quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

MUSEU AFRO BRASIL ABRE INSCRIÇÕES PARA O FÓRUM SOBRE RELAÇÕES RACIAS

 

 

Museu Afro Brasil: Fórum sobre relações étnico-raciais destaca a comemoração do Mês da História do Negro Americano

 

Evento: Fórum "Uma Visão Comparada das Atuais Relações Raciais nos EUA e Brasil"

Data: 24 de fevereiro, das 14 às 17 horas

Local: Museu Afro Brasil - Auditório Ruth de Souza

Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Parque Ibirapuera

Inscrição: Gratuíta

Informações: (11) 5579-0593

 

São Paulo - O Museu Afro Brasil em parceria com o Consulado Geral dos Estados Unidos promove no próximo dia 24 de fevereiro, das 14 às 17 horas, o Fórum Uma Visão Comparada das Atuais Relações Raciais nos EUA e Brasil. O evento destaca as comemorações do Black History Month (Mês da História do Negro Americano), que todo mês de fevereiro mobiliza a comunidade afro-americana. O evento reunirá especialistas convidados dos dois países para compartilhar experiências e discutir sobre o tema. O Cônsul Geral, Thomas White e o Diretor-Curador do Museu Afro Brasil, Emanoel Araujo falarão na abertura do evento.

O painel de discussão contará com as participações de seis convidados: Dr. David Brooks,  Cônsul Político – Professor de História; Dr. Calvin Watlington,  Cônsul Administrativo - Advogado; Deneyse A Kirkpatrick, Vice-Cônsul-   Mestre em Administração de Negocios da Universidade de Howard e Mestre em Administração da Universidade de Georgetown; Prof. Luiz Carlos dos Santos, Sociólogo e Pesquisador de Relações Raciais no Brasil; e Jackline Romio, pesquisadora USP/UFBA. A mediação será da Dra. Ligia Ferreira, presidente do Conselho do Museu Afro Brasil.

No encerramento do evento os participantes farão uma visita orientada à Exposição "Eu Tenho um Sonho: De King a Obama - A Saga Negra do Norte", aberta em novembro de 2009.

O evento é dirigido aos funcionários do Consulado Geral dos Estados Unidos, estudantes da USP  e de outras instituições  e interessados nas questões raciais no Brasil. 

 

Mês da História do Negro Americano - Todo mês de fevereiro é  dedicado à História do Negro Americano. Nos EUA são rendidas homenagens às lutas e triunfos de milhões de cidadãos americanos diante dos mais difíceis obstáculos, como a escravidão, o preconceito, a pobreza, bem como às suas contribuições à vida cultural e política da nação.

     O Mês da História do Negro Americano foi uma  inspiração de Carter G. Woodson,  acadêmico e historiador notável,  que instituiu a Semana da História do Negro em 1926. Ele escolheu a segunda semana de fevereiro por coincidir com o aniversário do presidente Abraham Lincoln e do abolicionista Frederick Douglass.

De acordo com o censo, há mais de 41 milhões de habitantes negros nos Estados Unidos, incluindo os de mais de uma raça. Eles formam 13.5 por cento da população total norte-americana.

 

 

Serviço:

Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Parque Ibirapuera – Portão 10
Funcionamento: de terça a domingo – das 10 às 17 horas (permanência até às 18 horas)
Estacionamento: Portão 3 – Parque Ibirapuera (Zona Azul)
Entrada: Grátis
Informações: (11) 5579-0593

 

 

"CARTÃO DE PÁSCOA"_"MENSAGEM PASCAL"

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"AULA DA PÁSCOA"_"ARTESANATO COM BALÕES"_"CHAMADINHA ESCOLAR COM CENOURA DE E.V.A LARANJA E FOLHA COM PAPEL CREPOM! BOA PÁSCOA, COM JESUS NO CORAÇÃO!

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bunnyridingbikeschoolsm.gifBOA PÁSCOA NO RENASCIMENTO, NA PAZ DE CRISTO!


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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

TEXTO_ música, rima e quadrinha_"BRINCAR CARNAVAL"




BRINCAR CARNAVAL


Brincar carnaval, brincar carnaval,
cantar e dançar,
alegria total!

Uma pinturinha no rosto
ou máscara e fantasia,
vou seguindo brincando muito,
batendo palmas,
me entregando ao banho de espumas!

Brincar carnaval, brincar carnaval,
cantar e dançar,
alegria total!

Tem urso, fada e borboletinha
sambando perto da flor.
Tem confete, tem serpentina,
tem muitas cores em meu amor!

Brincar carnaval, brincar carnaval,
cantar e dançar,
alegria total!

PARTES MIRIM


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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

ATIVIDADE DE CRIANÇA: "MÁSCARA DE CARNAVAL OU LEMBRANÇA DE COELHO DA PÁSCOA EM E.V.A"



ESSA DICA É BACANA MESMO!

PODE ESCOLHER CONFECCIONAR UMA MÁSCARA DE CARNAVAL

OU LEMBRANÇA DE COELHO DA PÁSCOA!

UM RECURSO SIMPLES, BARATO E LINDO!



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DICAS





LEMBRANÇA DE COELHO DA PÁSCOA em E.V.A

MEDIDA total- 30 cm (O tamanho de uma régua comum).



*O modelo da foto está em E.V.A laranja.

É o coelho suporte para mini ovinho. (cestinha)

Fiz rapidinho para a finalidade de modelo mesmo,

te ajudando a ver que as partes precisam ser iguais,

porque aparece a diferença.



Então você faz o molde do seu contorno do coelho

em 15 cm e corta duplo, tá?



*Faz o seu coelhinho branco, que fica lindo!

*O coelho é fechado com fita no pescoço.







*Na confecção da MÁSCARA DE CARNAVAL,

basta enfeitar com colagens diversas, brilhos, botões espelhados,etc.

Fazer o furo nas laterais e amarrar com elástico.

Lembrando que o local para a abertura do olho,

fica entre os "9 e 13 cm" DA RÉGUA.

Em corte duplo, os dois espaços dos olhos ficam certinho!





*Espero que tenham gostado!






quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Uma velha história

Pedro Coimbra
ppadua@navinet.com.br


Fim de semana modorrento, um calor insano que ventilador ou ar condicionado nenhum consegue amainar, às vésperas de mais um carnaval.
A única solução é beber bastante água de coco e ficar zapeando pela tevê a procura de um assunto interessante.
O que surge na telinha prende minha atenção e me assusta, numa reportagem enorme sobre profecias e algumas vagas informações científicas que dizem que este nosso mundinho de Deus de 2012 não passará.
Demoro a cair na real e fico pensando que quando era menino as pessoas diziam que acabaríamos ora debaixo d´água ou no fogo e que de 2000 não passaríamos.
A matéria fala dos maias, de uma tribo de índios americanos, de indus, de Nostradamus, cientistas pouco conhecidos, choque de um asteróide com o planeta e atividade solar...
Esta salada fantasiosa, com resquícios de veracidade, me faz lembrar meu pai que sempre foi um homem muito pragmático e que sempre dizia que profecias eram desvarios, seus autores eram incapazes de prever seu próprio destino e que tinham mais aceitação na medida em que fossem mais enigmáticas.
A raça humana acabará um dia, como já aconteceu com diversos seres que habitaram a Terra. O planeta também, pois mesmo gigantescas estrelas são engolidas por buracos negros ou vitimadas pela sua força gravitacional.
Afinal de contas, tudo é finito, menos o espírito.
Por conta dessas teorias estapafúrdias fanáticos aglutinam seguidores e o final é sempre de descrença e tragédia...
Mais importante para mim agora na telinha é a história de uma dona de casa bonitinha, com umas gordurinhas a mais, que quer recuperar sua auto-estima no verão e vestir um biquinininho bem sensual.
Acaba nas luzes da mídia, vitimada por magarefes, que por preço aviltado praticam procedimentos cirúrgicos de que só ouviram falar.
E lá vai mais uma mulher engraçadinha vitimada por operação plástica que parecia ser tão baratinha...
Os autores da carnificina nunca serão punidos, como já se tornou...
E as crianças que desaparecem sem nunca mais dar notícias? O que acontece com elas? Tornam-se novos Peter Pan, perdidos na Terra do Nunca?
Por incrível que pareça, as vésperas do mundo acabar, segundo pessoas bem informadas a maioria delas é vitimada por rituais de Magia Negra...
Ainda bem que na alta madrugada sintonizo um canal onde Chico Pinheiro, José Renato, ex- Boca Livre, e Vanderléia, a Ternurinha, batem papo sobre música.
Eu que durante muito tempo tive traumas por ser apaixonado por bossa nova e rock, tudo ao mesmo tempo, vejo com prazer o compositor afirmar que música é principalmente atitude.
E não é a nossa vidinha uma velha história, sempre uma reação ou maneira de ser diante das situações?
Desligo meu eletrodoméstico e penso que um estudioso de Nostradamus bem poderia encontrar uma centúria que indique que tudo vai se acabar bem longe do amor e alegria, de preferência numa Quarta-Feira de Cinzas...

Outros Carnavais

Era o ano de 1965:
Eu tinha cinco anos de idade e morava num bairro simples e tranquilo, onde as crianças podiam brincar na rua, sem sustos.
Só havia casas e as portas podiam ficar destrancadas durante o dia. O único senão era o casarão da esquina, único com muros altos, onde nunca víamos ninguém. Era a nossa casa mal-assombrada!
De noite, nos dias quentes, as pessoas colocavam cadeiras nas ruas e todos conversavam. Havia respeito, confiança e amizade.
Nosso quintal tinha mamoeiro, nespereira, laranjeira e uma horta bem diversificada, com canteiros e cercas. E olhem que o terreno tinha apenas cinco metros de largura! Mas eram as carambolas da Dona “Zalé”, vizinha predileta, o objeto de desejo. O dinheiro era curto, mas a felicidade não tinha preço.
O Carnaval era uma brincadeira inocente. Havia malícia e sensualidade, sem dúvida, mas também havia limites consensuais.
Todos os clubes tinham bailes e sempre estavam cheios, como os campos de futebol de então. Havia bailes públicos nas ruas, desfiles de fantasias e escolas de samba sem a pompa e circunstância de hoje, mas com alegria despretensiosa.
Os grandes artistas ainda compunham marchinhas para a época. Havia batalhas de confete, corsos e encontro de blocos, onde o máximo que acontecia era um jogar farinha e água (água mesmo!) no outro.
Pais e filhos caminhavam de mãos dadas entre foliões fantasiados.
As brincadeiras eram consentidas. Havia quase uma cumplicidade de todos.
Tudo era uma grande e democrática festa!
O clima contagiava todos e as pessoas se olhavam e se relacionavam sem tanto preconceito e formalidade.
Se para as crianças tudo já era uma grande festa e fantasia, o Carnaval era o ponto culminante!
Um dia, um vizinho, dono de um caminhão de aluguel, resolveu convidar todas as crianças da rua para dar um passeio. Os pais nem titubearam: “Podem ir!”.
O caminhão era um Ford da década de 1920, daqueles que a partida era na base da manivela. Ninguém se importou, pois além de quase ninguém ter carro, fazia sucesso na televisão a série “Comedy Caspers”, com vários personagens do cinema mudo, entre eles um grupo de crianças que tinha um parecido.
Subimos todos na carroceria, munidos de confete e serpentina, e iniciamos nossa pequena odisséia pelas ruas da cidade.
Saudávamos e éramos saudados por todos! Outras crianças corriam, tentando pegar nosso véu de serpentinas ou dar-nos um “caldo”. As buzinas faziam coro.
Foi a primeira e última vez que fiz esse passeio, pois no ano seguinte mudamos de bairro, para um apartamento. Pouco depois, soubemos que a Dona “Zalé” falecera.
As fantasias de infância foram desaparecendo, queimadas pelo amadurecimento precoce, e a vida virou, por um longo tempo, uma Quarta-Feira de Cinzas.
A cidade perdeu seu jeito inocente. As pessoas não convivem mais nas ruas, mas em grupos “seletos” e fechados, que vivem de querer tudo para si e nada para os outros. Mas a casa e as lembranças daquele carnaval ainda estão lá!
Curiosamente, lá se vão mais de quarenta anos. Uma quaresma!
Graças a Deus, não precisei de tanto tempo para ressuscitar a crença em dias melhores. Hoje sei que mesmo os dias que parecem ruins, são prenúncios de melhores, pois, mal sabia eu, minha Colombina, que só conheci muitos anos depois, morava a poucos metros daquele apartamento sem glamour nem quintal.
Hoje, fazemos parte do bloco da esperança, que precisa sair para desfilar, jogar seus confetes e serpentinas, e trazer o povo para as ruas, para voltar a se conhecer, conviver e respeitar.
Que tal vir para esse bloco também, “Seja você quem for, seja o que Deus quiser. Seja você quem for, seja o que Deus quiser”?

Exposição de Maria Auxiliadora Silva encerra temporada em Nova York ampliando debate sobre arte brasileira

  Com curadoria de Bruna Grinsztejn, a mostra reuniu pinturas que despertaram discussões sobre memória, identidade, relações sociais, trabal...