sexta-feira, 5 de agosto de 2011

A FORÇA LITERÁRIA DAS PALAVRAS

SHAKESPEARE, AFFONSO SANT´ANNA, PAULO COELHO... A FORÇA LITERÁRIA DAS PALAVRAS



ZACARIAS MARTINS, MARCEL FRANCO, GIVALDO FRANCO, SHAKESPEARE, AFFONSO SANTA’ANNA, PAULO COELHO, GILBERTO (Revista Parte), AUGUSTO CURY, BRUNO RESENDE, PAULO VALENÇA, ANDRÉ ALBUQUERQUE, ISSAAC BUGARIM, MILTON FILHO, CEZAR UBALDO, JORGE XEXES, NAHA NAGA, CHICO CHAVIER, VINICIUS DE MORAES...  A FORÇA LITERÁRIA DAS PALAVRAS.

 Uma crônica em agradecimento as estes grandes colaboradores da literatura brasileira.


Autor: Dhiogo José Caetano



Hoje usarei as palavras para falar a respeito destes homens que de forma literária buscam trabalhar a temática do existir em um contexto complexo e ricamente importante para a transformação do cotidiano.
Sábios, pensadores, poetas, professores, pais, amigos...  Poetas que procuram reunir seus fragmentos e reconstruir na só sua vida, mas a vida da humanidade.
Homens, que na plenitude do saber se transformam em “profetas da filosofia”.
Seus discursos são históricos, suas ideias, tesouros raramente encontrados.
Carregam dentro de si o dom de poematizar à vida, emocionando a todos com as palavras, arrancando da alma até do mais insensível às lágrimas, sorrisos, suspiros, saudades e libertação.
 Estudiosos empíricos, que desvendam os mistérios, vergando a sua cruz, a vida afora!
                   Sendo ele, o próprio carrasco, o seu império...
Autores, que buscam a “verdade”, a razão, a arte de poematizar o existir!
Pesquisadores que suavizam o mundo a sua volta e elimina a tua fúria...
Homens fortes que criam novas ideias constroem e destroem conceitos.
Verdadeiros guerreiros prontos e altivos a enfrentar a batalha.
Lutadores que podem até perder, mas que também podem conquistar novos horizontes através da escrita.
Grandes aventureiros literários que buscam suavizar o viver e levar a arte do “bem viver” como prática do cotidiano.
Verdadeiros formadores de opiniões; seres que promovem a diferença por onde passam.
Pensadores que descrevem com propriedade a complexidade do existir, escritores que escrevem com alma; em meios às lágrimas e júbilo, buscam tranqüilizar a ansiedade, eliminar o medo, romper com a sanidade e a loucura.
São eles os simples seres que de forma grandiosa levanta a bandeira da igualdade, da revolução, da arte da escrita e da leitura. Estes são os grandes escritores que transformam o drama em comédia e colocam grandes ideias em circulação por diferentes regiões do globo.




dhiogocaetano@hotmail.com

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

"Adultos"


Por que será, que à medida que vamos crescendo, nos tornando aquilo que comumente chamamos de “adultos”, ficamos cada vez menos felizes e mais amargos?

Por que será, que temos a mania de acreditar que para ser adulto, devemos parecer adultos, com aquelas características que não sei quem determinou como sendo obrigatórias em adultos: devemos constantemente estar super atarefados e consequentemente estressados, e assim, tendo tantos comportamentos que nada mais são, do que atitudes que muitas vezes nos fazem tão tristes, reprimidos, amargos, com o corpo tensionado, enrijecido.

E o que é pior, doentes! Aliás, haja analgésico para tantas dores! 

Fica parecendo, que à medida que as pessoas crescem, elas diminuem o espaço na vida para a felicidade, e o mais preocupante, é que as pessoas insistem em demonstrar que são “crescidas” e “adultas”, cada vez mais cedo! 

Perdem muitas vezes a chance de viver, e passam por aqui, negando a vida, perambulando, rígidos, como fantasmas tristes. Mas responsáveis e eficientes!

E consequentemente doentes!

"Adultos"


Por que será, que à medida que vamos crescendo, nos tornando aquilo que comumente chamamos de “adultos”, ficamos cada vez menos felizes e mais amargos?

Por que será, que temos a mania de acreditar que para ser adulto, devemos parecer adultos, com aquelas características que não sei quem determinou como sendo obrigatórias em adultos: devemos constantemente estar super atarefados e consequentemente estressados, e assim, tendo tantos comportamentos que nada mais são, do que atitudes que muitas vezes nos fazem tão tristes, reprimidos, amargos, com o corpo tensionado, enrijecido.

E o que é pior, doentes! Aliás, haja analgésico para tantas dores! 

Fica parecendo, que à medida que as pessoas crescem, elas diminuem o espaço na vida para a felicidade, e o mais preocupante, é que as pessoas insistem em demonstrar que são “crescidas” e “adultas”, cada vez mais cedo! 

Perdem muitas vezes a chance de viver, e passam por aqui, negando a vida, perambulando, rígidos, como fantasmas tristes. Mas responsáveis e eficientes!

E consequentemente doentes!

Sem foco, nada feito!


"Concentre todos os seus pensamentos no trabalho que irá desempenhar. Os raios de sol não queimam enquanto não se concentram sobre um foco." (Alexandre Graham Bell)


Há momentos da vida que se torna necessário parar, analisar e refletir sobre o que você quer da vida. Após esta análise é fator primordial que o profissional mantenha o foco, investindo tempo, inteligência, criatividade e muita energia, centrando seus esforços no que deseja ser.

Saiba priorizar o que você pretende alcançar. É notório que quando se tem claro e definido o que se deseja ser, torna-se mais fácil não somente traçar o caminho a percorrer, como também traçar estratégias de como caminhar, e assim, tudo fica mais fácil, e o caminho, por conseqüência, menos árduo.

Não obstante, em meio a tantos desafios, a tantos desencontros e a tantos contratempos, é necessário manter muito otimismo no decorrer da caminhada, procurando transpor todo e qualquer obstáculo que porventura aparecer, fazendo desses, degraus para a sua subida.

É cristalino que quando se deseja vencer torna-se necessário, diante de cada “entrave”, falha e/ou derrota, fazer uma análise, reflexão e correção, extraindo sempre uma lição, e assim, aprendendo, desenvolvendo e, por conseguinte, crescendo.

Sobre esse aspecto, é de suma importância saber planejar, organizar, se concentrar, centrar esforços e manter o foco em seus objetivos, sabendo priorizar as atividades. Prioritário é o que você precisa fazer para que o conduza ao alvo, não se deixando dispersar por qualquer imprevisto e/ou novidade que porventura possam aparecer no decorrer da trajetória.

É fato que, para obter êxito, sua mente deverá ocupar-se somente de pensamentos que o levarão ao alvo; portanto, não permita sua mente dispersar. Lembre-se que a sua concentração é tudo o que você precisa para alcançar o que você deseja.

Por essa razão, é importante saber que sem foco, as dificuldades se transformam em sérios entraves, o mundo dos negócios passa a ficar como um “breu”; é como se o profissional estivesse em um túnel bem escuro, sem conseguir enxergar a saída, limitando desta forma toda e qualquer iniciativa, não tendo uma visão nítida do idealizado, se perdendo em meio à caminhada, prejudicando então o alcance dos resultados.

Com efeito, somente se você permitir, muitos fatores poderão influenciar no seu resultado, pois o alcance dos objetivos dependerá e muito de seus comportamentos e atitudes diante de tudo e de todos. A cada alteração nos resultados, seu comportamento poderá alterar-se, seja para o lado positivo, provocando tranqüilidade e equilíbrio e/ou negativo, advindo das pressões vivenciadas, provocando ansiedade excessiva e tensões, o que o levará a um desequilíbrio, podendo dessa forma, colocar tudo a perder.

No mesmo sentido, atributos como, autoestima, autocontrole, concentração, dedicação, empenho, envolvimento, comprometimento e poder de decisão, são de extrema importância no que tange ao alcance dos resultados esperados.

Nesse passo, é preciso que o profissional acredite em si próprio, confie em si mesmo, acredite em seu potencial, em sua capacidade, mantendo-se um autocontrole, bem como um equilíbrio emocional diante de todos “entraves” que ele eventualmente vivencia no cotidiano.

De igual importância, é preciso ter e manter o foco, centrando todos os esforços em prol do alvo a ser perseguido, se dedicando, se empenhando, se envolvendo e se comprometendo o bastante com o seu propósito, estudando, analisando e refletindo sobre a melhor tomada de decisão a ser feita que contribua para o alcance de seus objetivos.

A questão reside no fato de conscientizar-se que o tempo passa num piscar de olhos e que se o profissional não ficar atento, o mesmo ficará somente “a ver navios”. Por isso, é decisivo saber o que ele quer de sua vida pessoal e profissional, para assim traçar estratégias de como caminhar, mantendo o foco, priorizando o que deseja alcançar.

Para alcançar a conquista do que se deseja, é necessário fazer dos sacrifícios e obstáculos durante todo o processo, degraus para sua subida. Pensando assim, a “carga” carregada em seu ombro ao longo do percurso ficará mais leve, deixando de ser um fardo. Por conseguinte, a melancolia, a tristeza, a angústia, a dor, o medo e o sofrimento, poderão aparecer no decorrer do processo, mas estarão somente a lhe espreitar, não conseguindo nenhuma oportunidade de entrar e nem mesmo permanecer. Fatalmente a segurança conquistada e perseguida os inibirá.

Como se observa, o profissional seguirá a sua caminhada permanecendo forte como uma rocha, resistindo a todo e qualquer intempérie que porventura apareça e queira provocar um vulcão em sua vida, não se deixando inibir por quaisquer choques e/ou impactos. Ao contrário, mantendo sempre o equilíbrio e não desviando o foco nenhum “minuto” sequer, aprendendo com as diversas situações, descobrindo formas de enfrentamento, inovando, reconstruindo e com criatividade descobrindo novas maneiras de caminhar e de chegar ao “pódio”.

Enfim, é de grande valia que o profissional do século XXI, além de conscientizar-se da importância do foco em sua vida, planeje e concentre esforços, a fim de averiguar as reais relevâncias dos fatos, não se deixando inibir e muito menos se abater, mas resistindo a quaisquer detratores e obstáculos que porventura surjam, sempre considerando a ótica do foco no alcance dos resultados.

O PENSADOR

Um tesouro mais que maravilhoso



Pedro Coimbra

            O francês GamalielChantal nem bem pisou as terras brasileiras tomou duas atitudes: descobrir como encontrar uma expedição que o levasse para o Campo dos Goitacás e marcar com a lâmina o rosto do sujeito que o chamou de “Pintarroxo”.
            A segunda mostrou-se totalmente ineficaz, pois nunca mais se livrou do apelido que detestava motivado por uma enorme mancha sanguínea no lado direito da face.
            Tantas fez que acabou, depois de muitas andanças,no Planalto de São Paulo onde se engajou na bandeira de Fernão Dias Paes Leme.
            Começou então a mostrar suas qualidades de fidalgo sempre ao lado dos poderosos, principalmente os religiosos que acompanhavam a expedição.
            Ficou conhecido como comprador do ouro e dos diamantes que aos poucos eram encontrados.
            Enquanto os portugueses e os “brasileiros” aniquilavam os selvagens que encontravam, fez amizade com eles, o que lhe garantia facilidade de mantimentos em suas aventuras.
            Foi quando construiu, com toda sua inventividade, sua primeira igreja, na verdade uma capela, num ermodo Caminho Velho.
            Passou então a ser procurado e transformou-se num grande edificador de templos, cuja fama ia além da Província.
            Mas, continuava com seus negócios mais ou menos escusos, com aqueles homens que escavavam o chão a procura da fortuna.
            Tudo que amealhava colocava numa grande caixa de madeira de lei que todos denominavam como a “Arca” e que ele levava nas suas andanças, sempre debaixo do seu olhar de coruja, que tudo percebe.
            Um belo dia foi chamado para os Campos do Senhor, apesar de em vida ser um grande herege.
            Não se soube mais de sua “Arca” repleta de riquezas.
            Começou então a lenda do tesouro de Pintarroxo, desaparecido em terras tão estranhas e pelo qual muitos homens e mulheres entregaram sua vida.
            Anos depois, em Guapé, cidadezinha de Minas Gerais, José Militão, um auxiliar de topógrafo veio a conhecer a história e apaixonou-se por ela e enfou na cabeça encontrar a herança do francês GamalielChantal.
            Por esse sonho abandonou posses e a família, tudo o que muitas vezes parecia impossível e de outras muito real.
            Tantas fez o mineiro rude e xucro que acabou encontrando aIgreja de São José dos Pobres, última obra do galego.
            O lugar já havia sido escavado e esquadrinhado por todos os cantos por diversos aventureiros.
            Foi então que Militãoideiou que o tesouro talvez não estivesse guardado numa arca de madeira, uma grande caixa, mas num pequeno relicário, mais fácil de ser escondido.
            Numa tarde de uma sexta-feira descobriu o que procurava assentado em dos pilares da igreja. Ávido por riquezas abriu-o e só encontrou folhas manuscritas.
Nelas o “Pintarroxo” dizia ter devolvido para as profundezas o ouro e as pedras preciosas, guardando apenas um tesouro mais que maravilhoso, o seu amor a Deus.
            José Militão, o Zé Doido, como hoje é conhecido, maltrapilho e macerado, pregando as riquezas do Reino pode ser encontradoperdido pelas cidades e arraias de  Minas Gerais...

O exemplo de "cima"

Dizem que “o exemplo vem de cima” ou que “vale mais do que mil palavras”. Também falam que “nem tudo o que se diz se faz” e que “as aparências enganam”.
O fato é que existem muitas pessoas consideradas da “elite social” que, apesar do discurso, crêem que seus atos estão acima da lei ou do semelhante.
Isso, infelizmente, é cada vez mais comum entre os que escolhem a política como “profissão”. Mas não podemos esquecer que somos nós que os elegemos e, como isso, também estamos dando um mau exemplo. Aliás, embora não concorde plenamente com isso, falam que os políticos representam o povo. Se assim for, o que pensar da sociedade? Considerando as generosas doações de empresas e instituições a campanhas eleitorais, o que dizer da “alta sociedade”? Ela desaprova, pactua ou ignora a corrupção, em troca de banquetes “benemerentes” e tráfico de influência?

As “elites” podem ser minoria, mas são elas que ditam as regras!
No entanto, todos têm parcelas variáveis de participação, consciente ou inconsciente, nesse contexto. Qualquer que seja a condição social, crença, raça ou profissão, nossos atos, efetivos ou falhos, são exemplos.
A ascensão social ou profissional traz vantagens, ascendência; mas também importa responsabilidades, que alguns preferem ignorar, por conveniência, formação ou desvio de caráter, optando por tirar proveito daquilo que lhes interessa, desprezando o direito do outro.
É correto um ex-militar e toda a sua família dirigirem na contramão, para encurtar o acesso à sua casa? E o que dizer de quem critica e despreza um sem-teto que urina e defeca na rua, mas leva seu tótó para fazer o mesmo na porta dos outros, sem coletar a “caca” e, quando alguém reclama ainda retruca, cheio de razão, que a rua é pública?
Se for verdade que donos e cães são parecidos, e que “quem sai aos seus não degenera”, o que impedirá seus filhos de duas patas, com “pedigree”, de saírem por aí praticando seus vícios, vontades, “tradições” e “direitos”, com a benção e proteção paterna ou da “elite” a que pertencem?

Esses “pequenos” maus exemplos podem parecer pouco significativos perante as grandes mazelas da sociedade; mas, essa falta de respeito às leis e ao próximo pode ser o primeiro passo para outras irregularidades, cada vez mais graves. E quanto maior a ascensão de quem age assim, pior! Acreditando ser exemplo, na verdade estará se considerando superior, exceção, interpretando as regras sempre ao seu favor e, dependendo de seu poder, fazendo leis em benefício próprio.
Pode não haver regra sem exceção, mas quando a exceção negativa se torna regra temos uma sociedade injusta, imoral ou amoral, onde não haverá presídios suficientes para abrigar seus criminosos e a impunidade será regra!
Uma sociedade cheia de leis não é necessariamente uma sociedade justa. Bastariam poucas, se as pessoas simplesmente respeitassem regras básicas de convivência. Nesse sentido, o bom exemplo precisa vir de cima!
 

CEDECA RJ lança cartilha de educação política para adolescentes com participação do cientista político Jairo Nicolau

  Publicação “Quem cuida… da minha cidade? do meu estado? do meu país?” explica, em linguagem acessível, o funcionamento dos cargos político...