"Fica parecendo que muitas das verdades consideradas incontestáveis, são mentiras, e que noções de ética aprendidas ao longo da vida, estão extintas. Ser egoísta, mal educado,grosseiro, está se tornando tão habitual, que quase nos convence que é natural. Parece que o errado passou a ser certo. Que é natural ser desonesto, gritar e brigar por qualquer motivo. E ficamos com uma desagradável sensação que os valores que norteiam a nossa vida são obsoletos.
Ser ‘esperto’ é mais importante. Levar vantagem sempre(mesmo quando estamos errados)! Não ser sincero, e se aproveitar de quem se atrever a ser correto. Nunca ser gentil e educado, para não não ser passado para trás. Ter ambição doentia, que nos faz seguir o caminho mais fácil, mesmo que seja ilegal e desonesto. São tantos atos repetidos todos os dias, que apesar de assustarem e causarem indignação e mal estar, são tão bem assimilados e espalhados na convivência social atual. Qual destino chegaremos, se insistirmos em ignorar valores éticos básicos e imprescindíveis para a boa convivência humana?"
domingo, 20 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Faltando trigo
Vejam só, a produção brasileira de trigo diminuiu significativamente nas últimas décadas e, representa apenas 1% da produção mundial. Nós dependemos da importação do trigo para fazer nosso pão nosso de cada dia. Por que então não passamos a comer pão de milho?
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Cinema Novo
O CINEMA NOVO E O NOVO CINEMA
O programa "Mudando de Conversa" do próximo sábado (dia 19), apresentado pelo canal Brasil, promoverá o encontro dos cineastas Cacá Diegues e Andrucha Waddington; quando então será questionada a relação existente entre o cinema e a política; as produções nacionais contemporâneas e as do futuro.
Nair Lúcia de Britto.
O programa "Mudando de Conversa" do próximo sábado (dia 19), apresentado pelo canal Brasil, promoverá o encontro dos cineastas Cacá Diegues e Andrucha Waddington; quando então será questionada a relação existente entre o cinema e a política; as produções nacionais contemporâneas e as do futuro.
Nair Lúcia de Britto.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Consulta sobre qualidade na educação prorrogada até 30 de abril
O prazo para acessar a Consulta sobre Educação de Qualidade, disponível no site da Campanha Nacional pelo Direito à Educação (www.campanhaeducacao.net), foi prorrogado até o dia 30 de abril. A enquete é a primeira atividade da SAM (Semana de Ação Mundial) 2008, que acontece entre os dias 22 e 29 de abril com o tema “Educação de qualidade para todos: fim da exclusão JÁ!”.
ECA fará 18 anos
Em julho o Estatuto da Criança e do Adolescente completará 18 anos. O ECA ganha maioridade. Tempo de balanço e reflexão sobre a situação das crianças e dos adolescentes do país. O que fizemos até aqui? Estamos respeitando e cumprindo a lei?
sexta-feira, 11 de abril de 2008
19 de abril e a questão indígena
Desde 1940, quando se realizou o I Congresso Indigenista Interamericano no México, o dia 19 de abril foi consagrado como Dia do Índio. A data desperta uma reflexão sobre a história da população indígena no país e suas condições de vida hoje.
Acostumamos-nos com a imagem de índios todos iguais. Ainda hoje, muitos continuam olhando para esses povos com essa visão equivocada, da mesma forma como quando Colombo chegou à América acreditando ter chegado às Índias. Mas cada sociedade indígena se pensa e se vê de maneira diferente e tenta manter o que é, apesar dos efeitos do contato com o branco.
Edições Loyola relembra os títulos de seu catálogo que nos ajudam a compreender a questão atual. É esse um dos pontos abordados pelo livro Ser Índio Hoje, das autoras Katsue Hamada e Zenun e Valeria Maria Alves Adissi (152 páginas, R$ 26,60).
A obra, que faz parte da coleção História Temática Retrospectiva, para o ensino fundamental, traz à tona a questão indígena no Brasil atual. Com linguagem acessível, o livro fala sobre as diversas etnias indígenas no Brasil, a relação entre brancos e índios, os conflitos pela terra, a cultura e a história dos índios nas Américas.
Um clássico do Pe. Antonio Vieira
Outra obra de Edições Loyola que nos ajuda a compreender o tema é Escritos Instrumentais sobre os Índios, do Pe. Antônio Vieira (1608- 1697), uma co-edição com Educ (256 páginas, R$ 27,60). O livro traz relatos de Vieira que mostram o quão irracional e desumano foi o tratamento que os colonizadores deram às nações indígenas do Brasil.
Segundo Vieira, o intuito da obra é mostrar “a pouca justiça” com que foram julgados os índios no Maranhão no ano de 1955: “E para que esta informação proceda com toda a distinção e clareza, se dividirá em quatro capítulos. No primeiro se relatarão as leis e ordens de sua majestade, acerca da liberdade e cativeiro dos índios do Maranhão. No segundo se dirá a forma em que se fizeram as entradas, em que se compraram ou cativaram estes índios. No terceiro o exame que se fez suas liberdades e cativeiros. No quarto o modo com que foram julgados e sentenciados”, apresenta Vieira na introdução.
O livro contempla ainda outras respostas e representações de Pe. Vieira ao Senado, bem como seu voto sobre a administração dos índios. Um texto clássico e eloqüente em defesa dos índios, de um dos mais importantes escritores da língua portuguesa no plano da prosa.
site: www.loyola.com.br.
Acostumamos-nos com a imagem de índios todos iguais. Ainda hoje, muitos continuam olhando para esses povos com essa visão equivocada, da mesma forma como quando Colombo chegou à América acreditando ter chegado às Índias. Mas cada sociedade indígena se pensa e se vê de maneira diferente e tenta manter o que é, apesar dos efeitos do contato com o branco.
Edições Loyola relembra os títulos de seu catálogo que nos ajudam a compreender a questão atual. É esse um dos pontos abordados pelo livro Ser Índio Hoje, das autoras Katsue Hamada e Zenun e Valeria Maria Alves Adissi (152 páginas, R$ 26,60).
A obra, que faz parte da coleção História Temática Retrospectiva, para o ensino fundamental, traz à tona a questão indígena no Brasil atual. Com linguagem acessível, o livro fala sobre as diversas etnias indígenas no Brasil, a relação entre brancos e índios, os conflitos pela terra, a cultura e a história dos índios nas Américas.
Um clássico do Pe. Antonio Vieira
Outra obra de Edições Loyola que nos ajuda a compreender o tema é Escritos Instrumentais sobre os Índios, do Pe. Antônio Vieira (1608- 1697), uma co-edição com Educ (256 páginas, R$ 27,60). O livro traz relatos de Vieira que mostram o quão irracional e desumano foi o tratamento que os colonizadores deram às nações indígenas do Brasil.
Segundo Vieira, o intuito da obra é mostrar “a pouca justiça” com que foram julgados os índios no Maranhão no ano de 1955: “E para que esta informação proceda com toda a distinção e clareza, se dividirá em quatro capítulos. No primeiro se relatarão as leis e ordens de sua majestade, acerca da liberdade e cativeiro dos índios do Maranhão. No segundo se dirá a forma em que se fizeram as entradas, em que se compraram ou cativaram estes índios. No terceiro o exame que se fez suas liberdades e cativeiros. No quarto o modo com que foram julgados e sentenciados”, apresenta Vieira na introdução.
O livro contempla ainda outras respostas e representações de Pe. Vieira ao Senado, bem como seu voto sobre a administração dos índios. Um texto clássico e eloqüente em defesa dos índios, de um dos mais importantes escritores da língua portuguesa no plano da prosa.
site: www.loyola.com.br.
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