quarta-feira, 4 de março de 2020

Lições de História IV

Margarete
Hülsendeger   […] eran los seres humanos los que creaban las
condiciones en las que la vida seguía su curso. Y los seres humanos
parecían marcados por el destino de atropellarse unos a otros, hacerse
difícil la existencia, matarse[1]. Gioconda Belli[2]   Em entrevista
dada ao jornal El País[3], em novembro de 2018, o […]

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

O RH engajado na sustentabilidade do negócio

por Ricardo Voltolini, diretor de Sustentabilidade da ABRH-Brasil

Ricardo Voltolini
Quando o assunto é sustentabilidade, o profissional de RH deve ficar no banco de trás ou passar para o da frente, como copiloto, junto da alta direção?  A experiência tem mostrado que, na verdade, embora ele siga, na maioria das empresas, no posto de mero observador ou executor de ações pontuais, essa situação começa a mudar.
E a mudança, ainda que lenta, tem a ver com a migração dos temas de sustentabilidade de uma agenda acessória repleta de boas intenções para outra mais central na gestão dos negócios, orientada ou por uma visão de gestão de riscos ou de oportunidade. Cresce, por tabela, a consciência, de que equilibrar em importância as dimensões social e ambiental com a econômica exigirá, sobretudo, uma revolução de mindset. E de que não se operará nenhuma mudança na construção de um modelo mais sustentável de negócios sem colaboradores seguros, felizes, e participativos; sem respeito à diversidade, ética e transparência, sem ambiente propício à circulação de ideias e políticas de valorização, edição dos talentos humanos.

Se sustentabilidade é, como se defende mais modernamente, um jeito novo de pensar e fazer negócios, com ética, transparência, responsabilidade, respeito ao outro, cuidado com o meio ambiente e geração de valor compartilhado para todos os stakeholders, sua inserção na gestão dos negócios excede o âmbito dos projetos esporádicos, demandando transformações mais profundas em valores e cultura. Como operá-las, portanto, sem gente engajada, sem o envolvimento estratégico da área responsável por gente numa organização?

Um RH empoderado será especialmente útil na solução de alguns desafios importantes, a começar pelo mais importante deles: inserir o conceito e seus temas na estratégia, influenciando visão, missão e as metas de cada colaborador, e, por consequência, o modelo de negócio. Isso só ocorrerá se os temas socioambientais se transformarem em pauta no processo de planejamento estratégico; se o RH for capaz de estabelecer com a alta direção pontos de convergência e alinhamento, argumentando em favor dos benefícios concretos da sustentabilidade. Nesse esforço, a área deve se orientar por quatro questões: (1) Como os valores de sustentabilidade podem inspirar futuros líderes? (2) O que a empresa ganha ao incentivar o desempenho associado com sustentabilidade? (3) Quais as medidas e indicadores mais adequados para endereçar o sucesso de indivíduos e equipes que contribuem com sustentabilidade?  (4) Como encorajar os gestores a incorporarem desafios socioambientais em seus scorecards?

Para criar um ambiente organizacional receptivo à sustentabilidade, o RH deve integrar o conceito a um plano de incentivos, identificar/valorizar os intra-empreendedores do tema e recompensar os colaboradores, por meio de remuneração variável baseada em resultados focados no triple bottom line e não mais apenas no bottom line. É seu papel igualmente assegurar o necessário desenvolvimento de competências (conhecimento, habilidades e atitudes) para a sustentabilidade, lançando mão de programas de educação corporativa, ações on the job e iniciativas estruturadas de desenvolvimento de valores e de autodesenvolvimento. Assim como também lhe cabe atrair e contratar jovens profissionais identificados com os valores da companhia e interessados nas chamadas “carreiras de impacto”, à procura de oportunidades de fazer contribuições positivas para o mundo por meio do seu trabalho.

O RH engajado na sustentabilidade do negócio

por Ricardo Voltolini, diretor de Sustentabilidade da ABRH-Brasil

Ricardo Voltolini
Quando o assunto é sustentabilidade, o profissional de RH deve ficar no banco de trás ou passar para o da frente, como copiloto, junto da alta direção?  A experiência tem mostrado que, na verdade, embora ele siga, na maioria das empresas, no posto de mero observador ou executor de ações pontuais, essa situação começa a mudar.
E a mudança, ainda que lenta, tem a ver com a migração dos temas de sustentabilidade de uma agenda acessória repleta de boas intenções para outra mais central na gestão dos negócios, orientada ou por uma visão de gestão de riscos ou de oportunidade. Cresce, por tabela, a consciência, de que equilibrar em importância as dimensões social e ambiental com a econômica exigirá, sobretudo, uma revolução de mindset. E de que não se operará nenhuma mudança na construção de um modelo mais sustentável de negócios sem colaboradores seguros, felizes, e participativos; sem respeito à diversidade, ética e transparência, sem ambiente propício à circulação de ideias e políticas de valorização, edição dos talentos humanos.

Se sustentabilidade é, como se defende mais modernamente, um jeito novo de pensar e fazer negócios, com ética, transparência, responsabilidade, respeito ao outro, cuidado com o meio ambiente e geração de valor compartilhado para todos os stakeholders, sua inserção na gestão dos negócios excede o âmbito dos projetos esporádicos, demandando transformações mais profundas em valores e cultura. Como operá-las, portanto, sem gente engajada, sem o envolvimento estratégico da área responsável por gente numa organização?

Um RH empoderado será especialmente útil na solução de alguns desafios importantes, a começar pelo mais importante deles: inserir o conceito e seus temas na estratégia, influenciando visão, missão e as metas de cada colaborador, e, por consequência, o modelo de negócio. Isso só ocorrerá se os temas socioambientais se transformarem em pauta no processo de planejamento estratégico; se o RH for capaz de estabelecer com a alta direção pontos de convergência e alinhamento, argumentando em favor dos benefícios concretos da sustentabilidade. Nesse esforço, a área deve se orientar por quatro questões: (1) Como os valores de sustentabilidade podem inspirar futuros líderes? (2) O que a empresa ganha ao incentivar o desempenho associado com sustentabilidade? (3) Quais as medidas e indicadores mais adequados para endereçar o sucesso de indivíduos e equipes que contribuem com sustentabilidade?  (4) Como encorajar os gestores a incorporarem desafios socioambientais em seus scorecards?

Para criar um ambiente organizacional receptivo à sustentabilidade, o RH deve integrar o conceito a um plano de incentivos, identificar/valorizar os intra-empreendedores do tema e recompensar os colaboradores, por meio de remuneração variável baseada em resultados focados no triple bottom line e não mais apenas no bottom line. É seu papel igualmente assegurar o necessário desenvolvimento de competências (conhecimento, habilidades e atitudes) para a sustentabilidade, lançando mão de programas de educação corporativa, ações on the job e iniciativas estruturadas de desenvolvimento de valores e de autodesenvolvimento. Assim como também lhe cabe atrair e contratar jovens profissionais identificados com os valores da companhia e interessados nas chamadas “carreiras de impacto”, à procura de oportunidades de fazer contribuições positivas para o mundo por meio do seu trabalho.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Clube da esquina




https://soundcloud.com/user-992543720/entrevista-com-emerson-ike-coan


Lições de História III


Segundo a revista El País[1], o livro Sapiens: uma breve história da humanidade[2] foi traduzido, até o momento, para 45 idiomas, tornando o historiador israelense Yuval Noah Harari, uma espécie de pop star da contemporaneidade. A leitura de seus livros foi recomendada por personalidades como Bill Gates, Mark Zuckerberg e Barack Obama, e líderes políticos como Angela Merkel e Emmanuel Macron. A inspiração para escrever esse livro surgiu, conforme entrevista dada a El País, de um “curso introdutório sobre história mundial que ofereceu porque seus colegas mais veteranos não aceitaram a incumbência”
http://www.partes.com.br/2020/02/03/licoes-de-historia-iii/

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

O Transtorno do Espectro Autista e a Utilização de Aplicativos para Dispositivos Móveis como Ferramenta Educacional



Neuma das Mercês Pereira*
Niltom Vieira Júnior**
Resumo:
Crianças com TEA apresentam dificuldades na aprendizagem e no
desenvolvimento cognitivo, e as ferramentas tecnológicas podem ser
inseridas e utilizadas como facilitadoras desse desenvolvimento. Assim,
este trabalho realizou a análise de quatro aplicativos, “Jade Autism”,
“MITA”, “Autastico” e “SpeeCH” caracterizando a metodologia abordada, o
funcionamento e as possibilidades de uso, e também a avaliação dos
professores quanto à inclusão de alunos com TEA.
Palavras-Chave: Transtorno do Espectro Autista, Aplicativos, Dispositivos Móveis, Inclusão.

Abstract: Children with
ASD have difficulties in learning and cognitive development, and
technological tools can be inserted and used to facilitate this
development. Thus, this work realized the analysis of four applications,
“Jade Autism”, “MITA”, “Autastico” and “SpeeCH” featuring the
approached methodology, the functioning and the possibilities of use,
and also the teachers’ evaluation regarding the inclusion of students
with ASD.
Keywords: Autistic Spectrum Disorder, Applications, Mobile devices, Inclusion.


Revista Partes – A sua revista virtual – ISSN 1678-8419 P@rtes (São Paulo)

Governo Federal apresenta resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica

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