domingo, 28 de novembro de 2010

22 DE NOVEMBRO: A REVOLTA DA CHIBATA COMPLETA 100 ANOS


No mês da Consciência Negra, comemora-se o centenário da Revolta da Chibata, que teve como líder o marinheiro João Cândido Felisberto. O objetivo do levante foi atingido, mas a anistia da Marinha, que prendeu e perseguiu o "Almirante Negro", só veio 39 anos após a sua morte, em 2008.
De frente para as águas da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, de costas para o antigo entreposto de pesca que lhe garantiu o sustento até o fim da vida, depois da Revolta da Chibata, em 22 de novembro de 1910, João Cândido Felisberto não tem mais apenas as pedras pisadas do cais como monumento — como registra a letra de "Mestre sala dos mares", de João Bosco e Aldir Blanc. A homenagem ao "Almirante Negro", como ficou conhecido João Cândido está ali na Praça Quinze para lembrar que a luta por melhores condições de trabalho e pelo fim dos castigos físicos na Marinha não foi em vão. O objetivo do levante foi atingido, mas a anistia da Marinha, que prendeu e perseguiu o "Almirante Negro", só veio 39 anos após a sua morte, em 2008. A reparação, porém, foi incompleta. No ano do centenário da Revolta da Chibata, João Cândido e os outros revoltosos continuam sem as devidas promoções e seus familiares sem receber indenização.

No livro João Cândido, da Selo Negro Edições, o jornalista Fernando Granato resgata a história desse líder negro que se tornou o símbolo da luta contra a opressão no Brasil. Resultado de dois anos de pesquisa - nos arquivos da Marinha e da Biblioteca Nacional e em entrevistas com familiares de João Cândido -, o livro pretende iluminar um período pouco conhecido da sua história: a fase que vai de sua absolvição até a sua morte, no Rio de Janeiro, em 1969, aos 89 anos. "A fama de ‘perigoso’ não reflete suas convicções políticas, muito menos encontra respaldo na vida que passa a levar após o fim da revolta", afirma o autor. Uma época marcada, segundo ele, pela perseguição política, pela penúria e pelas tragédias pessoais. "De marinheiro a trabalhador braçal, recluso e doente, tem a polícia vigilante até mesmo em seu enterro", complementa.

Inédito em sua abordagem, o livro traz, em cinco capítulos, a trajetória de João Cândido desde a infância, em Rio Pardo, no interior do Rio Grande do Sul. Filho de ex-escravizados, ele deixa cedo a vida na fazenda e alista-se na Marinha. Ali, ganha experiência viajando pelo Brasil e pelo mundo. Com bom trânsito entre os oficiais e admirado pelos companheiros, o jovem acaba liderando uma das mais importantes rebeliões populares do Brasil.

No capítulo "A Revolta da Chibata", por exemplo, o jornalista conta, com detalhes, como aconteceu o movimento deflagrado pelos marinheiros contra os maus-tratos, que paralisou o coração do Brasil por quatro dias e custou a vida de dezenas de pessoas, entre civis e militares. Ele explica que a punição pela chibata era um hábito herdado da Marinha portuguesa. Os castigos tinham a função de educar na marra os supostos maus elementos que compunham os quadros inferiores.

Traídos, presos e torturados, os revoltosos foram expulsos da Marinha. A biografia mostra também os duros tempos para os marujos que participaram da revolta. "A anistia não durou dois dias. A imprensa noticiou rumores de um golpe contra os marujos", conta o autor. João Cândido é um dos que mais sofreram perseguições, vindo a morrer muito pobre e doente. "A sua prisão na Ilha das Cobras, por um lado, é marcada por atrocidades e barbaridades. Por outro, em uma ironia do destino, salva-lhe a vida", revela o jornalista. Ele explica que João Cândido deveria embarcar na chamada "viagem da morte" rumo ao norte do país. "Pela notoriedade que ganhara durante a revolta, no entanto, o governo tem medo e resolve deixá-lo preso na masmorra", complementa.

A biografia aborda ainda as dificuldades enfrentadas por João Cândido depois da prisão e seus últimos anos de vida. Mostra os problemas financeiros pelos quais passou, em função da perseguição que sofreu ao longo da vida por parte da Marinha; o seu envolvimento no cenário político do país e a filiação ao integralismo de Plínio Salgado, na década de 1930; a dura rotina de trabalho descarregando peixe durante a noite e de madrugada, no entreposto da Praça XV, no Rio de Janeiro; as perdas trágicas da mulher e da filha e as recaídas constantes da tuberculose. O enterro do "Almirante Negro", em pleno regime militar, vigiado pela polícia, e a luta dos compositores João Bosco e Aldir Blanc pela liberação da canção "O mestre-sala dos mares", driblando as barreiras impostas pela censura, na década de 1970, também estão contemplados na obra.

Fonte:

Fernando Granato é jornalista e escritor paulista. Já trabalhou nas redações dos jornais mais importantes do país e ganhou o prêmio Embratel de Jornalismo pela série "Memórias do Sertão", sobre Guimarães Rosa. Para escrever João Cândido, Fernando Granato pesquisou durante dois anos nos arquivos da Marinha Brasileira, na Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro, decifrando com apuro e clareza uma documentação preciosa.

UMA OUTRA VERDADE


A adolescência é, por si só, uma fase complexa. Porém, quando o jovem se descobre homo ou bissexual, as dificuldades aumentam. Especialista em sexualidade juvenil, Claudio Picazio responde neste livro às dúvidas mais comuns feitas por pais e educadores sobre homossexualidade na adolescência.
A homossexualidade é genética? É possível evitar que uma criança se transforme em um adulto homossexual? De que forma o educador deve lidar com a homossexualidade na sala de aula? Como conversar com os pais de adolescentes homossexuais que sofrem preconceito na escola? Estas e outras perguntas são respondidas por Claudio Picazio, um dos maiores especialistas brasileiros em sexualidade juvenil, no livro Uma outra verdade (104 p., R$ 29,90), lançamento das Edições GLS. Sem apelar para explicações fáceis nem recorrer a julgamentos de valor, ele responde às dúvidas mais comuns feitas por pais e educadores sobre homossexualidade na adolescência. O objetivo é transmitir ao leitor informações claras e diretas, eliminando o "achismo" e o senso comum, ajudando a combater, assim, qualquer forma de discriminação. O lançamento acontece no dia 18 de novembro, quinta-feira, das 18h30 às 21h30, na Livraria Cultura - Loja das Artes - Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 - São Paulo - SP).

O livro, segundo o autor, nasce da necessidade de esclarecer algumas questões que ainda geram dúvidas e, consequentemente, preconceito por parte de pais e educadores. "Quando pais e professores conseguem entender a questão, percebendo que a homossexualidade não é desvio e sim uma outra verdade da expressão da nossa sexualidade, tudo fica mais claro, tornando mais fáceis a quebra do preconceito e a formação de um novo paradigma", afirma Picazio.

Para o autor, é essencial que se mantenham programas que capacitem educadores e pais para que possam, cada um em seu papel, ampliar o respeito pelas diferentes formas de sentir e expressar a sexualidade. Por isso, o livro foi dividido em duas partes. Na primeira, Picazio dá explicações fundamentais sobre homossexualidade. Na segunda, aponta a importância da escola como agente de combate ao preconceito e esclarece as dúvidas dos educadores.

Explicando o que é preconceito e homofobia, por exemplo, Picazio apresenta dados recentes sobre a homossexualidade. Segundo pesquisas feitas por organizações que lutam pelos direitos homossexuais e entidades de direitos humanos, a cada três dias, uma pessoa é morta simplesmente por ser homossexual. Além disso, o Brasil é campeão mundial em crimes contra homossexuais. "O triste é constatar que essa violência começa em casa. Muitos pais rejeitam e até expulsam do lar filhos e filhas que não correspondem ao comportamento e ao desejo sexual esperado. A violência física e psicológica torna-se a estrutura de um estigma fragilizado. São enormes a vergonha e o preconceito internalizados em um gay que conviveu com essa atitude familiar", diz.

O índice de suicídios na adolescência é três vezes maior no caso de homossexuais. "Em minha experiência clínica, atendi um casal de pais cujo filho cometera suicídio e havia deixado um bilhete com os seguintes dizeres: ‘Desculpa pai, mãe, não quero decepcionar vocês. Sou homossexual e isso magoaria muito vocês. Beijos’. Nenhum pai, nenhuma mãe, acredito, gostaria de ver essa cena; mas, infelizmente, profetizam tal ação quando dizem alto e bom som que prefeririam um filho morto a um homossexual."

Para eliminar preconceitos, segundo Picazio, temos inicialmente de procurar respostas científicas acuradas e adquirir informação. Em segundo lugar, é preciso estar aberto para reorganizar valores e crenças. "Criticar aquilo que, para nós, estava certo não é tarefa fácil nem confortável. As certezas e convicções ficam registradas em nossa história, e transformá-las significa mudar todo um modo de ver o mundo e se relacionar com ele", conclui.

O autor

Claudio Picazio é formado pela Universidade São Marcos e especialista em sexualidade humana e em violência doméstica e abuso sexual infantil pelo Instituto Sedes Sapientiae. Psicólogo clínico desde 1983, atende adolescentes e adultos e oferece terapia a casais homo e heterossexuais. Também desenvolve grupos de estudos e de pais. Foi consultor do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação no projeto Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE). Atuou no projeto Tecer a Vida, do Unicef, onde deu supervisão a profissionais da instituição e da rede pública que atendiam adolescentes e adultos soropositivos (primeira geração), visando à reintegração familiar. É cofundador da Atos, oscip que atua na diminuição da vulnerabilidade social, e autor dos livros Diferentes desejos: adolescentes homo, bi e heterossexuais e Sexo secreto - Temas polêmicos da sexualidade, ambos das Edições GLS.

Título: Uma outra verdade - Perguntas e respostas para pais e educadores sobre homossexualidade na adolescência
Autor: Claudio Picazio
Editora: Edições GLS
Preço: R$ 29,90
Páginas: 104
ISBN: 978-85-86755-58-3
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
Site: www.edgls.com.br

Enem: avaliando o avaliador

Enem: avaliando o avaliador
Esther de Almeida P. M. Carvalho*


Com relação ao Enem, em especial suas versões 2009 e 2010, uma sequência de descompassos tem abalado a credibilidade de um exame que envolve mais de três milhões de estudantes em todo o Brasil e põe em risco conceitos importantes que podem impactar na melhoria de nosso sistema educacional.

Ao longo de sua história, o Enem passou por mudanças importantes desde sua implantação, em 1998. Assumiu  finalidades distintas e não complementares:  ser um exame voltado para a avaliação do desempenho individual ao final da educação básica, com caráter de adesão individual e optativo e, ao mesmo tempo, um instrumento classificatório e seletivo para o acesso ao Ensino Superior. A falta de comparabilidade entre os exames por dez anos, seu caráter optativo e, ao mesmo tempo, a publicação de resultados dos alunos a partir de 2005 geraram impacto significativo nas instituições de ensino, pois a prova passou a ser, socialmente,  conhecida como um instrumento de avaliação de instituições, mesmo não tendo características técnicas para cumprir esse papel.

Em 2009,  com o ano  letivo em pleno andamento, houve a  decisão de se alterarem as regras, o formato e o propósito do Enem, acentuando seu caráter classificatório e seletivo, ao vinculá-lo ao processo de ingresso nas universidades federais.  Ao período de surpresa inicial seguiram-se momentos de indefinições e impactos, traduzidos no aguardo da adesão ao exame pelas universidades federais, na alteração da data  de aplicação de agosto para dezembro e na compreensão da nova estrutura da avaliação,  culminando com o adiamento da prova, a dois dias de sua execução, por motivo de  fraude. Instituições de educação básica, em todo o País, mobilizaram-se para acolher e preparar seus alunos para a transição que se impunha, sem cuidado, por parte de seus propositores, que transformaram grandes ideias em precários processos.

Indefinições, ao longo do ano de 2010, quanto ao período de realização da prova, que ficou, novamente, para o final do ano, próximo à data de grandes vestibulares, vazamento de dados sigilosos dos alunos por parte do site do INEP, problemas de impressão dos cadernos e dos gabaritos e o despreparo para tratar contingências comprometeram a credibilidade do Enem, não quanto ao seu propósito, mas quanto à condição  dos órgãos competentes de implementar, com qualidade, avaliação de tamanha envergadura.

No caso do acesso ao Ensino Superior, temos exemplos bem-sucedidos, como o SAT (Scholastic Assessment Test), aplicado nos Estados Unidos. O exame apresenta características fundamentais para seu sucesso: seu caráter compulsório a todos os que quiserem ingressar no Ensino Superior, a oferta de várias oportunidades de realização ao longo do ano e a descentralização da aplicação da prova, utilizando a mesma técnica contida no atual Enem, que é a TRI (Teoria de Resposta ao Item). Essa prova é aplicada, inclusive em outros países, como o Brasil, a todos os alunos que buscam ingressar em universidades americanas.

Os pressupostos pedagógicos do Enem, de avaliar competências e habilidades, de preconizar novas diretrizes para o Ensino Médio, o estabelecimento de indicadores que orientem políticas públicas e norteiem  as escolas, assim como a criação de processos nacionais de seleção à universidade, são elementos  importantes, capazes de contribuir para a melhoria do sistema educacional como um todo. Portanto, devem ser perseguidos.  Assim, o que está em descrédito não é o Enem  em si, mas a forma como as mudanças vêm sendo conduzidas,  com prazos e processos inadequados, que levam a fragilidades técnicas e operacionais. Fazendo uma metáfora com a rotina escolar, o processo de aplicação do Enem está em recuperação.


*Esther de Almeida P. M. Carvalho, professora, é a diretora-geral do Colégio Rio Branco.

FAÇO NA PRÁTICA O QUE PROMETO?

Dalmir Sant’Anna

Há pessoas que prometem muito, mas no cotidiano esquecem o que foi acordado. Profissionais de vendas que prometem vender mais. Estudantes que prometem melhores notas na faculdade. Mulheres que prometem emagrecer. Homens que prometem participar mais ativamente da família. Gerentes, líderes, supervisores e empresários que prometem melhorar o clima organizacional no ambiente de trabalho. Existem funcionários que prometem participar de um treinamento, mas querem mesmo é aproveitar o evento para fazer compras. Há pessoas que na sexta-feira ao terminar o expediente, assumem o compromisso de chegar de volta na segunda-feira mais motivado, entretanto, na prática esquecem o que prometeram. Você conhece pessoas com este comportamento?

Coerente relação entre o discurso e a prática – O compromisso de prometer algo a si próprio, ou mesmo à outra pessoa deve ser aceito como uma dívida que somente terá sua quitação, com a coerente relação entre o discurso e a prática. Talvez neste momento, você lembre alguém que prometeu algo e nada fez para cumprir o acordado! Promessas que por falta de planejamento e foco no resultado, passam a ficar somente no discurso. Quando um profissional demonstra ser comprometido com suas atribuições, busca a melhoria contínua no desempenho dos índices de trabalho e também com os compromissos assumidos. A falta de dedicação e comprometimento com suas metas e planejamento, resulta no aspecto de prometer e nada fazer acontecer.

A promessa não pode ser esquecida – O desafio de prometer menos e surpreender mais, exige parar, por alguns momentos da sua vida e escrever uma lista das principais atividades que você deseja realizar. Em seguida estabelecer prioridades, de acordo com cada período do dia ou da semana. Em terceiro, buscar cumprir cada meta estabelecida. Esta lista de prioridade pode ser escrita a mão, impressa, disponibilizada em um arquivo do seu computador, ou ainda, no próprio celular. O importante é que esteja em um local de rápido acesso e que permita monitorar seu desempenho. Lembre de colocar em prática o que prometeu e realize o exercício de monitorar sua evolução, pois estará percebendo que evitou atropelos e conseguiu cumprir com compromisso, organização e perseverança as promessas assumidas.

Para coibir que promessas sejam apenas palavras soltas ao vento é imprescindível intensificar o desejo de fazer a diferença. Permanecer atento às informações e as oportunidades que estão a sua volta. Investir em renovação tecnológica, desenvolvimento das suas competências, administração do tempo e exercitar sua visão de futuro. Note que antes de prometer algo ou de assumir um compromisso, você tem o livre-arbítrio de dizer sim ou não. Perceba que pessoas que prometem e nada fazem, somente contam com uma palavra para justificar sua falha: desculpas. Vamos juntos, assumir o compromisso de prometer menos e fazer mais?



Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais". Visite o site: www.dalmir.com.br

FAÇO NA PRÁTICA O QUE PROMETO?

Dalmir Sant’Anna

Há pessoas que prometem muito, mas no cotidiano esquecem o que foi acordado. Profissionais de vendas que prometem vender mais. Estudantes que prometem melhores notas na faculdade. Mulheres que prometem emagrecer. Homens que prometem participar mais ativamente da família. Gerentes, líderes, supervisores e empresários que prometem melhorar o clima organizacional no ambiente de trabalho. Existem funcionários que prometem participar de um treinamento, mas querem mesmo é aproveitar o evento para fazer compras. Há pessoas que na sexta-feira ao terminar o expediente, assumem o compromisso de chegar de volta na segunda-feira mais motivado, entretanto, na prática esquecem o que prometeram. Você conhece pessoas com este comportamento?

Coerente relação entre o discurso e a prática – O compromisso de prometer algo a si próprio, ou mesmo à outra pessoa deve ser aceito como uma dívida que somente terá sua quitação, com a coerente relação entre o discurso e a prática. Talvez neste momento, você lembre alguém que prometeu algo e nada fez para cumprir o acordado! Promessas que por falta de planejamento e foco no resultado, passam a ficar somente no discurso. Quando um profissional demonstra ser comprometido com suas atribuições, busca a melhoria contínua no desempenho dos índices de trabalho e também com os compromissos assumidos. A falta de dedicação e comprometimento com suas metas e planejamento, resulta no aspecto de prometer e nada fazer acontecer.

A promessa não pode ser esquecida – O desafio de prometer menos e surpreender mais, exige parar, por alguns momentos da sua vida e escrever uma lista das principais atividades que você deseja realizar. Em seguida estabelecer prioridades, de acordo com cada período do dia ou da semana. Em terceiro, buscar cumprir cada meta estabelecida. Esta lista de prioridade pode ser escrita a mão, impressa, disponibilizada em um arquivo do seu computador, ou ainda, no próprio celular. O importante é que esteja em um local de rápido acesso e que permita monitorar seu desempenho. Lembre de colocar em prática o que prometeu e realize o exercício de monitorar sua evolução, pois estará percebendo que evitou atropelos e conseguiu cumprir com compromisso, organização e perseverança as promessas assumidas.

Para coibir que promessas sejam apenas palavras soltas ao vento é imprescindível intensificar o desejo de fazer a diferença. Permanecer atento às informações e as oportunidades que estão a sua volta. Investir em renovação tecnológica, desenvolvimento das suas competências, administração do tempo e exercitar sua visão de futuro. Note que antes de prometer algo ou de assumir um compromisso, você tem o livre-arbítrio de dizer sim ou não. Perceba que pessoas que prometem e nada fazem, somente contam com uma palavra para justificar sua falha: desculpas. Vamos juntos, assumir o compromisso de prometer menos e fazer mais?



Dalmir Sant’Anna – Palestrante comportamental, Mestrando em Administração de Empresas, Pós-graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico profissional. Autor do livro "Menos pode ser Mais". Visite o site: www.dalmir.com.br

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Eleição do Cades IP acontece neste sábado


    A eleição para escolher os representantes da sociedade civil no Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz da região do Ipiranga - CADES-IP serão realizadas no dia 27 de novembro, das 9h00 às 16h00, na sede Subprefeitura Ipiranga, na rua Lino Coutinho, 444.

    Qualquer cidadão maior de 16 anos, munido de documentos, poderá votar, desde que compro­ve também que mora ou trabalha na região do Ipiranga, Cursino e Sacomã com apresentação de documento de identificação com foto, comprovante de endereço nominal (contas de luz, água, gás ou conta bancária) ou de trabalho na região administrativa da Subprefeitura Ipiranga.

    O Cades Regional, constituído em cada Subprefei tura, é uma oportunidade de participação da so ciedade na elaboração de propostas de políticas públicas voltadas ao meio ambiente e à cultura de paz. O Cades é um órgão participativo, consul tivo, que integra sociedade civil e poder público, na busca de ações e atividades visando, entre ou tras atribuições, receber propostas e denúncias a serem encaminhadas dentro de questões rela cionadas à preservação, conservação, defesa, recuperação e melhoria do meio ambiente. Suas atribuições estão regulamentadas pela Portaria Intersecretarial da Prefeitura de São Paulo n°005/SVMA/SMSP/SEPP/SEME/2007.


Segue baixo lista dos candidatos:
01 - MARIA LUZIA ROSATTI
02 - DENIVAL CARDOSO DE ANDRADE
03 - FERNANDO DE JESUS RIBEIRO
04 - MARIA FÁTIMA CHUECO BONVINO
05 - NELSON DA SILVA JUNIOR
06 - RITA JULIANA DE OLIVEIRA
07 - PAULO EVARISTO DOS SANTOS GERALDO
08 - CELSO HENRIQUES DE PAULA
09 - MARINA DE PAULA MARCONI GUIDONI


Mais informações:
ou acompanhar pelo Twitter:
ou enviar suas mensagens para:

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A TODOS MEUS AMIGOS E AMIGAS DA REVISTA PARTES

Dhiogo José Caetano

 

Quando recebo um comentário de um amigo, sinto realizado.  Dá uma alegria e a esperança de escrever mais um texto vem atormentar.  As palavras comentadas a meu respeito são constantes e a gratidão é infinita.

A partir daquele momento nada mais será igual; dias se passam e parece que o peito vai explodir de emoção. A memória fica a refletir. Aquela fala ou ideia de um amigo ou amiga virtual, mas real.

A satisfação é tanto que vou logo escrever um novo texto, só para vez o comentário daquela pessoa querida. Às vezes não tem lógica mais tem emoção.

 Quantas vezes choramos e agradecemos por uma mensagem marcante deixada por um grande amigo?

Amigos são aquelas pessoas que tem o dom de eliminar a solidão da alma e transforma o momento em uma plenitude de liberdade e de emoção.

 O ser amigo está aqui, ali e em todas as partes do universo.  Mas nossos amigos são diferentes; porque eles fazem parte do aprendizado, da sabedoria conquista e dos sentimentos concretizados.

Há amigos que estão distante em quanto espaço físico, mais está mais próximo do que nunca enquanto sentimento e ideais.

Amar um amigo é concretizar a essência da vida em coletividade em uma comunidade física ou virtual.

Ter um amigo é ter tudo; pois são eles que fazem movimentar está roda da emoção, que se chama coração.

Hoje digo muito obrigado para todos meus amigos e amigas da Revista Partes, enquanto plenitude de convivência e trocas de informações, mas com a complexidade de sentimentos.

Digo obrigado, pois vocês me ajudam a seguir em frente nesta caminhada do saber.

Choro de felicidade, pois foi lindo o nosso encontro, mas vou sorrir por que construímos uma amizade real e nada eliminará as belas palavras, sugestões e elogios que guardo de cada um na minha memória.

Minha eterna gratidão, amigos e amigas da Revista Partes. Abraço na alma e todo sucesso do mundo pra cada um de vocês.



dhiogocaetano@hotmail.com

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