quarta-feira, 25 de março de 2009


Reflexões sobre a crise

Pedro Lessi*

Abstrato ou concreto? O trabalho é angustiante ou sonhador? Como se anticrer em situações de arcaísmos?

O trabalho em época de crise é para os bons de ideias, de tarefas, sem preguiça. O economista americano Benjamin Crawford disse que o pacote novaiorquino tinha 25 dádivas aos emblemáticos políticos "All American". Duelo que acontece naquele país introverte no nosso? Abstratismos que só se realizam de forma inóspita na concretude das demissões. Em época de crise, as ideias precisam florescer para que possamos desvelar o pessimismo, em primeiro lugar, mas tecnologia de informação, venda de informações, estudo, leitura, para se ter ideia. A venda de ideias é mais entusiasmante. O cenário jurídico entra em declínio a partir do momento em que o operador do direito não tiver especialidade de inovar. O problema de nossa cultura jurídica foi e sempre será a nossa subserviência. Você ganha com a crise? Não, eu ganho com a inovação. Se você tem a possibilidade de inverter que a rede de Fast Foods Star Bucks crie uma "line" de mescla de copo que lhe rende em royalties, 0,01 por mescla seja do que for vendido, você tem que florescer. Nosso país também não é dado marcas e patentes num nível mediano.

Se nos parece que a ideia sempre leva à elitização, o que é um erro, portanto, sob esse ponto de vista, a crise é séria. Sob o ponto de vista da crise em si, o cenário jurídico concreto de demissões, vociferações dos direitos é lamentável, pois vem de setores aonde a inovação morreu. As empresas têm que inovar e repensar seu papel de responsabilidade social. Terceiro setor, terceiras forças para repensar seu principal papel no globo que não é o lucro, social geradora do lucro, o resultado. Quanto aos consumidores, à primeira vista, para ser a orientação da cautela a melhor, mas sem o "pique pique" de Ubirajara Martins de Souza com compras certas, seja à vista (a melhor) ou a prazo, dependendo das condições impostas para o mercado.

Quanto à flexibilização de relações trabalhistas ela é tão necessária quanto a inovação. Não se pode mais pensar como o Lula, que o pobre tem que ter três refeições à mesa, o pobre tem que ter educação geradora dessas três refeições. As CGT, CUT e força sindical apenas servem de latifúndio a pontos que ganhem com tais movimentos. Os fechamentos das atividades ou das admissões são um "tiro-no-pé", fazendo com que o demissionário continue na sua mecanização de cultura, sem pensar, sem inovar, sem enfrentar o mercado.

* Pedro Lessi: Sócio-títular de Lessi & Advogados Associados. Formado em Direito pela Universidade Católica de Santos em 1986. Fundou o Lessi e Advogados Associados. Especializou-se em Direito Civil e Processual Civil. Lecionou na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Além de atuar no Lessi e Advogados Associados, em 2004 fundou o Instituto Brasileiro de Defesa dos Lojistas de Shopping (Idelos). É especialista em Direito Civil, Família, Tributário e Imobiliário, áreas que está à disposição para conceder entrevista.


Reflexões sobre a crise

Pedro Lessi*

Abstrato ou concreto? O trabalho é angustiante ou sonhador? Como se anticrer em situações de arcaísmos?

O trabalho em época de crise é para os bons de ideias, de tarefas, sem preguiça. O economista americano Benjamin Crawford disse que o pacote novaiorquino tinha 25 dádivas aos emblemáticos políticos "All American". Duelo que acontece naquele país introverte no nosso? Abstratismos que só se realizam de forma inóspita na concretude das demissões. Em época de crise, as ideias precisam florescer para que possamos desvelar o pessimismo, em primeiro lugar, mas tecnologia de informação, venda de informações, estudo, leitura, para se ter ideia. A venda de ideias é mais entusiasmante. O cenário jurídico entra em declínio a partir do momento em que o operador do direito não tiver especialidade de inovar. O problema de nossa cultura jurídica foi e sempre será a nossa subserviência. Você ganha com a crise? Não, eu ganho com a inovação. Se você tem a possibilidade de inverter que a rede de Fast Foods Star Bucks crie uma "line" de mescla de copo que lhe rende em royalties, 0,01 por mescla seja do que for vendido, você tem que florescer. Nosso país também não é dado marcas e patentes num nível mediano.

Se nos parece que a ideia sempre leva à elitização, o que é um erro, portanto, sob esse ponto de vista, a crise é séria. Sob o ponto de vista da crise em si, o cenário jurídico concreto de demissões, vociferações dos direitos é lamentável, pois vem de setores aonde a inovação morreu. As empresas têm que inovar e repensar seu papel de responsabilidade social. Terceiro setor, terceiras forças para repensar seu principal papel no globo que não é o lucro, social geradora do lucro, o resultado. Quanto aos consumidores, à primeira vista, para ser a orientação da cautela a melhor, mas sem o "pique pique" de Ubirajara Martins de Souza com compras certas, seja à vista (a melhor) ou a prazo, dependendo das condições impostas para o mercado.

Quanto à flexibilização de relações trabalhistas ela é tão necessária quanto a inovação. Não se pode mais pensar como o Lula, que o pobre tem que ter três refeições à mesa, o pobre tem que ter educação geradora dessas três refeições. As CGT, CUT e força sindical apenas servem de latifúndio a pontos que ganhem com tais movimentos. Os fechamentos das atividades ou das admissões são um "tiro-no-pé", fazendo com que o demissionário continue na sua mecanização de cultura, sem pensar, sem inovar, sem enfrentar o mercado.

* Pedro Lessi: Sócio-títular de Lessi & Advogados Associados. Formado em Direito pela Universidade Católica de Santos em 1986. Fundou o Lessi e Advogados Associados. Especializou-se em Direito Civil e Processual Civil. Lecionou na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Além de atuar no Lessi e Advogados Associados, em 2004 fundou o Instituto Brasileiro de Defesa dos Lojistas de Shopping (Idelos). É especialista em Direito Civil, Família, Tributário e Imobiliário, áreas que está à disposição para conceder entrevista.

PUC-SP oferece curso "Comunicação Interna na Era da Cibercultura"

Com uma abordagem sociocultural inovadora, o curso proporciona a oportunidade de uma revisão completa da concepção das práticas de comunicação entre capital e trabalho a partir de uma reflexão crítica sobre situações típicas da cibercultura

O conceito de comunicação interna é comumente usado no contexto das organizações empresariais para designar o conjunto de políticas e processos de troca de informação entre diretoria e funcionários, tendo como crença a idéia de que essas relações sociais estão circunscritas em um ambiente delimitado pelo território geográfico e pela configuração física e estável das empresas. Dessa forma, tal conceito pressupõe a existência de uma fronteira separando o ambiente interno da empresa de um ambiente externo a ela, e essa demarcação do espaço é tomada como referência para a ordenação das relações estabelecidas pelas organizações com grupos sociais de interesse.

Entretanto, no contexto contemporâneo é imprescindível considerar as influências da tecnologia digital sobre o modo de vida em sociedade e, por extensão, nas organizações empresariais. São visíveis as transformações culturais decorrentes da superação do espaço, em seu conceito geográfico, e da reconfiguração do tempo, em seu sentido cronológico. A mudança da representação desses dois vetores transformou o modo de vida em fluxo contínuo de informações e imagens, abolindo as fronteiras que tradicionalmente delimitavam as esferas do trabalho e do tempo livre. Por esta razão, cabe refletir sobre as conseqüências que a dinâmica cultural do capitalismo avançado produziu para o conceito da comunicação interna, uma vez que este compõe o ambiente em que se processam as mediações sociais.

Com uma abordagem sociocultural inovadora, o curso "Comunicação Interna na Era da Cibercultura", oferecido pela PUC-SP por intermédio de sua Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão (COGEAE), proporciona a oportunidade de uma revisão completa da concepção das práticas de comunicação entre capital e trabalho a partir de uma reflexão crítica sobre situações típicas da cibercultura. Os participantes poderão atualizar os conceitos que orientam as políticas e os processos de comunicação interna, repensando seus repertórios teóricos e suas práticas profissionais. 
 
O programa apóia-se nas teorias sobre o capitalismo avançado, a cibercultura e a comunicação organizacional. Com base nesses três eixos, serão discutidos os pontos de tensão entre o contexto contemporâneo e o modelo predominante de comunicação interna nas organizações empresariais, que ainda atuam referenciadas na idéia do território físico da produção, desconsiderando as mudanças sociais que ocorrem no contexto da cibercultura.

Dirigido a profissionais, pós-graduandos e graduandos nas áreas de Relações Públicas, Jornalismo, Filosofia, Sociologia, Antropologia, Ciências Políticas, História, Psicologia, Letras, Artes e Pedagogia, o curso tem início em 01 de Abril e aulas sempre as quartas-feiras, das 19 às 22h30 no campus Marquês de Paranaguá – Unidade COGEAE Caio Prado, que fica na Rua Caio Prado, 102 – Consolação – São Paulo.

 

Mais informações e inscrições: (11) 3124-9600, www.pucsp.br/cogeae e infocogeae@pucsp.br

 

PROJETO FILMA BRASIL DISTRIBUIRÁ R$ 110 MIL EM PRÊMIOS

 
Concurso tem como objetivo promover a conscientização e educação dos portadores de diabetes

 

Os interessados em produção de filmes curta-metragem têm mais uma oportunidade para mostrar seus talentos cinematográficos. Com o apoio do Ministério da Cultura e o patrocínio da MRS Logística, Instituto Hedging Griffo, Icatu Hartford, Terra Networks e Volkswagen Caminhões e Ônibus, a Muzy Corp, consultoria especializada em projetos culturais, lançará o projeto Filma Brasil, concurso de produção de filmes de curta e média metragens, em formato digital, com foco em produção de conteúdo sobre qualidade de vida. A iniciativa conta também com o apoio da Nextel e Supergasbras.

 

O concurso, que é nacional, tem como objetivo gerar conteúdo que aborde a "qualidade de vida", fundamental para os portadores de diabetes, e dessa forma, levar educação a todos os pacientes da doença no Brasil. Pessoas físicas ou jurídicas brasileiras de natureza cultural podem fazer as inscrições, que acontecem de Abril e Junho. Para isso, basta acessar o site www.filmabrasil.com , que estará no ar no início do próximo mês.

 

Os valores dos prêmios são de R$40 mil e R$70 mil para os projetos de curta e média metragem, respectivamente. Para a definição dos dois projetos vencedores serão analisados o cronograma de execução, a viabilidade da produção (captação e finalização em processo digital), além da qualidade artística expressada no roteiro apresentado. A comissão julgadora será composta por profissionais que possuem larga experiência de participação em seleções, júris e outras atividades da área audiovisual.

 

De acordo com o presidente da Muzy Corp, Jorge Martins Muzy, o Filma Brasil também visa promover o cinema brasileiro, oferecer uma nova opção de fomento para a produção de obras de curta e média metragens nacionais, além de estimular a criação de roteiros para obras. "Este é o primeiro concurso nacional de curtas metragens que vai premiar o melhor roteiro e não uma obra já acabada, o que abre oportunidades para milhares de talentos que não conseguem transformar suas obras em projetos reais pela falta de recursos para produção. Ao realizarmos o projeto FILMA BRASIL, pretendemos atacar exatamente esta dificuldade, oferecendo a garantia financeira para a execução dos projetos. Desta forma, o FILMA BRASIL pretende contribuir para o aumento da capacidade de fomento à produção de curtas e médias metragens brasileiros. Queremos abrir espaço para o surgimento de novos talentos e democratizar o acesso e estes recursos, por meio da realização de concursos mais inteligentes", comenta Muzy.

 

 

Diabetes

 

Estimativas da Sociedade Brasileira de Diabetes mostram que há cerca de 12 milhões de portadores da doença no Brasil, sendo que metade não sabe que tem o problema. Além disso, um levantamento recente feito com 6,7 mil pessoas com diabetes em 10 cidades brasileiras aponta que 75% delas não fazem um controle adequado da doença.

 

Em função do enorme desafio de levar educação a todos os pacientes brasileiros, Muzy acredita que o Filma Brasil contribuirá para a conscientização e o esclarecimento da população. "Além do tratamento com medicamentos, o paciente precisa incorporar à sua rotina algumas atitudes, como alimentação adequada, prática de exercícios físicos, uso adequado da medicação oral e aplicação correta da insulina e é nesse contexto que entra o projeto Filma Brasil", conta o executivo.

 

O concurso é uma continuação do projeto Visões da Vida, um circuito gratuito de cinema itinerante à população, realizado no ano passado em 10 cidades paulistas, com a exibição de curtas-metragens e filmes em espaços públicos, ao mesmo tempo em que abordou a importância do cuidado com a saúde.

 

 
 

 "Conversas com Arte-Educador"

 No dia 28 de março, o Centro Universitário Maria Antonia dá continuidade ao ciclo de encontros do programa "Conversas com Arte-Educador", com uma palestra de João Francisco Duarte Júnior.

Nas palestras desse ciclo, arte-educadores convidados apresentam relatos sobre seu percurso profissional e suas pesquisas, gerando novos debates sobre a prática de arte-educação e fornecendo subsídios para projetos na área.

Em 2008, o programa contou com a participação de Paulo Portella, Heloísa Ferraz, Mirian Celeste Martins, Lucimar Bello, Ivone Richter e Iveta Borges. Os encontros estão programados para o período entre março e novembro, sempre no último sábado de cada mês, às 17h30.

 

João Francisco Duarte Júnior é professor do Instituto de Artes da UNICAMP. Publicou, entre outros, Fundamentos estéticos da educação (Papirus, 2005) e O sentido dos sentidos: a educação (do) sensível (Criar, 2001).

 

Serviço:

Ciclo de encontros Conversas com Arte-Educador

com João Francisco Duarte Júnior

28 de março

sábado, 17h30

entrada franca (retirar senhas 30 minutos antes)

Centro Universitário Maria Antonia – 3º andar – salão nobre

 

Informações

3255-7182 – r. 46 – educama@usp.br

www.usp.br/mariantonia

           

domingo, 22 de março de 2009

AS INSUPORTÁVEIS GUERRAS QUE SUPORTAMOS

AS INSUPORTÁVEIS GUERRAS QUE SUPORTAMOS
(Autor: Antonio Brás Constante)

Nós, seres humanos, somos animais que se autodomesticaram durante a própria evolução, buscando assim conseguir viver em sociedade. Em nosso dia-a-dia brigamos com nossos medos para podermos viver em paz, criando pretensas ilhas de tranqüilidade para escapar das guerras que nos cercam por detrás de nossas cercas. São tantas essas guerras que muitas vezes nem percebemos sua presença como um ato de guerra, pois em diversos casos elas ganham outros nomes, sendo chamadas, por exemplo, de crises sociais. Porém, independente do nome que tenham, o resultado é sempre o mesmo: morte e sofrimento.

Vamos começar citando a guerra do trânsito. O indivíduo engatilha a primeira marcha do seu carro e sai armado pelas ruas. Onde a imprudência aliada ao veículo faz com que a travessia por cada sinaleira, esquina ou estrada, se transforme em uma espécie de roleta russa. O proprietário compra aquela máquina que tanto lhe fascina, sem se dar conta de seu potencial como arma assassina. Basta engatar a marcha para destravar a arma. E os bons motoristas seguem suas lidas, sem perceberem que a qualquer momento poderão estar tirando uma vida. Não é à toa que morre mais gente no trânsito que em muitas guerras ditas como “oficiais”.

Guerra das drogas, entre elas o álcool, onde o viciado torna-se vítima e algoz das mortes causadas por seus próprios atos, ou inoculando doenças através de seringas compartilhadas. Cada viciado é um prisioneiro que, ao tentar se libertar (de padrões sociais, de problemas existências, do simples ócio, ou da própria consciência), acaba sendo preso pelo elixir mágico que lhe prometia felicidade instantânea como recompensa.

Guerra da violência. A estupidez é a maior munição, sem distinção sobre o grau de instrução, já que muitos seres estudados, gostam de jogar ovos podres pelas janelas de seus suntuosos apartamentos bem situados (procure sobre o assunto e achará tais culpados). Outros preferem espancar de forma selvagem quem consideram ser inferior aos seus conceitos arrogantes (preconceitos dilacerantes).

Guerra da fome (desnutrição) – A guerra silenciosa que mata por falta de pão. Que tira o sorriso de tantos rostinhos inocentes. Que vai definhando pobres corpos até que estejam miseravelmente fracos, ficando expostos por baixo da pele todos os seus ossos. É a morte se sustentando por falta de sustento.

Guerra das doenças – como a AIDS, que gera a morte de muitos que queriam apenas prazer, de muitos que queriam apenas viver, de tantos contaminados sem saber. Guerra contra os mosquitos que subestimamos e que agora estão nos matando, já que o saneamento anda faltando.

Mas, o pior inimigo é fruto soberano de uma simbiose sangrenta, entre o homem e seus sentimentos totalmente desumanos de ódio, ignorância, ganância, egoísmo e intolerância, apenas citando alguns. Se quisermos preservar nossa existência, devemos deixar de lado a indiferença e se engajar na guerra contra todas as guerras, trocando a contumaz escolha de violência, por uma opção de paz.

E-mail: abrasc@terra.com.br

Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".

ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".

quarta-feira, 18 de março de 2009

LOST - HUMOR (Achados e bem perdidos).

LOST - HUMOR (Achados e bem perdidos).
(Autor: Antonio Brás Constante)

Para os fãs de LOST, foi criada uma comunidade no ORKUT que tem a pretensão de ser uma paródia deste seriado, chamada de “LOST – HUMOR”, e acontece em um prédio onde dezenas de pessoas caem de elevador em uma misteriosa sessão desativada de achados e perdidos. O maior mistério lá é saber como couberam tantas pessoas dentro de um único elevador. A propósito o endereço da comunidade é: www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=58462601

Segue abaixo alguns dos personagens mais conhecidos e devidamente caricaturizados (ou algo assim) para deleite de quem quiser também se perder nestas mal traçadas linhas com trejeitos de humor.

Hello Kate – a gatinha e mocinha do filme, que luta, atira, corre, nada, enfrenta mil perigos sem nunca parar de sorrir. Apesar de ser boa de briga, de ser boa de trilhas, e principalmente, de ser muito boa, ela sempre acaba sendo capturada, para ser salva pelos demais mocinhos (não tão mocinhos) do filme.

Sawyê-yê-yê (James Citroen Picasso, ou Ford, ou Fiat) – Mau-caráter, golpista, gigolô, trambiqueiro e ladrão, com cara de cafajeste, jeito de cafajeste, pinta de cafajeste e até carteirinha do clube dos cafajestes. Com todos estes atributos é considerado um dos mocinhos do filme. Além de exímio lutador e atirador, também é o reprodutor oficial do filme.

Jin Frudo – coreano que não abriu os olhos para o que sua mulher andava fazendo e acabou ganhando um chapéu de corno. Gosta de pescar lambaris enquanto sua mulher prefere os namorados. Umas de suas funções na trama é garantir o emprego do pessoal responsável pelas legendas do filme.

Sun Mio – esposa de Jin. É tão magrinha que quando fica de perfil literalmente some na tela. Tem facilidades com línguas (em todos os sentidos). Por ser filha de um mafioso, alguns acham que ela é uma baita pistoleira.

Jheg – médico, provavelmente veterinário, pois vive se envolvendo com vários tipos de animais, tais como: piranhas, vacas, galinhas, etc. Tem uma coleção de chapéus iguais aos do Jin. Ao contrário dos médicos de verdade, ele não cobra pelas consultas.

Sayd Kih – Trabalhou anos com suporte e comunicação em uma empresa de telemarketing, torturando os clientes que ligavam para lá, sendo o torturador oficial do filme e ganhando assim, uma vaga entre os mocinhos da história (dizem que torturou o roteirista, para conseguir seu papel na trama).

Hurleytão – também conhecido como bolota, rolha de poço, gordão, entre outros apelidos carinhosamente colocados por Sawyê-yê-yê. Seu personagem é realmente uma loucura, tanto que praticamente todos os seus flashbacks se passam em um manicômio.

Locke Hipi-hipi Hurra – Único representante da ala dos carecas no filme. Metido a caçador. Gostava de sair para ir caçar em bailes Funk e boates, onde perseguia lobas e panteras, mas quase sempre terminava a caçada tendo de encarar algum dragão. Foi enganado pela mãe, enganado pelo pai, e até enganado pelo autor do seriado que lhe prometeu uma peruca. Perito em localizar pistas desde os tempos da escola. Chegou a encontrar com facilidade uma pista de corrida e outra de dança ainda no primário.

Ana Policia – Ex-policial, com provável passagem pelo esquadrão da morte. Gosta de interrogar prisioneiros amputando seus dedos. Há quem acredite que pessoas famosas foram interrogadas por ela, como por exemplo: o presidente Lula (alguns indivíduos maldosos poderão dizer que no caso dele o que foi extraído teria sido um naco do cérebro). É exímia atiradora conseguindo acertar com precisão o piercing no umbigo da personagem Shannon (causando sua morte), sem nem precisar mirar.

Vincentavo – um dos membros mais misteriosos do seriado, que fica sempre repetindo a mesma coisa: “au au”. Também é o mais peludo dos participantes. Gosta de abanar o rabo e enterrar ossos (fato que passou a ser feito pelos demais sobreviventes que começaram também a enterrar os diversos mortos e vivos do filme). Por ser difícil imaginar um labrador em um elevador, a raça do cachorro foi trocada por um pincher. Basicamente a função deste cachorro é fugir, para que alguns personagens corram atrás dele e se metam em confusão por causa disto.

Juli-ET – Diferentemente das outras loiras do seriado, Juli é extremamente inteligente (possível alteração genética em seu DNA). Ela é uma mulher dócil, gentil, que gosta de musica romântica, de clubes de leitura e de cozinhar bolinhos, ao mesmo tempo em que bate, dá choques, mata e mente para os outros, que neste caso não são os outros, pois os outros são outros. Mas para não confundir eles (que não são os outros) com os outros que realmente são outros, vamos parar por aqui.

Dezmontes – Após algum tempo perdido no seriado ganhou poderes de prever o futuro, e está só esperando ser resgatado para comprar um bilhete premiado e com o dinheiro poder cortar o cabelo. Provavelmente é o único que conhece o final deste seriado, pois até o quinto episódio de LOST mesmo os roteiristas ainda parecem perdidos sobre a história.

Charli Eirah – Aspirante de uma carreira (deste que seja purinha). Viciado em cachaça do tipo “long neck”, com o casco em formato de santinha. Tentou entrar para o time dos casados se enforcando com uma loira, mas acabou quase enforcado numa árvore.

Boomané (sobrenome: Zaão) – Parece estar sempre disposto a levar a pior, ficando na pior, uma vida inteira com seus pensamentos na pior. É tão teimoso quanto o personagem Boone do filme oficial, que não conseguindo morrer em decorrência da queda de sua aeronave, procurou outro avião na floresta para enfim se matar.

Shannon (sobrenome: “Pior”) – irmã de faz-de-conta de Boomané. Tenta provar para todo mundo que não é uma patricinha fútil e oferecida. Conta para quem quiser ouvir que a frase que mais repetia para seu ex-namorado era: “Só casando!”. (Atenção: Zando, o ex-namorado de Shannon, não aparece neste filme).

Claire Ianaddah – Parece ter vindo para ilha a passeio. Basicamente aparece alternando entre os estados de bom humor discreto e mau humor concreto. Sua maior colaboração foi ter dado a luz em um momento sombrio.

Mr. But Eko – Padre que comprou o diploma de santidade. Traficante. Revendedor de estátuas de santa Genoveva, cheias de cachaça. Aproximava as almas de Deus, tirando-lhes desta vida diretamente para vida eterna.

Michael Juddaz – Assim como o apóstolo Judas da bíblia, Michael também traiu seus amigos, mas ao invés de ser por trinta moedas, no caso dele foi para salvar seu filho que na época pesava uns trinta quilos. Auxiliou os outros a capturar seus amigos e ajudou o pessoal dos recursos humanos a diminuir a folha de pagamento do filme, matando meia dúzia de atores durante seu ato de traição.

Benjamin – O Ben é mal (Ele ameaçou revelar os meus segredos se eu revelar os dele).

Monstro da fumaça – algumas teorias apontam que o monstro da fumaça é na realidade uma amostra de poluição extraída de uma das chaminés de São Paulo. Outros dizem que ele realmente esteve em São Paulo, mas não agüentou a poluição de lá e fugiu disfarçado como fumaça de cigarro, mas infelizmente acabou entrando em um prédio misterioso, indo parar na ala de não fumantes, sendo dragado pelo sistema de ventilação e ficando preso junto com os demais perdidos do lugar. O tal monstro da fumaça e da poluição é capaz das piores sujeiras.

CONTINUA... (ou não).

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Site: recantodasletras.uol.com.br/autores/abrasc

NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).

NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".

ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

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