terça-feira, 8 de abril de 2014

Barueri quer retorno à elite e enfrenta o Goianésia pela Copa do Brasil

O time do Barueri tem motivos de sobra para esquecer-se do seu recente passado. Após vitória sobre o São José no Paulistão, a equipe continua viva na competição sonhando em permanecer na Série A2 do Paulista. Mas passada essa euforia, o time tem uma decisão na Copa do Brasil diante do Goainésia nesta quarta, 9, ás 20h30, na Arena Barueri, que garante seu avanço na próxima fase da competição. A equipe esta focada para voltar a brilhar no cenário nacional, para que isso ocorra basta um empate sem gols ou um empate de 1 a 1 diante do time Goiano, após o empate de 2 a 2 na casa do adversário, este é o cenário, mas não para a equipe, seu treinador e o presidente Alberto Ferrari. Alberto quer esquecer definitivamente o passado recente do clube, "cheguei e quero mudar tudo, nós estamos num recomeço, é lógico que vamos tropeçar, mas saibam que eu tropeço e me levanto, depois sigo em frente. Assim será esta gestão, de erros e acertos, vamos esquecer a antiga administração e as pessoas sem compromissos com a cidade de Barueri, essas pessoas não tem mais espaço aqui.", comentou o presidente. Passando por seu próximo adversário o Barueri terá pela frente Londrina-PR ou Criciuma-SC, eles se enfrentam no dia 10, em Criciuma-SC. Na primeira partida o Londrina venceu por 2 a 0. o Presidente aproveitou para esclarecer alguns por menores em relação a situação atual do clube, "colocamos o pé no chão, saldamos as dividas do clube, que não eram poucas, deixei pessoas cuidarem da montagem do time, elas erraram, agora a poucos dias realizamos algumas mudanças elas deram efeito e me deixam confiantes para acreditar em dias melhores. Porém, nosso principal intuito é de montar uma equipe forte para o Brasileiro e colocar o Barueri no caminho para voltar a elite". Por fim, Alberto Ferrari mostrou tranqüilidade em relação a continuidade de seu projeto. "Achei por alguns instantes que estava sozinho, mas hoje sei o quando o Barueri significa para o futebol e para as pessoas que gostam deste esporte que nos move, A Copa do Brasil é uma oportunidade para mostrar essa mudança, convido você amigo, torcedor e amante do esporte para prestigiar uma grande mudança e fazer parte de uma nova história." finalizou. Grêmio Barueri - SP x Goianesia - GO Fase: 1a Fase / Grupo: GRUPO 12 / Jogo: 54 / Rodada: Volta Data: 09/04/2014 Horário: 20:30 Estádio: Arena Barueri - Barueri - SP ingressos: meia R$ 5,00 - Inteira R$ 10,00 Árbitro Philip Georg Bennett - RJ (CBF-2) Árbitro Assistente 1 Luiz Felippe Scofield Guerra Costa - RJ (CBF-2) Árbitro Assistente 2 Wendel de Paiva Gouveia - RJ (CBF-2) Quarto Árbitro Flavio Rodrigues Guerra - SP (CBF-1) Assessor Almir Alves de Mello - SP (ASS)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Ser fraterno é tratar cada um como irmão

 
 

Ser fraterno é tratar cada um como irmão

                                                                                                                                                        por prof. Felipe Aquino


O fundamento da moral cristã que construiu a Civilização Ocidental está claramente descrito nas seguintes palavras do Papa em sua mensagem de Paz deste ano: "A fraternidade leva-nos a ver e tratar cada pessoa como verdadeira irmã e um verdadeiro irmão"; "uma fraternidade privada da referência a um Pai comum, como seu fundamento último, não consegue subsistir".


Mas, hoje, muitas contradições ferem a fraternidade no mundo e no Brasil, entre elas o tráfico humano e o trabalho escravo. No caso do tráfico humano, sofrem, sobretudo as mulheres, quase sempre crianças, pobres, que, enganadas, acalentam o sonho de uma vida melhor em um país diferente, alimentando a prostituição nas ruas. E o pior de tudo é que se tenta legalizar a prostituição como "profissão", como se fosse algo digno.


Segundo dados dos organismos internacionais, pelo menos 12,5 milhões de pessoas são vítimas do tráfico no mundo, com um lucro para o crime organizado estimado em cerca de 10 bilhões de euros por ano. Segundo um informe das Nações Unidas (UNODC), todos os países do mundo são atingidos de alguma forma pelo tráfico humano.


De acordo com a ONU, o tráfico de pessoas para exploração sexual é a terceira maior fonte de renda ilegal no mundo. Estima-se que, por ano, quase um milhão de pessoas são traficadas, das quais 98% são mulheres. O Brasil lidera o vergonhoso ranking dos maiores exportadores de mulheres, com 85 mil vítimas. Daí o motivo do tema da Campanha da Fraternidade de 2014.


Esta é uma grande chaga do mundo moderno. E além do tráfico humano há o caso da "imigração clandestina", que burla a lei.  As leis atuais não são suficientes para vencer esse crime porque é preciso também que sejam atacados os mecanismos que estão na base do fenômeno: a persistência, nos países de origem, de situações estruturais de pobreza e a dificuldade legal para migrar. Por outro lado é necessário combater a forte demanda de trabalho a baixo custo e a ampla demanda de prestações sexuais nos países de destino.


Outra chaga que ainda grassa em muitos lugares de nosso país é a do "trabalho escravo", onde muitas crianças são colocadas ilegalmente no mundo do trabalho, ao invés de irem para a escola, recebendo apenas migalhas. Há também trabalhadores que não conseguem outro sustento a não ser se submetendo a um "emprego" com um pagamento quase que apenas suficiente para aplacar a fome. É a continuação disfarçada da antiga escravidão negra.


Ainda estamos longe de viver o que Cristo nos ensinou: "amai-vos uns aos outros"; "amar o próximo como a si mesmo". Esta dura realidade mundial e brasileira mostra que somente quando o coração de cada homem for tocado pelo amor de Deus é que teremos de fato paz e fraternidade.


Somente o toque da graça de Deus no coração humano poderá impedir que o Caim de hoje continue a matar o irmão Abel, e perguntar: "O que tenho a ver com meu irmão?". Somente quando todos os homens entenderem que somos filhos de um mesmo Pai, e, portanto, todos irmãos, é que poderá haver paz e harmonia. Somente quando a luz da fé brilhar no coração humano é que poderemos criar um mundo onde o homem não precise mais implorar por seus direitos humanos.


*Felipe Aquino é professor de física e matemática, autor de mais de 70 livros e apresentador dos programas "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos" na TV Canção Nova e "No Coração da Igreja" , na Rádio Canção Nova. Em julho de 2012 recebeu o título de "Cavaleiro da Ordem de São Gregório Magno", concedida pelo Papa às pessoas que se destacam, no seu trabalho, em prol da evangelização, em defesa da fé e o desenvolvimento da Igreja Católica.


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Canela é terceira colocada entre as cidades com melhor custo-benefício para viajar

A cidade de Canela mais uma vez é destaque na mídia nacional, mostrando
através do site Trivago, que o município ficou na 3° colocação entre as 10
cidades com melhor custo-benefício para viajar no Brasil, com um índice de
95,36%.
O respeitado site é o ponto inicial do viajante, sendo o buscador de hotéis
no mundo auxiliando seus usuários a encontrar seu hotel ideal e reservá-lo,
com o menor preço possível.
Para obter as classificações, a lista cruzou os dados de preços das
acomodações com a reputação dos hotéis. O site descreveu Canela como: "Para
quem gosta de curtir um pouco de frio, a cidade de Canela, no Rio Grande do
Sul, é uma opção com bom custo-benefício, de acordo com o ranking. Em
terceiro lugar na lista, este destino localizado na Serra Gaúcha tem muitas
opções de restaurantes e atividades de ecoturismo, como trilhas, tirolesas e
cascatas."
Segundo informações do site, o valor é médio de pernoite por pessoa está em
139 reais, sendo um bom custo-benefício, de acordo com o ranking.
Canela ficou atrás de Guarapari no Espírito Santo e Maragogi em Alagoas.



Crédito foto: Ricardo Varela

Amor

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Entorno do Mercado Municipal será revitalizado pela Prefeitura

Área no Centro terá melhorias na iluminação, nas calçadas e renovação dos espaços de acesso ao mercado. Ponto turístico terá também estacionamento subterrâneo

Mercado Municipal é um dos principais pontos turísticos da cidade. Foto: João Luiz/ Secom

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Positivismo, historicismo e marxismo: contradições, dilemas e contribuições para as ciências sociais

Positivismo, historicismo e marxismo: contradições, dilemas e contribuições para as ciências sociais
http://www.partes.com.br/2014/01/14/positivismo-historicismo-e-marxismo-contradicoes-dilemas-e-contribuicoes-para-as-ciencias-sociais/
Löwy inicia sua obra levantando algumas questões muito discutidas metodologicamente e epistemologicamente no cerne das ciências sociais: se é possível a objetividade; se o modelo científico-natural é operacional; se é concebível uma ciência livre de julgamentos de valor e pressupostos político-sociais; e se é possível eliminar as ideologias do processo de conhecimento científico-social. O debate dessas questões acaba por atrelar-se a três correntes de pensamento: o positivismo, o historicismo e o marxismo. Assim o livro tem como objetivo a apreciação das contradições, dilemas e contribuições dessas perspectivas para a construção de um modelo de objetividade próprio das ciências sociais e uma sociologia crítica do conhecimento

sábado, 11 de janeiro de 2014

Estádio Nacional de Brasília, modelo de sustentabilidade

Mané Garrincha iniciará produção de energia solar até julho


Mané Garrincha iniciará produção de energia solar até julhoFoto: Mary Leal / Arquivo
Usina produzirá anualmente 3 mil MWh, o suficientes para abastecer 60 mil casas durante um ano
BRASÍLIA (8/1/14) - O Estádio Nacional de Brasília, modelo de sustentabilidade entre as arenas nacionais, passará a gerar energia solar no final do primeiro semestre deste ano. Em operação, a usina solar fotovoltaica, que será implantada na cobertura da edificação, terá capacidade para gerar 3 mil MWh/ano, suficientes para o abastecimento de 60 mil casas do DF durante 365 dias.
 
"Com essa usina, todo o Distrito Federal tem a ganhar, porque é uma tecnologia nova que será incorporada ao nosso sistema. É uma energia limpa e renovável e, embora mais cara, compensará pelo fator ambiental", explicou o gerente de Normatização da CEB, Celso Nogueira.
 
Conforme publicação do Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira (8), até o final deste mês ou início de fevereiro, a CEB Geração lançará o edital de licitação, com ampla concorrência, que selecionará a empresa que implantará a usina pelo projeto "CEB Geração Solar 2014".
 
Ao todo, o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha dispõe de 20 mil m² de área útil, mas somente 15 mil m², que representam 75% da cobertura, deverão ser utilizados para abrigar os painéis fabricados com silício cristalino.
 
De acordo com Nogueira, a geração de energia solar atende às exigências da FIFA, que quer uma Copa sustentável, e também do GDF, que busca formas alternativas para o desenvolvimento da capital. Ele explicou que o sistema pertencerá à Terracap, dona do estádio, e a manutenção será feita pela CEB, a princípio, nos dois primeiros anos.
 
A implantação da usina será feita em regime turn key, em que a empresa vencedora se responsabilizará integralmente pela entrega do circuito montado e conectado à rede. Caberá à instituição contratada, ainda, a realização do projeto executivo e aquisição dos equipamentos (módulos fotovoltaicos, inversores, transformadores e sistema de medição e controle).
 
A mesma empresa será responsável por proteger e impermeabilizar as superfícies que receberão os módulos, montar dos módulos nos strings, fazer a conexão à rede e o comissionamento. O prazo para a execução dos serviços, segundo o DODF, não poderá ultrapassar a data de 15 de julho.
 
As exigências serão feitas pela CEB no edital que está em fase de elaboração. No entanto, a empresa adianta que os interessados em participar da licitação devem comprovar experiência em integração de empreendimentos que utilizam Sistemas Fotovoltaicos Conectados à Rede (SFCR).
 
As empresas que quiserem concorrer podem, inclusive, fazer um pré-cadastro no Portal de Compras da CEB e conseguir a chave de acesso à área restrita onde será possível obter mais informações sobre esse processo.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Manuel Bandeira e o calouro


José Roberto Castilho Piqueira
Vice-Diretor da Poli-USP


O ano de 2014 está começando trazendo Copa do Mundo, eleições e a promessa de muita agitação.

Há, entretanto, um grande número de jovens que, neste começo de ano, está estudando muito e, além disso, passando pela tensão provocada pela realização da segunda fase dos principais vestibulares de todo o país.

Durante muitos anos, acompanhei esse processo, pois lecionei em cursos pré-vestibulares, atividade muito difícil nessa época em que, para os vestibulandos, a ansiedade e a insegurança se exacerbam e o equilíbrio daqueles que os orientam é imprescindível nessa hora.

Os que vencem a barreira do vestibular tornam-se novas pessoas em Fevereiro: motivadas, sonhadoras e prontas para passar para uma nova fase.

Em 1904, Manuel Bandeira, poeta imortal da língua portuguesa, passou por isso. Aos 18 anos ingressou na nossa querida Escola Politécnica, que já existia, antes mesmo da Universidade de São Paulo ser fundada, para fazer o curso de engenheiro-arquiteto.

Entretanto, ainda no primeiro ano, contraiu tuberculose, doença quase fatal na época, sendo obrigado a abandonar tão interessante e promissora carreira.



Ao pensar nisso, lembro-me da preocupação constante com a evasão nas principais universidades brasileiras. Geralmente, suas comissões e colegiados procedem de maneira burocrática, inventando regras, redigindo portarias e procurando com isso gerar números e indicadores que deixem os gestores governamentais satisfeitos.



Ir ao âmago da questão é um pouco diferente. Alunos que entram em universidades de primeira linha, em nosso país, passam por seleção rígida e, não há dúvida, são competentes e estão motivados.



Entretanto, encontram cursos difíceis e, acreditem, cursos de alto nível são me smo difíceis. Têm que enfrentar uma mudança de enfoque: passar de reprodutores de conhecimento para produtores de soluções de problemas mais sofisticados. Isso pode gerar o desconforto de eventuais notas baixas, reprovações em disciplinas ou outros percalços em um ambiente em que a liberdade aumenta muito, mas também a cobrança, que se traduz nos níveis mínimos de aprovação.



A boa estrutura familiar, a capacidade de superação e a ajuda de bons colegas contribuem significativamente para que o curso seja concluído com sucesso. Como isso acontece com a maioria, nos esquecemos das minorias que se perdem pelo caminho.



Os fatores que levam a essas perdas são vários. O principal é a falta de recursos. Engana-se quem acha que a universidade pública só acolhe filhos de gente abastada.


Aos alunos originários de f amílias de baixa renda, o trabalho, difícil de conciliar com os estudos, é uma alternativa importante e, quase inevitavelmente, atrasa disciplinas levando ao constrangimento imposto por regras e portarias que levam à desistência final.



Como no caso de nosso poeta, há, também, as doenças, mas também jovens que se transformam em mães e pais, antes do curso acabar. Há, enfim, uma infinidade de situações que requerem ajuda, para que os talentos não sejam desperdiçados. Nosso país exige o combate ao desperdício, enfermidade crônica análoga à que impossibilitou Manuel Bandeira de concluir a Poli.

Rede de pesquisa e monitoramento ambiental da aquicultura em águas da União tem nova coordenação

  Foto: Clenio Araujo Tanques-rede são cada vez mais utilizados como sistemas de produção aquícola em águas da União A Embrapa Pesca e Aquic...