quarta-feira, 4 de junho de 2008

A era da água

Por Everton de Oliveira - Hidrogeólogo e presidente da ABAS - Associação Brasileira de Águas Subterrâneas


No Brasil temos uma tradição muito forte de uso de águas superficiais. Quando se fala em água, sempre são mencionados os mananciais de superfície: represas, lagos, rios, córregos. Entretanto, para surpresa de muitos, no Estado de São Paulo, o mais desenvolvido da federação, aproximadamente 50% dos municípios são abastecidos exclusivamente por águas subterrâneas.



Nosso país deve orientar-se pelo uso da água subterrânea em toda sua potencialidade. Os estados precisam estar equipados com leis adequadas para a gestão correta do uso deste recurso, além de se equiparem para sua preservação, uma vez que o esgoto doméstico é o principal poluente potencial de nossos aqüíferos e é função do estado de fazer sua coleta.



Água, hoje em dia, é assunto. Há até conjecturas sobre possíveis guerras futuras para o acesso à água. Hoje, água é pauta para várias discussões. E 97% da água disponível para consumo humano no planeta é subterrânea. Logo, a pauta deverá inexoravelmente caminhar para o entendimento desta como parte de nosso dia-a-dia. Todos nós vimos um poço um dia em nossas vidas, mas poucos de nós parou para pensar em como a água chega ao seu interior, se sua quantidade varia com o passar do tempo, se a qualidade também varia com o passar do tempo. As respostas simples para estas questões permitem-nos organizar nossas ações visando a preservação da água subterrânea e, por extensão, das águas como um todo. Por serem subterrâneas, esses 97% nos são praticamente invisíveis, somente aparecendo em nascentes, e lembradas quando vemos um poço.



Em primeiro lugar, as águas subterrâneas são armazenadas nos poros do material geológico que compõe os chamados aqüíferos, cuja etimologia remete a um material com capacidade de armazenar e transmitir água em quantidades apreciáveis. As águas de chuva, ao atingirem a superfície do solo dividem-se em uma parte que escoa superficialmente, indo alimentar diretamente os rios e lagos, e outra parte que se infiltra, indo alimentar os aqüíferos. Esse fenômeno chama-se recarga e é o responsável pela realimentação da água que aparece nos poços e, em grande parte, das águas que fluem nos rios e drenagens superficiais. Muitos rios do nordeste do Brasil são alimentados quase que exclusivamente por água subterrânea. Logo, a quantidade de água de um poço depende de sua recarga. Longos períodos de estiagem irão corresponder a uma menor disponibilidade hídrica subterrânea. Por outro lado, a qualidade da água subterrânea depende, em princípio, da interação com o material geológico que compõe o aqüífero e de possíveis alterações causadas pela introdução de compostos estranhos à sua composição: poluição. Ao contrário de rios e lagos, onde a poluição é imediata, pois o acesso à água é direto, nos aqüíferos a poluição é muito mais lenta, pois o fluxo das águas subterrâneas também é lento, tipicamente variando entre 1 metro por dia a 1 metro por ano. Nos aqüíferos, a água encontra-se mais abrigada tanto da evaporação quanto de potencial contaminação. Logo os aqüíferos são mais protegidos, mas não são imunes a contaminações e devem ser remediados (termo técnico) quando tiverem sua qualidade alterada. Inúmeras são as possibilidades de se poluir as águas em geral, e as águas subterrâneas em particular, mas o elemento poluidor mais onipresente é o esgoto doméstico. Como somos um país ainda mal servido pela coleta de esgotos, este infiltra-se no solo, indo eventualmente parar nos aqüíferos. Uma fossa nada mais é do que um sistema de infiltração. Preocupante, não? Devemos nos lembrar que o problema água hoje é pauta mais por estarmos sujando a água que posteriormente iremos utilizar, do que pela sua escassez, uma vez que a quantidade de água do planeta é praticamente invariável. Esgoto doméstico é um vilão, sem dúvida.



No Brasil temos uma tradição muito forte de uso de águas superficiais. Quando se fala em água, sempre são mencionados os mananciais de superfície: represas, lagos, rios, córregos. Entretanto, para surpresa de muitos, no Estado de São Paulo, o mais desenvolvido da federação, aproximadamente 50% dos municípios são abastecidos exclusivamente por águas subterrâneas. Sim, água de poço. Além disso, outros 25% são parcialmente abastecidos por águas subterrâneas. Somente 25% do total são abastecidos exclusivamente por águas superficiais. Parece paradoxal a água subterrânea ser sempre mencionada como fonte alternativa. Mesmo regiões áridas, como o nordeste brasileiro, dispõem de recursos hídricos subterrâneos que podem e devem ser utilizados. As águas nesses reservatórios podem apresentar uma maior dificuldade relativa para serem explotadas, afinal é preciso construir um poço. Entretanto, isso é um problema menor se comparado à qualidade superior da água, que vai requerer menor tratamento, quando isso for necessário. Ou ainda se considerarmos a distribuição de água subterrânea, muito mais otimizada, uma vez que os poços são localizados próximos aos consumidores.



Temos na região Sudeste do Brasil o maior sistema aqüífero do mundo, o Sistema Aqüífero Guarani, que armazena um total de 45.000 km3 como reserva permanente, isto é, reserva que pode ser utilizada e que é recomposta pela infiltração das águas de chuva. Se lembrarmos que um cidadão precisa de 200 litros por dia, e que 1 km3 corresponde a 1 bilhão de litros... Bons poços no Guarani produzem mais de 400 milhões de litros por hora. Números fantásticos e animadores.



Claro que nem todo aqüífero é o Guarani, assim como nem toda água superficial é um rio Amazonas. Mas há abundância no país e a gestão integrada dos recursos hídricos deve orientar o uso racional desta imensidão de recursos que o país dispõe.



Nosso país deve orientar-se claramente pelo uso da água subterrânea em toda sua potencialidade. Os estados precisam estar equipados com leis adequadas para permitirem que técnicas corretas de perfuração de poços, de explotação de quantidades que não superem a capacidade de reposição de água pela recarga, enfim, de gestão correta do uso deste recurso, além de se equiparem para sua preservação, uma vez que o esgoto doméstico é o principal poluente potencial de nossos aqüíferos e é função do estado de fazer sua coleta.



Água vai continuar a ser assunto, e as águas subterrâneas virão cada vez mais à superfície das discussões em torno do uso racional dos recursos hídricos.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

CIA BARÁ realizará Oficina na Faculdade UMC

No dia 21 de junho de 2008, na Universidade UMC, será ministrada uma oficina cultural, para atores e não atores. No horário: 13:00hrs às 16:00hrs. A universidade fica localizada na Av. Imperatriz Leopoldina, 550.
As inscrições poderão ser feitas no local ou através do número: (11) 3648 5050. A oficina será ministrada pelo ator Diego Gonzalez com os participantes da Cia. Bará.
Serão oferecidos exercícios básicos para preparação do ator.
Técnicas de relaxamento; exercício respiratório; exercício vocal;
exercício corporal, com improvisações que serão apresentadas como resultado final.
Entrada: R$ 10,00.
A Cia. Bará iniciou sua carreira com um grupo de alunos universitários sob a direção da premiada atriz Sandra Corveloni.
Atualmente a Cia. segue com pesquisas preparatórias para sua próxima montagem sob a direção do ator Diego Gonzalez.

"Busco na alma do ser, na essência de cada um, ator ou não ator, suas possibilidades de interpretação e inter-relação com o mundo, e muito mais do que isso: com o universo em que estamos todos conspirados. E, para isso, faço uma espécie de iniciação-rito que consiste na 'QUEDA DAS COURAÇAS'" diz, Diego Gonzalez.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Quadrilha?

A Folha de S. Paulo desta quarta (21/05/2008)estampa em sua página principal a manchete Lula elogia Serra, que elogia Kassab, que Marta lembrando a famosa poesia de Carlos Drummond de Andrade denominada Quadrilha. A manchete e os textos referem-se a cerimônia do PAC na favela Heliópolis, na zona sul de São Paulo, notadamente um reduto petista. Sobrou estocadas para Geraldo Alckimin, que não é bem visto, nem no reduto petista, nem nos demos, nem na tucanagem de alta plumagem.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Recado





Senhores pais, familiares, professores e amigos das crianças :

*Pela vivência, erramos, acertamos e estamos aprendendo sempre!
Com muito menos experiência, o mesmo acontece no universo infantil
e é por isso que os pequeninos dependem de conteúdos pedagógicos,
da linha didática que desenvolve os valores essenciais à humanidade,
do espelhamento que devemos ser para cada um deles!
Para que sejam melhores do que um dia fomos!

*Transcrito do diálogo com Marcelo.

sábado, 10 de maio de 2008

Vitória da Filosofia e da Sociologia no Senado Federal

Vitória da Filosofia e da Sociologia no Senado Federal

Lejeune Mato Grosso Xavier de Carvalho *
Emmanuel José Appel **


Nesta quinta-feira, 8 de maio de 2008, um dia histórico para sociólogos e filósofos, o plenário do Senado aprovou, um pouco antes das quinze horas (sua sessão, que habitualmente se inicia um pouco mais tarde, teve sua abertura por volta das onze horas da manhã) aprovou a obrigatoriedade das disciplinas de Sociologia e Filosofia no currículo do Ensino Médio de todas as escolas públicas e privadas do país.

Eram exatamente 14h35 quando a brava senadora Ideli Salvatti assim se manifestou: "gostaria de solicitar uma inversão de pauta para o PLC 04/08 que inclui a Sociologia e a Filosofia como disciplinas obrigatórias no currículo do Ensino Médio". A votação só foi possível no plenário do Senado porque na última terça-feira, às 12h, na reunião ordinária da Comissão de Educação do Senado, o PLC 04/018 havia sido aprovado por unanimidade e um requerimento de urgência para votar no plenário havia também sido aprovado, de autoria do combativo senador Valter Pereira, do PMDB/MS, que deu parecer pela aprovação do projeto de autoria do deputado socialista Dr. Ribamar Alves, do PSB/MA.

Só haveria concordância com a inversão se ninguém discutisse a matéria (a presidência da mesa não queria atrasar a votação de outros projetos) e foi exatamente isto que aconteceu: por unanimidade a Filosofia e a Sociologia estão de volta e vão agora à sanção presidencial.

"Hoje fizemos um grande benefício à juventude brasileira", afirmou a senadora Ideli Salvatti. Na discussão da proposta, a senadora Ideli Salvatti (PT/SC) saudou o retorno das duas disciplinas ao Ensino Médio, 37 anos depois de serem excluídas do currículo por decisão do regime militar em 1971, com a Lei 5.692, tendo sido, então, substituídas pela disciplina Educação Moral e Cívica. A senadora frisou ainda que a proposta tramitava há onze anos no Congresso Nacional.

Queremos de público agradecer a algumas pessoas, assessores, que nestes últimos três dias, desde a terça dia 6 de maio, que mantivemos uma equipe de plantão permanente em Brasília, integrada, além de nós do Sinsesp e do Fórum Sul, pela colega socióloga Graziela Lara (DF) e Antônio Bráz (MG). São os seguintes os colegas, amig@s e companheir@s que nos ajudaram: Zuleide Teixeira (da liderança do PT no Senado), Chica Picanço (do gabinete do deputado Ângelo Vanhoni (PT/PR), João da Silveira (do gabinete do Senador Valter Pereira, PMDB/MS), Júlio Linhares (secretário-executivo da Comissão de Educação, Cultura e Esportes do Senado), Ronald Pinto (do gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), José Veríssimo Teixeira da Mata (consultor legislativo da Câmara dos Deputados), Carlos Décimo (gabinete do senador Inácio Arruda PCdoB/CE), Márcio Nuno Rabat (consultor legislativo da Câmara dos Deputados) e Aires das Neves Junior (chefe de gabinete do senador Flávio Arns (PT/PR).

Nos próximos dias, circularemos informações mais detalhadas sobre a aprovação histórica nesta data, bem como daremos ampla divulgação do dia e hora da sansão presidencial da Lei que irá alterar de forma definitiva a obrigatoriedade do ensino de Sociologia e Filosofia em todas as escolas de Ensino Médio do país, públicas e privadas.

Estamos propondo ao presidente Lula que façamos um grande ato, um evento nacional no Palácio do Planalto, com as presenças de ministros de estados, entidades nacionais como a CNTE, CONTEE, UNE, UBES, SBS, ANPOF, Sinsesp, Apeoesp e Fórum Sul e demais entidades da sociedade civil que nos apoiaram nessa histórica luta pelo menos nos últimos 11 anos. Vamos lembrar e homenagear todos os que nos ajudaram e apoiaram. Aguardem maiores informações. Um forte abraço a tod@s

* Sociólogos e Presidente do Sindicato dos Sociólogos do Estado de São Paulo
** Filósofo e Coordenador do Fórum Sul Brasileiro de Filosofia e Ensino

Extraído do : Notícias do Sinsesp - Boletim nº 23 – 9 de maio de 2008
site do Sindicato: www.sociologos.org.br

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Gírias e o aprendizado do inglês

* Camila León


Língua, segundo o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001), é um "sistema de signos vocais, que podem ser transcritos graficamente, comuns a um povo, a uma nação, a uma cultura, constituindo o seu instrumento de comunicação". Se considerarmos essa definição, podemos dizer que as gírias e as expressões idiomáticas fazem parte desse sistema de comunicação lingüístico e estão presentes na língua de quaisquer povos.



Infelizmente, ainda hoje há muito preconceito em relação ao ensino de gírias nas aulas de inglês, principalmente por parte de professores que acreditam que a língua é pura e imutável. Um professor de língua estrangeira, que é contra o ensino de gírias em suas aulas, certamente deve utilizar – muitas vezes sem perceber – uma gíria ou uma expressão idiomática – em seu cotidiano, em situações informais. Então, como pode ser contra o ensino de “palavras não-padrões” nas aulas de língua estrangeira, uma vez que estas fazem parte do sistema de comunicação lingüístico, da cultura do povo nativo que as utiliza em seu dia-a-dia?



Essa é uma das razões pelas quais alunos que estudaram uma língua estrangeira e depois tiveram a oportunidade de viajar concluem que não aprenderam de forma concreta a utilização oral do idioma. Fica uma grande lacuna entre o que é ensinado nas aulas de língua estrangeira e o que é realmente utilizado no país de língua nativa.



As gírias são uma das estratégias que cativa o estudante durante o aprendizado. Tudo o que é ensinado em sala de aula deveria partir do interesse ou da curiosidade do grupo de alunos, junto com seus professores, a fim de tornar a aprendizagem do idioma mais significativa.



Esta realidade não é muito difícil de ser encontrada no Estado de São Paulo, pois nas aulas de Inglês de escolas da rede municipal de Caçapava, Guaratinguetá, Taboão da Serra, São Manuel e Bertioga, os mediadores das empresas Futurekids do Brasil e Planeta Educação desenvolvem, em parceria com as Secretarias de Educação, o projeto 'Diálogo Idiomas', que, como o nome diz, privilegia o ensino através do diálogo.



Para estimular o diálogo no aprendizado da nova língua, a tecnologia implantada pela Futurekids e Planeta Educação tem papel de destaque. O projeto oferece os mais modernos softwares de idiomas, que 'dialogam' com o aluno, possibilitando 'ouvir' o que ele fala e analisar tanto sua pronúncia e entonação quanto a sintaxe e adequação semântica das frases pronunciadas. Assim, esses softwares adaptam automaticamente cada pergunta ao nível demonstrado pelo estudante nas respostas, permitindo que ele evolua em seu próprio ritmo.



Os softwares funcionam como um recurso que possibilita ao professor conduzir aulas cativantes e repletas de oportunidades de diálogo. O material didático-pedagógico agregado aos softwares contempla todas as habilidades necessárias ao completo domínio de um idioma – ouvir, falar, ler e escrever, o que garante um perfeito domínio do Inglês e uma desenvoltura raramente observada nos alunos quando se trata de compreensão e fala desse idioma.



* Camila León é Consultora em Língua Inglesa da Futurekids e do Planeta Educação, graduada em Letras pela Universidade do Vale do Paraíba.

Gírias e o aprendizado do inglês

* Camila León


Língua, segundo o Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea (2001), é um "sistema de signos vocais, que podem ser transcritos graficamente, comuns a um povo, a uma nação, a uma cultura, constituindo o seu instrumento de comunicação". Se considerarmos essa definição, podemos dizer que as gírias e as expressões idiomáticas fazem parte desse sistema de comunicação lingüístico e estão presentes na língua de quaisquer povos.



Infelizmente, ainda hoje há muito preconceito em relação ao ensino de gírias nas aulas de inglês, principalmente por parte de professores que acreditam que a língua é pura e imutável. Um professor de língua estrangeira, que é contra o ensino de gírias em suas aulas, certamente deve utilizar – muitas vezes sem perceber – uma gíria ou uma expressão idiomática – em seu cotidiano, em situações informais. Então, como pode ser contra o ensino de “palavras não-padrões” nas aulas de língua estrangeira, uma vez que estas fazem parte do sistema de comunicação lingüístico, da cultura do povo nativo que as utiliza em seu dia-a-dia?



Essa é uma das razões pelas quais alunos que estudaram uma língua estrangeira e depois tiveram a oportunidade de viajar concluem que não aprenderam de forma concreta a utilização oral do idioma. Fica uma grande lacuna entre o que é ensinado nas aulas de língua estrangeira e o que é realmente utilizado no país de língua nativa.



As gírias são uma das estratégias que cativa o estudante durante o aprendizado. Tudo o que é ensinado em sala de aula deveria partir do interesse ou da curiosidade do grupo de alunos, junto com seus professores, a fim de tornar a aprendizagem do idioma mais significativa.



Esta realidade não é muito difícil de ser encontrada no Estado de São Paulo, pois nas aulas de Inglês de escolas da rede municipal de Caçapava, Guaratinguetá, Taboão da Serra, São Manuel e Bertioga, os mediadores das empresas Futurekids do Brasil e Planeta Educação desenvolvem, em parceria com as Secretarias de Educação, o projeto 'Diálogo Idiomas', que, como o nome diz, privilegia o ensino através do diálogo.



Para estimular o diálogo no aprendizado da nova língua, a tecnologia implantada pela Futurekids e Planeta Educação tem papel de destaque. O projeto oferece os mais modernos softwares de idiomas, que 'dialogam' com o aluno, possibilitando 'ouvir' o que ele fala e analisar tanto sua pronúncia e entonação quanto a sintaxe e adequação semântica das frases pronunciadas. Assim, esses softwares adaptam automaticamente cada pergunta ao nível demonstrado pelo estudante nas respostas, permitindo que ele evolua em seu próprio ritmo.



Os softwares funcionam como um recurso que possibilita ao professor conduzir aulas cativantes e repletas de oportunidades de diálogo. O material didático-pedagógico agregado aos softwares contempla todas as habilidades necessárias ao completo domínio de um idioma – ouvir, falar, ler e escrever, o que garante um perfeito domínio do Inglês e uma desenvoltura raramente observada nos alunos quando se trata de compreensão e fala desse idioma.



* Camila León é Consultora em Língua Inglesa da Futurekids e do Planeta Educação, graduada em Letras pela Universidade do Vale do Paraíba.

PND: inscrições são prorrogadas até 10/7

PND: inscrições são prorrogadas até 10/7 Participantes devem se inscrever no Sistema PND. Prazo também foi prorrogado para solicitações de a...