segunda-feira, 9 de junho de 2014

Time de basquete masculino profissional de Osasco contrata técnico que esteve à frente da seleção brasileira

Por Ricardo Datrino

Equipe ainda ganha armador-lateral, Leandrinho, do Fênix Suns, como padrinho do elenco de Osasco

Na tarde desta terça-feira (10), o prefeito Jorge Lapas anuncia, em coletiva de imprensa, na Sala de Reuniões do Gabinete, a contratação do treinador Ênio Vecchi, de 54 anos, no comando do time de basquete profissional da cidade. O evento acontece às 17h30 na avenida Bussocaba, 300, Centro.

O consagrado técnico da modalidade já esteve à frente da seleção brasileira feminina em 2010 e até o ano passado comandava o Palmeiras. Junto do anúncio, o time também ganha o armador-lateral, Leandro Barbosa, o Leandrinho, do Fênix Suns, como padrinho do elenco de Osasco. Leandrinho é jogador da NBA (Liga de Basquete Norte Americana) e destaque da seleção brasileira, sendo um dos grandes nomes do basquete mundial.

Como técnico da seleção brasileira feminina de basquete, Ênio comandou o time no projeto olímpico. Ele permaneceu até dezembro de 2011 como treinador do elenco brasileiro. Vecchi liderou a seleção no pré-olímpico das Américas e nos Jogos Panamericanos de Guadalajara, no México, em que foi medalha de bronze. Ênio ainda contabiliza passagens por vários clubes de São Paulo e demais estados, participando das últimas edições da NBB (Liga de Basquete Brasileira) e das seleções brasileiras masculina e feminina. O treinador é conhecido pelo estilo de comando tranquilo, agregador e com muito conhecimento, o que transmite segurança ao atleta.

O time de basquete de Osasco disputa a segunda temporada do Campeonato Paulista, Divisão Especial A-1, é o 5º colocado com 14 pontos em 10 jogos. Ênio Vecchi estreia nos Jogos Regionais, que iniciam-se na cidade no dia 18 de junho.

A coletiva de imprensa conta ainda com a presença de Arthur Barbosa, irmão de Leandrinho, que o representará.

Serviço:

Coletiva de imprensa do anúncio do técnico Ênio Vecchi

Data: 10/06/2014, às 17h30

Local: Avenida Bussocaba, 300, Centro Prefeitura do Município de Osasco

Como educar as crianças com a Copa¿

Pesquisadora indica como podemos usar os conceitos e conflitos do evento para educação dos filhos Ana Vasconcelos O Futebol faz parte da nossa identidade nacional. Brasileiros amam futebol e amam a Copa do Mundo. Tenho lembranças saudosas de quando era menina e sentia uma vibração enorme com a reunião da família em ano de Copa. Bandeirinhas, cornetas, comida gostosa e muitos gritos compunham um cenário que instigava nossa união não apenas enquanto família, mas como nação. A copa de 2014 é especial pelo fato de ser aqui, em terra brasileira. Mas, essa proximidade nos coloca frente a frente com os problemas ligados à Copa, como a corrupção, gastos indevidos, desorganização e o sentimento generalizado de frustração com a política brasileira. Sem dúvida, isso afeta também a experiência das crianças. Semana passada tive que responder à indagação preocupada do meu filho de oito anos: “Mãe, por que naquele cartaz tem escrito que não vai ter copa? Isso é verdade ou é armação? ”. As crianças maiores poderão questionar o que está acontecendo e não seria justo simplesmente agir como se tudo sobre a Copa fosse só alegria. Como pais e educadores, não devemos ter medo de ser francos sobre os aspectos negativos da Copa. Por outro lado, não podemos deixar que esses problemas ofusquem o que ela traz de melhor: o encantamento pelo esporte, a experiência de torcer em família e entre amigos, o sentimento de unidade nacional e o aprendizado sobre como o esporte pode aproximar gente de todo o mundo. Tudo isso é educar. Ou seja, é acompanhar as crianças no seu crescimento como pessoas e cidadãs. Ana Vasconcelos é educadora e pesquisadora no Instituto Presbiteriano Mackenzie. Foi professora e realizou trabalhos comunitários na África, Estados Unidos e Inglaterra. Escreve o blog Pérolas & Panelas. (http://www.perolasepanelas.com.br/)

RELÍQUIAS DO FUTEBOL EM “ESPORTE MOVIMENTO”

Bolas e chuteiras que ajudam a contar a história do futebol mundial estão entre os itens presentes na mostra que reúne cerca de dois mil objetos e apresenta peças que podem ser tocadas pelos visitantes. A Caixa Cultural São Paulo apresenta, de 20 de maio a 20 de julho de 2014, a exposição “Esporte Movimento”, uma seleção de aproximadamente dois mil peças da coleção de mais de 70 mil itens esportivos pertencentes ao colecionador Roberto Gesta de Melo. A mostra, inédita no Brasil, é gratuita e conta com o patrocínio da Caixa Cultural e do Governo Federal. Entre os itens da exposição que contam a história do futebol, está a bola do segundo mundial entre seleções organizado no mundo. A edição foi a primeira a contar com eliminatórias, uma vez que o número de seleções inscritas foi muito alto. A bola possui 12 gomos e é feita em couro. A mostra possui também uma par de chuteiras francesas, datado do meio do século XX e precursor das chuteiras modernas. Trata-se dos primeiros passos do que seria o constante aperfeiçoamento dos calçados esportivos, processo que articularia duas dimensões: uma preocupação com a eficiência (possível em função do desenvolvimento da biomecânica) e com a beleza (a indústria da moda investe pesado no design desses produtos, inclusive retirando-o do exclusivo campo das lides esportivas para outros espaços sociais). Outra peça que pode ser vista na exposição é uma réplica da bola utilizada no mundial de 1950, no Brasil. Visitada por mais de 1900 pessoas em menos de duas semanas, “Esporte Movimento” é um recorte da maior coleção privada de artefatos esportivos do mundo. Durante a exposição, os visitantes poderão apreciar selos, moedas, troféus, tochas, fotografias, vídeos, medalhas originais e demais objetos relacionados ao esporte. Além disso, em uma área específica da exposição, o público poderá tocar em uma tocha. A ação visa à inclusão de deficientes visuais na mostra. O projeto procura apresentar um panorama das mais diferentes dimensões que cercam a prática esportiva. Composta por oito núcleos, a exposição fará um passeio pela história do esporte, começando pelas pinturas rupestres e chegando até os dias atuais. Durante a exposição, haverá, ainda, homenagem a diversos esportistas, que tiveram grande importância para o cenário histórico do esporte mundial. Sobre o curador: Roberto Gesta de Melo, representante da América do Sul no Conselho da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), é presidente da Confederação Sul-Americana de Atletismo (CONSUDATLE) e da Associação Ibero-Americana de Atletismo (AIA). Dono de uma das maiores coleções particulares de itens esportivos do mundo, foi presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), vice-presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e secretário de Esportes do Governo do Estado do Amazonas. Nascido em 22 de março de 1945, em Manaus (AM), é graduado em direito pela Universidade Federal do Amazonas. Filho de Roosevelt Pereira de Melo e Avelina Leal Gesta de Melo, casado com Maria da Conceição Sales, é pai de Hélio, Paulo, André, Arthur e Maria Helena e avô de Fernanda e Flávia. Entrevistas: Seven Star Comunicação e Marketing Aline Borba e Heloisa Castro aborba@sevenstarmkt.com.br ou heloisa@sevenstarmkt.com.br (21) 3352-1905 - (21) 97901-9575 – (21) 98017-0300 Serviço: Exposição “Esporte Movimento” Visitação: 20 de maio a 20 de julho de 2014 Horário: de terça a domingo, das 09h às 19h. Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro/SP Informações: (11) 3321-4400 Classificação etária: Livre Entrada Franca Acesso para pessoas com deficiência Produção: Arte Impressa Patrocínio: Caixa Econômica e Governo Federal Facebook: http://www.facebook.com/ExposicaoEsporteMovimento

sábado, 7 de junho de 2014

NATUREZA




Novos escritores: algumas dicas sobre a publicação de livros

Encontrar o melhor meio de publicar um livro pode ser tão importante quanto escrevê-lo. Escritores novatos sofrem de muita angústia ao buscar um meio de publicação daquele livro que lhe custou tantas e tantas horas de trabalho solitário. A imagem que lhes vem à mente é a de ter seus originais sendo lidos e aprovados por editores rigorosos e, consequência disso, um livro publicado e colocado à venda nas vitrines de todas as boas livrarias, resultando daí fama e glamour. Seria bom se isso fosse verdade para todos os escritores, mas fazer sucesso com um livro equivale a uma loteria: ínfimas probabilidades de glória e fortuna. Nossa experiência com muitas centenas de autores nos leva a procurar desmistificar o processo, apresentando aqui algumas informações bem sobre publicação de livros. Basicamente, há três formas de se publicar um livro: editoras convencionais, editoras de autopublicação e plataformas automáticas. A publicação convencional O método convencional é aquele em que a editora arca com todos os custos de publicação e distribuição às livrarias, pagando ao autor percentuais que variam entre 5% e 10% do preço de capa. Editores recebem, diariamente, a média de uma dezena de originais. Há casos em que o número é bem maior. Sejam quantos foram, a decisão de publicar um livro parte, primeiramente, do critério financeiro, porque a publicação de um livro pelo modelo tradicional custa caro. Depois, passa pela adequação ao “momento” do mercado leitor, ou seja, quais são os temas da moda. Política? Autoajuda? Literatura? Só depois que é que o editor vai-se ater ao perfil do autor e à qualidade do livro em si mesma. As editoras brasileiras despejam mensalmente no mercado algo em torno de dois mil novos títulos dos mais variados gêneros. Este número não engloba reedições nem novas tiragens. Nos dois ou três meses que antecedem a Bienal do Livro, o volume mais que dobra. Se considerarmos que cada livro publicado representa uns nove outros rejeitados e, desses todos, incalculáveis originais que sequer foram lidos, não será difícil concluir que as probabilidades de se publicar um livro pelo processo tradicional são muito pequenas. Prós e contras. A vantagem deste método é o autor não ter qualquer custo com a publicação e ter seu livro distribuído em vários pontos de venda. A desvantagem está na dificuldade de ter seu livro aceito para publicação. A autopublicação Autopublicação é o processo em que o autor paga para publicar sua obra. Há várias editoras disputando este mercado. E vários autores consagrados começaram pelo caminho da autopublicação. No geral, as editoras de autopublicação trabalham bastante bem e oferecem rigorosamente todos os serviços das convencionais, indo da revisão de texto até a obtenção de ISBN. Mas, como em todo mercado, há grandes variações de qualidade e preços. Por isso, o autor deve ter atenção redobrada na hora de contratar uma editora. A distribuição também poderá variar, de acordo com os canais escolhidos por cada editora. Esses canais podem não incluir as tradicionais redes livreiras. De todo modo, a distribuição pela Internet, seja em loja da própria editora, do próprio autor ou de terceiros, na prática, dá conta do recado. Prós e contras. Vantagem: certeza da publicação e, a depender da editora, também da distribuição. Além disso, o autor é dono integral da obra, pois não cederá seus direitos a terceiros. E há de se considerar, ainda, a possibilidade de criar, fácil e gratuitamente, uma loja virtual na internet, fazendo vendas diretas a leitores de todo o Brasil e do mundo; nesse caso, a impressão por demanda, de pequenas tiragens, ajuda o autor a manter um estoque regulador de acordo com suas vendas, sem necessidade de imprimir centenas ou milhares de exemplares. Desvantagem: não é grátis. As plataformas de publicação automática Bastante utilizadas nos EUA e Europa, mas ainda engatinhando no Brasil, as chamadas plataformas automáticas são sites onde o autor faz sozinho todo processo de publicação. Cria-se um cadastro gratuito com login e senha, como em qualquer outro site, e tem-se acesso a um tutorial que mostra, passo a passo, como editar e publicar um livro. Assim, o autor envia ao site seu texto escrito no Word, por exemplo. O arquivo será automaticamente ajustado às características previamente escolhidas, como formato do livro (altura X largura) em centímetros, recuo do texto em relação às margens etc. O autor também poderá escolher o tipo de papel e, ainda, cuidar da capa, normalmente feita a partir de modelos padronizados, enviando uma imagem previamente escolhida para isso. Finalmente, poderá ver uma prévia do livro entes de colocá-lo à venda no próprio site. As plataformas mais modernas dos EUA e Europa – e apenas uma aqui do Brasil –, também permitem que o autor determine o preço de venda de seu livro e, com isso, sua margem de lucro, além de poder acompanhar online os resultados de vendas e valores a receber, que serão creditados diretamente em sua conta bancária. Prós e contras. A principal vantagem deste sistema é a gratuidade, além de normalmente se contar com bons papeis e boa impressão. Mas fica a desvantagem de se ter um livro com aspecto muito amadorístico, com defeitos de edição, já que não houve a participação de profissionais do ramo, como revisores, diagramadores, capistas etc. Nasceu um livro de sucesso? Cumpre notar que existe um mito a ser combatido, o de que a editora, seja lá qual for, vai fazer do livro um sucesso. Mas nenhuma editora do mundo, grande ou pequena, “faz” o sucesso do livro. Algumas editoras grandes até têm lá seus departamentos de divulgação, o que aumenta as chances, mas isso ainda não é garantia de nada. Quem faz o sucesso de um livro é o público, somente o público. Daí, pode-se facilmente deduzir que o sucesso de um livro nasce do imponderável, de uma pitada de sorte e, sobretudo, do empenho do próprio autor. Porque, analogamente, pode-se dizer que uma editora é como uma maternidade: ajuda a trazer a criança ao mundo, mas quem a cria são seus pais. É dever do autor, portanto, cuidar da divulgação de sua obra com todo carinho e, principalmente, continuidade obstinada nos esforços de divulgação, seja lá pelos meios que estiverem ao seu alcance. No mercado editorial pode até existir sorte, mas não existe mágica. Assim, seja lá qual for o sistema preferido, cabe ao autor examinar cuidadosamente as opções de publicação e, claro, preparar-se muito bem para a longa jornada que o aguarda, desde a publicação até o sucesso, que, esperamos, venha em breve.

O e-commerce e a educação no Brasil

Por Felipe Morais* Segundo o relatório Webshoppers, do E-Bit, o Brasil passará dos 50 milhões de consumidores online em 2014, o que irá gerar um faturamento acima de R$ 34 bilhões em vendas virtuais. Mesmo assim, a constatação é de que há muito espaço para crescer, tendo em vista que o Brasil passará dos 110 milhões de internautas neste ano. Portanto, existe mercado, mas o que falta são profissionais qualificados para tocar o dia a dia das operações. Em pesquisas com grandes diretores e gestores de e-commerce no país percebemos que existe muita gente com vontade de trabalhar, mas sem qualquer bagagem teórica e prática para crescerem no setor. A sensação é de que o país possui diamantes que precisam ser lapidados. Muitos que trabalham no e-commerce estão no ramo por paixão à Internet e pelo dinamismo, acreditando que campanha de e-mail e marketing e produtos do Google resolveriam os problemas das marcas. Porém, o que temos visto é que apenas boa vontade não é suficiente para crescer. É preciso ter conhecimento e ser diferenciado na área. Por conta disso, cursos de pós-graduação começam a surgir para dar conta dessa demanda cada vez mais crescente. Os mais indicados são aqueles que possuem professores que apresentam novas tendências do mercado. Afinal de contas, o básico muitos já sabem. Mas com profissionais qualificados no corpo docente é possível mostrar o que dá certo através do compartilhamento de experiências e do debate com alunos. As grades curriculares precisam trazer temas que atendam as dúvidas e anseios do próprio comércio eletrônico. É necessário ficar no meio-termo: enquanto metade das aulas expõem problemas, a outra metade discute soluções. Dessa forma, é preciso abandonar o conceito de “aula-palestra”, onde apenas o professor fala e o aluno só ouve. Este método já está ultrapassado, ainda mais em um tema tão dinâmico quanto o varejo virtual. O ideal é buscar cursos com “aulas-consultorias”, onde o docente ensina compartilhando experiência e históricos de sucesso, mostrando ao aluno como resolver problemas diários. Para formarmos excelentes profissionais de e-commerce, os cursos de MBA não devem levar apenas conteúdo aos alunos. É necessário transformá-lo em um verdadeiro gestor capacitado. Assim, ele consegue operar qualquer loja virtual – desde as maiores, com grandes operações, e até mesmo as menores, promovendo o empreendedorismo existente no empresário virtual brasileiro. *Felipe Morais é coordenador do curso MBA de negócios digitais e gestão estratégica de e-commerce da Faculdade Impacta

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Seleta apresenta Cachaça Antônio Rodrigues – Reserva do Coronel

Envelhecida por sete anos em tonéis de carvalho e com embalagem de luxo, a bebida será lançada por Toni Rodrigues durante a APAS 2014 Há algum tempo, a cachaça tem saído do panorama popular para ocupar, respeitosamente, o status de bebida gourmet. Afinal, para se produzir uma cachaça de alta qualidade, é necessário muito know-how, tecnologia e matéria-prima de primeira, além de bastante tempo. Reconhecida pela excelência na fabricação de cachaças desde os anos 1970, quando a Boazinha – eleita este ano como a 3ª melhor cachaça do Brasil – foi produzida pela primeira vez, a Seleta prova mais uma vez que a cachaça, mais que uma bebida genuinamente brasileira, é também uma bebida de classe, elegante e para paladares refinados. Lançamento deste ano, a cachaça Antônio Rodrigues – Reserva do Coronel, batizada em homenagem ao Sr. Toni Rodrigues, proprietário e fundador da Cachaça Seleta, é uma bebida que promete surpreender a todos os amantes de cachaça. Envelhecida por sete anos em tonéis de carvalho, é uma bebida extremamente sofisticada, de aroma perfumado e sabor suave. Trata-se de uma experiência única para o olfato, visão e paladar. Para o lançamento da edição numerada da Cachaça do Coronel, a Seleta firmou parceria com a Owens-Illinois, maior fabricante de embalagens de vidro do mundo, e escolheu uma embalagem CovetTM , linha de garrafas para o segmento de luxo, que já é utilizada por grandes marcas de sucesso no segmento premium ao redor do mundo. CovetTM enaltece e realça a qualidade do produto, expressando o que há de melhor do produto e da embalagem e contribui para impulsionar o posicionamento e diferenciar marcas e produtos. “O design arrojado e customizado que CovetTM oferece se encaixa perfeitamente com a proposta da Cachaça Coronel, que é o de atingir um posicionamento premium no mercado global de destilados”, afirma o diretor comercial da Seleta, Ednilson Machado. A embalagem escolhida pela Seleta foi o modelo Imperial, uma das 15 garrafas de CovetTM Classic. O modelo Imperial trata-se de uma imponente garrafa de visual ousado, com linhas retas que vão se alargando de baixo para cima, cujo design diferenciado se destaca nas prateleiras despertando o interesse do consumidor em conhecer o produto e até mesmo colecionar a garrafa, já que as garrafas de CovetTM da Owens-Illinois podem ser consideradas como verdadeiras obras de arte. A cachaça contempla ainda, um livreto especial que conta a história da Cachaça, de Toni Rodrigues e também traz poemas de autoria de Bule-Bule, escritor, compositor e poeta baiano, que homenageia a história de Toni com versos. Confira uma amostra: Salinas é a Capital Mundial da aguardente Antônio é o Rei da Cachaça E a Bahia ultimamente Abraça Antônio Rodrigues Como um grande irmão da gente Sempre Deus escolhe os seus Para não perder de vista Um nasce pra ser atleta Outro para ser artista Um nasce para correr Outro pra fazer a pista O gênio Antônio Rodrigues Nascido no chão mineiro Veio com duas estrelas E um vigor altaneiro A estrela da bondade E a de ganhar dinheiro Qualidade comprovada O selo de indicação geográfica conquistado por Salinas é certificado pelo INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial – e tem o objetivo de evitar que produtos de outras regiões sejam vendidos como as originais cachaças salinenses, além de garantir a excelente procedência do produto. Com a conquista do selo, a cachaça passou a ganhar valor e parte para uma concorrência mercadológica justa, otimizando a exportação do produto que adquire status e reconhecimento como produto diferenciado. Toni Rodrigues Para muitos, Antônio Rodrigues é tido como uma pessoa folclórica, já para outros, é exemplo de empreendedorismo e superação. Com uma barba comprida e grisalha, chapéu, um galho de arruda atrás da orelha e prosa impagável, Toni costuma circular pela cidade montado em uma de suas amadas mulas, distribuindo dinheiro e risadas. Nascido na própria cidade de Salinas, localizada no nordeste de Minas Gerais, Rodrigues comprava cachaça de outros produtores e as envelhecia para depois vendê-las a granel. Com o tempo, passou a engarrafá-las e adquiriu também uma fábrica com um grande canavial. Depois, se tornou o maior produtor de cachaça artesanal do Brasil, produzindo 1.500.000 litros por ano. Fora da fábrica, Toni Rodrigues gosta de estar em suas fazendas, em meio a seus animais, que não são poucos. Prova de sua excentricidade são as roupas que usa. Para se diferenciar dos outros, costuma vestir fantasias de piloto, marinheiro, ditador etc e às sextas, só veste branco. Mesmo com o império que já construiu, Toni ainda prevê chegar ainda mais longe. “Eu gosto mesmo é de ficar na zona de desconforto, pois essa não me permite parar e deixar de visualizar resultados maiores. Tenho muito a crescer ainda”, declara. Sobre a Seleta A Seleta é produzida em Salinas - MG, conhecida como a capital mundial da bebida. A região abriga as melhores condições climáticas, solo, água e cultivo de canas ideais para a produção da autêntica cachaça artesanal. Como o próprio nome diz, é feita a partir de canas rigorosamente selecionadas. Envelhecida em tonéis de umburana, planta conhecida por suas características curativas e digestivas, a Seleta tem um sabor potente que a torna perfeita e agradável em várias ocasiões. Mais informações: www.cachacaseleta.com.br e

segunda-feira, 26 de maio de 2014

“Ensino médio deve ser plataforma de políticas para a juventude”,

“Ensino médio deve ser plataforma de políticas para a juventude”, diz Alexandre Padilha em seminário sobre educação Neste sábado (24), o coordenador da Caravana Horizonte Paulista, o ex-ministro Alexandre Padilha, discutiu o futuro da educação paulista com estudantes e especialistas São Paulo, maio de 2014 – As escolas públicas do ensino médio no estado de São Paulo devem ser uma plataforma para várias políticas voltadas à juventude, proporcionando cultura, esportes, lazer e saúde num local atraente para os estudantes e com aprendizado efetivo. A avaliação é do coordenador da Caravana Horizonte Paulista, o ex-ministro Alexandre Padilha, que participou de dois seminários sábado passado, na capital, com os temas “Tecnologia, Currículo e Educação” e “Política de Ensino Médio e Juventude: trabalho, Cultura e Ciência”. Padilha fez o comentário ao apontar o ensino médio como uma das três prioridades para a educação no estado de São Paulo. As outras prioridades, diz o coordenador da caravana, são a expansão do ensino técnico e profissionalizante, “valorizando o potencial econômico de cada região do estado”, e a formação do professor. Segundo Padilha, hoje o conteúdo que o estudante recebe no ensino médio não dialoga com a sua realidade. “Tenho andado muito na periferia de São Paulo e tenho visto uma verdadeira ‘tropicália’ cultural, iniciativas que acontecem fora da escola, com jovens produzindo literatura, fazendo música, cultura. Queremos essa realidade dentro da escola, queremos uma escola que seja uma plataforma para várias políticas de juventude, que ele tenha acesso à cultura, esportes, lazer, saúde e tecnologia dentro da escola de ensino médio”. Na sua opinião, iniciativas desse tipo vão atrair e manter o estudante, reduzindo a evasão escolar e proporcionando ganhos de aprendizado. Sobre a expansão do ensino técnico, Padilha avalia ser indispensável levar em consideração as características e o potencial de cada região. “A expansão do ensino técnico tem que estar vinculada ao potencial econômico de cada uma das regiões do nosso Estado, do contrário não é efetiva”. Para a formação dos professores, Padilha afirma pretender montar academias para formação de professores em parceria com as universidades públicas. “Precisamos agir por uma formação do professor com qualidade, uma formação conectada às novas tecnologias, uma formação atraente para o professor”. Padilha apontou ainda a necessidade urgente de se reestruturar física e arquitetonicamente as escolas públicas do estado. Segundo ele, hoje apenas 1% das mais de 5 mil escolas da rede pública estadual têm, num mesmo espaço, laboratório de informática, de ciências e acessibilidade para pessoas com deficiência. “A estrutura física das escolas do estado foi sucateada ao longo dos últimos 20 anos. É preciso rever inclusive a arquitetura: tem escola que mais parece presídio tal a quantidade de grades, a falta de acesso da comunidade e da família. O estudante tem até hora para o banho de sol”, disse Padilha ao relembrar o relato de um estudante durante o seminário.

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Qual nossa relação com as #imagens? Somos capazes de lê-las e compreendê-las? Nossas crianças têm contato com imagens além das televisivas? São indagações como essas que têm nos ocupado a mente. Afinal de contas, o mundo se apresenta através de imagens postas para serem interpretadas e visualizadas, mas de que forma nós fazemos isso?

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A Influência da Mídia na Alimentação das Crianças

A Influência da Mídia na Alimentação das Crianças

#mídia está cada vez mais voltada para as #crianças, influenciando significativamente a alimentação deste público. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo geral analisar a influência da #propaganda na formação dos#hábitosalimentares de crianças de até 10 anos. Por meio de um estudo do tipo bibliográfico e quantitativo, constatou-se que a mídia exerce grande influência sobre o #publicoinfantil. Assim, conclui-se que é importante que os pais e #educadoresincentivem seus filhos/alunos a manterem uma #alimentaçãosaudável e nutritiva, que seja adequada para o desenvolvimento das crianças
http://www.partes.com.br/2014/05/12/a-influencia-da-midia-na-alimentacao-das-criancas/

sexta-feira, 2 de maio de 2014

As redundâncias da vida

As redundâncias da vida

Expressões carregadas de sentimentos atraem as redundâncias, afinal um choro chorado, lágrimas molhadas de uma dor doída, chamam a atenção para algo que parece óbvio, contudo realça uma situação dramática. Quando ao falar, ocorre a dúvida em algum comunicado, quantas vezes, por impulso, reforçamos o significado ao pronunciar: “com certeza absoluta” ou um “agora, já”. E, ainda, nossos ouvidos são bombardeados pelas promoções do comércio destacando o “ganhar grátis”. A intenção deste “grátis” é enfatizar a oferta pela questão de marketing, mas com ou sem o prêmio, fica a redundância.

Rede de pesquisa e monitoramento ambiental da aquicultura em águas da União tem nova coordenação

  Foto: Clenio Araujo Tanques-rede são cada vez mais utilizados como sistemas de produção aquícola em águas da União A Embrapa Pesca e Aquic...