segunda-feira, 11 de junho de 2012

9º Seminário de Sociologia no Ensino Médio na UFG

Nos dias 19, 20, 21 de Setembro deste ano será realizado o 9º Seminário de Sociologia no Ensino Médio. Para efetuar sua inscrição, acesse o site do seminário: http://eventos.ufg.br/9SSEM  As inscrições para envio de trabalhos (comunicação oral, pôster e oficinas) já estão abertas e se encerram no dia no dia 01/08.

O Grupo de Estudos de Sociologia no Ensino Médio da Faculdade de Ciências Sociais da UFG (Universidade Federal de Goiás), realiza nos dias 19, 20 e 21, deste ano de 2012, a 9º edição do Seminário de Sociologia no Ensino Médio, trazendo o tema: Lutas docentes e qualidade na educação: sociologia para a transformação, com o objetivo de resgatar no meio acadêmico as discussões a respeito dos dilemas da atuação docente, e também das dificuldades, contribuições e possibilidades da disciplina de sociologia neste contexto.



Além de Conferências, Mesas Redondas e Sessões Temáticas, neste ano o espaço também será aberto para a realização de Oficinas Pedagógicas, Sessões de Pôsteres e atividades interculturais.






quarta-feira, 6 de junho de 2012

Amor em paz


Já tive amores que sequer o houveram, ou que se desfizeram em amargo pranto. Conheço essa tristeza, portanto.
Também sei que ela nunca vem sozinha: sempre traz uma dorzinha, que nos maltrata com zelo, minha nossa! Que acaba numa abissal fossa, mas, começa pelo cotovelo.
No entanto, muito pior do que a dor de um amor desfeito é o vazio da falta de amor! Assim, tenham certeza, é melhor remar contra a correnteza do que viver na apatia de um mar em calmaria.
Eu vivi muito tempo entre essa dor e vazio, sem saber que o amor não é uma imposição, nem algo que a gente às vezes sente, depois esquece.
O amor não vem por encomenda, dinheiro, mandinga ou prece. O amor, simplesmente, acontece!
E quando acontece tem que ser alimentado com toda emoção, com cada vital pulsar do coração!
A gente deve agarrá-lo, desfrutá-lo e transformá-lo até aprender que o amor nunca termina, e mesmo quando assim parece, quando menos se espera, de novo germina.
Por isso, entristeço demais ao saber de amantes que não se amam mais; de filhos que sofrem com desamor de seus pais; do que, antes, era perfeito e hoje explode em falhas; da paz que se esvai em dolorosas, por vezes dolosas, batalhas.
Querem a paz? Então, preparem e pratiquem o amor! Pois sua falta é sinistra, é pano de fundo de todos os males que afligem o mundo!
E para não cair na armadilha do costume, sempre é bom um pouco de ciúme. Mas sem exagero, para não entornar o caldo nem estragar o tempero.
Guerra? Só a de corpos ardentes, sem o mínimo pudor, trocando carícias, fazendo amor!
Amor que alucina, envolve; que tudo tira, mas, muito mais, devolve. Porque o amor é uma estrada de duas mãos que, em verdade, são quatro: ora contidas, ora atrevidas. Porque em todo ensejo ele sente desejo, e sabe que mesmo em meio ao maior cansaço sempre há espaço para um beijo e um abraço. Porque o amor também precisa de gentileza, de assentos puxados ou cedidos; de mãos que se toquem, sobre mesa; de trocas, juras e pedidos; de chegar sempre quinze minutos antes, para o encontro a dois, mesmo sabendo que a amada só ficará pronta meia hora depois.
O amor de verdade é assim: nunca se dispersa!
Vive de paixão e, também, de conversa, pois para sua grandeza exige franqueza; despreza intrigas; só tem curtas, curtíssimas, brigas; não faz drama ou cenas. Se basta, apenas. Assim, sacia suas fomes e sedes entre quatro paredes.
Então, nunca, jamais, enganem o amor! Porque a mentira é mortal para o amor, e quando ele morre a gente morre um pouco com ele.
O amor não deve temer, da inveja, os mísseis; tampouco deve temer tempos difíceis, que vêm e vão. Então, o importante é amar! O resto é vão!
Vão amar, portanto! E amar cada vez mais, “porque o amor é a coisa mais triste, quando se desfaz”, já diziam Tom Jobim e Vinícius de Moraes.



Adilson Luiz Gonçalves
Membro da Academia Santista de Letras
Mestre em Educação
Escritor, Engenheiro, Professor Universitário e Compositor
Ouça textos do autor em: www.carosouvintes.org.br (Rádio Ativa / Comportamento)
Caso queira receber gratuitamente os livros digitais: Sobre Almas e Pilhas, Dest’Arte e Claras Visões, basta solicitar pelos e-mails: algbr@ig.com.br e prof_adilson_luiz@yahoo.com.br
Conheça as músicas do autor em: br.youtube.com/adilson59
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Como os mosquitos enfrentam os rigores da chuva




Pesquisa explica como os mosquitos fazem para resistir ao impacto, durante o voo, de gotas 50 vezes mais pesadas. Estudo poderá ajudar no desenvolvimento de microrrobôs voadores (PNAS)
Agência FAPESP – Mosquitos gostam de regiões úmidas, mas como eles sobrevivem aos rigores das chuvas constantes é um mistério. “Nos estudos sobre voos de insetos, adaptações a condições complexas de voo, como vento e chuva, são muito pouco compreendidas”, destacam os autores de uma nova pesquisa.

O trabalho demonstra os mecanismos que permitem a esses insetos resistir às colisões com as gotas. Uma gota de chuva tem pequenas dimensões, mas não para os mosquitos. Cinquenta vezes mais pesada, a força exercida pelo peso de uma gota sobre o inseto é equivalente à de um automóvel sobre um homem, segundo artigo publicado esta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).

David Hu e colegas das Escolas de Engenharia Mecânica e de Biologia do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, utilizaram câmeras de vídeo de alta velocidade para gravar imagens de mosquitos (“pernilongos”) Anopheles (gênero que comprende espécies como o Anopheles gambiae), vetor do protozoário da malária.

Os mosquitos foram colocados em caixas acrílicas e submetidos a jatos de água que simulavam chuva. De acordo com o estudo, o corpo leve do mosquito (pequena massa) ajuda na hora das colisões, ao fazer com que as gotas transfiram pouca força ao entrar em contato com o inseto. A maior parte das gotas não estoura, mas resvala no mosquito e continua a cair.

Outro motivo que explica como os mosquitos resistem ao impacto é seu forte exoesqueleto. “Embora a força do impacto seja equivalente à de várias vezes o peso corporal do mosquito, ela é facilmente suportável, uma vez que o exoesqueleto do inseto é capaz de suportar cargas muito grandes”, disseram os autores.

Mas, segundo o estudo, isso não funciona caso o mosquito voe muito próximo da superfície, uma vez que a gota pode fazer com que ele se choque contra o solo ou corpo d’água, morrendo por causa do impacto ou afogado.

Os pesquisadores pretendem continuar o estudo investigando como os mosquitos fazem com relação à maneira de voar para desviar das gotas de água e reduzir as chances de impacto.

Segundo eles, os resultados da pesquisa poderão auxiliar no desenvolvimento de robôs voadores baseados nesses insetos, para uso em operações de observação ou resgate, entre outras.

O artigo Mosquitoes survive raindrop collisions by virtue of their low mass (doi: 10.1073/pnas.1205446109), de David L. Hu e outros, pode ser lido por assinantes da PNAS em www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1205446109.

Unesp lança biblioteca digital


Agência FAPESP – A Universidade Estadual Paulista (Unesp) acaba de lançar sua Biblioteca Digital, que reúne livros, periódicos e outros materiais pertencentes ao sistema de bibliotecas e aos centros de documentação da instituição.

De acordo com a Unesp, graças a parcerias com a Biblioteca Nacional, o Arquivo Público do Estado de São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade, foi possível também reproduzir parte do acervo dessas instituições.

A Biblioteca Digital da Unesp está dividida em quatro grandes núcleos: “Hemeroteca”, “Livros”, “História de São Paulo” e “Artes Visuais”. As obras foram agrupadas conforme o assunto e relevância, formando diferentes coleções. Há arquivos sobre “A Linguagem Matemática”, “Entomologia”, “Filósofos” e “Polêmicas Oitocentistas”, entre outras.

A “Hemeroteca” reúne publicações periódicas, sendo possível pesquisar por título ou por palavras. O núcleo “Livros” traz obras selecionadas dos acervos das bibliotecas da Unesp e de suas coleções especiais.

Já o núcleo sobre “História de São Paulo” dá acesso a documentos importantes para a reconstrução da trajetória paulista. Ele é inaugurado com a coleção “Documentos Interessantes para a história e costumes de São Paulo”, publicada pelo Arquivo do Estado de São Paulo.

“Artes Visuais” divulga imagens digitais de obras de arte públicas – arquitetura, escultura, pintura – para uso didático, sem fins lucrativos. As imagens em alta definição podem contribuir tanto para pesquisadores como para professores em todos os níveis, com o uso em conteúdos programáticos da história da arte.

Mais informações: http://unesp.br/bibliotecadigital

Ministra da Cultura inaugura biblioteca na Favela da Rocinha


Por Janaína Carvalho - G1
A terceira Biblioteca Parque do Rio de Janeiro foi inaugurada na segunda-feira (4) na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. O espaço, que é um centro de convivência e área de lazer, ocupa um prédio de cinco andares no interior da comunidade. Durante a solenidade, a ministra da Cultura Ana de Hollanda destacou que a diversidade cultural do Rio é muito grande e é preciso levar isso em consideração.

“Nós que trabalhamos com a cultura temos que pensar que quem faz a cultura é o povo. Nosso papel é dar ferramentas para eles desenvolverem isso”, afirmou a ministra, que percorreu as instalações da biblioteca ao lado do governador Sérgio Cabral, do vice-governador, Luiz Pezão, da secretária Estadual de Cultura, Adriana Rattes, e do presidente da Empresa de Obras Públicas do Estado (Emop), Ícaro Moreno.

A ministra também destacou a importância do livro e da cultura no combate à violência. “Para mudar a violência e o medo é necessário começar pela cultura”, afirmou Hollanda, lembrando que o projeto da Biblioteca Parque é inspirado na Colômbia, onde a ideia deu certo.

Construído como parte do PAC, a C4-Biblioteca Parque da Rocinha tem nos seus 1.600 metros quadrados DVDTeca, cineatro, sala multiuso para cursos, estúdios de gravação e edição audiovisual, setor de leitura e internet comunitária, cozinha-escola e café literário.

Autores da favela - A expectativa é que a biblioteca receba 215 mil pessoas por ano, entre moradores da região e de bairros vizinhos. Com acervo com capacidade para 15 mil livros, a Biblioteca Parque da Rocinha reserva um espaço dedicado aos autores da comunidade.

“Fiz o livro em homenagem a minha mãe e às mulheres da Rocinha. Minha mãe nasceu, cresceu e morreu analfabeta e eu me formei em História na PUC. É uma emoção ímpar participar disso aqui hoje”, afirmou Fernando Ermiro da Silva, 41 anos, autor de um livro de contos, que trabalha como produtor cultural da biblioteca. O espaço também possui livros em braile para deficientes visuais e um espaço totalmente dedicado às crianças, com livros infantis e atividades que estimulam a leitura.

Durante a solenidade de inauguração, houve apresentação de um grupo de samba, dançarinos de funk e de poesia. De acordo com Cabral, o projeto só foi possível porque a comunidade não é mais dominada por traficantes de drogas.

“Só foi possível porque resolvemos não aceitar mais o controle paralelo dentro das comunidades. É uma mudança de hábito e de cultura que passa por mudar a polícia e a política de segurança pública”, afirmou o governador. “Facção agora é a do bem. Temos que trazer o povo de Manguinhos e do Alemão aqui”, disse Cabral.

De acordo com a secretária Adriana Rattes, a C-4 Biblioteca Parque da Rocinha integrará uma rede de bibliotecas parque iniciada com a abertura da Biblioteca Parque de Manguinhos, em 2010. "O conceito de biblioteca vem evoluindo muito, de um lugar apenas de guardar livros, de consulta de pesquisas e estudos para um centro de cultura, conhecimento e cidadania", afirmou a secretária, destacando que até janeiro deve ser inaugurada uma biblioteca no mesmo formato no conjunto de favelas do Alemão.

Pré-Cúpula dos Povos SP



10 de junho de 2012, das 12h às 17h
no VALE DO ANHANGABAÚ
“Apenas 11,5% ouviram falar da Rio+20, evento mundial sobre economia verde*”
Instituições, associações, movimentos sociais, ONGs, coletivos, grupos, cidadãos e cidadãs que se dedicam ou se identificam com as práticas sociais, culturais, educacionais e ambientais:
Tendo em vista o baixo nível de conhecimento e informação da população sobre a realização desta importante Conferência da ONU, convidamos a todos e todas para juntos construirmos uma nossa ação coletiva por UM MUNDO EM DEFESA DA VIDA.
Vamos juntos ocupar o Vale do Anhangabaú no dia 10 de junho de 2012.
A Crise Capitalista e a Justiça Social e Ambiental.
Será um ato de responsabilidade cívica, mas também desejamos impregná-lo de uma atmosfera lúdica, onde suas indignações serão tão importantes quanto suas paixões e emoções. Estarão abertos espaços para oficinas de arte, músicas e construção de ÁRVORES DOS SONHOS. Traga seus instrumentos musicais.
Convidamos também artistas plásticos e artesãos que trabalhem com materiais recicláveis para ministrarem coletivamente uma oficina para a confecção de muitas ÁRVORES DOS SONHOS.

Pré-Cúpula dos Povos SP no Vale do Anhangabaú
Release: http://forumsocialsp.org.br/noticias/precupsp/
Facebook: https://www.facebook.com/events/289653377798365

Grupo de Articulação do Comitê Paulista Rumo à Rio+20
www.sp.cupuladospovos.org.br
Coletivo de Facilitadores do Fórum Social São Paulo
www.forumsocialsp.org.br

Arte de Narrar Histórias na Biblioteca de São Paulo


Professores e educadores tem a oportunidade de participar de oficinas sobre contação de histórias na Biblioteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura.  Acontece no dia 13 de junho o curso “A Arte de Narrar Histórias”, onde a arte-educadora Mafuane Oliveira convida os participantes a refletirem sobre a importância da narrativa no desenvolvimento de funções cognitivas.

O curso é composto por atividades práticas que indicam como utilizar a narração de histórias como ferramenta de sensibilização.

O curso é ministrado em dois dias (13 e 15/06) e tem duração de 12 horas. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail agenda@bsp.com.br ou no balcão de atendimento da Biblioteca, das 9h30 às 17h30.


SERVIÇO
BIBLIOTECA DE SÃO PAULO
Parque da Juventude - Av. Cruzeiro do Sul, 2.630 Santana.
Acesso pelo metrô Carandiru
Funciona de terça a sexta das 9h às 21h.
Sábados, domingos e feriados das 9h às 19h.
Todas as atividades da BSP são gratuitas.
www.bsp.org.br |             (11) 2089-0800    

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...