sexta-feira, 24 de julho de 2009

Ruy Castro no "Marcia Peltier Entrevista"

 

Márcia Peltier recebe na próxima terça-feira, dia 28 de julho, o escritor e jornalista Ruy Castro. Nascido em Caratinga, Minas Gerais, viveu a  efervescência cultural dos anos 60 no Rio de Janeiro e é flamenguista até nos pés. Para não deixar dúvidas e comprovar sua paixão rubro-negra, Ruy deu a entrevista usando  um par de meias nas cores  vermelho e preto.

 

Durante o programa, Ruy falou das biografias  que escreveu. Ele mergulhou no universo de Nelson Rodrigues, Mané Garrincha e da pequena notável Carmem Miranda. “Mergulho na história do biografado. Apuro com detalhes todos os fatos e chego a sonhar com os meus personagens”, contou.

 

O escritor declarou sua paixão por Carmem Miranda e contou detalhes dos cinco anos de pesquisa para concluir a biografia da cantora, que se tornou uma estrela internacional  na primeira metade do século XX. “Tive ciúmes dos namorados da Carmem Miranda”, admitiu. 

 

Ruy Castro contou ainda a história do diploma do curso de Sociologia, que até hoje ele não foi buscar e da época em que  viveu no Solar da Fossa, uma pensão em Botafogo, na Zona Sul do Rio, que tinha hóspedes ilustres como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Paulo Coelho, Beth Faria entre outros.

 

Trabalhou em grandes veículos de imprensa do país e atualmente é colunista da Folha de São Paulo. Ganhou três prêmios Jabuti, o prêmio da Fundação Nacional do livro infantil e juvenil e o Prêmio Nestlé de literatura.

 

Serviço:

Programa: “Marcia Peltier Entrevista”

Data: Dia 28 de julho, terça-feira, das 22h30 às 23h30, na Rede CNT

Atendimento em aeroporto – início imediato

Empresa de grande porte seleciona candidatos(as) para atendimento a passageiros no aeroporto internacional de Viracopos.

A empresa oferece:

·        Salário fixo

·        Registro em carteira

·        Vale transporte

·        Vale refeição

·        Vale alimentação

·        Assistência médica/odontológica

·        Outros benefícios

A empresa exige:

·        Idade acima de 18 anos

·        Ambos os sexos

·        Dedicação exclusiva

·        Comprometimento

Interessados(as) enviar currículo com foto para dalton@etur.com.br aos cuidados de Dalton até o dia 28 de julho de 2009. Currículos enviados após esta data serão desconsiderados.

 

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O problema de sempre por outra perspectiva

 
 

O problema de sempre por outra perspectiva

Luiz Gonzaga Bertelli (*)

 

Nas últimas décadas, as pesquisas sobre o índice de desemprego oscilaram positiva ou negativamente, dependendo do contexto econômico. Um aspecto, porém, não muda nunca: sempre o maior percentual de brasileiros sem ocupação recai sobre os jovens. Antes da crise, quando o País ainda navegava um tanto lentamente nas ondas calmas da prosperidade global, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou que o desemprego na faixa etária de 15 a 24 anos é 3,5 vezes maior do que entre a de 25 anos ou mais.

O tamanho continental do Brasil pode esconder as reais proporções do grave problema, mas os sinais estão aí, à vista de quem quer ver. Por exemplo, somente o 1,5 milhão de estudantes que aguardam uma oportunidade de estágio no Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) supera a soma das populações da Guiana e da Guiana Francesa, que juntas se aproximam de um milhão de pessoas. Ou seja, dentro do Brasil, coexistem "dois países" que carecem de experiência profissional, pré-requisito para a conquista do primeiro emprego e seus integrantes aguardam ser chamados para estágio – modalidade de capacitação prática que é reconhecidamente a melhor porta de entrada para o mercado de trabalho. Isso só reforça a importância da missão perseguida, desde sua fundação, por nossa organização e o tanto que ainda falta a ser feito em favor da juventude.

Em 2009, o CIEE completou 45 anos de atividade filantrópica em favor do futuro das novas gerações. Fundado por empresários e educadores, nasceu treze anos antes da primeira Lei do Estágio, já visualizando na capacitação prática o atalho para diminuir a distância entre a sala de aula e a estação de trabalho – distância que, já naquela época, afligia os jovens. Por seu pioneirismo, tornou-se sinônimo de estágio, influenciou a história dessa modalidade de treinamento no País e atingiu resultados significativos. Desde sua fundação, oito milhões de estagiários foram beneficiados – população pouco inferior à da Áustria – e atualmente conta com 350 mil jovens em empresas e órgãos públicos, o que ultrapassa em algumas dezenas de milhares os habitantes da Islândia.

Para atender com o mesmo padrão de qualidade os 250 mil parceiros que o escolheram para administrar seus programas de estágio, o CIEE instalou mais de 300 unidades de atendimento em todo o Brasil e ampliou sua gama de serviços. Hoje, oferece também o projeto Aprendiz Legal, que contempla a capacitação prática de jovens inexperientes, com idade entre 14 e 24 anos, em empresas, com a complementação de cursos teóricos ministrados nas dependências do CIEE. São oferecidos quatro programas diferenciados e adaptados às áreas de atuação do jovem na empresa – Ocupações administrativas, Comércio e varejo, Práticas bancárias e Telesserviços.

A inclusão de jovens no mercado de trabalho por meio da aprendizagem teve sua importância reconhecida nacionalmente, no final do ano passado, durante a Conferência Nacional de Aprendizagem Profissional, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo federal estuda mudanças legais para que o país possa absorver 800 mil aprendizes até 2010. A medida é muito bem-vinda tendo em vista que dos 1,3 milhão de jovens têm o perfil de aprendiz em todo o País, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, apenas 150 mil efetivamente estão contratados como tal.

Em quatro décadas de atividade, comprovou que a capacitação é o melhor caminho para garantir um brilhante futuro profissional para a juventude brasileira. Bom exemplo é o do primeiro estudante encaminhado para estágio pelo CIEE: José Feliciano de Carvalho foi contratado durante seu primeiro ano na faculdade de Direito pela Ultragaz, e a experiência lhe abriu portas, direcionando-o para o setor financeiro até ocupar um cargo de alta direção no HSBC.

 

(*) Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, da Academia Paulista de História – APH e diretor da Fiesp.

 

O problema de sempre por outra perspectiva

 
 

O problema de sempre por outra perspectiva

Luiz Gonzaga Bertelli (*)

 

Nas últimas décadas, as pesquisas sobre o índice de desemprego oscilaram positiva ou negativamente, dependendo do contexto econômico. Um aspecto, porém, não muda nunca: sempre o maior percentual de brasileiros sem ocupação recai sobre os jovens. Antes da crise, quando o País ainda navegava um tanto lentamente nas ondas calmas da prosperidade global, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou que o desemprego na faixa etária de 15 a 24 anos é 3,5 vezes maior do que entre a de 25 anos ou mais.

O tamanho continental do Brasil pode esconder as reais proporções do grave problema, mas os sinais estão aí, à vista de quem quer ver. Por exemplo, somente o 1,5 milhão de estudantes que aguardam uma oportunidade de estágio no Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) supera a soma das populações da Guiana e da Guiana Francesa, que juntas se aproximam de um milhão de pessoas. Ou seja, dentro do Brasil, coexistem "dois países" que carecem de experiência profissional, pré-requisito para a conquista do primeiro emprego e seus integrantes aguardam ser chamados para estágio – modalidade de capacitação prática que é reconhecidamente a melhor porta de entrada para o mercado de trabalho. Isso só reforça a importância da missão perseguida, desde sua fundação, por nossa organização e o tanto que ainda falta a ser feito em favor da juventude.

Em 2009, o CIEE completou 45 anos de atividade filantrópica em favor do futuro das novas gerações. Fundado por empresários e educadores, nasceu treze anos antes da primeira Lei do Estágio, já visualizando na capacitação prática o atalho para diminuir a distância entre a sala de aula e a estação de trabalho – distância que, já naquela época, afligia os jovens. Por seu pioneirismo, tornou-se sinônimo de estágio, influenciou a história dessa modalidade de treinamento no País e atingiu resultados significativos. Desde sua fundação, oito milhões de estagiários foram beneficiados – população pouco inferior à da Áustria – e atualmente conta com 350 mil jovens em empresas e órgãos públicos, o que ultrapassa em algumas dezenas de milhares os habitantes da Islândia.

Para atender com o mesmo padrão de qualidade os 250 mil parceiros que o escolheram para administrar seus programas de estágio, o CIEE instalou mais de 300 unidades de atendimento em todo o Brasil e ampliou sua gama de serviços. Hoje, oferece também o projeto Aprendiz Legal, que contempla a capacitação prática de jovens inexperientes, com idade entre 14 e 24 anos, em empresas, com a complementação de cursos teóricos ministrados nas dependências do CIEE. São oferecidos quatro programas diferenciados e adaptados às áreas de atuação do jovem na empresa – Ocupações administrativas, Comércio e varejo, Práticas bancárias e Telesserviços.

A inclusão de jovens no mercado de trabalho por meio da aprendizagem teve sua importância reconhecida nacionalmente, no final do ano passado, durante a Conferência Nacional de Aprendizagem Profissional, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo federal estuda mudanças legais para que o país possa absorver 800 mil aprendizes até 2010. A medida é muito bem-vinda tendo em vista que dos 1,3 milhão de jovens têm o perfil de aprendiz em todo o País, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, apenas 150 mil efetivamente estão contratados como tal.

Em quatro décadas de atividade, comprovou que a capacitação é o melhor caminho para garantir um brilhante futuro profissional para a juventude brasileira. Bom exemplo é o do primeiro estudante encaminhado para estágio pelo CIEE: José Feliciano de Carvalho foi contratado durante seu primeiro ano na faculdade de Direito pela Ultragaz, e a experiência lhe abriu portas, direcionando-o para o setor financeiro até ocupar um cargo de alta direção no HSBC.

 

(*) Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, da Academia Paulista de História – APH e diretor da Fiesp.

 

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Peça infantil ensina lições de meio ambiente no 'Super Férias'







Chega a Sorocaba, para quatro únicas apresentações, o espetáculo infantil "As Histórias de Alva Gaia - Aventuras em Educação Ambiental", que com o objetivo de conscientizar as novas gerações sobre importância da conservação ambiental, sensibiliza crianças para os cuidados ambientais cotidianos.



Com estas apresentações, a autora da peça espera estimular as crianças a cuidarem e valorizarem a cidade de Sorocaba "As Histórias de Alva Gaia mostra que, ao compartilhar idéias com amigos e ao enfrentar o desperdício, a poluição e a irresponsabilidade, cada criança pode contribuir para que sua geração e gerações futuras desenvolvam uma forma de vida em parceria - e não contra - a natureza", explica Karin Thrall.



Indicada para crianças acima de cinco anos, a peça destaca assuntos como arborização urbana, poluição do ar e da água, e reciclagem de lixo. Motivando o planejamento responsável do futuro do planeta, a atividade lúdica, com linguagem apropriada para o público infantil, dura 45 minutos.



Abordando temas ligados à sustentabilidade, a inteligente fada Alva Gaia atiça o interesse das crianças pelo meio ambiente ao contar histórias sobre suas divertidas aventuras para proteger sua cidade dos terríveis planos da Bruxa Tula e de seu atrapalhado ajudante Moscão, sempre prontos a destruir a natureza.



O espetáculo com condições narrativas e técnicas que favorecem a montagem e a apresentação em teatros e espaços alternativos, agrada educadores e alunos não só pelo dinamismo, mas por sua atualíssima trama, em que a Bruxa se candidata a prefeitura, tendo planos de acabar com todas as árvores da cidade, soltar poluentes através da fumaça de caminhões e espalhar sujeira por todos os cantos.



Buscando sempre criar situações com forte conexão com o cotidiano da criançada, mostrando que a preservação do meio deve acontecer não só em cenário natural, mas também no urbano, a peça estimula a imaginação e ação. Através de soluções geniais como o "Ziribidum" - o carro que não solta pum - e a ajuda das cores, que ensinam uma divertida canção sobre reciclagem, a esperta fada estimula as crianças a tornarem-se heróis ao simplesmente cuidar e valorizar o que está ao seu redor: calçadas, ruas, escolas, parques, jardins e animais de estimação.



terça-feira, 7 de julho de 2009

Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas


Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública. As conseqüências seriam as melhores  possíveis.
 Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que  temos no Brasil.
 
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.
 
Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país. O projeto PASSARÁ,
SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
 
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

 
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

U D E S P

 

UNIÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA ESPÍRITAS DO ESTADO DE SÃO PAULO 


Como nasceu a UDESP?


"Pelo conhecimento da existência em todo o Estado de São Paulo, de inúmeros policiais e respectivas famílias, profitentes, estudiosos e/ou interessados no Espiritismo (doutrina codificada por Allan Kardec e estruturada na Filosofia, na Ciência e na Moral Religiosa).

 

"Sabendo que muitos Delegados de Polícia e familiares frequentavam Casas Espíritas, aí aprendendo, auxiliando e sendo auxiliados nesses "Prontos Socorros da Alma", alguns delegados resolveram organizar um núcleo de autoridades policiais afins, doutrinariamente, para realizar um possível seminário destinado à análise dos temas afetos ao direito e às atividades policiais.


"Tendo em vista que, anos passados, já ocorrera um ensaio a esse respeito no Interior, na região de Araçatuba."


Quando nasceu a UDESP? E por quê?


"Foi em 24 de março de 2000 que se criou a UDESP, com a finalidade de estudar, discutir e divulgar o Espiritismo, como Doutrina Esclarecedora com base na fé raciocinada, no seio da organização policial, segundo essa luz que vem iluminando o coração dos seres humanos, já existindo, além do Centros e de Sociedades Espíritas, entidades dos Militares Espíritas (nas Forças Armadas), dos magistrados espíritas (entre Promotores e Procuradores da Justiça"


Qual é a opinião, de alguns, sobre o estudo da Espiritualidade na Segurança Pública?


"Infelizmente alguns se referem a isso com desdém, quando sabem que policiais defendem a Doutrina Espírita, porque não acreditam em nada referente à Espiritualidade. Mas existem policiais espíritas que externam satisfação quando percebem a difusão da idéia de que os médiuns poderiam solucionar casos intrincados com a intervenção de Entidades Espirituais. Chegam a defender a inclusão dos médiuns como auxiliares regulares no trabalho policial".

 

Isto, desde sejam obedecidas algumas regras rigorosas. O trabalho da Polícia tem que ser desempenhado  por policiais. Os médiuns funcionariam como meros auxiliares e as mensagens recebidas, minuciosamente analisadas e comprovadas a bem da verdade.


Um dos membros da UDESP:


"Dr. Orlando Padovam é Delegado de Polícia da classe especial aposentado, membro da UDESP, desde sua fundação. Sua mediunidade permite que pintores consagrados continuem seu trabalho com a finalidade precípua de provar que a vida continua após a morte do corpo; além disso, dá oportunidade de auxílio aos necessitados que comparecem aos trabalhos."


Dr. João Francisco Crusca é Delegado da Polícia Civil do Estado de São Paulo e Coordenador da UDESP.


Para quem se interessar por maiores esclarecimentos, mais detalhes ou novidades nos trabalhos da UDESP é só consultar o site: www.udesp.org.br

(onde estas informações foram coletadas).


Nair Lúcia de Britto

Jornalista



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