quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Natal de Curitiba-Galeria de Luz

Fotos 01 e 02 - crédito de Jaelson Lucas
Fotos 03 e 04 - crédito de Pedro Ribas 

CURITIBA SE ILUMINA PARA O NATAL
Com o espetáculo da Galeria de Luz, cidade se consolida como Capital do Natal
Tempo de compartilhar amor, esperança, paz e solidariedade. Uma data de confraternização e de reencontros para relembrarmos o nascimento de Jesus Cristo. Uma ocasião para celebrarmos a vida. Afinal, é Natal. E para tornar essa época ainda mais especial, Curitiba recebe um espetáculo inédito em todo o Brasil: a Galeria de Luz.
Composta por uma sequência de arcos e portais luminosos que proporcionam efeitos de perspectiva e profundidade, seguindo um esquema arquitetônico desenhado originalmente por Leonardo Da Vinci, a Galeria é uma obra do designer e artista italiano Valerio Festi, reconhecido por seus trabalhos no exterior, como a homenagem realizada no aniversário do terremoto de Kobe, no Japão, e a arquitetura de luz das Galeries Lafayette, em Paris, na França. As mais de 50 mil lâmpadas utilizadas criam desenhos que se revelam a cada passo do público.
Instalada em uma tradicional via da cidade, a Rua XV de Novembro, entre as ruas Barão do Rio Branco e Marechal Floriano Peixoto, a Galeria faz parte das atrações especiais que a Prefeitura de Curitiba, através do Instituto Municipal de Turismo, preparou para mais uma vez fazer de Curitiba a Capital do Natal. "É um espetáculo maravilhoso, surpreendente e que, com certeza, vai agradar a todos. Além de encantar curitibanos e turistas, esperamos fazer com que os visitantes permaneçam mais tempo na cidade", afirma Juliana Vosnika, presidente do Instituto.
O Desfile da Luz também integra o espetáculo, que tem incentivo da Lei Rouanet e apoio da Companhia Paranaense de Energia (Copel). Bailarinos e malabaristas locais percorrem toda a Galeria em 20 palcos móveis, levando magia e emoção para os espectadores através de um conto natalino inspirado na Itália do século XV que resgata toda a emoção do verdadeiro significado do Natal. São 50 artistas empenhados no show, que conta com a participação de bailarinos da Companhia de Dança Masculina Jair Moraes e coreografia do mâitre do Ballet Teatro Guaíra, Jair Moraes. A história é narrada pelo ator curitibano Luís Melo. "Também procuramos valorizar os artistas locais. 90% dos que participam do espetáculo são do Paraná", diz Juliana.
Além disso, no local também é possível fazer o Natal de alguém mais feliz. Ao lado da Galeria, há um painel de "Pinheiros de Luz", iluminado através de doações do público. A cada contribuição, a pessoa recebe uma lâmpada para instalar no grande painel. Com a ajuda de todos, um lindo mural luminoso será criado, e toda a renda arrecadada entregue a instituições parceiras da Fundação de Ação Social (FAS) e do Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC).
         Programação completa
A Galeria de Luz fica em Curitiba até o dia 06 de janeiro. O Desfile da Luz acontece até 23 de dezembro, de terça a quinta-feira às 20h15 e sexta-feira às 21h30. Nos dias em que não há espetáculo, a Galeria também fica acesa e tem sonorização especial.
Além disso, o Instituto Municipal de Turismo preparou um portal exclusivo que reúne informações sobre todas as apresentações, feiras, decorações, exposições, manifestações religiosas, ações solidárias e os presépios que acontecem na cidade. "Dessa forma, fica muito mais fácil, para turistas e moradores de Curitiba, se programar para conferir os espetáculos desejados. Basta acessar www.curitibacapitaldonatal.com.br", explica Juliana.
Serviço:
Galeria de Luz
De 01 de dezembro a 06 de janeiro
Desfile da Luz
De 01 a 23 de dezembro - Terça a quinta-feira às 20h15 e sexta-feira às 21h30
Curitiba Capital do Natal

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Nevou na minha cidade!



Não estou falando de cidades do Sul do Brasil, onde os flocos de gelo eventualmente dão o ar de sua graça. Falo da “caliente” Santos, que continua linda e agora próspera, com: projetos de expansão portuária, exploração do pré-sal e melhoria da infraestrutura empresarial e turística, de lazer e cultura, a exemplo do que também acontece em toda Baixada Santista, Costa da Mata Atlântica, sem descuidar do meio ambiente.
Nevar em Santos?
Bem, é verdade que este ano tem sido bem mais ameno que os anteriores, com temperaturas e dias bastante agradáveis. De gelo, por aqui, só raríssimas chuvas de granizo.
Será que isso é efeito das alterações climáticas? Pode ser, mas daí a nevar por aqui ainda levaria um tempo razoável, que a gente prefere continuar vendo só em filmes de ficção científica.
Mas neve faz parte do imaginário dos povos tropicais, ainda mais em tempos natalinos. A gente pode adorar praia, mas sonha em, ao menos uma vez na vida tocar esses flocos mágicos, fazer um boneco de neve ou uma guerrinha de bolas. Confesso que, a primeira vez que vi uma nevada pareci um menino diante de um brinquedo novo, bonito e inesperado, embora soubesse que ela estaria lá, nos Alpes de um distante janeiro. Mesmo assim, quando minha mulher anunciou que um “shopping” da cidade “faria nevar” no sábado, e que não perderia isso por nada, apaixonada pelo Natal, meu lado cético, cartesiano, de engenheiro logo conclui, pragmaticamente, que a tal “neve” seria um jato d’água com detergente biodegradável, politicamente correto, e que haveria alguns riscos envolvidos, como: escorregadelas, ardor nos olhos e prejuízos irreparáveis aos penteados volumosos, a custa de litros de laquê, de algumas senhorinhas.

No horário quase preciso, lá estávamos nós, mulher filho e eu, diante do “shopping”, com todo aparato preparado: isolamento viário; policiamento, para evitar ação de “amigos do alheio”; Papai Noel; aparelhagem de som, entoando músicas de Natal, etc.

Olhei para a fachada do imponente edifício e, para minha satisfação científica, constatei vários dispositivos que, ratificando minha previsão, estavam lá, prontos para produzir suas micro-bolhas de sabão. Nada de surpreendente, a não ser o rosto iluminado de minha mulher - que sempre se renova – e brilho adolescente de meu filho, que nunca deixará de ser um menino aos meus olhos.

Quando o espetáculo mais do que anunciado começou, no entanto, o ceticismo científico abriu alas e caminho para o lado pueril, poético:
O céu estava limpo e não havia vento significativo, pelo quê a “neve” caía com um leve bailado. As pessoas aplaudiam, exclamavam, tiravam fotos. As crianças corriam para apanhar os “flocos” no ar. Pessoas se abraçam. Desconhecidos se falavam como não fosse assim. Os carros reduziam velocidade, os vidros eram abertos, todos com largos e surpresos sorrisos.
De repente, calçada, rua e cabelos estavam cobertos de neve. As senhorinhas dos volumosos penteados estavam lá, mas pouco se importaram com o “estrago” e ainda aproveitaram para ensaiar coreografias.

Até eu, em meio aqueles minutos de magia, tomei minha musa nos braços e dancei ao som de antigas canções.
Inegavelmente, foi uma ótima iniciativa de “marketing” do “shopping”! Mas, prefiro ser um pouco mais romântico e acreditar que é preciso sempre fugir da rotina, por mais previsível que for o evento, para nunca esquecermos que a vida é muito mais do que trabalho, regras, obrigações e compromissos.
Nevou em minha cidade, sim! E o calor humano aqueceu todos os corações!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Movimento “PNE pra Valer!” faz pressão pela apresentação do relatório do Plano Nacional de Educação


Participantes do movimento fizeram ação direta junto a parlamentares e campanha virtual mobilizou mais de 10 mil tuítes. Mesmo assim, a apresentação do relatório do PL 8035/2010 foi adiada pela sexta vez. Relator promete protocolar relatório hoje (5/12) e apresentá-lo amanhã (terça, 6/12)

O relatório do PL 8035/2010, que cria o novo Plano Nacional de Educação, deve ser protocolado hoje (segunda-feira, 5/12), às 16 horas, pelo relator da matéria, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR). Na última quinta-feira (1/12), Vanhoni afirmou que faria a leitura do novo PNE, amanhã (terça-feira, 6/12), às 14h30, em sessão da Comissão Especial que analisa o assunto.
Adiamentos consecutivos desde outubro - Na última quinta-feira (1/12), a leitura do relatório do novo PNE foi adiada pela sexta vez consecutiva desde outubro deste ano. Na tarde do dia anterior (quarta, 30/11), a Comissão Especial que trata da matéria se reuniu e o relator Ângelo Vanhoni (PT-PR) confirmou que o relatório seria apresentado na quinta-feira.  O deputado ainda informou que se reuniria na mesma tarde com os ministros Guido Mantega (Fazenda), Fernando Haddad (Educação), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Gleisi Hoffmann (Casa Civil), no intuito de estabelecer o percentual de investimentos do PIB (Produto Interno Bruto) que deve constar no Plano, prometendo a leitura do relatório para a manhã seguinte.
Contudo, no dia 1º de dezembro, o relatório não foi apresentado. A justificativa, segundo o próprio relator, é que ainda são necessários novos encontros entre os ministérios para que se possa chegar a um entendimento sobre a meta de investimentos em educação com base no PIB. Além disso, havia a necessidade de que a presidenta Dilma visse e aprovasse o documento antes da leitura oficial. Na ocasião, a presidenta estava em viagem à Venezuela participando de reunião da Celac (Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe).
Pressão física e virtual – Na terça-feira (29/11), a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, rede que criou e coordena o movimento "PNE pra Valer!", iniciou pressão virtual sobre os parlamentares, pela imediata apresentação do relatório. Os participantes do movimento em todo o Brasil foram estimulados a mandar mensagens a deputados da Comissão Especial utilizando redes sociais como Twitter e Facebook. Foram enviadas mais de 10 mil mensagens aos deputados da Comissão Especial, com textos provocativos, como "a educação não pode parar. #CadêPNE? #PNEpraVALER".
Na quarta (30/11) e na quinta (1/12), um grupo acompanhou de perto as ações dos deputados no Congresso Nacional. Vestidos com camisetas do movimento "PNE pra Valer!", eles tiveram reuniões com o relator Ângelo Vanhoni, com a presidenta da Comissão de Educação e Cultura, Fátima Bezerra (PT-RN) e com vários membros da Comissão Especial, como a deputada Dorinha Rezende (DEM-TO) e os deputados Ubiali (PSB-SP) e Isalci Lucas (PR-DF).
Também foram entregues aos deputados um folheto intitulado "Cadê o PNE? O Brasil quer um PNE pra Valer!", lembrando que entre janeiro de 2009 e abril de 2010, mais de quatro milhões de brasileiros e brasileiras participaram das etapas municipais, estaduais, distrital e federal da Conae (Conferência Nacional de Educação). Segundo o documento, todo esse processo produziu diretrizes para o novo PNE e agora a sociedade brasileira tem o direito de conhecer o relatório.
Falas de parlamentares mudam de tom – Na quarta-feira (30/11), quando parecia firme a promessa de divulgação do relatório para o dia seguinte, vários parlamentares se posicionaram com falas amistosas na reunião da Comissão Especial. A maioria destacou o empenho com que Vanhoni tem trabalhado no relatório, apesar de terem apontado a necessidade de que haja mais ousadia em alguns pontos.
No entanto, na quinta-feira (1/12), diante do novo adiamento, os parlamentares presentes mudaram o tom de suas falas. A deputada Dorinha Rezende (DEM-TO) foi uma delas. No dia anterior ela dizia que o novo relatório continha muitos avanços e o texto só foi alterado para melhorar o PNE. Já na quinta-feira, sua frustração era evidente. "Eu me sinto uma pateta aqui", desabafou indignada.
O deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) também se mostrou frustrado. Para ele, as discussões com os ministérios deveriam ter sido feitas junto com a base aliada e não somente com o PT. "Deveria haver uma discussão com todos os parlamentares da Comissão", disse o parlamentar.
"Para a Campanha Nacional pelo Direito à Educação, um investimento menor do que 10% significa continuar com um projeto que não atende e universaliza uma educação pública de qualidade", observa Daniel Cara, coordenador geral da rede. Segundo ele, um Plano Nacional de Educação precisa, necessariamente, implementar o Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi), criar mecanismos de implementação do CAQ (Custo Aluno Qualidade) em dez anos e contar com o investimento de 10% do PIB para a educação pública. "Sem esses parâmetros, a educação continuará em terceiro plano, prejudicando o desenvolvimento social e econômico do país", finaliza.
É válido ressaltar que a rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação foi citada por quase todos os parlamentares e, mais que isso, foi chamada a pressionar ainda mais o governo para que o relatório apresente emendas que favoreçam avanços na efetivação de uma educação pública de qualidade. Além disso, no dia 01, foi possível constatar que, o número de ativistas e manifestantes excedia o número de parlamentares presentes, o qual foi motivo de reclamação e indignação pública das e dos deputados em suas respectivas falas.
O deputado Vanhoni se comprometeu a protocolar o relatório nesta segunda-feira, às 16 horas.  Perante toda a imprensa e ativistas presentes, ele afirmou que, feito o protocolo, na terça-feira (6/12), às 14h30, o relatório será lido no Plenário Florestan Fernandes, na Câmara dos Deputados.
Vale lembrar que, a partir da apresentação do relatório, os membros da Comissão têm o prazo de cinco sessões para apresentar emendas. Com a aproximação do fim do ano, a Comissão Especial pretende concluir a votação até o início da segunda quinzena de dezembro.
O que é o movimento "PNE pra Valer!" – Desde que a proposta de PNE foi divulgada pelo Poder Executivo Federal, em dezembro de 2010, um amplo e plural grupo de pessoas, organizações, redes e movimentos vinculados à Campanha Nacional pelo Direito à Educação e engajados no movimento "PNE pra Valer!" vem se dedicando a analisar a proposta e a produzir emendas com o objetivo de contribuir para que este Plano reflita as deliberações da Conae (Conferência Nacional de Educação), os anseios e as necessidades da educação pública brasileira, e que seja resultado de um amplo trabalho coletivo e colaborativo entre os diversos atores que fazem a educação em nosso País.   Mais informações:www.pnepravaler.org.br
Campanha Nacional pelo Direito à Educação é uma rede da sociedade civil que tem como missão atuar pela efetivação e ampliação dos direitos educacionais para que todas as pessoas tenham garantido seu direito a uma educação pública, gratuita e de qualidade no Brasil. É considerada a articulação mais ampla e plural no campo da educação básica no Brasil, constituindo-se como uma rede que articula mais de 200 grupos e entidades distribuídas por todo o País. Em outubro de 2007, a Campanha recebeu do Congresso Nacional o prêmio Darcy Ribeiro, por sua bem-sucedida atuação de incidência política no processo de criação do Fundeb (Fundo da Educação Básica).  Mais informações:www.campanhaeducacao.org.br

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Enfoque Democrático na Gestão Escolar:

Enfoque Democrático na Gestão Escolar:
Este estudo debruça-se em uma discussão qualitativa de cunho crítico sobre os princípios básicos que orientam os sentidos de democracia da gestão escolar, lidos a partir da elaboração de um referencial que substancia os desafios da constituição da escola cidadã sob bases burguesas. Assim, a perspectiva crítica-reflexiva coaduna o estabelecimento de análise sobre as relações entre o macro (sistemas de ensino) e micro (escola), em que ambos convergem por apresentar um mesmo núcleo de sentido: a gestão escolar democrática e a reestruturação produtiva do trabalho no contexto social contemporâneo se imbricam, gerando níveis paralelos de flexibilização, como forma de promover a efetivação da cidadania.

O elefante na sala


Antoninho Marmo Trevisan*

Em outubro, conforme amplamente divulgado, a população mundial chegou à marca de sete bilhões de pessoas. Aspecto negativo é que um bilhão delas, ou uma em cada grupo de sete, passa fome e mais de seis milhões morrem por ano devido à falta de comida. A estatística dimensiona com assustadora clareza o significado da Conferência Mundial sobre Segurança Alimentar, a ser realizada em Genebra, na Suíça, de 15 a 17 de dezembro.
Apesar de prioridade absoluta, a solução do problema está muito distante, conforme seconstata no conteúdo de alguns estudos, como o relatório “O estado dainsegurança alimentar no mundo em 2010”, da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO). Este relatório expõe o flagelo da inanição na África Subsaariana e no Sul da Ásia e mostra como a
crise mundial e o consequente aumento dos preços reduziram o número de indivíduos com acesso a uma dieta mínima para uma vida saudável. Dados do Banco Mundial corroboram essa informação, revelando que, entre 2010 e 2011, mais de 70 milhões de pessoas começaram a viver em condições de pobreza.
         Como se não bastasse, o livro "Estado do Mundo 2011 - Inovações que Nutrem o Planeta", recém-lançado pelo Worldwatch Institute (WWI), sediado em Washington DC, EUA, em parceria com o brasileiro Instituto Akatu, revela que o Planeta desperdiça um terço dos alimentos que produz.  As perdas pós-colheita nos países pobres e em desenvolvimento chegam, em alguns casos, a 50%. Na média de calorias, o valor perdido supera o total consumido.
         Mais graves, ainda, são as questões políticas e os entraves na Organização Mundial do Comércio (OMC), como Acaba de alertar o Relator Especial das Nações Unidas sobre Direito à Alimentação, Olivier De Schutter. Ele defende posições polêmicas, dentre elas tarifas alfandegárias mais altas e restrições temporárias à importação, como forma de reabilitar a capacidade de produção local de alimentos nos países em desenvolvimento.
Há lógica nessas propostas, mas não de maneira genérica. É óbvio que uma nação africana com limitada capacidade de produção deve priorizar o abastecimento interno. O mesmo não se aplica ao Brasil, que tem as maiores áreas agricultáveis disponíveis em todo o mundo e condições de abastecer osseus 190 milhões de habitantes e gerar vultosos excedentes exportáveis.
O problema é que as normas e entraves no âmbito do comércio internacional não atendem nem à África Subsaariana, nem ao Brasil e muito menos à humanidade, incluindo os pobres dos Estados Unidos e Europa, que pagam mais caro por alguns produtos por conta de subsídios locais e do protecionismo. Por essas razões, é incontestável a ponderação de Olivier De Schutter no sentido de que as regras da OMC deveriam basear-se no direito humano à alimentação adequada, e não o contrário.
A segurança alimentar, como bem definiu o especialista, é o elefante na sala. Remover o paquiderme num cenário de população crescente, produção menor, preços mais altos e idiossincrasias comerciais é o desafio para a conferência de dezembro em Genebra. Tarefa árdua, mas imprescindível. 



*Antoninho Marmo Trevisan é o presidente da Trevisan Escola de Negócios e membro do CDES-Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República.

Revista Virtual Partes - Terceira Idade - Vovó Velhinha

Revista Virtual Partes - Terceira Idade - Vovó Velhinha

Aparecida Luzia de Mello*

A avó materna saia da cama todos os dias às 6 horas da manhã para caminhar e fazer ginástica visando manter a silhueta, embora adorasse dormir até tarde.

Tomava banho frio inclusive no inverno para não ressecar a pele, embora adorasse banho quente.

Gastava um dinheirão em cremes de prevenção às rugas. A noite dormia besuntada e durante o dia estava sempre maquiada

Pedro Coimbra: Um tesouro mais que maravilhoso

Pedro Coimbra: Um tesouro mais que maravilhoso: Pedro Coimbra ppadua@navinet.com.br O francês GamalielChantal nem bem pisou as terras brasileiras tomou duas atitudes: d...

Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...