sábado, 25 de julho de 2009

25 DE JULHO É DIA DO ESCRITOR

 
 
 
           Após o sucesso do I Festival do Escritor Brasileiro, em 1960, 
por decreto governamental, 25 de julho é reconhecido como
o Dia Nacional do Escritor.
A iniciativa partiu da União Brasileira de Escritores,
através de José Peregrino e Jorge Amado.
 
Fonte:   Almanaque Abril / UFRJ / UERJ Clipping in http://www.socorrinhacastro.com.br/visualizar.php?idt=201318
 
 
 
 
 
 
 

FESTA JUNINA APRESENTAÇÃO NA ESCOLINHA E ATIVIDADES PARA COLORIR

 SolArco-írisUm pouquinho da nossa experiência...
 
                 A NOSSA FESTA NA ESCOLINHA ACONTECEU EM 18 DE JULHO.
           COM DECORAÇÃO CAPRICHADA, O RESULTADO FOI O MELHOR POSSÍVEL!
    ESTAMOS FALANDO DE CRIANÇAS COM 3 E 4 ANOS QUE DERAM UM SHOW PARA OS SEUS PAIS
E PARA MIM, É CLARO!
                APRESENTAMOS 3 COREOGRAFIAS:)Nota
      músicas de festa junina
 
              1) O BALÃO VAI SUBINDO.... (São João)
              *As crianças dançaram com seus gestos certos acompanhando a música!
               Ao final, acenaram felizes para os balões que a professora segurou alto.
 
              2) TODA SORTE DE BENÇÃOS
               * Com muita graciosidade os pequeninos realizaram um trenzinho com a professora.
               Tão certinho os passos para a direita e esquerda, deram voltinhas para "todo o lado"!
               *Essa música é de maior complexidade e exige maior treino... vale repetir em outras oportunidades (festa de final de ano!)
 
              3) BRINCAR É APRENDER
                *Maravilhosa apresentação:) a música recebi do nosso querido Editor GILBERTO DA SILVA.
                A letra diz assim:)
               "Toda criança para crescer saudável tem que brincar tanto quanto puder.
                Mexer o corpo e usar a cuca, diversão também educa pois brincar é aprender!"
               Com esse pensamento, os pais fizeram uma roda com as crianças e todos aprenderam a coreografia.
               Entre as mãos dadas, os balões da 1ª música apresentada.
 
         Algumas atividades de educação artística e educação para a cidadania acompanharam as comemorações:)
         Olha só que fofas as gravuras! Além de colorir, as crianças puderam colar papel amassadinho com a cor
         de cada bandeirinha correspondente! Uma graça! BEIJOS, PROFESSORA CLÁUDIA. 
 
                                                     
                          
            
 
 
 DOBRADURA
1- Dobre a folha para marcar e depois abra.
2- Dobre a folha ao meio, no sentido indicado pela seta vermelha.
3- Dobre as laterais para dentro utilizando a marca feita no passo 1. Faça dos dois lados.
4- Dobre conforme a indicação das setas vermelhas, de ambos os lados.
5- Dobre as pontas para dentro conforme indica as setas vermelhas. Ficará como no segundo desenho.
Em seguida dobre as pontas para o meio e a pontinha que sobrar para dentro, dos dois lado.
6- Sopre pelo orifício, indicado pela seta vermelha grossa, para abrir o balão.
Fonte: Ecokids na página:)  
                                                             
BandeirasBandeirasBandeiras

   PORTA RETRATO JUNINO

 
BandeirasBandeirasBandeiras
 
 

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Artigo: Sonhos de um profissional

Artigo: Sonhos de um profissional

* Washington Kusabara

O profissional pode ser entendido como uma pessoa em constante aperfeiçoamento. Em um fluxo de fabricação, onde há matéria-prima e produto acabado, o profissional deve ser como o material em processo, já que sempre há o que melhorar ou algum componente a ser acrescentado.

Estipular objetivos significa avançar pequenos passos em direção aos nossos sonhos. Ainda que para alcançar estes objetivos seja preciso passar por alguns "desvios", ou até mesmo alguns "retrocessos", o importante é perseverar e cuidar para que haja determinação e não obstinação, que pode nos "cegar" e fazer com que se perca o rumo.

Da mesma forma trabalham as empresas, já que as metas do mundo corporativo são referências circunstanciais que as companhias necessitam para sobreviver, crescer e evoluir. Diante não apenas da concorrência, mas das mudanças inesperadas dos cenários econômicos, a velocidade com que atingem estas metas é fator determinante para o seu êxito.

O alcance das metas empresariais é sempre fator de celebração e recompensa, mas a análise dos fracassos e sua divulgação, sem "caça às bruxas", também deveria ser tema importante nas empresas. Afinal, este tipo de comportamento evitaria muito desperdício de recursos, dinheiro, mão-de-obra e tempo, mas principalmente, evitaria que projetos e ações fossem arruinados e pudessem ter o seu rumo alterado. Mais que estar preparado para as oportunidades, o profissional necessita saber identificar as oportunidades e aceitar seus desafios inerentes. Focar no que é importante, definir um plano de ação e colocá-lo em prática.

Sonhos são como referências a médio e longo prazo, mas sonhar alto demais pode significar frustração e sonhar baixo demais é receita certa para acomodar-se com o "status quo". Portanto, uma certa dose de desafio é essencial para mantermos acesa a chama que nos guiará na direção dos sonhos.

Os sonhos também podem ser mudados, afinal, crescemos e amadurecemos tanto pessoalmente como profissionalmente. Assim, na medida em que realizamos um sonho, outro deve tomar lugar para manter o nosso norte atualizado. O mesmo vale para os sonhos não realizados, sem esquecer que, se a substituição de sonhos não realizados tornar-se uma constante, tornamo-nos volúveis e vazios, sem rumo aparente.

Novos objetivos devem ser estabelecidos com vistas aos novos sonhos e o aprendizado com erros e acertos será muito bem vindo, o que nos poupará desperdício de tempo e energia.

Para um entendimento maior do assunto em questão, podemos fazer uma analogia dos sonhos de um profissional com as metas de melhoria contínua de uma empresa. Enquanto o profissional precisa se auto-avaliar e entender em que posição ele está quando traça um sonho, em um processo de melhoria contínua é preciso analisar os objetivos da empresa e compreender suas necessidades táticas e estratégicas.

Ao passo que, quando o executivo traça suas prioridades e determina suas ações para alcançar o sonho, a companhia mapeia a cadeia de valor (fluxos de materiais e de informações), identifica, classifica e prioriza suas oportunidades. No caso da empresa, pode-se utilizar uma metodologia de implementação rápida, como o projeto Kaizen da TBM, que leva em conta os princípios fundamentais do Sistema Lean de Manufatura. Já para o profissional, o conhecimento e a utilização dos princípios lean em sua vida pessoal e profissional, pode render resultados muito além das suas expectativas. Sem esquecer que apenas 20% destes princípios são técnicas e metodologias, ou seja, a "inspiração". Os 80% restantes se referem à ação, mão na massa e mudança cultural (comportamental). Ou seja, a "t ranspiração". Boa sorte, inspiração e, sobretudo, muita ação!

*Washington Kusabara é diretor da TBM Consulting, uma das principais consultorias de gestão de processos do mundo.

Artigo: Sonhos de um profissional

Artigo: Sonhos de um profissional

* Washington Kusabara

O profissional pode ser entendido como uma pessoa em constante aperfeiçoamento. Em um fluxo de fabricação, onde há matéria-prima e produto acabado, o profissional deve ser como o material em processo, já que sempre há o que melhorar ou algum componente a ser acrescentado.

Estipular objetivos significa avançar pequenos passos em direção aos nossos sonhos. Ainda que para alcançar estes objetivos seja preciso passar por alguns "desvios", ou até mesmo alguns "retrocessos", o importante é perseverar e cuidar para que haja determinação e não obstinação, que pode nos "cegar" e fazer com que se perca o rumo.

Da mesma forma trabalham as empresas, já que as metas do mundo corporativo são referências circunstanciais que as companhias necessitam para sobreviver, crescer e evoluir. Diante não apenas da concorrência, mas das mudanças inesperadas dos cenários econômicos, a velocidade com que atingem estas metas é fator determinante para o seu êxito.

O alcance das metas empresariais é sempre fator de celebração e recompensa, mas a análise dos fracassos e sua divulgação, sem "caça às bruxas", também deveria ser tema importante nas empresas. Afinal, este tipo de comportamento evitaria muito desperdício de recursos, dinheiro, mão-de-obra e tempo, mas principalmente, evitaria que projetos e ações fossem arruinados e pudessem ter o seu rumo alterado. Mais que estar preparado para as oportunidades, o profissional necessita saber identificar as oportunidades e aceitar seus desafios inerentes. Focar no que é importante, definir um plano de ação e colocá-lo em prática.

Sonhos são como referências a médio e longo prazo, mas sonhar alto demais pode significar frustração e sonhar baixo demais é receita certa para acomodar-se com o "status quo". Portanto, uma certa dose de desafio é essencial para mantermos acesa a chama que nos guiará na direção dos sonhos.

Os sonhos também podem ser mudados, afinal, crescemos e amadurecemos tanto pessoalmente como profissionalmente. Assim, na medida em que realizamos um sonho, outro deve tomar lugar para manter o nosso norte atualizado. O mesmo vale para os sonhos não realizados, sem esquecer que, se a substituição de sonhos não realizados tornar-se uma constante, tornamo-nos volúveis e vazios, sem rumo aparente.

Novos objetivos devem ser estabelecidos com vistas aos novos sonhos e o aprendizado com erros e acertos será muito bem vindo, o que nos poupará desperdício de tempo e energia.

Para um entendimento maior do assunto em questão, podemos fazer uma analogia dos sonhos de um profissional com as metas de melhoria contínua de uma empresa. Enquanto o profissional precisa se auto-avaliar e entender em que posição ele está quando traça um sonho, em um processo de melhoria contínua é preciso analisar os objetivos da empresa e compreender suas necessidades táticas e estratégicas.

Ao passo que, quando o executivo traça suas prioridades e determina suas ações para alcançar o sonho, a companhia mapeia a cadeia de valor (fluxos de materiais e de informações), identifica, classifica e prioriza suas oportunidades. No caso da empresa, pode-se utilizar uma metodologia de implementação rápida, como o projeto Kaizen da TBM, que leva em conta os princípios fundamentais do Sistema Lean de Manufatura. Já para o profissional, o conhecimento e a utilização dos princípios lean em sua vida pessoal e profissional, pode render resultados muito além das suas expectativas. Sem esquecer que apenas 20% destes princípios são técnicas e metodologias, ou seja, a "inspiração". Os 80% restantes se referem à ação, mão na massa e mudança cultural (comportamental). Ou seja, a "t ranspiração". Boa sorte, inspiração e, sobretudo, muita ação!

*Washington Kusabara é diretor da TBM Consulting, uma das principais consultorias de gestão de processos do mundo.

Ruy Castro no "Marcia Peltier Entrevista"

 

Márcia Peltier recebe na próxima terça-feira, dia 28 de julho, o escritor e jornalista Ruy Castro. Nascido em Caratinga, Minas Gerais, viveu a  efervescência cultural dos anos 60 no Rio de Janeiro e é flamenguista até nos pés. Para não deixar dúvidas e comprovar sua paixão rubro-negra, Ruy deu a entrevista usando  um par de meias nas cores  vermelho e preto.

 

Durante o programa, Ruy falou das biografias  que escreveu. Ele mergulhou no universo de Nelson Rodrigues, Mané Garrincha e da pequena notável Carmem Miranda. “Mergulho na história do biografado. Apuro com detalhes todos os fatos e chego a sonhar com os meus personagens”, contou.

 

O escritor declarou sua paixão por Carmem Miranda e contou detalhes dos cinco anos de pesquisa para concluir a biografia da cantora, que se tornou uma estrela internacional  na primeira metade do século XX. “Tive ciúmes dos namorados da Carmem Miranda”, admitiu. 

 

Ruy Castro contou ainda a história do diploma do curso de Sociologia, que até hoje ele não foi buscar e da época em que  viveu no Solar da Fossa, uma pensão em Botafogo, na Zona Sul do Rio, que tinha hóspedes ilustres como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia, Paulo Coelho, Beth Faria entre outros.

 

Trabalhou em grandes veículos de imprensa do país e atualmente é colunista da Folha de São Paulo. Ganhou três prêmios Jabuti, o prêmio da Fundação Nacional do livro infantil e juvenil e o Prêmio Nestlé de literatura.

 

Serviço:

Programa: “Marcia Peltier Entrevista”

Data: Dia 28 de julho, terça-feira, das 22h30 às 23h30, na Rede CNT

Atendimento em aeroporto – início imediato

Empresa de grande porte seleciona candidatos(as) para atendimento a passageiros no aeroporto internacional de Viracopos.

A empresa oferece:

·        Salário fixo

·        Registro em carteira

·        Vale transporte

·        Vale refeição

·        Vale alimentação

·        Assistência médica/odontológica

·        Outros benefícios

A empresa exige:

·        Idade acima de 18 anos

·        Ambos os sexos

·        Dedicação exclusiva

·        Comprometimento

Interessados(as) enviar currículo com foto para dalton@etur.com.br aos cuidados de Dalton até o dia 28 de julho de 2009. Currículos enviados após esta data serão desconsiderados.

 

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O problema de sempre por outra perspectiva

 
 

O problema de sempre por outra perspectiva

Luiz Gonzaga Bertelli (*)

 

Nas últimas décadas, as pesquisas sobre o índice de desemprego oscilaram positiva ou negativamente, dependendo do contexto econômico. Um aspecto, porém, não muda nunca: sempre o maior percentual de brasileiros sem ocupação recai sobre os jovens. Antes da crise, quando o País ainda navegava um tanto lentamente nas ondas calmas da prosperidade global, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou que o desemprego na faixa etária de 15 a 24 anos é 3,5 vezes maior do que entre a de 25 anos ou mais.

O tamanho continental do Brasil pode esconder as reais proporções do grave problema, mas os sinais estão aí, à vista de quem quer ver. Por exemplo, somente o 1,5 milhão de estudantes que aguardam uma oportunidade de estágio no Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) supera a soma das populações da Guiana e da Guiana Francesa, que juntas se aproximam de um milhão de pessoas. Ou seja, dentro do Brasil, coexistem "dois países" que carecem de experiência profissional, pré-requisito para a conquista do primeiro emprego e seus integrantes aguardam ser chamados para estágio – modalidade de capacitação prática que é reconhecidamente a melhor porta de entrada para o mercado de trabalho. Isso só reforça a importância da missão perseguida, desde sua fundação, por nossa organização e o tanto que ainda falta a ser feito em favor da juventude.

Em 2009, o CIEE completou 45 anos de atividade filantrópica em favor do futuro das novas gerações. Fundado por empresários e educadores, nasceu treze anos antes da primeira Lei do Estágio, já visualizando na capacitação prática o atalho para diminuir a distância entre a sala de aula e a estação de trabalho – distância que, já naquela época, afligia os jovens. Por seu pioneirismo, tornou-se sinônimo de estágio, influenciou a história dessa modalidade de treinamento no País e atingiu resultados significativos. Desde sua fundação, oito milhões de estagiários foram beneficiados – população pouco inferior à da Áustria – e atualmente conta com 350 mil jovens em empresas e órgãos públicos, o que ultrapassa em algumas dezenas de milhares os habitantes da Islândia.

Para atender com o mesmo padrão de qualidade os 250 mil parceiros que o escolheram para administrar seus programas de estágio, o CIEE instalou mais de 300 unidades de atendimento em todo o Brasil e ampliou sua gama de serviços. Hoje, oferece também o projeto Aprendiz Legal, que contempla a capacitação prática de jovens inexperientes, com idade entre 14 e 24 anos, em empresas, com a complementação de cursos teóricos ministrados nas dependências do CIEE. São oferecidos quatro programas diferenciados e adaptados às áreas de atuação do jovem na empresa – Ocupações administrativas, Comércio e varejo, Práticas bancárias e Telesserviços.

A inclusão de jovens no mercado de trabalho por meio da aprendizagem teve sua importância reconhecida nacionalmente, no final do ano passado, durante a Conferência Nacional de Aprendizagem Profissional, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo federal estuda mudanças legais para que o país possa absorver 800 mil aprendizes até 2010. A medida é muito bem-vinda tendo em vista que dos 1,3 milhão de jovens têm o perfil de aprendiz em todo o País, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, apenas 150 mil efetivamente estão contratados como tal.

Em quatro décadas de atividade, comprovou que a capacitação é o melhor caminho para garantir um brilhante futuro profissional para a juventude brasileira. Bom exemplo é o do primeiro estudante encaminhado para estágio pelo CIEE: José Feliciano de Carvalho foi contratado durante seu primeiro ano na faculdade de Direito pela Ultragaz, e a experiência lhe abriu portas, direcionando-o para o setor financeiro até ocupar um cargo de alta direção no HSBC.

 

(*) Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, da Academia Paulista de História – APH e diretor da Fiesp.

 

O problema de sempre por outra perspectiva

 
 

O problema de sempre por outra perspectiva

Luiz Gonzaga Bertelli (*)

 

Nas últimas décadas, as pesquisas sobre o índice de desemprego oscilaram positiva ou negativamente, dependendo do contexto econômico. Um aspecto, porém, não muda nunca: sempre o maior percentual de brasileiros sem ocupação recai sobre os jovens. Antes da crise, quando o País ainda navegava um tanto lentamente nas ondas calmas da prosperidade global, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) constatou que o desemprego na faixa etária de 15 a 24 anos é 3,5 vezes maior do que entre a de 25 anos ou mais.

O tamanho continental do Brasil pode esconder as reais proporções do grave problema, mas os sinais estão aí, à vista de quem quer ver. Por exemplo, somente o 1,5 milhão de estudantes que aguardam uma oportunidade de estágio no Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) supera a soma das populações da Guiana e da Guiana Francesa, que juntas se aproximam de um milhão de pessoas. Ou seja, dentro do Brasil, coexistem "dois países" que carecem de experiência profissional, pré-requisito para a conquista do primeiro emprego e seus integrantes aguardam ser chamados para estágio – modalidade de capacitação prática que é reconhecidamente a melhor porta de entrada para o mercado de trabalho. Isso só reforça a importância da missão perseguida, desde sua fundação, por nossa organização e o tanto que ainda falta a ser feito em favor da juventude.

Em 2009, o CIEE completou 45 anos de atividade filantrópica em favor do futuro das novas gerações. Fundado por empresários e educadores, nasceu treze anos antes da primeira Lei do Estágio, já visualizando na capacitação prática o atalho para diminuir a distância entre a sala de aula e a estação de trabalho – distância que, já naquela época, afligia os jovens. Por seu pioneirismo, tornou-se sinônimo de estágio, influenciou a história dessa modalidade de treinamento no País e atingiu resultados significativos. Desde sua fundação, oito milhões de estagiários foram beneficiados – população pouco inferior à da Áustria – e atualmente conta com 350 mil jovens em empresas e órgãos públicos, o que ultrapassa em algumas dezenas de milhares os habitantes da Islândia.

Para atender com o mesmo padrão de qualidade os 250 mil parceiros que o escolheram para administrar seus programas de estágio, o CIEE instalou mais de 300 unidades de atendimento em todo o Brasil e ampliou sua gama de serviços. Hoje, oferece também o projeto Aprendiz Legal, que contempla a capacitação prática de jovens inexperientes, com idade entre 14 e 24 anos, em empresas, com a complementação de cursos teóricos ministrados nas dependências do CIEE. São oferecidos quatro programas diferenciados e adaptados às áreas de atuação do jovem na empresa – Ocupações administrativas, Comércio e varejo, Práticas bancárias e Telesserviços.

A inclusão de jovens no mercado de trabalho por meio da aprendizagem teve sua importância reconhecida nacionalmente, no final do ano passado, durante a Conferência Nacional de Aprendizagem Profissional, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou que o governo federal estuda mudanças legais para que o país possa absorver 800 mil aprendizes até 2010. A medida é muito bem-vinda tendo em vista que dos 1,3 milhão de jovens têm o perfil de aprendiz em todo o País, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, apenas 150 mil efetivamente estão contratados como tal.

Em quatro décadas de atividade, comprovou que a capacitação é o melhor caminho para garantir um brilhante futuro profissional para a juventude brasileira. Bom exemplo é o do primeiro estudante encaminhado para estágio pelo CIEE: José Feliciano de Carvalho foi contratado durante seu primeiro ano na faculdade de Direito pela Ultragaz, e a experiência lhe abriu portas, direcionando-o para o setor financeiro até ocupar um cargo de alta direção no HSBC.

 

(*) Luiz Gonzaga Bertelli é presidente executivo do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, da Academia Paulista de História – APH e diretor da Fiesp.

 

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...