terça-feira, 19 de junho de 2012

Cinco cidades-sede correm o risco de não ter turistas suficientes para a rede hoteleira após a Copa


Camila Maciel

Repórter da Agência Brasil
São Paulo – Cinco das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 correm o risco de ter, após a competição, mais quartos de hotéis do que turistas dispostos a ocupá-los. É o que aponta o levantamento do Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB), divulgado hoje (18), em São Paulo. O Placar da Hotelaria, feito pela empresa de consultoria Hotel Invest, projeta para Cuiabá, Belo Horizonte, Brasília, Manaus e Salvador baixas taxas de ocupação a partir de 2015. Rio de Janeiro e São Paulo, por outro lado, apresentam boas perspectivas de demanda para os novos empreendimentos.
No total, o levantamento mostra um crescimento de 5,4% da oferta de leitos, em comparação com o levantamento anterior, de outubro de 2011. Até 2015, estão previstos 21.143 novos apartamentos na rede de hotelaria.
“É importante garantir acomodação para os visitantes que participarão da Copa do Mundo, mas não à custa de investidores incautos. O prognóstico ainda se mostra convidativo. Espera-se crescimento considerável da demanda em diversos mercados, motivado também pela elevação e melhor distribuição da renda nacional”, assinala o documento.
De acordo com o estudo, Belo Horizonte é uma das cidades com maior risco de superoferta, tendo em vista que a quantidade de quartos em 2015 quase dobrará em relação ao número atual, passando de 6,2 mil para 12 mil. Com isso, a taxa de ocupação que, no ano passado, estava em 70% nos hotéis econômicos, poderá cair para 49%. Nos quartos de padrão médio também pode haver redução, de 67% para 43%.
Outra situação apontada como crítica pelo documento é a de Cuiabá, que teria a taxa de ocupação reduzida de 65% para 49% em 2015. Segundo estimativa do FOHB, o número de quartos disponíveis na capital matogrossense aumentará de 1,7 mil para 2,7 mil.
Em Manaus, a taxa de ocupação pode cair de 68% para 59% nos hotéis econômicos e de 63% para 56% nos de nível padrão (médio). O estudo prevê, ainda, que Brasília terá 2,2 mil novos apartamentos até 2015, fazendo com a taxa de ocupação caia de 64% para 57%. Em Salvador, a redução será menor nos hotéis econômicos, de 66% para 64%. Nos hotéis de nível padrão, no entanto, a taxa de ocupação deve cair de 66% para 59%.
Rio de Janeiro e São Paulo, que já apresentam elevadas taxas de ocupação, permanecem como boas opções de investimento para a indústria hoteleira, aponta o estudo. Nos hotéis econômicos da capital fluminense, por exemplo, que atualmente têm taxa de ocupação de 84%, a expectativa é de elevação para 88%. Também é esperado crescimento nas taxas dos hotéis de luxo (alto padrão), de 70% para 75%. Nas acomodações de padrão médio, por outro lado, a previsão é queda de 77% para 68%.
São Paulo, que tem um oferta hoteleira atual de 37,7 mil quartos, passará para 38,7 mil em 2015. A demanda deve sustentar esse crescimento em todas as categorias, segundo estimativa publicada no Placar da Hotelaria. No geral, estima-se uma taxa de ocupação de 79% em 2015, elevação de 11 pontos percentuais em comparação com o índice atual (68%).
Porto Alegre, mesmo com o aumento da oferta decorrente dos investimentos para a Copa do Mundo, não deve sentir mudanças na taxa de ocupação que, segundo o estudo, deve se manter em 70% até 2015.
Edição: Vinicius Doria

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Unifesp promove I Simpósio Brasileiro sobre Genômica e Esporte



O evento, pioneiro do gênero no mundo, reunirá pesquisadores nacionais e internacionais e discutirá os avanços na área
São Paulo, 18 de junho de 2012 - A Universidade Federal de São Paulo, Unifesp, promove entre os dias 25 e 27 de junho o I Simpósio Brasileiro de Genômica e Esporte.
O evento é o primeiro deste gênero a ser realizado no mundo e tem como objetivo discutir os avanços do esporte nacional, através dos estudos do genoma humano e da interferência de novas técnicas aplicadas para a melhora do desempenho biológico, fisiológico e clínico dos atletas. Entre os temas centrais abordados estão: testes genéticos e genômicos, modelos animais em esporte, doping genético, ética no esporte e genética de doenças ligadas ao esporte.
Segundo João Bosco Pesquero, biologista molecular da Unifesp, desde a conclusão do projeto Genoma Humano, em 2001, os estudos do DNA e das proteínas se desenvolveram amplamente e tem contribuído para uma melhor compreensão dos processos vitais, dentre os quais está a aptidão esportiva. “Por isso, o simpósio reunirá palestrantes nacionais e internacionais que trabalham diretamente com o tema e apresentarão seus estudos no ramo e as aplicações no dia a dia dos atletas”, afirma Pesquero.
O evento é destinado para profissionais e estudantes da área da saúde, e os interessados terão até o dia 26 de junho de 2012 para efetuar as inscrições no site http://dpdphp.epm.br/acad/siex/php/main.php?page=INS&in=&opcao=ABR&acao=2&code=7330.
A programação do evento, valores para inscrição, instruções para envio de trabalhos e demais informações podem ser obtidas no site http://www.sbge2012.com.br/index.html.
I Simpósio Brasileiro sobre Genômica e Esporte
Data: 25 a 27 de junho de 2012.
Local: Teatro Marcos Lindenberg, da Universidade Federal de São Paulo, Rua Botucatu, nº 862. Vila Clementino, São Paulo/SP
Vagas disponíveis: 350

BRASIL + 50, EU + 50


BRASIL + 50, EU + 50. POR MARLI GONÇALVES

Eco-92, Rio +20, patati patatá, e São Paulo + 1 se continuar o loteamento político que está sendo arranjado. Andei fazendo uma média pessoal otimista e concluí que a Terra deve aguentar pelo menos mais uns 50 anos, tempo razoável no qual me imagino ainda por aqui. Depois, o futuro a Deus pertence. Mas se for para continuar só discutindo coisas chatas, sem agir, a gente vai até pedir "para sair"


É horrível dizer isso, mas tenho de aproveitar as vantagens de minha própria vida. Como não tenho filhos e, portanto, não tenho de pensar em netos, bisnetos equetais e quetinhos, meu cálculo foi egoísta. Penso em 50 anos à frente, já me vendo centenária, e ainda habitando a Terra. Comecei seriamente a pensar no assunto essa semana, com a verdadeira overdose de boas intenções que não saem do papel que estão sendo emitidas com carbono e tudo pela Rio + 20. Claro que queria estar lá por perto, por uma série de motivos, entre eles um pouco de praia, Sol, gente diferente, movimentação e uma especial segurança providenciada para os chefes de Estado que tiraram o traseiro da cadeira para dar uma chegada no pedaço.

Chega a ser extraordinária a falação propiciada por um evento desses. Mas nem eu mesma sei definir porque estou pondo muito menos fé agora, 20 anos depois, e tão menos do que acreditava piamente à época da Eco-92, que acompanhei atenta, feliz, torcendo pelas matas, oceanos, índios, árvores, fauna e flora. Era bandeirinha em punho, broche na lapela.

A gente amadurece e vai ficando descrente, creio. Mas, no caso, minha descrença é ajudada pela realidade simples e sórdida. Amazônia mais desmatada, escassez de águas limpas, povos com fome e chagas, os mesmos países desenvolvidos, os outros tantos ainda em desenvolvimento, os pobres mais pobres e a violência cada vez mais sem fronteiras. Parece o uso de gerúndio disseminado: vamos estar fazendo, vamos estar implementando (urghhh!) algumas medidas. Enquanto isso nós cairemos mortinhos da silva, sem ar, sem água, surdos de barulho e nesse meio tempo ainda sem saber direito sobre qual é a das ondas eletromagnéticas e sobre o efeito de qualquer coisa nas margaridas do campo.

Não nos diziam e garantiam ao nos ensinar a História que a Humanidade jamais permitiria novamente chacinas e matanças como as presenciadas durante a 2ª Guerra Mundial, porque estaria atenta - e atitudes incivilizadas seriam rechaçadas por todos os povos? O que está acontecendo na Síria, que nos espirra sangue todo dia, é o quê? Na Chechênia, foi o quê? Agora até quem nega a própria história, como o baixinho do Irã de nome complicado, está entre nós!

De que adiantam tratados e tratados assinados com pompa? Espero não ser apedrejada, mas o que vejo acontecer é apenas que um montão de coisas que seriam bem simples de fazer, no dia-a-dia, ou com a boa vontade de alguns governantes, ganhou nomes pomposos, repetidos à exaustão com caras de "conteúdo" e esvaziados na outra ponta do telefone sem fio. Viram palavrasenooooooooormes para a gente carregar: sustentabilidade, uma delas. Desenvolvimentista. Vulnerabilidade. Diversidade. Pluralismo. Isso quanto uma não se junta com a outra, tipo pluralismo desenvolvimentista planetário. Palavras boas para brincar de "forca". No meu tempo a maior era inconstitucionalissimamente. Paralelepípedo.

O mundo fica é andando aos pulinhos de 20 em 20. Não salvamos as matas nem descobrimos como eliminar rugas e gorduras indesejadas. Não descobrimos a cura do câncer nem da Aids e ainda estamos mapeando genomas. No nosso adiantado país ainda há - inacreditável!- arrastadas discussões sobre liberar o uso de células-tronco, e as mulheres ainda não podem dispor de seu próprio corpo. Até a Era do Aquário se atrasa quando tem de passar pelo crivo dos parlamentares que temos, em quem votamos porque são os que aparecem para concorrer.

O que me lembrou agora de uma das melhores piadas do ano: esta semana, acredite, a claque da tal CPI do Cachoeira, cachoeira mais seca que as 7 quedas, coitada, já natimorta, vai parar para uma pausa. Não! Não seja tão pessimista! Não é porque estamos em junho e os coronéis das bancadas de uma determinada região queiram ir tomar quentão, dançar quadrilha, olhar a cobra. Não!!! Este ano, segundo a cara de Pau-Brasil em extinção dos desditos, a pausa será por causa da Conferência pelo Meio Ambiente. Vai mesmo ser demais acompanhar aquelas peças raras trabalhando duro no Rio de Janeiro, lutando pelas árvores, passarinhos, peixinhos, contra o aquecimento global. Estando lá, melhor do que em Paris, às nossas custas, poderão usar bandanas de guardanapos de linho para se proteger dos maléficos raios UVA e UVB, passando óleo de peroba naqueles seus troncos viris.

Mas bem que também poderíamos ser poupados de mais cenas dantescas e vazias que materializam por lá. Juro que vi o nosso chanceler Patriota depositando 10 reais numa urninha para compensar as emissões do uso do avião que fez para ir de Brasília ao Rio. E ele ria. Isso é que é simbólico.

Juro também que queria achar é quem soubesse e calculasse quanto eles deveriam nos pagar por causa das emissões de tantas bobagens que fazem.

Estas, sim, tornam o ar cada dia mais irrespirável.

São Paulo, e alhos e bugalhos inflando um balão de ensaio "mistura tudo, tapa o nariz e bebe" atrás do poder municipal. Telegráfico. PT em SP. A última batalha do pachá, 2012


Marli Gonçalves é jornalistaVocê acaso sabia que há um limite para a marcha-a-ré? E que pode ser multado se ultrapassá-lo? Verdade. Um guarda outro dia informou que é de "três carros" a medida legal para uma marcha-a-ré. Cuidado ao engatar. Só eles podem nos atrasar + 50 anos.



E-mails:
marli@brickmann.com.br
marligo@uol.com.br

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Vasco segue na frente

9º Seminário de Sociologia no Ensino Médio na UFG

Nos dias 19, 20, 21 de Setembro deste ano será realizado o 9º Seminário de Sociologia no Ensino Médio. Para efetuar sua inscrição, acesse o site do seminário: http://eventos.ufg.br/9SSEM  As inscrições para envio de trabalhos (comunicação oral, pôster e oficinas) já estão abertas e se encerram no dia no dia 01/08.

O Grupo de Estudos de Sociologia no Ensino Médio da Faculdade de Ciências Sociais da UFG (Universidade Federal de Goiás), realiza nos dias 19, 20 e 21, deste ano de 2012, a 9º edição do Seminário de Sociologia no Ensino Médio, trazendo o tema: Lutas docentes e qualidade na educação: sociologia para a transformação, com o objetivo de resgatar no meio acadêmico as discussões a respeito dos dilemas da atuação docente, e também das dificuldades, contribuições e possibilidades da disciplina de sociologia neste contexto.



Além de Conferências, Mesas Redondas e Sessões Temáticas, neste ano o espaço também será aberto para a realização de Oficinas Pedagógicas, Sessões de Pôsteres e atividades interculturais.






quarta-feira, 6 de junho de 2012

Amor em paz


Já tive amores que sequer o houveram, ou que se desfizeram em amargo pranto. Conheço essa tristeza, portanto.
Também sei que ela nunca vem sozinha: sempre traz uma dorzinha, que nos maltrata com zelo, minha nossa! Que acaba numa abissal fossa, mas, começa pelo cotovelo.
No entanto, muito pior do que a dor de um amor desfeito é o vazio da falta de amor! Assim, tenham certeza, é melhor remar contra a correnteza do que viver na apatia de um mar em calmaria.
Eu vivi muito tempo entre essa dor e vazio, sem saber que o amor não é uma imposição, nem algo que a gente às vezes sente, depois esquece.
O amor não vem por encomenda, dinheiro, mandinga ou prece. O amor, simplesmente, acontece!
E quando acontece tem que ser alimentado com toda emoção, com cada vital pulsar do coração!
A gente deve agarrá-lo, desfrutá-lo e transformá-lo até aprender que o amor nunca termina, e mesmo quando assim parece, quando menos se espera, de novo germina.
Por isso, entristeço demais ao saber de amantes que não se amam mais; de filhos que sofrem com desamor de seus pais; do que, antes, era perfeito e hoje explode em falhas; da paz que se esvai em dolorosas, por vezes dolosas, batalhas.
Querem a paz? Então, preparem e pratiquem o amor! Pois sua falta é sinistra, é pano de fundo de todos os males que afligem o mundo!
E para não cair na armadilha do costume, sempre é bom um pouco de ciúme. Mas sem exagero, para não entornar o caldo nem estragar o tempero.
Guerra? Só a de corpos ardentes, sem o mínimo pudor, trocando carícias, fazendo amor!
Amor que alucina, envolve; que tudo tira, mas, muito mais, devolve. Porque o amor é uma estrada de duas mãos que, em verdade, são quatro: ora contidas, ora atrevidas. Porque em todo ensejo ele sente desejo, e sabe que mesmo em meio ao maior cansaço sempre há espaço para um beijo e um abraço. Porque o amor também precisa de gentileza, de assentos puxados ou cedidos; de mãos que se toquem, sobre mesa; de trocas, juras e pedidos; de chegar sempre quinze minutos antes, para o encontro a dois, mesmo sabendo que a amada só ficará pronta meia hora depois.
O amor de verdade é assim: nunca se dispersa!
Vive de paixão e, também, de conversa, pois para sua grandeza exige franqueza; despreza intrigas; só tem curtas, curtíssimas, brigas; não faz drama ou cenas. Se basta, apenas. Assim, sacia suas fomes e sedes entre quatro paredes.
Então, nunca, jamais, enganem o amor! Porque a mentira é mortal para o amor, e quando ele morre a gente morre um pouco com ele.
O amor não deve temer, da inveja, os mísseis; tampouco deve temer tempos difíceis, que vêm e vão. Então, o importante é amar! O resto é vão!
Vão amar, portanto! E amar cada vez mais, “porque o amor é a coisa mais triste, quando se desfaz”, já diziam Tom Jobim e Vinícius de Moraes.



Adilson Luiz Gonçalves
Membro da Academia Santista de Letras
Mestre em Educação
Escritor, Engenheiro, Professor Universitário e Compositor
Ouça textos do autor em: www.carosouvintes.org.br (Rádio Ativa / Comportamento)
Caso queira receber gratuitamente os livros digitais: Sobre Almas e Pilhas, Dest’Arte e Claras Visões, basta solicitar pelos e-mails: algbr@ig.com.br e prof_adilson_luiz@yahoo.com.br
Conheça as músicas do autor em: br.youtube.com/adilson59
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Como os mosquitos enfrentam os rigores da chuva




Pesquisa explica como os mosquitos fazem para resistir ao impacto, durante o voo, de gotas 50 vezes mais pesadas. Estudo poderá ajudar no desenvolvimento de microrrobôs voadores (PNAS)
Agência FAPESP – Mosquitos gostam de regiões úmidas, mas como eles sobrevivem aos rigores das chuvas constantes é um mistério. “Nos estudos sobre voos de insetos, adaptações a condições complexas de voo, como vento e chuva, são muito pouco compreendidas”, destacam os autores de uma nova pesquisa.

O trabalho demonstra os mecanismos que permitem a esses insetos resistir às colisões com as gotas. Uma gota de chuva tem pequenas dimensões, mas não para os mosquitos. Cinquenta vezes mais pesada, a força exercida pelo peso de uma gota sobre o inseto é equivalente à de um automóvel sobre um homem, segundo artigo publicado esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

David Hu e colegas das Escolas de Engenharia Mecânica e de Biologia do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, utilizaram câmeras de vídeo de alta velocidade para gravar imagens de mosquitos (“pernilongos”) Anopheles (gênero que comprende espécies como o Anopheles gambiae), vetor do protozoário da malária.

Os mosquitos foram colocados em caixas acrílicas e submetidos a jatos de água que simulavam chuva. De acordo com o estudo, o corpo leve do mosquito (pequena massa) ajuda na hora das colisões, ao fazer com que as gotas transfiram pouca força ao entrar em contato com o inseto. A maior parte das gotas não estoura, mas resvala no mosquito e continua a cair.

Outro motivo que explica como os mosquitos resistem ao impacto é seu forte exoesqueleto. “Embora a força do impacto seja equivalente à de várias vezes o peso corporal do mosquito, ela é facilmente suportável, uma vez que o exoesqueleto do inseto é capaz de suportar cargas muito grandes”, disseram os autores.

Mas, segundo o estudo, isso não funciona caso o mosquito voe muito próximo da superfície, uma vez que a gota pode fazer com que ele se choque contra o solo ou corpo d’água, morrendo por causa do impacto ou afogado.

Os pesquisadores pretendem continuar o estudo investigando como os mosquitos fazem com relação à maneira de voar para desviar das gotas de água e reduzir as chances de impacto.

Segundo eles, os resultados da pesquisa poderão auxiliar no desenvolvimento de robôs voadores baseados nesses insetos, para uso em operações de observação ou resgate, entre outras.

O artigo Mosquitoes survive raindrop collisions by virtue of their low mass (doi: 10.1073/pnas.1205446109), de David L. Hu e outros, pode ser lido por assinantes da PNAS em www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1205446109.

PND: inscrições são prorrogadas até 10/7

PND: inscrições são prorrogadas até 10/7 Participantes devem se inscrever no Sistema PND. Prazo também foi prorrogado para solicitações de a...