quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mídia, Poder e Ética é tema do Café Intercom/Saraiva de 24/09

O Café Intercom do dia 24 de setembro conta com a mediação do Prof. Dr.
Carlos Costa, Coordenador de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero, e debate
o tema Mídia, Poder e Ética. O evento tem como convidado o jornalista e
professor Caio Túlio Costa que, a partir das intuições teóricas de Otávio
Ianni, no texto "O príncipe eletrônico", discorre sobre o assunto e conversa
com os participantes sobre os principais conteúdos de seu mais recente
livro, Ética, jornalismo e nova mídia: uma moral provisória.

O Café Intercom é na Livraria Saraiva do Shopping Pátio Paulista, a partir
das 19h30, na Rua 13 de Maio, 1947, Bela Vista, São Paulo, SP.

Artigo: Preparação do pedagogo em um período de mudanças

 

PREPARAÇÃO DO PEDAGOGO EM UM PERÍODO DE MUDANÇAS

 

 

Maria Alice de Castro Rocha *

 

 

Acredito ser a preparação do educador uma das responsabilidades mais nobres existentes em uma sociedade. Como seres humanos, estamos destinados ao aprendizado e à construção de conhecimentos advindos.

O Pedagogo é preparado para pensar a educação, em seus vários âmbitos. E esta é hoje muito complexa, pois vivemos no mundo dominado pela tecnologia que inaugurou uma nova forma de relação entre as pessoas e as informações, o conhecimento.

O centro primeiro da Pedagogia é, entretanto a docência, sobretudo da educação infantil e do ensino fundamental (séries iniciais). Muitos, diante disto, dirão que esta é a parte mais simples de uma formação acadêmica, pois se trata de se ocupar do início de aprendizados simples, sem grandes sofisticações.

Pode-se mesmo acreditar que qualquer um cuida de criança e qualquer um ensina as primeiras letras e os primeiros cálculos. Isto só se poderia considerar por desconhecimento do que significa educação e o cuidar .

Para ensinar um saber devemos dominá-lo. Então quem sabe escrever, sabe ensinar.... Ledo engano. O ensinar trabalha não só com dado saber como com formas de permitir que o outro construa seu conhecimento. O domínio de um saber não basta para que o outro construa seu conhecimento. Como diria Guy Brousseau, o professor precisa criar situações didáticas que favoreçam o conhecer, o aprender.

Isto é, o professor é responsável por fornecer subsídios para que cada ser construa seu conhecimento. Deve lidar hoje com gestão de conhecimentos e de pessoas, que ultrapassa o fornecimento de dados prontos. Lida não só com as construções atuais como com projeções futuras e com um ser dotado de vivências próprias paralelas e anteriores; com sonhos e simbolismos..

É um profissional que deve dominar questões teóricas complexas para entender o sentido da educação e ao mesmo tempo entender as metodologias e práticas de ensino que lhe permitam construir um saber prático profissional. Deve receber subsídios para uma formação que lhe permita perguntar: para que? Por que? O que ensinar? E como fazê-lo. Nada na educação é neutra, sem conseqüências.

Lida com o alicerce das pessoas, mediando formas de se portar diante do conhecer, do aprender, do respeito pelo saber e pelo outro e por si próprio.É o principal responsável pela introdução do ser no conhecimento formal e sistematizado dominado pela sociedade, mas envolto em muitos outros aspectos que formam um ser de possibilidades infindáveis.

Torna-se fundamental pesquisar-se formas de se preparar este educador para o domínio de uma profissão que pede novas maneiras de se lidar com estratégias diversas num mundo complexo que permitam o aprender, sem esquecer o significado que estas possam ter em um contexto mais amplo que envolva o ser, a sociedade e o ecossistema.

 

* Maria Alice de Castro Rocha, é pedagoga, mestre em educação pela PUC-SP; psicopedagogo; doutora em Psicologia do Escolar pela USP e é coordenadora do Curso de Pedagogia das Faculdades Integradas Rio Branco.

 

 

 

terça-feira, 22 de setembro de 2009

poesia

 
 

BRISA DA MANHÃ

 

Dhiogo Jose Caetano

Graduando da UEG-Universidade Estadual de Goiás

 

 

 

Não tão perfeita como a neve por que a perfeição é uma dádiva de Deus.

A brisa é leve e passa por mim sem que eu veja e sinta.

A manhã é linda pura com aquele lindo sol arregalado, pássaros cantando, brisa que vem e vai sem fim.

A brisa dos meus sonhos é abstrata e relativa que leva minha alma para um paraíso cheio de paz e amor, onde nunca deixarei de ser feliz por que o seu nome é felicidade eterna e imortal sem fim moral e sentimental a qual encanto com o tanto belo.

 


dhiogocaetano@hotmail.com

Sobre poema

ISSO É JUSTO?
 
Sobre minha poesia "SEXO", minha intenção não é ser moralista em demasia... e, sim, fazer um alerta sobre o excesso de informações, inclusive algumas bem danosas, que
chamam a atenção de um público jovem, ainda despreparado para esse assunto;
quando deviam ser mais despertados para o estudo, esporte, arte... e outras atividades compatíveis com a idade deles.
 
Como combater a gravidez na adolescência, graves problemas de saúde, o assédio sexual de psicopatas junto a mulheres e crianças, com tanto incentivo?
 
A nudez num filme de arte, numa bela peça de teatro, numa pintura... é perfeitamente compreensível; mas uma exposição inútil, visando apenas fins lucrativos é que é o problema...
 
Existem moças honestas que saem de casa às quatro horas da manhã para trabalhar duro e ganhar o salário mínimo; mesmo morrendo de medo de serem, de repente, atacadas... 
 
Isso é justo?
 
                              NAIR LÚCIA DE BRITTO
Ler poema:

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Feios, sujos e malvados - Debate Cedem/Unesp: 30/09/09

 


 
Feios, sujos e malvados sob medida: a história social da medicina

Debate Cedem/Unesp 30/09/09

 

            Feios, sujos e malvados sob medida. A utopia médica do biodeterminismo (1920-1945), editora Alameda – 2009, livro de Luis Ferla, será o centro do debate no próximo dia 30 de setembro, quarta-feira às 18h30, promovido pelo CEDEM – Centro de Documentação e Memória da UNESP.

            O determinismo biológico presente na medicina e na criminologia da primeira metade do século XX não é um acontecimento isolado no tempo. Em Feios, sujos e malvados sob medida a densidade histórica do biodeterminismo é investigada com rigor, analisando os discursos médicos e as estratégias oficiais voltados aos indivíduos considerados “feios, sujos e malvados”. Dessa maneira, o historiador Luis Ferla realiza uma refinada análise sobre a patologização dos comportamentos anti-sociais, ou “desviados”, e sobre as articulações entre ciência e “defesa social”.

            A rebeldia, o silêncio, as resistências jurídicas e a resignação podem ser armas poderosas contra a transformação do corpo humano em puro objeto de desvendamento científico, como afirmavam as teorias racistas da virada do século XX. Assim, o competente historiador compreende que a história do biodeterminismo é mais complexa e menos evidente do que um jogo de contrários.

            Feios, sujos e malvados sob medida interroga com maestria o mosaico de ações e teorias, de utopias sociais e de ambiguidades característico das diversas intervenções científicas sobre o corpo humano entre 1920 e 1945. Uma história complexa, pois seu desenho caminha do trabalho ao crime e vice-versa, envolvendo os esforços por identificar e tratar desde o homossexual até o doente mental, passando por epiléticos e portadores do que já se nomeou como sendo “loucura moral”. Um trabalho sobre as medidas criadas institucionalmente para regrar o corpo e a alma cuja leitura é essencial para pesquisadores de diversas áreas do conhecimento.          

            O livro representa uma importante contribuição à história social e cultural da São Paulo do entre-guerras, mas também à história da ciência e da medicina. Luis Ferla responde com maestria ao desafio colocado, e o resultado é uma obra instigante e consistente.

           

Expositor

 Luis Ferla

Graduação e Doutorado em História – USP

Professor de História Contemporânea – UNIFESP/Campus Guarulhos

 

Debatedor

 Janes Jorge

Graduação, Mestrado e Doutorado em História – USP; Professor de História – PUC/SP

 

Mediadora

Jacy Machado Barletta

Mestre em História e Historiografia da Educação - USP

Foi Professora da rede pública de ensino e é Historiógrafa do CEDEM/UNESP

 

PARTICIPE E CONVIDE OS SEUS AMIGOS!

 

Inscrições gratuitas c/ Sandra Santos pelo e-mail: ssantos@cedem.unesp.br

 

Quando:  30/09/09 às 18h30

Local: CEDEM/UNESP – Praça da Sé, 108 – 1º andar, esquina com a Rua Benjamin Constant (metrô Sé)

 (11) 3105 - 9903 - www.cedem.unesp.br

 

21 de setembro_ DIA DA ÁRVORE


PND: inscrições são prorrogadas até 10/7

PND: inscrições são prorrogadas até 10/7 Participantes devem se inscrever no Sistema PND. Prazo também foi prorrogado para solicitações de a...