Na segunda-feira, alunos da PUC-Campinas poderão conhecer melhor o universo da filosofia, por meio de uma palestra com filósofo de renome internacional além de discutir a obrigatoriedade do ensino de sociologia no ensino médio
A PUC-Campinas, na segunda-feira (7 de abril), às 10h, no Auditório Dom Gilberto traz o conceituado professor Rogério Miranda de Almeida para ministrar a palestra: "O desejo e a questão do intermediário na filosofia" junto com o lançamento da obra ‘Eros e Tânatos – A vida, a morte e o desejo’. Neste mesmo dia, às 19h, na sala 800 do prédio H01, no Campus I, o professor Nelson Dácio Tomazi para discutir a obrigatoriedade da Sociologia no Ensino Médio. Tomazi é professor aposentado de Sociologia pela Universidade Estadual de Londrina no Paraná e autor dos livros: ‘Iniciação à Sociologia’; ‘Sociologia da Educação’ e ‘Sociologia no Ensino Médio’.
Almeida, formou-se em filosofia pela PUC-Campinas, doutorou-se em filosofia pela Universidade de Metz, França, e em teologia pela Universidade de Estrasburgo, também na França. Lecionou filosofia e teologia na Universidade de Saint Vincent, Pensilvânia - Estados Unidos, filosofia na Universidade Santo Anselmo e teologia na Universidade Gregoriana em Roma. Além de artigos em revistas nacionais e internacionais, publicou: "Nietzsche et le paradoxe" (traduzido para o português e o inglês); "Nietzsche e Freud: Eterno retorno e compulsão à repetição", edições Loyola.
Na mitologia grega, duas figuras se opõem: Eros, o deus grego do amor, e Tânatos, a personificação da morte. Esses dois personagens foram resgatados por diversos filósofos para explicar a dualidade entre a morte e o desejo. No livro ‘Eros e Tânatos – A vida, a morte e o desejo’, o autor faz uma análise profunda da obra dos filósofos que tentaram interpretar esse "eterno conflito da construção e da destruição, da vida e da morte, do ódio e do amor, da satisfação e da insatisfação".
Ao resgatar o pensamento dos filósofos pré-socráticos até Nietzsche e Freud, Almeida interpretar um universo de pulsões e forças que não param de se entrelaçar e de se separar. A obra traz questões que interessam não apenas a estudantes de graduação, mas também ao público em geral, que tenha interesse em temas filosóficos.
Atualmente Rogério Miranda de Almeida é professor no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da PUC do Paraná.
A abertura do evento será realizada pelo diretor do Centro de Ciências Humanas da PUC-Campinas, padre Paulo Sérgio Lopes Gonçalves. A palestra do professor Rogério Miranda de Almeida será mediada pela professora Constança M. César, líder do grupo de pesquisa da PUC-Campinas que estuda a Filosofia, a Cultura e a Sociedade, e pelo professor Germano Rigacci Jr , pró-reitor de Graduação.
Serviço:
Palestra: "O desejo e a questão do intermediário na filosofia" – Lançamento da obra: Eros e Tânatos
Dia: 07/04/2008
Horário: 10 horas
Local: Auditório Dom Gilberto - Campus I – PUC Campinas
Rodovia Dom Pedro I, km 136 – Parque das Universidades
Informações: (19) 3343-7659 ou nupex.cch@puc-campinas.edu.br
Aula Inaugural Ciências Sociais: obrigatoriedade da Sociologia no Ensino Médio
Dia: 07/04/2008
Horário: 19 horas
Local: sala 800 do prédio H01, no Campus I da PUC-Campinas
Rodovia Dom Pedro I, km 136 – Parque das Universidades
Informações: (19) 3343-7237 ou fcs.cch@puc-campinas.edu.br
sexta-feira, 4 de abril de 2008
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Editora UNESP retoma o debate sobre os profissionais da comunicação
A mídia ocupa hoje um espaço central na sociedade globalizada. Nesse contexto, o debate sobre a função do profissional da comunicação torna-se fundamental. Com a aproximação do dia do jornalista, 7 de abril, a Editora UNESP relembra os títulos publicados que ajudam a entender a complexa função do jornalista e dos veículos de comunicação.
As rápidas transformações e o vazio ético do jornalismo contemporâneo são temas centrais do livro Jornalismo na era virtual – Ensaios sobre o colapso da razão ética (141 páginas, R$ 21), do jornalista Bernardo Kucinski. Sob a ótica da ética profissional, o autor examina temas como direito à saúde, Internet, economia virtual, corrupção, paradoxos do jornalismo neoliberal, jornalismo econômico, mentira e imaginação. Para Bernardo Kucinski o fim da separação entre jornalismo e assessoria de imprensa, a concentração da produção e da propriedade na área de comunicação e, principalmente, a mentalidade individualista do novo profissional, cada vez mais distante da concepção idealista da profissão, são apontadas como principais causas do colapso da razão ética.
Analisar os expedientes e técnicas do jornalismo é o que se propõe Juvenal Zanchetta Júnior, em Imprensa escrita e telejornal (134 páginas, R$ 15), título da Coleção Paradidáticos. O autor identifica as características do texto jornalístico e abre uma discussão sobre a leitura e o papel do leitor, investigando a mídia, a notícia impressa, o fotojornalismo e o telejornal, para avaliar o que envolve sua produção. A obra aborda os veículos de comunicação não como uma “entidade abstrata, neutra ou isenta, mas como um organismo que catalisa e materializa boa parte das tensões dos diversos grupos sociais, das elites e classes profissionais até os leitores, passando pelas organizações públicas e privadas”.
Imprensa e cidade (136 páginas, R$ 15) aborda a história da imprensa no Brasil e seu papel na sociedade dominada pela velocidade das novas tecnologias. No livro, as historiadoras Ana Luiza e Tania partem do princípio que para compreender o cenário contemporâneo da imprensa, dominado pela fragmentação, imediatismo e bombardeio de notícias em meios como a Internet e até celulares, é importante acompanhar a trajetória da imprensa, desde o século XIX até os dias de hoje.
Em A boa escola no discurso da mídia (255 páginas, R$ 35), o autor Geraldo Sabino Ricardo Filho elabora um estudo sobre a representação midiática do conceito de "boa escola", tomando por objeto de análise as edições da revista Veja, publicadas entre os anos de 1995-2001. Como objeto, faz uso do discurso da revista como fonte de representações de parcela importante da sociedade brasileira e, por fim, faz uma discussão sobre a criação do consenso de um ideal de boa escola.
Veja também:
Os desafios da escrita, de Roger Chartier (148 páginas, R$ 28)
Humanidades em Comunicação, de Clodoaldo M. Cardoso (266 páginas, R$ 25)
Os livros da Fundação Editora da Unesp podem ser adquiridos pelo site: www.editoraunesp.com.br ou telefone (11) 3242-7171.
As rápidas transformações e o vazio ético do jornalismo contemporâneo são temas centrais do livro Jornalismo na era virtual – Ensaios sobre o colapso da razão ética (141 páginas, R$ 21), do jornalista Bernardo Kucinski. Sob a ótica da ética profissional, o autor examina temas como direito à saúde, Internet, economia virtual, corrupção, paradoxos do jornalismo neoliberal, jornalismo econômico, mentira e imaginação. Para Bernardo Kucinski o fim da separação entre jornalismo e assessoria de imprensa, a concentração da produção e da propriedade na área de comunicação e, principalmente, a mentalidade individualista do novo profissional, cada vez mais distante da concepção idealista da profissão, são apontadas como principais causas do colapso da razão ética.
Analisar os expedientes e técnicas do jornalismo é o que se propõe Juvenal Zanchetta Júnior, em Imprensa escrita e telejornal (134 páginas, R$ 15), título da Coleção Paradidáticos. O autor identifica as características do texto jornalístico e abre uma discussão sobre a leitura e o papel do leitor, investigando a mídia, a notícia impressa, o fotojornalismo e o telejornal, para avaliar o que envolve sua produção. A obra aborda os veículos de comunicação não como uma “entidade abstrata, neutra ou isenta, mas como um organismo que catalisa e materializa boa parte das tensões dos diversos grupos sociais, das elites e classes profissionais até os leitores, passando pelas organizações públicas e privadas”.
Imprensa e cidade (136 páginas, R$ 15) aborda a história da imprensa no Brasil e seu papel na sociedade dominada pela velocidade das novas tecnologias. No livro, as historiadoras Ana Luiza e Tania partem do princípio que para compreender o cenário contemporâneo da imprensa, dominado pela fragmentação, imediatismo e bombardeio de notícias em meios como a Internet e até celulares, é importante acompanhar a trajetória da imprensa, desde o século XIX até os dias de hoje.
Em A boa escola no discurso da mídia (255 páginas, R$ 35), o autor Geraldo Sabino Ricardo Filho elabora um estudo sobre a representação midiática do conceito de "boa escola", tomando por objeto de análise as edições da revista Veja, publicadas entre os anos de 1995-2001. Como objeto, faz uso do discurso da revista como fonte de representações de parcela importante da sociedade brasileira e, por fim, faz uma discussão sobre a criação do consenso de um ideal de boa escola.
Veja também:
Os desafios da escrita, de Roger Chartier (148 páginas, R$ 28)
Humanidades em Comunicação, de Clodoaldo M. Cardoso (266 páginas, R$ 25)
Os livros da Fundação Editora da Unesp podem ser adquiridos pelo site: www.editoraunesp.com.br ou telefone (11) 3242-7171.
JORGE LUIS BORGES INSPIRA MONÓLOGO DE JOÃO PAULO LORENZON
Memória do mundo, escrito por João Paulo Lorenzon, protagonista do espetáculo, e dirigido por Élcio Nogueira, estréia dia 24 de abril no SESC Paulista. Texto é resultado de mergulho apaixonado do autor na obra e vida do escritor argentino, que contou com as contribuições dos especialistas em literatura e em Borges, Júlio Pimentel Pinto e Davi Arrigucci Júnior, com supervisão do ator e diretor Elias Andreato; trata-se de uma realização do SESC São Paulo.
O monólogo compõe uma noite na vida de Borges. Traz a conversa impossível dele com Beatriz, a amada morta, e temas tão recorrentes na vida do argentino: a admiração pelo pai, a cegueira progressiva, a literatura, o realismo fantástico, seu fascínio por espelhos, tigres e labirintos e sua obsessão pelo infinito. Borges reflete sobre a morte inexistente das coisas; a eternidade de Beatriz, e de todos os paraísos perdidos; o tempo dos dois e os tempos lembrado, vivido e ficcional.
Memória do mundo será mostrada num espaço não convencional para apenas 25 pessoas por sessão. A entrada do público será pelo camarim onde o Lorenzon já estará incorporado ao personagem. A disposição das cadeiras procura formar um labirinto, idéia reforçada pela distribuição de placas de espelhos pelo cenário. Um jogo de luzes e caixas de som dispostas para criar um efeito “dolby” compõem uma cenografia projetada de modo a desorientar os sentidos dos espectadores
A vontade de dividir com o espectador as contradições, as dores, as indignações e, acima de tudo, “a ameaça da infinita felicidade que sempre pode acontecer aos homens” marca o texto de João Paulo Lorenzon. Ele também quer prestar uma homenagem a um dos seus autores preferidos, buscando dar voz e corpo às visões sobre o mundo de um homem de gênio inacreditável e raro de aparecer. “A obra de Borges é fonte muito limpa nesses tempos opacos”, esclarece o ator/autor.
Elcio Nogueira optou por ressaltar a relação de proximidade entre intérprete e público. No ambiente em que terá uma platéia de apenas 25 pessoas por sessão, acredita que será mais eficaz levar o público a uma “viagem rumo aos mundos fantásticos do escritor”, ressaltando palavras e devaneios do argentino.
O cenário assinado por Márcia Moon buscou inspiração nos labirintos de Borges e, por isso utiliza-se de espelhos, luz e sombra. A idéia é levar o espectador para diversos universos e realidades.
A pesquisa de Lorenzon para a construção da dramaturgia iniciou-se em julho de 2006 e contou com a contribuição de dois estudiosos em literatura e especialistas em Borges: Júlio Pimentel Pinto e Davi Arrigucci Júnior. Elias Andreato supervisionou o roteiro.
Júlio Pimentel Pinto, historiador e professor doutor de História da América Latina da USP, deu preciosas informações sobre Beatriz Viterbo, principal personagem feminina de Borges. Ajudou a encontrar os aspectos mais lírico, delicado e mais amoroso de Borges, que raramente percebemos em sua obra.
Davi Arrigucci Júnior, atual tradutor de Borges para a Companhia das Letras, sugeriu intensificar no texto a relação do argentino com Beatriz. Essa conduta fortalece a idéia do amor não correspondido e, desta forma, constitui um forte paralelo entre a condição do personagem, vivendo um amor impossível e uma das principais temáticas de sua obra: o fascínio pelo impossível, pelo inalcançável.
Elias Andreato, roteirista e intérprete de quatro monólogos, foi fundamental para tornar o roteiro mais teatral e menos literário. Considerou a importância de transformar as reflexões intelectuais em emoção, em tirar as idéias da cabeça do personagem e colocá-las no coração e deu “tempo do teatro”, sempre mais urgente e fragmentado, ao “tempo da literatura” indissolúvel no texto de Lorenzon. (Assessoria de imprensa)
O monólogo compõe uma noite na vida de Borges. Traz a conversa impossível dele com Beatriz, a amada morta, e temas tão recorrentes na vida do argentino: a admiração pelo pai, a cegueira progressiva, a literatura, o realismo fantástico, seu fascínio por espelhos, tigres e labirintos e sua obsessão pelo infinito. Borges reflete sobre a morte inexistente das coisas; a eternidade de Beatriz, e de todos os paraísos perdidos; o tempo dos dois e os tempos lembrado, vivido e ficcional.
Memória do mundo será mostrada num espaço não convencional para apenas 25 pessoas por sessão. A entrada do público será pelo camarim onde o Lorenzon já estará incorporado ao personagem. A disposição das cadeiras procura formar um labirinto, idéia reforçada pela distribuição de placas de espelhos pelo cenário. Um jogo de luzes e caixas de som dispostas para criar um efeito “dolby” compõem uma cenografia projetada de modo a desorientar os sentidos dos espectadores
A vontade de dividir com o espectador as contradições, as dores, as indignações e, acima de tudo, “a ameaça da infinita felicidade que sempre pode acontecer aos homens” marca o texto de João Paulo Lorenzon. Ele também quer prestar uma homenagem a um dos seus autores preferidos, buscando dar voz e corpo às visões sobre o mundo de um homem de gênio inacreditável e raro de aparecer. “A obra de Borges é fonte muito limpa nesses tempos opacos”, esclarece o ator/autor.
Elcio Nogueira optou por ressaltar a relação de proximidade entre intérprete e público. No ambiente em que terá uma platéia de apenas 25 pessoas por sessão, acredita que será mais eficaz levar o público a uma “viagem rumo aos mundos fantásticos do escritor”, ressaltando palavras e devaneios do argentino.
O cenário assinado por Márcia Moon buscou inspiração nos labirintos de Borges e, por isso utiliza-se de espelhos, luz e sombra. A idéia é levar o espectador para diversos universos e realidades.
A pesquisa de Lorenzon para a construção da dramaturgia iniciou-se em julho de 2006 e contou com a contribuição de dois estudiosos em literatura e especialistas em Borges: Júlio Pimentel Pinto e Davi Arrigucci Júnior. Elias Andreato supervisionou o roteiro.
Júlio Pimentel Pinto, historiador e professor doutor de História da América Latina da USP, deu preciosas informações sobre Beatriz Viterbo, principal personagem feminina de Borges. Ajudou a encontrar os aspectos mais lírico, delicado e mais amoroso de Borges, que raramente percebemos em sua obra.
Davi Arrigucci Júnior, atual tradutor de Borges para a Companhia das Letras, sugeriu intensificar no texto a relação do argentino com Beatriz. Essa conduta fortalece a idéia do amor não correspondido e, desta forma, constitui um forte paralelo entre a condição do personagem, vivendo um amor impossível e uma das principais temáticas de sua obra: o fascínio pelo impossível, pelo inalcançável.
Elias Andreato, roteirista e intérprete de quatro monólogos, foi fundamental para tornar o roteiro mais teatral e menos literário. Considerou a importância de transformar as reflexões intelectuais em emoção, em tirar as idéias da cabeça do personagem e colocá-las no coração e deu “tempo do teatro”, sempre mais urgente e fragmentado, ao “tempo da literatura” indissolúvel no texto de Lorenzon. (Assessoria de imprensa)
quinta-feira, 27 de março de 2008
A Cartografia Ambiental ou do Ambiente na Geografia
A Cartografia Ambiental ou do Ambiente na Geografia
Clézio Santos
publicado em 19/03/2008
http://www.partes.com.br/socioambiental/cartografiaambiental.asp
Clézio Santos
publicado em 19/03/2008
http://www.partes.com.br/socioambiental/cartografiaambiental.asp
O Museu como Espaço Cultural e Educativo na Atividade Turística
O Museu como Espaço Cultural e Educativo na Atividade Turística
Clézio Santos
publicado em 20/03/2008
http://www.partes.com.br/turismo/museuturismo.asp
Clézio Santos
publicado em 20/03/2008
http://www.partes.com.br/turismo/museuturismo.asp
Assinar:
Postagens (Atom)
PND: inscrições são prorrogadas até 10/7
PND: inscrições são prorrogadas até 10/7 Participantes devem se inscrever no Sistema PND. Prazo também foi prorrogado para solicitações de a...
-
Agência Brasil030712 ANT1914 Brasília - O presidente do Senado, José Sarney, recebe o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oli...
-
Autor: Dhiogo Caetano Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre me...
