quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Tirania

Só existe o senhor que ordena,que tiraniza e que impõe, porque ele encontra pessoas dispostas a se submeterem, que acatam, e que clamam pela sua autoridade.Não existe a possibilidade de se formar um tirano,se não houver pessoas dispostas a incondicionalmente o obedecerem.Não acatar submissamente a tirania, é automaticamente tirar o poder de comando, e destituir o tirano! É recuperar a liberdade de levantar a cabeça e movimentá-la para o lado que quiser! Em todas as situações de vida!

O Monstro que assusta criancinhas

O Monstro que assusta criancinhas

Este paper sobre o monstro que assusta criancinhas procura identificar os ruídos nos espaços escolares do início do século XXI. Toda escola possui um processo natural de renovação, de autorrenovação, de encorajamento, de troca de saberes e provocações na construção do conhecimento. Os atores no cenário escolar se desafiam e querem qualidade na educação como esperança de inserção da juventude no mercado de trabalho, inserção nos espaços sociais de maneira ética e legal.

E se no meio do caminho houver uma pedra

Ler para crer


A Bíblia tem uma de suas mais belas passagens, quando Cristo exalta os que crerão em seus ensinamentos sem tê-los ouvido, diretamente, ou visto seus milagres e prodígios!
Seus discípulos foram os primeiros encarregados de divulgar sua mensagem pelo mundo de então, inicialmente de forma oral; depois, por epístolas e, finalmente, pelos primeiros evangelhos, que em verdade foram segundos (segundo Marcos, segundo Lucas, segundo Mateus e segundo João) e, assim, puderam chegar às mãos de terceiros.

Pelo prelo da imprensa de Gutenberg, os livros, que antes dependiam do artesanato e paciência de escribas e copistas (e por isso eram restritos à elite) caíram nos braços do povo. Mais recentemente, as impressoras rotativas reduziram ainda mais seu custo; e televisão e internet permitiram acesso imediato e relativamente barato a uma infinidade de textos e imagens.

O problema é que as imagens ganham cada vez mais espaço, num retrocesso preocupante, pois seu uso em excesso tende a limitar a imaginação.
Um rápido "passeio" pelo processo de aprendizagem lembrará que os primeiros livros só tinham imagens; depois, vieram os com enormes figuras e pequenos parágrafos; em seguida, veio o equilíbrio entre imagens e textos; depois, sequências de páginas escritas eram eventualmente entremeadas por uma ou mais figuras elucidativas, até, por fim, atingirmos o ápice: os livros só de textos! Estes, por mais sem graça que possam parecer a alguns, trazem múltiplas “imagens” e sentidos, que só podem ser revelados pela nossa imaginação. Talvez por isso, quem "lê o livro" quase sempre acha as adaptações cinematográficas e teatrais inferiores.

As imagens que um texto bem escrito "materializa" em nossas mentes são nossas, e não a visão de um artista, diretor ou produtor. Quando as imaginamos, nós somos o artista! Ou seja, a criatividade é nossa, embora a idéia seja do autor.
É certo que nem todos os livros podem prescindir de imagens, como os sobre arte, turismo e tecnologia, entre outros. Mas, nem sempre elas revelam as opiniões do autor. Assim, a formação da nossa opinião também fica limitada às aparências.

Sempre ouvi falar que um gesto – uma imagem, portanto - diz mais do que mil palavras! Mas isso não se aplica à literatura, ou, melhor, se aplica de outras formas, como:
Dar um livro; abrir um livro; ir a uma biblioteca ou livraria e, principalmente, tornar isso um hábito de pais para filhos, sem a arrogância inócua dos pseudocultos, que podem saber muito para si, mas nada acrescentam de bom ou útil ao meio em que vivem.

Então, ler é um momento de aquisição de conhecimento, de introspecção analítica, de reação convicta, de deleite frugal, de visita ao conhecido, de viagem ao desconhecido... É um voar, um navegar, um correr ou parar! Mas, lemos tão pouco e às vezes tão mal... Muitos até desistem de ler, talvez por medo de pensar. Outros só lêem o que lhes é permitido, pois o espírito crítico que se adquire com a leitura não interessa aos que querem pensar por nós, para nos conduzir segundo seus interesses. Para piorar, quem lê pouco tende a escrever mal e ter dificuldade para entender documentos, etc. Assim, torna-se vítima passiva das más-intenções de outrem e da própria ignorância. Isso pode ser uma opção pessoal, mas também pode ser um projeto de poder político, econômico ou religioso.

Os pais e a escola são fundamentais para a reversão desse processo, pelo incentivo à leitura desde a infância. Mas é preciso fomentar essa prática de forma objetiva, prazerosa e, fundamentalmente, consciente e crítica. Senão, em vez de despertar grandes paixões, poderemos ter o início de grandes e duradouras aversões à leitura.
Ler é muito bom! Mas, para saber disso é preciso ler para crer. E quem ler verá!

7 DE SETEMBRO


7 DE SETEMBRO é uma data muito especial para os BRASILEIROS!

*
No século XIX, em 7 de setembro de 1822, aconteceu a emancipação política do Brasil.
O GRITO DO IPIRANGA ficou conhecido como um marco histórico ao proporcionar a
independência do BRASIL, antes sujeito à Portugal.

Então, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe-regente no Brasil, D. Pedro de Alcântara de Bragança, também príncipe real do reino unido de Portugal, Brasil e Algarves, bradou perante a sua comitiva:
               "Independência ou Morte!".

HOJE SOMOS LIVRES!

EDITORIAL CULTURAL, PARABENIZA O EDITOR GILBERTO DA SILVA!

SR. GILBERTO DA SILVA,

Nosso querido editor!

Um novo 12 de setembro chega com a alegria de termos a sua presença,

as suas palavras,

o seu talento!

Parabéns pelo seu aniversário, muitos anos de vida!


Lembrança do EDITORIAL CULTURAL INFANTIL ,
e PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ!
*
FELICIDADES!

_______________

---------

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

DIA MUNDIAL DA ALFABETIZAÇÃO – 8 DE SETEMBRO



Em 1967, a ONU e UNESCO declararam o dia 8 de setembro como o Dia Internacional da Alfabetização, tendo como objetivo despertar a consciência da comunidade internacional para a responsabilidade de fazer valer o direito  ao desenvolvimento pleno e à educação de qualidade que todo cidadão tem.
Em âmbito educacional e como proposta de reflexão, algumas questões tornam-se importantes: O que significa comemorar esta data quando se pensa em tantos contextos onde o índice de analfabetismo supera as expectativas e metas educacionais? Qual a importância das competências leitora e escritora para a vida da pessoa? Quais os apelos que se fazem ao comemorar o dia Mundial da Alfabetização?
Do ponto de vista comportamental da aprendizagem, por muito tempo e ainda presente em algumas práticas pedagógicas, a alfabetização é considerada como um processo cumulativo de informações baseado na cópia, na repetição e na memorização das correspondências fonográficas, as quais levam a pessoa a desenvolver a compreensão do funcionamento do sistema de escrita alfabética, quase de forma mecânica.
Porém, quando esta concepção vem associada à visão da psicologia e da linguística, nota-se a necessidade de superar o que é meramente mecânico para assumir o processo de alfabetização como uma realidade contextualizada e dinâmica, confirmando o princípio de Paulo Freire, ao afirmar que “ler não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, pois a leitura do mundo antece a leitura da palavra”.
O esforço para explicar o processo de alfabetização provocou o surgimento de inúmeras metodologias e estratégias com o objetivo de instrumentalizar as pessoas e capacitá-las para decodificar os símbolos gráficos, como se isto bastasse para tranquilizar a sociedade e os educadores, convencidos de estarem cumprindo os seus papéis a partir do momento em que “ler e escrever” fossem de domínio de todos. Este é apenas o ponto de partida, importante para diminuir a discriminação que ainda existe entre os “alfabetizados = letrados” e os “analfabetos = ignorantes”. Mas não o suficiente para acomodar a nossa consciência de educadores e cidadãos!
Sob a ótica da Declaração dos Direitos Humanos, mais do que “ser instruído para o domínio da leitura e da escrita”, ser alfabetizado é um direito orientado para o pleno desenvolvimento da personalidade humana, capaz de  promover a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e grupos raciais ou religiosos, em prol da manutenção da paz. (cfr. Declaração Universal dos Direitos Humanos – Artigo XXVI)
Portanto, ao comemorar o Dia Mundial da Alfabetização, mais do que evidenciar e anunciar os números e os índices de analfabetismo no Brasil e no mundo, que não são poucos, torna-se imprescindível refletir em todos os setores da sociedade, que o maior desafio não está no letramento, mas na formação de pessoas competentes na leitura e na escrita do contexto existencial da vida, muitas vezes contraditório, com respostas incoerentes e tremendamente vazias de valores e princípios.
Alfabetizar tecnicamente é fácil, principalmente porque, não obstante às condições socioeconômicas, as nossa crianças trazem um repertório infinitamente rico. Difícil e desafiador é alfabetizar no sentido amplo, pois é este que promove a reflexão e a mudança dos aspectos estruturais da prática educacional e dos seus fundamentos.
Enfim, os princípios descritos nos PCNs – Parâmetros Curiculares Nacionais da Educação Básica, sintetizam os objetivos e a importância do Dia Mundial da Alfabetização como oportunidade de novas ações educacionais, e reforçam a missão e a função da Escola e dos Educadores no processo de alfabetização dos seus alunos,  assumindo o compromisso de formá-los em valores humanos, dando-lhes todas as condições para serem sujeitos transformadores do meio no qual estão inseridos, preocupados com as questões éticas, políticas e sociais:
“Para formar cidadãos capazes de compreender os diferentes textos   com os quais se defrontam, é preciso organizar um trabalho educativo de modo a permitir que experimentem  e aprendam isso na escola, principalmente se os alunos não têm um contato sistemático com bons leitores. Quando não participam de práticas em que ler é indispensável, essa pode ser a única oportunidade de esses alunos interagirem com textos cuja finalidade não seja apenas a resolução de problemas do cotidiano”.
Que este dia traga para todos, novas e eficazes ações, mas especialmente atinja aos muitos que ainda não gozam do direito de ser alfabetizado.
Ros Marie Martiniak Closs – Psicóloga e Pedagoga
Coordenadora Pedagógica
Colégio Franciscano Nossa Senhora do Carmo – Vila Alpina - SP
         São Paulo, setembro de 2011.

A aplicação do método hermenêutico em conjunto ao qualitativo no caso do Arranjo Produtivo Local do Tricot de Imbituva - PR

A aplicação do método hermenêutico em conjunto ao qualitativo no caso do Arranjo Produtivo Local do Tricot de Imbituva - PR


Resumo

O presente artigo objetiva apresentar como será aplicado o método hermenêutico de pesquisa associado ao qualitativo no bojo das relações que permeiam o Arranjo Produtivo Local (APL) do tricot de Imbituva-PR. Para tanto, far-se-á uma apresentação buscando evidenciar as características, peculiaridades de tais métodos.

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...