quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Arroz da Gente – Governo Federal institui programa para estimular produção de arroz

 O Governo Federal instituiu o Programa Arroz da Gente. A Portaria Interministerial nº 15, que oficializa as ações, foi publicada nesta quarta-feira (11), no Diário Oficial da União (DOU), assinada pelos ministros do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira, e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Teixeira.

O Programa, que conta com a participação da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), visa incentivar a produção de arroz em áreas que já cultivaram o grão, além de assegurar o acompanhamento técnico e a garantia de comercialização do produto. A medida contará com crédito com juros menores, fomento, acompanhamento técnico, garantia de comercialização, além de buscar facilitar o acesso a tecnologias adaptadas à realidade local, incluindo pequenas máquinas, colheitadeiras e silos secadores de pequeno porte.

“O Arroz da Gente simboliza o redescobrimento no país desse alimento tão importante  para os brasileiros e brasileiras, pois passa a visibilizar e valorizar a produção de arroz dos povos indígenas, povos e comunidades tradicionais e da agricultura familiar”, ressalta a coordenadora do Programa na Conab, Maria Kazé.

Nesta primeira etapa, o Programa será desenvolvido em 36 territórios de 148 municípios, distribuídos em 17 estados das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Cerca de 10 mil famílias produtoras deverão receber incentivo para aprimorar o cultivo de arroz, seja a partir de acompanhamento técnico, do apoio para aquisição de pacotes tecnológicos de baixo impacto (aquisição de maquinário, construção de silos armazenadores) de forma a zerar a colheita manual, até a comercialização. Dentre as ferramentas já  existentes e executadas pela Conab que podem ser utilizadas como forma de apoiar o escoamento do produto estão o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) entre outras.

Compra de arroz – Em setembro deste ano, a Conab realizou uma compra de 100 toneladas de arroz de agricultores e as agricultoras do território quilombola Brejão dos Negros, localizado no município de Brejo Grande, em Sergipe, sendo destinados R$ 750 mil para esta aquisição que simbolizou a primeira ação do Arroz da Gente.

O arroz adquirido do território quilombola Brejão dos Negros está sendo fornecido a aproximadamente 15 cozinhas solidárias de Sergipe a fim de complementar a alimentação das pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional atendidas pelas instituições beneficiadas.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2024

2025 sem limites

 


Quantas vezes a gente faz promessas de ano novo e não consegue cumprir? Não porque a gente não queira, mas porque falta direção, ferramentas práticas e até mesmo tempo para colocar nossos planos em ação.  


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Tecnologia como aliada na busca pela igualdade salarial entre gêneros

*Jéssica Ariane, Head of Products Talent Management na Senior Sistemas

Embora a equidade salarial tenha se tornado lei, o cenário corporativo ainda está longe de ser ideal. A agenda ESG, que destaca ações de responsabilidade ambiental, social e boas práticas de governança, tem ganhado espaço como uma estratégia essencial para as organizações. Nesse contexto, o ‘S’ de social merece especial atenção, pois exerce um papel crucial nos processos internos das empresas, com foco na igualdade de gênero e salarial. E, consequentemente, na sociedade.

Os números reforçam a necessidade de mudança: dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que mulheres que desempenham as mesmas funções que homens recebem, em média, 22% menos. A desigualdade é ainda mais alarmante nos cargos de liderança, em que a diferença salarial chega a 34%. Mesmo com essa diferença diminuindo ano após ano, são necessárias posturas cada vez mais efetivas para que o mundo empresarial seja mais equitativo.

Com a entrada em vigor da Lei 14.611/23, que busca combater as disparidades salariais entre homens e mulheres, os empresários ainda enfrentam dúvidas sobre como atender às principais exigências da norma. A legislação determina a equiparação salarial independentemente de gênero, raça, origem ou etnia, e o descumprimento das regras pode resultar em uma multa equivalente a dez vezes o valor do salário da pessoa colaboradora discriminada. 

E o movimento não é passageiro: aderir aos padrões ESG aumenta o interesse de parceiros e investidores, além de representar uma oportunidade para  implementar ações sustentáveis a longo prazo, conquistando mais eficiência e credibilidade nas operações. A nova sanção não só promove uma  reflexão sobre como o mercado de trabalho ainda precisa avançar em igualdade e diversidade, mas também destaca a importância do setor de Recursos Humanos na transformação dos ambientes corporativos em espaços mais justos para todos os talentos. Além disso, a partir de 2025, as empresas deverão apresentar o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios duas vezes ao ano, detalhando as remunerações vigentes. Essa exigência torna indispensável que os RHs contem com ferramentas automatizadas e seguras para monitorar e garantir a equidade salarial. 

A identificação de discrepâncias salariais entre homens e mulheres em cargos iguais pode ser um processo complexo e suscetível a falhas. No entanto, a tecnologia permite a automação de metodologias que asseguram um gerenciamento de remunerações mais claro, equilibrado e transparente.

As empresas que não se adaptarem à nova lei, além de enfrentarem problemas legais, correm o risco de prejudicar sua reputação, dificultando a atração e retenção de talentos. Normalmente, informações sobre salários ficam restritas aos gestores de departamento e ao RH, limitando a visibilidade da diretoria sobre como a divisão salarial está sendo realizada. Com a implementação da tecnologia, é possível obter uma visão mais ampla da situação organizacional, permitindo identificar se todos os colaboradores plenos estão inseridos na mesma faixa salarial, independentemente de setor ou gênero.

O sistema permite que os líderes identifiquem padrões e tendências nos dados de remuneração, além de oferecer armazenamento centralizado de informações sobre os colaboradores, como histórico de desempenho e qualificações. Com acesso rápido e facilitado a esses dados, os gestores conseguem tomar decisões mais precisas e justas em relação à distribuição salarial. 

Investir em um sistema automatizado vai além de uma análise eficiente na distribuição de salários. Os benefícios incluem retenção de talentos, praticidade e economia de tempo para a equipe de RH, centralização das informações dos colaboradores, equilíbrio interno, competitividade com o mercado e agilidade na exportação de dados quando necessário. As vantagens de integrar a tecnologia ao dia a dia corporativo são incontáveis. Arrisco dizer que ignorar esse movimento é assinar uma sentença de insucesso. 

Head of Products Talent Management na Senior Sistemas, Jéssica Ariane



Tecnologia como aliada na busca pela igualdade salarial entre gêneros

*Jéssica Ariane, Head of Products Talent Management na Senior Sistemas

Embora a equidade salarial tenha se tornado lei, o cenário corporativo ainda está longe de ser ideal. A agenda ESG, que destaca ações de responsabilidade ambiental, social e boas práticas de governança, tem ganhado espaço como uma estratégia essencial para as organizações. Nesse contexto, o ‘S’ de social merece especial atenção, pois exerce um papel crucial nos processos internos das empresas, com foco na igualdade de gênero e salarial. E, consequentemente, na sociedade.

Os números reforçam a necessidade de mudança: dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que mulheres que desempenham as mesmas funções que homens recebem, em média, 22% menos. A desigualdade é ainda mais alarmante nos cargos de liderança, em que a diferença salarial chega a 34%. Mesmo com essa diferença diminuindo ano após ano, são necessárias posturas cada vez mais efetivas para que o mundo empresarial seja mais equitativo.

Com a entrada em vigor da Lei 14.611/23, que busca combater as disparidades salariais entre homens e mulheres, os empresários ainda enfrentam dúvidas sobre como atender às principais exigências da norma. A legislação determina a equiparação salarial independentemente de gênero, raça, origem ou etnia, e o descumprimento das regras pode resultar em uma multa equivalente a dez vezes o valor do salário da pessoa colaboradora discriminada. 

E o movimento não é passageiro: aderir aos padrões ESG aumenta o interesse de parceiros e investidores, além de representar uma oportunidade para  implementar ações sustentáveis a longo prazo, conquistando mais eficiência e credibilidade nas operações. A nova sanção não só promove uma  reflexão sobre como o mercado de trabalho ainda precisa avançar em igualdade e diversidade, mas também destaca a importância do setor de Recursos Humanos na transformação dos ambientes corporativos em espaços mais justos para todos os talentos. Além disso, a partir de 2025, as empresas deverão apresentar o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios duas vezes ao ano, detalhando as remunerações vigentes. Essa exigência torna indispensável que os RHs contem com ferramentas automatizadas e seguras para monitorar e garantir a equidade salarial. 

A identificação de discrepâncias salariais entre homens e mulheres em cargos iguais pode ser um processo complexo e suscetível a falhas. No entanto, a tecnologia permite a automação de metodologias que asseguram um gerenciamento de remunerações mais claro, equilibrado e transparente.

As empresas que não se adaptarem à nova lei, além de enfrentarem problemas legais, correm o risco de prejudicar sua reputação, dificultando a atração e retenção de talentos. Normalmente, informações sobre salários ficam restritas aos gestores de departamento e ao RH, limitando a visibilidade da diretoria sobre como a divisão salarial está sendo realizada. Com a implementação da tecnologia, é possível obter uma visão mais ampla da situação organizacional, permitindo identificar se todos os colaboradores plenos estão inseridos na mesma faixa salarial, independentemente de setor ou gênero.

O sistema permite que os líderes identifiquem padrões e tendências nos dados de remuneração, além de oferecer armazenamento centralizado de informações sobre os colaboradores, como histórico de desempenho e qualificações. Com acesso rápido e facilitado a esses dados, os gestores conseguem tomar decisões mais precisas e justas em relação à distribuição salarial. 

Investir em um sistema automatizado vai além de uma análise eficiente na distribuição de salários. Os benefícios incluem retenção de talentos, praticidade e economia de tempo para a equipe de RH, centralização das informações dos colaboradores, equilíbrio interno, competitividade com o mercado e agilidade na exportação de dados quando necessário. As vantagens de integrar a tecnologia ao dia a dia corporativo são incontáveis. Arrisco dizer que ignorar esse movimento é assinar uma sentença de insucesso. 

Head of Products Talent Management na Senior Sistemas, Jéssica Ariane



terça-feira, 3 de dezembro de 2024

Pesquisa revela potencial de árvores frutíferas de Brasília no combate à insegurança alimentar

 


Com 950 mil exemplares e 35 espécies, frutas amplamente disponíveis em locais públicos podem nutrir população de modo sustentável

Brasília abriga um grande pomar a céu aberto, com mais de 950 mil exemplares de árvores frutíferas de 35 espécies. A partir desta diversidade de recursos naturais, estudante de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB) buscou identificar o pomar urbano como aliado no combate à insegurança alimentar da população vulnerável. O resultado da pesquisa foi surpreendente: com práticas simples, como o aproveitamento integral de frutas, o Distrito Federal pode combater a insegurança alimentar e se tornar referência em nutrição sustentável.
 
Nas superquadras da capital, é possível colher, em diferentes épocas do ano, frutas como abacate, acerola, açaí, amêndoa, amora, cajá-manga, caju, carambola, goiaba, graviola, jaboticaba, jambo, jamelão, jaca, manga, nêspera, pitanga, pitomba, romã, tamarindo, uva-do-pará, araçá, baru, cagaita, cajá, ingá, jatobá e pequi. Já no Parque da Cidade, podem ser encontradas espécies adicionais, como limão, jenipapo e oiti.
 
Focada no aproveitamento integral destes alimentos, com o uso de partes não convencionais, como cascas, a pesquisadora Camila Faeda testou a aceitação e viabilidade do consumo de ingredientes sustentáveis e acessíveis. “Ao incorporar ingredientes ricos em nutrientes, se evita a compra de produtos industrializados ou suplementos mais caros. Para famílias vulneráveis, onde cada real faz diferença, transformar resíduos em refeições nutritivas é uma estratégia para garantir alimentos acessíveis e combater o desperdício”, destaca Faeda. 
 
A partir da análise de literatura e experiência sensorial com uma das frutas presentes nos locais públicos da cidade, a escolha da manga se deu pela abundância em Brasília e pelo alto valor nutricional e versatilidade em receitas culinárias. “As mangueiras espalhadas pela capital fornecem um recurso alimentar riquíssimo, mas que muitas vezes é subutilizado”, alerta Camila.
 
Após a escolha do fruto, foi desenvolvida uma receita de bolo de casca de manga para a experiência sensorial de degustação para voluntários adultos de 20 a 60 anos. Essa etapa consistiu em desenvolver uma receita simples, facilitando a adoção e promoção de alimentação mais saudável e sustentável para famílias de diferentes contextos. “O bolo oferece fibras, antioxidantes e compostos que beneficiam o organismo. A ideia foi criar uma receita composta por ingredientes baratos e fáceis de encontrar. São todos disponíveis em cestas básicas”.
 
Segundo Camila Faeda, a aceitação positiva do bolo de casca de manga sugere que tais práticas não só são viáveis, mas podem ser bem recebidas pela comunidade e implementadas em políticas públicas no combate à fome. “Com práticas simples, como o aproveitamento das cascas de manga, a região não só pode combater a insegurança alimentar, mas também se tornar referência em nutrição sustentável, inspirando outras regiões a fazer o mesmo”, frisa.
 
Frutos no combate à insegurança alimentar
Para expandir o impacto da pesquisa, Camila Faeda afirma ser essencial promover, por meio de políticas públicas, oficinas culinárias gratuitas, ensinando famílias a usar partes não convencionais dos alimentos. “Programas escolares podem integrar o tema em atividades e merendas, sensibilizando as novas gerações. Campanhas educativas podem destacar os benefícios nutricionais e econômicos dessas práticas. Já parcerias com supermercados e feiras livres podem oferecer alimentos que seriam descartados a preços acessíveis”, reforça a pesquisadora.
 
Para Paloma Popov, orientadora do projeto e professora de Nutrição do CEUB, a metodologia utilizada é adaptável a diferentes contextos urbanos, ou seja, em outras cidades com diversidade de espécies frutíferas. “É importante identificar os alimentos mais comuns em cada região. Por exemplo, onde a manga não é comum, cascas de banana, sementes de abóbora ou talos de vegetais podem ser alternativas”, completa a orientadora. 
 
RECEITA BOLO DE CASCA DE MANGA
 
Ingredientes:
Casca de manga: 250 g (1 unidade)
Polpa de manga: 150 g (1 unidade)
Farinha de trigo: 240 g (2 xícaras)
Açúcar: 200 g (1 xícara)
Óleo vegetal: 120 mL (½ xícara)
Leite: 240 mL (1 xícara)
Ovos: 100 g (2 unidades)
Fermento em pó: 10 g (1 colher de sopa)
 
Modo de preparo:
- Preaqueça o forno a 180°C e unte uma forma de bolo.
- No liquidificador, bata as cascas de manga com o leite e o óleo até obter uma mistura homogênea.
- Em uma tigela grande, misture a farinha de trigo e o açúcar.
- Adicione a mistura seca à polpa de manga e às cascas batidas, mexendo bem até incorporar todos os ingredientes.
- Adicione os ovos à mistura e mexa até obter uma massa lisa. Por último, acrescente o fermento em pó e misture delicadamente.
- Despeje a massa na forma untada e leve ao forno por cerca de 35-40 minutos, ou até que um palito inserido no centro do bolo saia limpo.
- Deixe esfriar antes de desenformar e servir.
 
Rendimento: 8 porções
Custo total: R$ 5,50
Custo por porção: R$ 0,69
Tempo do Pré-preparo: 10 minutos
Tempo de Preparo: 40 minutos

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Empreendedorismo rural: Banco do Povo concede mais de R$ 21 milhões em crédito para negócios do campo

 

No Estado de São Paulo, há mais de 180 mil homens e mulheres à frente da gestão de estabelecimentos rurais, segundo o último Censo Agropecuário divulgado, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para impulsionar empreendedores da área, o Banco do Povo Paulista (BPP), da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) do Estado de São Paulo, oferece financiamento por meio de microcrédito produtivo com condições facilitadas, com juros baixos, visando apoiar a criação e o crescimento de negócios, além de impulsionar o desenvolvimento de diversos setores no estado, como a agricultura, pecuária, turismo rural, agroindústria, entre outros.


“Os recursos podem ser utilizados tanto para capital de giro quanto para investimentos fixos ou mistos, como na aquisição de matérias-primas e equipamentos", explica Marcos Wolff, coordenador de políticas de empreendedorismo da SDE.


De janeiro a outubro de 2024, o Banco do Povo Paulista desembolsou R$ 9,2 milhões em 544 operações no Estado de São Paulo, aos produtores rurais. Somente em outubro de 2024, foram desembolsados R$ 978 mil, distribuídos em 58 operações. No acumulado de janeiro de 2023 a outubro de 2024, o total de recursos liberados alcançou R$ 21,5 milhões com 1.244 operações realizadas. As áreas atendidas incluem comércio, indústria e serviços, em atividades como criação de bovinos para leite, horticultura e pesca de peixes em água doce, entre outras.

Roseli Alves Cordeiro, 50 anos, é um exemplo de reinvenção dentro do empreendedorismo rural. Antes motorista de caminhão de carga pesada, passou a se dedicar ao agroturismo e à agricultura em Juquiá, no sul do estado, após enfrentar um infarto e um câncer. Com o objetivo de aprimorar a gastronomia do rancho que possui com o marido, ela fez um empréstimo com o Banco do Povo e construiu e equipou uma cozinha, na qual prepara pratos típicos com produtos do rancho e de produtores locais.


Roseli diz que o empréstimo a ajudou na realização de um sonho. “Antes, cozinhava ao ar livre, o que tornava o trabalho difícil e demorado. Porém, com o empréstimo do BPP, consegui montar uma cozinha bem equipada e organizada dentro do rancho. Agora, preparar as refeições se tornou confortável. A estrutura, os equipamentos e a mobília facilitaram o processo de cozinhar e também melhoraram a experiência dos clientes, que desfrutam de um ambiente aconchegante”, diz a empreendedora.


Além do restaurante, a empreendedora oferece atividades turísticas no local, com passeios a cavalo e experiências imersivas na vida no campo. Depois de fazer uma trilha, os visitantes podem aproveitar os pratos típicos, como a moqueca de palmito, o purê de inhame e outras delícias do cardápio do rancho. “Alegra-me ver o reconhecimento das comidas, saber que são feitas com produtos da região, com a participação dos agricultores locais. Consigo mostrar um pouco do trabalho deles e vejo o sabor da nossa terra sendo apreciado”, afirma.


Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

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