FELIZ ANIVERSÁRIO UNIVERSAL
(Autor: Antonio Brás Constante)
É periodicamente ressurgido em nossas vidas, um momento em que dizemos: “Feliz aniversário!”. Humilde homenagem anual. O aniversário é fato consumado, período de tempo traçado, data informal. Quanto ao “feliz”, é puro desejo em rimas exaltado, quem sabe até sussurrado. Enunciado quase obrigatório de se dizer por seus entes nestes encontros marcados.
Razões não faltam para retumbar tais palavras. Ecos costumazes recebidos com intenções cheias de bondade, que emanam dos lábios de conhecidos, como preces nos templos da amizade. Frases que expressam um sentimento individual, coletivo, universal. Papel de presente sonoro, carregando uma dedicatória de amor para alguém especial.
Iniciam-se os votos, que são proferidos tal qual um simples “bom-dia”, ou “boa-tarde”, em tons de pronuncia casual. Embrulhados em sorrisos e abraços, temperados com um gostinho carinhoso e pessoal. Um termo que em nossa imaginação dança, trazendo lembranças dos tempos de criança.
Chega como natal antecipado, às vezes parecendo dia de finados, em outras vezes, carnaval. Não tem realce no calendário, mas possui traços de feriado, de encontros esperados e reencontros inesperados...
Através dos caminhos da existência, o aniversário é um quadro emoldurado que vai ornamentando com recordações as paredes do passado. Pinturas feitas através das cores disponíveis em mil bisnagas. Matizes lançados na tela, formando singelas aquarelas, muitas delas conhecidas como felicidade. Enfim, FELIZ ANIVERSÁRIO, é ter tanto para dizer com tão poucas palavras. Uma nova estrada que se abre. Um marco de chegada para reflexão. Tristeza por estar distante. É se sentir pequeno em meio ao imenso vazio da solidão. É beijo na boca. É comer chocolate. É o telefonema de alguém que partiu. É a galera chegando para comemorar em festa, mais um ano de vida que se concluiu.
(Texto criado e dedicado a minha amada esposa Érica, pela data de seu aniversário )
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
domingo, 31 de agosto de 2008
POR QUE ELES PREFEREM OS CARROS E ELAS A CASA?
POR QUE ELES PREFEREM OS CARROS E ELAS A CASA?
(Autor: Antonio Brás Constante)
Por que os homens gostam tanto de carros enquanto as mulheres preferem o conforto de um lar? Muitos dizem que isto acontece devido à maneira como ambos (homem e mulher) são geralmente criados. Enquanto a casa é uma espécie de porto seguro para elas, o carro fornece toda liberdade de que eles precisam, e ainda pode sempre ser trocado por outro modelo mais moderno. De preferência novo. Virgem.
O automóvel é o companheiro de aventuras e desventuras do sexo masculino. O homem sente-se como um cowboy do asfalto. Já a casa é o castelo onde vive a rainha do lar. Sendo em muitos casos, também sua masmorra. Uma caixinha de jóias onde o marido guarda sua preciosa amada, como se ela fosse um objeto de porcelana. Uma porcelana frágil que lava, passa, varre, cozinha etc.
A casa é um bebezão para a mulher, um gigantesco bebê que deve ser arrumado, limpo e decorado. É sua obra-prima, um mosaico artístico em forma de lar. Uma grande parte das coisas que estão ali, foram presentes recebidos ou peças arrumadas por ela. Os eletrodomésticos, a posição dos móveis, quadros, alimentos, panos de chão, material de limpeza, etêcetera e tal. A casa é uma extensão de seu ser, onde o marido é um organismo estranho, que deve ser suportado (porque em alguns raros momentos consegue ser útil, como, por exemplo, para cuidar do pátio e ajudar na recolocação dos móveis mais pesados, ou para pendurar as cortinas). Porém, ele tem que entender que o seu cantinho deve se limitar ao sofá da sala, e de preferência sem colocar os pés na mesinha de centro.
Para o homem, o carro é um tipo de máquina dos sonhos, cheia de curvas, bastando inserir a chave e pronto, ela já estará prontinha para acompanha-lo aonde ele for, fazendo tudo que mandar, sem necessidade de discutir a relação ou perguntando a ele se está gorda. Quando passeia com sua máquina sobre rodas, muitos ficam olhando-o cheios de inveja, acompanhando com os olhos vocês passarem, deixando-o cheio de orgulho de sua maravilha mecânica.
Claro que as mulheres tem atributos que um carro não dispõe. Porém, se ao menos elas fossem tão simples de lidar como um automóvel, o mundo se transformaria em uma auto-estrada sem engarrafamentos e sem pardais. Onde a vida do homem seria algo bem mais fácil e feliz.
Para uma boa parte das mulheres o homem ideal deveria ser como um liquidificador, que agiria no nível de eficiência (e potência) que elas quisessem, estando sempre pronto e limpinho na hora que elas precisassem, e quando não ele não fosse mais necessário bastaria desligá-lo e guardá-lo, sem maiores transtornos, e sem necessidade de ouvir roncos, ou recolher suas roupas espalhadas pelo chão, entre outras tantas “falhas” masculinas.
Talvez no futuro os homens possam ser trocados por práticos “robôs serviçais”, e as mulheres sejam substituídas por delirantes veículos, com acessórios para suprir todas (eu disse TODAS) as necessidades do sexo masculino. Tudo feito de forma fria e eficiente. A partir desse momento, talvez ambos enfim descubram o quanto eram felizes e não sabiam, quando partilhavam de suas imperfeições com as suas caras metades, que seriam taxadas de obsoletas em um futurístico e solitário mundo moderno.
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
(Autor: Antonio Brás Constante)
Por que os homens gostam tanto de carros enquanto as mulheres preferem o conforto de um lar? Muitos dizem que isto acontece devido à maneira como ambos (homem e mulher) são geralmente criados. Enquanto a casa é uma espécie de porto seguro para elas, o carro fornece toda liberdade de que eles precisam, e ainda pode sempre ser trocado por outro modelo mais moderno. De preferência novo. Virgem.
O automóvel é o companheiro de aventuras e desventuras do sexo masculino. O homem sente-se como um cowboy do asfalto. Já a casa é o castelo onde vive a rainha do lar. Sendo em muitos casos, também sua masmorra. Uma caixinha de jóias onde o marido guarda sua preciosa amada, como se ela fosse um objeto de porcelana. Uma porcelana frágil que lava, passa, varre, cozinha etc.
A casa é um bebezão para a mulher, um gigantesco bebê que deve ser arrumado, limpo e decorado. É sua obra-prima, um mosaico artístico em forma de lar. Uma grande parte das coisas que estão ali, foram presentes recebidos ou peças arrumadas por ela. Os eletrodomésticos, a posição dos móveis, quadros, alimentos, panos de chão, material de limpeza, etêcetera e tal. A casa é uma extensão de seu ser, onde o marido é um organismo estranho, que deve ser suportado (porque em alguns raros momentos consegue ser útil, como, por exemplo, para cuidar do pátio e ajudar na recolocação dos móveis mais pesados, ou para pendurar as cortinas). Porém, ele tem que entender que o seu cantinho deve se limitar ao sofá da sala, e de preferência sem colocar os pés na mesinha de centro.
Para o homem, o carro é um tipo de máquina dos sonhos, cheia de curvas, bastando inserir a chave e pronto, ela já estará prontinha para acompanha-lo aonde ele for, fazendo tudo que mandar, sem necessidade de discutir a relação ou perguntando a ele se está gorda. Quando passeia com sua máquina sobre rodas, muitos ficam olhando-o cheios de inveja, acompanhando com os olhos vocês passarem, deixando-o cheio de orgulho de sua maravilha mecânica.
Claro que as mulheres tem atributos que um carro não dispõe. Porém, se ao menos elas fossem tão simples de lidar como um automóvel, o mundo se transformaria em uma auto-estrada sem engarrafamentos e sem pardais. Onde a vida do homem seria algo bem mais fácil e feliz.
Para uma boa parte das mulheres o homem ideal deveria ser como um liquidificador, que agiria no nível de eficiência (e potência) que elas quisessem, estando sempre pronto e limpinho na hora que elas precisassem, e quando não ele não fosse mais necessário bastaria desligá-lo e guardá-lo, sem maiores transtornos, e sem necessidade de ouvir roncos, ou recolher suas roupas espalhadas pelo chão, entre outras tantas “falhas” masculinas.
Talvez no futuro os homens possam ser trocados por práticos “robôs serviçais”, e as mulheres sejam substituídas por delirantes veículos, com acessórios para suprir todas (eu disse TODAS) as necessidades do sexo masculino. Tudo feito de forma fria e eficiente. A partir desse momento, talvez ambos enfim descubram o quanto eram felizes e não sabiam, quando partilhavam de suas imperfeições com as suas caras metades, que seriam taxadas de obsoletas em um futurístico e solitário mundo moderno.
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
sábado, 23 de agosto de 2008
A IDADE QUE POSSUIMOS E A QUE NOS POSSUI
A IDADE QUE POSSUIMOS E A QUE NOS POSSUI
(Autor: Antonio Brás Constante)
Gosto de dizer aos jovens de todas as idades, que a idade é uma ferramenta criada para que possamos nos reinventar a cada 365 dias, sempre com um modelo novo, somando acessórios definidos como experiência em nossa bagagem existencial. Porém, para muitos a idade serve apenas de desculpa, colocando nela toda culpa pela infelicidade de não se tentar novamente viver. E assim a realidade vai nos puxando pelo braço e em seu abraço nos acomodamos, nos deixamos padecer.
O que é a velhice forjada pelo tecido dos anos, frente a uma alma eterna? Se não existe uma idade certa para se morrer quanto mais para nos restringir de viver. O maior problema do ser humano é não conseguir aceitar que foi criado com uma essência imortal, alojada dentro de uma embalagem perecível.
Quando somos fisicamente jovens nossos hormônios nos gritam loucuras, instigando uma mente ainda meio criança aos seus devaneios obedecer. Não somos trens de carga, obrigados a seguir os caprichos das linhas do destino, mas podemos transformar estas linhas em um belo bordado. Eu, por exemplo, sou viciado em viver, se me privarem deste vício fatalmente irei morrer.
Dizer que temos um destino já traçado só é válido para quem se conformou. Pois, quem não quer seguir pela única estrada existente em uma montanha, sairá da estrada e escalará a rocha, experimentando a intensidade de cada instante, sem olhar para o que já passou, por saber que o que realmente importa é o momento presente e não aquilo que ficou para trás. Mas as pessoas costumam gastar mais tempo reclamando dos sofrimentos de um único passado, do que buscar a chance de tentarem melhorar inúmeras possibilidades de futuro.
Preconceitos e sentimentos de inveja, mesquinharias, egoísmo, são drogas mentais que costumam parasitar em indivíduos que deixaram a juventude morrer em seus corações, agindo como se não tivessem mais nada de bom pelo que viver. Somos crianças convivendo com outras crianças, interpretando papéis escritos em moldes pré-fabricados como corretamente adultos.
Vivemos aglutinados em montinhos de gente, que se intitulam como pretensas sociedades, impondo limites de fronteira (fictícios pedaços de terra) para seus próprios irmãos de carne. Crescemos obedecendo a condutas que estabelecem quando devemos nos sentir crianças, jovens, adultos ou velhos, com base apenas em nossa idade física, sem levar em conta a essência de nosso ser. E assim a sociedade (alimentada por nossa torpe moralidade) vai ditando comportamentos e destruindo a eterna juventude que repousa dentro de cada um de nós, esquecendo que nossa vida é tão breve que não temos tempo de envelhecer.
Não devemos ficar parados nas encruzilhadas da existência, como quem veste uma roupa sem nunca mais querer tirá-la. A arte da eterna juventude consiste em rejuvenescer a cada ano que passa, a cada novo dia. Para que assim possamos chegar ao fim de nossas vidas, com a alma tão jovem quanto no dia em que nascemos.
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
(Autor: Antonio Brás Constante)
Gosto de dizer aos jovens de todas as idades, que a idade é uma ferramenta criada para que possamos nos reinventar a cada 365 dias, sempre com um modelo novo, somando acessórios definidos como experiência em nossa bagagem existencial. Porém, para muitos a idade serve apenas de desculpa, colocando nela toda culpa pela infelicidade de não se tentar novamente viver. E assim a realidade vai nos puxando pelo braço e em seu abraço nos acomodamos, nos deixamos padecer.
O que é a velhice forjada pelo tecido dos anos, frente a uma alma eterna? Se não existe uma idade certa para se morrer quanto mais para nos restringir de viver. O maior problema do ser humano é não conseguir aceitar que foi criado com uma essência imortal, alojada dentro de uma embalagem perecível.
Quando somos fisicamente jovens nossos hormônios nos gritam loucuras, instigando uma mente ainda meio criança aos seus devaneios obedecer. Não somos trens de carga, obrigados a seguir os caprichos das linhas do destino, mas podemos transformar estas linhas em um belo bordado. Eu, por exemplo, sou viciado em viver, se me privarem deste vício fatalmente irei morrer.
Dizer que temos um destino já traçado só é válido para quem se conformou. Pois, quem não quer seguir pela única estrada existente em uma montanha, sairá da estrada e escalará a rocha, experimentando a intensidade de cada instante, sem olhar para o que já passou, por saber que o que realmente importa é o momento presente e não aquilo que ficou para trás. Mas as pessoas costumam gastar mais tempo reclamando dos sofrimentos de um único passado, do que buscar a chance de tentarem melhorar inúmeras possibilidades de futuro.
Preconceitos e sentimentos de inveja, mesquinharias, egoísmo, são drogas mentais que costumam parasitar em indivíduos que deixaram a juventude morrer em seus corações, agindo como se não tivessem mais nada de bom pelo que viver. Somos crianças convivendo com outras crianças, interpretando papéis escritos em moldes pré-fabricados como corretamente adultos.
Vivemos aglutinados em montinhos de gente, que se intitulam como pretensas sociedades, impondo limites de fronteira (fictícios pedaços de terra) para seus próprios irmãos de carne. Crescemos obedecendo a condutas que estabelecem quando devemos nos sentir crianças, jovens, adultos ou velhos, com base apenas em nossa idade física, sem levar em conta a essência de nosso ser. E assim a sociedade (alimentada por nossa torpe moralidade) vai ditando comportamentos e destruindo a eterna juventude que repousa dentro de cada um de nós, esquecendo que nossa vida é tão breve que não temos tempo de envelhecer.
Não devemos ficar parados nas encruzilhadas da existência, como quem veste uma roupa sem nunca mais querer tirá-la. A arte da eterna juventude consiste em rejuvenescer a cada ano que passa, a cada novo dia. Para que assim possamos chegar ao fim de nossas vidas, com a alma tão jovem quanto no dia em que nascemos.
E-mail: abrasc@terra.com.br
Site: www.recantodasletras.com.br/autores/abrasc
NOTA DO AUTOR: Divulgue este texto para seus amigos. (Caso não tenha gostado do texto, divulgue-o então para seus inimigos).
NOVA NOTA DO AUTOR (agora com muito mais conteúdo na nota): Caso queira receber os textos do escritor Antonio Brás Constante via e-mail, basta enviar uma mensagem para: abrasc@terra.com.br pedindo para incluí-lo na lista do autor. Caso você já os receba e não queira mais recebe-los, basta enviar uma mensagem pedindo sua retirada da lista. E por último, caso você receba os textos e queira continuar recebendo, só posso lhe dizer: "Também amo você! Valeu pela preferência".
ULTIMA NOVA NOTA DO AUTOR: Agora disponho também de ORKUT, basta procurar por "Antonio Brás Constante".
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Feliz Dias dos Pais
Pai,
você é o melhor
Pai do mundo!
Quanto tempo...
Papai!
Hoje eu escrevi
pensando em você!
O meu Pai
É o melhor Pai do mundo
porque ele me ensinou
a enxergar.
Enxergar a vida!
Até mesmo na
sua ausência!
Nem tudo foi
muito fácil, porém,
sem este “guia”...
eu não estaria
aqui!
Oh, meu Pai...
Meu Pai é o melhor
Pai do mundo, pois
nunca se preocupou
em ser o melhor!
Agiu conforme seus
instintos paternos,
somado ao nada da
experiência de Pai!
Pai, desculpe
os meus erros!
Como Pai,
você é, foi e será
perfeito!
Eu é que sigo
aprendendo
sempre!
Eu sempre te amei!
Feliz Dia dos Pais!
Partes Mirim
você é o melhor
Pai do mundo!
Quanto tempo...
Papai!
Hoje eu escrevi
pensando em você!
O meu Pai
É o melhor Pai do mundo
porque ele me ensinou
a enxergar.
Enxergar a vida!
Até mesmo na
sua ausência!
Nem tudo foi
muito fácil, porém,
sem este “guia”...
eu não estaria
aqui!
Oh, meu Pai...
Meu Pai é o melhor
Pai do mundo, pois
nunca se preocupou
em ser o melhor!
Agiu conforme seus
instintos paternos,
somado ao nada da
experiência de Pai!
Pai, desculpe
os meus erros!
Como Pai,
você é, foi e será
perfeito!
Eu é que sigo
aprendendo
sempre!
Eu sempre te amei!
Feliz Dia dos Pais!
Partes Mirim
Relatoria Nacional para o Direito Humano à Educação
RELATÓRIO SOBRE A SITUAÇÃO DA EDUCAÇÃO NO COMPLEXO DO ALEMÃO SERÁ LANÇADO NA PRÓXIMA SEMANA
Documento a ser encaminhado às instâncias da ONU será entregue às autoridades do Rio de Janeiro na sexta-feira (8) e lançado em evento sobre educação no sábado (9). Lançamento no Complexo do Alemão ocorrerá no dia 30.
A Relatora Nacional para o Direito Humano à Educação, Denise Carreira, entregará na próxima sexta-feira às autoridades do Rio de Janeiro documento contendo análise da situação educacional do Complexo do Alemão e um conjunto de recomendações destinadas à melhoria da situação educacional da área. O relatório será lançado publicamente no dia 9 (sábado), no Seminário Nacional de Educação da organização Ação da Cidadania, que ocorrerá no Centro Cultura Ação da Cidadania (av. Barão de Tefé, 75, Saúde, RJ). No dia 30, acontecerá o lançamento no Complexo do Alemão.
Os lançamentos do relatório contam com apoio do Unicef e da Unesco e de um conjunto de organizações cariocas, entre elas, Comitê de Desenvolvimento da Serra da Misericórdia, Fase, Ibase, Observatório de Favelas, Raízes em Movimento, Justiça Global, Ação da Cidadania, Centro Bento Rubião/MNDH, Criola, Pastoral das Favelas, Sepe, AfroReggae.
O que é a Relatoria Nacional para o Direito Humano à Educação?
Experiência inédita no mundo inspirada nos Relatores Especiais da ONU, o Brasil possui seis relatores nacionais vinculados à Plataforma DHESCA Brasil, uma articulação de quarenta e três organizações e redes nacionais de direitos humanos. Além da educação, a plataforma conta com mais cinco Relatorias nacionais (saúde, alimentação e terra rural, meio ambiente, moradia adequada e trabalho). Para o desenvolvimento das investigações e acompanhamento de casos paradigmáticos de violação dos direitos humanos no Brasil, as Relatorias contam com o apoio da Procuradoria Federal do Cidadão e do Programa de Voluntários das Organizações das Nações Unidas.
Eleita em junho de 2007, Denise Carreira é a atual Relatora Nacional para o Direito Humano à Educação. Denise é coordenadora do programa de pesquisa e monitoramento de políticas educacionais da organização Ação Educativa e ex-coordenadora da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. A assessoria da Relatoria é exercida por Suelaine Carneiro, educadora e integrante da organização não-governamental Geledés Instituto da Mulher Negra.
Documento a ser encaminhado às instâncias da ONU será entregue às autoridades do Rio de Janeiro na sexta-feira (8) e lançado em evento sobre educação no sábado (9). Lançamento no Complexo do Alemão ocorrerá no dia 30.
A Relatora Nacional para o Direito Humano à Educação, Denise Carreira, entregará na próxima sexta-feira às autoridades do Rio de Janeiro documento contendo análise da situação educacional do Complexo do Alemão e um conjunto de recomendações destinadas à melhoria da situação educacional da área. O relatório será lançado publicamente no dia 9 (sábado), no Seminário Nacional de Educação da organização Ação da Cidadania, que ocorrerá no Centro Cultura Ação da Cidadania (av. Barão de Tefé, 75, Saúde, RJ). No dia 30, acontecerá o lançamento no Complexo do Alemão.
Os lançamentos do relatório contam com apoio do Unicef e da Unesco e de um conjunto de organizações cariocas, entre elas, Comitê de Desenvolvimento da Serra da Misericórdia, Fase, Ibase, Observatório de Favelas, Raízes em Movimento, Justiça Global, Ação da Cidadania, Centro Bento Rubião/MNDH, Criola, Pastoral das Favelas, Sepe, AfroReggae.
O que é a Relatoria Nacional para o Direito Humano à Educação?
Experiência inédita no mundo inspirada nos Relatores Especiais da ONU, o Brasil possui seis relatores nacionais vinculados à Plataforma DHESCA Brasil, uma articulação de quarenta e três organizações e redes nacionais de direitos humanos. Além da educação, a plataforma conta com mais cinco Relatorias nacionais (saúde, alimentação e terra rural, meio ambiente, moradia adequada e trabalho). Para o desenvolvimento das investigações e acompanhamento de casos paradigmáticos de violação dos direitos humanos no Brasil, as Relatorias contam com o apoio da Procuradoria Federal do Cidadão e do Programa de Voluntários das Organizações das Nações Unidas.
Eleita em junho de 2007, Denise Carreira é a atual Relatora Nacional para o Direito Humano à Educação. Denise é coordenadora do programa de pesquisa e monitoramento de políticas educacionais da organização Ação Educativa e ex-coordenadora da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. A assessoria da Relatoria é exercida por Suelaine Carneiro, educadora e integrante da organização não-governamental Geledés Instituto da Mulher Negra.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Mostra “A Casa Xinguana” acontece na terceira edição projeto Casas do Brasil do MCB
A exposição “A Casa Xinguana”, que abre dia 26 de julho no Museu da Casa Brasileira, da Secretaria de Estado da Cultura, é composta de 46 painéis fotográficos em preto e branco de Milton Guran com o tema da habitação tradicional dos povos indígenas do Parque Nacional do Xingu: sua arquitetura, uso cotidiano, função social e dimensão simbólica. Haverá também uma representação virtual em animação eletrônica das etapas construtivas da casa xinguana, além de uma maquete para facilitar a compreensão dos aspectos técnicos desta solução arquitetônica.
Esta mostra, terceira edição do projeto Casas do Brasil do MCB, é patrocinada pela Kostal Eletromecânica, subsidiária de grupo alemão LK - Leopold Kostal. Realizadas pelo fotógrafo e antropólogo Milton Guran, que também é curador da mostra, as fotos foram feitas nos meses de julho e agosto de 1978. Elas mostram aspectos tradicionais da cultura xinguana começando a dialogar mais estreitamente com a cultura nacional. O texto que acompanha “A Casa Xinguana” é de Carlos Fausto, antropólogo do Museu Nacional (UFRJ), especialista nas culturas indígenas da Amazônia e trabalhando, no momento, entre os Kuikuro do Alto Xingu.
“A intenção do Projeto Casas do Brasil, implantado em 2006, é a criação de um inventário visual das diversas formas de morar no Brasil, reforçando o caráter do Museu da Casa Brasileira como centro de referência para questões relativas ao habitat e suas intersecções entre a arquitetura e o design”, afirma Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB. “Esta edição traz através do olhar de Milton Guran, a nossa casa - referência primordial, de técnica refinada e verdadeiramente integrada ao ambiente. Apresentamos aqui o relato de uma cultura não com exotismo e sim com a consciência do necessário reconhecimento e de sua fundamental contribuição na formação da diversidade brasileira.”
O Parque Nacional do Xingu, atualmente, abriga diversos povos indígenas de diferentes origens étnicas e falando idiomas das principais famílias lingüísticas da América do Sul. Nesta exposição, o foco são as aldeias Kamayurá e Kuikuro, paradigmáticas desta área cultural. Sempre tomando a casa como referência são capturadas as imagens de diversos rituais, como o Quarup, o Jogo do Jawari e um casamento, que ancoram um painel de imagens bastante abrangente, embora sucinto, sobre a vida cotidiana dentro e em torno da casa. Algumas imagens remontam há quase 30 anos, como é o caso da documentação de um casamento tradicional Kuikuro em torno do qual se constrói a exposição. Embora a cerimônia de casamento seja bastante freqüente, e continue a mesma que há 30 anos atrás, esta é a única documentação fotográfica conhecida do ritual completo.
A mostra trata de forma ampla e despojada a questão da diversidade cultural, enfatizando o fato de que cada cultura tem uma forma específica de viver e de ocupar seu próprio espaço no mundo. Cada uma responde a aspectos importantes de compreensão do mundo e da organização social do seu respectivo grupo de indivíduos.
No Brasil se encontram as últimas fronteiras intocadas da diversidade humana representadas por diversos grupos indígenas da região amazônica, alguns poucos ainda isolados da sociedade nacional. Esses grupos fazem parte de um conjunto de cerca de 200 diferentes povos indígenas que, em diversos graus de integração com a sociedade nacional, participam ativamente do processo de construção da identidade brasileira como nação. Na mostra, esta diversidade cultural é vista e apresentada como um patrimônio maior do povo brasileiro.
Desde 1979, Milton Guran já realizou 27 exposições fotográficas sobre a temática indígena no país e no exterior. As mais recentes são Viva Yanomami, 2005, no Centre Intermondes, La Rochelle , França; Paresi, 2005, individual, no Museu do Índio, Rio de Janeiro; Todo dia é dia de índio, individual, 2003, no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPr, Paranaguá; Pataxós do Sul da Bahia, individual, 2003, Museu do Índio, Rio de Janeiro; Amazônicas, 1998, coletiva, Instituto Cultural Itaú.
A Kostal Eletromecânica Ltda., com sede na Alemanha, está instalada em São Bernardo do Campo (SP) desde 1979 e na cidade de Cravinhos (SP) desde 2006. Nas duas unidades, são produzidos produtos para a indústria automotiva com grande ênfase em produtos eletromecânicos, eletrônicos e mecatrônicos.
Debate, 20/8, às 19h30, entrada gratuita, com Milton Guran, Carlos Fausto e Mutua Mehinaku Kuikuro, presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu.
Mutua Mehinaku Kuikuro é professor e presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu. Formou-se na primeira turma do Terceiro Grau Indígena da Universidade Estadual do Mato Grosso (2001-2006), com concentração em lingüística. Foi agraciado pelo Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford - Instituto Carlos Chagas, devendo iniciar o mestrado em antropologia no Museu Nacional, UFRJ, em 2009. É membro do projeto Documenta Kuikuro (DKK), coordenado por Bruna Franchetto e Carlos Fausto.
Serviço:
Exposição: “A Casa Xinguana”
Abertura: 26 de julho, das 11h às 13h, entrada gratuita
Debate: 20 de agosto, às 19h30, com Milton Guran, Carlos Fausto e Mutua Mehinaku Kuikuro, presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu.
Visitação: até 14 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 18h
Site: www.mcb.sp.gov.br
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo
Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 Domingo gratuito
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas: 3032-2564 agendamentomcb@terra.com.br
Estacionamento: R$ 10,00 no dia da abertura; de terça a sábado até 2 horas R$ 6,00; 3ª hora R$ 2,00; demais horas R$ 1,00 Domingo: preço único R$ 10,00
Esta mostra, terceira edição do projeto Casas do Brasil do MCB, é patrocinada pela Kostal Eletromecânica, subsidiária de grupo alemão LK - Leopold Kostal. Realizadas pelo fotógrafo e antropólogo Milton Guran, que também é curador da mostra, as fotos foram feitas nos meses de julho e agosto de 1978. Elas mostram aspectos tradicionais da cultura xinguana começando a dialogar mais estreitamente com a cultura nacional. O texto que acompanha “A Casa Xinguana” é de Carlos Fausto, antropólogo do Museu Nacional (UFRJ), especialista nas culturas indígenas da Amazônia e trabalhando, no momento, entre os Kuikuro do Alto Xingu.
“A intenção do Projeto Casas do Brasil, implantado em 2006, é a criação de um inventário visual das diversas formas de morar no Brasil, reforçando o caráter do Museu da Casa Brasileira como centro de referência para questões relativas ao habitat e suas intersecções entre a arquitetura e o design”, afirma Giancarlo Latorraca, diretor Técnico do MCB. “Esta edição traz através do olhar de Milton Guran, a nossa casa - referência primordial, de técnica refinada e verdadeiramente integrada ao ambiente. Apresentamos aqui o relato de uma cultura não com exotismo e sim com a consciência do necessário reconhecimento e de sua fundamental contribuição na formação da diversidade brasileira.”
O Parque Nacional do Xingu, atualmente, abriga diversos povos indígenas de diferentes origens étnicas e falando idiomas das principais famílias lingüísticas da América do Sul. Nesta exposição, o foco são as aldeias Kamayurá e Kuikuro, paradigmáticas desta área cultural. Sempre tomando a casa como referência são capturadas as imagens de diversos rituais, como o Quarup, o Jogo do Jawari e um casamento, que ancoram um painel de imagens bastante abrangente, embora sucinto, sobre a vida cotidiana dentro e em torno da casa. Algumas imagens remontam há quase 30 anos, como é o caso da documentação de um casamento tradicional Kuikuro em torno do qual se constrói a exposição. Embora a cerimônia de casamento seja bastante freqüente, e continue a mesma que há 30 anos atrás, esta é a única documentação fotográfica conhecida do ritual completo.
A mostra trata de forma ampla e despojada a questão da diversidade cultural, enfatizando o fato de que cada cultura tem uma forma específica de viver e de ocupar seu próprio espaço no mundo. Cada uma responde a aspectos importantes de compreensão do mundo e da organização social do seu respectivo grupo de indivíduos.
No Brasil se encontram as últimas fronteiras intocadas da diversidade humana representadas por diversos grupos indígenas da região amazônica, alguns poucos ainda isolados da sociedade nacional. Esses grupos fazem parte de um conjunto de cerca de 200 diferentes povos indígenas que, em diversos graus de integração com a sociedade nacional, participam ativamente do processo de construção da identidade brasileira como nação. Na mostra, esta diversidade cultural é vista e apresentada como um patrimônio maior do povo brasileiro.
Desde 1979, Milton Guran já realizou 27 exposições fotográficas sobre a temática indígena no país e no exterior. As mais recentes são Viva Yanomami, 2005, no Centre Intermondes, La Rochelle , França; Paresi, 2005, individual, no Museu do Índio, Rio de Janeiro; Todo dia é dia de índio, individual, 2003, no Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPr, Paranaguá; Pataxós do Sul da Bahia, individual, 2003, Museu do Índio, Rio de Janeiro; Amazônicas, 1998, coletiva, Instituto Cultural Itaú.
A Kostal Eletromecânica Ltda., com sede na Alemanha, está instalada em São Bernardo do Campo (SP) desde 1979 e na cidade de Cravinhos (SP) desde 2006. Nas duas unidades, são produzidos produtos para a indústria automotiva com grande ênfase em produtos eletromecânicos, eletrônicos e mecatrônicos.
Debate, 20/8, às 19h30, entrada gratuita, com Milton Guran, Carlos Fausto e Mutua Mehinaku Kuikuro, presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu.
Mutua Mehinaku Kuikuro é professor e presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu. Formou-se na primeira turma do Terceiro Grau Indígena da Universidade Estadual do Mato Grosso (2001-2006), com concentração em lingüística. Foi agraciado pelo Programa Internacional de Bolsas de Pós-Graduação da Fundação Ford - Instituto Carlos Chagas, devendo iniciar o mestrado em antropologia no Museu Nacional, UFRJ, em 2009. É membro do projeto Documenta Kuikuro (DKK), coordenado por Bruna Franchetto e Carlos Fausto.
Serviço:
Exposição: “A Casa Xinguana”
Abertura: 26 de julho, das 11h às 13h, entrada gratuita
Debate: 20 de agosto, às 19h30, com Milton Guran, Carlos Fausto e Mutua Mehinaku Kuikuro, presidente da Associação Indígena Kuikuro do Alto Xingu.
Visitação: até 14 de setembro, de terça a domingo, das 10h às 18h
Site: www.mcb.sp.gov.br
Local: Museu da Casa Brasileira - Av. Faria Lima, 2705 - Tel. 11 3032-3727
Jardim Paulistano São Paulo
Ingresso: R$ 4,00 - Estudantes: R$ 2,00 Domingo gratuito
Acesso a portadores de deficiência física.
Visitas monitoradas: 3032-2564 agendamentomcb@terra.com.br
Estacionamento: R$ 10,00 no dia da abertura; de terça a sábado até 2 horas R$ 6,00; 3ª hora R$ 2,00; demais horas R$ 1,00 Domingo: preço único R$ 10,00
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Poema do Zeh!!!
A sociedade do escape
a Guy Debord
Toda a vida atual consiste
em um seminário de distâncias;
a distância é uma semana invisível
num calendário perdurante,
uma estância perdida onde não se há
o que se é, e o que seria também sucumbe;
um instante posta-se noutro
e o próximo desafago é apenas uma porta aberta
para um longe de afetos frustrados;
o dia encosta na noite, de relógio-alarme
em punho, cerrado de rotinas;
a voz imposta-se no grito de uma árvore
presa em tela seca na garganta;
e por fim uma chama fica cega de exílio,
quando a cor de tudo em torno é fuga.
In "A Perspectiva do Quase" (Arte Paubrasil, 2008), de Zeh Gustavo, p. 62
Encomendas: zehgustavo@yahoo.com.br
www.artepaubrasil.com.br
a Guy Debord
Toda a vida atual consiste
em um seminário de distâncias;
a distância é uma semana invisível
num calendário perdurante,
uma estância perdida onde não se há
o que se é, e o que seria também sucumbe;
um instante posta-se noutro
e o próximo desafago é apenas uma porta aberta
para um longe de afetos frustrados;
o dia encosta na noite, de relógio-alarme
em punho, cerrado de rotinas;
a voz imposta-se no grito de uma árvore
presa em tela seca na garganta;
e por fim uma chama fica cega de exílio,
quando a cor de tudo em torno é fuga.
In "A Perspectiva do Quase" (Arte Paubrasil, 2008), de Zeh Gustavo, p. 62
Encomendas: zehgustavo@yahoo.com.br
www.artepaubrasil.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)
PND: inscrições são prorrogadas até 10/7
PND: inscrições são prorrogadas até 10/7 Participantes devem se inscrever no Sistema PND. Prazo também foi prorrogado para solicitações de a...
-
Agência Brasil030712 ANT1914 Brasília - O presidente do Senado, José Sarney, recebe o presidente do Santos Futebol Clube, Luis Álvaro de Oli...
-
Autor: Dhiogo Caetano Não sei se vivemos ou tentamos sobreviver. Viver é enfrentar as múltiplas diversidades da vida; viver é ser livre me...