sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Colheres tortas

Conrado Adolpho 

Conrado Adolpho Vaz (www.conrado.com.br) educador, publicitário, estrategista e palestrante. Sua formação vem de escolas de excelência como ITA e Unicamp. Há mais de 12 anos vem preparando adolescentes e adultos para vencerem grandes desafios com determinação e criatividade. Escreve e ministra seminários, palestras e treinamentos em webmarketing e marketing digital, marketing pessoal, marketing educacional, vendas, atendimento ao cliente e planejamento pessoal.
O homem, consumido pelo dilema do pós-morte, suplicou para que Deus o levasse ao céu e ao inferno para conhecê-los. Deus resolveu atendê-lo e assim o fez.  
Após sua viagem espiritual, contou aos seus amigos o que tinha visto.
- Como é o inferno ? Perguntaram-lhe.
- O inferno é algo de horrendo. Logo na entrada há uma ampla mesa redonda com milhares de almas sentadas a sua volta. No centro da mesa, muito mais longe do que qualquer braço poderia alcançar, há uma enorme tigela com uma sopa muito cheirosa e apetitosa. Como ninguém a alcançaria, Deus lhes deu enormes e antigas colheres para que pudessem se alimentar, porém, as colheres, por terem sido muito castigadas pelo milênios, estas são irregulares e muito tortas. Ninguém consegue se alimentar, pois derramam a sopa antes dela chegar-lhes à própria boca. Centenas morrem de fome todos os dias em frente ao alimento que lhes salvaria.
 
  Comoção  geral. O inferno realmente uma visão que ninguém quereria para si.
 
 - E o céu? Diga-nos como é o céu.
- O céu é algo de maravilhoso. Logo na entrada há uma ampla mesa redonda com milhares de almas sentadas a sua volta. No centro da mesa, muito mais longe do que qualquer braço poderia alcançar, há uma enorme tigela com uma sopa muito cheirosa e apetitosa. Como ninguém a alcançaria, Deus lhes deu enormes e antigas colheres para que pudessem se alimentar, porém, as colheres, por terem sido muito castigadas pelo milênios, estas são irregulares e muito tortas. Como seria muito difícil levar a sopa à própria boca, um alimenta o outro e as milhares de almas vivem em constante paz e harmonia.
 
Você acha que essa história está muito longe da sua realidade? Que não passa de uma fantasia à la Esopo?
 
Ela está acontecendo a todo momento em seu coração.
 
Consideramos determinados lugares ou situações o nosso inferno e em outras ocasiões, achamos estar no paraíso. Assim como Al Ries escreveu que o marketing é uma batalha de percepções, a vida também é uma batalha de percepções. Não existe realidade mas sim realidade percebida. Você faz de sua vida um paraíso ou um inferno. Tudo depende da maneira como enxerga uma situação, como um problema ou como uma oportunidade.
 
Todo o Universo está dentro de você.
 
Quando estiver diante de um cliente, diante de uma venda ou diante de um problema, pense nas percepções relativas que cada um de vocês estão tendo da situação. Isso o ajudar a fechar muitos negócios
Pense nisso.

Colheres tortas

Conrado Adolpho 

Conrado Adolpho Vaz (www.conrado.com.br) educador, publicitário, estrategista e palestrante. Sua formação vem de escolas de excelência como ITA e Unicamp. Há mais de 12 anos vem preparando adolescentes e adultos para vencerem grandes desafios com determinação e criatividade. Escreve e ministra seminários, palestras e treinamentos em webmarketing e marketing digital, marketing pessoal, marketing educacional, vendas, atendimento ao cliente e planejamento pessoal.
O homem, consumido pelo dilema do pós-morte, suplicou para que Deus o levasse ao céu e ao inferno para conhecê-los. Deus resolveu atendê-lo e assim o fez.  
Após sua viagem espiritual, contou aos seus amigos o que tinha visto.
- Como é o inferno ? Perguntaram-lhe.
- O inferno é algo de horrendo. Logo na entrada há uma ampla mesa redonda com milhares de almas sentadas a sua volta. No centro da mesa, muito mais longe do que qualquer braço poderia alcançar, há uma enorme tigela com uma sopa muito cheirosa e apetitosa. Como ninguém a alcançaria, Deus lhes deu enormes e antigas colheres para que pudessem se alimentar, porém, as colheres, por terem sido muito castigadas pelo milênios, estas são irregulares e muito tortas. Ninguém consegue se alimentar, pois derramam a sopa antes dela chegar-lhes à própria boca. Centenas morrem de fome todos os dias em frente ao alimento que lhes salvaria.
 
  Comoção  geral. O inferno realmente uma visão que ninguém quereria para si.
 
 - E o céu? Diga-nos como é o céu.
- O céu é algo de maravilhoso. Logo na entrada há uma ampla mesa redonda com milhares de almas sentadas a sua volta. No centro da mesa, muito mais longe do que qualquer braço poderia alcançar, há uma enorme tigela com uma sopa muito cheirosa e apetitosa. Como ninguém a alcançaria, Deus lhes deu enormes e antigas colheres para que pudessem se alimentar, porém, as colheres, por terem sido muito castigadas pelo milênios, estas são irregulares e muito tortas. Como seria muito difícil levar a sopa à própria boca, um alimenta o outro e as milhares de almas vivem em constante paz e harmonia.
 
Você acha que essa história está muito longe da sua realidade? Que não passa de uma fantasia à la Esopo?
 
Ela está acontecendo a todo momento em seu coração.
 
Consideramos determinados lugares ou situações o nosso inferno e em outras ocasiões, achamos estar no paraíso. Assim como Al Ries escreveu que o marketing é uma batalha de percepções, a vida também é uma batalha de percepções. Não existe realidade mas sim realidade percebida. Você faz de sua vida um paraíso ou um inferno. Tudo depende da maneira como enxerga uma situação, como um problema ou como uma oportunidade.
 
Todo o Universo está dentro de você.
 
Quando estiver diante de um cliente, diante de uma venda ou diante de um problema, pense nas percepções relativas que cada um de vocês estão tendo da situação. Isso o ajudar a fechar muitos negócios
Pense nisso.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

A escada rolante

Antonio Lazarini

 Antonio Lazarini é palestrante e consultor
Site www.antoniolazarini.adm.br
 
Que o mundo gira, todos já sabem. Mas que o mundo é uma escada rolante, isto parece ser novo, até porque escada rolante não é coisa tão velha quanto o mundo. Porém, ainda há um detalhe a mais. O mundo é uma escada rolante que desce. Que desce, nunca para e que, além de não parar, aumenta cada vez mais sua velocidade para baixo. E o mais importante disto tudo é que estamos nesta escada. Assim, se nada fizermos, em pouco tempo estaremos no piso debaixo. Em seguida no de mais abaixo ainda, e assim sucessivamente, até que cheguemos sabe-se lá onde.

No entanto, se não quisermos que isto aconteça, devemos andar na escada rolante na direção contrária ao seu movimento (coisa que não se recomenda no mundo real). Mas, se apenas andarmos na direção contrária, na mesma velocidade da escada, isto evitará que desçamos, o que ainda não será suficiente para que caminhemos para cima. Se quisermos subir, temos que andar no sentido contrário ao da escada, porém, com velocidade superior à dela.

Trazendo esta parábola para o mundo em que vivemos, podemos perceber que ela muito se parece com que nos cerca. Senão, vejamos: muitas pessoas têm um emprego e, ao invés de buscarem seu desenvolvimento - aprendendo novas habilidades, competências - de forma que a empresa onde trabalham, sinta-se muito satisfeita com o resultado do seu trabalho, preferem reivindicar, buscar a justiça e outros artifícios para se manterem em seus empregos. Não que reivindicar ou recorrer à justiça seja algo reprovável; apenas são atitudes que devem ser tomadas em última instância. Seria o mesmo que desejar parar a escada rolante a fim de que ela não nos leve ao piso debaixo. Há muitas alternativas que podem e devem ser adotadas antes. Não vamos falar de ir à escola como a única, isto porque ela pode não estar ao alcance de muitos, embora sempre seja um caso a ser considerado.

Uma alternativa simples e barata são os livros. Eles estão por aí nas inúmeras bibliotecas públicas. O único trabalho é passar por lá, apanhá-los, lê-los e depois devolvê-los (esta última etapa é indispensável para que outras pessoas possam fazer o mesmo). Eles podem ser lidos no transporte público, nas horas vagas e até no trabalho (as empresas inteligentes já sabem que isto é bom, permitem e até incentivam esta prática). Claro que há livros mais fáceis e agradáveis de serem lidos e outros que nem tanto. O fato é que depois que se acostuma a lê-los, não se consegue mais parar (ah se todos os vícios fossem tão bons quanto este!).


Desta forma, a leitura se transforma em uma diversão que nos leva ao mundo dos fatos, das ideias e dos conceitos, sejam eles antigos ou novos. Forma-se um redemoinho em que cada vez mais informações chegam à nossa mente e, quando nos damos conta, já mudamos nossos conceitos, valores e entendimento de tudo aquilo que nos cerca. Esta tomada de consciência, sem dúvida alguma, levar-nos-á a adotar uma postura de avanço, de contribuição para as empresas e para o mundo; fará das pessoas empregados desejados, empreendedores de sucesso, pais conscientes, amigos de verdade e, por fim, cidadãos completos que farão deste mundo um lugar digno de se viver e de se compartilhar a vida.


publicado em 30/05/2007 originalmente em partes como: www.partes.com.br/emrhede/antoniolazarini/escadarolante.asp

A escada rolante

Antonio Lazarini

 Antonio Lazarini é palestrante e consultor
Site www.antoniolazarini.adm.br
 
Que o mundo gira, todos já sabem. Mas que o mundo é uma escada rolante, isto parece ser novo, até porque escada rolante não é coisa tão velha quanto o mundo. Porém, ainda há um detalhe a mais. O mundo é uma escada rolante que desce. Que desce, nunca para e que, além de não parar, aumenta cada vez mais sua velocidade para baixo. E o mais importante disto tudo é que estamos nesta escada. Assim, se nada fizermos, em pouco tempo estaremos no piso debaixo. Em seguida no de mais abaixo ainda, e assim sucessivamente, até que cheguemos sabe-se lá onde.

No entanto, se não quisermos que isto aconteça, devemos andar na escada rolante na direção contrária ao seu movimento (coisa que não se recomenda no mundo real). Mas, se apenas andarmos na direção contrária, na mesma velocidade da escada, isto evitará que desçamos, o que ainda não será suficiente para que caminhemos para cima. Se quisermos subir, temos que andar no sentido contrário ao da escada, porém, com velocidade superior à dela.

Trazendo esta parábola para o mundo em que vivemos, podemos perceber que ela muito se parece com que nos cerca. Senão, vejamos: muitas pessoas têm um emprego e, ao invés de buscarem seu desenvolvimento - aprendendo novas habilidades, competências - de forma que a empresa onde trabalham, sinta-se muito satisfeita com o resultado do seu trabalho, preferem reivindicar, buscar a justiça e outros artifícios para se manterem em seus empregos. Não que reivindicar ou recorrer à justiça seja algo reprovável; apenas são atitudes que devem ser tomadas em última instância. Seria o mesmo que desejar parar a escada rolante a fim de que ela não nos leve ao piso debaixo. Há muitas alternativas que podem e devem ser adotadas antes. Não vamos falar de ir à escola como a única, isto porque ela pode não estar ao alcance de muitos, embora sempre seja um caso a ser considerado.

Uma alternativa simples e barata são os livros. Eles estão por aí nas inúmeras bibliotecas públicas. O único trabalho é passar por lá, apanhá-los, lê-los e depois devolvê-los (esta última etapa é indispensável para que outras pessoas possam fazer o mesmo). Eles podem ser lidos no transporte público, nas horas vagas e até no trabalho (as empresas inteligentes já sabem que isto é bom, permitem e até incentivam esta prática). Claro que há livros mais fáceis e agradáveis de serem lidos e outros que nem tanto. O fato é que depois que se acostuma a lê-los, não se consegue mais parar (ah se todos os vícios fossem tão bons quanto este!).


Desta forma, a leitura se transforma em uma diversão que nos leva ao mundo dos fatos, das ideias e dos conceitos, sejam eles antigos ou novos. Forma-se um redemoinho em que cada vez mais informações chegam à nossa mente e, quando nos damos conta, já mudamos nossos conceitos, valores e entendimento de tudo aquilo que nos cerca. Esta tomada de consciência, sem dúvida alguma, levar-nos-á a adotar uma postura de avanço, de contribuição para as empresas e para o mundo; fará das pessoas empregados desejados, empreendedores de sucesso, pais conscientes, amigos de verdade e, por fim, cidadãos completos que farão deste mundo um lugar digno de se viver e de se compartilhar a vida.


publicado em 30/05/2007 originalmente em partes como: www.partes.com.br/emrhede/antoniolazarini/escadarolante.asp

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Demarcação Já - Dia Internacional dos Povos Indígenas

Demarcação Já - Dia Internacional dos Povos Indígenas

Intimidade com vendas!

Sérgio Dal Sasso

A competitividade faz com que o fator de convencimento para a troca de bens e serviços pese cada vez mais para a dependência do conhecimento e habilidade do gestor de negócios, muitas vezes mais do que a própria marca representada.
A conquista de uma única venda até pode ser por impulso. Mas para gerar garantia de permanência ativa nos relacionamentos de negócios deve-se antecipar a visão do que acreditamos ser bom para o amanhã, fazendo hoje a surpresa responsável pela sua visibilidade e aceitação.
Para continuar despertando interesse, os detalhes de um observador atento pesarão como diferencial as soluções de avanço do negócio representado. Todas as percepções de mudanças comportamentais do mercado devem ser incorporadas ao perfil do gestor de vendas, que terá que superar suas atenções e empenhos relacionados com conquistas de metas, adicionando ambição e crescimento para a produção de ações que garantam qualidade e projeções necessárias a sua própria evolução.
Vender está muito mais para geração adicional de suporte e assistência, do que a própria e correta entrega dos itens previamente contratados. É desta forma que oferecemos motivos reais para transformar presença em uma bem quista e indispensável necessidade.

 

Exposição de Maria Auxiliadora Silva encerra temporada em Nova York ampliando debate sobre arte brasileira

  Com curadoria de Bruna Grinsztejn, a mostra reuniu pinturas que despertaram discussões sobre memória, identidade, relações sociais, trabal...