sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

DECOLANDO PARA 2014!

                                                                    2014 ESTA AÍ!

        DECOLAMOS AO NOVO ANO PARA REALIZARMOS ALGUNS SONHOS OU  
 CONCLUIRMOS PROJETOS. EM FRENTE, DISPOSTOS, MOVIDOS PELA FÉ EM BOAS NOVAS, A NOSSA ALEGRIA É A CERTEZA DA VITÓRIA EM TODAS AS REALIZAÇÕES!
                                                                    FELIZ 2014!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Fascismo: a grande novidade política do século XX



Por Alcides Leite*

O termo fascismo tem origem na palavra italiana fascio, que significa feixe. O símbolo do fascismo italiano era um machado envolto por um feixe de varas. Este símbolo vinha do Império Romano e representava a autoridade e coesão do Estado.

O Fascismo foi a grande novidade política do século vinte. Outras correntes políticas, como aquelas baseadas no conservadorismo, liberalismo e socialismo, já atuavam, de forma consolidada, nas últimas décadas do século dezenove. Nesta época, a grande maioria dos analistas políticos sequer imaginava que um movimento como o fascismo poderia surgir e ganhar corpo em um momento em que a democracia se fortalecia na maior parte dos países europeus. Friedrich Engels, companheiro de Marx, no prefácio da edição de 1895 do livro “A Luta de Classes na França”, afirmara: “no final do século dezenove nós conquistaremos a maior parte da classe média, dos pequenos governos e dos operários, e aumentaremos o poder no campo (....) não há outro caminho para os conservadores senão romper a ordem democrática.”

Além de inesperado, o fascismo teve outra característica surpreendente: uma data de nascimento bem definida. No dia 23 de março de 1919, no salão da Aliança Comercial e Industrial, na Praça do Santo Sepulcro em Milão, sob o comando de Benito Mussolini, uma centena de pessoas se reuniu para fundar o movimento. Faziam parte do grupo veteranos da primeira Guerra Mundial, sindicalistas e intelectuais nacionalistas.

O programa fascista apresentava pontos considerados avançados para a época, como a defesa do voto feminino e do voto aos dezoito anos, o fim da monarquia, a jornada diária de oito horas de trabalho, a participação dos trabalhadores na gestão das empresas, a parcial expropriação de toda espécie de riqueza por meio de uma pesada taxação sobre o capital e a limitação das propriedades da Igreja.

A ascensão política do fascismo foi meteórica. Pouco mais de três anos após sua fundação, o partido já conquistara o poder central na Itália. Na Alemanha, o fascismo, comandado pelos nazistas, chegou ao poder onze anos depois. Em ambos os países contou como forte apoio popular e com financiamento dos maiores empresários locais. Sem o apoio da maioria da população e, sobretudo, das lideranças políticas, sociais e da burocracia do estado, o fascismo não teria conseguido se estabelecer por tanto tempo no poder. A situação de descrédito nas instituições liberais, a crise econômica do pós-guerra e a decadência dos partidos políticos tradicionais contribuíram para o fortalecimento dessa corrente.

Ao contrário dos socialistas e liberais, os fascistas jamais se colocaram como defensores de uma ideologia definida. Eles contavam com a liderança e voluntarismo de seus expoentes. Robert Paxton, um dos principais historiadores do tema, em seu livro “A Anatomia do Fascismo” diz: “O fascismo estava mais ligado a mobilizar as paixões que moldassem a sua ação, do que a uma bem articulada filosofia. Na base estava o apaixonado nacionalismo, aliado à conspiratória e maniqueísta visão da história como uma batalha entre o bem e o mal, entre o puro e o impuro, na qual a própria comunidade ou nação é a vítima. O fascismo no poder é um composto, um poderoso amálgama de diferentes, mas misturáveis, ingredientes conservadores, nacional-socialistas e radical-direitistas, unidos pelos inimigos e paixões comuns com a finalidade de regenerar, energizar e purificar a nação, ao custo das instituições livres e do estado de direito”.

Mesmo não contando com uma ideologia definida, o fascismo apresentava características que foram estudadas anteriormente por importantes pensadores. Nietzche havia atacado o moralismo complacente e conformista dos burgueses em nome de uma forte e pura independência de espírito. Ele idealizara um super-homem de espírito livre, libertador, independente das crenças. Gustave Le Bon tinha escrito o famoso livro “A Psicologia das Massas”, que mostrava que o coletivo poderia ter comportamento diferente dos seus componentes, tomados individualmente. A massa, portanto, poderia ser facilmente manipulada. Freud descobrira o poder do subconsciente no processo de pensamento humano, enfraquecendo o pensamento liberal sobre a independência racional das pessoas. A teoria da evolução de Darwin contribuiu para justificar a existência de raças privilegiadas, tese grata aos nazistas. Francis Galton, primo de Darwin, havia desenvolvido a eugenia, que propagava a seleção dos melhores indivíduos como reprodutores. Durkheim verificara ser a sociedade moderna uma massa sem laços sociais que trocou a solidariedade orgânica (laços formados dentro das comunidades, da família e da igreja), pela solidariedade mecânica (laços formados pela comunicação moderna da propaganda e da mídia).

No livro citado acima, Robert Paxton define algumas característica importantes do fascismo. Diz ele: “O fascismo pode ser definido como uma forma de comportamento político marcado pela preocupação obsessiva com o declínio, a humilhação e o vitimismo da comunidade e pela compensatória cultura da unidade, energia, e pureza, na qual um partido popular, formado de comprometidos militantes nacionalistas trabalhando em efetiva colaboração com as elites tradicionais, abandona as liberdades democráticas e persegue com violência redentora e sem ética ou restrição legal, objetivos de limpeza interna e expansão externa”.

Embora tenha deixado tristes e profundas marcas na primeira metade do século vinte, o fascismo não pode ser considerado um fenômeno isolado. Esta forma de autoritarismo encontra-se inoculada no organismo social. Sem uma contínua vigilância, o enfraquecimento da democracia, motivado por crises econômicas e morais, pode criar as condições para que o vírus do fascismo volte a se manifestar e a se fortalecer sob uma nova roupagem. A lição da história deve nos manter alertas para que nunca mais se repita as terríveis experiências fascistas, sobretudo sob a forma repudiável do nazismo.


* Alcides Leite é economista e professor da Trevisan Escola de Negócios

O mundo dos Smartphones

Que os smartphones dominaram o mundo da telefonia celular não é novidade para ninguém. Até por que, atualmente, ter um celular significa muito mais do que fazer e receber chamadas, ou mandar e receber sms. O celular é o meio por onde as pessoas passam a maior parte do tempo conectadas ao mundo através de várias redes sociais e aplicativos. Deste modo, quanto maior a velocidade e a memória do dispositivo, maior a procura por ele. Todos os dias aparecem modelos novos, de várias marcas e sistemas operacionais, que brigam pela preferência do público. E junto com os IOS, Androids e Windows Phones, os acessórios para os aparelhos fazem a cabeça da galera! Desde os cases e películas protetoras aos fones de ouvido, os acessórios representam a possibilidade de personalizar e até otimizar o aparelho. Independente de a intenção ser trocar o modelo por um mais moderno, ou só quer deixar o smartphone melhor e com sua cara, as opções do mercado são infinitas!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Por uma escola mais democrática e participativa

 
 

(*) Gilmar Silvério

 

A escola deve ser o espaço privilegiado para o exercício da cidadania. Isso significa preparar as pessoas para que elas saibam encarar o seu papel na sociedade. Para tanto, é preciso construir um processo participativo e democrático, que começa por transformar o ambiente escolar em um cenário que reproduza o que ocorre no dia a dia.

Daí que se não tivermos o devido cuidado com nossas crianças e adolescentes, não alcançaremos o objetivo maior da educação, que é formar cidadãos capacitados a entender e enfrentar os desafios do mundo. A construção desse olhar passa, necessariamente, pelo fortalecimento dos conselhos de escola, que não podem ser encarados como algo burocrático.

Os tempos são outros. Pais, professores e funcionários devem ter uma participação ativa nesse processo, auxiliando inclusive na sua organização. Em Santo André, na região do ABC paulista, em um universo de 32 mil alunos da rede municipal de educação, mais de 11 mil pessoas votaram na criação desses conselhos em cada um dos estabelecimentos de ensino.

O desafio, permanente, é que os conselhos sejam ouvidos e tenham uma atuação significativa para criar uma escola aberta à participação de toda a comunidade. Mas é preciso ir além e avançar mais para consolidarmos um ambiente escolar efetivamente democrático. Por isso, nossa decisão de engajar os próprios estudantes, por meio de representantes escolhidos por eles, nas reuniões dos conselhos.

A ideia é que os alunos possam pensar em propostas para a cidade de seus sonhos. Ou seja, é o cidadão ultrapassando, de fato, os limites do muro da escola. Para incentivar isso, há, inclusive, o Plano Plurianual Estudantil, ocasião em que a "cidade do futuro" é discutida por quem irá viver nela.

Esse esforço todo resultou na criação dos conselhos mirins. Alunos de até dez anos se organizam para construir um ambiente educacional mais interessante, significativo e autônomo. Com isso, estamos incentivando nossos pequenos cidadãos a participar da construção de uma cidade mais humana, alegre e feliz.

 

(*) O autor é professor da rede estadual de ensino e secretário de Educação de Santo André. 
E-mail: gsilverio@santoandre.sp.gov.br.

 

 

 

 

 

O MEDO DA MORTE NA IDADE MÉDIA: UMA VISÃO COLETIVA DO OCIDENTE

 
 

 O MEDO DA MORTE NA IDADE MÉDIA: UMA VISÃO COLETIVA DO OCIDENTE

Dhiogo Caetano no livro: O MEDO DA MORTE NA IDADE MÉDIA: UMA VISÃO COLETIVA DO OCIDENTE propõe uma discussão sobre o imaginário relacionado ao medo da morte na Idade Média. O autor ressalta que o homem pode conseguir refrear todos os sentidos e paixões do mundo material, no entanto não poderá fugir da experiência de morrer seja ele um homem religioso ou pagão. É o medo dessa experiência um dos focos principais do livro.

O livro traz uma investigação e análise de uma discussão bibliográfica sobre o tema morte em um recorte temporal de vários séculos.

A obra se divide em dois capítulos visando uma maior compreensão do tema proposto. No primeiro capítulo, Caetano trabalha a teoria e historiografia visando descrever como o medo de morrer se comportava dentro da historiografia. Podendo ser visto que a formação do medo coletivo traz várias consequências para o Ocidente e possibilita uma análise mais profunda com relação aos conceitos de cultura, civilização, memória coletiva e religiosidade de forma homogênea.

A morte como fenômeno físico, já foi evidentemente estudada, sendo um objeto de pesquisa de muitos pesquisadores, porém ainda permanece como um mistério. "Quando aventuramos no terreno do psiquismo, a morte nos auxilia na investigação da mentalidade humana, colocando em destaque o medo do homem de que um dia a vida chegará ao fim". (DELUMEAU,1989,pp.90-8)

Dentro da Nova História ampliaram-se os objetos de estudo, se fazendo possível analisar até mesmo termos subjetivos como o medo o qual envolve a História das Idéias, História das Mentalidades e História das Religiões.

Caetano nos deixa claro que trabalhar essa questão (a da memória) é fundamental para a compreensão e análise do medo em um período que nos retrocede cronologicamente. A construção de uma memória coletiva do Ocidente Medieval é essencial para responder os inúmeros questionamentos levantados pelo próprio processo investigativo. Portanto essa é pretensão desse capítulo.

Já o segundo capítulo Caetano trabalhado o medo de morrer e a concepção de religião e mentalidade na Idade Média. Foi analisada a visão coletiva do homem medieval diante do medo de morrer e o domínio abstrato dos símbolos, o qual revelava um mundo que se estende além do aqui e do agora, aflorando a concepção de uma decisiva consciência que vislumbra que o medo da morte não é somente considerado um aspecto que fascina, mas ao mesmo tempo, aterroriza a humanidade, historicamente sucede de fontes de inspiração para doutrinas filosóficas e religiosas bem como uma inesgotável fonte de temores, angústia e ansiedade para os seres humanos.

Juntamente com a configuração da sociedade, não podemos deixar de lado o processo de configuração de uma mentalidade coletivamente religiosa, dotada de objetivos e métodos próprios. Estruturando como disciplina a etnologia conseguindo ganhar reforços poderosos de discussão positivista e evolucionista para a análise do sistema religioso.

O estudo dos comportamentos sociais na Idade Média mostra que as crenças e práticas beneficiaram a constituição de um novo campo do conhecimento, tornando-se uma disciplina autônoma, na medida em que categoria social e sociedade tornavam papel privilegiado do estudo, entre eles à religião que passava a merecer maior atenção, com um estudo mais objetivo e sistemático. O termo religião se estruturou num contexto de lentas e definitivas laicizações, conhecendo vários significados, de diversos autores, que promoveram o método comparativo entre sagrado e profano, sociologia e antropologia, abrindo caminhos importantes para uma proposta, mas adequados à abordagem historiográfica; conjugando o desenvolvimento e a vivência de crenças religiosas, um estudo rico e complexo, passando pela produção no campo da mentalidade, demonstrando ser um campo fértil para a contínua reflexão metodológica e historiográfica.

No entanto, o homem na Idade Média se encontrava submisso aos dogmas e práticas religiosas, que tornavam severos os sistemas em geral; ideia transferida graças à memória. Tais fatores deixavam o homem medieval conformado com a miséria vivida, com a peste que assolava, pois somente com a dor, a renúncia e a purificação da morte que o homem garantia a salvação e o paraíso. Tornando possível abordar a relação do homem com a morte em vários aspectos: o biológico, o jurídico, o econômico, o social etc. Na obra, o homem diante da morte, de Philippe Áries (1990) podemos perceber o processo de domesticação da morte; ou seja, uma forma de viver com tal fenômeno como algo natural; nascido por ocasiões do trauma primitivo diante do fato inelutável da morte até a incorporação desta na vida humana.

Caetano nos apresenta uma investigação sobre o medo de morrer não deixando de destacar o controle sobre o corpo na Idade Média. O homem para ter uma boa morte segundo Caetano deveria controlar e disciplinar os desejos do corpo.

Assim, ao analisar o medo da morte na Idade Média, deparamo-nos com regras e comportamentos que favoreciam para uma boa morte, ou seja, uma preparação para o pós-morte que requeria práticas diárias para eliminar os desejos da carne.

Em suma podemos concluir que Caetano descrever o medo de morrer, afirmando que o tema é difuso e que envolve o mistério, o fascínio do além como algo desconhecido e temido ao longo dos séculos. Na Idade Média tal medo se expandiu com um grande temor que espreitava os indivíduos, o medo foi a ameaça; transbordando do imaginário do homem medieval, e penetrando na vida real e cotidiana, e isso ficou denotado e demonstrado na arte, na escrita, nas práticas e nos ritos de uma coletividade cristã ocidental, que se designava sitiada, desmobilizada diante do medo de morrer.

A morte foi e sempre será o principal medo que assola a humanidade.

 Dhiogo Caetano - Professor, historiador, poeta, cronista e colunista.

Uruana -Go 

dhiogocaetano@hotmail.com

COMENTÁRIO DE LIVRO

 
 

O SUCESSO
 
NÃO OCORRE POR ACASO...
 

nair lúcia de britto


Alguns leitores manifestaram agrado pela matéria que escrevi sobre uma reportagem que eu fiz, no ano de 1991, com a atriz Eva Wilma. Por conta disso, uma leitora fez-me uma surpresa muito agradável. Deu-me de presente o livro O Sucesso não Ocorre por Acaso, de Lair Ribeiro, da Editora Rosa dos Tempos.

Entre sorrisos decorrentes desse gesto tão gentil eu abri o livro, já com a intenção de ler e escrever um comentário. A edição é do ano de 1992, mas as mensagens contidas no livro continuam e continuarão positivas. Porque o tempo nunca apaga o que realmente vale!

-- Olha --, digo e agradeço à essa minha querida leitora -– li o livro num só dia e não só reconheci algumas verdades, como também me diverti muito!
 
Isto porque, embora a obra contenha muita propriedade e seriedade, o autor desenvolve seu trabalho com muito bom-humor... o que torna a leitura fácil e agradável.

Eu acho que esse livro deveria ser como um "livro-de-bolso", para aquelas pessoas que desanimam facilmente diante dos obstáculos que surgem diante daquilo que se propõe a fazer. Bem, devo confessar, que isso às vezes também acontece comigo. E, se acontecer de novo, vou dar uma olhada nesse livro! "É simples, mas não é fácil...", ele vai logo avisando.

Uma das citações que eu gostei muito foi esta:

O passarinho não canta porque está feliz. Ele está feliz porque canta!

Lair Ribeiro explica que o cérebro de uma pessoa capta a mensagem que ela lhe envia. Com uma mensagem pessimista, a pessoa vai ficar ainda pior. Mas, se a pessoa demonstar uma atitude feliz, mesmo que não esteja, ela acabará por se sentir feliz. Daí vem o ânimo para realizar o projeto desejado, o que já é um passo positivo para ser bem-sucedido.

Deixe as experiências e mensagens positivas irem substituindo as negativas, em sua auto-estima, recomenda o médico.
 
São muitos os detalhes para conquistar o sucesso. Mas mesmo os menores detalhes fazem a grande diferença.

"Qualquer dia desses", "Algum dia" -- ele avisa: Esse dia não existe no calendário. Quem tem uma boa proposta de trabalho não deixe para "algum dia", comece hoje, agora, já... já... já!

Bem, penso eu, ler esse livro já é um bom começo!


EdUFSCar lança livro sobre arquitetura e urbanismo moderno brasileiro

 
Autora aborda a preservação e a gestão do patrimônio arquitetônico do Brasil, a partir de análises de projetos realizados em Salvador

A Editora da Universidade Federal de São Carlos (EdUFSCar) lança livro da arquiteta e urbanista Ana Lúcia Cerávolo, "Interpretações do patrimônio: arquitetura e urbanismo moderno na constituição de uma cultura de intervenção no Brasil, 1930-1960". O livro fala sobre a questão das políticas públicas de preservação e gestão do patrimônio cultural, dialogando com narrativas existentes sobre o patrimônio no Brasil, inserindo-se no questionamento da construção e reconstrução da cultura arquitetônica no País após o movimento moderno.
No livro, foram analisados dois projetos realizados em Salvador, na Bahia: a restauração e conversão do Convento de Santa Teresa no Museu de Arte Sacra da Bahia e a restauração e adequação do Solar do Unhão para abrigar o Museu de Arte Moderna da Bahia; para isso a autora ainda faz uma ampla revisão historiográfica sobre a política de preservação no país e a prática de intervenções realizadas por vários agentes desde a criação do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), há 70 anos.
Ana Lúcia é arquiteta, possuindo doutorado na área de Teoria e História da Arquitetura e do Urbanismo Moderno pela USP, com ênfase em intervenções e restauração sobre o patrimônio cultural. Também coordenou ações patrimoniais em São Carlos por mais de dez anos, atuando desde 1994 como pesquisadora do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP), com projetos sobre arquitetura e urbanismo moderno. O livro foi lançado neste sábado, 9 de novembro, e já se encontra disponível para venda na Livraria da EdUFSCar, localizada na área Norte do Campus São Carlos da UFSCar, próximo à Biblioteca Comunitária (BCo), ou pelo site www.editora.ufscar.br. Mais informações pelo telefone (16) 3351-9622.

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...