quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Paul McCartney em São Paulo

Foto DIVULGAÇÃO

Paul McCartney
 “Out There!”
2014
 
 
 
Paul McCartney em São Paulo – Dia 26 de novembro

Paul McCartney fez esta noite o segundo show de sua turnê Out There! em São Paulo. O eterno Beatle subiu ao palco do Allianz Parque às 21h45. O show teve ingressos esgotados, reunindo um total de 45 mil fãs.

Repertório da noite:
SET LIST PAUL MCCARTNEY –  São Paulo – 26 de novembro
Magical mystery tour
Save us
All my loving
Listen to what the man said
Let me roll it
Paperback writer
My valentine
1985
Long and winding road
Maybe I´m amazed
I´ve just seen a face
We can work it out
Another day
And I love her
Blackbird
Here today
New
Queenie eye
Lady Madonna
All together now
Lovely Rita
Everybody out there
Eleanor Rigby
Mr Kite
Something
Obla di Obla da
Band on the run
Back in the USSR
Let it be
Live and let die
Hey Jude

Day tripper
Get back
I saw her standing there

Yesterday
Helter Skelter
Golden Slumbers

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

O que é Coaching Educacional e como ele pode te ajudar?

* Por Dolores Affonso
Há algum tempo venho falando sobre a educação inclusiva, sua importância, seus benefícios e, também, sobre a falta de preparo de educadores, famílias, instituições de ensino e da própria sociedade para lidar com a diversidade e atuar de forma efetiva na inclusão. Hoje quero destacar, não somente a importância do educador no processo de inclusão, mas também a do profissional da educação preparado, disposto e pronto para a ação transformadora.
Atualmente, as instituições de ensino ficam “amarradas” aos protocolos, metodologias e currículos impostos e possuem pouca autonomia e flexibilidade para trabalhar. Com isso, acabam por fazer o básico, o mínimo pela educação em nosso país, deixando de inovar, buscar soluções, muitas vezes, simples, para tornar a educação uma ferramenta de qualidade, eficaz e realmente para todos. A falta de recursos também é um grande problema, tendo em vista o estado das escolas públicas no Brasil, principalmente no interior, nas áreas rurais, na região Norte e Nordeste do país etc.
Os educadores seguem o mesmo caminho. Normalmente se queixam da instituição, do governo, mas acabam se conformando com a “falta de tudo” e deixam de assumir sua posição questionadora de educador. E quando digo questionadora, não estou me referindo somente aos questionamentos externos, ao governo, à instituição, à sociedade, mas aos internos, principalmente. A grande maioria não se pergunta se pode fazer mais e como.
Diante de escolas e educadores despreparados, de famílias desconectadas da escola e de indivíduos excluídos, ainda que dentro da escola, surge a necessidade de se encontrar, desenhar um novo caminho para a educação brasileira. Neste sentido, a atuação de consultores e coaches educacionais vêm crescendo, à medida que as novas necessidades de uma sociedade em rede vão aumentando e se avolumando dentro e fora da escola.
Há algum tempo falei sobre as novas gerações e sua postura diante da educação e das formas arcaicas da atual escola se fazer presente em sua vida. Uma atitude mais conectada, que procura exemplos reais, ou seja, conexão com a realidade e, principalmente, unir vivências, tecnologias e metodologias atrativas e que os torne mais independentes e autônomos no processo de aprendizagem, colaborando ativamente com a construção do conhecimento coletivo, em rede. E isso reforça a necessidade de se atualizar, se preparar, tanto do educador, como da instituição de ensino.
Por isso, ao falar de consultoria e coaching educacional, devemos sair da mesmice, “pensar fora da caixa”, ou seja, não é aquela consultoria educacional que vemos por tantas vezes acontecer dentro das instituições, que só reforça o que é determinado e minimiza a atuação do aluno, buscando uniformizar e padronizar a educação.
Um consultor ou coach educacional, neste novo milênio, deve estar em busca da união da escola com a sociedade, da individualização/personalização do processo educacional, aliando o atendimento a diversos estilos de aprendizagem, demandas sociais, necessidades especiais às atividades de integração, comunicação e interação, diminuindo o efeito homogeneizante da atual educação, em prol de uma educação para todos.
Ao realizar uma consultoria ou coach, este profissional deve:
- Analisar a escola profundamente, compreender de forma mais completa os alunos, suas famílias, a sociedade em que estão inseridos e o contexto em que vivem;
- Buscar nas ações, metodologias e tecnologias existentes e até já utilizadas pela escola, educadores e alunos, mesmo que fora da instituição, uma forma de transformar a situação de aprendizagem, alternar o foco educacional, construir objetivos mais consistentes e práticas mais condizentes com aquele público atendido, aquela sociedade e as demandas existentes.
- Aplicar e analisar os resultados alcançados, as mudanças, a satisfação dos envolvidos e a efetividade do ensino e dos objetivos educacionais para reforçar e melhorar os pontos positivos e reduzir o impacto dos negativos, mudando o que for necessário par atingir os objetivos traçados.
Para tanto, é preciso um estudo aprofundado de outras questões, como recursos financeiros, tecnológicos, humanos, o espaço, o tempo e conseguir aliar uma metodologia conectada com o aluno, a realidade e tecnologias adaptáveis, num ambiente flexível e mutante. Só assim será possível construir uma nova escola que atenda às necessidades das pessoas e, ao mesmo tempo, forme cidadãos plenos, conscientes e preparados para este novo mundo e sua diversidade!
Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).


O que é Coaching Educacional e como ele pode te ajudar?

* Por Dolores Affonso
Há algum tempo venho falando sobre a educação inclusiva, sua importância, seus benefícios e, também, sobre a falta de preparo de educadores, famílias, instituições de ensino e da própria sociedade para lidar com a diversidade e atuar de forma efetiva na inclusão. Hoje quero destacar, não somente a importância do educador no processo de inclusão, mas também a do profissional da educação preparado, disposto e pronto para a ação transformadora.
Atualmente, as instituições de ensino ficam “amarradas” aos protocolos, metodologias e currículos impostos e possuem pouca autonomia e flexibilidade para trabalhar. Com isso, acabam por fazer o básico, o mínimo pela educação em nosso país, deixando de inovar, buscar soluções, muitas vezes, simples, para tornar a educação uma ferramenta de qualidade, eficaz e realmente para todos. A falta de recursos também é um grande problema, tendo em vista o estado das escolas públicas no Brasil, principalmente no interior, nas áreas rurais, na região Norte e Nordeste do país etc.
Os educadores seguem o mesmo caminho. Normalmente se queixam da instituição, do governo, mas acabam se conformando com a “falta de tudo” e deixam de assumir sua posição questionadora de educador. E quando digo questionadora, não estou me referindo somente aos questionamentos externos, ao governo, à instituição, à sociedade, mas aos internos, principalmente. A grande maioria não se pergunta se pode fazer mais e como.
Diante de escolas e educadores despreparados, de famílias desconectadas da escola e de indivíduos excluídos, ainda que dentro da escola, surge a necessidade de se encontrar, desenhar um novo caminho para a educação brasileira. Neste sentido, a atuação de consultores e coaches educacionais vêm crescendo, à medida que as novas necessidades de uma sociedade em rede vão aumentando e se avolumando dentro e fora da escola.
Há algum tempo falei sobre as novas gerações e sua postura diante da educação e das formas arcaicas da atual escola se fazer presente em sua vida. Uma atitude mais conectada, que procura exemplos reais, ou seja, conexão com a realidade e, principalmente, unir vivências, tecnologias e metodologias atrativas e que os torne mais independentes e autônomos no processo de aprendizagem, colaborando ativamente com a construção do conhecimento coletivo, em rede. E isso reforça a necessidade de se atualizar, se preparar, tanto do educador, como da instituição de ensino.
Por isso, ao falar de consultoria e coaching educacional, devemos sair da mesmice, “pensar fora da caixa”, ou seja, não é aquela consultoria educacional que vemos por tantas vezes acontecer dentro das instituições, que só reforça o que é determinado e minimiza a atuação do aluno, buscando uniformizar e padronizar a educação.
Um consultor ou coach educacional, neste novo milênio, deve estar em busca da união da escola com a sociedade, da individualização/personalização do processo educacional, aliando o atendimento a diversos estilos de aprendizagem, demandas sociais, necessidades especiais às atividades de integração, comunicação e interação, diminuindo o efeito homogeneizante da atual educação, em prol de uma educação para todos.
Ao realizar uma consultoria ou coach, este profissional deve:
- Analisar a escola profundamente, compreender de forma mais completa os alunos, suas famílias, a sociedade em que estão inseridos e o contexto em que vivem;
- Buscar nas ações, metodologias e tecnologias existentes e até já utilizadas pela escola, educadores e alunos, mesmo que fora da instituição, uma forma de transformar a situação de aprendizagem, alternar o foco educacional, construir objetivos mais consistentes e práticas mais condizentes com aquele público atendido, aquela sociedade e as demandas existentes.
- Aplicar e analisar os resultados alcançados, as mudanças, a satisfação dos envolvidos e a efetividade do ensino e dos objetivos educacionais para reforçar e melhorar os pontos positivos e reduzir o impacto dos negativos, mudando o que for necessário par atingir os objetivos traçados.
Para tanto, é preciso um estudo aprofundado de outras questões, como recursos financeiros, tecnológicos, humanos, o espaço, o tempo e conseguir aliar uma metodologia conectada com o aluno, a realidade e tecnologias adaptáveis, num ambiente flexível e mutante. Só assim será possível construir uma nova escola que atenda às necessidades das pessoas e, ao mesmo tempo, forme cidadãos plenos, conscientes e preparados para este novo mundo e sua diversidade!
Dolores Affonso é coach, palestrante, consultora, designer instrucional, professora e idealizadora do Congresso de Acessibilidade (www.congressodeacessibilidade.com ).


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

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