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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
MEC vai comprar 10 milhões de dicionários para escolas públicas
06/01/2011
Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil
Brasília – O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) vai comprar 10 milhões de dicionários de português para serem distribuídos às escolas públicas de educação básica em 2012. O órgão, uma autarquia do Ministério da Educação (MEC), é responsável pela aquisição e distribuição dos livros didáticos aos alunos da rede. O edital convocando as editoras será divulgado amanhã (7) noDiário Oficial da União.
Os dicionários deverão observar as novas regras estabelecidas pelo acordo ortográfico que entrou em vigor em 2009. A última vez que o FNDE distribui esse material foi em 2006, antes das mudanças. O prazo de adaptação às novas normas termina em 2012, de acordo com o decreto assinado há dois anos pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo o diretor de Ações Educacionais do FNDE, Rafael Torino, os livros didáticos distribuídos, em 2009 e 2010, para alunos do ensino fundamental são adaptados. Agora, falta adequar os materiais dos estudantes do ensino médio. “Em 2012, renovaremos os livros do ensino médio e, então, teremos 100% dos materiais dentro da nova regra”, disse.
O custo previsto no edital para adquirir os dicionários é de R$ 100 milhões. As obras não ficarão nas bibliotecas – cada sala de aula de ensino fundamental e médio receberá um kit com dez títulos. Serão comprados dicionários de quatro tipos, com especifidades diferentes de acordo com a série dos estudantes: do 1° ano do ensino fundamental, do 2° ao 5 ano, do 6° ao 9° ano e das três séries do ensino médio. Os dicionários destinados às turmas do 1º ano do fundamental, que recebe crianças a partir de 6 anos para alfabetização, serão mais simples, com menos verbetes e letras maiores.
Torino calcula que o custo médio de cada exemplar será de R$ 10. As editoras terão 90 dias para inscrever as obras e os materiais serão distribuídos no início de 2012 para serem utilizados no próximo ano letivo.
Edição: Lana Cristina
Amargura
| Amargura
Nada de amargura, só o gosto da erva crua no espírito do doente por dentro, mantendo os meus olhos abertos, para essa negra realidade de homens e... ...mulheres que conseguem viver sem solidariedade, mergulhados até a boca no sangue do iniquidade. Nada de tristeza só a sombra da maldade rondando as portas dos lares e conquistando soldados para o exército capitalista. Precisa-se de um coração com um mapa na mão para achar um bom lugar para se fazer uma oração até se chegar a uma epifania durante esta estadia aqui neste mundo. Deus não é o dinheiro, é o sentimento que te leva a razão.
José Luiz Grando é poeta em Itajaí E-mail: grandojl@yahoo.com.br
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
poesia
| A TUA CHEGADA
Quando tu apareceste na minha vida, Eu era um pouco infeliz, Vivia sem felicidade, Só existia um pouco de saudade, Que o outro amor deixou fixado... No meu peito tão amargurado.
Mas agora, com a tua chegada, Chegou à luz para iluminar meus escuros dias, Minhas noites sem luz, Minha vida vazia.
Amor, eu te agradeço... Por tudo que estas fazendo, Estás me modificando! Estás a me transformar! Graças a Deus amor. Que te encontrei para me amar. Vivaldo Terres
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HISTÓRIA DO PECADO - LISBOA ED. GUERRA E PAZ
Encaminhado por Nair Lúcia de Britto Data: Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011, 23:15 THOMSON, Olivier, Historia do Pecado. Lisboa: ed. Guerra e Paz, 2010 (Ca. 372 pp. e 18 euros)
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terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Você se lembra de quando Esperança foi embora?
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Bilhões de motivos para apostar na Copa do Mundo
Por Marcelo Gonçalves*
A realização no Brasil da Copa do Mundo de 2014 deverá provocar um impacto de R$ 183,2 bilhões na economia brasileira. Esta é a previsão do BNDES, instituição oficial que será responsável por financiar boa parte das obras para receber o maior evento do futebol mundial. O valor estimado equivale a quase 6% de toda a riqueza produzida no país em 2009, quando o PIB somou R$ 3,143 trilhões. Somente na área de turismo, a expectativa é receber ao longo do evento 600 mil estrangeiros e movimentar outros 3,1 milhões de brasileiros pelas cidades-sede do torneio.
Trata-se de uma notícia muito estimulante para o trabalhador e empreendedor brasileiro, já que a movimentação de recursos tão vultosos beneficiará diversos segmentos de nossa economia, em especial os setores de serviços e produtivo, gerando também milhares de empregos.
As perspectivas são especialmente boas para os jovens que estão entrando ou que iniciaram há pouco sua jornada no mercado de trabalho. As oportunidades a serem geradas até 2014 envolvem postos na construção civil; área de logística e transportes; indústrias de materiais de construção, produtos esportivos, eletroeletrônicos e brindes; prestação de serviços; segurança; educação; comunicação; alimentação; lazer; e turismo, entre outros.
O mercado de trabalho demandará profissionais nos mais variados estágios de formação, desde aprendizes, até pessoas experimentadas, com formação acadêmica e atividade prática de destaque. Para quem ainda estuda, os estágios e programas de trainee são o caminho mais direto para obter uma colocação em empresas que se envolverão com o evento. Os jovens profissionais terão a oportunidade de participar e contribuir com os projetos específicos destinados à Copa, ampliando sua experiência e diversificando a atuação. Já as pessoas mais experimentadas serão requisitadas para áreas de gestão, planejamento, supervisão e consultoria de apoio aos trabalhos.
Além das possibilidades com a geração de empregos, o momento da Copa do Mundo é ideal para o empreendedorismo. Um evento tão grande como esse é especialmente receptivo às novidades, ao diferencial, a ideias e produtos criativos e a novas opções de serviços. Mas há espaço também a atividades tradicionais e já consolidadas, desde que aplicadas e oferecidas de forma competente e com qualidade. Uma opção interessante nesse sentido é proporcionada pela abertura de unidades de franquia de negócios já estabelecidos, especialmente em áreas que serão estimuladas comercialmente pela realização da Copa, como as de alimentação e lazer.
As oportunidades são inúmeras, variadas e exigirão dedicação, envolvimento, conhecimento e competência daqueles que buscam uma colocação nesse momento diferenciado do país. Aos estudantes, profissionais e empreendedores caberá se preparar plenamente para que o mercado disponha de adequada oferta de mão de obra à demanda que evoluirá significativamente até 2014.
*Marcelo Gonçalves é sócio-diretor da BDO, responsável pela área de training no Brasil.
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