sexta-feira, 13 de junho de 2008

Feiras de Artesanato na cidade de São paulo

Um hábito antigo


O hábito do homem de expor suas mercadorias e suas obras de arte é tão antigo quanto os povoados e as cidades. Hábito que, quando repetido periodicamente sempre em um mesmo lugar, leva o nome de feira, as quais devem sofrer uma regulamentação do Poder Público quando realizadas em área pertencente à Municipalidade.

Em 2003, de acordo com Decreto nº 43.798, passa ser competência dos Subprefeitos, no âmbito de suas respectivas áreas de atuação, a criação, oficialização e extinção de feiras, artesanato e antigüidades, bem como a sua localização, dimensionamento, fiscalização, remanejamento, alteração de dias e horários de funcionamento e suspensão de atividades, atendendo ao interesse público e as higiênico-sanitárias, viárias e urbanísticas em geral.

As feiras de arte, artesanato e antigüidades são instaladas em locais abertos ao público, em áreas de propriedade municipal e são compostas pelos seguintes grupos e seus subgrupos:
Grupo 1 – Artes Plásticas;
Grupo 2 – Artesanato;
Grupo 3 – Alimentação;
Grupo 4 – Antigüidades;
Grupo 5 – Plantas Ornamentais.

A permissão de uso é outorgada em caráter pessoal e intransferível, a título precário e gratuito, pela Coordenadoria de Ação e Desenvolvimento Social da Subprefeitura cuja jurisdição a feira vem se realizando.

É vedada a participação de pessoas jurídicas de qualquer natureza, exceto as entidades assistenciais ou filantrópicas, regularmente constituídas.


Legalmente, os tópicos a serem observados referem-se à impossibilidade de comercialização de artigos industrializados e/ou produtos que se prestem à revenda, à obrigatoriedade do expositor de freqüentar as feiras com assiduidade, atentando para os horários de início e término dos eventos, à necessidade do expositor credenciado de permanecer à frente do equipamento e à imperatividade do interessado de se submeter a teste de autenticidade, criatividade e conhecimento, promovidos por esta Secretaria.

A inclusão de novos expositores nas feiras, em tela, estão sujeitas, primeiramente, à existência de vagas. Havendo interesse, os artistas e artesãos deverão se dirigir à Coordenadoria de Ação e Desenvolvimento Social da respectiva Subprefeitura. http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/assistencia_social/organizacao/0002 É necessária a apresentação de uma obra ou objeto que o interessado pretender expor, o qual não ficará retido. Nesta ocasião, a obra passará por uma avaliação prévia e o artista será submetido a uma entrevista. Nesta fase, são concedidas maiores informações e orientação caso a caso.

Fonte: Supervisão de Abastecimento - Abast

Mercado Tucuruvi: como chegar


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Mercado Municipal Waldemar Costa Filho - Tucuruvi
Endereço: Av. Nova Cantareira, 1686
Tucuruvi - Cep: 02330-0020
Fone: 6203-8850
Horário: 3ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 h
Domingo das 8:00 às 13:00 h

Administrador: Cristiano Moscardi
Associação ACOMERT: Nilza Ferreira Aguiar Silva
Fone: 6203-5620

Mercado Municipal de Pirituba: como chegar


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Mercado Municipal de Pirituba
Endereço: Rua Almirante Isaias de Noronha,163
Pirituba - Cep: 02919-100
Fone :3975-5300
Horário: 2ª feira a sábado das 8:00 às 20:00 horas
Domingo das 8:00 às 14:00 horas

Administrador: Walter Holanda de Andrade
Agente de Apoio: José Alves Gomes
Assistentes de Gestão de Política Pública: Maria de Lourdes Barbosa Correa
Masae Antonia Nakazawa
Associação APEMEPI: Anderson Rodrigues de Almeida
Fone: 3975-5300

Mercado Municipal de Pinheiros: como chegar


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Mercado Municipal Engº João Pedro de Carvalho Neto -Pinheiros
Endereço: Rua Pedro Cristi, 89
Pinheiros - Cep: 05421-040
Fone: 3032-3551
Horário: 2ª feira a sábado das 8:00 às 18:00 horas

Administrador: Marcio Issa de Oliveira
Associação ACOMERPI: Airides da Silva
Fone: 3518-9096 / Fax: 3032-3551

Mercado da Lapa


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Mercado Municipal Rinaldo Rivetti - Lapa
Endereço: Rua Herbart, 47
Lapa - Cep: 05072-030 - Lapa
Fone : 3832-1834
Horário: 2ª a 6ª feira das 8:00 às 19:00 horas
Sábado das 8:00 às 18:00 horas

Administrador: Osmar Francisco Ribeiro
Associação ACOMEL: Fernando dos Santosa
Fone: 3641-3946
contato: acomel@terra.com.br

Mercado Santo Amaro: como chegar


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Mercado Municipal de Santo Amaro
Endereço: Rua Min. Roberto Cardoso Alves, 359
Santo Amaro - Cep: 04737-000
Fone: 5687-2707
Horário: 2ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 h

Administrador: José Carlos Prado
Associação APEMSA: Francisco Cláudio Lamero
Fone: 5521-3800

Mercado Vila Formosa: como chegar


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Mercado Municipal Antonio Meneghini - Vila Formosa
Endereço: Pça. das Canárias, s/nº
Vila Formosa - Cep: 03359-120
Fone: 6674-0531
Horário: 3ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 horas
Domingo das 8:00 às 13:00 horas

Administrador: Alexandre Silva
Associação APOMVF: Marcelo Alfredo Lopes
Fone: 6674-5419

Mercado Sapobempa: como chegar


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Mercado Municipal Antonio Gomes - Sapopemba
Endereço: Av. Sapopemba, 7911
Sapopemba - Cep: 03988010
Fone:6702-8899
Horário: 3ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 horas
Domingo das 8:00 às 13:00 horas

Administrador: Cleomenes Antunes Junior
Associação ACPMAG: Norberto Rodrigues de Oliveira
Fone: 6702-8899

Mercado São Miguel: como chegar


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Mercado Municipal Dr. Americo Sugai - São Miguel
Endereço: Av. Marechal Tito, 567
São Miguel - Cep: 08010-090
Fone: 2297-0549
Horário: 2ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 h

Todo o terceiro domingo do mês é realizado no estacionamento do mercado o encontro de admiradores de carros antigos e clássicos.

Administrador: Carlos Mateus de Menezes
contato: ccmenezes@prefeitura.sp.gov.br

Administrador Mini Mercado: Raul L.Y. Fong
Associação ACOMESPA: Antonio Loureiro Filho
Fone: 6132-6192

Central Leste: como chegar


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Central de Abastecimento Leste - Central Leste
Endereço: Av. Imperador, 1900
São Miguel - Cep: 08050-000
Fone: 6280-9200
Horário varejo: 3° feira a sábado das 7:00 as 18:00 horas
Domingo das 7:00 as 13:00 horas
Horário atacado: 2° feira a sábado das 3:30 as 15:00 horas
Domingo das 3:30 as 12:00 horas

Administrador: Denilson Hermann
Associação ACCLA: Silvio Antonietti
Fone: 6141-0475

Mercado da Penha: como chegar


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Mercado Municipal Senador Antonio Emydio de Barros – Penha
Endereço: Avenida Gabriela Mistral, 160
Penha - Cep: 03701-010
Fone: 6641-3390
Horário: 3ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 horas
Domingo das 8:00 às 13:00 horas

Administrador: José Gilberto Gonçalez
Assistente Técnico: Juarez Luiz Ferreira
Administrador de Mini Mercados: Luiz Antônio Colombo Jonke - médico veterinário
Assistente de Gestão de Políticas Públicas: Márcia Kiill Lopes Lemos, Denise Batista Cruz Garcia, Rosimeire Pereira Lopes Bueno

Associação de Permissionários - APEMPE
Presidente: Rubens gomes Bermudes
Tesoureiro: Francisco Carlos Borges
Secretário: Edmilson Dias
Fone: 6641-4523 ou 6641-1933

Mercado Municipal Kinjo Yamato - Cantareira


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Mercado Municipal Kinjo Yamato - Cantareira
Endereço: Rua da Cantareira, 377
Centro - Cep: 01024-000
Fone: 3228-9332 / 3313-5904
Horário: 2ª a sábado das 00:00 às 15:00 horas

Associação ACOMEKY: Irene Oshiro Tamazato
Empresa: Associação dos Comerciantes do Mercado "Kinjo Yamato"
Fone: (11) 3228-3432 
Fax: (11) 3228-3432 
Endereço: Rua da Cantareira, 377 
Bairro: Centro
Cidade/UF: São Paulo/SP
CEP: 01024-100
email : mercado@mercadokinjo.com.br
www.mercadokinjo.com.br

Mercado Municiapl Paulistano - Mercadão: como chegar


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Mercado Municipal Paulistano - Mercadão
Endereço: Rua da Cantareira, 306
Centro - Cep: 01024-000
Fone: 3228-9332 / 3313-5904
Horário varejo: 2ª feira a sábado das 6:00 às 18:00 horas
Domingo das 8:00 às 16:00 horas
Horário atacado: 2ª feira a sábado das 20:00 às 6:00 horas

Administrador(a): Ana Paula Nebias
Associação RENOME: José Carlos Siqueira Lopes
Fone: 3326-6664
contato: renome.renome@uol.com.br

Mercado Ipiranga: como chegar


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Mercado Municipal José Gomes de Moraes Neto - Ipiranga
Endereço: Rua Silva Bueno, 2109
Ipiranga - Cep: 04208-052
Fone : 2273-1480
Horário: 3ª feira a sábado das 8:00 às 19:00 h
Domingo das 8:00 às 13:00 h

Administradora: Maria Aparecida Bianchi L. Abreu
Associação ACOMERI: Rogério Drigo
Fone: 2274-6520

Mercados Municipais na Cidade de São Paulo

Supervisão de Mercados e Frigoríficos Municipais, unidade da Supervisão Geral de Abastecimento - Abast - da Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras, responde por todos Mercados Municipais de São Paulo.

São responsáveis pelo suprimento de alimentos dentro do sistema de comercialização varejista e atacadista para uma grande parcela da população paulistana.

Resultante da ação programática e globalizada desenvolvida pela Supervisão Geral de Abastecimento, os Mercados Municipais são parte de uma estrutura do abastecimento de gêneros alimentícios capaz de fazer frente ao crescimento que tão bem caracteriza a metrópole paulistana.

A Supervisão de Mercados e Frigoríficos desenvolve suas atividades de comércio com o objetivo fundamental de dinamizar o comércio neles exercido, lembrando que o atendimento, a qualidade e variedade dos produtos são os principais atrativos dos Mercados Municipais que há mais de 60 anos vêm servindo a comunidade.

Mais informações:

Feiras livres na cidade de São Paulo

As feiras livres funcionam no Município de São Paulo desde meados do século XVII, haja vista a ocorrência de uma certa oficialização para venda, em 1687, de "gêneros de terra, hortaliça e peixe, no Terreiro da Misericórdia".

No início do século XVIII, nota-se a distinção entre alguns ramos de comércio: aparecem as lojas ou vendas, onde se comprovam fazendas (tecidos) e gêneros alimentícios não perecíveis, e as quitandas, que ofereciam verduras e legumes.

Em fins do século XVIII e começo do século XIX, estruturam-se as feiras fora da cidade, nos locais de pouso de tropas, ou um início de mercado caipira e a Feira de Pilatos, no Campo da Luz, estabelecida pelo então Governador Melo Castro de Mendonça.

Essa primeira existência é a que mais se assemelha às feiras de nossos dias. Em 1914, foi criada a Feira Livre por meio do ato do Prefeito Washington Luiz P. de Souza, não como projeto novo, mas sim como o reconhecimento oficial de algo que já existia, tradicionalmente, na cidade de São Paulo.

A primeira Feira Livre oficial, realizada a título de experiência, contou com a presença de 26 feirantes e teve lugar no Largo General Osório. A segunda realizou-se no Largo do Arouche, com 116 feirantes, e a terceira foi no Largo Morais de Barros.

Em 1915, elas somavam um total de 7 feiras, sendo duas no Arouche, duas no Largo General Osório e as demais no Largo Morais de Barros, Largo São Paulo e na Rua São Domingos.


O prefeito Antonio Carlos Assumpção, através do Ato nº 625, de 28/05/34, reorganiza as Feiras Livres e abre a comercialização de produtos não alimentícios. Incute no feirante a ética profissional, introduzindo nos trabalhos por eles efetuados noções de higiene.

Em 1948, há uma expansão das Feiras Livres, quando o prefeito Paulo Lauro, por meio de Lei, determina a instalação de, pelo menos, uma feira semanal em cada subdistrito ou bairro da cidade.

No ano de 1953, é permitida a comercialização de artigos de pequena indústria caseira, exclusiva de instituições de caridade.

Através do Decreto nº 5.841, de 15/04/1964 - um dos mais detalhados e completos elaborados pela Prefeitura do Município de São Paulo -, as feiras foram reorganizadas, ordenando-se a forma de sua criação, suas dimensões, disposição das bancas por ordem cronológica e ramo de comércio e dividindo-as nas categorias Oficiais e Experimentais.

Em 1974, o Decreto nº 11.199, de 02/08/74, dispõe que as Feiras Livres têm caráter supletivo de abastecimento. É determinada a utilização de equipamentos isotérmicos especiais para a venda de aves abatidas, miúdos e pescados, bem como o uso de uniformes pelos feirantes.

A partir de então, elas são estruturadas dentro de moldes, sendo o Município de São Paulo pólo gerador de "know-how" para as demais regiões do país, as quais ocorrem à P.M.S.P., visando a implantação de estruturas semelhantes, por sua funcionalidade, organização e baixo custo de implantação.

As Feiras Livres são grandes fontes de empregos e escoamento da produção de hortifrutigranjeiros, além do tradicional comércio de pescados.

O acondicionamento e recolhimento de lixo, decorrente das atividades desenvolvidas pelos feirantes, foi normatizado pela Lei nº 10.315, de 30/04/87, e pelo Decreto nº 35.028, de 31/03/95.


Mais informações: abastecimento@prefeitura.sp.gov.br
Fonte: Supervisão de Abastecimento - Abast

Como localizar as feiras livres na cidade de São Paulo:
http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/abastecimento/organizacao/estrutura/0021

quarta-feira, 11 de junho de 2008

ME INCLUA FORA DISSO Uma Farsa Corporativa

ME INCLUA FORA DISSO Uma Farsa Corporativa

De 14 de junho a 03 de agosto

Disputa por promoções, ambição de ocupar o lugar do chefe, sonhos de consumo, metas impossíveis de serem atingidas, poder de cima para baixo e submissão debaixo pra cima.Tudo isso pode ser muito mais que a vida nas grandes corporações: é teatro!


“Me Inclua Fora Disso – Uma Farsa Corporativa” é uma reflexão bem-humorada sobre os aspectos que envolvem o dia-a-dia nas grandes multinacionais. O projeto pretende passar a limpo métodos de seleção, promoção e controle de comportamento humano no ambiente de trabalho contemporâneo, as chamadas “modernas técnicas de RH”, norteadas por lemas como: “o funcionário é nosso maior bem, o homem é o maior patrimônio da empresa”.

A peça quer revelar esse homem como um patrimônio, afinal ele conhece todos os meandros e entraves do processo produtivo, sabe como resolvê-los e, muitas vezes, tem idéias para isso; curioso é que essas idéias podem pôr em risco seu próprio emprego. Compreender e traduzir um fenômeno típico destes tempos de globalização: o fim do emprego fixo e o surgimento do monstro da terceirização; a extinção da “carteira assinada” e o nascimento das cooperativas de trabalhadores prestadores de serviços; a relação entre o trabalhador e as grandes corporações. Refletir de forma bem humorada sobre o homem perdido em meio a esse contexto histórico, dividido entre ideologias, exposto a um mundo de informações cada vez mais rápidas, lidando cada vez menos com pessoas e cada vez mais com um amontoado de máquinas e siglas e cargos, lutando com todas as suas armas para segurar seu lugar ao sol.

Em tom nitidamente conspiratório, quatro personagens se encontram num lugar da empresa onde nunca estiveram. Eles são muito diferentes um do outro, mas todos têm uma coisa em comum: a certeza de que seu futuro está nas mãos da empresa e de que a vida nas grandes corporações é a única saída. Após alguns minutos de impasse e questionamentos, o mistério é finalmente resolvido pela autoridade do RH: todos são concorrentes para uma promoção, com direito a toda regalia sonhada por qualquer executivo. Alguém será rebaixado e um outro será demitido.

Começa um verdadeiro “salve-se quem puder!” E, para conseguir tal promoção, eles terão que enfrentar uma série de disputas pessoais e outras tantas impostas pela empresa por meio de modernos jogos e dinâmicas de grupo “sintonizadas com o mundo globalizado”.

Tudo isso, com um agravante: quem decide o felizardo a ser promovido e o infeliz a ser demitido será o próprio grupo. A partir dessa revelação, as máscaras começam a cair e as verdadeiras opiniões sobre o mundo globalizado começam a vir à tona.

ARTIFICIOS CÊNICOS

Gerson Steves, autor e diretor de “Me Inclua Fora Disso”, após 25 anos atuando como publicitário e simultaneamente como ator/diretor e dramaturgo, decidiu elaborar uma reflexão sobre o tão decantado mundo corporativo com o qual conviveu. Atualmente capitaneia a preparação do espetáculo em paralelo aos ensaios de Megera Domada de Cacá Rosset, em que atua.

O nome da peça, Me Inclua Fora Disso, designa uma secreta sensação de todos aqueles que adentram o mundo labiríntico dos escritórios e departamentos das grandes empresas. Assim, um número menor de cadeiras e mesas que o de personagens, acentua o verdadeiro jogo das cadeiras que é o mundo corporativo.

O subtítulo, que qualifica a peça, Uma Farsa Corporativa, é quase indicador de gênero, em que personagens com características visivelmente acentuadas vivem um grande jogo de erros a acertos na busca de uma promoção. As quatro personagens centrais são conduzidas por uma quinta a uma sucessão e experiências inspiradas em jogos teatrais: inversões de papéis, construções de outras personagens, repetições, imitações, projeções imaginativas de futuro. Uma comédia ácida, com certo sabor de derrota iminente.

O cenário, a iluminação, o figurino e a sonoplastia remetem todo o tempo à aridez típica desses ambientes em que certa impessoalidade e frieza forçam os indivíduos a um comportamento duro e por vezes, angustiado e ansioso. O que se revela pelo estado corporal e vocal dos atores no papel daqueles que nunca relaxam, que estão sempre alerta e nunca confortáveis. A partitura gestual é objetiva e meticulosamente desenhada; as ações, repetitivas e, por vezes, mecânicas.

O objetivo principal do espetáculo é causar identificação. Que o público veja em cena alguém que conhece na vida: o marido, a esposa, o pai, a mãe, o patrão. Ou a si mesmo – o que pode significar uma experiência, no mínimo, divertida e esclarecedora.

A trilha concebida por Fê Pinatti busca a possibilidade musical existente na repetição sonora dos ruídos habituais do ambiente de trabalho: digitar de teclados de computador, sons de computador ligando e desligando (ou de erro), de conexão discada de internet, telefones tocando, carimbos, elevadores etc. Esses sons repetidos e unidos resultam numa espécie de música árida, mecânica, que causa e ressalta o desconforto das personagense que pontuam situações de humor.

Me Inclua Fora Disso – Uma Farsa Corporativa. Estréia dia 14 de junho, sábado, às 21h30. Temporada – aos sábados 21h30 horas e domingos às 19 horas. Texto e Direção Geral - Gerson Steves. Elenco - Adriana Azenha, Luciana Ramanzini, Melissa Comunalle, Roberto Rocha e Marcel Ribeiro. Iluminação - Kleber Montanheiro. Cenário - Antonio Ribeiro e Gerson Steves. Figurino - Gerson Steves. Sonoplastia -Fê Pinatti. Programação Visual - Douglas Germano. Produtor Executivo - Christian Valle. Assistência de Produção - Samara Teixeira. Assistência de Direção - Antonio Ribeiro. Produção Geral - Usina de Criação e Produção. Duração – 100 minutos. Censura – 12 anos. Ingressos – R$ 20,00 e R$ 10,00 (estudantes e maiores de 65 anos). Até 3 de agosto. YouTube: http://youtube.com/watch?v=eAaZCP_yPv4

TEATRO ALIANÇA FRANCESA - Rua General Jardim, nº. 182, Vila Buarque. Capacidade: 230 lugares. Acesso para deficientes. Ar condicionado. COMPRE INGRESSOS - Central de vendas: (11) 3188.4141 de terça a domingo, das 11h às 19h. (Aceitam-se todos os cartões de crédito). Bilheteria: De quarta a sexta das 18h às 21h30, sábados das 14h às 22h e domingos das 10h às 20h30. (Aceitam-se cheque, dinheiro e cartões de débito).

Assessoria de Imprensa: JS Comunicação

ME INCLUA FORA DISSO Uma Farsa Corporativa

ME INCLUA FORA DISSO Uma Farsa Corporativa

De 14 de junho a 03 de agosto

Disputa por promoções, ambição de ocupar o lugar do chefe, sonhos de consumo, metas impossíveis de serem atingidas, poder de cima para baixo e submissão debaixo pra cima.Tudo isso pode ser muito mais que a vida nas grandes corporações: é teatro!


“Me Inclua Fora Disso – Uma Farsa Corporativa” é uma reflexão bem-humorada sobre os aspectos que envolvem o dia-a-dia nas grandes multinacionais. O projeto pretende passar a limpo métodos de seleção, promoção e controle de comportamento humano no ambiente de trabalho contemporâneo, as chamadas “modernas técnicas de RH”, norteadas por lemas como: “o funcionário é nosso maior bem, o homem é o maior patrimônio da empresa”.

A peça quer revelar esse homem como um patrimônio, afinal ele conhece todos os meandros e entraves do processo produtivo, sabe como resolvê-los e, muitas vezes, tem idéias para isso; curioso é que essas idéias podem pôr em risco seu próprio emprego. Compreender e traduzir um fenômeno típico destes tempos de globalização: o fim do emprego fixo e o surgimento do monstro da terceirização; a extinção da “carteira assinada” e o nascimento das cooperativas de trabalhadores prestadores de serviços; a relação entre o trabalhador e as grandes corporações. Refletir de forma bem humorada sobre o homem perdido em meio a esse contexto histórico, dividido entre ideologias, exposto a um mundo de informações cada vez mais rápidas, lidando cada vez menos com pessoas e cada vez mais com um amontoado de máquinas e siglas e cargos, lutando com todas as suas armas para segurar seu lugar ao sol.

Em tom nitidamente conspiratório, quatro personagens se encontram num lugar da empresa onde nunca estiveram. Eles são muito diferentes um do outro, mas todos têm uma coisa em comum: a certeza de que seu futuro está nas mãos da empresa e de que a vida nas grandes corporações é a única saída. Após alguns minutos de impasse e questionamentos, o mistério é finalmente resolvido pela autoridade do RH: todos são concorrentes para uma promoção, com direito a toda regalia sonhada por qualquer executivo. Alguém será rebaixado e um outro será demitido.

Começa um verdadeiro “salve-se quem puder!” E, para conseguir tal promoção, eles terão que enfrentar uma série de disputas pessoais e outras tantas impostas pela empresa por meio de modernos jogos e dinâmicas de grupo “sintonizadas com o mundo globalizado”.

Tudo isso, com um agravante: quem decide o felizardo a ser promovido e o infeliz a ser demitido será o próprio grupo. A partir dessa revelação, as máscaras começam a cair e as verdadeiras opiniões sobre o mundo globalizado começam a vir à tona.

ARTIFICIOS CÊNICOS

Gerson Steves, autor e diretor de “Me Inclua Fora Disso”, após 25 anos atuando como publicitário e simultaneamente como ator/diretor e dramaturgo, decidiu elaborar uma reflexão sobre o tão decantado mundo corporativo com o qual conviveu. Atualmente capitaneia a preparação do espetáculo em paralelo aos ensaios de Megera Domada de Cacá Rosset, em que atua.

O nome da peça, Me Inclua Fora Disso, designa uma secreta sensação de todos aqueles que adentram o mundo labiríntico dos escritórios e departamentos das grandes empresas. Assim, um número menor de cadeiras e mesas que o de personagens, acentua o verdadeiro jogo das cadeiras que é o mundo corporativo.

O subtítulo, que qualifica a peça, Uma Farsa Corporativa, é quase indicador de gênero, em que personagens com características visivelmente acentuadas vivem um grande jogo de erros a acertos na busca de uma promoção. As quatro personagens centrais são conduzidas por uma quinta a uma sucessão e experiências inspiradas em jogos teatrais: inversões de papéis, construções de outras personagens, repetições, imitações, projeções imaginativas de futuro. Uma comédia ácida, com certo sabor de derrota iminente.

O cenário, a iluminação, o figurino e a sonoplastia remetem todo o tempo à aridez típica desses ambientes em que certa impessoalidade e frieza forçam os indivíduos a um comportamento duro e por vezes, angustiado e ansioso. O que se revela pelo estado corporal e vocal dos atores no papel daqueles que nunca relaxam, que estão sempre alerta e nunca confortáveis. A partitura gestual é objetiva e meticulosamente desenhada; as ações, repetitivas e, por vezes, mecânicas.

O objetivo principal do espetáculo é causar identificação. Que o público veja em cena alguém que conhece na vida: o marido, a esposa, o pai, a mãe, o patrão. Ou a si mesmo – o que pode significar uma experiência, no mínimo, divertida e esclarecedora.

A trilha concebida por Fê Pinatti busca a possibilidade musical existente na repetição sonora dos ruídos habituais do ambiente de trabalho: digitar de teclados de computador, sons de computador ligando e desligando (ou de erro), de conexão discada de internet, telefones tocando, carimbos, elevadores etc. Esses sons repetidos e unidos resultam numa espécie de música árida, mecânica, que causa e ressalta o desconforto das personagense que pontuam situações de humor.

Me Inclua Fora Disso – Uma Farsa Corporativa. Estréia dia 14 de junho, sábado, às 21h30. Temporada – aos sábados 21h30 horas e domingos às 19 horas. Texto e Direção Geral - Gerson Steves. Elenco - Adriana Azenha, Luciana Ramanzini, Melissa Comunalle, Roberto Rocha e Marcel Ribeiro. Iluminação - Kleber Montanheiro. Cenário - Antonio Ribeiro e Gerson Steves. Figurino - Gerson Steves. Sonoplastia -Fê Pinatti. Programação Visual - Douglas Germano. Produtor Executivo - Christian Valle. Assistência de Produção - Samara Teixeira. Assistência de Direção - Antonio Ribeiro. Produção Geral - Usina de Criação e Produção. Duração – 100 minutos. Censura – 12 anos. Ingressos – R$ 20,00 e R$ 10,00 (estudantes e maiores de 65 anos). Até 3 de agosto. YouTube: http://youtube.com/watch?v=eAaZCP_yPv4

TEATRO ALIANÇA FRANCESA - Rua General Jardim, nº. 182, Vila Buarque. Capacidade: 230 lugares. Acesso para deficientes. Ar condicionado. COMPRE INGRESSOS - Central de vendas: (11) 3188.4141 de terça a domingo, das 11h às 19h. (Aceitam-se todos os cartões de crédito). Bilheteria: De quarta a sexta das 18h às 21h30, sábados das 14h às 22h e domingos das 10h às 20h30. (Aceitam-se cheque, dinheiro e cartões de débito).

Assessoria de Imprensa: JS Comunicação

sábado, 7 de junho de 2008

PRÊMIO CAIXA DE JORNALISMO SOCIAL E NEGÓCIOS EM TURISMO

Não perca tempo e faça já sua inscrição
Você, jornalista ou estudante de jornalismo, não pode perder a chance de concorrer a 125.000,00 (cento e vinte e cinco mil reais) em prêmios. As inscrições para o Prêmio Caixa de Jornalismo Social e Negócios em Turismo seguem até o dia 20/06 e cada interessado pode inscrever, gratuitamente, quantos trabalhos desejar, desde que sejam correspondentes às pautas: Habitação, Saneamento Básico, Meio Ambiente, Saúde Preventiva, Ensino Fundamental, Negócios em Turismo e Sustentabilidade (a melhor matéria dessa pauta será contemplada com o Prêmio Especial do Júri)
Concorrem aos prêmios todos os trabalhos inscritos nas categorias Jornalismo Impresso, Radiojornalismo, Telejornalismo, Webjornalismo, Fotojornalismo, publicados nos veículos de comunicação com sede no Brasil, no período de 1º de maio de 2007 a 10 de junho de 2008. Todos os participantes concorrem ao Grande Prêmio de Jornalismo Social e Negócios em Turismo, que será entregue ao melhor trabalho inscrito entre os finalistas.
O vencedor de cada categoria receberá uma dotação de R$ 12.500,00 (doze mil e quinhentos reais). Já a premiação do Grande Prêmio é de R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais). Cada vencedor, receberá, ainda, um troféu de autoria do artista brasileiro Raul Córdula. Os finalistas receberão um certificado pela participação e todos os inscritos no PRÊMIO CAIXA DE JORNALISMO SOCIAL E NEGÓCIOS EM TURISMO - 5ª Edição receberão uma assinatura semestral da Revista IMPRENSA, a partir do mês que encerra as inscrições.
Realizado pela Caixa Econômica Federal, promovido pela revista IMPRENSA, com apoio da FENAJ, o Prêmio Caixa de Jornalismo Social e Negócios em Turismo está em sua 5ª edição e é um dos maiores prêmios jornalísticos no Brasil com objetivo de reconhecer matérias que têm como tema a pauta social.
COMO PARTICIPARPreencha a ficha de inscrição e envie junto com a cópia de cada trabalho (conforme especificação descrita na ficha de inscrição), via correio ou pessoalmente, até 20 de junho de 2008 (será considerada a data da postagem) à Imprensa Editorial Ltda, aos cuidados de "EVENTOS". Endereço: Rua Rego Freitas, 454 - 6º andar - Conj. 61 - Vila Buarque - São Paulo - SP - CEP 01220-010.
SERVIÇORevista IMPRENSAPRODUÇÃO DE EVENTOSGabriela Miranda ou Lucilene IzaacTel.: (11) 2117-5300premiocaixa@portalimprensa.com.brAcesse o regulamento completo através do site: www.portalimprensa.com.br/premiocaixa

quinta-feira, 5 de junho de 2008

EVENTO BUSCA FORMAR A PRIMEIRA COMUNIDADE DIGITAL DA BAIXADA SANTISTA

Um circuito de palestras com a presença confirmada de importantes nomes do meio digital discutirá as oportunidades de negócio na Internet no próximo dia 10 de junho


“Queremos formar uma comunidade digital aqui na região. Vamos discutir novos produtos, serviços, trazer empresários e estudantes interessados no desenvolvimento de novos projetos para a internet”. A afirmação é do supervisor de Projetos e Novos Negócios do Sistema A Tribuna de Comunicação, Márcio Caixeta, ao definir o objetivo principal do evento que busca criar um compartilhamento de informações, o 1° ENCONTRO DIGITAL - Internet com Foco em Negócios.


Confirmado para o próximo dia 10 de junho, o ENCONTRO DIGITAL será uma “ótima oportunidade”, diz Caixeta, para os profissionais que estão iniciando sua carreira, principalmente, para os que se interessam pelo mercado publicitário na internet se atualizarem e assistirem palestras de profissionais de sucesso no meio digital.


A primeira edição do evento contará com a participação do diretor de mídia on-line da agência DM9DDB, Fábio Saad; do CEO Co-funder do Cyber Cook e Cyber Diet, Alexandre Canatella e do gerente comercial do portal de notícias Folha Online, Luciano Belfiore. No evento, os convidados irão traçar o perfil do mercado na web, apontando as perspectivas para 2008. Após a apresentação dos palestrantes, os participantes poderão realizar um debate sobre o tema.


O ENCONTRO DIGITAL chega com a proposta de ser um evento pioneiro em Santos que abordará conceitos sobre o meio digital, apresentará cases em diversos segmentos como comunicação e marketing, abordará a atuação da Região Metropolitana da Baixada Santista e São Paulo Capital no mercado digital, investimentos publicitários na internet, oportunidades de trabalho e negócios na rede, métricas e formatos de campanha on-line, rede social e produção e venda de conteúdo segmentado.


Realizado por A Tribuna Digital, o projeto conta com o apoio do jornal A Tribuna, Associação Comercial de Santos – ACS e Strong Solutions. Entre os colaboradores também figuram empresas e associações como Renault Estoril, Mendes Hotéis, IPAT, Tecnoponta Treinamentos, KBR Tec, Virtual Paper, Lista Online, Certain Lines, I-group e a Fire Mídia – Comunicação, Internet e Eventos.


O 1º Encontro Digital será realizado, no próximo dia 10 de junho, no auditório da Strong Solutions – FGV, localizado na Avenida Conselheiro Nébias, 159, Paquetá, em Santos. As palestras têm início às 18 horas e para participar é necessário cadastrar-se no site www.encontrodigital.com.br. O evento é gratuito.




SERVIÇO:

1º Encontro Digital – Internet com Foco em Negócios

www.encontrodigital.com.br

Data: 10 de junho de 2008

Horário: das 18h às 22h30

Local: Av. Conselheiro Nébias, 159, Paquetá – Santos

EVENTO BUSCA FORMAR A PRIMEIRA COMUNIDADE DIGITAL DA BAIXADA SANTISTA

Um circuito de palestras com a presença confirmada de importantes nomes do meio digital discutirá as oportunidades de negócio na Internet no próximo dia 10 de junho


“Queremos formar uma comunidade digital aqui na região. Vamos discutir novos produtos, serviços, trazer empresários e estudantes interessados no desenvolvimento de novos projetos para a internet”. A afirmação é do supervisor de Projetos e Novos Negócios do Sistema A Tribuna de Comunicação, Márcio Caixeta, ao definir o objetivo principal do evento que busca criar um compartilhamento de informações, o 1° ENCONTRO DIGITAL - Internet com Foco em Negócios.


Confirmado para o próximo dia 10 de junho, o ENCONTRO DIGITAL será uma “ótima oportunidade”, diz Caixeta, para os profissionais que estão iniciando sua carreira, principalmente, para os que se interessam pelo mercado publicitário na internet se atualizarem e assistirem palestras de profissionais de sucesso no meio digital.


A primeira edição do evento contará com a participação do diretor de mídia on-line da agência DM9DDB, Fábio Saad; do CEO Co-funder do Cyber Cook e Cyber Diet, Alexandre Canatella e do gerente comercial do portal de notícias Folha Online, Luciano Belfiore. No evento, os convidados irão traçar o perfil do mercado na web, apontando as perspectivas para 2008. Após a apresentação dos palestrantes, os participantes poderão realizar um debate sobre o tema.


O ENCONTRO DIGITAL chega com a proposta de ser um evento pioneiro em Santos que abordará conceitos sobre o meio digital, apresentará cases em diversos segmentos como comunicação e marketing, abordará a atuação da Região Metropolitana da Baixada Santista e São Paulo Capital no mercado digital, investimentos publicitários na internet, oportunidades de trabalho e negócios na rede, métricas e formatos de campanha on-line, rede social e produção e venda de conteúdo segmentado.


Realizado por A Tribuna Digital, o projeto conta com o apoio do jornal A Tribuna, Associação Comercial de Santos – ACS e Strong Solutions. Entre os colaboradores também figuram empresas e associações como Renault Estoril, Mendes Hotéis, IPAT, Tecnoponta Treinamentos, KBR Tec, Virtual Paper, Lista Online, Certain Lines, I-group e a Fire Mídia – Comunicação, Internet e Eventos.


O 1º Encontro Digital será realizado, no próximo dia 10 de junho, no auditório da Strong Solutions – FGV, localizado na Avenida Conselheiro Nébias, 159, Paquetá, em Santos. As palestras têm início às 18 horas e para participar é necessário cadastrar-se no site www.encontrodigital.com.br. O evento é gratuito.




SERVIÇO:

1º Encontro Digital – Internet com Foco em Negócios

www.encontrodigital.com.br

Data: 10 de junho de 2008

Horário: das 18h às 22h30

Local: Av. Conselheiro Nébias, 159, Paquetá – Santos

quarta-feira, 4 de junho de 2008

A era da água

Por Everton de Oliveira - Hidrogeólogo e presidente da ABAS - Associação Brasileira de Águas Subterrâneas


No Brasil temos uma tradição muito forte de uso de águas superficiais. Quando se fala em água, sempre são mencionados os mananciais de superfície: represas, lagos, rios, córregos. Entretanto, para surpresa de muitos, no Estado de São Paulo, o mais desenvolvido da federação, aproximadamente 50% dos municípios são abastecidos exclusivamente por águas subterrâneas.



Nosso país deve orientar-se pelo uso da água subterrânea em toda sua potencialidade. Os estados precisam estar equipados com leis adequadas para a gestão correta do uso deste recurso, além de se equiparem para sua preservação, uma vez que o esgoto doméstico é o principal poluente potencial de nossos aqüíferos e é função do estado de fazer sua coleta.



Água, hoje em dia, é assunto. Há até conjecturas sobre possíveis guerras futuras para o acesso à água. Hoje, água é pauta para várias discussões. E 97% da água disponível para consumo humano no planeta é subterrânea. Logo, a pauta deverá inexoravelmente caminhar para o entendimento desta como parte de nosso dia-a-dia. Todos nós vimos um poço um dia em nossas vidas, mas poucos de nós parou para pensar em como a água chega ao seu interior, se sua quantidade varia com o passar do tempo, se a qualidade também varia com o passar do tempo. As respostas simples para estas questões permitem-nos organizar nossas ações visando a preservação da água subterrânea e, por extensão, das águas como um todo. Por serem subterrâneas, esses 97% nos são praticamente invisíveis, somente aparecendo em nascentes, e lembradas quando vemos um poço.



Em primeiro lugar, as águas subterrâneas são armazenadas nos poros do material geológico que compõe os chamados aqüíferos, cuja etimologia remete a um material com capacidade de armazenar e transmitir água em quantidades apreciáveis. As águas de chuva, ao atingirem a superfície do solo dividem-se em uma parte que escoa superficialmente, indo alimentar diretamente os rios e lagos, e outra parte que se infiltra, indo alimentar os aqüíferos. Esse fenômeno chama-se recarga e é o responsável pela realimentação da água que aparece nos poços e, em grande parte, das águas que fluem nos rios e drenagens superficiais. Muitos rios do nordeste do Brasil são alimentados quase que exclusivamente por água subterrânea. Logo, a quantidade de água de um poço depende de sua recarga. Longos períodos de estiagem irão corresponder a uma menor disponibilidade hídrica subterrânea. Por outro lado, a qualidade da água subterrânea depende, em princípio, da interação com o material geológico que compõe o aqüífero e de possíveis alterações causadas pela introdução de compostos estranhos à sua composição: poluição. Ao contrário de rios e lagos, onde a poluição é imediata, pois o acesso à água é direto, nos aqüíferos a poluição é muito mais lenta, pois o fluxo das águas subterrâneas também é lento, tipicamente variando entre 1 metro por dia a 1 metro por ano. Nos aqüíferos, a água encontra-se mais abrigada tanto da evaporação quanto de potencial contaminação. Logo os aqüíferos são mais protegidos, mas não são imunes a contaminações e devem ser remediados (termo técnico) quando tiverem sua qualidade alterada. Inúmeras são as possibilidades de se poluir as águas em geral, e as águas subterrâneas em particular, mas o elemento poluidor mais onipresente é o esgoto doméstico. Como somos um país ainda mal servido pela coleta de esgotos, este infiltra-se no solo, indo eventualmente parar nos aqüíferos. Uma fossa nada mais é do que um sistema de infiltração. Preocupante, não? Devemos nos lembrar que o problema água hoje é pauta mais por estarmos sujando a água que posteriormente iremos utilizar, do que pela sua escassez, uma vez que a quantidade de água do planeta é praticamente invariável. Esgoto doméstico é um vilão, sem dúvida.



No Brasil temos uma tradição muito forte de uso de águas superficiais. Quando se fala em água, sempre são mencionados os mananciais de superfície: represas, lagos, rios, córregos. Entretanto, para surpresa de muitos, no Estado de São Paulo, o mais desenvolvido da federação, aproximadamente 50% dos municípios são abastecidos exclusivamente por águas subterrâneas. Sim, água de poço. Além disso, outros 25% são parcialmente abastecidos por águas subterrâneas. Somente 25% do total são abastecidos exclusivamente por águas superficiais. Parece paradoxal a água subterrânea ser sempre mencionada como fonte alternativa. Mesmo regiões áridas, como o nordeste brasileiro, dispõem de recursos hídricos subterrâneos que podem e devem ser utilizados. As águas nesses reservatórios podem apresentar uma maior dificuldade relativa para serem explotadas, afinal é preciso construir um poço. Entretanto, isso é um problema menor se comparado à qualidade superior da água, que vai requerer menor tratamento, quando isso for necessário. Ou ainda se considerarmos a distribuição de água subterrânea, muito mais otimizada, uma vez que os poços são localizados próximos aos consumidores.



Temos na região Sudeste do Brasil o maior sistema aqüífero do mundo, o Sistema Aqüífero Guarani, que armazena um total de 45.000 km3 como reserva permanente, isto é, reserva que pode ser utilizada e que é recomposta pela infiltração das águas de chuva. Se lembrarmos que um cidadão precisa de 200 litros por dia, e que 1 km3 corresponde a 1 bilhão de litros... Bons poços no Guarani produzem mais de 400 milhões de litros por hora. Números fantásticos e animadores.



Claro que nem todo aqüífero é o Guarani, assim como nem toda água superficial é um rio Amazonas. Mas há abundância no país e a gestão integrada dos recursos hídricos deve orientar o uso racional desta imensidão de recursos que o país dispõe.



Nosso país deve orientar-se claramente pelo uso da água subterrânea em toda sua potencialidade. Os estados precisam estar equipados com leis adequadas para permitirem que técnicas corretas de perfuração de poços, de explotação de quantidades que não superem a capacidade de reposição de água pela recarga, enfim, de gestão correta do uso deste recurso, além de se equiparem para sua preservação, uma vez que o esgoto doméstico é o principal poluente potencial de nossos aqüíferos e é função do estado de fazer sua coleta.



Água vai continuar a ser assunto, e as águas subterrâneas virão cada vez mais à superfície das discussões em torno do uso racional dos recursos hídricos.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

CIA BARÁ realizará Oficina na Faculdade UMC

No dia 21 de junho de 2008, na Universidade UMC, será ministrada uma oficina cultural, para atores e não atores. No horário: 13:00hrs às 16:00hrs. A universidade fica localizada na Av. Imperatriz Leopoldina, 550.
As inscrições poderão ser feitas no local ou através do número: (11) 3648 5050. A oficina será ministrada pelo ator Diego Gonzalez com os participantes da Cia. Bará.
Serão oferecidos exercícios básicos para preparação do ator.
Técnicas de relaxamento; exercício respiratório; exercício vocal;
exercício corporal, com improvisações que serão apresentadas como resultado final.
Entrada: R$ 10,00.
A Cia. Bará iniciou sua carreira com um grupo de alunos universitários sob a direção da premiada atriz Sandra Corveloni.
Atualmente a Cia. segue com pesquisas preparatórias para sua próxima montagem sob a direção do ator Diego Gonzalez.

"Busco na alma do ser, na essência de cada um, ator ou não ator, suas possibilidades de interpretação e inter-relação com o mundo, e muito mais do que isso: com o universo em que estamos todos conspirados. E, para isso, faço uma espécie de iniciação-rito que consiste na 'QUEDA DAS COURAÇAS'" diz, Diego Gonzalez.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Quadrilha?

A Folha de S. Paulo desta quarta (21/05/2008)estampa em sua página principal a manchete Lula elogia Serra, que elogia Kassab, que Marta lembrando a famosa poesia de Carlos Drummond de Andrade denominada Quadrilha. A manchete e os textos referem-se a cerimônia do PAC na favela Heliópolis, na zona sul de São Paulo, notadamente um reduto petista. Sobrou estocadas para Geraldo Alckimin, que não é bem visto, nem no reduto petista, nem nos demos, nem na tucanagem de alta plumagem.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Recado





Senhores pais, familiares, professores e amigos das crianças :

*Pela vivência, erramos, acertamos e estamos aprendendo sempre!
Com muito menos experiência, o mesmo acontece no universo infantil
e é por isso que os pequeninos dependem de conteúdos pedagógicos,
da linha didática que desenvolve os valores essenciais à humanidade,
do espelhamento que devemos ser para cada um deles!
Para que sejam melhores do que um dia fomos!

*Transcrito do diálogo com Marcelo.

sábado, 10 de maio de 2008

Vitória da Filosofia e da Sociologia no Senado Federal

Vitória da Filosofia e da Sociologia no Senado Federal

Lejeune Mato Grosso Xavier de Carvalho *
Emmanuel José Appel **


Nesta quinta-feira, 8 de maio de 2008, um dia histórico para sociólogos e filósofos, o plenário do Senado aprovou, um pouco antes das quinze horas (sua sessão, que habitualmente se inicia um pouco mais tarde, teve sua abertura por volta das onze horas da manhã) aprovou a obrigatoriedade das disciplinas de Sociologia e Filosofia no currículo do Ensino Médio de todas as escolas públicas e privadas do país.

Eram exatamente 14h35 quando a brava senadora Ideli Salvatti assim se manifestou: "gostaria de solicitar uma inversão de pauta para o PLC 04/08 que inclui a Sociologia e a Filosofia como disciplinas obrigatórias no currículo do Ensino Médio". A votação só foi possível no plenário do Senado porque na última terça-feira, às 12h, na reunião ordinária da Comissão de Educação do Senado, o PLC 04/018 havia sido aprovado por unanimidade e um requerimento de urgência para votar no plenário havia também sido aprovado, de autoria do combativo senador Valter Pereira, do PMDB/MS, que deu parecer pela aprovação do projeto de autoria do deputado socialista Dr. Ribamar Alves, do PSB/MA.

Só haveria concordância com a inversão se ninguém discutisse a matéria (a presidência da mesa não queria atrasar a votação de outros projetos) e foi exatamente isto que aconteceu: por unanimidade a Filosofia e a Sociologia estão de volta e vão agora à sanção presidencial.

"Hoje fizemos um grande benefício à juventude brasileira", afirmou a senadora Ideli Salvatti. Na discussão da proposta, a senadora Ideli Salvatti (PT/SC) saudou o retorno das duas disciplinas ao Ensino Médio, 37 anos depois de serem excluídas do currículo por decisão do regime militar em 1971, com a Lei 5.692, tendo sido, então, substituídas pela disciplina Educação Moral e Cívica. A senadora frisou ainda que a proposta tramitava há onze anos no Congresso Nacional.

Queremos de público agradecer a algumas pessoas, assessores, que nestes últimos três dias, desde a terça dia 6 de maio, que mantivemos uma equipe de plantão permanente em Brasília, integrada, além de nós do Sinsesp e do Fórum Sul, pela colega socióloga Graziela Lara (DF) e Antônio Bráz (MG). São os seguintes os colegas, amig@s e companheir@s que nos ajudaram: Zuleide Teixeira (da liderança do PT no Senado), Chica Picanço (do gabinete do deputado Ângelo Vanhoni (PT/PR), João da Silveira (do gabinete do Senador Valter Pereira, PMDB/MS), Júlio Linhares (secretário-executivo da Comissão de Educação, Cultura e Esportes do Senado), Ronald Pinto (do gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), José Veríssimo Teixeira da Mata (consultor legislativo da Câmara dos Deputados), Carlos Décimo (gabinete do senador Inácio Arruda PCdoB/CE), Márcio Nuno Rabat (consultor legislativo da Câmara dos Deputados) e Aires das Neves Junior (chefe de gabinete do senador Flávio Arns (PT/PR).

Nos próximos dias, circularemos informações mais detalhadas sobre a aprovação histórica nesta data, bem como daremos ampla divulgação do dia e hora da sansão presidencial da Lei que irá alterar de forma definitiva a obrigatoriedade do ensino de Sociologia e Filosofia em todas as escolas de Ensino Médio do país, públicas e privadas.

Estamos propondo ao presidente Lula que façamos um grande ato, um evento nacional no Palácio do Planalto, com as presenças de ministros de estados, entidades nacionais como a CNTE, CONTEE, UNE, UBES, SBS, ANPOF, Sinsesp, Apeoesp e Fórum Sul e demais entidades da sociedade civil que nos apoiaram nessa histórica luta pelo menos nos últimos 11 anos. Vamos lembrar e homenagear todos os que nos ajudaram e apoiaram. Aguardem maiores informações. Um forte abraço a tod@s

* Sociólogos e Presidente do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo
** Filósofo e Coordenador do Fórum Sul Brasileiro de Filosofia e Ensino

Extraído do : Notícias do Sinsesp - Boletim nº 23 – 9 de maio de 2008
site do Sindicato: www.sociologos.org.br

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Gírias e o aprendizado do inglês

* Camila León


Língua, segundo o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001), é um "sistema de signos vocais, que podem ser transcritos graficamente, comuns a um povo, a uma nação, a uma cultura, constituindo o seu instrumento de comunicação". Se considerarmos essa definição, podemos dizer que as gírias e as expressões idiomáticas fazem parte desse sistema de comunicação lingüístico e estão presentes na língua de quaisquer povos.



Infelizmente, ainda hoje há muito preconceito em relação ao ensino de gírias nas aulas de inglês, principalmente por parte de professores que acreditam que a língua é pura e imutável. Um professor de língua estrangeira, que é contra o ensino de gírias em suas aulas, certamente deve utilizar – muitas vezes sem perceber – uma gíria ou uma expressão idiomática – em seu cotidiano, em situações informais. Então, como pode ser contra o ensino de “palavras não-padrões” nas aulas de língua estrangeira, uma vez que estas fazem parte do sistema de comunicação lingüístico, da cultura do povo nativo que as utiliza em seu dia-a-dia?



Essa é uma das razões pelas quais alunos que estudaram uma língua estrangeira e depois tiveram a oportunidade de viajar concluem que não aprenderam de forma concreta a utilização oral do idioma. Fica uma grande lacuna entre o que é ensinado nas aulas de língua estrangeira e o que é realmente utilizado no país de língua nativa.



As gírias são uma das estratégias que cativa o estudante durante o aprendizado. Tudo o que é ensinado em sala de aula deveria partir do interesse ou da curiosidade do grupo de alunos, junto com seus professores, a fim de tornar a aprendizagem do idioma mais significativa.



Esta realidade não é muito difícil de ser encontrada no Estado de São Paulo, pois nas aulas de Inglês de escolas da rede municipal de Caçapava, Guaratinguetá, Taboão da Serra, São Manuel e Bertioga, os mediadores das empresas Futurekids do Brasil e Planeta Educação desenvolvem, em parceria com as Secretarias de Educação, o projeto 'Diálogo Idiomas', que, como o nome diz, privilegia o ensino através do diálogo.



Para estimular o diálogo no aprendizado da nova língua, a tecnologia implantada pela Futurekids e Planeta Educação tem papel de destaque. O projeto oferece os mais modernos softwares de idiomas, que 'dialogam' com o aluno, possibilitando 'ouvir' o que ele fala e analisar tanto sua pronúncia e entonação quanto a sintaxe e adequação semântica das frases pronunciadas. Assim, esses softwares adaptam automaticamente cada pergunta ao nível demonstrado pelo estudante nas respostas, permitindo que ele evolua em seu próprio ritmo.



Os softwares funcionam como um recurso que possibilita ao professor conduzir aulas cativantes e repletas de oportunidades de diálogo. O material didático-pedagógico agregado aos softwares contempla todas as habilidades necessárias ao completo domínio de um idioma – ouvir, falar, ler e escrever, o que garante um perfeito domínio do Inglês e uma desenvoltura raramente observada nos alunos quando se trata de compreensão e fala desse idioma.



* Camila León é Consultora em Língua Inglesa da Futurekids e do Planeta Educação, graduada em Letras pela Universidade do Vale do Paraíba.

Gírias e o aprendizado do inglês

* Camila León


Língua, segundo o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001), é um "sistema de signos vocais, que podem ser transcritos graficamente, comuns a um povo, a uma nação, a uma cultura, constituindo o seu instrumento de comunicação". Se considerarmos essa definição, podemos dizer que as gírias e as expressões idiomáticas fazem parte desse sistema de comunicação lingüístico e estão presentes na língua de quaisquer povos.



Infelizmente, ainda hoje há muito preconceito em relação ao ensino de gírias nas aulas de inglês, principalmente por parte de professores que acreditam que a língua é pura e imutável. Um professor de língua estrangeira, que é contra o ensino de gírias em suas aulas, certamente deve utilizar – muitas vezes sem perceber – uma gíria ou uma expressão idiomática – em seu cotidiano, em situações informais. Então, como pode ser contra o ensino de “palavras não-padrões” nas aulas de língua estrangeira, uma vez que estas fazem parte do sistema de comunicação lingüístico, da cultura do povo nativo que as utiliza em seu dia-a-dia?



Essa é uma das razões pelas quais alunos que estudaram uma língua estrangeira e depois tiveram a oportunidade de viajar concluem que não aprenderam de forma concreta a utilização oral do idioma. Fica uma grande lacuna entre o que é ensinado nas aulas de língua estrangeira e o que é realmente utilizado no país de língua nativa.



As gírias são uma das estratégias que cativa o estudante durante o aprendizado. Tudo o que é ensinado em sala de aula deveria partir do interesse ou da curiosidade do grupo de alunos, junto com seus professores, a fim de tornar a aprendizagem do idioma mais significativa.



Esta realidade não é muito difícil de ser encontrada no Estado de São Paulo, pois nas aulas de Inglês de escolas da rede municipal de Caçapava, Guaratinguetá, Taboão da Serra, São Manuel e Bertioga, os mediadores das empresas Futurekids do Brasil e Planeta Educação desenvolvem, em parceria com as Secretarias de Educação, o projeto 'Diálogo Idiomas', que, como o nome diz, privilegia o ensino através do diálogo.



Para estimular o diálogo no aprendizado da nova língua, a tecnologia implantada pela Futurekids e Planeta Educação tem papel de destaque. O projeto oferece os mais modernos softwares de idiomas, que 'dialogam' com o aluno, possibilitando 'ouvir' o que ele fala e analisar tanto sua pronúncia e entonação quanto a sintaxe e adequação semântica das frases pronunciadas. Assim, esses softwares adaptam automaticamente cada pergunta ao nível demonstrado pelo estudante nas respostas, permitindo que ele evolua em seu próprio ritmo.



Os softwares funcionam como um recurso que possibilita ao professor conduzir aulas cativantes e repletas de oportunidades de diálogo. O material didático-pedagógico agregado aos softwares contempla todas as habilidades necessárias ao completo domínio de um idioma – ouvir, falar, ler e escrever, o que garante um perfeito domínio do Inglês e uma desenvoltura raramente observada nos alunos quando se trata de compreensão e fala desse idioma.



* Camila León é Consultora em Língua Inglesa da Futurekids e do Planeta Educação, graduada em Letras pela Universidade do Vale do Paraíba.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Quando nascemos

Quando nascemos estamos no “ponto”. Os adultos que cuidam de nós, nos(des)educam. Tínhamos algumas características que hoje nos faltam. Éramos determinados, insistíamos até alcançar nossas metas: aprendemos a andar, após várias tentativas e mtos fracassos. Não nos importávamos com o ridículo: Ficávamos um tempão experimentando sons “esquisitos”, até conseguirmos pronunciar palavras e depois frases. Quando incomodados,não engolíamos nosso incômodo. “Botávamos a boca no mundo”. Éramos sinceros e curiosos: quando tínhamos uma dúvida, insistíamos em perguntar até que fosse esclarecida. À medida que crescemos (des)aprendemos muito. Passamos a ser inseguros e desanimar de nossos sonhos,temendo fazer papel de ridículo. Deixamos de alcançar as metas, por nos inibir e mentir em algumas situações.Ficamos com dúvidas, temendo fazer papel de pouco inteligente e ainda aprendemos engolir e remoer várias chateações, para passar a imagem de bonzinhos e “legais”. E se o bebê nascesse com estas características que nos foram ensinadas? Por Maria Aparecida Francisquini

MÃE






DA ROSA MAIS LINDA
NASCI COMO PÉTALA SUAVE!
CRIEI-ME EM TEU ACONCHEGO,
EMBALADA (o) POR MÃOS DE FADA,
RECEBENDO MIMOS E PERFUMES DE CARINHO,
NA BELEZA DO TEU COLO,
JARDIM DE AMOR!
MÃE,

ESSÊNCIA QUE BROTA
NO PEITO E ENRAIZA NA ALMA,
CAULE QUE SUSTENTA
E FORTALECE MEU VIVER!
MÃE,
FLOR QUE ALIMENTA O ENCANTO!
ÉS MOTIVO DO MEU CANTO,
SOU TUA SEMENTE
GERMINANDO ARDENTE,
REGADA (o) POR TUA PAIXÃO!
MÃE,
ROSA RAINHA,
NÃO ARRANHA,
NÃO ESPINHA,
PREENCHE O MUNDO DE COR!
TENS O VERDE DA ESPERANÇA,
LANÇA-GUIA,
RECANTO DE EMOÇÃO!
MÃE,
RECEBAS HOJE COM ALEGRIA,
COM TEUS OLHOS DE PUREZA,
CHEIOS DE TERNURA,
ESTA HOMENAGEM,
A MINHA CERTEZA!
A GENTILEZA,
O MEU AMOR E GRATIDÃO!
TE AMO!

Partes Mirim

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Inclusão Social e Turismo

Inclusão social, cidadania e turismo – uma investigação sobre a existência de serviços adaptados às pessoas com necessidades especiais nos meios de hospedagem da região metropolitana de Curitiba
Elizabete Sayuri Kushano
Wolney Gomes Almeida
RESUMO

O presente trabalho reflete sobre a importância da inclusão social no Turismo, especialmente junto às pessoas com necessidades especiais. Aborda o conceito de inclusão social e o direito do exercício da cidadania. Como procedimento metodológico utilizou-se de uma busca em todos os sites oficiais dos meios de hospedagem da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) com o intuito de verificar se em tais há adequações (instalações, equipamentos, serviços, etc.) para o hóspede com necessidades especiais, bem como investiga (e/ou confirma), por meio de entrevista por telefone, quantas unidades habitacionais adaptadas existem no meio de hospedagem e qual (is) necessidade(s) especial (is) é (são) atendida(s). Foram identificados 115 meios de hospedagem na RMC com site em funcionamento no período da pesquisa. Desses, 25 informam ter unidades habitacionais adaptadas (UHs), totalizando 37 UHs em toda a RMC. Porém, todas são direcionadas para cadeirantes. Raros meios de hospedagem possuem informação em braile e nenhum possui atendimento em língua de sinais. A inclusão social e cidadania refletem em expor empresas socialmente responsáveis. Seja pelo caráter da filosofia da própria empresa, ou mesmo para cumprir determinada legislação, como também para assegurar uma boa imagem perante a sociedade, o fato é que ter produtos e serviços que abarquem a inclusão de pessoas com necessidades especiais está, felizmente, sendo menos incomum.

PALAVRAS-CHAVE: turismo; inclusão social; pessoas com necessidades especiais; surdos.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Cia bará no Parque Villa Lobos neste primeiro de maio




A Cia. Bará,
No dia 1º de maio de 2008
Em comemoração aos 80 anos do ‘Manifesto Antropofágico’ de Oswald Andrade.
No dia 1º de maio de 2008
Em comemoração ao ‘Dia do Trabalhador Bazyleiro’.
No dia 1º de maio de 2008
Em comemoração aos 40 anos de nascimento da peça ‘Homens de Papel’ de Plínio Marcos.
No dia 1º de maio de 2008
Em comemoração aos 100 anos da imigração japonesa
No dia 1º de maio de 2008
Estaremos todos em ceu aberto, fazendo a nossa 2ª vivência no parque ‘Villa Lobos’ às 15:00 hrs.
No dia 1º de maio de 2008
Serão apresentados vários monólogos e exercícios
Teatrais ao som de músicas e toques de Evoés para a chamada de Dionízos.
No dia 1º de maio de 2008
Todos que vem acompanhando o nosso SERestar estão convidados a COMEMorar conosco em rítmo teatral, espiritual e Antropofágico
No dia 1º de maio de 2008
Às 15:00 hrs no parque Villa Lobos.
Com muito vento, ar, árvore, grama verde e respiração.

MERDA!!!

Bará.

terça-feira, 29 de abril de 2008

São Paulo ganha mais quatro parques

A cidade de São paulo ganha mais quatro parques municipais na orla da represa Guarapiranga (Zona Sul). São os seguintes: Parque da Barragem, Parque do Castelo, Parque São José e Parque Nove de Julho.

"Com estes quatro parques, o poder público avança na recuperação da Guarapiranga e no nosso objetivo de destinar a represa para a população de São Paulo", afirmou o prefeito Kassab. "É inconcebível que esta área da cidade não contasse com parques municipais. Vamos resolver o problema", acrescentou.

Os novos parques vão ajudar a Prefeitura a proteger a área de mananciais, além de oferecer áreas de lazer e incentivar a prática de esportes. Eles se somarão ao Parque Praia de São Paulo, de 168 mil metros quadrados, também na orla da Guarapiranga.

Juntos, os cinco parques terão 1,2 milhão de metros quadrados, área semelhante a do Parque Ibirapuera, o mais tradicional da cidade. A iniciativa faz parte da Operação Defesa das Águas, uma parceria entre a Prefeitura e o Governo do Estado para a preservar os mananciais do município.

O Parque da Barragem ocupará área de 305 mil metros quadrados pertencente à Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae). Os dois campos de futebol improvisados no local receberão melhoramentos e terão dimensões oficiais. Ali também serão construídas ciclovia, pista para caminhada, duas quadras de areia para prática de vôlei e futebol, além de estacionamento e sanitários. A área receberá playground, equipamentos para a prática de exercícios físicos e será arborizada com 2.400 árvores.

Dentro do parque, próxima da avenida Robert Kennedy, será instalada a sede da Guarda Civil Ambiental, criada pela Prefeitura. Terá edificação em madeira, com 260 metros quadrados, e abrigará posto de informações turísticas. Funcionará em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente.
O Parque São José, já em obras, ocupará área total de 95 mil metros quadrados. Terá ciclovia, pista de caminhada, duas quadras de areia para a prática de futebol e vôlei, playground, equipamentos para exercícios físicos e estacionamento. A primeira etapa será concluída ainda no primeiro semestre e disponibilizará 25 mil metros quadrados de área.

O Parque do Castelo, com 103 mil metros quadrados, terá pontos para pesca e pista de caminhada, em meio à mata nativa, com trechos suspensos sobre a vegetação. Vai dispor de áreas para descanso e contemplação da fauna, flora e da represa.

Dos quatro novos parques anunciados pelo prefeito, o maior será o Parque 9 de Julho, com 537 mil metros quadrados. Terá seis quadras poliesportivas, ciclovias, pista de caminhada, campo de futebol, áreas com quiosques, áreas para passeio a cavalo, vestiários, banheiros, estacionamento e pista de aeromodelismo.

A principal atração do parque, à beira da represa, será a "piscina" de 40 mil metros quadrados de lâmina de água, com 150 mil metros quadrados de areia ao redor.

domingo, 27 de abril de 2008

Contardo Calligaris no Roda Viva

O psicalista Contardo Calligaris se apresentará, amanhã, dia 28 de abril, na tevê Cultura, no programa RODA VIVA, para falar sobre problemas sociais como sexo e violência, casamento, adolescência, política e conflitos culturais.
Abordará, inclusive, sobre dificuldades de ordem sentimental, amorosa e tentativas de salvar casamentos que tendem ao fracasso.
Desamor, desafeto, violência social e doméstica é, hoje, uma realidade horrorosa; mas, segundo o psicalista, se as pessoas pensassem e refletissem melhor poderiam ter melhor qualidade de vida.
Sob meu ponto de vista, a PSICANÁLISE é uma área de vital importância nas questões sociais; mas não é devidamente valorizada e bem aproveitada.
A psicanálise poderia ajudar mais na escola, no casamento e na política.
Por exemplo, através de uma análise psicológica bem-feita, seria possível saber se uma pessoa está preparada para casar, ter filhos ou se escolheu o parceiro certo. Na política, saber se o candidato tem mesmo vocação política, se é do tipo altruísta, idealista; ou se é um egocêntrico ou um sociopata!

Nair Lúcia de Britto
Poeta e Jornalista
www.partes.com.br

1ª SEMANA DA MOSTRA DE FRANÇOIS TRUFFAUT EM 35MM NO SESC SANTANA

Projeto contempla os clássicos O quarto verde, A história de Adéle H., A noiva estava de preto e A sereia de Mississipi


24 de abril de 2008 – O SESC Santana oferece, durante o mês de maio, uma mostra gratuita em 35mm do diretor francês François Truffaut. O ciclo compreende quatro importantes obras do cineasta: " O Quarto Verde ", " A História de Adéle H. ", " A Noiva Estava de Preto " e " A Sereia do Mississipi ". As exibições acontecem sempre às terças, às 20h, no teatro da unidade, que tem capacidade para 349 lugares. Não é necessário retirar ingresso com antecedência.



O Ciclo François Truffaut integra o projeto do SESC Santana "Última chance em 35", que oferece a oportunidade a cinéfilos e ao público em geral de assistir grandes produções em ciclo de filmes de diretores consagrados, no formato 35mm, que ainda é o mais utilizado no cinema mundial, com qualidade de imagem e som. Alexsander Sokúrov e Wong Kar-Wai foram alguns dos cineastas já contemplados pelo projeto.



Sobre François Truffaut:

Um dos expoentes do cinema mundial, François Truffaut sempre teve muito entusiasmo pelo cinema, fazendo com que fosse levado até o crítico André Bazin, que o convidou para trabalhar na revista 'Cahiers du Cinema'. A partir daí tornou-se um crítico contundente e ajudou a desenvolver a polêmica teoria do autor, pelo qual os filmes tem a personalidade de seu diretor, e portanto, devem sua qualidade a ele. Depois disso tornou-se assistente do diretor Roberto Rosselini, e lançou um livro em sua homenagem com a série de entrevistas que fez com ele.



Programação:



Próximas exibições:


O Quarto Verde
Cor, 35mm, 94min. Fim da Primeira Guerra Mundial. Julien Davenne passa a cultuar a morte não só de sua mulher, como também a de todos os seus amigos. Trabalha na editora de obituário de um jornal onde ele próprio escreve sobre o falecimento de seu amigo Massigny. Um dia, na feira, encontra-se com Cecília, que compartilha o mesmo respeito aos mortos. Ambos erguem uma capela onde podem se dedicar ao culto. Quando Davenne fica sabendo que Cecília tinha sido amante de Massigny, ele se enclausura em casa para se deixar morrer. Cecília escreve-lhe dizendo que o ama e ele então vai encontrá-la na capela para morrer em seus braços. Teatro. Grátis. 06/05. Terça, às 20h.


A História de Adéle H.
França, 1975 - Cor, 35mm, 96 min. Adèle Hugo filha de um grande escritor é abandonada pelo tenente Pinson, por quem estava perdidamente apaixonada. Ela o atormenta a ponto de anunciar o casamento dos dois num jornal local, provocando o rompimento da união dele com a filha de um juiz. Doente, sem recursos, ela empreende uma perseguição implacável até que ele é transferido para Barbade. Com Isabelle Adjani, Bruce Robinson e Sylvia Marriott. Teatro. Grátis. 13/05. Terça, às 20h.

A Noiva Estava de Preto
França, 1967 - Cor, 35mm, 107 min. Depois de uma tentativa de suicídio, Julie Kohler conhece vários homens sucessivamente. Bliss, um sedutor que ela empurra do alto de um balcão; Morane, um político que ela deixa morrer asfixiado dentro de um quadro de avisos; Delvaux, um esgrimista que é preso quando ela chega em sua casa e morto por ela dentro da cela e Fergus, pintor que ela assassina com uma flechada no meio do coração. Com Jeanne Moreau, Claude Rich, Jean-Claude Brialy, Michel Bouquet, Michel Lonsdale, Charles Denner, Daniel Boulanger e Serge Rousseaux. Teatro. Grátis. 20/05. Terça, às 20h.

A Sereia do Mississipi
França, 1969 - Cor, 35mm, 120 min. Louis Mathé é um industrial das ilhas Reunião que decide se casar e coloca um anúncios no jornal. Conhece Julie, mulher maravilhosa. Depois do casamento, ela desaparece, levando consigo todo o dinheiro de Louis. Ele a reencontra casualmente na França, depois de colocar um detetive no seu encalço. Com Jean-Paul Belmondo, Catherine Deneuve, Michel Bouquet e Nelly Borgeaud. Teatro. Grátis. 27/05. Terça, às 20h.

Informações - SESC Santana
Avenida Luiz Dumont Vilares, 579. São Paulo - SP
Horários de Funcionamento: De terça a sexta: das 13h às 21h30. Sábados: das 10h30 às 20h30. Domingos e feriados: das 10h30 às 18h30
Informações: (11) 2971-8700, www.sescsp.org.br

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Carta do MST

"Por que estamos em luta
Estimado amigo e amiga do MST,

a Reforma Agrária está parada no país. Cresce a concentração fundiária, os assentamentos não recebem apoio efetivo, aumenta a violência contra os sem-terra e a impunidade dos latifundiários e do agronegócio. O Massacre de Eldorado de Carajás é o principal símbolo do descaso do Estado com os trabalhadores rurais, com o povo brasileiro. Depois de 12 anos da chacina que assassinou 19 trabalhadores rurais, no município de Eldorado de Carajás, no Pará, no dia 17 de abril de 1996, pouco mudou para os sem-terra.

150 mil famílias continuam acampadas, as empresas do agronegócio avançam sobre o território brasileiro, conquistando terras que deveriam ser destinadas às trabalhadoras e trabalhadores rurais. O governo tem dado prioridade ao agronegócio. Só o Banco do Brasil emprestou 7 bilhões de dólares para 13 grupos econômicos, enquanto nossos assentamentos não recebem investimento suficiente.

Estamos nesta semana fazendo ocupações de terras, marchas, acampamentos, manifestações e protestos, em sedes de bancos públicos, secretarias e órgãos de governos federal e estaduais, em todas as regiões do país, cobrando assentamentos das famílias acampadas e por investimento nas áreas de assentamento para ampliar a produção e para a construção de habitações rurais.

A Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária do MST, neste mês de abril, denuncia a lentidão da Reforma Agrária, os efeitos negativos do agronegócio e apresenta propostas para reverter a situação. Precisamos mudar a política econômica vigente, que beneficia as grandes empresas e o capital financeiro, enquanto a população sofre com o desrespeito dos seus direitos sociais, previstos na Constituição, e com a falta de políticas públicas efetivas para enfrentar a desigualdade e a pobreza.

O Brasil está atrasado no processo de democratização da terra e na organização da produção para garantir a sustentabilidade dos pequenos e médios agricultores. Não podemos admitir a perpetuação do latifúndio, símbolo da injustiça no campo, tanto improdutivo como produtivo.

A nossa jornada de lutas apresenta propostas de desenvolvimento para o campo brasileiro, defendemos um projeto de geração de emprego, com promoção de educação e saúde. Por isso, nessa jornada exigimos do governo federal:

1- Retomada das desapropriações de terra e assentamento das famílias acampadas por todo o país. Famílias de trabalhadores rurais permanecem anos e anos embaixo da lona preta na luta pela Reforma Agrária:
– Plano emergencial de assentamento de todas as 150 mil famílias acampadas
– Alteração dos índices de produtividade
– Criar um mecanismo que acelere os trâmites internos para os processos de desapropriação
– Aprovação do projeto de lei que determina que as fazendas que exploram trabalho escravo sejam destinadas para Reforma Agrária
– Destinar áreas hipotecadas no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal para a Reforma Agrária

2- Criação de uma linha de crédito específica para assentamentos, que viabilize a produção de alimentos para a população das cidades. O Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) não considera as especificidades das áreas de Reforma Agrária. A burocracia dificulta que as famílias assentadas tenham acesso ao programa.

O Incra, como instrumento do governo, deve criar uma nova linha de crédito com o objetivo de criar as condições estruturais de produção e de infra-estrutura social, na modalidade de fomento, para estruturar os assentamentos nos primeiros anos, incentivando formas comunitárias de associação. Defendemos também a criação de um novo crédito bancário para estruturação da base produtiva nos assentamentos. O governo deve garantir a aquisição de toda a produção, por meio da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), com preços justos e seguro agrícola.

3- O MST vem desenvolvendo junto com o Incra, em parceria com a Caixa Econômica Federal, um programa de reforma e construção de casas no meio rural e em especial nos assentamentos de Reforma Agrária. O total da demanda para a habitação rural para 2007 era de 100 mil unidades, de acordo com o grupo de trabalho composto por movimentos sociais. O governo prometeu conceder crédito para a construção de 31 mil unidades até o final do ano passado. Até agora, foram contratadas apenas 8 mil unidades, sendo que somente 2 mil foram destinadas para assentamentos.

Por isso, reivindicamos a contratação de todos os projetos que se encontram na Caixa Econômica Federal até julho de 2008 e o atendimento da demanda de 100 mil habitações rurais para o ano de 2008. Pedimos também a criação de um programa específico de habitação rural, desburocratizado e que atenda as especificidades do meio rural, coordenado pelo Incra em parceria com os movimentos sociais que atuam no campo para atender todas as famílias assentadas.

O Brasil precisa de um novo modelo agrícola, que dê prioridade à agricultura familiar voltada ao mercado interno, aos pobres do país. Com isso, vamos garantir a nossa soberania alimentar e produzir comida para os 80 milhões de brasileiros que não têm acesso suficiente aos alimentos. A Reforma Agrária e o fortalecimento da agricultura familiar são premissas fundamentais para a construção de um país com justiça social e soberania popular."

DIREÇÃO NACIONAL DO MST

Marta e o trem de alta

A ministra do Turismo, Marta Suplicy participa agora do GT do projeto de implantação do Trem de Alta Velocidade (TAV), que irá interligar São Paulo e Rio de Janeiro., projeto que irá interligar os principais portais de entrada de turistas estrangeiros no país.
O Ministério do Turismo passa, agora, a fazer parte do Grupo de Trabalho (GT) coordenado pela Casa Civil e que também tem representantes dos Ministérios dos Transportes; Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; e Ciência e Tecnologia, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
O Ministério do Turismo tem especial interesse no projeto que interliga os principais aeroportos do país, por onde entraram mais de 3 milhões de turistas estrangeiros em 2006.
Mas, afinal, quando estará pronto o TAV?????

domingo, 20 de abril de 2008

Reflexões de Maria Aparecida Francisquini

"Fica parecendo que muitas das verdades consideradas incontestáveis, são mentiras, e que noções de ética aprendidas ao longo da vida, estão extintas. Ser egoísta, mal educado,grosseiro, está se tornando tão habitual, que quase nos convence que é natural. Parece que o errado passou a ser certo. Que é natural ser desonesto, gritar e brigar por qualquer motivo. E ficamos com uma desagradável sensação que os valores que norteiam a nossa vida são obsoletos.
Ser ‘esperto’ é mais importante. Levar vantagem sempre(mesmo quando estamos errados)! Não ser sincero, e se aproveitar de quem se atrever a ser correto. Nunca ser gentil e educado, para não não ser passado para trás. Ter ambição doentia, que nos faz seguir o caminho mais fácil, mesmo que seja ilegal e desonesto. São tantos atos repetidos todos os dias, que apesar de assustarem e causarem indignação e mal estar, são tão bem assimilados e espalhados na convivência social atual. Qual destino chegaremos, se insistirmos em ignorar valores éticos básicos e imprescindíveis para a boa convivência humana?"

sábado, 19 de abril de 2008

Cidade Limpa



O Prefeito Kassab deverá tirar muito proveito, mas é evidente que muita gente não tem nenhuma saudade do tempo dos out-doors (eu me incluo neste rol). Uma das poucas leis cumpridas e que trouxeram benefícios para a cidade de São Paulo.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Faltando trigo

Vejam só, a produção brasileira de trigo diminuiu significativamente nas últimas décadas e, representa apenas 1% da produção mundial. Nós dependemos da importação do trigo para fazer nosso pão nosso de cada dia. Por que então não passamos a comer pão de milho?

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Cinema Novo

O CINEMA NOVO E O NOVO CINEMA

O programa "Mudando de Conversa" do próximo sábado (dia 19), apresentado pelo canal Brasil, promoverá o encontro dos cineastas Cacá Diegues e Andrucha Waddington; quando então será questionada a relação existente entre o cinema e a política; as produções nacionais contemporâneas e as do futuro.

Nair Lúcia de Britto.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Consulta sobre qualidade na educação prorrogada até 30 de abril

O prazo para acessar a Consulta sobre Educação de Qualidade, disponível no site da Campanha Nacional pelo Direito à Educação (www.campanhaeducacao.net), foi prorrogado até o dia 30 de abril. A enquete é a primeira atividade da SAM (Semana de Ação Mundial) 2008, que acontece entre os dias 22 e 29 de abril com o tema “Educação de qualidade para todos: fim da exclusão JÁ!”.

ECA fará 18 anos

Em julho o Estatuto da Criança e do Adolescente completará 18 anos. O ECA ganha maioridade. Tempo de balanço e reflexão sobre a situação das crianças e dos adolescentes do país. O que fizemos até aqui? Estamos respeitando e cumprindo a lei?

sexta-feira, 11 de abril de 2008

19 de abril e a questão indígena

Desde 1940, quando se realizou o I Congresso Indigenista Interamericano no México, o dia 19 de abril foi consagrado como Dia do Índio. A data desperta uma reflexão sobre a história da população indígena no país e suas condições de vida hoje.
Acostumamos-nos com a imagem de índios todos iguais. Ainda hoje, muitos continuam olhando para esses povos com essa visão equivocada, da mesma forma como quando Colombo chegou à América acreditando ter chegado às Índias. Mas cada sociedade indígena se pensa e se vê de maneira diferente e tenta manter o que é, apesar dos efeitos do contato com o branco.

Edições Loyola relembra os títulos de seu catálogo que nos ajudam a compreender a questão atual. É esse um dos pontos abordados pelo livro Ser Índio Hoje, das autoras Katsue Hamada e Zenun e Valeria Maria Alves Adissi (152 páginas, R$ 26,60).

A obra, que faz parte da coleção História Temática Retrospectiva, para o ensino fundamental, traz à tona a questão indígena no Brasil atual. Com linguagem acessível, o livro fala sobre as diversas etnias indígenas no Brasil, a relação entre brancos e índios, os conflitos pela terra, a cultura e a história dos índios nas Américas.

Um clássico do Pe. Antonio Vieira

Outra obra de Edições Loyola que nos ajuda a compreender o tema é Escritos Instrumentais sobre os Índios, do Pe. Antônio Vieira (1608- 1697), uma co-edição com Educ (256 páginas, R$ 27,60). O livro traz relatos de Vieira que mostram o quão irracional e desumano foi o tratamento que os colonizadores deram às nações indígenas do Brasil.

Segundo Vieira, o intuito da obra é mostrar “a pouca justiça” com que foram julgados os índios no Maranhão no ano de 1955: “E para que esta informação proceda com toda a distinção e clareza, se dividirá em quatro capítulos. No primeiro se relatarão as leis e ordens de sua majestade, acerca da liberdade e cativeiro dos índios do Maranhão. No segundo se dirá a forma em que se fizeram as entradas, em que se compraram ou cativaram estes índios. No terceiro o exame que se fez suas liberdades e cativeiros. No quarto o modo com que foram julgados e sentenciados”, apresenta Vieira na introdução.

O livro contempla ainda outras respostas e representações de Pe. Vieira ao Senado, bem como seu voto sobre a administração dos índios. Um texto clássico e eloqüente em defesa dos índios, de um dos mais importantes escritores da língua portuguesa no plano da prosa.

site: www.loyola.com.br.

Por um instante

POR UM INSTANTE

     Aquele salão imenso ainda percorre algum sentido absorto, querendo abolir os efeitos tardios da falta sem culpa que não nos permitiu uma grande prosa. No entanto, este instante parece propício para que eu pudesse transcrever algo sobre sua impressão deixada em pé, ao palco, ou ao descanso no aposento improvisado do cenário. Adianto minhas desculpas por não lembrar os detalhes brilhantes da sua jornada e sei que ainda tenho meiosde revê-los através de amigos que ainda temos. Muitas vezes, ao escrever, não tenho a mesma paz dos livres pensamentos... e assim, também me desculpo de infringências.
Por um instante, uma história de astro, da sua juventude e conquistas, cativaram a minha imatura curiosidade e lá estive contigo,vasculhando um passado de gravações que se tornaram tão perfeitas, mas, não sei se todos os louros foram acalentados em seu coração.
Seus dias longe dos familiares, o início de uma vida no quarto de pensão, a doçura do seu primeiro amor...
          Obrigada por ter depositado esta semente de esperança!
          Este sentimento real foi apenas um instante de beleza que guardarei para o sempre! (...)

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Dia Nacional do Livro


18 DE ABRIL

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL



O Dia Nacional do Livro Infantil foi escolhido pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, em 2002, em homenagem ao escritor brasileiro José Bento Monteiro Lobato.

Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882 e foi o criador da literatura infantil no Brasil. Autor de inesquecíveis histórias infantis, entre elas O Sítio do Pica-pau Amarelo, cujos personagens Dona Benta, Visconde de Sabugosa, Pedrinho, Narizinho e Emília, marcaram a história da literatura infantil.

O livro faz toda a diferença na formação de uma criança. Embora estejamos na era da informática, as histórias infantis fazem a criançada viajar num mundo de fantásticas aventuras e encantam todas as idades.

Primeiro-cavalheiro e ministros do Suriname integram missão em busca de conhecimentos para alimentar seu povo

  Comitiva conheceu tecnologias da Embrapa Cerrados que levaram ao desenvolvimento da agricultura tropical. Foto: Alexandre Veloso A visita ...