segunda-feira, 15 de março de 2010

Aberta as Inscrições para o Prêmio Jabuti

JABUTI 2010

 

INSCRIÇÕES AO PRINCIPAL PRÊMIO DA LITERATURA BRASILEIRA ESTÃO ABERTAS

 

 O Prêmio Jabuti chega à 52ª edição, abrangendo 21 categorias. Este ano,

a Câmara Brasileira do Livro (CBL) prestará homenagem

aos países de língua espanhola.

 

A premiação ainda apresenta mais duas novidades: a entrega

de uma estatueta ao profissional de comunicação que se destacar

pela sua atuação em prol do livro e da leitura; e a entrega de

prêmio popular com votação pela internet.

 

 

Em 8 de março, a Câmara Brasileira do Livro abriu inscrições para a 52ª edição do Prêmio Jabuti. A participação é aberta a editores, escritores, autores independentes, tradutores, ilustradores, produtores gráficos e designers. As categorias são as seguintes: Tradução; Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes; Teoria/Crítica Literária; Projeto Gráfico; Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil; Ciências Exatas, Tecnologia e Informática; Educação, Psicologia e Psicanálise; Reportagem; Didático e Paradidático; Economia, Administração e Negócios; Direito; Biografia; Capa; Poesia; Ciências Humanas; Ciências Naturais e Ciências da Saúde; Contos e Crônicas; Infantil; Juvenil; Romance; e Tradução de Obra Literária Espanhol-Português. As inscrições se encerram no dia 31 de maio. Mais informações pelo site www.premiojabuti.org.br

 

Os três primeiros colocados em cada uma das categorias concorrem aos prêmios de Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não-Ficção. Em sua 51ª edição, em 2009, o Jabuti teve como vencedores, respectivamente, Moacyr Scliar, com o romance “Manual da Paixão Solitária” (Cia. das letras), e Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini, com “Monteiro Lobato: Livro a Livro” (Unesp/Imprensa Oficial).

 

Podem concorrer ao Prêmio Jabuti 2010 apenas obras inéditas, editadas no Brasil, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2009. A comprovação da data da publicação deverá constar do colofão (inscrição final na qual o tipógrafo indica a data e o lugar da feitura da obra) do livro. Se o colofão não especificar a data, a editora deverá apresentar, juntamente com o livro, uma cópia da nota fiscal da gráfica como comprovante.

 

Este ano, o mais importante prêmio literário do País prestará homenagem às nações de idioma espanhol, na categoria “Tradução de Obra Literária Espanhol-Português”. A iniciativa, que está definitivamente incorporada ao concurso, foi realizada pela primeira vez no ano passado, tendo a França como homenageada.

Além disso, será entregue no dia da cerimônia de premiação a “Distinção Jabuti de Comunicação” como reconhecimento ao profissional de comunicação que se sobressair no País pela sua atuação cotidiana em prol do livro e da leitura. O objetivo é passar a valorizar as pessoas com dedicado trabalho na promoção da literatura.

Também como novidade do Jabuti deste ano, será entregue o prêmio “Voto Popular” - votação do público aberta pela internet das obras vencedoras do prêmio (1º, 2º e 3º lugares em cada categoria). Nesse caso, o objetivo é aproximar os leitores da premiação. Mais à frente divulgaremos como o leitor pode participar de nosso “júri popular”.

Obs.: Participarão do voto popular as mesmas categorias que participam do Livro do Ano Ficção e Não-Ficção:

Ficção — Romance, Contos e Crônicas, Poesia, Infantil e Juvenil

Não-Ficção — Teoria/Crítica Literária; Reportagem, Ciências Exatas, Tecnologia e Informática; Economia, Administração e Negócios; Direito; Biografia; Ciências Naturais e Ciências da Saúde; Didático e Paradidático; Educação, Psicologia e Psicanálise; Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes.

 

O DEVER

O dever é uma obrigação moral. Primeiro do homem para consigo mesmo,
depois para com as pessoas à nossa volta. 
Refere-se tanto às pequenas atitudes como às de maior importância.
 
Quando se trata de sentimentos é difícil cumprir o dever porque às vezes
essa obrigação moral não concorda com os interesses e desejos do
coração. 
 
"O homem que cumpre com seu dever ama a Deus mais do que as
criaturas; e, as criaturas mais do que a si mesmo. Ele é ao mesmo tempo
o juiz e o escravo em sua própria causa."
 
O dever cumprido dignifica o homem e o eleva espiritualmente;
mas como saber quando começa o dever?
 
Quando se ameaça a felicidade ou tranquilidade do outro é o momento
exato do homem cumprir com seu dever. 
O cumprimento do dever é uma vitória diante das fraquezas humanas.
E essa vitória dá à alma o vigor que ela tanto precisa.
 
                                                  NAIR LÚCIA DE BRITTO
                                                           Jornalista
 
Fonte: LÁZARO, Paris, 1863)  


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domingo, 14 de março de 2010

IMPULSIVO








IMPULSIVO


Mas, a palavra que me assusta
sobe garganta acima
e explode na boca
vergonhosamente
como bomba em Hiroshima
e arrasa quarteirões

E, entre mortos e feridos
sigo cambaleante
na vida

sábado, 13 de março de 2010

LEI DO TRABALHO

 

Por ser uma lei natural, o trabalho é uma necessidade do homem. Mas a civilização

induz o homem a trabalhar mais do que deveria e, por consequência, o homem

aumenta suas necessidades da mesma forma que aumenta seus prazeres.


O trabalho não é apenas uma atividade física porque o espírito trabalha

junto com o corpo. O trabalho é uma consequência da natureza corporal do homem; uma expiação, mas ao mesmo tempo, uma forma de aperfeiçoar o espírito. Isto quer dizer que, sem o trabalho, o homem permaneceria na infância da inteligência.


A nessecidade do homem de trabalhar para o seu sustento, sua segurança e seu bem-estar é uma imposição natural para que ele desenvolva a sua inteligência. Os

seres menos resistentes à força física, geralmente são dotados de maior inteligência

para desenvolver um trabalho intelectual, o que, claro, não o desmerece em relação aos mais fortes.



Até os animais trabalham, com a diferença de que tanto o trabalho como a inteligência deles são limitados, por isso o trabalho dos animais não os levam ao progresso. Mas, mesmo que inconscientemente, os animais trabalham para atender suas necessidades materiais e, ainda que o homem não perceba um resultado imediato no trabalho dos animais, estes estão também dando uma precisosa colaboração para a preservação da Natureza.


Já o trabalho do homem tem uma finalidade dupla: a conservação do seu

corpo e o desenvolvimento da inteligência que, bem conduzida, o eleva espiritualmente.


A natureza do trabalho é relativa às respectivas necessidades do homem. Quanto

menos necessidades materias menor será o trabalho material. Mas isso não quer

dizer que o homem deve procurar ficar inativo e inútil. A ociosidade seria para

ele um suplício e não um benefício; como se poderia erroneamente supor.


O homem que já possui bens sufientes para se manter poderia, talvez, ficar

isento do trabalho material; mas tem o dever de trabalhar pelo aperfeiçoamento da

sua inteligência bem como da inteligência dos outros. Dessa forma ele será

útil para si mesmo e para com os seus semelhantes.

Quanto mais desenvolvida a sua inteligência, maior será a oportunidade

de fazer o bem. Todos, porém, podem e devem ser úteis conforme às aptidões que

possuem por mais simples que sejam.

O que o homem nunca deve fazer é entregar-se voluntariamente à ociosidade;

e manter sua existência graças ao trabalho dos outros.


Os pais trabalham para os filhos; assim como os filhos também podem

trabalhar pelos pais. Essa troca é o resultado natural, nascido do amor paternal e do

amor filial. Ligados por uma afeição recíproca os membros de uma mesma família

podem e devem ajudar-se mutuamente, mas essa lei natural é completamente

ignorada pela sociedade atual, que se julga avançada.

 

NAIR LÚCIA DE BRITTO

Jornalista

 

 

Texto baseado nos Princípios da Doutrina Espírita, de Allan Kardec



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Nota Oficial - Salão de Humor - Morre Glauco

 

 

CONSELHO CONSULTIVO DO

SALÃO INTERNACIONAL DE HUMOR DE PIRACICABA

 

NOTA OFICIAL

VIOLÊNCIA MATA GLAUCO,

GRANDE CARTUNISTA BRASILEIRO.

 

        A violência em São Paulo, mais uma vez, mata e empobrece a cultura brasileira. Aos 53 anos, no auge de sua produção artística, morre assassinado por assaltantes em sua casa o cartunista paranaense Glauco Villas-Boas, radicado em Osasco.

        Glauco, como era conhecido, foi descoberto pelo jornalista José Hamilton Ribeiro, então diretor do “Diário da Manhã”, em Ribeirão Preto, interior paulista. Lá começou a publicar suas tiras cômicas.

        Mas, foi na 4ª edição do Salão Internacional de Humor de Piracicaba, em 1977, ao conquistar um dos prêmios, que Glauco foi projetado no cenário artístico brasileiro e internacional. Com seu imenso talento, criatividade, estilo único e, em especial, humor inteligente baseado no comportamento da nossa sociedade, que Glauco saltou, ainda no mesmo ano, para as páginas da “Folha de S. Paulo”.

        Em 1984, a mesma “Folha” abriu espaço diário para a nova geração de cartunistas brasileiros. Glauco estava entre eles e, assim, ficou conhecido em todo o País. Surgiram seus principais personagens: Geraldão, Zé do Apocalipse, Dona Marta, Doy Jorge, Casal Neuras, Geraldinho e outros. Multimídia, Glauco também era músico e se apresentava em bandas de rock. Integrou a equipe de redatores do “TV Pirata” e do “TV Colosso”, programas apresentados pela TV Globo. Publicou livros de humor.

        Em plena Era Digital Glauco continuava fiel à prancheta, desenhando à mão com nanquim. Usava o computador apenas para colorir os trabalhos, depois de escanear cada um deles. Glauco registrou, a cada momento, as transformações pelas quais passou o mundo, o Brasil. Era um profundo conhecedor e critico da alma humana, mas sempre de maneira bem humorada, provocando reflexões.

        O Brasil e o mundo perdem um de seus maiores cartunistas.

        Restam, diante de mais esta tragédia, as perguntas:

        ¾ Senhores governantes, até quando?

        ¾ Quantas vidas ainda faltam para que seja colocado um basta na violência?

 

RICARDO VIVEIROS

Presidente do Conselho Consultivo

do Salão Internacional de Piracicaba

 

ZÉLIO ALVES PINTO

Vice-presidente do Conselho Consultivo

do Salão Internacional de Piracicaba

sexta-feira, 12 de março de 2010

O HOMEM E O JACARÉ...

 

QUAL DELES É O MAIS PERIGOSO?



ONTEM (11/03/2010) VI PELA TELEVISÃO A NOTÍCIA DE MAIS UMA MALDADE PRATICADA CONTRA OS ANIMAIS.


TRATA-SE DE UM "ESPORTE" NO QUAL O "ESPORTISTA" LUTA, DENTRO DE UMA PISCINA, COM UM JACARÉ ATÉ LEVÁ-LO À EXAUSTÃO, E POR FIM CONSEGUE DOMINÁ-LO.


ESSA CRUELDADE É RECOMPENSADA COM MUITOS DÓLARES!


EU JÁ CONSIDERO O "BOX", "LUTA LIVRE", OU OUTRO ESPORTE QUE O VALHA, UMA VIOLÊNCIA GRATUITA E IRRACIONAL. MAS DIZEM QUE É BONITO... ENFIM, É UMA PRÁTICA VOLUNTÁRIA ENTRE HOMENS, QUE ESTÃO PLENAMENTE CONSCIENTES DOS SEUS ATOS E SE COMPRAZEM COM ESSES ESPORTES VIOLENTOS, QUE SÓ AGRIDEM A ELES MESMOS.


POR ISSO, POR MAIS ABSURDO QUE ME PAREÇA SER, EU RESPEITO.


MAS E O JACARÉ?


O POBRE ANIMAL NÃO TEM ESCOLHA AO SER SUBJUGADO

PELO HOMEM QUE O OBRIGA A ESSA LUTA INÚTIL QUE CERTAMENTE O ESTRESSA;  MACHUCA-O PISICOLOGICA E FISICAMENTE...


AH!, QUERIDO POETA PEDRO NAVAS, QUANDO SERÁ QUE OS HOMENS VÃO SE HUMANIZAR?!!!!


NAIR LÚCIA DE BRITTO

Jornalista



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quinta-feira, 11 de março de 2010

O AMOR UNIVERSAL

 

 

QUANDO SÃO FRANCISCO DE ASSIS NOS DISSE QUE O AMOR NÃO AMADO NOS CONDUZIRÁ A DEUS, ELE NÃO SE REFERIU ESPECIFICAMENTE A ESSE AMOR EXISTENTE ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER, O QUAL ABRANGE TAMBÉM O AMOR FÍSICO; CRIADO POR DEUS PARA A PROPAGAÇÃO DA ESPÉCIE.


O SANTO QUE SE TORNOU CONHECIDO COMO PROTETOR DOS ANIMAIS REFERIU-SE, SIM, AO AMOR UNIVERSAL, OU SEJA: ÀQUELE AMOR MAIS PURO QUE NASCE NAQUELES QUE SÃO PUROS DE CORAÇÃO...


CREIO QUE NINGUÉM MELHOR QUE O FILÓSOFO PLATÃO PARA TRADUZIR EM POUCAS PALAVRAS A GRANDIOSIDADE DESSE SENTIMENTO...


"O AMOR ESTÁ EM TODA PARTE NA NATUREZA, QUE NOS CONVIDA A EXERCITAR A NOSSA INTELIGÊNCIA; É ENCONTRADO ATÉ NOS MOVIMENTOS DOS ASTROS.


É O AMOR QUE ORNA A NATUREZA DE SEUS RICOS TAPETES; ELE SE ENFEITA E FIXA SUA MORADA LÁ ONDE ENCONTRA FLORES E PERFUMES.


É AINDA O AMOR QUE DÁ PAZ AOS HOMENS, A CALMA AO MAR, O SILÊNCIO AOS VENTOS E O SONO À DOR."


NAIR LÚCIA DE BRITTO

Jornalista



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