quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Vitrine do Giba: O Bom das eleições

Vitrine do Giba: O Bom das eleições: "O bom da eleição é que nossas máscaras caem, nossas idiosincrasias ficam mais evidentes e nela nos revelamos. Em alguns o autoritarismo..."

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Instituições da Amazônia precisam aumentar a cooperação científica


Assunto será tema de conferência na Reunião Regional da SBPC em Boa Vista (RR).

Apesar de enfrentarem problemas como a restrição orçamentária e a falta de pesquisadores, há na Amazônia brasileira um conjunto de universidades e instituições de pesquisa que, mesmo atuando ainda de forma um pouco isolada, têm contribuído significativamente para o avanço do conhecimento sobre o maior bioma do mundo. Se ampliassem a cooperação científica entre si e com instituições de pesquisa de outros países, seria possível que essas instituições fortalecessem e aumentassem suas capacidades de realizar pesquisas.
É o que avalia o diplomata brasileiro, chefe da Divisão de Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, Ademar Seabra da Cruz Junior, que abordará esse assunto em uma conferência que fará na Reunião Regional da SBPC em Boa Vista – evento que a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência realizará de 19 a 22 de outubro em Boa Vista (RR).
De acordo com o Cruz Junior, já existem alguns acordos de cooperação científica entre universidades e instituições de pesquisa de países da Amazônia, como um celebrado no âmbito da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e com países como a França, por exemplo. Porém, ainda são poucos e estão aquém das possibilidades e necessidades da região. “É preciso que haja maior sinergia entre as universidades e instituições de pesquisa da Amazônia brasileira com os demais países amazônicos e do exterior. Como elas apresentam um nível de pesquisa inferior, em termos quantitativos, em relação aos centros de pesquisa e desenvolvimento localizados em outras regiões do País, essa ação conjunta é ainda mais necessária”, afirma.
Segundo ele, o primeiro passo que deve ser dado nesse sentido é promover a integração entre as universidades e instituições de pesquisa da região por meio da unificação de seus programas de pesquisa. Os estudos desenvolvidos em centros de P&D de países amazônicos como o Peru e a Venezuela, por exemplo, poderiam ser articulados com os realizados por instituições brasileiras como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).
Já em uma segunda etapa seria preciso estimular a cooperação das universidades e instituições de pesquisa da Amazônia com centros de ciência e tecnologia estrangeiros. Na avaliação dele, por meio da criação de consórcios e redes colaborativas internacionais seria possível aprimorar a capacidade de pesquisa das instituições de ciência e tecnologia da região, que poderiam dar saltos em estudos em áreas estratégicas, a exemplo da biotecnologia.
“Há grandes centros de pesquisa na área de biotecnologia na França e no Reino Unido, por exemplo, que gostariam de desenvolver pesquisas com instituições amazônicas em regime de co-autoria e se instalarem na região”, conta. “Mas elas só não fazem isso ainda de forma sistemática porque, apesar de existir legislações no País que possibilitem isso, como as Leis da Biodiversidade e da Biossegurança, ainda não há um projeto estratégico para a Amazônia que assegure quais as vantagens comuns adviriam desse tipo de investimento. Quando a região tiver um plano nesse sentido, não faltarão recursos e apoio”, assegura.
Transformação – Na opinião do diplomata, a cooperação científica internacional na Amazônia também poderia resultar na criação de condições para a geração a longo prazo de um pólo de pesquisas na região em áreas como a própria biotecnologia que reuniria, além de instituições de pesquisa, pequenas e médias empresas internacionais, associadas a empresas brasileiras. Juntas, poderiam dar origem a novos empreendimentos na região, como indústrias de fitoterápicos ou de alimentos funcionais.        
“Não é do nosso interesse que a Amazônia seja utilizada para exportação de produtos de baixo valor agregado, mas sim em uma fonte sustentável de riqueza, que possa contribuir para a melhoria das condições de vida da população da região”, afirma. “Mas esse processo de decisão sobre um plano estratégico para a região, que transformaria seu perfil econômico, precisa ser feito com embasamento científico e a SBPC poderia liderar essa discussão.”      
Sobre o evento – A Reunião Regional da SBPC em Boa Vista (RR) será realizada de 19 a 22 de outubro de 2010, nas dependências da Universidade Federal de Roraima (UFRR). O evento tem o objetivo de discutir políticas públicas de ciência e tecnologia (C&T) e disponibilizar conhecimentos que possam ajudar a promover o desenvolvimento sustentável da região. Mais informações: http://www.sbpcnet.org.br/boavista/home/
Sobre a SBPC: A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) é uma entidade civil, sem fins lucrativos nem cor político-partidária, voltada para a defesa do avanço científico e tecnológico, e do desenvolvimento educacional e cultural do Brasil. Desde sua fundação, em 1948, a SBPC exerce um papel importante na expansão e no aperfeiçoamento do sistema nacional de ciência e tecnologia, bem como na difusão e popularização da ciência no País.
Sediada em São Paulo, a SBPC está presente nos demais estados brasileiros por meio de Secretarias Regionais. Possui cerca de 90 sociedades científicas associadas e mais de 10 mil sócios. Além de Reuniões Regionais, a entidade realiza sua Reunião Anual que é considerada o principal evento científico do Brasil. 

sábado, 16 de outubro de 2010

Romance de Estreia de Celena Carneiro, "Morde na Bolacha Junto Com a Goiabada"








Pequena Resenha Crítica

O Belo Romance de Estréia “MORDE NA BOLACHA JUNTO COM A GOIABADA” de Celena Carneiro


A razão de existir
Uma revolta humanista

Albert Camus




-Romance de estréia... romance de estréia... sempre dá um frio na barriga, quando você lança um, quando você sabe de um. Como escrevo e, por assim dizer, sinto na pele a dor do outro, quando pego o romance de estréia de um autor novo, fico só sondado, no devir o que pode ser a baita sorte de acertar na mosca, quero dizer, na obra, e, a até natural forçada da barra do lançamento imaturo ou incompleto da obra que acaba também por assim dizer sendo um tiro no pé. Medidas as proporções, tendo em vista inclusive o próprio currículo da autora, fui a luta, quero dizer, dei uma bela pegada no romance “Morde na Bolacha Junto Com a Goiabada”, Edibrás, Uberlândia, 2010.

Surpresa!

-O romance está muito bem escrito, ainda que comedido, mesmo assim avança tranqüilo e com qualidade narrativa, na construção de personagens. A pacata vidinha de uma dona de casa, as filhas, o marido que aprende a tocar violão e muda tudo, pondo musica nos atos e no modo de pensar. Vila da Aranha e os arremedos do historial.

Rita e Hilda e Miguel. Pra começar. E o entorno, acontecências interioranas, cidade pacata, vida humilde. Tudo começa como um remanso de águas, a contação vai entrando no âmago de cada momento, parágrafos, inimizades, prismas. A primeira morte que é para sempre. O primo visitante que finca pé nas entranhas da história. A história sendo costurada evolui. Bolacha com goiabada é o mote. E um sinal. Um marco.

Rita que fazia poesias, que andava sem calcinha, que enreda tudo no entorno. Olhos, janelas, a mãe e a dura sobrevivência possível. História de interiores, aqui e ali levantando véus, panos. Idas e vindas. Retalhos de sentir. Ah as colchas de retalhos da vida desses brasis gerais de tantos contrastes...

O pai e o pano de fundo dos arremedos ditatoriais. O pai que some de circulação. Bolinhos de chuva, bolinhos de arroz, bolinhos de lágrimas. O amor e suas contradições. O chuchuzeiro sobre o poço perigoso. Cisternas íntimas. A máquina de costura da mãe e os panos pretos da vida triste. Narrativas lambendo paredes, íntimos, afetos e incompletudes. Cercanias e o amor que foi embora e deixou barriga e filho.

E conta:

“Rita sente vontade de rir, agora a vida ia ser diferente e ela queria uma cesta igual aquela em sem casamento.

O primo já teria servido o exército, estaria trabalhando em alguma fábrica daquelas que estavam abrindo no setor industrial e ela continuaria costurando.

Juntos ganhariam muito dinheiro e então...

Seus pensamentos são interrompidos pela chegada de Mário, ele tinha ido cedo para o quartel e disse que voltaria somente a notinha”
.............................................................................................................................

E Celena Carneiro vai contando, pondo os olhos e os pés da gente na história que corre como um rio-romance.

O amor que se perdeu, a paixão que desertou do Exército em tempos tenebrosos. A guerrilha. Os campos do longe. As olhações no entorno. Você vai de bubuia nos causos e enredar deles na construção da obra.

Quando você lê, afinando a leitura, vê que a história refina-se e você passou da metade, dentro do mundo criacional da autora com boa mão conduzindo seus olhos, suas pensações, seu lado sentidor. Tudo tem cabimento. A vida o que é? Década de cinqüenta, de sessenta. Sofrências. Não é sempre assim, essa gente-humana desses cantões de um Brasil que fica num longe que nem cabe em sós, que nem sempre sabemos, que nem sempre achamos, sentimos, sacamos? Viver não é pré-pago.

Cadê o pai? Cadê vida? Cadê o amor? Cadê a esperança? Um dia as coisas mudam, ou nós nos mudamos das coisas? É preciso retratar esses tempos de penúrias. Dar testemunho.Com uma gostosa linguagem de crônica, “Morde a Bolacha Junto com a Goiabada” é o romance de estréia de Celena Carneiro. E ela estréia bonito, com sua prosa bonita, aprumada, feitio e feminilidade de olhares como agulhas cerzindo situações, momentos e clarificações.

E quando você chega ao final das 148 páginas, os caminhos se entrecruzam, os desfechos vão se somando, se aprumam, tudo o que resta é o prazer de ter lido e a vontade gostosa de ter estado no prazer da leitura. O grande amor da vida tem uma benção: sobreviver para contar.

As palavras como um conjunto de linguagem que representa a dignidade humana. Resistir. E a arte como libertação do ser de si. O livro de estréia de Celena Carneiro, “MORDE A BOLACHA JUNTO COM A GOIABADA”, põe açúcares e cores no prazer do ler gostoso da gente, pelo belo confeito de escrever da autora.

-0-


Silas Correa Leite
E-mail:
poesilas@terra.com.br
www.portas-lapsos.zip.net
Autor de Campo de Trigo com Corvos, Contos, Editora Design, SC




Manifesto em Defesa da Educação Pública


Nós, professores universitários, consideramos um retrocesso as propostas e os métodos políticos da candidatura Serra. Seu histórico como governante preocupa todos que acreditam que os rumos do sistema educacional e a defesa de princípios democráticos são vitais ao futuro do país.
Sob seu governo, a Universidade de São Paulo foi invadida por policiais armados com metralhadoras, atirando bombas de gás lacrimogêneo. Em seu primeiro ato como governador, assinou decretos que revogavam a relativa autonomia financeira e administrativa das Universidades estaduais paulistas. Os salários dos professores da USP, Unicamp e Unesp vêm sendo sistematicamente achatados, mesmo com os recordes na arrecadação de impostos. Numa inversão da situação vigente nas últimas décadas, eles se encontram hoje em patamares menores que a remuneração dos docentes das Universidades federais.
Esse “choque de gestão” é ainda mais drástico no âmbito do ensino fundamental e médio, convergindo para uma política de sucateamento da Rede Pública. São Paulo foi o único Estado que não apresentou, desde 2007, crescimento no exame do Ideb, índice que avalia o aprendizado desses dois níveis educacionais.
Os salários da Rede Pública no Estado mais rico da federação são menores que os de Tocantins, Roraima, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Espírito Santo, Acre, entre outros. Somada aos contratos precários e às condições aviltantes de trabalho, a baixa remuneração tende a expelir desse sistema educacional os professores qualificados e a desestimular quem decide se manter na Rede Pública. Diante das reivindicações por melhores condições de trabalho, Serra costuma afirmar que não passam de manifestação de interesses corporativos e sindicais, de “tró-ló-ló” de grupos políticos que querem desestabilizá-lo. Assim, além de evitar a discussão acerca do conteúdo das reivindicações, desqualifica movimentos organizados da sociedade civil, quando não os recebe com cassetetes.
Serra escolheu como Secretário da Educação Paulo Renato, ministro nos oito anos do governo FHC. Neste período, nenhuma Escola Técnica Federal foi construída e as existentes arruinaram-se. As universidades públicas federais foram sucateadas ao ponto em que faltou dinheiro até mesmo para pagar as contas de luz, como foi o caso na UFRJ. A proibição de novas contratações gerou um déficit de 7.000 professores. Em contrapartida, sua gestão incentivou a proliferação sem critérios de universidades privadas. Já na Secretaria da Educação de São Paulo, Paulo Renato transferiu, via terceirização, para grandes empresas educacionais privadas a organização dos currículos escolares, o fornecimento de material didático e a formação continuada de professores. O Brasil não pode correr o risco de ter seu sistema educacional dirigido por interesses econômicos privados.
No comando do governo federal, o PSDB inaugurou o cargo de “engavetador geral da república”. Em São Paulo, nos últimos anos, barrou mais de setenta pedidos de CPIs, abafando casos notórios de corrupção que estão sendo julgados em tribunais internacionais. Sua campanha promove uma deseducação política ao imitar práticas da extrema direita norte-americana em que uma orquestração de boatos dissemina dogmas religiosos. A celebração bonapartista de sua pessoa, em detrimento das forças políticas, só encontra paralelo na campanha de 1989, de Fernando Collor.

Fábio Konder Comparato, USP
Carlos Nelson Coutinho, UFRJ
Heloisa Fernandes, USP
Theotonio dos Santos, UFF
Emilia Viotti da Costa, USP
José Arbex Jr., PUC-SP
Marilena Chaui, USP
João José Reis, UFBA
Joel Birman, UFRJ
Leda Paulani, USP
Dermeval Saviani, Unicamp
João Adolfo Hansen, USP
Flora Sussekind, Unirio
Otávio Velho, UFRJ
Renato Ortiz, Unicamp
Maria Victoria de Mesquita Benevides, USP
Enio Candotti, UFRJ
Luis Fernandes, UFRJ
Antonio Carlos Mazzeo, Unesp
Caio Navarro de Toledo, Unicamp
Celso Frederico, USP
Armando Boito, Unicamp
Henrique Carneiro, USP
Angela Leite Lopes, UFRJ
Afrânio Catani, USP
Laura Tavares, UFRJ
Wolfgang LeoMaar, UFSCar
João Quartim de Moraes, Unicamp
Ildeu de Castro Moreira, UFRJ
Scarlett Marton, USP
Emir Sader, UERJ
Marcelo Perine, PUC-SP
Flavio Aguiar, USP
Wander Melo Miranda, UFMG
Celso F. Favaretto, USP
Benjamin Abdalla Jr., USP
Irene Cardoso, USP
José Ricardo Ramalho, UFRJ
Gilberto Bercovici, USP
Ivana Bentes, UFRJ
José Sérgio F. de Carvalho, USP
Peter Pal Pelbart, PUC- SP
Sergio Cardoso, USP
Consuelo Lins, UFRJ
Iumna Simon, USP
Elisa Kossovitch, Unicamp
Edilson Crema, USP
Liliana Segnini, Unicamp
Glauco Arbix, USP
Ligia Chiappini, Universidade Livre de Berlim
Luiz Roncari, USP
Francisco Foot Hardman, Unicamp
Eleutério Prado, USP
Giuseppe Cocco, UFRJ
Vladimir Safatle, USP
Eliana Regina de Freitas Dutra, UFMG
Helder Garmes, USP
José Castilho de Marques Neto, Unesp
Marcos Dantas, UFRJ
Adélia Bezerra de Meneses, Unicamp
Luís Augusto Fischer, UFRS
Zenir Campos Reis, USP
Alessandro Octaviani, USP
Federico Neiburg, UFRJ
Maria Lygia Quartim de Moraes, Unicamp
Cilaine Alves Cunha, USP
Evando Nascimento, UFJF
Sandra Guardini Teixeira Vasconcelos, USP
Juarez Guimarães, UFMG
Lúcio Flávio Rodrigues de Almeida, PUC-SP
Marcos Silva, USP
Walquíria Domingues Leão Rego, Unicamp
Sérgio de Carvalho, USP
Rosa Maria Dias, Uerj
Gil Vicente Reis de Figueiredo, UFSCar
Ladislau Dowbor, PUC-SP
Ricardo Musse, USP
Lucilia de Almeida Neves, UnB
Maria Lúcia Montes, USP
Eugenio Maria de França Ramos, Unesp
Ana Fani Alessandri Carlos, USP
Mauro Zilbovicius, USP
Jacyntho Lins Brandão, UFMG
Paulo Silveira, USP
Marly de A. G. Vianna, UFSCar
José Camilo Pena, PUC-RJ
Lincoln Secco, USP
Mario Sergio Salerno, USP
Rodrigo Duarte, UFMG
Sean Purdy, USP
Adriano Codato, UFPR
Ricardo Nascimento Fabbrini, USP
Denilson Lopes, UFRJ
Marcus Orione, USP
Ernani Chaves, UFPA
Gustavo Venturi, USP
João Roberto Martins Filho, UFSCar
Nelson Cardoso Amaral, UFG
Evelina Dagnino, Unicamp
Vinicius Berlendis de Figueiredo, UFPR
Silvia de Assis Saes, UFBA
Carlos Ranulfo, UFMG
Flavio Campos, USP
Liv Sovik, UFRJ
Marta Maria Chagas de Carvalho, USP
Paulo Faria, UFRGS
Rubem Murilo Leão Rego, Unicamp
Maria Helena P. T. Machado, USP
Francisco Rüdiger, UFRS
Nelson Schapochnik, USP
José Geraldo Silveira Bueno, PUC-SP
Reginaldo Moraes, Unicamp
Luiz Recaman, USP
Roberto Grun, UFSCar
Edson de Sousa, UFRGS
Márcia Cavalcante Schuback, UFRJ
Luciano Elia, UnB
Ricardo Basbaum, UERJ
Julio Ambrozio, UFJF
João Emanuel, UFRN
Paulo Martins, USP
Analice Palombini, UFRS
Alysson Mascaro, USP
José Luiz Vieira, UFF
Marcia Tosta Dias, Unifesp
Salete de Almeida Cara, USP
Anselmo Pessoa Neto, UFG
Elyeser Szturm, UnB
Iris Kantor, USP
Fernando Lourenço, Unicamp
Luiz Carlos Soares, UFF
André Carone, Unifesp
Richard Simanke, UFSCar
Francisco Alambert, USP
Arlenice Almeida, Unifesp
Miriam Avila, UFMG
Sérgio Salomão Shecaira, USP
Carlos Eduardo Martins, UFRJ
Eduardo Brandão, USP
Jesus Ranieri, Unicamp
Mayra Laudanna, USP
Luiz Hebeche, UFSC
Eduardo Morettin, USP
Adma Muhana, USP
Fábio Durão, Unicamp
Amarilio Ferreira Jr., UFSCar
Jaime Ginzburg, USP
Ianni Regia Scarcelli, USP
Marlise Matos, UFMG
Adalberto Muller, UFF
Ivo da Silva Júnior, Unifesp
Cláudio Oliveira, UFF
Ana Paula Pacheco, USP
Sérgio Alcides, UFMG
Romualdo Pessoa Campos Filho, UFG
Bento Itamar Borges, UFU
Tânia Pellegrini, UFSCar
José Paulo Guedes Pinto, UFRRJ
Luiz Damon, UFPR
Emiliano José, UFBA
Horácio Antunes, UFMA
Bila Sorj, UFRJ
Isaltina Maria de A M Gomes (UFPE)

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

poesia

 

HOMENAGEM AO PROFESSOR

 

Professor é um ser tão bom por ser iluminado

Ensina a luz do alfabeto!

Pois seu dever é sagrado,

Apesar de ganhar pouco e de ser injustiçado.

 

É uma profissão divina, repleta de luz...

Foi criada pelo homem, e guiada por Jesus.

Sua profissão é santa e por isso abençoada

Prepara o ser humano para no mundo!

Cumprir a sua grande jornada.

 

Quando recebe o diploma,

O aluno sente-se honrado...

Se sente até orgulhoso, por esse feito sagrado.

Não importa se no futuro...

Venha a ser político ou jogador

O que importa mesmo é se ele tiver consciência,

Agradecera o professor. 

    

Vivaldo Terres

 

 

 

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...