o documento foram discutidos em conferências municipais e estaduais de acordo com dez linhas estratégicas tais como: financiamento do esporte, infraestrutura esportiva, formação e valorização profissional e esporte de alto rendimento.
Edição: Lana Cristina
Programa Caixa de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro - Biênio 2011/2012
NOTA DA CAIXA
A Caixa Econômica Federal informa que estão abertas as inscrições para o Programa Caixa de Apoio ao Patrimônio Cultural Brasileiro – Biênio 2011/2012. O programa tem por objeto a seleção para patrocínio de projetos que visem assegurar a acessibilidade e a preservação do patrimônio cultural brasileiro.
As inscrições serão recebidas até 30 de julho de 2010 via internet, por meio do site www.caixacultural.com.br/editais.
02/06/2010
Assessoria de Imprensa
Caixa Econômica Federal
(61) 3206-9895
www.caixa.gov.br/caixacultural
CORPUS CHRISTI
| Corpus Christi
Todos os anos, na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, comemora-se o dia de Corpus Christi; expressão latina que significa o Corpo de Cristo.
Segundo pesquisa, esta data é celebrada desde meados do ano de 1270, relembrando a Última Ceia, quando Jesus, à mesa, disse aos seus apóstolos: "Este é meu corpo... este é meu sangue. Fazei isto em memória de mim", e comeu o pão e bebeu o vinho, compartilhando-os com eles.
Brasil e Portugal festejam a Santa Eucaristia, que é também o momento mais importante da missa, com tapetes coloridos, de motivos religiosos nos desenhos, e que ornamentam as ruas por onde passa a procissão.
Em São Paulo, na cidade de Porto Ferreira, a festa é compartilhada com as três paróquias da cidade; só que em vez de usar serragem para os enfeites (como fazem a maiorias das cidades), este município usa de sabedoria e de bom senso, enfeitando as ruas com alimentos doados pelo povo e que, depois de ornamentar as ruas, são destinados às pessoas que realmente precisam e que são assistidas por pastorais; como a Pastoral da Criança e a Pastoral da Saúde. Esta iniciativa inteligente começou em 2008.
Minha opinião é que todos os brasileiros deveriam seguir o exemplo de Porto Ferreira, eliminando o tradicional uso da serragem para formar os tapetes, devido os danos que o pó da serragem pode causar à saúde; o trabalho desnecessário da Prefeitura para efetuar a árdua limpeza (quando tanto já há por fazer); e o desgaste inútil de seus funcionários.
Segundo pesquisa, o pó da serragem está entre outros tipos de poeira que contém substâncias nocivas à saúde e que penetram no nosso organismo com facilidade e, além de tudo, prejudica o meio-ambiente.
A poeira é um grande inimigo da saúde por conter bactérias, fungos, tabacos. O pulmão é o órgão responsável para filtrar essas substâncias a fim de que elas não entrem no nosso organismo. Entretanto o trabalho do pulmão é bastante limitado e quando essas substâncias invadem o nosso corpo podem causar asma, bronquite, alergias, câncer de pulmão e pneumoconioses ocupacionais. Estas provocam a inflamação do pulmão; substituição do tecido normal do qual o órgão é constituído por um tecido fibroso; que, por sua vez, endurece o órgão. Quando o problema evolui ao máximo o pulmão pára de funcionar.
Em Portugal os festejos em comemoração a Corpus Christi são um pouco diferentes. Antigamente festejava-se com danças, brincadeiras, ao som de gaitas de fole e outros instrumentos musicais. Atualmente faz-se procissões pela manhã e à tarde; e, ao meio-dia, uma missa. A expressão máxima das festividades acontece em Braga, Porto e Lisboa.
Também é tradição em Braga, o comparecimento em massa de todos os escuteiros do Corpo Nacional de Escutas (Escutismo Católico Português), que se formou em 1923.
O que é Escutismo?, eu também não sabia... Vejam que interessante! "O Escutismo é um movimento cuja finalidade é educar a próxima geração como cidadãos úteis e de vistas largas. A nossa intenção é formar homens e mulheres que saibam decidir por si próprios, possuidores de três dons fundamentais: Saúde, Felicidade e Espírito de Serviço."
Os princípios do Movimento Escutista são: dever para com Deus, lealdade aos princípios espirituais; dever para com os outros; lealdade para com seu país; dever para consigo mesmo; responsabilidade pelo seu próprio desenvolvimento.
"Isto é ser escuteiro!" Eu acrescentaria: este é um bom exemplo!
NAIR LÚCIA DE BRITTO Jornalista
Fonte de Pesquisa: Wikipédia, Portal Unimeds e Agrupamento 643 cne (www.cne643.blogspot.com). |
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Seja Vendedor
Mas como muitos já perceberam, goste ou não, todos somos vendedores. Para conquistar aliados precisamos vender nosso peixe, inspirar confiança e literalmente efetivar a venda.
Vamos ver como algumas técnicas de venda podem ajudar a sua carreira independente da sua área de atuação.
Conheça seu cliente. Todo vendedor que se preze conhece o seu cliente. Na hora do trabalho esqueça um pouco o lado da amizade e pense em seu próximo como um cliente que precisa ser bem atendido. Procure ter certeza e de forma clara o que o seu cliente interno necessita. Use e abuse da comunicação, levante da cadeira e vá conhecer a realidade do seu cliente. Faça com que todos de sua equipe tenham a mesma mentalidade e transforme o seu setor em um fornecedor de primeira linha.
Pesquise o seu cliente. Uma experiência muito válida seja ela individual ou em equipe é ir perguntar ao cliente o que ele espera ou do que precisa. Conheça os prazos do cliente, para quem ele está fornecendo, enfim, procure ter uma visão do todo. É uma rede e quanto mais você conhecer sobre ela melhor. Sugiro que você crie na sua empresa a Semana do Cliente. Uma semana onde todos possam visitar e conhecer um pouco mais sobre o trabalho alheio. Será ainda melhor se puderem conhecer o cliente externo também.
Faça o pós-vendas. Na basta entregar, tem de se certificar se ficou a contento. Tenha o hábito de após a entrega do trabalho ou produto perguntar se está tudo bem ou o que pode ser melhorado. Dê um show no atendimento e deixe claro que o seu cliente pode sempre contar com você.
Faça parte da solução e não do problema. Não complique as coisas e seja maleável. Aprenda a negociar e a ceder também, não fique o tempo todo querendo implementar somente a sua ideia. Dê sugestões de melhoria e seja ativo no processo. Integre sua equipe com a do seu cliente, faça com que todos se conheçam melhor, inclusive com atividades de integração e lazer. Quando as pessoas se conhecem tudo fica mais fácil e aquele chopinho de sexta-feira faz milagres na solução de problemas.
Surpreenda o cliente e tenha entusiasmo. Dê ao seu cliente o que ele não espera. Não faça somente o básico. Pense em como aprimorar o trabalho, ajudar de forma efetiva. Demonstre entusiasmo por estar participando desse projeto ou por estar ajudando. Mostre que você se importa e seja o maior exemplo. O entusiasmo é altamente contagiante é vai fazer com que todos de sua equipe tenham a mesma visão. Evite rixas ou briguinhas tolas com o cliente. Caso não dê para atender diga a razão de forma clara e mostre a ele os seus problemas para não fazer determinada tarefa. Aprender a dizer não é uma forma de ser honesto com o próximo.
O cliente existe para todos. Sempre fornecemos algo para alguém e a empresa moderna é aquela que tem o foco no cliente e do cliente. Este processo tem e começar de dentro para fora da empresa. Faça a sua parte. Você vai ver que logo, logo será um expert em vendas
Paulo Araújo
Conteúdo, interação e bom humor em suas palestras!
Conheça seus livros, artigos, palestras e clientes no site www.pauloaraujo.com.br
Entre em contato e peça uma proposta de palestra pelo telefone (41) 3267 6761 - Curitiba - PR ou pelo e-mail contato@pauloaraujo.com.br
Seja Vendedor
Mas como muitos já perceberam, goste ou não, todos somos vendedores. Para conquistar aliados precisamos vender nosso peixe, inspirar confiança e literalmente efetivar a venda.
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Pesquise o seu cliente. Uma experiência muito válida seja ela individual ou em equipe é ir perguntar ao cliente o que ele espera ou do que precisa. Conheça os prazos do cliente, para quem ele está fornecendo, enfim, procure ter uma visão do todo. É uma rede e quanto mais você conhecer sobre ela melhor. Sugiro que você crie na sua empresa a Semana do Cliente. Uma semana onde todos possam visitar e conhecer um pouco mais sobre o trabalho alheio. Será ainda melhor se puderem conhecer o cliente externo também.
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Faça parte da solução e não do problema. Não complique as coisas e seja maleável. Aprenda a negociar e a ceder também, não fique o tempo todo querendo implementar somente a sua ideia. Dê sugestões de melhoria e seja ativo no processo. Integre sua equipe com a do seu cliente, faça com que todos se conheçam melhor, inclusive com atividades de integração e lazer. Quando as pessoas se conhecem tudo fica mais fácil e aquele chopinho de sexta-feira faz milagres na solução de problemas.
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O cliente existe para todos. Sempre fornecemos algo para alguém e a empresa moderna é aquela que tem o foco no cliente e do cliente. Este processo tem e começar de dentro para fora da empresa. Faça a sua parte. Você vai ver que logo, logo será um expert em vendas
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terça-feira, 1 de junho de 2010
Triste, não mais me encontrarei com você
Pedro Coimbra
segunda-feira, 31 de maio de 2010
EU ESCREVO - Prosa Poética Silas Correa Leite

Eu escrevo o meu mundo particular, talvez para tentar apagar o mundo que me deram, que recebi ao nascer, pois se nascer fosse bom a gente não chorava ao sair do Planeta Barriga de Mãe.Talvez escrever seja a minha maneira de tentar refazer o mundo com o qual eu sonho, com um espírito comunitário – sentir a dor do outro – pincelado de algum surrealismo. Para assim de alguma forma fugir da triste vida como ele é; dando também algum toque de realismo fantástico para, no meu estágio telúrico - o qual como um pobre lobo de estepe fui condenado a pagar a dura pena de existencialização – e finalmente então eu possa sentir o transcendental; o “mim” além de mim, acreditando numa outra dimensão superior, muito além do vale da sombra da morte, e nesse sonhado lugar - em que a morte matará a morte - possamos então realmente sobreviver muito melhor do que entre os meros humanos” Silas Correa Leite –E-mail: poesilas@terra.com.br – www.portas-lapsos.zip.net
Especial, direto de Dublin - Na rua, Irlandeses condenam ataque de Israel
terça-feira, 25 de maio de 2010
EdUFSCar lança livro para compreender a importância da troca de conhecimento para educação
O livro "Educação e Alteridade" tem como objetivo fomentar o debate a partir de diferentes enfoques teóricos e pesquisas sobre a relação educação e alteridade, de caráter interdisciplinar. O conjunto de capítulos sobre o tema pontua o papel do outro nos processos educativos a partir dos seguintes eixos: Discussões teóricas sobre a relação educação e alteridade e Pesquisas empíricas envolvendo a contribuição do outro no processo educativo.
Entre os artigos, o livro conta com o "Tolerância e respeito à alteridade em uma educação democrática", do professor Celso de Moraes Pinheiro, da UFPR. O artigo aponta que se a educação pretende o desenvolvimento do espírito cidadão e democrático torna-se imprescindível uma formação que insira a tolerância como fundamental no processo de educação. Assim, o autor entende que o reconhecimento do pluralismo representa o início da ideia de tolerância, que vai além do respeito a leis e regras.
O "Educação e Alteridade" já está disponível para venda na Livraria da EdUFSCar, localizada na área Norte do campus São Carlos e também pela Internet, em www.editora.ufscar.br. Outras informações pelo telefone (16) 3351-8962.
Terreiro de Breque, sábado, na Lapa (grátis)
Serviço
Vaca Atolada, a Embaixada Carioca
Endereço: Rua Gomes Freire, 533 - Lapa, Centro, Rio de Janeiro
(na quadra entre a Rua do Rezende e a Rua da Relação)
Data: 29/5 (sábado), 20h
Entrada Franca
Terreiro de Breque
O Terreiro de Breque é uma confraria de boêmios inveterados, reunidos para tocar e cantar o samba, especialmente em seus matizes menos explorados, como o samba de terreiro, o samba-de-breque e o sincopado. No repertório, sambas inéditos, muito lado B dos compositores mais famosos e músicas de autores menos conhecidos e também de componentes do grupo, com espaço também para marchinhas e maxixes.
Vaca Atolada
Cerveja gelada, petiscos deliciosos e o clima de quem conhece os ensaios, as rodas e os desfiles da Sociedade Carnavalesca Embaixadores da Folia, o bloco de maior fôlego do carnaval carioca. Esta é a cara do bar Vaca Atolada, a Embaixada Carioca. Ao contrário de diversas casas noturnas da "nova Lapa", o lugar faz juz ao título de autêntico botequim, sem frescuras e também sem a "simplicidade de boutique" da qual foge o verdadeiro frequentador de botecos.
domingo, 23 de maio de 2010
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
CÃO LABRADOR PARA ADOÇÂO
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ICL defende aprovação urgente do PL 1482 para endurecer combate ao roubo de combustíveis em dutos
O Instituto Combustível Legal (ICL) defende a aprovação urgente do PL 1482, proposta que busca dar uma resposta mais firme e proporcio...
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