sábado, 30 de abril de 2016
O Direito faz parte do meu cotidiano, mas pela forte influência do Magistério e da Fonoaudiologia, o meu coração também pede as guaches, o pincel e as telas de literatura infantil!
As telas de literatura foram mais abrangentes em se tratando de "prioridade", porque este trabalho necessitava de maior esforço, contatos com outros escritores, meio artístico e eventos. Enquanto o Direito representava a minha responsabilidade em tempo determinado: a Faculdade e a Defensoria.
O TEMPO PASSOU MAS O RESULTADO SERÁ ETERNO: "SOU MUITO REALIZADA EM AMBAS AS CONQUISTAS, CADA UMA COM O SEU BRILHO PRÓPRIO".
FEIRA DO LIVRO EM CURITIBA
http://www.gazetadopovo.com.br/caderno-g/confira-a-programacao-completa-da-feira-a11t6hk72ub51prceo63y4le6
LITERATURA NA PRAÇA OSÓRIO EM CURITIBA - PARANÁ
http://www.parana-online.com.br/colunistas/zig-zag/31259/MOSTRA+DE+VIDEO
TELAS DE LITERATURA
Momento com a Poesia
14 de poesia março
PALHAÇO
estilo poético particular.
HEI…
PALHAÇO
DA MINHA
INFÂNCIA!
ANJO QUE FOI,
ANJO QUE SERÁS…
FLOR EM ALGUM JARDIM!
UMA NOVA ESTRELA
NO CÉU A BRILHAR!
FANTASIAS,
PINTURAS,
CRIANÇAS,
PIPOCAS,
GARGALHADAS…
NARIZ VERMELHO,
SOBRANCELHAS RESSALTADAS…
BOCA EXAGERADA!
EI,
PALHAÇO…
JÁ CHOREI DE MEDO NO CIRCO!
JÁ QUIS PULAR DO TRAPÉZIO!
VI UM PALHAÇO NA JANELA!
E AS CRIANÇAS?
– MAMÃE,
QUERO VER O PALHAÇO!!!!
EI!
A LONA ESTÁ AQUI E LÁ!
ANJO,
FLOR,
ESTRELA…
O QUE FOR…
LÁ ESTARÁ!

EI,
PALHAÇO,
VOCÊ JÁ OUVIU?
SER PALHAÇO É FÁCIL!
DIFÍCIL
É SORRIR QUANDO
SE QUER CHORAR!
OUSADIA?
VALENTIA?
ENTRADA EM CAMBALHOTAS
NO PICADEIRO?
EI…
TIRE A MÁSCARA!
VOCÊ É O BRILHO!
TIRE DO BOLSO
AQUELE LENÇO BRANCO…
AQUELE APITO…
DESCANSE
E SOPRE UM GRITO
DE PAZ!
texto Partes Mirim
Claudia Regina Franke Ivanike
Nina Rocha
Claudia Regina Franke Ivanike
Nina Rocha
www.partesmirim.blogspot.com.br
DA LITERATURA EM TELAS AOS LIVROS INFANTIS NA ESCOLA
https://www.youtube.com/watch?v=yhjCkbh66Qw
LITERATURA,PINTURA EM TELAS E LIVROS INFANTIS DE CLAUDIA REGINA (NINA ROCHA).





Acesso de jovens com deficiência à escola cresce 305% em nove anos
![]() |
| Este ano, o MEC vai expandir sua atuação no BPC na Escola e incentivar os gestores locais a institucionalizar a iniciativa em nível municipal |
Durante os nove anos do Programa BPC na Escola, o acesso das pessoas com deficiência à escola cresceu 305%. Desde a implantação dessa ação interministerial, em 2007, a matrícula escolar de deficientes até 18 anos de idade, assistidos pelo Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC), quadruplicou: o número saltou de 78,8 mil para 319 mil.
Atualmente, o BPC na Escola está presente em todos os Estados e no Distrito Federal e em 4.810 municípios (86% do total), abrangendo 94% dos beneficiários nessa faixa etária. Sob responsabilidade dos ministérios da Educação, da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), além da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, o programa acompanha e monitora intervenções para identificar e superar barreiras de acesso à educação da população até os 18 anos.
Este ano, o MEC vai expandir sua atuação no BPC na Escola e incentivar os gestores locais a institucionalizar a iniciativa em nível municipal. A intenção é manter o apoio complementar por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR) e promover o processo local de formação de agentes. Na prática, a medida vai possibilitar a capacitação de um número maior de técnicos municipais para visita domiciliar de identificação de pessoas em situação de vulnerabilidade social. O processo será ampliado com a utilização de videoaulas.
O Estado do Amapá vai inaugurar o formato dessa nova fase de capacitação com vídeos. A formação dos técnicos locais está prevista para junho. O sistema interativo contará com acompanhamento de um representante da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC. “A inclusão do deficiente na escola regular no Brasil tem sido referência para o mundo. As formações locais dos benefícios sociais são peça fundamental para a autonomia e o desenvolvimento social na ponta”, ressalta o secretário Paulo Gabriel Soledade Nacif.
O 1º Curso de Formação BPC na Escola – Promovendo Emancipação vai demonstrar aos participantes como cada visita deve ser organizada. Os vídeos explicam didaticamente como deve ser perguntado e preenchido o questionário de identificação de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade. As respostas contribuem para a implementação de soluções que permitam o acesso e permanência na escolas desse público, beneficiários ou não do BPC na Escola.
A visita domiciliar, além de esclarecer se a criança ou jovem está ou não na escola, identifica se há problema de matrícula, vaga ou falta de acessibilidade no percurso escolar. O questionário pergunta também sobre as condições de transporte e saúde. Já foram identificados casos de pessoas que não frequentavam a escola porque não tinham uma cadeira de rodas ou uma órtese.
O levantamento do BPC na Escola acaba se deparando com casos de desinformação das famílias. É o caso de pessoas que recebem algum benefício social para ajudar no sustento da criança com deficiência e confundem com aposentadoria por invalidez. “O responsável acha que se a criança for matriculada na escola pode perder esse recurso porque corre o risco de ser considerado capaz, já que vai à escola”, diz o secretário da Secadi, Paulo Gabriel. “É preciso desmistificar esse equívoco. A lógica da política social é exatamente o inverso disso.”
Funcionamento
O programa BPC na Escola funciona por adesão do município. Os gestores municipais assumem o compromisso de mobilizar as áreas municipais de educação, saúde e assistência social. Todo ano o MEC envia a relação de percentual de pessoas de zero a 18 anos que não está na escola. Os nomes e endereços são de lista do MDS.
De posse de nomes e endereços dos beneficiários, os técnicos locais dessas áreas aplicam o instrumento de pesquisa. O questionário serve de parâmetro para que os gestores estaduais e municipais elaborem suas propostas do PAR. No documento, relatam seus planos de ação municipal para enfrentar as barreiras que impedem ou dificultam o acesso à escola.
Cabe ao gestor local dizer o que precisa em termos de projetos de acessibilidade arquitetônicos, aquisição de recursos tecnológicos e de comunicação para sala de aula, além de recursos multifuncionais e transporte escolar acessível. “São os gestores locais que vão saber o que precisam. O PAR é o instrumento para fortalecer essa municipalização”, afirma Paulo Gabriel.
Fonte: MEC
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Impeachment servirá para diminuir verba de programas sociais, diz Dilma
A presidenta Dilma Rousseff fez um alerta, nesta terça-feira (26), acerca do risco sobre a continuidade dos programas sociais caso o processo de impeachment do seu mandato avance no Congresso Nacional. A afirmação foi feita em Salvador, durante a entrega simultânea de 5.293 moradias do programa Minha Casa Minha Vida.
Em discurso, Dilma afirmou que a expressão “revisitar programas sociais”, que vem sendo usada pelos que pretendem assumir seu mandato após o impeachment, é um eufemismo para não dizer que cortarão verba de programas sociais que beneficiam a população, como o Minha Casa Minha Vida e o Bolsa Família.
“Querem chegar, sentar na minha cadeira, mas sem voto. Esse é que é o problema. Isso é muito confortável. Não tem de prestar conta para o povo brasileiro. O programa deles começa com uma coisa muito grave. Eles falam assim: nós vamos revisitar os programa sociais. O que é revisitar os programas sociais? Revisitar programas é diminuir a quantidade de dinheiro que o governo federal investe para diminuir a prestação da casa própria que vocês pagam hoje. Isso se chama revisitar programas sociais.”
Aos gritos de "não vai ter golpe" e "fica, querida", a presidenta disse que o processo de impeachment também representa o impedimento dos programas sociais estabelecidos nos últimos 13 anos no Brasil.
“Juntos conseguiremos impedir, paralisar, não deixar caminhar esse golpe. Golpe contra a democracia do nosso país. É um golpe também contra tudo que construímos nesses 13 anos. É um golpe contra o Bolsa Família, contra o Minha Casa Minha Vida, […] contra o Pronatec, contra o Orçamento que tem parte importante destinada à população do Pais. Nós sempre seremos vencedores porque a democracia sempre será o lado certo”, disse.
Dilma também reiterou que está sendo vítima de uma grande injustiça, já que está para ser julgada por medidas que tomou para melhorar a vida do povo brasileiro.
“Eles falam que o impeachment é previsto na Constituição. É previsto, só que tem que eles não completam o resto da frase. Qual é o resto da frase? É permitido o impeachment quando há crime de responsabilidade. Acontece que eu não cometi nenhum crime de responsabilidade. Por que eu digo isso? Digo isso porque insistem em dizer que não é golpe. Ficam incomodados porque não é golpe. E não há crime. Eu nunca recebi dinheiro de propina, eu não tenho contas no exterior. Eu não sou acusada de corrupção. […] E o mais importante: o pior é que quem me julga é corrupto. Essa pessoa que é o presidente da Câmara [deputado Eduardo Cunha] é uma pessoa que todo mundo sabe que tem conta no exterior, que é acusado pela Procuradoria-Geral da República.”
A presidenta enfatizou ainda que as chamadas pedaladas fiscais não configuram crime de responsabilidade e são praticadas desde 1994. “Aí em 2015, virou crime. E isso significa o quê? Dois pesos e duas medidas, significa injustiça”, criticou. Além de agradecer as manifestações de solidariedade e apoio da população, Dilma citou nominalmente cada um dos 24 deputados baianos que votaram contra a abertura do processo de impeachment na Câmara dos Deputados.
“Fico muito feliz e agradeço toda a solidariedade, mostrando que vocês não se conformam contra esse processo, que vão lutar contra esse processo. Ninguém pode se conformar com isso.”
Fonte: Portal Brasil, com informações do Blog do Planalto
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Brasil teve aumento de 80% de concluintes do Ensino Superior em 12 anos
Números do Ministério da Educação apontam crescimento de concluintes do Ensino Superior e na especialização, além de maior distribuição das oportunidades pelas regiões brasileiras
Em 12 anos, o Brasil teve crescimento de 80% no número de concluintes do Ensino Superior. Enquanto em 2002, apenas 466,2 mil alunos completaram as atividades de graduação em universidades públicas e privadas, mais de 837,3 mil alunos puderam colocar a conclusão do Ensino Superior no currículo em 2014. Os dados são do Ministério da Educação (MEC).
Para se ter uma ideia, entre 1995 e 2002, o País teve um total de 2,4 milhões de concluintes do Ensino Superior. Já com os programas de acesso à educação superior, como o Programa Universidade para Todos (ProUni), Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o número saltou para 9,2 milhões de graduados entre 2003 e 2014.
Com mais alunos se formando e mais investimentos no ensino superior, aumentou também o número de mestres, mestres profissionais e doutores no País. Entre 2002 e 2014, o número de titulados por ano mais que dobrou: foram 31,3 mil em 2002 e 66,9 mil no ano de 2014.
Mais do que quantidade, os investimentos em especialização também levaram a formação e a consolidação da educação de mestres e doutores para Estados que antes não tinham estrutura. Em 2002, os Estados de Tocantins, Amapá e Roraima não contavam com curso de especialização. Nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, 11 dos 19 Estados tinham até 1.296 alunos de pós-graduação. Em 2014, apenas quatro Estados do Norte continuam com números abaixo desse índice, devido à baixa densidade populacional.
Fonte: Portal Brasil, com informações do MEC

Todo o conteú
Assinar:
Postagens (Atom)
PND: inscrições são prorrogadas até 10/7
PND: inscrições são prorrogadas até 10/7 Participantes devem se inscrever no Sistema PND. Prazo também foi prorrogado para solicitações de a...
-
Agência Brasil030712 ANT1914 Brasília - O presidente do Senado, José Sarney, recebe o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oli...
-
Autor: Dhiogo Caetano Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre me...


































