terça-feira, 27 de julho de 2010

mensagem:) jogue fora as suas batatas!


MENSAGEM




Jogue fora suas batatas!



O professor pediu aos alunos que levassem uma bolsa cheia de batatas para a sala de aula em determinado dia.

Em cada uma delas, ele pediu que fosse escrito o nome de pessoas de quem não gostassem, que lhes magoaram

ou fizeram sofrer em algum momento da vida.

Eles começaram a pensar e foram lembrando uma a uma...

Algumas bolsas ficaram pesadas, com muitas batatas.

Como os alunos tinham que carregar a sacola para todos os lugares, algumas batatas acabaram estragando e ficando

com mau cheiro.

Ao colocar toda a sua atenção na bolsa, os alunos deixavam de observar outras coisas que estavam a sua volta,

inclusive a aula.

O objetivo da atividade era mostrar o peso espiritual diário que a mágoa ocasiona.

Moral da história: ao se incomodar com os outros, a pessoa acaba se esquecendo de si mesma.

Pense nisso e jogue fora as batatas e essas bolsas cheias de magoas. Como Padre?


No Colo de Jesus, e melhor, mais fácil ainda... Evangelizando!!






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domingo, 25 de julho de 2010

Romance Um, de Geraldo Lima - Resenha de Silas Correa Liete









Pequena Resenha Crítica

Romance “UM”, de Geraldo Lima – O Discurso Amoroso da Dialética Consciencial




“Estou farto de muita coisa (...).
Eu quero a destruição de tudo o que é frágil”

Roberto Piva


O que pode o ser humano, senão, entre seres humanos, AMAR?. Parafraseando o poeta, é isso o que se dá, naquilo que Cazuza chama de sua metralhadora cheia de lágrimas, em Um, o romance de Geraldo Lima, LGE Editora, uma dialética do discurso amoroso em que permeia a consciência, o paradoxo, o ser humano (no caso, sensível), entre seres humanos, AMANDO. E com tudo isso, claro, a narrativa que vai e volta, choca e instiga, se esconde, aparenta, cita, permeia, desce e sobe, sempre sob o pântano da condição humana nas relações humanas. Será o impossível? Geraldo Lima debuta e enlaça narrativas como quadros cênicos dessa relação amarga-doce, bonita-feia, alegre-triste, sensual-bizarra, mas, antes de tudo, como as cartas de amores são ridículos – olha o Fernando Pessoa! – romances de amor nesses tempos pós-modernos também. Pior, se entre o sagrado e o profano, a carne e o sangue, o santo e o convexo, vivenciam diálogos impertinentes, bem costurados com arrojo de criar sem cair na pieguice romântica do quase ou tanto... pode se dizer que o amor acaba mas a saga continua. Ex-amores são para sempre?

Pois é: o amor tem sim, loucura que a própria lucidez desconhece.

Como se descascasse uma cebola de relação que ameaça, explicita, sai de cena, pensa-se, o autor vai retaliando a relação, fatiando sofrências, acontecências, dando tempo ao verbo e o verbo se faz carne, como se faz tensão, solilóquio, espírito e carranca. Olha a consciência como leitmotiv. Ana é o fio de Ariadne ou Ariadne é uma consciência sagrada pesando, fio condutor, para um interlocutor (interlocutora – a consciência?) onde sempre depositamos o pão e o vinho, do que se vem da carne nas relações proibidas/permitidas, só sonhadas, quem o sabe? Crime e castigo? Ah o crime de amor que faculta o existir... A consciência é a serpente que envenena intenções (ou possíveis intenções em treva branca), ou clarificando pensares, ilações/alusões, faz um inventário de partilhas íntimas, abre véus, aponta o que existe e até o que não existe?

Geraldo Lima demonstra isso aqui e ali, teatrizando ora o possível, o entendido como havido, o medo de algo-alguma coisa, resvalando ora na poesia, ora na prosa, ora meio que lispectoriano sem perder a mão (e a ternura) jamais. Gostoso lê-lo.

A Ana que foi (foi?) e já não é. A Ariadne que poderia ter sido e não foi. O entremeio, o intertexto, as citações, o seminário (que aqui vem de sêmen?...); o possível pecado de, o padre e os estudos, o corpo, a devassidão; nunca completam de uma perdição cobra-cega no paraíso do contar. Que consciência é o divã? Divã de idéias; divagar delas, ah o romance como fio de meada, fio de Ariadne, olhar enviesado, tirar de véus, entrecortar, contando, entrecontar, cortando, pinceladas mágicas de ternura, sensibilidade, como se tudo entre quatro paredes, o voyouver, e vai por aí o bolero-(tango-)mixórdia da contação. O castiço a rapariga, o mortiço dos ambientes propositalmente turvos, e o sexismo, o amor e o pudor. UM, o Romance de Geraldo Lima poderia também se chamar Inferno, fosse invocada a consciência como narradora. Tudo bem, é o espírito que ama o espírito, antes do corpo amar o corpo... isso, nas fáceis vidas difíceis, mas, entre uma sedução e um seminarista, tudo ralhado, há bulhas e cismas. Periga ver. Sentir, chocar com o olhar do que conta o vai-da-valsa, com um medo-coisa, uma solidão-embuste, uma aparência que, sim, engana. De propósito?

Depois que conhecemos o amor, em que lugar (de nós) deixamos as asas? Extremos e lumes. Sangria desatada a... de novo, consciência... repigando sentimentos e ressentimentos. Tudo a ler.

Que cenário é a mente, a casa, a história, lugares nenhuns, todos os lugares? Paulo tece os momentos que passou com Ana, a quase fêmea-fatale (não são todas?), a mulher-aranha com quem morou por algum tempo. Fala da amiga Ariadne, tece acontecimentos e pessoas como referências de vida de passagem. E há o padre Artur, que lhe foi uma espécie de mentor. Com o autor caímos na redoma de vidas, além, claro, de uma sua experiência transformadora que nos leva a reflexões ora incabidas, ora insabidas, ora sagraciais. Sim, meus irmãos, cada um sabe a dor e a delicia de ser o que é, e o que não é. Cada um sabe de que luz faz cruz, de que devaneio faz sentimento, de que santeria interior faz nau insensata, de que atitudes impróprias congela momentos, visões, prismas. Escrever é colocar dúvida em nós mesmos, a partir de olhares novos sobre frinchas revisitadas.

UM é isso: um romance sempre no começo de uma relação que é posterior e anterior ao seu tempo estagnado, mas que viça pela palavra, se alonga, debulha, questiona, avalia e até trinca intenções. Há entrelinhas no ler...

Que milagre é amar e escapar ileso? Escrever é lembrar, lembrar é escrever/ascender (e acender velas na solidão de uma alma em conflito). Depois que um corpo conhece outro corpo, fugir é mergulhar nele, mesmo que seja num palavrear confeitos, contrastes e ramificações do verbo sentir. E pensar é sentir com a alma. A carne é fraca, meus irmãos, o Romance UM foge do cepo da consciência, para cair no labirinto das confrontações. Um romance e tanto. E atual, moderno, nesses tempos em que uma igreja decrépita mostra as vísceras, em que a nódoa da historia nela depositada é remorso, e em que os que passam pelo genuflexório têm que rezar defeitos, lamúrias e resignações de fugas ainda não depuradas. Há um Deus? Periga ver.

A correnteza da narrativa é o contra-fluxo do medo de amar até a página tal, o lado b do que se passou. Há coisas no ar. UM é apenas o começo do zero ao infinito. Tudo pode ser, como também não. Tudo pode ter acontecido, como pode ser um delírio bem orquestrado entre o que houve e o que se coube na relação até o limite do provável.

A mão que oferece a maçã, oferece o delírio do corpo, da carne, do afeto trocado. Amou tem que rezar? A cartilha do amor é o corpo do êxtase levado ao destempero. Amar e sofrer. A corrupção do corpo. A delação da mente. Turvamos o historial para sentirmos a transparência de nós mesmos? Mia Couto dizia que a melhor maneira de mentir é ficar calado. E narrar o questionável? Si, sem o prazer não podemos parecer humanos. E o humano em nós desmonta o falso-sagrado em nós. Escrevemos para medir o destino, ou o amor é um erro?

Geraldo Lima é professor de literatura, e conhece do oficio de romancear. Tem outras obras, alguns prêmios, retrata as relações humanas levadas ao extremo, entre o zelo, entre a mancha; do achado entre o perdido, das neuras e dos perigos letrais das relações amorosas, feito um discurso da posse de, da libertação de, dos atropelos de.

Amar se aprende amando, diria o poeta. Há muita poesia no Romance UM de Geraldo Lima. Ler a obra é desnudá-lo. Ficamos cegos de tanto sentir, ou ler é tirar as tintas e panos do que ele conta, para sentirmos na pele que o livro vai além da experiência mística que inventa de contar?

Que hamster é o ser humano para o suplicio do conviver entre desiguais? Primatas querendo ser divinizados experimentam os horrores das contundências.

O Tibete talvez seja descobrir o humano em nós, depois que passamos tanto tempo no piloto automático da vida infame. E aí entra o amor na sua mais pura devoção, mesmo que paralelo ao medo do fotógrafo que retrata em nós a entrega despudorada, o inominável da submissão à carne, a tarja preta e o código de barras feito sermos todos nós ainda e assim, por isso mesmo o Número UM, introspectivo ou não, daquilo que sabemos de nós, entre o defensor e o algoz, a consciência e a circunstancia de.

O escritor é o que, com uma lanterna, procura o número que somos, que parecemos, que multiplicamos em silêncios, palavras, moinhos de ventos, filtrações e sagradas escrituras. Sagradas?

-0-

Silas Correa Leite – Poeta, Ficcionista, Resenhista
Autor de CAMPO DE TRIGO COM CORVOS, Contos, Editora Design
E-mail: poesilas@terra.com.br
Blogue: www.portas-lapsos.zip.net


Escritor Geraldo Lima






sexta-feira, 23 de julho de 2010

FW: Roda Viva - segunda-feira, 26 de julho de 2010 às 22h00 - Transmissão ao vivo pela Internet


Encaminhado por Nair Lúcia de Britto 
From: rodaviva@tvcultura.com.br
To: rodaviva@tvcultura.com.br
Subject: Roda Viva - segunda-feira, 26 de julho de 2010 às 22h00 - Transmissão ao vivo pela Internet
Date: Fri, 23 Jul 2010 19:29:33 -0300

Ana Beatriz Barbosa Silva
Médica psiquiatra e escritora

Psiquiatras alertam que a maneira de ser e de viver pode contribuir para uma cultura de violência. Na TV e no cinema, psicopatas ganham cada vez mais espaço e seus papéis adquirem quase status de heróis. As manchetes de jornais dão destaque aos crimes, assim como os telejornais exploram o assunto. Corrupção, pedofilia e casos de agressões dividem a atenção dos veículos de comunicação e dos cidadãos.

Ana Beatriz Barbosa é psiquiatra, especializada em medicina do comportamento e estudiosa das questões ligadas à violência. Ela se dedicou ao estudo do funcionamento do cérebro, transtornos e vários outros temas ligados ao comportamento humano. Ana Beatriz Barbosa é autora de sete livros, onde chama a atenção tipos de violência que precisam ser tratados como problema social.

Participam como convidados entrevistadores:
Renato Lombardi, comentarista da TV Record; Ivan Martins, editor-executivo da Revista Época; Cláudia Collucci, repórter de saúde do jornal Folha de S. Paulo e mestre em história da ciência pela PUC de São Paulo e Suzane G. Frutuoso, chefe de reportagem do jornal Diário de S. Paulo

Colaboradores:
Juliana Ferreira Fernandes, publicitária (http://twitter.com/jufernandes); Michel Micas Namora, publicitário (http://twitter.com/micasisses); Simône Noronha, médica (http://twitter.com/simonenoronhaMD) e William Biagioli, produtor audiovisual (http://www.flickr.com/wbiagioli).

Apresentação: Heródoto Barbeiro


Transmissão ao vivo pela Internet a partir das 21H00.


O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva
 


LEVE SEU MESSENGER PARA ONDE VOCÊ ESTIVER PELO SEU CELULAR. CLIQUE E VEJA COMO FAZER.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

VIVA!



VIVA!

QUE BOM QUE VOCÊ VEIO!
A SUA PRESENÇA ALEGRA O MEU DIA!
A FOTO É UM MINI QUADRO DE GUACHE E AMOR:
UMA CÓPIA... MUITO SIMPLES DE ALGO QUE VISUALIZEI
NUMA SALA FRIA. LÁ ONDE HÁ SAUDADE E DONDE NÃO TENHO SAUDADE!
UMA BELÍSSIMA SEMANA!

PROJETO DE LEITURA

OLÁ!

É uma alegria estar aqui na parte infantil do "site".
Aliás, a Revista está excelente!
Parabéns aos editores e colaboradores!

Agora já podemos brindar com o resultado desse trabalho
MARAVILHOSO e 9 capas dos livros do nosso PROJETO DE LEITURA!
Abraços!


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Essas grandes vítimas, as mulheres




Pedro Coimbra

Cidade de Londres, 1888. As prostitutas viviam apavoradas, pois um cruel assassino de mulheres atacava na região do East End..A imprensa, como sempre, apelidou o monstro que as esquartejava de “Jack, o Estripador”. Tão repentinamente quanto haviam começado, os assassinatos pararam. “Jack, o Estripador”, desapareceu e daí em diante tudo foi conjecturas sobre a sua real identidade.
A história de “Jack, o Estripador” foi um dos primeiros relatos do gênero que ouvi. Afinal, quase todos nós gostamos de histórias de crimes, de terror, desde que não aconteçam conosco. Basta ver o sucesso de monstros vampirescos e outros na literatura, no cinema... Minha tia Milita, uma tranqüila professora de História no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, em Lavras, na década de 60, comprava as revistas “Detetive” e “X-9” e me repassava, Relato de crimes ocorridos nos Estados Unidos, cada um pior do que o outro e que me tiravam o sono...
O Brasil não poderia deixar de ter sua versão apurada de “Jack, o Estripador” através da triste história de Chico Picadinho, um cozinheiro e assassino que esquartejou duas mulheres em 1966 e 1976. Em 1965, Chico se mudou do Rio para São Paulo onde foi tentar a vida como cozinheiro, já que as belas praias e mulheres cariocas não condiziam com sua personalidade. Em pouco tempo, Chico já era um cozinheiro afamado, e logo era convidado para grandes festas onde havia muitas drogas e sexo. Em 1966, Chico fez sua primeira vítima: enquanto fazia amor com sua amiga Margarete, estrangulou-a com as mãos e apavorou-se ao vê-la morta. Retalhou-a e tirou o corpo de casa em sacolas, fugindo em seguida. Três dias depois, ao voltar para casa, deparou-se com agentes da delegacia de homicídios que haviam sido chamados por um amigo, com quem dividia o apartamento. Devido ao excesso de provas, não negou o crime e entregou-se sem resistir. Foi condenado a 18 anos de prisão, recebendo liberdade condicional na metade do tempo. De volta à vida agitada que tinha antes de ser preso, não demorou para que Chico matasse novamente: dessa vez, a vítima foi uma prostituta chamada Ângela. Depois de um jantar romântico, Chico estrangulou sua parceira e, como de costume, ficou apavorado. Como em sua nova casa não havia sacolas de supermercado, Chico teve a ideia de livrar-se do corpo jogando-o pelo vaso sanitário, e logo um grande entupimento aconteceu. A água transbordou, passando por baixo das portas do banheiro e da sala e chegando ao corredor do prédio. Como resultado, Chico foi preso novamente, desta vez por 30 anos. Hoje, apesar de já ter cumprido seu tempo na prisão, Chico avisou que não pode ser libertado. Chico Picadinho, o personagem da realidade brasileira que mais se assemelha ao canibal Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) de O Silêncio dos Inocentes (1991)...
Casos como o do goleiro Bruno, que mobilizam nossa atenção, são emblemáticos, num país onde morrem dez mulheres por dia, vítimas do violência doméstica. Encontre-se ou não os despojos de Eliza Samudi, por muito tempo os programas de televisão de final de tarde vão discutir a psicopatia dos envolvidos que apresentam comportamentos anti-sociais e amorais sem demonstração de arrependimento ou remorso. Muitos também discutirão se tais comportamentos decorrem do déficit de afeição.
Para a mídia um acontecimento como este gera muita audiência durante o tempo que dure. E as autoridades constituídas, com maior ou menor competência, sentem-se valorizadas debaixo das luzes...
No final de tudo vai restar uma história macabra e terrível. E se verificarmos perceberemos a existência de belas mulheres como Eliza em todos os meios onde o exercício do poder predomina...

De olho na alimentação dos jogadores de futebol

Em 1863, na Inglaterra, nascia o esporte mais popular no Brasil: o futebol. Mas ele só veio pra cá em 1894, graças ao paulista Charles Miller. E em comemoração ao esporte que movimenta o país o dia 19 de julho é o Dia Nacional do Futebol, escolhido por ser a data da criação do primeiro time de futebol, o Sport Club Rio Grande, no ano de 1900.

Mas e para jogar os 90 minutos e não perder todas as energias, qual a alimentação ideal para os jogadores de futebol? “É muito importante que os atletas se alimentem de forma equilibrada com alimentos de qualidade e que sejam variados, para favorecer o desempenho esportivo e evitar as carências nutricionais. Assim se reduz as doenças, o cansaço, recupera os músculos e melhora a saúde em geral” explica o nutrólogo e membro da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais, Maximo Asinelli. O médico fala sobre a importância dos carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e até da água para estes atletas. Confira:

 

Carboidratos

O consumo diário de carboidratos na dieta dos jogadores deve ser de  60 a 70% do valor energético total. “São encontrados em alimentos como pães, massas, cereais, batata, arroz, frutas, mel, entre outros. Sua função é fornecer a energia necessária para o corpo realizar as atividades”, afirma Maximo.

 

Proteínas

Elas servem para construir e reparar os músculos, tecidos, células e auxiliam na produção de anticorpos, enzimas e hormônios. Segundo Maximo, alimentos como carnes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, nozes e castanha são ricos em proteínas. “Caso não haja a reposição através da alimentação pode haver comprometimento do processo normal de síntese protéica, o que leva a perda muscular e a queda do desempenho durante um jogo” esclarece.

 

Gorduras

A gordura é considerada uma das principais fontes de energia durante os exercícios físicos e é utilizada para poupar o uso do glicogênio muscular. Além disso, auxilia na absorção de vitaminas lipossolúveis (A,D, E e K), produz hormônios, protege e isola órgãos e tecidos e fornece saciedade. “As gorduras devem ser consumidas com moderação para não prejudicar o desempenho, já que possuem absorção demorada. O ideal é que o consumo não ultrapasse 30% do valor energético total diário”, ressalta o nutrólogo. Maximo acrescenta ainda que existem as gorduras saturadas e as insaturadas. As saturadas são encontradas em alimentos como carnes, derivados de leite, bolos, salgadinhos, bolachas recheadas e sorvetes. Ela faz mal a saúde e deve ser evitada. Já as insaturadas são mais saudáveis e podem ser encontradas na forma líquida como os óleos de soja, oliva e girassol.

 

 

Vitaminas e Minerais

Elas são fundamentais no metabolismo energético, na contração muscular, na regulação do balanço hídrico, nas funções estruturais e participam do funcionamento intestinal, digestão, circulação sanguínea e sistema imunológico. “O consumo de frutas e hortaliças assegura para o organismo o fornecimento adequado de micronutrientes. Eles são necessários para o crescimento normal e manutenção do organismo”, sintetiza Maximo.

 

Água

A hidratação é importante antes, durante e depois dos treinos e jogos. A cada hora o jogador pode perder até dois litros ou mais de suor. Segundo o Consenso da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (2009) o ideal é que o atleta tome cerca de meio litro de água duas horas antes do exercício e durante a prática deve-se ingerir líquidos a cada 20 minutos. No geral é recomendada a reposição de 150% da quantidade perdida.

“A água mantêm a saúde e a eficiência do organismo na digestão, absorção, circulação e excreção. A hidratação deve ser feita periodicamente durante os exercícios físicos e podem ser usadas, além da água, bebidas isotônicas”, afirma Maximo. O médico ressalta ainda que os atletas devem tomar mais de 2,5 litros de água por dia, devida a grande perda de líquidos durante os exercícios.

 

Serviço:

Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037)

Médico Nutrólogo

Site: http://www.clinicaasinelli.com

terça-feira, 13 de julho de 2010

Cinderelas, lobos e um príncipe encantado

 

                                 Filme de caráter educativo é exibido em curso de qualificação

 

Brasília 13/07/2010- Os participantes do curso de formação de multiplicadores do Projeto de Prevenção à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes assistiram nesta terça-feira (13) ao filme "Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado", de 2008, dirigido por Joel Zito Araújo. O longa-metragem mostra o sonho de cinderela de brasileiras que buscam encontrar um marido estrangeiro. No entanto, em busca dessa concretização, acabam entrando no caminho da prostituição e das drogas. Algumas delas entram ainda meninas no universo da exploração sexual, buscando melhores condições de vida.

De acordo com a coordenadora-geral do programa Turismo Sustentável e Infância (TSI), Elisabeth Bahia, do Ministério do Turismo (MTur), a exibição do documentário teve o objetivo de sensibilizar e promover a reflexão entre os participantes do curso.

“Muitas vezes, o turismo é o meio utilizado para a exploração sexual de crianças e adolescentes. Nossa meta aqui é contribuir para que os estados tenham condições de elaborar e implementar ações para prevenir este tipo de crime dentro de hotéis, restaurantes, bares e outros estabelecimentos ligados ao setor”, destaca a coordenadora.

Para Maria Alice Araújo, representante do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Estado de Tocantins, é importante levar a diante esse entendimento. “Sexo com alguém que tenha menos de 18 anos é crime, é exploração, não é simplesmente prostituição. A sociedade não pode aceitar como algo normal”, acrescenta.

O curso na Região Centro-Oeste teve início hoje (13) e vai até a próxima sexta-feira (16). Participam cinco representantes de cada estado, todos de órgãos e empresas ligadas ao turismo. Na semana que vem, será a vez da Região Sul receber o curso.

DENUNCIE

A exploração sexual de crianças e jovens, até 18 anos incompletos, é crime. E a legislação brasileira prevê punição para quem pratica ou facilita. Para denunciar os casos, ligue gratuitamente para o Disque 100 ou procure o Conselho Tutelar mais próximo.

 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Agnelo Pacheco cria campanha em prol das vítimas de tortura e maus tratos

A agência elaborou peças publicitárias e vinhetas em rádio para estimular denúncias em todo estado


A Agnelo Pacheco Comunicação acaba de lançar a campanha para a OAB SP contra a tortura. Com o título "É impossível apagar as marcas da tortura", a mensagem busca enfatizar o fato de os crimes de tortura e maus tratos deixarem marcas inesquecíveis e irreparáveis nos seres humanos.
Veiculada em spot de rádio, banner na internet e cartaz, a campanha visa estimular a denúncia de qualquer tipo de tortura, prática que configura crime inafiançável, ainda muito comum no Brasil. "O resultado final da campanha expressa os traumas e as lembranças que esta prática de violência provoca para o resto da vida", afirma Agnelo Pacheco.
Esta campanha vem somar-se às outras da OAB SP, voltadas diretamente para a defesa da sociedade civil, como contra a violência à mulher, ao idoso, ao meio-ambiente, ao trote violento entre outros. Destaque para a campanha contra a pedofilia, elaborada pela Agnelo Pacheco em 2005, vencedora do prêmio Voto Popular.

Os benefícios intangíveis dos cursos de MBA

Bianca Machado Branco


A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.



Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles. Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam - como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.



Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso.



Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:



- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;



- Aprender a pensar “fora da caixa”. O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela.



- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;



- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações, e;



- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade,



Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.




Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.

Os benefícios intangíveis dos cursos de MBA

Bianca Machado Branco


A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.



Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles. Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam - como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.



Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso.



Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:



- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;



- Aprender a pensar “fora da caixa”. O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela.



- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;



- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações, e;



- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade,



Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.




Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.

Os benefícios intangíveis dos cursos de MBA

Bianca Machado Branco

A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.

Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles.  Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam - como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.

Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso. 

Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:

- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;

- Aprender a pensar "fora da caixa". O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela.

- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;

- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações, e;

- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade,

Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.

 

Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.

Os benefícios intangíveis dos cursos de MBA

Bianca Machado Branco

A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.

Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles.  Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam - como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.

Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso. 

Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:

- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;

- Aprender a pensar "fora da caixa". O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela.

- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;

- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações, e;

- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade,

Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.

 

Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.

domingo, 11 de julho de 2010

O ESPELHO DE ALICE




Alice era muito magra, muito pálida e muito calada. Caminhava se encolhendo, tentando se esconder. Alice e o seu corpo eram uma dificuldade. Ele a limitava, a aprisionava, a castrava.

Mas, Alice era uma sonhadora. Bastava ficar em frente ao seu espelho que ela se transformava.

Para ela, a única coisa real na vida era aquele espelho. Ele, sim, é que refletia a sua verdadeira natureza e essência. Assim, sua vida era toda desenrolada na frente dele.

Nele, ela realizava sua história. Despia-se à vontade. Ria, chorava, cantava, gesticulava, fazia amor, segredava suas fantasias. Enfim, o espelho era a única coisa concreta em sua existência.

No espelho ela via sua beleza, sua força, seu talento, sua bondade, seu destino. Ele era mágico, pois, tudo nele era realizável. Nele, ela se reconhecia. Nele, ela se completava.


PARA ADQUIRIR O LIVRO ACESSE:

http://www.simplissimo.com.br/store/o-espelho-de-alice.html

VIOLÊNCIA À MULHER

DE MULHER PARA MULHER IV
Na noite de ontem, no JORNAL NACIONAL, da Rede Globo, foi assustadora a estatística apresentada nos casos de violência à mulher.
Os motivos que estão em maior evidência são "pensão alimentícia" e o "machismo" ainda presente na população masculina quando o homem não aceita  o término do relacionamento
amoroso por iniciativa da mulher.
Os casos de violência aumentam a cada dia não só quando o homem é  agressor como também quando  não existe a devida cautela por parte da mulher, ao se envolver intimamente com um parceiro que mal conhece.
Psiquiatras e médicos ginecologistas têm feito vários alertas às mulheres através da mídia sobre o grave perigo num envolvimento imaturo...
Quanto à saúde, o resultado são doenças que se alastram.
A falta de cuidado em relação à própria saúde leva a vários tipos de enfermidades; e a irresponsabilidade e o desrespeito para com o outro leva à proliferação dessas mesmas doenças.
Sob meu ponto de vista, para se previnir da violência, a mulher deveria, antes de se envolver num relacionamento, procurar saber os antecedentes do rapaz pelo qual se interessa.
Como ele se porta com os amigos? E com a mãe dele, ele é um filho carinhoso, protetor e amigo? Como ele se comportou com suas antigas namoradas? Soube enfrentar bem as frustrações que todos nós temos na vida?
É uma pessoa de hábitos higiênicos e que valoriza a saúde?
Que tal ambos checarem se estão devidamente imunes de algum problema de saúde antes de se relacionarem e,  depois, manter fidelidade mútua?  
Ter filhos com um homem com quem você não tem nenhum vínculo afetivo e nem a menor chance de um dia poder constituir uma família... Depois exigir pensão propicia muitas desavenças que quase sempre acabam em violência, com muitos prejuízos emocionais para uma criança inocente.
Na minha opinião, quando o homem não assume a paternidade, o melhor a fazer é desistir da "pensão", oferecer à criança um ambiente de paz e criá-la com o fruto do próprio trabalho.    
Mas isso não é justo! Não, não é. É difícil! Bastante.
Por isso a mulher deve escolher muito bem o pai do seu filho.
Para o bem dele e da própria mulher que o gerou.
                                                 Nair Lúcia de Britto.                                             

quinta-feira, 8 de julho de 2010

O DEMôNIO DE CADA UM DE NÓS



O DEMÔNIO EXISTE REALMENTE?

Nada é o que parece ser. Pra começar, com o conteúdo deste livro. Isto confirma que podemos facilmente nos enganar e sermos enganados.
Somos tentados ou repudiamos as coisas por pura ilusão. As pessoas constroem interpretações antecipadas e isto é a origem dos preconceitos.
Como é dito na Bíblia: “Conhecerás a verdade e a verdade vos libertará”. Para nos libertarmos dos demônios que nos atormentam precisamos eliminar a ignorância que nos assombra.
Se existe um demônio que nos amedronta este é o medo e o medo, neste campo, é fruto da ignorância. Assim, se existe uma fórmula para exorcizarmos algum demônio, então, esta está no conhecimento.
Só a verdade pode libertar o ser humano de todos os seus demônios.

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segunda-feira, 5 de julho de 2010

SAMPARAGUAI - Regurgitando Roberto Piva - Silas Correa Leite





Samparaguai, Regurgitando o Escárnio


E para que ser poeta em tempos de penúria?

Roberto Piva

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A grande metrópole de Sampa entregue a tantos demônios
De máfias e quadrilhas do crime organizado paraestatal
(Inclusive o miolo formal das privatarias, privatizações-roubos)
Pela falsa lei de oferta e procura com subornos no entorno
O mercado-cadela parindo monturos de rejeitos sociais
O narcocontrabando informal e os new-richs da terceirização
Prostitutas, travestis, e os excluídos sociais entre favelados
E marginais baratos rendidos ao jogo de aparências e ao crack
Na cidade grande o núcleo do charco iluminado pra consumo
Entre estátuas e cofres e restos de seres entre tantas vendas
A consciência-formiga querendo o açúcar das noites efêmeras
Entre a tecnologia cabritada e a sensibilidade hollywoodiana
Numa augusta sampa que cria modelitos para o resto do Brazyl
Embrutecida urbe de escarros e dejetos entre abraços de palhas

Totens, bancos, catedrais - e parasitas de todos os estilos
Personagens bizarros, decrépitos; revistarias de novidades sórdidas
O álcool-íris das cirroses letrais como furos de labirintos e panelas
Arames-fariseus, lamúrias com discórdias consentidas
E jugos superiores no status-quo a preço de vidas descartáveis
E a cidade grande feito Samparaguai sitiada entre guaritas
Pelo cinturão verde da muamba chinesa entre parasitas
E o dólar neoliberal do neoescravismo inconsequente

Tabletes de felicidade química em pó marmóreo sulatino
Ah Geração Teflon que esquenta mas não quer aderência
Cérebros-barrinhas-de-cereais com esquisitices exóticas
O bordel excelência da Avenida Paulista de liberais escrotos
As máfias da expropriação et caterva por atacado
Os cérebros nanicos de aluguéis gerando lucro com a fome
As proust-trutas de uma peregrinação miserável para a sobrevida
O câncer social via Pinóquio de Chuchu e outros leprosários
Tudo um gigante Carandiru a céu aberto com bandeiras do Brasil

Os beco-hambúrgueres ardis, estacionamentos-cidades hostis
Os guetos-tubainas, cortiços e a sofrida periferia S/A
As oxige-nadas da alta sociedade num podre pop-star
A tevê que esconde a senzala mas se mostra cloaca
O governo paralelo do crime organizado nutre e viça
As propinas estatais pró-partidárias de tucanos insanos
Professores ganhando salário de mendigos na exclusão proposital
Quadrilhas em praças de pedágios entre brucutus fantasmas
E o cogumelo do self; a sopa de egos-bandeirantes, assaz sina
Tudo putrefetado em modus operandi ordem e progresso
A nova mpb que não é nova não é popular e não é brasileira
A cultura pindorama miojo-nojo de almanaque de ocasião
A sazonal oposição caça-níquel à república de Brasília

Os operários da web com barrrigas de tanquinho e links dúbios
Na esquina da Ipiranga com a São João a máfia dos transportes
E Samparaguai prevaricando improbidades públicas
O minimo estado cínico corrupto e inumano e amoral
O patê de víboras na sala vip das autoridades histéricas
O som jeca com grife, na orgia pagã-pirata, a elite branca
O cadafalso do rodo-anel que foi um tremendo roubo-anel
O cassino estaiado superfaturado para agradar a gregos e baianos
Sociedade hipócrita de sampa e seus universos paralelos, primatas
A midia-nódoa, o crime de obras inúteis sem castigos sonhados

O lucro fóssil, o poder camarão, os caras de pau
Marginais engabelando capos de surubas com erário público
As tecnologias de cipós entre regimes de exceção e arbítrio
O turismo lepra, pedofilias e tráfico de influências sistemizadas
Ongs de araque em campus minados de consciências com glosas
O centro velho entre velhacos de porões e arranha-céus decadentes
Nas periferias mutantes com machadinhas de raps mandorovás
As tetas do capitalhordismo americanalhado e circo e pão e brioches
Descarregos-pivôs entre o boi-bumbá e os migrantes com ódio-ópio
E os orientais chegando... chegando... para o futuro chino-brasilis
Depois do afrobrasilis-tupídavidico e suas orgias natividades...


Os nóias filhinhos de papai em clãs falsos como notas de três reais
Os seres-reses em situação de rua - não constam em estatísticas
O morumbi (se gritar pega ladrão não fica um na geografia-beronha)
As importações insensíveis e o medo de mudanças que mudem mesmo
A mágica do dezelo público impune re-elegendo quem rouba e diz que faz
Discórdias sindicalizadas com pelegos no flanco querendo levar vantagem
Caras pintadas subjugados com medo da cota dos negros aos brancos
Condomínios sitiados por favelas, enchentes e ladrões de faróis
A Máfia do Lixo em contratos que cheiram mal e se consumam

(Trombadinha é a fome)

A bela prostituição generalizada de grosso calibre
As pegações-ping-pong dos estábulos entre jecas e rodeios criminosos
A manada de parangolés embrutecidos pela cidade desmiolada
Futebol-marionete entregue ao deus-dará da lavagem de dinheiro
A antimateria, a antipoesia, a marginália querendo gangrenar miolos
Tecnologias efêmeras, assédios de consumos em amebas com grana
Uma espécie de sub-rota para uma fuga em massa pra Miami-Esgoto
Alckmin, CPIs abortadas, bem parecendo um genérico de Collor-cover
O ladrão municipal e o ladrão estadual no mesmo antro cordial
Criticando uma Brasília federal com seus asnos e seus sonhadores
A justiça caolha e canalha de uma elite sem pudor em falsos credos
A imprensa marrom de um caostólico que cheira a formol
O padre-circo, o pastor-bunker, o espírita flanelinha num bat-macumba
E os jumentos da espécie entre universiotários e o sertãonojo
De brasis gerais em sépias de gruas entre o cimento armado

Os demônios do lucro amoral, riquezas injustas, propriedades-roubos
Lucros impunes - e os emo – ai de ti paulicéia desvairada
O rei rói a roupa do rato do maracatu atônito
Alguma brega parada suspeita, ou balada ou rave
O luxo-fusco: compram e gastam para saciar rebeldias inócuas
Lexotam: tomam coke zero e arrotam poses com flatulências sonoras
As tetas da vaca sampa suga sangue suor e a alma
De crianças e jovens, entre grades e aparelhos no dente como gps

E somos todos engabelados pelo corvo do consumo vil, na volúpia
Um Samparaguai sujo pela marginália de tantos num cardume
Entre fracassos-drops e casagrandes de oprimidos

Não conduzimos: somos conduzidos

Basta ver

No poder

De terno, gravata, túnica, toga, farda

E colarinhos brancos, os bandidos!


-0-


Silas Correa Leite
E-mail: poesilas@terra.com.br
www.portas-lapsos.zip.net

quinta-feira, 1 de julho de 2010

ANJOS E DEMÔNIOS


Não, este texto nada tem a ver com o livro de Dan Brown! Mas tem muito com o cotidiano, com a vida que tentamos construir e levar, como os sonhos e pesadelos que sonhamos ou nos fazem sonhar, dormindo ou acordados.
Todo dia saímos à rua, para buscar o futuro, esquecer o passado – corrigir seus erros, se possível – ou, simplesmente, viver o presente. É a uma etapa em nossa jornada que, sabemos, tem começo, meio e fim, e na qual tentamos contribuir com alguma coisa, e não ser apenas espectadores passivos ou massa de manobra dos desejos alheios.
Não é fácil viver, por mais que nos esforcemos para tanto. Queremos apenas plantar e colher o fruto de nosso trabalho, regado com nossa esperança. Estudamos, aprendemos e nos aplicamos para isso, acreditando que crer é suficiente, mesmo sabendo que nossos esforços nem sempre bastam para enfrentar as forças adversas, muitas delas invisíveis, que se apresentam no caminho.
Qual seria o sentido da vida se não acreditássemos nisso? O que nos restaria de humano e divino se simplesmente aceitássemos seguir sem ter nenhum controle sobre o rumo?
Com tantas interferências, nossa caminhada pode estar cheia de perigos e ameaças, nem sempre identificáveis, e que às vezes vêm de onde menos ou nunca se espera!
Como as incertezas podem ser bem maiores do que as certezas, pedimos, rezamos e oramos por proteção divina, para que sejamos livres de todos os males. E mesmo quem não pede esse tipo de proteção já deve ter sentido que teve algum tipo de proteção, ou que sofreu algum mal cujo motivo era inexplicável.
Crendo ou não, há muito mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia, já dizia Shakespeare. Isso vale para a Dinamarca, como para qualquer ambiente: escola, trabalho, grupo social, etc.
De onde vem o divino bem que nos protege do mal que não vemos? De Deus, sem dúvida! Mas Ele tem seus anjos, alguns dos quais conhecidos como anjos da guarda. Muitas vezes eles são de carne e osso e exercem o bem ao evitarem que um mal seja perpetrado contra inocentes, sem que eles saibam quem o articulara. Sua bondade é tão grande que também alivia o ônus moral e espiritual do maldoso, embora a maioria destes seja imoral e alguns até se usem o nome de Deus para legitimarem suas maldades físicas ou psicológicas.
Esses últimos são os demônios de plantão, em grande parte também humanos, ao menos na forma orgânica. Eles não precisam possuir corpos para lhes fazerem mal: basta terem poder externo sobre suas vidas. E o poder nas mãos erradas, sejam elas: incompetentes, temerárias, orgulhosas, desmioladas ou sádicas pode gerar muito mal, às vezes travestido de boas intenções, daquelas de que o inferno está cheio, junto com os bem-intencionados que as tiveram.
Esses anjos da guarda e demônios de plantão estão em toda parte, travando uma luta diária por nossas almas: os primeiros sem nada pedir, os últimos tirando tudo o que podem, mesmo que não precisem. Uns zelando por nosso bem, outros perseguindo e destruindo, por estupidez ou prazer, transferindo suas culpas, erros e baixeza para o objeto de sua maldade e ainda alardeando que estão pensando num bem maior.
Hitler e Stálin provavelmente pensavam assim...
A nós, pobres mortais, resta continuar acreditando que podemos, com fé em Deus, remover os obstáculos que os demônios de plantão, infelizmente cada vez mais poderosos, motivados, dissimulados e bem organizados nos impõem; e agradecer a doce atenção e perseverança obstinada dos anjos da guarda que, contra todas as tendências e facilidades oferecidas pelo mal, persistem em nos proteger.
Que Deus os abençoe! E a nós também.

Aprendendo a torcer

Pedro Coimbra

Na sala, meus netos, João Gabriel, Laura e Júlia fazem muito barulho num primeiro contato com novos brinquedos. São jogos eletrônicos, bonecas e afins, sofisticados e caros.
Quando menino eu Governador Valadares, e eu era um menininho sempre muito limpinho, organizadinho, graças a minha mãe Maria e com poucos amigos, apesar da nossa casa ser nos fundos do Instituto Tiradentes, mantido por meus pais.
Nossos brinquedos eram todos improvisados, todos muito simples. Era um tempo em que pouco dinheiro circulava e ninguém pensava na tal sociedade de consumo. Os que nos davam mais prazer eram os carrinhos de rolimã, com os quais despencávamos pelo Morro do Carapina.
As bolas eram de meia ou de uma borracha vermelha resistente e algumas vezes aparecia uma bola de capotão muito pesada ou qualquer objeto de formato mais ou menos arredondado que pudesse ser chutado
Eu era péssimo nas peladas de rua, um legítimo perna de pau e por isso detestava o futebol.
Mas, no dia no dia 8 de junho de 1958 minha vida mudou, assentado ao lado do meu pai Renato, próximo a eletrola Telefunken, acompanhando a estréia da Seleção Brasileira de Futebol na Copa do Mundo da Suécia. Na narração de Waldir Amaral decorei os nomes de Gilmar, De Sordi, Bellini, Orlando e Nílton Santos; Didi e Dino Sani; Joel, Mazola,  Dida e Zagalo.
Da minha primeira Copa do Mundo guardei a lembrança do técnico Vicente Feola, que papai dizia dormir durante a partida e de Mazola, que desconfio fosse uma figurinha fácil no álbum que ele comprara. E do jogo final contra a Suécia quando permitiram que soltasse um foguete que quase estourou meu tímpano. De Pelé, nem tomei conhecimento…
Em 1962 já usava óculos o que comprovou a teoria de que poderia ter tido um desempenho melhor nos esportes se não fosse a minha violenta miopia. Assisti o final da Copa do Mundo defronte  a carroceria de um caminhão estacionado ao lado do Casarão do Capitão Evaristo em Lavras, ouvindo a narração esportiva por auto falantes: Brasil 3 xTchecoslováquia 1. E nas comemorações meus óculos foram despedaçados...
Na Copa do Mundo seguinte, a da Inglaterra, ouvia os colegas de classe dizerem que 66 jogadores brasileiros haviam sido convocados e que tudo estava uma zona. Assistimos Brasil 3 X1 Portugal sentados no estádio do Gammon, na esperança de que o mineiro Tostão jogasse. Tudo acabou quando entendemos que aquela que deveria ser a Copa de Pelé na verdade foi do português Euzébio...
No Ano da Graça de 1970 o Brasil vivia um ufanismo sem precedentes capitaneado pelo ditador de plantão, General Emílio Garrastazu Médici, que ouvia jogo no radinho de pilha no Maracanã enquanto a repressão política atuava por todo o país. João Saldanha, que era um dos desses rebeldes sem causa que surgem para melhorar o mundo, classificou  o Brasil e foi demitido de suas funções. Saíram as feras de Saldanha e entraram as formiguinhas de Zagalo. Mas, parece que estava escrito que o Brasil seria campeão do Mundo e vibramos todos com aquele hino idiota do Miguel Gustavo que era o “Prá frente, Brasil”: Noventa milhões em ação/Pra frente Brasil/Do meu coração/Todos juntos vamos/Pra frente Brasil/Salve a Seleção/De repente é aquela corrente pra frente/Parece que todo o Brasil deu a mão/Todos ligados na mesma emoção/Tudo é um só coração!/Todos juntos vamos/
Pra frente Brasil, Brasil/Salve a Seleção...Argh!!!
A décima edição da Copa do Mundo FIFA de Futebol, ocorreu de 13 de junho até 7 de julho de 1974 e me pegou trabalhando muito em Brasília. Assisti um jogo com operários que trabalhavam na montagem de uma forma num reservatório elevado de água. Havia um timaço em campo, o da Holanda, que acabou perdendo para a Alemanha, na final. Não fiquei muito abatido pois meu primeiro filho, o Rodrigo, nasceria em agosto.
A 11ª Copa do Mundo, em 1978, disputada na Argentina, me encontrou de novo trabalhando muito e morando em Cachoeira Paulista que nem mesmo tinha a Canção Nova... Era o tempo do técnico Claúdio Coutinho e a Seleção era horrorosa! Um time inseguro, apático e sem imaginação apesar de ter Zico no elenco...Acabou em terceiro lugar e considerado “campeão moral” pelo Capitão Cláudio Coutinho...
Veio 1982 e no mês da disputa da Copa do Mundo, na Espanha, eu estava em Belo Horizonte. É lembrada pelo futebol ofensivo e criativo da Seleção Brasileira comandada por Telê Santana. Mas quem ficou com o título, e eliminou os brasileiros, foi a Itália. Brasil e Itália se encontraram no segundo jogo da segunda fase. Uma derrota mais triste do que a de 50 no Maracanã, esta do Sarriá...Também marcou pela morte do meu cunhado Rogério num acidente de carro.
A Copa do Mundo de 1986 no México foi a que o Brasil foi novamente dirigido por Telê Santana. Assisti os jogos no Lavras Tênis Clube e veio a eliminação nos pênaltis para os franceses, que foram eliminados pelos alemães nas semifinais. Foi um dia muito triste para o esporte brasileiro...
Deste tempo em diante resolvi desistir de torcer, o que foi uma grande besteira, pois jogar, torcer, ganhar e perder fazem parte da nossa existência humana.
Na verdade dei um golpe contra mim mesmo. Não me exponho publicamente ao lado da torcida fanática. Gosto de sentar diante de um aparelho de televisão, desligar o som, sintonizar o rádio na transmissão esportiva que penso ser mais emocionante.
Este ano de Copa na África poderia ser flagrado em dois atos falhos. No carro da família duas bandeirinhas do Brasil. E pelo correio enviei uma para meu neto João Gabriel porque afinal de contas é preciso aprender a torcer no campo esportivo para enfrentar o jogo da vida....E ter sempre na língua a eterna desculpa do Capitão Claúdio Coutiho: “Isso não deu certo mas dei o melhor de mim. Portanto sou “campeão moral da vida”...

ICL defende aprovação urgente do PL 1482 para endurecer combate ao roubo de combustíveis em dutos

      O Instituto Combustível Legal (ICL) defende a aprovação urgente do PL 1482, proposta que busca dar uma resposta mais firme e proporcio...