domingo, 3 de outubro de 2010

poesia

 

NASCI POBRE

 

Nasci pobre como muita gente,

E sempre senti o poder do dinheiro.

Ser pobre no Brasil é ser escravo,

E a quem diga que neste país não tem cativeiro.

 

Eu sinto a amargura de ser pobre,

E igual a mim sente-se muita gente.

Trabalha-se a vida inteira para os outros,

E nunca se consegue um salário decente.

 

Ser pobre é ser escravo, digo mais,

É não ter esperança no porvir,

E saber-se que sai governo e entra governo,

E que infelizmente vamos morrer assim.

 

Vivaldo Terres.


 

 

sábado, 2 de outubro de 2010

A santa que nunca foi santa


Pedro Coimbra


Ela nasceu em uma grande fazenda denominada Segredo, nas fraldas da Serra do Carrapato. As terras de seu pai, Coronel Anselmo, se perdiam de vista, num suceder de vales, planícies e montes. Dedicadas à mineração, à criação de gado e ao plantio de café as propriedades só prosperavam.
Aos pés de uma árvore de óleo balsamo ele ergueu um enorme casarão, adequado ao seu poderio. No andar superior os cômodos familiares, uma grande sala, a copa e a cozinha. Nos porões alojavam-se os escravos sempre escolhidos como muito cuidado nos leilões e trazidos para trabalhar diante do maior rigor.
Coronel Anselmo era considerado pelas cercanias um homem mau, que abusava das negras e vivia a fazer malvadezas com os negrinhos. Era pai de seis filhas e a última delas era Lia, que nasceu fora do tempo e foi criada no meio dos grandes seios de uma mulher que os brancos chamavam Maria e os negros de Yao.
Era uma menininha de cabelos alourados e encaracolados, com uma perna definhada, que andava pelos cantos do casarão, ensimesmada.
Naquela época as revoltas dos escravos, principalmente dos que viviam do trabalho na mineração eram comuns em todas as Vilas e lugarejos. Foi o que aconteceu na Fazenda Segredo numa noite sem lua. Os escravos fugiram das senzalas, mataram o Coronel Anselmo, seus familiares e incendiaram o casarão.
Só Sá Lia escapou no que foi considerado seu primeiro milagre. Andou por entre as barricas de sal que os revoltosos haviam espalhado pelo chão para que nada mais surgisse naquele lugar amaldiçoado. Pouco a pouco foi aprendendo a sobreviver de raízes que encontrava e de insetos.
Depois sentava-se num tronco, coberta de andrajos e punha-se a murmurar ladainhas ininteligíveis. As negras escravas trazidas por Yao, saiam de um quilombo formado nas cercanias e entregavam os seus rebentos para serem curados das doenças do dia a dia.
Seu segundo grande milagre foi tirar das mãos dos capitães do mato e dos aventureiros franceses um líder negro do quilombo chamado Belisário. Diziam que Sá Lia o salvara voando por cima do acampamento.
Um padre alemão, Cônego Francisco, condoído com sua vida sofrida a levou para morar na sua casa na Vila e colocou-a a fazer trabalhos domésticos e cuidar das coisas da Igreja. Mesmo assim filas de formavam as suas portas para que benzesse as pessoas de todos os males.
Numa missa vespertina aconteceu seu grande milagre, pelo qual seria para sempre lembrada. No momento da comunhão vários fiéis testemunharam que cascatas de sangue jorraram sobre sua cabeça. Deixou de ser Sá Lia e passou a ser denominada Santa Lia, sobre cuja cabeça caiam constantemente pétalas de rosa branca.
Cônego Francisco, a quem toda aquela movimentação desagradava muitas vezes acabou por construir uma capelinha no alto de um morro e um casebre para abrigar Santa Lia. Ela viveu por muitos anos e despediu-se deste Vale de Lágrimas já centenária, nos braços da multidão.
Os anos se passaram e muito antes das autoridades eclesiásticas determinarem um processo de santificação que todos os fiéis ansiavam, um advogado e jornalista, Jacinto Melo, que escrevia num jornal da capital, resolveu investigar a vida de Santa Lia.
Seu artigo repercutiu como uma bomba a começar pela manchete: “A santa que nunca foi santa”. Dissecava cada um dos milagres a ela atribuídos, a começar pelo de sua salvação quando da revolta dos escravos que tudo dizimaram. A garotinha fora acordada pela negra Yao e se escondera numa arca de jacarandá até o morticínio acabar. Não conhecia nenhuma oração especial e seus murmúrios continham palavras desconexas. Não levara pelos ares Belisário que saiu de sua prisão mercê de muitas mortes de seus companheiros. O grande milagre ocorreu num dia que a igreja estava vazia, com o Cônego Francisco e mais duas beatas. As versões para o fato eram contraditórias e o sacerdote nunca aceitou que algo sobrenatural houvesse acontecido. Ao contrário do que podia parecer Santa Lia tinha muitas ligações com os grupos políticos que dominavam a região...
A grande revelação do jornalista era que tivera acesso a cartas que Cônego Francisco deixara ao morrer, que comprovavam sua situação de amásio de Sá Lia, que resultou em pelo menos três rebentos.
Jacinto Melo foi execrado e sumiu na história, sendo que muitos atribuíam sua morte prematura a “aquela doença ruim”.
Para Santa Lia não ouve processo de beatificação ou santificação, mas até hoje, centena de milhares de devotos peregrinam até a sua capela...

Voto Limpo

Empate no STF sobre a Lei da “Ficha Limpa”:
Ela estaria vigendo já para esta eleição? Ela é um “arremedo de lei”?
Então: persistindo esse impasse até depois das eleições, o voto para seu candidato valerá?

Bem, a pergunta não deveria ser essa, mas: porque você votaria em alguém que, agora ou depois, foi ou poderia ser tornado inelegível por esta ou outra lei, que vise a moralizar o acesso aos Três Poderes?

A essa pergunta, outras poderiam ser agregadas:
Você vota nele por amizade, interesse pessoal, coação partidária ou religiosa, protesto ou o quê, que não seja acreditar na honestidade e competência do candidato? Você o defende com unhas e dentes? E com a sua consciência? Você é cabo eleitoral, “pau mandado” ou “de galinheiro”, convicto, de algum deles?
Essas perguntas são necessárias porque, parafraseando o antigo ditado, nós somos responsáveis pelo “Mateus” que parimos ou adotamos! No caso de eleição, quando apoiamos ou votamos num indivíduo que está ou poderia estar enquadrado nesta lei assumimos, declarada ou anonimamente, a condição de cúmplices de seus atos. Quando o reelegemos, então...
Há muito tempo atrás, havia um lema oficioso de campanha que afirmava: “Rouba, mas faz!”.

É só isso que podemos esperar de quem escolhe a política?
Tenho certeza absoluta que não, e existem bons exemplos disso!
Mas, como quem adota esse lema chega “lá”? Pelo voto ou pela indicação de quem foi eleito! E como as urnas eletrônicas reduziram a níveis desprezíveis o risco de fraude eleitoral, não há desculpa: o nosso voto é o grande responsável por todas as consequências!

Pense bem: quando seguidos levantamentos internacionais apontam o Brasil como um dos países mais corruptos do mundo, quem você acha que está sendo julgado por isso?
E aí, a Lei da “Ficha Limpa” valerá ou não para essa ou outra eleição?
A resposta deveria vir de outra pergunta:
Precisa de lei para orientar quem tem consciência limpa, ou para identificar quem enriquece ilicitamente, pratica nepotismo ou desvia verbas que deveriam ser aplicadas à saúde e educação?

É certo que a propaganda e os discursos eleitorais não ajudam muito a revelar o caráter dos candidatos. Alguns até usam deliberadamente deles para desviar a atenção do eleitor do assunto. O que mais se aproxima dessa necessária revelação é o debate, mas mesmo ele - com todas as regras pré-estipuladas pelas assessorias políticas e orientações de “marketeiros” - também tem sua confiabilidade limitada. Há ainda as denúncias da imprensa, muitas delas plantadas por opositores, traidores ou preteridos.

São verídicas? Bem, isso depende de apuração e não de amordaçamento.
O ideal, embora nem sempre possível, é conhecer muito bem o candidato. E se você o conhece bem, inclusive o que o desabona moral e eticamente, e vota nele, como justificar, depois?

Valendo ou não a Lei da “Ficha Limpa”, o que realmente serve e vai levar o Brasil a um novo e necessário patamar de confiabilidade interna e externa é o voto de consciência limpa. E para isso não precisa de lei!

POÉTICA INFANTIL ...@(0.0)@... MEU TRENZINHO !




Curso de Formação de Maridos




Objetivo pedagógico:

Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência (o cérebro).

São 4 módulos:

Módulo 1: Introdução (Obrigatório)
1 - Aprender a viver sem a mamãe. (2.000 horas)
2 - Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)
3 - Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500 horas)
Módulo 2: Vida a dois
1 - Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)
2 - Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas. (500 horas)
3 - Superar a síndrome do 'o controle remoto é meu'. (550 horas)
4 - Não urinar fora do vaso. (1000 horas - exercícios práticos em vídeo)
5 - Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)
6 - Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)
7 - Como sobreviver a um resfriado sem agonizar. (450 horas)
Módulo 3: Tempo livre
1 - Passar uma camisa em menos de duas horas. (exercícios práticos)
2 - Tomar a coca-cola sem arrotar, quando se está à mesa. (exercícios práticos)
Módulo 4: Curso de cozinha
1 - Nível 1. (principiantes - os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA
2 - Nível 2. (avançado) Minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela.
3 - Exercícios práticos Ferver a água antes de por o macarrão.
Cursos Complementares
Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos terão no máximo três alunos.
1 - A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos.
2 - Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade. (práticas em laboratório)
3 - Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela.
4 - O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)
5 - Como baixar a tampa do vaso passo a passo. (teleconferência)
6 - Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.
7 - Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)
8 - O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa.
9 - A lavadora de roupas: esse grande mistério.
10 - Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão. (exercícios com musicoterapia)

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

É PELOS FRUTOS QUE SE RECONHECE A ÁRVORE


Por:

Nair Lúcia de Britto.

A árvore que produz maus frutos não é boa e a árvore que produz bons frutos não é má. Não se colhem figos dos espinheiros, e não se cortam cachos de uva sobre as sarças.

O homem de bem faz suas boas ações inspirado nos tesouros do seu coração; e o homem mau pratica suas maldades, levado pelos sentimentos ruins que ele próprio deixou entrar em seu coração.

Todos nós devemos ter muita cautela com homens falsos que aparentam a doçura das ovelhas, por fora; mas, por dentro, são lobos ferozes.
O que caracteriza uma pessoa do bem são principalmente seus valores morais e suas obras.

As boas atitudes devem sempre acompanhar as boas palavras; porque, se suas atitudes não condizem com suas boas palavras, é sinal de falsidade.

O orgulho também é um sinal alerta. O homem bom foge desse sentimento porque o orgulho macula
tudo que toca. O homem generoso é humilde e modesto; e o orgulhoso é cheio de si...

Aqueles que trabalham levando em consideração as leis divinas (as mais justas) serão acima de tudo modestos e humildes.
Deus não confia missões importantes senão àqueles mais fortes e que estarão aptos a cumpri-las. O que significa que o mestre deve saber mais do que o aprendiz..  Devemos usar a razão e o bom-senso ao avaliar a sinceridade de suas promessas.
Quem é sincero não promete nada que, racionalmente, não seja possível.

Ninguém é perfeito; mas os bem-intencionados (seja qual fora a classe socialestão sempre procurando ser, a cada dia, uma pessoa melhor.
O trabalho tanto braçal como intelectual é uma necessidade do homem; pois será unicamente através dele que poderemos aprimorar o nosso espírito.
Daí porque é imprescindível oferecer oportunidades para que todo homem trabalhe; quando tenham as condições físicas ou psíquicas para isso.

Enfim, para o sucesso de um bom administrador é preciso também o bom desempenho de todos aqueles que estão subordinados a ele, sem nenhuma exceção! Tendo sempre como meta a justiça e a igualdade.

BOAS ELEIÇÕES!

(Texto inspirado no Capítulo XXI do Evangelho segundo o Espiritismo).

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

"Educação Para Transformação

V SEMANA DA EDUCAÇÃO da Faculdade de Educação da Unicamp

Este ano o tema da Semana da Educação é "Educação Para Transformação" e acontecerá de 4 a 9 de outubro de 2010.

As inscrições (gratuitas) estarão abertas no período de 20/9 a 1/10.

Inscrições: http://cap-unicamp.webnode.com.br/semana2010/

SEGUNDA ? 04/10

9h ? Credenciamento: todos os participantes devem comparecer ao credenciamento para confirmação da sua inscrição, recebimento do kit de materiais e instruções para participação no evento.

LOCAL: Centro Acadêmico de Pedagogia (CAP) ? atrás da cantina da Faculdade de Educação (FE).

14h ? Mesa de abertura: ?Educação Para Transformação?

EMENTA: A sociedade capitalista impõe hoje mais do que nunca sua visão de mundo e empurra cada vez mais nossa sociedade para uma lógica mercadológica onde a dimensão humana é esquecida. Contudo, cabe a nós educadores o papel de pensar a educação como instrumento de transformação da sociedade e dos sujeitos. E é retomando as idéias de Paulo Freire e Maurício Tragtemberg que buscamos subsídios à essa discussão.

Prof. Dr. Roberto Leher (FE ? UFRJ)

Prof. Dr. Carlos Rodrigues Brandão (IFCH ? Unicamp)

Profa. Dra. Doris Acciolly (FE ? USP)

LOCAL: Salão Nobre da FE

19h - Atividade Cultural (programação e local a confirmar)

TERÇA ? 05/10

9h ? Mesa: "Pedagogia do Infinito: caminhos para a educação do Ser integral"

EMENTA: Apresentamos nesta mesa uma educação que considera e trabalha aspectos que vão além das questões materiais. Dessa forma, além de buscar desenvolver o corpo, busca também o pleno desenvolvimento da alma e do espírito, sendo portanto trabalhada a transformação através da espiritualização, independente de religião. Possui uma iniciativa de admitir princípios morais ligados à transcendência do ser, propondo que se busque sair da perspectiva materialista e imediatista, tendo como bandeira a reforma íntima de seus educadores, refletindo assim no desenvolvimento de seus educandos. Trabalhando principalmente no educando a cooperação, a busca pelo autoconhecimento, a verdade e a moral, alimentando ainda o sentimento de empatia (capacidade de se colocar no lugar do outro), esta dimensão constrói um coletivo mais humano, pois o que está no singular se mostrará, também, no plural. Pessoas conscientes e humanas transformarão seu coletivo em consciente e humano. Este é o estandarte da Pedagogia do Infinito. Nesta mesa, a Fundação Bezerra de Meneses mostrará a Pedagogia Integrada e sua forma de atuação na transformação social. A pedagogia Waldorf apresentará um pouco da Antroposofia, filosofia na qual se sutenta, e apontará aspectos essenciais para a educação do ser Integral.

Fundação Bezerra de Menezes

Representante da pedagogia Waldorf

LOCAL: Salão nobre da FE (Prédio Principal)

14h  - Oficina de iniciação ao teatro, com Valdirene Rodrigues

Duração: 3h

Número de vagas: 30

LOCAL: sala ED03 (prédio Anexo)

14h ? Oficina de Massoterapia e Relaxamento, com Caroline Florido

Duração: 3h

Número de Vagas: 15

LOCAL: sala LL08 (prédio principal)

14h ? Oficina de Encadernação, com Carolina Tiemi Odashima e Laura Francozo

Nesta oficina os alunos aprenderão a técnica de encadernação com a lombada aberta ("coptic stitch"). Os materiais serão disponibilizados pela organização, com a exceção do tecido para encapar. É necessário que cada aluno traga um pedaço de tecido de aproximadamente 30x40 cm.

Duração: 3 horas

Número de vagas: 10

LOCAL: ED04 (Prédio Anexo)

14h ? Oficina de brinquedos e brincadeiras para bebês e crianças pequenininhas, com Beatriz Ruela

Duração: 3h

Número de Vagas: 30

LOCAL: ED01 (Prédio Anexo)

14h ? FILME * Título à Confirmar

LOCAL: ED02 (prédio anexo)

19h ? Mesa: "A transformação começa desde pequeno: A Educação Infantil em debate"

EMENTA: A LDB de 1996 define a Educação Infantil como primeira etapa da educação Básica, antecedendo o Ensino Fundamental e Médio. As discussões acerca deste nível de ensino foram sempre divididas entre o cuidar e o educar, e continuam sendo; como se pode observar com a proposta do MEC da obrigatoriedade da matrícula das crianças de 4 e 5 anos. E qual é a voz das crianças neste processo? É reconhecido seu direito ao brincar? Existe um diálogo entre os profissionais deste nível de ensino e estas crianças? É partindo destas questões e reconhecendo esta como uma discussão fundamental neste contexto controverso que propomos esta mesa.

Ana Lúcia Goulart de Faria (FE ? UNICAMP)

Maria Carmem Barbosa (UFRGS)

Ligia Aquino (UERJ)

LOCAL: Salão nobre (prédio principal)

QUARTA ? 06/10

9h ? Mesa: ?Arte-educação Como Dimensão da Transformação Social?

EMENTA: Entender que educar é também uma arte implica na necessidade de se vincular o campo das artes ao fazer pedagógico numa perspectiva transformadora. Por isso, o educador deve compreender este potencial das artes e envolvê-lo em sua prática pedagógica, como forma de possibilitar a transformação dos sujeitos. A arte também é uma forma de conhecimento, distinto do conhecimento lógico-conceitual, mas que pode estabelecer com ele relações proveitosas e mais abrangentes em relação à compreensão da vida.

Marcia Strazacappa (FE-UNICAMP)

João Francisco Duarte Jr. (IA-UNICAMP)

Daniel Dobrigkeit Chinellato (Doutorando IA-UNICAMP)

LOCAL: Salão nobre (prédio principal)

14h ? Roda de conversa sobre gênero

LOCAL: ED09 (prédio anexo)

14h ? Roda de conversa sobre cirandas no MST, com o grupo responsável pela ciranda do Assentamento Elizabeth Teixeira em Limeira.

Troca de experiências sobre a prática das Cirandas nos assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra.

LOCAL: ED02 (prédio anexo)

14h Roda de Conversa sobre ?Juventude e Violência?, com a Pastoral da Juventude

LOCAL: à confirmar

16h ? Roda de conversa sobre educação ambiental, com Livia Moreira Sena e Janaina Santos

Pensando na Educação Ambiental como um viés fundamental para uma perspectiva transformadora, organizamos essa roda no intuito de trazer esse aspecto importante para nossa Semana.

LOCAL: ED10 (prédio anexo)

19h Apresentação do Coral "Açucenas" - Regência de Ana Salvagni - vencedora do Prêmio da Música Brasileira 2010 - Melhor Disco Regional - com o CD "Alma Cabocla" -www.anasalvagni.com.br - Realização: LABORARTE (Laboratório de Estudos sobre Arte, Corpo e Educação)

LOCAL: Salão Nobre (Prédio Principal)

19:30h ? Mesa: ?O Papel dos Movimentos Sociais na Transformação Social?

EMENTA: Essa mesa pretende colocar em discussão o papel dos movimentos sociais na construção da cidadania e responsabilidade para com a sociedade, assim como destacar a necessidade de se pensar uma nova realidade social.

Claudia Praxedes (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)

Joseane Búfalo (Oposição Sindicato dos Servidores Municipais de Campinas)

Representante ENECOS (Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social)

LOCAL: Salão nobre (prédio principal)

QUINTA ? 07/10

9h ? Roda de conversa sobre educação libertária, com Aline Bagetti e Laisa Guarienti


LOCAL: ED07 (prédio anexo)



9h ? Roda de conversa sobre educação em Freinet


LOCAL: ED01 (prédio anexo)



9h ? Oficina de quadrinhos


Duração: 3h


Número de Vagas: 30


LOCAL: ED10 (prédio anexo)



9h ? FILME *título a confirmar


LOCAL: ED11 (prédio anexo)



14h ? Mesa: "Educação Para a Diversidade"


EMENTA: Para a transformação social é necessária uma educação que rompa com a educação sexista, trabalhando inclusive o preconceito existente em nossa sociedade. Discutir a diversidade sexual é uma necessidade da sociedade e uma obrigação de todos nós educadores.


Deco (Escola Jovem LGBT)


Carmem Lúcia Soares (FEF/Unicamp)


Representante grupo IDENTIDADE


LOCAL: Salão nobre (prédio principal)



19h ? Oficina "Quem conta um conto aprende um tanto", com Livia Pinheiro


A oficina visa sensibilizar os participantes para a arte de contar histórias e introduzir alguns recursos (internos e externos) utilizados pelo contador.


Duração: 3h


Número de vagas: 25


LOCAL: ED03(prédio anexo)



19h ? Oficina: ?O Ensino de Arte na Educação Especial?, com professora Virginia


Duração: 3h


Número de Vagas: 30

LOCAL: ED07 (prédio anexo)


19h  - Oficina ?Vivência em Danças Populares?, com Roberta de Paula Vivência das danças populares: Coco, Ciranda e Samba de roda. A oficina abordará o histórico das danças ( destacando aspectos culturais, sociais e geográficos); vivência dos movimentos básicos característicos dessas manifestações, e também a percepção dos seus respectivos ritmos. Sugerimos que as (os) participantes utilizem roupa confortável, e se possível, levem saia rodada. Breve resumo das danças: O Coco: está presente em vários estados do nordeste brasileiro, e há vários tipos de Coco. Ele é originário do samba e do baiano- herdeiros do batuque africano; uma das hipóteses é que tenha surgido no Quilombo dos Palmares (Alagoas)./ A Ciranda: é um misto de canto e dança, brincadeira e diversão, é dançada por adultos e crianças. A Ciranda, conforme a maioria dos historiadores, é originária de Portugal e começou a ser observada, no Brasil, a partir da zona norte de Pernambuco, sobretudo no município de Goiana-PE , depois espalhou-se por todo o nordeste. / Samba de roda: mistura de música e dança, é variante musical mais primitiva do samba, originário do estado da Bahia, provavelmente no século XIX; estilo musical tradicional afro-brasileiro associado à uma dança, que é acompanhado


por canto e palmas.


Duração: 2h


Número de Vagas:


LOCAL: ED04 (Prédio Anexo)



19h Oficina "Artes: 'algumas' linguagens na Educação Infantil", com Marta Raquel de Araújo Lima Moreira


Duração: 3h


Número de Vagas:


LOCAL: à confirmar



19h ? FILME *título a confirmar


LOCAL: ED14 (prédio anexo)



22h Roda de Samba


LOCAL: No CAP



SEXTA ? 08/10



9h - Oficina de vivências corporais, com Henrique Carioca

Duração: 3h

Número de Vagas: 30

LOCAL: ED03 (prédio anexo)



9h - Oficina de Massoterapia e Relaxamento, com Caroline Florido

Duração: 3h

Número de vagas: 15

LOCAL: LL08 (prédio principal)


9h - CONTINUAÇÃO Oficina de Encadernação, com Carolina Tiemi Odashima e Laura Francozo


LOCAL: ED06 (prédio anexo)

09h - FILME *título a confirmar

LOCAL: ED01 (prédio anexo)


14h ? Tarde Cultural: Exibição e discussão de filmes

LOCAL: Salão nobre (prédio principal)


19h ? Mesa: "Pedagogia para as crianças de 0 a 10 anos: desafio contemporâneo para os direitos à infância"

EMENTA: O ingresso das crianças no Ensino Fundamental têm sido cada vez mais discutido, primeiramente com sua extensão para 9 anos, e atualmente com o projeto de lei 6755/2010, que busca tornar obrigatório a entrada das crianças de 5 anos neste ciclo. Nós educadores devemos debater amplamente o tema para compreender as causalidades destas medidas impostas na aprendizagem destas crianças.

Roberta de Paula (professora rede municipal de Campinas)


Anete Abramowicz (UFSCAR)

Lisete Arelaro ( FE ? USP)

LOCAL: Salão nobre (prédio principal)

22h - Coquetel de Encerramento

LOCAL: no CAP

SÁBADO - 09/10

7h - Saída do ônibus para visita à Escola Nacional Florestan Fernandes (Universidade Popular dos Movimentos Sociais).


Convidamos todos a participar do VI Workshop Produção Escrita e 
Psicanálise, que  desenvolverá a seguinte temática : Movimentos pelo 
escrito: Do medo ao entusiasmo?. Neste ano, discutiremos os diversos 
aspectos envolvidos na possível sustentação apaixonada de uma ação 
docente.
O evento acontecerá nos dias 21 e 22 de outubro de 2010, no Auditório 
da Faculdade de Educação da USP.

As inscrições são gratuitas, e podem ser realizadas acessando-se o 
seguinte link:
http://www3.fe.usp.br/secoes/inst/novo/agenda_eventos/inscricoes/01.asp?num=206

Para maiores informações sobre a programação, acessar nosso site: 
http://paje.fe.usp.br/~geppep/index.htm

Contamos com a participação de todos!
Atenciosamente,
Suelen Gregatti da Igreja - geppep@usp.br
Comissão Organizadora


Exposição de Maria Auxiliadora Silva encerra temporada em Nova York ampliando debate sobre arte brasileira

  Com curadoria de Bruna Grinsztejn, a mostra reuniu pinturas que despertaram discussões sobre memória, identidade, relações sociais, trabal...