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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Carreira nos dias de hoje
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Quem tem medo da mamografia?
| Dra. Maira Caleffi |
Três dicas para arrasar em 2012, por Lygya Maya
Sem sombra de dúvida, por causa do término do calendário Maia, 2012 é um ano esperado com muita curiosidade, por milhares de pessoas no mundo inteiro. Uma estranha série de eventos terríveis e colisão de meteoros e planetas com a Terra, são apenas algumas das previsões de especialistas sobre o fim do mundo, além de problemas apontados em relação à conservação do planeta, que parecem estar convergindo para nos falar sobre a destruição da humanidade em 2012.
E o que isso significa para nós? Como podemos manter a cabeça tranquila, com tantas influências nos estressando no dia-a-dia?
Seria sábio dar mais importância ao que ainda está desconhecido dentro de nós ao invés de dar ouvidos a tantas informações diferentes vindas do lado de fora. Precisamos conhecer mais o nosso mundo interior do que outros planetas ou civilizações. Simplesmente por que não podemos mudar o que está do lado de fora, porém temos 24 horas com nós mesmos com o poder ilimitado de criar soluções para uma vida mais feliz e saudável. E isso é a realidade. Somos nós que decidimos tudo o que fazemos. Podemos ser nosso melhor amigo ou o pior inimigo. Sabotar nossa felicidade ou vencer desafios incalculáveis.
E, para começar nosso autoconhecimento e desenvolvimento, eu pergunto: você acha que pode ser e ter mais na vida? Caso sua resposta seja sim, sugiro você seguir estes três passos:
- Ser específico no que o seu coração deseja.
- Confiar em si mesmo.
- Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar.
Ser específico no que o coração deseja
O que seu coração deseja sentir em relação à vida? Qual é o seu sonho?
Isso parece ser simples para responder sem hesitar, mas já perguntei isso a milhares de pessoas e as respostas tomam volumes de palavras inadequadas, evasivas ou há um silêncio total. Outras respostas são dadas baseadas na mente, na lógica, no racional, e não no coração, como deveria.
Por que será? Falta de foco? Talvez a resposta evasiva venha do fato de acreditar que seu desejo seja impossível ou até ridículo?
O que você gosta de fazer, de coração? O que te faz ter alegria e realização? Pergunte-se e responda sem hesitar. Quando você responde sem rodeios, vai direto ao ponto que te excita e te motiva sem limites.
Sabendo o que o seu coração quer, aí então vem o próximo passo.
Confiar em si mesmo
Confiar em si mesmo não deveria ser difícil para ninguém, porém milhares de pessoas vivem sem a menor confiança para realizar seus desejos, sonhos e fantasias. Por quê?
Por causa da maneira como foram criadas. Há pessoas que crescem sendo abusadas emocionalmente pelos pais e nunca conseguem amar a si ou confiar em si mesmas devido à crença que lhes foi incutida na infância de que não eram capazes de muitas conquistas.
Quem quiser obter realização pessoal tem o dever de se conhecer e confiar em si com toda a força possível.
Como fazer isso? Desenvolvendo um diálogo interno positivo.
Por exemplo: Eu sou uma pessoa realizada e feliz.
Repita essa frase o maior número de vezes possível, diariamente.
Uma vez que mudamos as crenças que nos limitam, poderemos dar vazão ao que queremos na vida de uma maneira poderosa e decisiva.
Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar
Temos a escolha e a vantagem de aprender com os desafios. Aquele que dramatiza uma experiência difícil de lidar, sentindo pena de si mesmo, acaba se estressando e não progredindo ou evoluindo.
Posso contar várias histórias de superação humana como a de Gandhi, Martin Luther King e muitos outros heróis, ainda assim a maioria das pessoas escolhe ser vítima de sua própria história.
Quer melhorar sua vida? Comece agora mesmo, seguindo o mapa aqui indicado. Se precisar de ajuda, peça, só não vale a pena estagnar.
Somente nós, autores de nossa história, é que podemos escrevê-la como um drama ou uma comédia. E de uma coisa estou certa: o sucesso será bem mais agradável que o fracasso em 2012.

* Lygya Maya é coach, escritora e palestrante. Desenvolveu sua carreira nos Estados Unidos, onde atuou na Companhia do mestre em motivação Anthony Robbins. É autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível em www.lygyamaya.com.br.
Se você não deseja mais receber nossos e-mails, cancele sua inscrição neste link
Três dicas para arrasar em 2012, por Lygya Maya
Sem sombra de dúvida, por causa do término do calendário Maia, 2012 é um ano esperado com muita curiosidade, por milhares de pessoas no mundo inteiro. Uma estranha série de eventos terríveis e colisão de meteoros e planetas com a Terra, são apenas algumas das previsões de especialistas sobre o fim do mundo, além de problemas apontados em relação à conservação do planeta, que parecem estar convergindo para nos falar sobre a destruição da humanidade em 2012.
E o que isso significa para nós? Como podemos manter a cabeça tranquila, com tantas influências nos estressando no dia-a-dia?
Seria sábio dar mais importância ao que ainda está desconhecido dentro de nós ao invés de dar ouvidos a tantas informações diferentes vindas do lado de fora. Precisamos conhecer mais o nosso mundo interior do que outros planetas ou civilizações. Simplesmente por que não podemos mudar o que está do lado de fora, porém temos 24 horas com nós mesmos com o poder ilimitado de criar soluções para uma vida mais feliz e saudável. E isso é a realidade. Somos nós que decidimos tudo o que fazemos. Podemos ser nosso melhor amigo ou o pior inimigo. Sabotar nossa felicidade ou vencer desafios incalculáveis.
E, para começar nosso autoconhecimento e desenvolvimento, eu pergunto: você acha que pode ser e ter mais na vida? Caso sua resposta seja sim, sugiro você seguir estes três passos:
- Ser específico no que o seu coração deseja.
- Confiar em si mesmo.
- Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar.
Ser específico no que o coração deseja
O que seu coração deseja sentir em relação à vida? Qual é o seu sonho?
Isso parece ser simples para responder sem hesitar, mas já perguntei isso a milhares de pessoas e as respostas tomam volumes de palavras inadequadas, evasivas ou há um silêncio total. Outras respostas são dadas baseadas na mente, na lógica, no racional, e não no coração, como deveria.
Por que será? Falta de foco? Talvez a resposta evasiva venha do fato de acreditar que seu desejo seja impossível ou até ridículo?
O que você gosta de fazer, de coração? O que te faz ter alegria e realização? Pergunte-se e responda sem hesitar. Quando você responde sem rodeios, vai direto ao ponto que te excita e te motiva sem limites.
Sabendo o que o seu coração quer, aí então vem o próximo passo.
Confiar em si mesmo
Confiar em si mesmo não deveria ser difícil para ninguém, porém milhares de pessoas vivem sem a menor confiança para realizar seus desejos, sonhos e fantasias. Por quê?
Por causa da maneira como foram criadas. Há pessoas que crescem sendo abusadas emocionalmente pelos pais e nunca conseguem amar a si ou confiar em si mesmas devido à crença que lhes foi incutida na infância de que não eram capazes de muitas conquistas.
Quem quiser obter realização pessoal tem o dever de se conhecer e confiar em si com toda a força possível.
Como fazer isso? Desenvolvendo um diálogo interno positivo.
Por exemplo: Eu sou uma pessoa realizada e feliz.
Repita essa frase o maior número de vezes possível, diariamente.
Uma vez que mudamos as crenças que nos limitam, poderemos dar vazão ao que queremos na vida de uma maneira poderosa e decisiva.
Aprender com os desafios, agindo em direção ao que se quer alcançar
Temos a escolha e a vantagem de aprender com os desafios. Aquele que dramatiza uma experiência difícil de lidar, sentindo pena de si mesmo, acaba se estressando e não progredindo ou evoluindo.
Posso contar várias histórias de superação humana como a de Gandhi, Martin Luther King e muitos outros heróis, ainda assim a maioria das pessoas escolhe ser vítima de sua própria história.
Quer melhorar sua vida? Comece agora mesmo, seguindo o mapa aqui indicado. Se precisar de ajuda, peça, só não vale a pena estagnar.
Somente nós, autores de nossa história, é que podemos escrevê-la como um drama ou uma comédia. E de uma coisa estou certa: o sucesso será bem mais agradável que o fracasso em 2012.

* Lygya Maya é coach, escritora e palestrante. Desenvolveu sua carreira nos Estados Unidos, onde atuou na Companhia do mestre em motivação Anthony Robbins. É autora do e-book Ame as Emoções que Você Odeia (2008), disponível em www.lygyamaya.com.br.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Especialista contesta decisão do Estado de estender o limite de idade para aluno se matricular no 1º ano
Artigo / Por que não se vai mais a museus?
Marcos Hiller *
Atualmente, o cidadão contemporâneo se vê diante de uma variedade de ofertas de entretenimento, produtos e serviços jamais vista. Paralelo a isso, os meios tradicionais de comunicação carregam uma inédita descrença por parte desse consumidor. E como pano de fundo disso, percebe-se na contemporaneidade, um cidadão com um nível de exigência visivelmente atípico, e com uma vasta possibilidade de formas de entretenimento e consumo de cultura em geral. E é justamente nesse contexto em que cidadãos, consumidores de entretenimento, tendem a se conectar a experiências mais relevantes e que estejam alinhadas com seu estilo de vida e, mais que isso, que não o transformem em mais uma pessoa sucumbida à massa. As pessoas hoje definem determinadas experiências de consumo como representantes de algo mais do que experiências aparentemente comuns de consumo.
E por que não se vai a museus? Essa pergunta transita nas cabeças dos principais curadores de arte e diretores culturais do país. E uma série de hipóteses pode ser listada no sentido de compreender e elucidar esse problema. Museu é cansativo e na primeira saída o visitante vai embora, ou então perde muito tempo tentando entender a obra e esquece de se entreter. Dentro dessa hipótese, vale destacar o que cidades como Bilbao, na Espanha, fizeram. Algumas agências de turismo, no momento de desenhar rotas de passeio para turistas estrangeiros, colocaram a visita ao Museu Guggenheim justamente nos momentos de descanso.
O fato é que hoje se evidencia uma crise no consumo de museus. Em uma rápida comparação com outras formas de consumo cultural, no teatro e no cinema, por exemplo, o espectador fica sentado e também absorve e consome cultura com um nível menor de esforço. Outro indício forte é que, por conta de avanços tecnológicos, outras formas de entretenimento, como a Internet e o uso de redes sociais, ganham uma envergadura bastante latente. Até mesmo a tradicional indústria do cinema, ainda assim, apresenta performances bastante satisfatórias, financeira e midiaticamente falando.
O que falta fazer para que o consumo de arte, de cultura, de museus ganhe mais visibilidade? O que esse texto se propõe fazer, ou seja, trazer essa discussão para o debate, já é um começo importante. Outra hipótese evidente é que arquitetos, curadores de exposições e profissionais de arte possuem conhecimentos de marketing relativamente incipientes. Aqui vale desdobrar outro questionamento: essa incumbência pertence a esses profissionais?
Por exemplo, o arquiteto que, durante a idealização do projeto, decide colocar uma escada na entrada do museu, tem conhecimento que estudos hoje mostram que cada degrau na frente de uma loja representa 5% a menos de visitação? Ou então: um diretor de um museu que contrata e treina funcionários de linha frente, sabe que 70% dos fatores que fazem clientes não comprarem novamente de uma empresa são relacionados a problemas de atendimento?
O que é possível identificar no processo de marketing de experiência é a busca pelo momento único de consumo, por um processo de encantamento exclusivo, sofisticado e que vise diferenciações máximas. E no segmento de museus, fundamentalmente em exemplos brasileiros, percebe-se uma completa despreocupação nesse sentido. O design sofisticado da arquitetura dos prédios busca sim um impacto visual, mas a forma como de divulgação das exposições, o treinamento de funcionários e a preocupação com a marca do museu evidencia uma lacuna nesse campo e, consequentemente, um convite para pesquisadores se concentrarem nesse tema.
*Marcos Hiller é Coordenador do MBA em Gestão de Marcas (Branding) da Trevisan Escola de Negócios (@marcoshiller).
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