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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Especialista contesta decisão do Estado de estender o limite de idade para aluno se matricular no 1º ano
Artigo / Por que não se vai mais a museus?
Marcos Hiller *
Atualmente, o cidadão contemporâneo se vê diante de uma variedade de ofertas de entretenimento, produtos e serviços jamais vista. Paralelo a isso, os meios tradicionais de comunicação carregam uma inédita descrença por parte desse consumidor. E como pano de fundo disso, percebe-se na contemporaneidade, um cidadão com um nível de exigência visivelmente atípico, e com uma vasta possibilidade de formas de entretenimento e consumo de cultura em geral. E é justamente nesse contexto em que cidadãos, consumidores de entretenimento, tendem a se conectar a experiências mais relevantes e que estejam alinhadas com seu estilo de vida e, mais que isso, que não o transformem em mais uma pessoa sucumbida à massa. As pessoas hoje definem determinadas experiências de consumo como representantes de algo mais do que experiências aparentemente comuns de consumo.
E por que não se vai a museus? Essa pergunta transita nas cabeças dos principais curadores de arte e diretores culturais do país. E uma série de hipóteses pode ser listada no sentido de compreender e elucidar esse problema. Museu é cansativo e na primeira saída o visitante vai embora, ou então perde muito tempo tentando entender a obra e esquece de se entreter. Dentro dessa hipótese, vale destacar o que cidades como Bilbao, na Espanha, fizeram. Algumas agências de turismo, no momento de desenhar rotas de passeio para turistas estrangeiros, colocaram a visita ao Museu Guggenheim justamente nos momentos de descanso.
O fato é que hoje se evidencia uma crise no consumo de museus. Em uma rápida comparação com outras formas de consumo cultural, no teatro e no cinema, por exemplo, o espectador fica sentado e também absorve e consome cultura com um nível menor de esforço. Outro indício forte é que, por conta de avanços tecnológicos, outras formas de entretenimento, como a Internet e o uso de redes sociais, ganham uma envergadura bastante latente. Até mesmo a tradicional indústria do cinema, ainda assim, apresenta performances bastante satisfatórias, financeira e midiaticamente falando.
O que falta fazer para que o consumo de arte, de cultura, de museus ganhe mais visibilidade? O que esse texto se propõe fazer, ou seja, trazer essa discussão para o debate, já é um começo importante. Outra hipótese evidente é que arquitetos, curadores de exposições e profissionais de arte possuem conhecimentos de marketing relativamente incipientes. Aqui vale desdobrar outro questionamento: essa incumbência pertence a esses profissionais?
Por exemplo, o arquiteto que, durante a idealização do projeto, decide colocar uma escada na entrada do museu, tem conhecimento que estudos hoje mostram que cada degrau na frente de uma loja representa 5% a menos de visitação? Ou então: um diretor de um museu que contrata e treina funcionários de linha frente, sabe que 70% dos fatores que fazem clientes não comprarem novamente de uma empresa são relacionados a problemas de atendimento?
O que é possível identificar no processo de marketing de experiência é a busca pelo momento único de consumo, por um processo de encantamento exclusivo, sofisticado e que vise diferenciações máximas. E no segmento de museus, fundamentalmente em exemplos brasileiros, percebe-se uma completa despreocupação nesse sentido. O design sofisticado da arquitetura dos prédios busca sim um impacto visual, mas a forma como de divulgação das exposições, o treinamento de funcionários e a preocupação com a marca do museu evidencia uma lacuna nesse campo e, consequentemente, um convite para pesquisadores se concentrarem nesse tema.
*Marcos Hiller é Coordenador do MBA em Gestão de Marcas (Branding) da Trevisan Escola de Negócios (@marcoshiller).
sexta-feira, 11 de novembro de 2011


A Gigante da Colina (www.gigantedacolina.com.br), loja virtual oficial do Vasco, homenageia um dos heróis da classificação cruzmaltina à semifinal da Copa Sul-Americana, o zagueiro Dedé. A loja online inicia a pré-venda de dois modelos de camisetas comemorativas do autor dos dois gols da vitória por 5 a 2 sobre o time peruano Universitario. Os torcedores do Vasco podem comprar cada peça por R$ 49,90 e receber em qualquer lugar do País.
A caricatura de Dedé, o escudo do Vasco e os dizeres “Club de Regatas Vasco da Gama” estampam a camiseta branca. Já o modelo na cor preta remete ao número 26 do Jogador e também ao local da partida classificatória, São Januário.
A Gigante da Colina, administrada pela Netshoes, iniciará as entregas a partir do dia 18 de novembro.
PRÉ-VENDA - CAMISETAS COMEMORATIVAS DO DEDÉ
Preço: Por R$ 49,90 ou 2x de R$ 24,95 cadawww.gigantedacolina.com.br
Entregas a partir do dia 18 de novembro.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Lançada a maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil
Foi lançada a rede social do Planeta Voluntários,já considerado o Maior Portal de ajuda humanitária do Brasil, com uma expectativa de cadastrar milhares de ONGs e instituições beneficentes, e do outro lado cadastrar mais de 1 milhão de voluntários.
Iniciativa:
O Planeta Voluntários é um site não governamental, apartidario e ecumênico, criada em maio de 2009 por iniciativa do empresário Marcio Demari, da empresa Demari & Ferreira, sediada em Londrina, Paraná, no Brasil, com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado, que levará o serviço voluntariado a auxiliar milhões de brasileiros e entidades que necessitam de todo tipo de ajuda;a missão é a de conectar pessoas, que, através da transformação pessoal e social, destinam-se a construir uma solução justa, pacífica e sustentável para o mundo, refletindo a unidade de toda a humanidade. O site conta agora com uma Rede Social que cruza as informações dos voluntários com as instituições cadastradas, sendo um elo entre elas.
A meta é ser o elo entre as pessoas que desejam colocar suas habilidades e seu tempo à disposição de organizações não governamentais e as organizações que necessitam desses voluntários para prestar serviços de melhor qualidade para quem precisa.
Lançado o Desafio:
O desafio do mundo é uma chamada para a ação Global, uma busca por soluções de assuntos como a pobreza, a fome e a poluição, que são visíveis onde vivemos.
A pobreza afeta a vida de 20 milhões de brasileiros. Dentre eles, as crianças, que são perto de um terço do desenvolvimento do mundo. Precisamos alimentar o futuro, melhorar o acesso à educação, desenvolver oportunidades e transformar essa cruel realidade.
Doe uma porção do seu tempo para a caridade e faça parte do time para acabar com a pobreza. Descubra como você, sua empresa ou organização podem fazer a diferença.
Todos serão mais ricos sem a pobreza.
Vamos juntos restabelecer a esperança e resgatar a dignidade daqueles que as perderam na injustiça social.
Nós, do Planeta Voluntários, convidamos você a servir e a apoiar os outros com devoção e compaixão. Começando com a nossa própria transformação pessoal e, mediante serviço, por fazer a diferença, é a forma como nós acreditamos que vamos chegar a essa massa crítica de pessoas que, juntas, emerge como a nova humanidade.
Ajude-nos a ajudar!
Cadastre-se agora sua instituição ou como voluntário: http://www.newsdoplaneta.com.br
Médicos e entidades da sociedade civil lançam Movimento em Defesa do SUS
No entanto, prevalecem enormes desafios para cumprir os princípios de equidade, integralidade e universalidade do SUS. É marcante a dificuldade de muitos brasileiros para obter atendimento, principalmente nas periferias urbanas e nas áreas mais distantes dos grandes centros. Outra prova cabal das deficiências na assistência é o crescimento progressivo do mercado de planos de saúde, e nem sempre com a qualidade que se espera.
Entendemos que o SUS não consegue atender plenamente as necessidades da população e seu financiamento é totalmente insuficiente. Para se tornar um país desenvolvido, o Brasil precisa seguir o que as nações de primeiro mundo e da própria América do Sul já estão investindo hoje em saúde, isto é, em média, no mínimo 10% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo 70% de investimento público. Atualmente, aplicamos 8% do PIB, mas 4,5% relativos ao sistema privado e apenas 3,5% em saúde pública, ou seja, metade do que seria o mínimo adequado, ainda mais tendo em vista nossa proposta de atendimento integral.
Além disso, os recursos públicos na saúde precisam ser bem geridos, com transparência, controle da sociedade e alocação dessas verbas de forma bem estruturada para que possam melhor contemplar as necessidades da população.
Dessa forma, o Movimento Saúde e Cidadania em Defesa do SUS reivindica:
Assistência de qualidade à população;
O objetivo é chamar a atenção da opinião pública, dos governantes e dos órgãos competentes para a urgente consolidação do Sistema Único de Saúde, que é patrimônio de todos os brasileiros. Vamos juntos defender o SUS, por assistência médica de qualidade à população.
AMB – Associação Médica Brasileira
Academia de Medicina de São Paulo
OAB-SP – Ordem dos Advogados do Brasil - Seção São Paulo
AMB – Associação dos Magistrados Brasileiros
FPS – Frente Parlamentar da Saúde
Pastoral Nacional da Saúde / CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
CMB – Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas
FEHOSP – Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo
ISCMSP – Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
FIESP / COMSAÚDE – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo / Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde
ACSP – Associação Comercial de São Paulo
COREN-SP – Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo
PROTESTE – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor
IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
SINDHOSP – Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios
FEHOESP – Federação dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo
ANAHP – Associação Nacional dos Hospitais Privados
ABCD – Associação Brasileira dos Cirurgiões Dentistas
APCD – Associação Paulista dos Cirurgiões Dentistas
CROSP – Conselho Regional de Odontologia de São Paulo
ACT – Aliança de Controle do Tabagismo
SESCON-SP – Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas no Estado de São Paulo
Sociedade Brasileira de Cardiologia
Sociedade Brasileira de Clínica Médica
Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão
Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear
Sociedade Brasileira de Nefrologia
Academia Brasileira de Neurologia
Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial
Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem
Sociedades de Especialidades Médicas do Estado de São Paulo
Regionais da Associação Paulista de Medicina
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