segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Os 6 Cs da liderança

Por Allessandra Ferreira*
Ter uma equipe motivada e de alta performance é o sonho de qualquer gestor. Para isso, as companhias investem em treinamentos aos executivos nos quesitos de liderança. No entanto, os esforços podem ser em vão se os profissionais esquecerem ou ignorarem comportamentos e atitudes fundamentais para liderarem suas funções, sejam elas operacionais ou estratégicas.
Confira seis competências imprescindíveis para acertar na dose de liderança de equipes e projetos:
Conhecimento: Saber das dificuldades com as equipes e como resolvê-las é fundamental para quem exerce o papel de líder. Quando as pessoas percebem que o gestor se dedica à pesquisas e estudos, passam a respeitá-lo ainda mais.
Criatividade: O poder de transformar problemas em oportunidades e a paixão por resolver superar desafios pedem inovação.
Compartilhamento: Estimule que profissionais troquem ideias e visões a respeito das oportunidades e das possibilidades que cada um vivencia em suas áreas.
Convicção: A certeza é contagiante e positivamente persuasiva. Uma forma prática de estimular esta competência é implementar nas pessoas à sua volta fortes crenças empoderadoras, que as auxiliem a acreditar e confiar que tudo dará certo.
Cuidado: A forma mais simples, porém uma das mais eficientes, para cuidar é a escuta ativa. Importe-se com as pessoas e demonstre interesse pelo que seus liderados têm a dizer. Compartilhe seu conhecimento e aprenda com eles, fazendo da sua liderança uma fonte de troca.
Credibilidade: Ter a confiança dos colaboradores é imprescindível para que as demais competências se mantenham fortes. Tenha atitudes que mostrem que você está trabalhando para formação de novos líderes. E nunca prometa o que não vai cumprir. 
*Allessandra Ferreira é sócia e palestrante da AlleaoLado, empresa focada em palestras, treinamentos e coaching, pertencente ao Great Group.

Os 6 Cs da liderança

Por Allessandra Ferreira*
Ter uma equipe motivada e de alta performance é o sonho de qualquer gestor. Para isso, as companhias investem em treinamentos aos executivos nos quesitos de liderança. No entanto, os esforços podem ser em vão se os profissionais esquecerem ou ignorarem comportamentos e atitudes fundamentais para liderarem suas funções, sejam elas operacionais ou estratégicas.
Confira seis competências imprescindíveis para acertar na dose de liderança de equipes e projetos:
Conhecimento: Saber das dificuldades com as equipes e como resolvê-las é fundamental para quem exerce o papel de líder. Quando as pessoas percebem que o gestor se dedica à pesquisas e estudos, passam a respeitá-lo ainda mais.
Criatividade: O poder de transformar problemas em oportunidades e a paixão por resolver superar desafios pedem inovação.
Compartilhamento: Estimule que profissionais troquem ideias e visões a respeito das oportunidades e das possibilidades que cada um vivencia em suas áreas.
Convicção: A certeza é contagiante e positivamente persuasiva. Uma forma prática de estimular esta competência é implementar nas pessoas à sua volta fortes crenças empoderadoras, que as auxiliem a acreditar e confiar que tudo dará certo.
Cuidado: A forma mais simples, porém uma das mais eficientes, para cuidar é a escuta ativa. Importe-se com as pessoas e demonstre interesse pelo que seus liderados têm a dizer. Compartilhe seu conhecimento e aprenda com eles, fazendo da sua liderança uma fonte de troca.
Credibilidade: Ter a confiança dos colaboradores é imprescindível para que as demais competências se mantenham fortes. Tenha atitudes que mostrem que você está trabalhando para formação de novos líderes. E nunca prometa o que não vai cumprir. 
*Allessandra Ferreira é sócia e palestrante da AlleaoLado, empresa focada em palestras, treinamentos e coaching, pertencente ao Great Group.

A arte de influenciar pessoas

* Por Claiton Fernandez
A literatura corporativa está repleta de livros que prometem revelar as “técnicas ocultas” utilizadas pelos grandes líderes para influenciar e mobilizar pessoas.

O psicólogo norte-americano Howard Gardner, um dos renomados pesquisadores da Universidade de Harvard, elaborou, ao longo de uma década, uma espécie de raio-x dos cérebros mais influentes da história. Focalizando da primeira ministra britânica Margaret Thatcher ao superCEO Jack Welch, ele analisou como essas personalidades “mudaram a cabeça” de outros indivíduos. O resultado da pesquisa deu origem ao livro Changing Minds – The Art and Science of Changing Our Own and Other People’s Minds (na tradução literal, Mudando Ideias – A Arte e Ciência de Mudar as Ideias Próprias e de Outras Pessoas). A obra comprova que, ao contrário do que se imaginava, a ciência da persuasão vai muito além dos exercícios de oratória ou das nuances da linguagem corporal.
Acreditava-se até então que influenciar pessoas era uma habilidade comportamental e não intelectual. Uma pesquisa bastante conhecida na área de Programação Neurolinguística, por exemplo, pregava que apenas 7% da comunicação interpessoal ocorre através das palavras. A entonação da voz responderia por 38% da mensagem, enquanto a postura corporal e as expressões do rosto transmitiriam nada menos do que 55% das informações captadas pelo cérebro humano.
Diziam que o cantor é mais importante do que a canção. Da mesma forma, quem fala é mais importante do que aquilo que está sendo falado. No entanto, descobriu-se que os líderes mais influentes do mundo expõem suas ideias de uma forma racional e sistemática – e com uma estrutura de argumentação envolvente. Resumindo, as palavras têm muito mais importância no discurso persuasivo do que se pensava.
Na verdade, a mente processa e arquiva informações de diversas formas. Cada ideia que temos é representada ou por uma imagem, ou por um som ou por outros tipos de signos mentais. Para mudar uma pessoa, ou suas opiniões, é necessário, portanto, remodelar essas roupagens que a mente dá a cada ideia. E isso pode ser feito de várias maneiras, inclusive conversando.
Não que a neurolinguística esteja ultrapassada, mas a pesquisa ajudou a desvendar, de quebra, por que algumas pessoas conseguem mover multidões com o dom da palavra. Hoje, provocar mudanças é uma habilidade obrigatória para qualquer líder. Na atual dinâmica da economia global, as empresas são obrigadas a estarem sempre em compasso de transição.
O problema é que raramente as pessoas estão preparadas para mudar na velocidade que o mundo dos negócios exige. Pelo contrário, por natureza, a mente humana prefere as mordomias da estabilidade às incertezas da mudança. Os indivíduos geralmente criam uma fixação pelos hábitos e comportamentos que se mostraram eficazes no passado.
A tendência à acomodação é uma verdadeira dor de cabeça para os gestores que tentam implantar novos paradigmas em suas empresas. Sem a devida preparação, dificilmente eles conseguem contornar as resistências e levar seus projetos adiante. Influenciar pessoas está cada vez mais difícil.
Claiton Fernandez é palestrante, consultor e educador. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz". Site:www.claitonfernandez.com.br .



Sobre Claiton Fernandez
Doutorando e mestre em Administração, MBA com ênfase em Gestão Empresarial, pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e especialista em Business and Management for International Professionals pela UCI/Califórnia/EUA, Claiton Fernandez acumula experiências de sucesso como executivo de negócios, consultor e educador.

É considerado na atualidade pelo mercado corporativo e esportivo um dos palestrantes top do Brasil. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz", é também escritor de artigos com publicação nacional e internacional. Site:www.claitonfernandez.com.br .

A arte de influenciar pessoas

* Por Claiton Fernandez
A literatura corporativa está repleta de livros que prometem revelar as “técnicas ocultas” utilizadas pelos grandes líderes para influenciar e mobilizar pessoas.

O psicólogo norte-americano Howard Gardner, um dos renomados pesquisadores da Universidade de Harvard, elaborou, ao longo de uma década, uma espécie de raio-x dos cérebros mais influentes da história. Focalizando da primeira ministra britânica Margaret Thatcher ao superCEO Jack Welch, ele analisou como essas personalidades “mudaram a cabeça” de outros indivíduos. O resultado da pesquisa deu origem ao livro Changing Minds – The Art and Science of Changing Our Own and Other People’s Minds (na tradução literal, Mudando Ideias – A Arte e Ciência de Mudar as Ideias Próprias e de Outras Pessoas). A obra comprova que, ao contrário do que se imaginava, a ciência da persuasão vai muito além dos exercícios de oratória ou das nuances da linguagem corporal.
Acreditava-se até então que influenciar pessoas era uma habilidade comportamental e não intelectual. Uma pesquisa bastante conhecida na área de Programação Neurolinguística, por exemplo, pregava que apenas 7% da comunicação interpessoal ocorre através das palavras. A entonação da voz responderia por 38% da mensagem, enquanto a postura corporal e as expressões do rosto transmitiriam nada menos do que 55% das informações captadas pelo cérebro humano.
Diziam que o cantor é mais importante do que a canção. Da mesma forma, quem fala é mais importante do que aquilo que está sendo falado. No entanto, descobriu-se que os líderes mais influentes do mundo expõem suas ideias de uma forma racional e sistemática – e com uma estrutura de argumentação envolvente. Resumindo, as palavras têm muito mais importância no discurso persuasivo do que se pensava.
Na verdade, a mente processa e arquiva informações de diversas formas. Cada ideia que temos é representada ou por uma imagem, ou por um som ou por outros tipos de signos mentais. Para mudar uma pessoa, ou suas opiniões, é necessário, portanto, remodelar essas roupagens que a mente dá a cada ideia. E isso pode ser feito de várias maneiras, inclusive conversando.
Não que a neurolinguística esteja ultrapassada, mas a pesquisa ajudou a desvendar, de quebra, por que algumas pessoas conseguem mover multidões com o dom da palavra. Hoje, provocar mudanças é uma habilidade obrigatória para qualquer líder. Na atual dinâmica da economia global, as empresas são obrigadas a estarem sempre em compasso de transição.
O problema é que raramente as pessoas estão preparadas para mudar na velocidade que o mundo dos negócios exige. Pelo contrário, por natureza, a mente humana prefere as mordomias da estabilidade às incertezas da mudança. Os indivíduos geralmente criam uma fixação pelos hábitos e comportamentos que se mostraram eficazes no passado.
A tendência à acomodação é uma verdadeira dor de cabeça para os gestores que tentam implantar novos paradigmas em suas empresas. Sem a devida preparação, dificilmente eles conseguem contornar as resistências e levar seus projetos adiante. Influenciar pessoas está cada vez mais difícil.
Claiton Fernandez é palestrante, consultor e educador. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz". Site:www.claitonfernandez.com.br .



Sobre Claiton Fernandez
Doutorando e mestre em Administração, MBA com ênfase em Gestão Empresarial, pós-graduado em Administração de Recursos Humanos e especialista em Business and Management for International Professionals pela UCI/Califórnia/EUA, Claiton Fernandez acumula experiências de sucesso como executivo de negócios, consultor e educador.

É considerado na atualidade pelo mercado corporativo e esportivo um dos palestrantes top do Brasil. Autor dos livros "Caminhos de um Vencedor" e "Da Costela de Adão à Administradora Eficaz", é também escritor de artigos com publicação nacional e internacional. Site:www.claitonfernandez.com.br .

Como realizar a prescrição farmacêutica nos distúrbios menores?

* Por Vanessa Anghinoni
Vanessa Anghinoni Vanessa Anghinoni é professora, palestrante, farmacêutica e coach. Possui graduação em Farmácia Industrial pelo Centro Universitário São Camilo e diversas especializações. Trabalhou como farmacêutica no InCor e foi professora da UNIPAR. Atualmente, é farmacêutica responsável pelo Componente Especializado de Assistência Farmacêutica de Francisco Beltrão e professora na União de Ensino do Sudoeste do Paraná (UNISEP)- Dois Vizinhos e Francisco Beltrão/PR.

Para existir o reconhecimento das atribuições clínicas do farmacêutico, é necessário que estes comecem a ter atitudes diferentes, que realmente apliquem seus conhecimentos e desenvolvam habilidades clínicas no dia-a-dia, sendo a prescrição farmacêutica uma excelente ferramenta para isso. Para obter excelência no exercício da profissão, é essencial ter informação de qualidade e atitudes constantes. Somente dessa forma as pessoas perceberão no farmacêutico sua importância para a saúde pública. É fundamental, portanto, que a legislação favoreça o desenvolvimento da profissão farmacêutica.
Neste contexto, para garantir as atribuições de dispensação de medicamentos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, através da RDC 44/2009, descreve os serviços farmacêuticos. Dentre estes serviços estão: a administração de injetáveis e a inaloterapia; a perfuração do lóbulo auricular para colocação de brincos, a verificação de parâmetros fisiológicos (pressão arterial e temperatura corporal); a aferição de parâmetros bioquímicos (glicemia capilar); o acompanhamento farmacoterapêutico e a indicação farmacoterapêutica em distúrbios menores (prescrição farmacêutica).
A indicação e utilização de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) já é uma prática no cotidiano de farmácias e drogarias, mas apesar de não precisarem de receita médica, estes fármacos não são isentos de efeitos adversos e toxicidade. Além disso, podem causar problemas de saúde se utilizados de forma incorreta, consumidos por pacientes com determinados tipos de doenças crônicas ou em utilização contínua de outros medicamentos. Por isso, o uso desses medicamentos deve ser orientado por um profissional habilitado, o farmacêutico.
Com o objetivo de responsabilizar o farmacêutico pela prescrição dos MIPs, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) aprovou a Resolução 586 de 29 de agosto de 2013 "que regula a prescrição farmacêutica e dá outras providências". O Farmacêutico passa, então, a "documentar" seus atos seguindo protocolos de decisão para tratar de doenças e agravos considerados transtornos menores de saúde, orientando o paciente a usar corretamente os medicamentos.
Os chamados distúrbios menores são definidos, segundo autores da área clínica, como problemas de saúde considerados não graves e que respondem ao tratamento sintomático com medicação de venda livre e/ou medidas não farmacológicas. Para estes distúrbios deverão ser prescritos os MIPs contidos na Resolução da ANVISA RDC 138 de 29de maio de 2003.
Os transtornos menores são divididos em sistemas, tais como: transtornos menores respiratórios (gripe e resfriado, congestão nasal, tosse, rinite e sinusite); transtornos menores relacionados à dor (subdivisões); transtornos menores digestivos (subdivisões); dermatológicos (subdivisões); do sistema circulatório (subdivisões); do sistema nervoso (subdivisões); em nutrição (subdivisões); no trato genitourinário (subdivisões); nas parasitoses (subdivisões); no tabagismo e nos transtornos oftalmológicos.
Assim, quando um paciente procura a farmácia buscando uma solução para determinado sintoma ou problema de saúde, o farmacêutico tem duas opções: tratá-lo na farmácia ou encaminhá-lo para outro serviço de saúde. Para tomar a decisão correta, o profissional precisa ter competências, habilidades e algumas ferramentas que o ajudarão de uma forma rápida a ter assertividade.
Neste sentido a Comissão de Farmácia de dispensação do Conselho Regional de Farmácia divide o processo de tomada de decisão e seleção de medicamentos em dois grandes passos, a análise de situação e a tomada de decisão. Para a análise de situação criou-se um anagrama, com a palavra INDICO para avaliação do paciente na indicação de medicamentos isentos de prescrição:
I - Identificação do paciente - Idade, sexo e hábitos
N - Natureza dos sinais/sintomas/severidade
D - Desde quando - Tempo
I - Iniciou algum tratamento? Melhorou? Piorou?
C - Co-Morbidades e medicamentos em uso
O - Outras situações especiais (gravidez, lactação, situação social, alergias etc.)
No próximo passo, que é a tomada de decisão, baseada nas informações obtidas, o farmacêutico deve decidir entre encaminhar o paciente ao médico ou indicar determinado tratamento isento de prescrição para o transtorno menor. Se a decisão for a de tratar o paciente, o farmacêutico deve eleger a melhor terapêutica para o caso baseando-se em informações científicas e na experiência clínica profissional.
A escolha correta da farmacoterapia leva em conta os seguintes aspectos: eficácia comprovada, segurança, facilidade de uso pelo paciente e custo. Devem ser considerados ainda os medicamentos isentos de prescrição disponíveis e as características dos pacientes.
Para finalizar, o paciente deve ser orientado sobre o que fazer caso os sintomas não melhorem e saber claramente quanto tempo esperar até os efeitos surgirem. O farmacêutico deve manter um registro do atendimento realizado e incluir uma forma de contato do paciente, para posterior acompanhamento farmacoterapêutico.
Para cada distúrbio menor existem as perguntas específicas a se fazer e os fármacos corretos a se prescrever. Você farmacêutico, está preparado para isso? Participe do Congresso Nacional de Farmácia Online - CONAFARMA (www.conafarma.com) e aprimore seus conhecimentos.
Autora: Vanessa Anghinoni é professora, palestrante, farmacêutica e coach (www.conafarma.com).

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

CARTOLA FEITA COM COPINHO DE CAFÉ , PAPELÃO E REVISTA



Virada Esportiva terá mais de 2.000 atividades espalhadas por toda a cidade


Oitava edição da Virada Esportiva, que acontece nos próximos dias 20 e 21, terá 32 horas de atividades de esporte e lazer em 400 endereços. Mais de 3,6 milhões de pessoas devem participar do evento



Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...