quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Estudantes do Ensino Médio apresentam “Fotografando o Português”. Dia 5/11, das 9 às 19h, em Campinas

Exposição fotográfica revela equívocos na aplicação da língua portuguesa
 

Cerca de 200 estudantes saíram pelas ruas de Campinas para observar painéis, outdoors, panfletos, cartazes e outras formas de comunicação visual. A ideia era ver como a língua portuguesa estava empregada nesses impressos e, para a surpresa dos alunos, várias incorreções foram encontradas.
A iniciativa surgiu do professor José Jorge Paulo Neto do Colégio Anglo/Campinas - COC. “No princípio do passeio era preciso estimular os alunos a olhar com atenção as placas e painéis, mas depois de algum tempo, o que estava diferente da norma culta parecia saltar aos olhos dos estudantes”, explica o professor.
Tudo foi fotografado. O resultado deste “passeio” pelas ruas da cidade estará à disposição do público em uma exposição dentro da unidade Taquaral do Colégio, em Campinas. “O Objetivo foi despertar o olhar atento dos alunos. Mostrar que o português está em tudo e, na hora de estudar, os livros não são o único caminho. É possível aprender na prática, no contato com a realidade e com o uso da língua portuguesa”, ressalta Neto.

As 100 fotos selecionadas para a exposição foram tiradas por alunos de quatro unidades do Colégio Anglo/Campinas – COC. São elas: Barão Geraldo, Cambuí, Taquaral e Valinhos. As imagens estarão expostas no dia 5 de novembro, sábado, ao longo do dia, na Unidade Taquaral da escola, que fica localizada à rua Jorge Figueiredo Correia, nº 735. A entrada é gratuita.
 
 O Professor

José Jorge Paulo Neto é professor do Colégio Anglo/Campinas – COC há mais de 10 anos e tem como marca registrada a busca pelo ensino criativo e diferenciado. Lecionou também na Universidade Aberta da Terceira Idade, de Mojiguaçu, sempre tendo como aliadas ferramentas lúdicas de ensino, como músicas, poemas e filmes.                

O professor acredita que o aprendizado de fato acontece quando o aluno se interessa verdadeiramente pelo tema e vê na aula um atrativo, um meio divertido de absorver conhecimento. Neto é coordenador do Projeto Linguarudos, uma iniciativa pedagógica que visa ao aprendizado da língua portuguesa de forma lúdica e criativa, por meio de ferramentas multimídias levadas ao dia a dia da sala de aula e também apresentadas ao público em geral, por meio de vídeos, músicas e livros produzidos no próprio Projeto. Mais informações em www.projetolinguarudos.com.br.
Serviço
Exposição “Fotografando o Português”
Data: 5/11/2011, das 9 às 19h
Local: Rua Jorge Figueiredo Correia, nº 735 – Taquaral – Campinas

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

04/11_São José dos Pinhais_FESTIVAL LITERÁRIO

Programação do Festival Literário da Região Metropolitana de Curitiba
3 a 13 de Novembro de 2011
Locais - Praças Getúlio Vargas e 8 de Janeiro, em torno da
Biblioteca.
Promoção- Prefeitura de São José dos Pinhais
_____________________________________________________________________________________
Eventos Regionais de Atendentes de Bibliotecas Públicas do Paraná
Oficinas: Poesia
Contação de histórias


03/11/2011 – Quinta-feira

9:00h - Abertura
9:30h - Recital com Cléo Busatto
13:30h – Momento do Escritor - Alex Couto
14:30h – Contação de Histórias - Cléo Busatto

CLÉO BUSATTO é escritora com obras literárias para crianças. Também produz e narra histórias em CD-ROMs. O material é resultado da sua pesquisa sobre narração oral no meio digital. Mestre em Teoria Literária pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e mediadora em projetos sobre oralidade, leitura e literatura infanto-juvenil. Publicou livros teóricos sobre oralidade. Nos últimos cinco anos capacitou mais de 50.000 pessoas. Atua como narradora oral. Suas histórias já foram ouvidas por mais de 75.000 pessoas no Brasil e exterior É autora de 19 obras, entre livros para crianças, teóricos e CD-ROMs. Suas obras fazem parte de programas de leitura e catálogos internacionais, como o Bologna Children’s Book Fair
19:00h - Solenidade de Abertura
20:00h – Palestra Magna “O Valor da Arte” – Alcione Araújo

ALCIONE ARAÚJO, nascido em Minas Gerais, vive no Rio de Janeiro desde os anos setenta. Nos anos 80, deixou a carreira de professor universitário, com pós-graduação em filosofia, para se tornar escritor profissional. Dramaturgo, romancista, cronista, ensaísta, curador, tradutor, roteirista de cinema e de televisão e conferencista.
1973. Escreveu dezoito peças, encenadas no Brasil, Argentina, México, Venezuela, Espanha, Portugal, Holanda, Romênia, etc. Recebeu prêmios por várias peças, entre eles o Moliére de Melhor Autor. Literatura. Estréia: 1998. Nem mesmo todo o Oceano, romance, Editora Record, 1998. Finalista do prêmio Jabuti. Urgente é a Vida, crônicas, Editora Record, 2004. Prêmio Jabuti, 2005. Escritos na água , Editora Leitura, 2006. Pássaros de vôo curto, romance. Editora Record, 2008. Cala a boca e me beija, crônicas, Editora Record, 2010. Ventania, romance.Editora Record, 2011. Edições em colaboração: O livro dos sentimentos, Ed. Guarda-chuva , 2006. Valores para viver. Ed. Guarda-chuva , 2005. Este seu olhar, Ed. Moderna , 2006. Betinho: Estreitos nós. Ed. Garamond, 2001. Para entender o Brasil, Ed. Alegro , 2001. Quesitos de Arte e Comunicação , Ed. Universidade de Passo Fundo , 2003.Roteiros de cinema. Estréia: 1983. Escreveu 11 roteiros de longa metragem, tendo sido premiado com o Kikito, do Festival de Cinema de Gramado, e o Candango, do Festival de Cinema de Brasília, de Melhor Roteiro. Principais filmes: Nunca fomos tão felizes, Jorge, um brasileiro, Patriamada,A Faca de dois Gumes, ,Policarpo Quaresma, ,Essa terra. Moças de fino trato.Roteiros de televisão. Escreveu, entre outros trabalhos, a telenovela A idade da loba, o especial O Prodígio, Rede Globo. Telefilmes para a Antenne Deux (França), ZDF (Alemanha) Danish Broadcasting Corporation (Dinamarca). Série Em cena o autor, em dez episódios, sobre a vida e a obra de dramaturgos brasileiros - Tv Educativa Rio de Janeiro. Outras atividades: Consultor da Jornada Nacional de Literatura, de Passo Fundo/RS. Consultor do Projeto Leia Brasil. Membro do Conselho Editorial da Editora Perseu Abramo. Diretor da Coleção Dramaturgia de Sempre, Editora Civilização Brasileira. Membro do Conselho Editorial da revista Democracia Viva, do Ibase/Betinho. Presidente (2001/2002) da Ação da Cidadania conta a Fome, a Miséria e pela Vida, criada pelo sociólogo Herbert de Souza/Betinho

21:00h - Encerramento


Dia 04/11/2011 - Sexta-feira

9:00h - Abertura
9:30h - Contação de Histórias – Biblioteca Pública do Paraná
10:00h - Recital com Cléo Busatto
14:00h - Momento com autor - Nina Rocha
Nascida em Curitiba-Paraná Na adolescência, estudou magistério no Colégio Sagrado Coração de Jesus, do qual acredita ter saído grande parte da bagagem didática que hoje lhe acompanha, pois nessa época conseguiu compilar sua primeira caderneta de poesias, além de realizar a primeira literatura em forma de painéis. A primeira faculdade foi realizada na antiga Faculdade de Reabilitação Tuiuti - hoje, UTP. Depois, realizou Pós- Graduação em Magistério Superior e em Psicopedagogia, com conclusão do Mestrado em Distúrbios da Comunicação em 1999, pela UTP. Foi professora no curso de Pós- Graduação do CIPPEX - Centro Internacional de Pesquisa, Pós Graduação e Extensão; e, da Faculdade São Judas Tadeu de Pinhais – FAPI. Dedicou-se paralelamente ao trabalho clínico, às avaliações e triagens fonoaudiológicas em várias empresas Foi membro efetivo do Conselho Regional de Fonoaudiologia 3ª Região, por dois mandatos consecutivos. Nessa ocasião, terminada a gestão como Conselheira, iniciou um trabalho com atores paranaenses, o que lhe rendeu a função de fonoaudióloga-atriz, na Escola de Teatro Arte em Cena. No ano de 2000, entrou para o curso de Direito na UNIANDRADE, cujo percurso foi interrompido no ano de 2003, mas, retomado em 2004, com as melhores notas da classe! Em meio às atividades acadêmicas, desenvolve palestras no Curso Parto Sem Medo, (no qual leciona desde 1993); participa de reuniões com o grupo do Centro de Atenção ao Idoso; assume duas turmas para lecionar hidroginástica na Academia de Natação “Popeye”; e, retoma o trabalho terapêutico. Agora, as atividades - principalmente as palestras e a escrita, assumem um forte caráter de transmitir mensagens positivas, de auto-ajuda e auto-estima!
14:30h – Palestra – “ Lei de Incentivo à Cultura e Alterações na Lei Rouanet
16:00h – Contação de Histórias - Cléo Busatto
18:00h – Encontro marcado – Leitura de Textos
19:00h – Palestra – “ A Verdade das Mentiras” – Alcione Araújo
20:00h - Lançamento do Livro “Ventania” - Alcione Araújo - Sessão de
Autógrafos.
21:00h - Encerramento



05/11/2011 - Sábado

9:00h - Abertura
10:00h - Contato de Histórias
11:00h – Roda de Capoeira – Elic
14:00h - Momento com escritor – Dalton Luiz Gandin
- DALTON LUIZ GANDIN – Professor de Filosofia e História – Escritor

15:00h - Banda Tic-Tac Joe
17:00h - Bate Papo sobre Música e Literatura com Martinho da Vila e Alcione Araújo
MARTINHO JOSÉ FERREIRA nasceu em Duas Barras, Rio de Janeiro, em 12 de fevereiro de 1938. Pai de oito filhos e avô de sete netos, Martinho conservou o estado civil de solteiro até conhecer a jovem Clediomar Corrêa Liscano, que é conhecida como Cléo, e Martinho a chama de Preta Pretinha. O compositor surgiu para o grande público no III Festival da Record, em 1967, quando concorreu com o partido alto Menina Moça e no ano seguinte, na quarta edição do mesmo festival, lançando o clássico samba Casa de Bamba. Sua carreira de cantor profissional iniciou-se no início de 1969 quando lançou o LP intitulado Martinho da Vila, que foi o maior sucesso do Brasil em execução e vendagem, com grandes sucessos como Casa de Bamba e O Pequeno Burguês e outras que se tornaram clássicos - Quem é Do Mar Não Enjoa, Iaiá do Cais Dourado e Tom Maior. Logo tornou-se um dos mais respeitados artistas brasileiros além de um dos maiores vendedores de disco no Brasil, sendo o primeiro sambista a ultrapassar a marca de um milhão de cópias com o CD “Tá delícia, Tá gostoso” lançado em 1995. Sua vida de sambista (ritmista, passista, compositor, puxador de samba enredo, presidente de ala e administrador) começou na extinta escola Boca do Mato. Ingressou e passou a dedicar-se de corpo e alma à Escola do Bairro de Noel em 1965 e a história da Unidos de Vila Isabel se confunde com a de Martinho que passou a seu chamado de o Da Vila. Nunca exerceu a presidência administrativa da escola, mas por várias vezes esteve à frente da agremiação da qual é o Presidente de Honra. Os sambas de enredo mais consagrados da escola são de sua autoria. Também criou vários enredos para desfiles, dentre os quais Kizomba, a Festa da Raça que está entre os mais memoráveis da história dos carnavais e garantiu para a Vila, em 1988, seu consagrado título de Campeã do Centenário da Abolição da Escravatura e colaborou em outros temas, entre os quais o Soy Loco Por Ti América, elaborado em parceria com os carnavalescos Alexandre Louzada e Alex Varela, que deu a Vila o título máximo do carnaval de 2006. Nacionalmente conhecido como sambista, Martinho da Vila é um legítimo representante da MPB, com várias composições gravadas do exterior e considerado por muitos críticos como o melhor cantor do Brasil, interpretando músicas dos mais variados ritmos. Embora compositor indutivo e cantor sem formação acadêmica, tem uma grande ligação com a música erudita e idealizou, em parceria como Maestro Leonardo Bruno o Concerto Negro, espetáculo sinfônico que enfoca a participação da cultura negra na música erudita, participou do projeto Clássicos do Samba sob a regência do saudoso Maestro Sílvio Barbato. Além de compositor e cantor, é escritor autor de 10 livros.
19:00h - Sessão de autógrafos
20:00h - Encerramento



06/11/2011- Domingo

09:00h as 17:00h – Multiplicidade Cultural da Região Metropolitana de Curitiba



7/11/2011 – Segunda-feira

9:00h – Abertura
9:30h - Momento com o escritor – Adélia Wollner
Adélia Maria Woellner é uma escritora, advogada e professora universitária brasileira.
Formada em Direito pela Universidade Federal do Paraná, ela é a atual ocupante da cadeira nº 15 da Academia Paranaense de Letras.Adélia Maria Woellner integra a Academia Paranaense da Poesia, o Centro de Letras do Paraná, casa que presidiu de 1997 a 1999, e o Centro Paranaense Feminino de Cultura

10:00h - Contação de Histórias - Histórias da Água- Coordenação
Secretaria do Meio ambiente
14:00h - Apresentação -Cléo Busatto
16:00h - Apresentação de dança - Elic
19:30h - Contação de Histórias – Pedagogia da FAMEC – Palestra – “ O Direito e a Literatura”
21:00h - Encerramento


8/11/2011 – Terça-feira

9:00h – Abertura
9:30h - Palestra - Bullying - Maria Tereza Maldonado
MARIA TEREZA MALDONADO mora no Rio de Janeiro, é Mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Rio, membro da American Family Therapy Academy e exerce a profissão desde 1971. Foi professora da PUC-Rio e da Universidade Santa Úrsula; coordenou equipes de psicologia em hospitais públicos e privados; atua em projetos sociais de algumas ONGs; trabalha com consultoria familiar; atua como palestrante em todo o Brasil; tem 34 livros publicados e 56 artigos em revistas especializadas no Brasil, Argentina e Estados Unidos; assinou a coluna Vida em Família na revista Vida do Jornal do Brasil; foi docente do Curso de Formação de Negociadores da FGV-RJ. Como consultora e psicoterapeuta, trabalha com pessoas de todas as idades; atuando em consultório e em projetos sociais, comunica-se com clareza com pessoas dos mais variados níveis sócio-culturais. Essa riqueza de experiências profissionais marca o estilo de seus livros e de suas palestras: é capaz de expor idéias complexas com total simplicidade, comunica-se com o público de maneira sensível e afetuosa, tem grande habilidade para transformar conceitos teóricos em aplicações práticas, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida na família e no trabalho. A partir de 2010, Maria Tereza utiliza instrumentos de percussão em seu trabalho como palestrante, convidando a platéia para cantar junto com ela músicas de sua autoria, cujas letras sintetizam as idéias principais apresentadas nas palestras.
11:00h - Sessão de autógrafos
14:00h - Palestra - Bullying- Maria Tereza Maldonado
15:00h - Contação de Histórias - Cléo Busatto
16:00h – Apresentação de Dança – Elic
19:00h – Mesa Redonda : Blogs – Coordenação de Gustavo Martins

LUIZ GUSTAVO MARTINS Contista pequeno, lançou o livro "MiniContos Perversos & Outras Licenciosidades", Antes que você pergunte, não são contos curtos porque o cara é preguiçoso. Segundo os mini e microescritores, os textos curtos têm mais energia. Largado no mundo gosta de saborear a vida em colhera das grandes. E desse jeito de perceber as coisas vieram as histórias. Algumas recebeu de presente, outras vivenciou: sobre duas rodas, acompanhado do rock e do blues, da cerveja com os amigos e principalmente DELAS, razão de toda beleza e delicadeza que há neste mundão sem nexo.
21:00h - Encerramento


9/11/2011 – Quarta-feira

Eventos Regionais de Atendentes de Bibliotecas Públicas do Paraná

9:00h - Abertura
9:30h – Apresentação de dança – Elic


10:30h - Nanocontos; Mínimas Letras em Máximas Narrativas – Edson Rossato

EDSON ROSSATTO Autor do livro "Cem Toques Cravados" e especialista na escrita de nanocontos com exatos cem caracteres, abordará a literatura minimalista atual, evidenciada pelo Twitter. Mostrará também que micronarrativas não são exclusivas do microblog, e que surgiram bem antes dele. Nasceu em São Paulo, Capital, em 1978. Formado em Letras, é escritor, editor de livros, roteirista de HQ e blogueiro. Publicou os livros "Mansão Klaus e outras histórias", "Curta-metragem – Antologia de microcontos" e "Cem Toques Cravados", todos da Andross Editora, além de ter organizado dezenas de antologias literárias. É roteirista da série "História do Brasil em Quadrinhos", da Editora Europa, tendo publicado os volumes "Independência" e "Proclamação da República". É criador e organizador do "HQ em Pauta", um evento destinado ao encontro de leitores e profissionais de quadrinhos. Seu conto “Cartas a um irmão” foi adaptado para o cinema. Mantém os blogs http://www.cemtoquescravados.com/

14:30h - Nanocontos; Mínimas Letras em Máximas Narrativas – Edson Rossato
15:00h – Sarau Literário – Oza Ventura e Dalton Gandin
16:00h - Contação de Histórias - Cléo Bussato
19:00h - Teorias da Conspiração : Quando a verdade se mistura com a
Ficção - Sergio Pereira Couto
SÉRGIO PEREIRA COUTO é jornalista e escritor. Colabora regularmente com revistas de história Foi editor e repórter de revistas de ciência como Ciência Criminal e Discovery Magazine, além de editor-assistente de revistas de tecnologia como PC Brasil e Geek!. Tem textos, artigos e colaborações publicadas nas revistas Galileu e Planeta. É autor de 35 livros, com mais de cem mil exemplares vendidos somente no Brasil, entre eles os romances Sociedades Secretas, Investigação Criminal, Renascimento e Help – A Lenda de Um Beatlemaníaco..Mantém a divulgação constante de suas atividades literárias no blog Canto do Oráculo e divide seu tempo com a edição da revista LEITURAS DA HISTÓRIA, da editora Escala.
20:00h – Banda Sertaneja
21:00h - Encerramento



10/11/2011 – Quinta-feira

Eventos Regionais de Atendentes de Bibliotecas Públicas do Paraná

9:00h- Abertura.
9:30h - Contação de Histórias –Biblioteca Pública do Paraná
9:40h – Mesa Redonda – Políticas de Incentivo à Leitura
14:00h - Contação de Histórias.
15:00h – Apresentação de Dança – Elic
16:00h - A literatura de Cordel - José Mauro de Vasconcelos- -Junior do Bode

Júnior do Bode - A inteligência humana transcende os parâmetros normais e habituais do homem. Os acasos e as surpresas desmoralizam as leis e provocam mudanças necessárias às transformações, para que surjam os valores. É assim que observamos o comportamento de José Mauro de Alencar, mais conhecido como: Junior do bode. Nascido na região de Crajubar, mais precisamente na cidade do Crato, Ceará, onde passou pouco tempo. O poeta migrou para Exu, Pernambuco, e foi lá que recebeu os primeiros acordes musicais da natureza e os fluidos da "Chapada do Araripe", além do eco da sanfona de Gonzagão. Essa "Ave migratória" alçou vôo por várias cida-des do interior pernambucano inclusive, Venturosa, terra do cantador Lourinaldo Vitorino, dos aboia-dores: Seu É e Didi, acompanhando seus pais, por força de trabalho. Na função de andarilho forçado, Junior foi captando as imagens da flora, da fauna e dos céus agrestino/sertanejo que lhe custou um aprendizado para um futuro poético. Hoje, o Recife é o seu Porto Seguro, pois é na "Veneza Brasileira", que ele desenvolve um trabalho literário digno, de sacrifício, onde encontrou vários amigos e cúmplices. De personalidade irrequieta, energia à flor da pele, esse poeta fundiu a cultura sertaneja recheada de favela e macambira, para juntar-se à "lama de Santo Amaro", na pessoa de Érickson Luna, poeta independente, maldito e sublime. Hoje, o poeta é monitorado por Jorge Filó, poeta do Pajeú, e vistoriado pela diva dos Independentes: Cida Pedrosa, de Bodocó, cidade sertaneja localizada nos aceiros do Exu. Poeta, cordelista, declamador, sócio da Unicordel, estudante de jornalismo, Junior também faz xilogravura. Com o livro Guia de poeta cego tem verso de toda cor. Os leitores têm a oportunidade de conhecer a produção poética desse jovem promissor. Acreditamos que virá mais coisa a posteriori. Ganhamos todos nós que cremos na força jovem, na linguagem do povo e na cultura nordestina.

16:30 – Homenagem aos 71 anos da Biblioteca Pública – Scharffenberg de Quadros
19:00h - Recital de Cordel - José Mauro Vasconcelos.
21:00h – Encerramento


11/11/2011 – Sexta-feira

Eventos Regionais de Atendentes de Bibliotecas Públicas do Paraná

9:00h - Abertura
9:30h - Contação de histórias.
10:00h - Encontro com Pedro Bandeira
14:30h - Projeto Leitura Nota 10 – Patricia Barboza

Patricia Barboza -Patrícia Barboza escreve livros voltados para o público adolescente. Possui cinco trabalhos publicados: “Confusões de um Garoto”, “Os sete desafios”, “A primeira vez a gente nunca esquece”, “Sai da internet, Clarice!” e “Os quinze anos de Carol”. Os livros abordam de forma leve e descontraída essa fase tão cheia de dúvidas e conflitos, sobre a incansável busca do primeiro amor e os famosos e temidos "micos". Realizou cursos de especialização em Literatura Infantojuvenil e Produção Editorial. Além de dedicar-se aos livros, atua como palestrante do Projeto Leitura Nota 10 desde 2007.

15:00h – Apresentação de Cordel – José Mauro Alencar
19:00h - Palestra "Como conquistar o aluno que não gosta de Ler" com Pedro Bandeira

PEDRO BANDEIRA Nasceu em Santos, SP, em 9/3/1942. Desde muito jovem, ainda em Santos, dedicou-se com entusiasmo ao teatro amador sob os auspícios de Patrícia Galvão, a Pagu, e foi por anos parceiro do grande dramaturgo Plínio Marcos. Ao transferir-se para São Paulo, fez teatro profissional como ator, diretor, cenógrafo e trabalhou com teatro de bonecos até 1967, além de dar aulas de Literatura Brasileira e Portuguesa para o Ensino Médio. Trabalhou em televisão em 1963 como apresentador de programas dirigidos para a jOvens e, de 1969 a 1984, protagonizou dezenas de comerciais para televisão. Desde 1962, porém, sua principal atividade profissional (aquela que lhe permitia a sobrevivência) foi a de jornalista (redator e editor) e em seguida a de publicitário (redator, diretor de criação e diretor de marketing). A partir de 1972 começou a escrever histórias para crianças, publicadas em revistas e vendidas em bancas de jornal pelas editoras Abril, Saraiva e Rio Gráfica, até que, em 1983, com a publicação de sua primeira história em formato de livro (O dinossauro que fazia au-au, pela Editora Moderna), passou a dedicar-se exclusivamente à criação de livros infantis e juvenis.É o autor de literatura juvenil que mais vende no Brasil (10,8 milhões de exemplares até 2009, além de 11,2 milhões adquiridos pelo governo federal para distribuição às bibliotecas escolares).Como especialista em letramento e técnicas especiais de leitura, profere conferências para professores em todo o Brasil

21:00h – Encerramento


12/11/2011- Sábado

10:00h - Premiação do Concurso de Linguagens Culturais – Prêmio de Literatura Leopoldo Scherner e Prêmio de Fotografia Sebastião Cortes
15:00h - Banda Oren´s
16:00h Novas Letras: Os jovens e os livros na era da tecnologiacom os escritores Enderson Rafael, Fernanda França, Tammy Luciano e Leila Rego.
ENDERSON RAFAEL nasceu em Florianópolis, 1980. É formado em Comunicação Social pela ESPM-Rio, foi redator publicitário e hoje é comissário de voo. Terminou seu primeiro livro aos 19 anos e não parou mais: já são dois romances, dois roteiros de longa e dois ensaios escritos. É autor do romance "Todas as estrelas do céu", livro publicado em 2010 pela Editora Novas Ideias e que já teve uma centena de resenhas na internet e já está, em menos de um ano, em sua segunda edição.
FERNANDA FRANÇA é paulistana, jornalista, escritora, apaixonada por felinos, elefantes, livros, madrugadas, brigadeiros e viagens de mochilão. Mora no interior de São Paulo com o marido, três gatos e alguns peixes. Trabalhou por 12 anos como repórter em rádio, sites, revistas e jornais. É pós-graduada em Comunicação Jornalística pela Cásper Líbero e possui cursos de especialização pelo Knight Center for Journalism in the Americas, da Universidade do Texas. O chick lit “Nove Minutos com Blanda” é seu primeiro livro publicado, mas Fernanda já tem prontos dois livros infantis e uma nova comédia romântica.
TAMMY LUCIANO é carioca, atriz, jornalista e escritora. Atua e escreve desde a adolescência. Foi colunista do JB online e do site Baguete Diário. Fez curso de roteiro em Washington DC, EUA. É autora dos livros “Fernanda Vogel na passarela da vida”, “Novela de Poemas” e “Sou Toda Errada”. Na TV, foi repórter do TV Fama, fez participações em produções como UgaUga, Laços de Família, Senhora do Destino, Caminhos do Coração, Linha Direta e A Grande Família. Há 12 anos, monta espetáculos no Retiro dos Artistas com sua companhia Sobrinhos de Frida Kahlo. Costuma dizer que não bebe, não fuma, mas é viciada em uma caneta.
LEILA REGO é paranaense, mas mora no interior de São Paulo com seu marido e os dois filhos. Formada em Turismo, especializou-se em Recursos Humanos. Por paixão e amor às letras, hoje é escritora. “Pobre Não Tem Sorte 2: alguma coisa acontece no meu coração” é seu segundo romance. Também é autora de “Pobre Não Tem Sorte”, que está na sua segunda edição.


17:00h – Lançamento de Livro – Nilton Bobato

NILTON BOBATO, nascido em 1967, reside em Foz do Iguaçu, no Paraná, desde 1980, e esta região da tríplice fronteira, seus conflitos, sonhos e personagens, seu encontro de tragédias e vitórias, constrói o cenário principal de seus contos, crônicas e poemas. Professor de língua portuguesa é membro do Colegiado do Livro, Leitura e Literatura e do Conselho Nacional de Política Cultural (2010-2012). É vereador em Foz do Iguaçu pelo PCdoB (2009-2012) e autor dos livros RISOS DA FRONTEIRA (2003), PRATO FEITO (2005), PROSA DE SACADA (2005), SOBREMESA (2008) E UM BRINDE A TRÊS AMIGOS (2010). Em 2006, recebeu menção honrosa do Concurso Nacional de Poesias “Helena Kolody” com o poema “O MURO E O CORPO”. Em 2007, foi o único brasileiro a integrar a antologia latino-americana de poesias “POETAS DE CARA AL SIGLO” com autores de 9 países.
18:00h – Encerramento

Programação sujeita à alteração



13/11/2011 – Domingo

9:00h as 17:00h - Multiplicidade Cultural da Região Metropolitana Curitiba

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A tecnologia com o pé no chão da sala de aula


(*) Antônio Sérgio Martins de Castro

          Assim que os primeiros computadores começaram a chegar às escolas, ainda na década de 1980, começaram a ser notadas certas dificuldades que marcariam, desde então, a disseminação do uso da tecnologia como estímulo à aprendizagem. Alguns equívocos e preconceitos tornaram-se marcas ainda atuais. Por exemplo, a ideia de que primeiramente se investe em infraestrutura, depois em formação.
          Ainda hoje, basta entrar na conversa de uma roda de educadores – gestores ou professores – para descobrir quantos equipamentos de alta tecnologia estão parados ou subaproveitados. Vários colégios têm sites muitas vezes não-atualizados e sem uso efetivo pela comunidade. No início, era assim com os PCs, hoje são as lousas eletrônicas e outros dispositivos. Tudo porque a tecnologia chegava (e continua chegando) à escola como uma visita formal e incômoda. Todos sabem que é necessária, oportuna, importante, mas ninguém se preparou para recebê-la tão rapidamente e muitos até se constrangem pela falta de intimidade.
          Qual é a razão para esse estado de coisas? Há muitos nomes e formas, mas poderíamos talvez traduzi-lo como a necessária transição cultural que deve acontecer nas instituições de ensino. Isso englobaria todos os graus de distanciamento que separam os educadores do pleno uso do potencial tecnológico, que hoje poucos discutem. Há quem fale em diferenças geracionais (os chamados nativos analógicos x nativos digitais), em atitudes individuais que variam dos resistentes aos iniciados, ou no desencontro entre projeto pedagógico e recursos da informática. O fato é que estamos em um ponto em que, se não ampliarmos as discussões sobre a importância do uso da tecnologia na aprendizagem, estaremos longe de uma escola onde as imensas possibilidades desses recursos sejam bem aproveitadas.
          No universo educacional, basta ver como a tecnologia chega à escola vestida de uma aura que não contempla o fazer diário e as demandas imediatas do professor. O mesmo educador que usa diariamente os recursos do internet banking só usa a tecnologia em seu trabalho para digitar provas, e olhe lá. Ele um dia poderá até fazer bom uso daquilo, mas há uma enorme distância entre suas práticas atuais (sedimentadas no tempo da cultura escolar, que é caracteristicamente conservadora) e os recursos disponibilizados.
          Em suma, é preciso fazer com que o professor sinta a tecnologia como uma demanda imediata, que seja incorporada ao seu trabalho como ferramenta, para que então comece a se criar um círculo virtuoso, no qual mais uso gera mais demanda, e vice-versa. É preciso a picadinha de uma mosca, e não a dentada de um leão que atemoriza os docentes, especialmente os que já passaram da faixa dos 30 anos.
          Chegamos ao coração dessa reflexão. Para que nossa escola seja digital, é preciso que sejamos mais compreensivos com a realidade do professor, não para nos conformarmos com os limites, mas para ganharmos sucessivamente novos patamares de uso do potencial das ferramentas tecnológicas. Até porque há efetivamente diferentes graus de utilidades da informática, adequada aos mais diferentes momentos do trabalho do professor.
          Isso significa que precisamos conhecer melhor o trabalho do docente em sala de aula e procurar lhe oferecer recursos para aqueles momentos e situações reais. É preciso sair da lógica de criar projetos que envolvam tecnologia para a lógica de usar tecnologia para aprimorar o que é feito agora. Isso fará com que, no jargão da área, as ferramentas se tornem mais “amigáveis” e se incorporem de forma mais natural ao cotidiano do educador.
          Nos nossos sistemas de ensino Agora e Ético, desde o início procuramos olhar para a tecnologia como algo para o aqui e agora, sem esse viés futurista. Nosso foco continua sendo a realidade concreta vivida pelos professores, e isso implica desenvolver ferramentas para os diferentes perfis de uso. Os educadores das escolas parceiras têm e terão cada vez mais acesso a materiais que lhes permitam tornar suas aulas mais interativas, ricas, diversificadas e próximas do universo do aluno, sem nunca perder de vista os objetivos de aprendizagem.
          Assim, desenvolvemos numerosos recursos, que vão de aulas em softwares de apresentação mais conhecidos (como o PowerPoint), com animações e uso de diferentes mídias, ao desenvolvimento de materiais pedagógicos para leitura nos novos suportes que chegam ao mercado com perspectivas de uma difusão explosiva, como é o caso dos tablets.
          É essa diversidade de ferramentas, aplicáveis nos diferentes contextos de uso, que paulatinamente fará com que o professor veja a tecnologia como aliada e facilitadora de seu trabalho, e não como um desafio a mais, entre tantos outros a serem vencidos. E é assim que precisa ser.

(*) Antônio Sérgio Martins de Castro é gerente de mídias digitais da Divisão de Sistemas de Ensino da Editora Saraiva (www.souagora.com.br e www.sejaetico.com.br)

sábado, 15 de outubro de 2011

Dilma deseja à delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos “confiança” e “otimismo”

14/10/2011 - 17h43
Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A presidenta Dilma Rousseff enviou hoje (14) uma mensagem de apoio aos atletas brasileiros que participarão dos Jogos Pan-Americanos deste ano. A cerimônia de abertura do evento ocorre na noite de hoje (14), na cidade de Guadalajara, no México. De acordo com Dilma Rousseff, “a mensagem do povo brasileiro aos nossos 519 atletas é de confiança, de otimismo e de orgulho".
A presidenta diz que "junto com os treinadores e todas as equipes de apoio, vocês venceram barreiras e obstáculos e se prepararam para estar aí. Todos vocês são exemplos de dedicação e de sucesso no esporte. Sabemos que o verde e amarelo do nosso país vai fazer bonito no México".
"Recebam a torcida, o carinho e o abraço de todos os brasileiros. E meu especial desejo de boa sorte", conclui a presidenta da República.

Edição: Aécio Amado

Uma rua chamada pecado


Pedro Coimbra
ppadua@lnavinet.com.br


Joaquim estava deitado na rede na varanda, todo cheio de preguiça. Nem bem se levantou e colocou um dos pés no chão, começou a pensar se aquele comportamento era pecado. Foi então que um anjo pimpão lhe apareceu numa nuvenzinha de fumaça e lhe disse: - Você está fazendo o mesmo que Macunaíma, o anti-herói brasileiro de Mário de Andrade.

Lembrou-se dos “Sete Pecados Capitais”, segundo o Padre José instituídos pela Igreja Católica para a Glória de Deus e a Salvação dos Homens: Luxúria; Gula; Avareza; Ira; Soberba; Vaidade e a Preguiça.

A maior parte dos alunos de Religião achavam que muitos deles tinha caído de moda. Para o padre o maior não constava da lista e era o onanismo , nome complicado para masturbação e que deixava as mãos cabeludas.

William Shakespeare, um gênio que escreveu sem cessar sobre os dramas da existência humana e que muitos pensam ter sido mais de um só indivíduo deixou escrito: “Alguns elevam-se pelo pecado, outros caem pela virtude...”

Passada a adolescência cercada de repressões e mitos do colégio religioso lembrava-se de dois momentos. O primeiro quando assistiu “Um bonde chamado”/ A streetcar named desire, dirigido por Elia Kazan, com Vivien Leigh (Blanche DuBois) e Marlon Brando (Stanley Kowalski). O roteiro de Tennessee Williams mostra Stanley tentando intimidar a cunhada Blanche enquanto esta tenta seduzi-lo. E jogam com os pecados de cada um até o estupro da mulher.

O outro momento que Joaquim não se esquecia foi quando um jovem e progressista político assumiu a prefeitura da cidade. Grupos religiosos pressionaram e ele resolveu acabar com as casas de tolerância que se alojavam numa rua do centro da cidade. Terminada a polêmica toda a tribo que vivia da prostituição foi despejada. Muitas continuaram na cidade e outras desapareceram. Joaquim se perguntava sempre onde estariam Cobrinha, Suzana Pé de Pato e Eni, mulheres renomadas daquela época. As mulheres reuniram-se antes do instante final e rogaram uma praga contra o prefeito. Como praga de puta é pior do que de padre ele nunca mais se elegeu.
O mundo deu suas voltas, os hábitos e costumes mudaram e Joaquim muitas vezes via rostos de prostitutas andando pelas ruas. Do lado delas aparecia sempre o Tango, de terno de linho branco e sapatos bicolores, guia de uma turma de jovens pela zona boêmia, dizendo em alta e bom som:
- Corrupção é que é pecado, a maior das transgressões. Aquela era apenas uma rua chamada pecado...


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O educador de hoje é quem prepara o amanhã


Artigo:
Dia do professor:
O educador de hoje é quem prepara o amanhã

Amanhã é dia 15 de outubro. Trata-se de um dia muito especial, pois é quando se homenageia os professores brasileiros. Aqui se comemora o dia do professor na mesma data em que Dom Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil: o dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila.

O modelo tradicional de escola, com lousa e anotações como principais ferramentas de ensino, usadas desde muito antes do decreto do imperador, persiste em todo o Brasil. É claro que, como tudo, o ato de lecionar também vem se modernizando ao longo dos séculos e hoje é quase impossível dissociar o aprendizado das novas tecnologias como a internet, que oferece o acesso global à informação.

Por isso, a a inclusão digital dos professores é mais do que uma tendência, é uma necessidade para garantir que o profissional esteja ´up to date` com a própria evolução do mundo. Além, disso, com a nova geração de acessórios para o apoio ao ensino, é fundamental que os educadores estejam preparados para absorver e gerenciar os recursos disponíveis para tornar as aulas muito mais eficientes e dinâmicas.

Segundo declarações da assessora especial do Ministério da Educação, Linda Goulart, o Brasil quer chegar a 2022 com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) igual ao de países desenvolvidos, com o analfabetismo erradicado e oportunidade para todos. Então por que não lançar mão de ferramentas que vão facilitar o alcance desses objetivos?

E é para ajudar o País nessa empreitada de melhorar a cada dia a qualidade do ensino que, nesse Dia do Professor, vale propor uma reflexão sobre a importância de qualificar cada vez mais os educadores que preparam nossas crianças e muitos adultos para construir o futuro que desejamos.

*Vivian Manso é especialista em Tecnologia Educacional e durante os últimos sete anos atuou ativamente na implantação de Soluções Colaborativas e Interativas em Instituições de  Ensino Privadas e da Rede Pública. Também participou de iniciativas em empresas, nacionais e globais. Ainda dentro do segmento das Tecnologias Educacionais, trabalhou em parceria com grandes nomes do mercado, como Intel, Dell e Microsoft, em projetos-piloto que validaram experiências de sucesso em escolas públicas. Atualmente, é Gerente Regional da Hitachi Solutions, coordenando projetos no segmento Educacional da empresa no Brasil. Além disso, mantém um blog em que discute a dinâmica das Lousas Interativas na Sala de Aula, bem como o uso de soluções complementares - http://lousasinterativasemuitomais.blogspot.com/

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...