Algumas pessoas vivem constantemente insatisfeitas, com um imenso
sentimento de vazio, e vez por outra, fazem uso de anestésicos para conseguirem
“levar a vida”, como se não fosse possível viver! È comum estas pessoas estarem
sempre sonhando e esperando que algum dia isto irá mudar, que a insatisfação
que sentem irá desaparecer (sem que façam nenhum movimento, nenhum esforço),
como que se iludindo que a qualquer momento vai cair do céu uma solução mágica
que vai varrer da vida delas tudo que as incomoda e que as faz sofrer. É como
se com esta ilusão, com este sonho eterno, conseguissem regular a saúde mental
e a alegria de viver delas. Buscam avidamente preencher a sensação de vazio que
insiste em lhes acompanhar, de mil maneiras: entrando em lojas e comprando
algo, comendo demais, ingerindo bebidas alcoólicas de maneira descontrolada
(para “ficar alegre”, pelo menos momentaneamente, ou ainda de maneira não
verdadeira). E vivem tentando se enganar, tentando fazer de conta que “um gole
de cerveja”, ou aquele objeto que compraram (na maioria das vezes supérfluo,
sem nenhuma utilidade para elas) podem realmente mudar o seu estar, podem lhes
proporcionar uma felicidade verdadeira, podem reverter a insatisfação que
sentem com uma maneira de viver e de ser que lhes causa desconforto, tristeza!
Quando a realidade fica mais forte, quando os anestésicos já não funcionam
mais, é comum estas pessoas começarem a adoecer de verdade, a se consumirem e
se maltratarem com variados tipos de dores. Passam a sentir angústia, a sofrer
de terríveis e incômodas insônias, a não sentir fome, a não conseguir nem mesmo
sentir alegria por fatos que até então lhes proporcionavam alguma satisfação.
Perdem muitas vezes até mesmo a vontade de viver. Idealizam a morte, como a
solução. Não a morte como o fim da vida, mas como um fim para os acontecimentos
que as atordoam. A morte dos seus problemas, da sua incômoda e constante
insatisfação! Sentem de maneira dolorosa, a necessidade de mudar, mas diante da
própria fragilidade, tantas vezes se sentem incapazes para isto. As “doenças”
se agravam, ou melhor, dizendo, os sintomas se tornam mais fortes. Ou aceitam
estes sintomas como alertas, e procuram soluções realmente alternativas e
resolutivas, ou os incorporam como sinais de doenças e se enchem de remédios
paliativos. Ou fazem um balanço sincero da vida e abraçam a possibilidade e a
capacidade que todos temos de sermos felizes, ou se conformam em morrer
lentamente em vida, todos os dias um pouquinho. Mesmo sabendo que um dia
morreremos por inteiro! Será que temos o direito de desperdiçar a nossa vida,
de nos maltratar tanto, de não nos permitir a felicidade?
quinta-feira, 8 de março de 2012
Viva!
Algumas pessoas vivem constantemente insatisfeitas, com um imenso
sentimento de vazio, e vez por outra, fazem uso de anestésicos para conseguirem
“levar a vida”, como se não fosse possível viver! È comum estas pessoas estarem
sempre sonhando e esperando que algum dia isto irá mudar, que a insatisfação
que sentem irá desaparecer (sem que façam nenhum movimento, nenhum esforço),
como que se iludindo que a qualquer momento vai cair do céu uma solução mágica
que vai varrer da vida delas tudo que as incomoda e que as faz sofrer. É como
se com esta ilusão, com este sonho eterno, conseguissem regular a saúde mental
e a alegria de viver delas. Buscam avidamente preencher a sensação de vazio que
insiste em lhes acompanhar, de mil maneiras: entrando em lojas e comprando
algo, comendo demais, ingerindo bebidas alcoólicas de maneira descontrolada
(para “ficar alegre”, pelo menos momentaneamente, ou ainda de maneira não
verdadeira). E vivem tentando se enganar, tentando fazer de conta que “um gole
de cerveja”, ou aquele objeto que compraram (na maioria das vezes supérfluo,
sem nenhuma utilidade para elas) podem realmente mudar o seu estar, podem lhes
proporcionar uma felicidade verdadeira, podem reverter a insatisfação que
sentem com uma maneira de viver e de ser que lhes causa desconforto, tristeza!
Quando a realidade fica mais forte, quando os anestésicos já não funcionam
mais, é comum estas pessoas começarem a adoecer de verdade, a se consumirem e
se maltratarem com variados tipos de dores. Passam a sentir angústia, a sofrer
de terríveis e incômodas insônias, a não sentir fome, a não conseguir nem mesmo
sentir alegria por fatos que até então lhes proporcionavam alguma satisfação.
Perdem muitas vezes até mesmo a vontade de viver. Idealizam a morte, como a
solução. Não a morte como o fim da vida, mas como um fim para os acontecimentos
que as atordoam. A morte dos seus problemas, da sua incômoda e constante
insatisfação! Sentem de maneira dolorosa, a necessidade de mudar, mas diante da
própria fragilidade, tantas vezes se sentem incapazes para isto. As “doenças”
se agravam, ou melhor, dizendo, os sintomas se tornam mais fortes. Ou aceitam
estes sintomas como alertas, e procuram soluções realmente alternativas e
resolutivas, ou os incorporam como sinais de doenças e se enchem de remédios
paliativos. Ou fazem um balanço sincero da vida e abraçam a possibilidade e a
capacidade que todos temos de sermos felizes, ou se conformam em morrer
lentamente em vida, todos os dias um pouquinho. Mesmo sabendo que um dia
morreremos por inteiro! Será que temos o direito de desperdiçar a nossa vida,
de nos maltratar tanto, de não nos permitir a felicidade?
Professores programam paralisação de três dias para cobrar cumprimento do piso
Amanda Cieglinski Repórter da Agência Brasil
Brasília – Na próxima semana, professores de todo o país planejam uma paralisação de três dias para cobrar de governos estaduais e prefeituras o pagamento do piso nacional do magistério. A lei que instituiu uma remuneração mínima para profissionais da rede pública foi aprovada em 2008, mas ainda hoje causa polêmica. Estados e municípios alegam não ter recursos para pagar o piso, especialmente agora que o Ministério da Educação (MEC) anunciou o valor para 2012 – R$ 1.451 - , com um reajuste de 22%.
A categoria irá cruzar os braços entre os dias 13 e 16 de março (de quarta a sexta-feira). Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, o fato de alguns estados ainda não cumprirem a lei reforça a necessidade de um “movimento forte” por parte da categoria para reivindicar melhorias na remuneração.
“Eles [gestores públicos] entendem que a lei precisa ser cumprida a partir do enfrentamento, da mobilização. Chega de brincar que estão valorizando o professor”, reclama Leão. Nos estados e municípios em que a Lei do Piso já é cumprida, o presidente da CNTE avalia que a mobilização deverá ser menos intensa, com foco nas reivindicações locais, inclusive a construção de planos de carreira. “Nosso intuito não é a paralisação pela paralisação, mas onde houver necessidade”, explicou. As atividades são organizadas pelos sindicatos locais e incluirão manifestações nas sedes dos governos, passeatas e outros atos públicos.
Edição: Graça Adjuto
Brasília – Na próxima semana, professores de todo o país planejam uma paralisação de três dias para cobrar de governos estaduais e prefeituras o pagamento do piso nacional do magistério. A lei que instituiu uma remuneração mínima para profissionais da rede pública foi aprovada em 2008, mas ainda hoje causa polêmica. Estados e municípios alegam não ter recursos para pagar o piso, especialmente agora que o Ministério da Educação (MEC) anunciou o valor para 2012 – R$ 1.451 - , com um reajuste de 22%.
A categoria irá cruzar os braços entre os dias 13 e 16 de março (de quarta a sexta-feira). Para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, o fato de alguns estados ainda não cumprirem a lei reforça a necessidade de um “movimento forte” por parte da categoria para reivindicar melhorias na remuneração.
“Eles [gestores públicos] entendem que a lei precisa ser cumprida a partir do enfrentamento, da mobilização. Chega de brincar que estão valorizando o professor”, reclama Leão. Nos estados e municípios em que a Lei do Piso já é cumprida, o presidente da CNTE avalia que a mobilização deverá ser menos intensa, com foco nas reivindicações locais, inclusive a construção de planos de carreira. “Nosso intuito não é a paralisação pela paralisação, mas onde houver necessidade”, explicou. As atividades são organizadas pelos sindicatos locais e incluirão manifestações nas sedes dos governos, passeatas e outros atos públicos.
Edição: Graça Adjuto
quarta-feira, 7 de março de 2012
Libertadores - SANTOS 3 x 1 INTERNACIONAL
SANTOS 3 x 1 INTERNACIONAL
Gols
SANTOS: Neymar, aos 18min do primeiro tempo, Neymar, aos 9min, e Neymar, aos 19min do segundo tempo
INTERNACIONAL: Leandro Damião, aos 18min do segundo tempo
SANTOS: Neymar, aos 18min do primeiro tempo, Neymar, aos 9min, e Neymar, aos 19min do segundo tempo
INTERNACIONAL: Leandro Damião, aos 18min do segundo tempo
SANTOS: Rafael; Fucile (Bruno Rodrigo), Edu Dracena, Durval e Juan; Henrique; Ibson (Elano) e Arouca; PH Ganso; Borges (Alan Kardec)e Neymar
Treinador: Muricy Ramalho
Treinador: Muricy Ramalho
INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Kléber; Bolatti (Tinga); Elton (Dátolo) e Guiñazu; Oscar e D'Alessandro (Dagoberto); Leandro Damião
Treinador: Dorival Júnior
Treinador: Dorival Júnior
Cartões amarelos
SANTOS: Juan, Neymar, Elano
INTERNACIONAL: Índio, Kléber, Bolatti, Elton, D'Alessandro, Tinga, Dagoberto
SANTOS: Juan, Neymar, Elano
INTERNACIONAL: Índio, Kléber, Bolatti, Elton, D'Alessandro, Tinga, Dagoberto
Árbitro
Evandro Rogério Roman (PR)
Evandro Rogério Roman (PR)
Público total e renda
12.587 torcedores / R$ 389.460,00
12.587 torcedores / R$ 389.460,00
Local
Vila Belmiro, em Santos (SP)
Vila Belmiro, em Santos (SP)
Justiça manda governo gaúcho pagar piso a professores
Repórter da Agência Brasil
Brasília – A Justiça Estadual do Rio Grande do Sul determinou que o governo cumpra a lei do piso nacional do magistério e pague aos professores da rede o valor determinado para 2012 de R$ 1.451. O juiz José Antônio Coitinho decidiu ainda que o governo gaúcho deverá pagar os valores retroativos aos profissionais da rede, com correção da inflação.
Atualmente, o piso pago aos professores da rede de ensino do Rio Grande do Sul, por uma jornada semanal de 40 horas, é R$ 977. O cumprimento da ação não será imediato porque ainda cabe recurso. No caso de profissionais com carga horária inferior a 40 horas, o pagamento deverá ser feito de forma proporcional, de acordo com a decisão da Justiça.
O juiz determinou que a previsão do pagamento do piso deverá ser incluída no orçamento do estado a partir de 2013 e em todos os anos seguintes. José Antonio Coitinho descartou ainda a possibilidade de que o valor do piso seja entendido como remuneração total. Alguns governos estaduais e prefeituras alegam que já pagam o valor determinado pela lei, ao incluir, na conta, gratificações, abonos e outros adicionais que compõem o contra-cheque dos professores.
“Entender que o piso é a totalidade da remuneração implica ignorar as vantagens pessoais conquistadas pelos servidores, achatando a remuneração da categoria e colocando em um mesmo padrão remuneratório pessoal com diferentes tempos de serviço e diferentes vantagens pessoais”, alega o juiz na decisão.
A Lei do Piso foi criada em 2008 e determinou um valor mínimo que deve ser pago a todos os professores de escola pública com formação de nível médio e jornada de 40 horas semanais. A legislação foi questionada por governadores no Supremo Tribunal Federal ainda em 2008, mas a Corte confirmou sua validade no ano passado. Estados e municípios alegam dificuldade financeira para pagar os valores determinados.
Edição: Lana Cristina
Pressão dos movimentos garante veto a projeto que privatiza Embrapa
Presidente da Estatal assegurou que o PL 222/08 não avançará no Congresso Nacional
Escrito por: SINPAF
Em audiência realizada na tarde desta terça (6) com integrantes da Via
Campesina e do SINPAF, em Brasília (DF), o presidente da Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Pedro Arraes, assegurou
aos trabalhadores que o governo não permitirá que o Projeto de Lei
222/08 – que propõe transformar a Embrapa em empresa de economia mista
com ações negociadas na bolsa – avance para além do Congresso. A pauta é
uma das principais reivindicações da Jornada das Mulheres da Via
Campesina em Goiás, que desde ontem ocupam a unidade Arroz e Feijão da
empresa, no município de Santo Antonio de Goiás. Segundo o presidente da
empresa, a proposta não tem respaldo do governo federal. “Conversei
hoje com deputados e com a ministra Ideli (Salvatti), e nossa posição é
de defesa da Embrapa pública. A empresa é patrimônio do povo brasileiro,
e garanto que não deixará de ser”, afirmou Arraes.Para Rosana
Fernandes, da coordenação da Via Campesina, o compromisso do governo é
uma conquista fundamental decorrente da pressão dos movimentos sociais e
sindical, mas é preciso discutir com profundidade o modelo de pesquisa e
desenvolvimento para o campo levado a cabo atualmente pela empresa.
“Questionamos a condução dos projetos da Embrapa e começamos a enxergar
uma espaço de disputa permanente de agora em diante. Não sairemos daqui
totalmente satisfeitas porque, mesmo sem ser privatizada oficialmente,
às vezes temos dúvidas se ela é realmente 100% pública. Sabemos que
pesquisas desenvolvidas utilizam larga escala de agrotóxicos, por
exemplo”.
Controle social
A participação dos movimentos sociais no Conselho de Administração
(Consad) da empresa também foi cobrada pelos trabalhadores rurais. O
representante da empresa, por sua vez, ponderou que já estão garantidas
cadeiras a um representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, a
um empregado da empresa e a dois representantes da sociedade civil.
“Sabemos que esses assentos garantidos para fora dificilmente nos
englobararão, pois são historicamente ocupados por representantes do
agronegócio. É preciso construir um espaço de discussão que apresente
questões que precisamos aprofundar, como um programa de pesquisas para a
agricultura familiar camponesa agroecológica. O modelo do agronegócio
tem consequências trágicas para a natureza, para o meio ambiente e o
conjunto da sociedade. Não é possível pensar um novo modelo sem pensar
na Embrapa, que até hoje cumpriu papel importante para atender esse
modelo atual que chegou ao seu limite. É preciso produzir conhecimento e
colocar a serviço da produção de alimentos e por isso não daremos
trégua para a Embrapa enquanto não avançarmos nessa perspectiva”,
observou Valdir Misnerovicz, da coordenação do Movimento dos
Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Goiás.
Em resposta, Arraes sugeriu que os movimentos componham os comitês
assessores externos (CAE) da empresa, e se comprometeu a apresentar uma
proposta de criação de um grupo de trabalho experimental em Goiás para o
desenvolvimento de ações voltadas à pequena agricultura.
A deputada federal Marina Sant’Anna (PT/GO), apoiadora dos movimentos
sociais no estado, ressaltou que a Embrapa é um espaço privilegiado de
pesquisa e indução de desenvolvimento. “As tecnologias que existem podem
garantir alimentos saudáveis e para todos, por isso é preciso haver
mais incentivo à pesquisa, produção e escoamento da pequena produção”,
destacou. Para ela, a ocupação por parte das camponesas também tem
conteúdo simbólico relevante. “Mulher se caracteriza pela questão do
cuidado. Essa ocupação, portanto, é uma forma de cuidar da empresa.
Considero um gesto de bom gosto por parte da Via Campesina, pela
estratégia de marco civilizatório. Ocupar a Embrapa é abraçá-la”.
Trabalhadores unidos
Para o presidente do SINPAF, Vicente Almeida, a união entre os
trabalhadores rurais e da empresa é fundamental para o avanço de suas
conquistas. “Temos várias pautas em comum, sobretudo a preocupação com
os rumos institucionais, a gestão participativa da empresa e a
agroecologia. Este pode ser um momento-chave para que a Embrapa consiga
concretizar sua missão de fortalecimento da agricultura que produz
alimentos para o país, gerida com controle social e participação.
Estamos felizes pela posição de governo de sustar esse projeto, foi uma
conquista muito importante. Mas queremos discutir participação social na
gestão da empresa, inclusive para contribuir com o acompanhamento de
políticas públicas definidas pelo governo”.
Ao final da audiência, Arraes se comprometeu a conversar com o ministro
da Agricultura, Mendes Ribeiro, para que atenda os trabalhadores ainda
nesta semana. “Queremos que a Embrapa nos dê retorno com propostas de
avanço da pauta apresentada e a garantia da audiência com o ministro,
para abrir espaços para esse diálogo”, finalizou Rosana.
terça-feira, 6 de março de 2012
UMAPAZ homenagea mulheres
No
dia 8 de março, às 11h, a UMAPAZ vai
homenagear quatro mulheres exemplares, colocando seus retratos no Painel Vidas
Inspiradoras: Wangari Muta Maathai, Prêmio Nobel da Paz em 2004; Ellen Johnson
Sirleaf, Leymah Gbowee e Tawakkul Karman que receberam o Prêmio Nobel da Paz de
2011.
Ellen
Johnson Sirleaf, presidente da Libéria, foi a primeira mulher africana eleita
chefe de Estado. Leymah Gbowee,
militante pacifista liberiana, chamou as mulheres a orar pela paz, sem distinção
de religião, e desencadeou um movimento de reação à guerra civil no seu país,
que culminou em uma greve de sexo, obrigando sua introdução nas negociações de
paz. Tawakkul Karman, jornalista e persistente ativista política iemenita,
afirma-se como: "...uma cidadã do mundo, a terra é minha pátria e a
humanidade é minha nação"
A
queniana Wangari Maathai conduziu uma grande transformação na vida da comunidade
com o Movimento Cinturão Verde, que gerou o plantio e replantio de cerca de 47
milhões de árvores, com a clareza de que: “Quando você começa a trabalhar com
o meio ambiente, seriamente, toda a arena vem a tona: direitos humanos, direitos
das mulheres, direitos ambientais, direito de todos, sabe, assim que começa a
fazer as conexões, você não pode mais apenas plantar
árvores.”
Essa
homenagem conjunta visa a demonstrar as múltiplas faces que pode tomar o
movimento socioambiental e de cultura de paz nas diferentes sociedades e
realidades do planeta, tendo como núcleo o respeito à vida e requerendo sempre
coerência e coragem.
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