segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O Autor na Praça realiza tarde de autógrafos do livro “Sampa: um laboratório para mestres, alunos e visitantes”


No dia 17 de setembro, próximo sábado, nossos convidados são os professores José Vieira Camelo Filho – Zuza e Gerson Vieira Camelo, autografando "Sampa: um laboratório para mestres, alunos e visitantes", no livro os autores, acompanhados de alunos, professores e pessoas interessadas na história de São Paulo realizam um passeio através do tempo pela cidade, o roteiro passa por marcos históricos contemporâneos de Sampa, como: Memorial da América Latina, Parque do Ibirapuera, Edifício Copan, o moderno Museu do Futebol e percorre outros pontos destacados no mapa, inserido no livro, da província São Paulo de Piratininga datado de 1800, como: Convento de São Bento, Igreja do Colégio, Igreja da Boa Morte, Igreja de São Gonçalo, Largo do Piques, Porto Geral, Largo da Sé, Jardim Público da Luz, Largo da Forca, entre outros, que mesmo desconhecidos nos dias de hoje, alguns ainda estão lá, às vezes escondidos no meio de altos prédios, viadutos e estações do metrô. "É um livro para si próprio e para presentear amigos daqui e de fora que queiram passear em suas páginas e visitar o tempo e o espaço da ex-Vila de São Paulo dos Campos de Piratininga, da Real Cidade de São Paulo, do século XIX e desembarcar na moderna cidade de São Paulo, megalópole do século XXI, cujo futuro tem que preservar a importância histórica de seu passado" (Profª. Filomena Aparecida Pereira).

As experiências de dois professores da rede estadual com aulas em campo desenvolvidas em diversos pontos da capital serviram de material para o livro "Sampa: um laboratório para mestres, alunos e visitantes". Elaborada pelos irmãos Gerson Vieira Camelo e José Vieira Camelo Filho, a obra trata da cidade de São Paulo, com uma abordagem temporal e espacial, e propõe uma viagem pelos marcos históricos da cidade, desde caminhos percorridos pelo padre José de Anchieta, no século XVI, passando pelo Theatro Municipal de São Paulo, Parque do Ibirapuera, Edifício Copan e Memorial da América Latina até a construção do contemporâneo Museu do Futebol. O intuito da publicação, de acordo com os autores, é servir como laboratório para o desenvolvimento de aulas extraclasse destinadas a alunos de todos os níveis escolares, assim como apontar as virtudes e contradições existentes no interior da maior cidade dos trópicos. "É importante tirar os alunos da sala de aula e mostrar como a transformação se deu no seu entorno, na cidade", explica José Vieira Camelo Filho, mais conhecido como Zuza, professor de geografia na Escola Estadual Profº Emygdio de Barros. A publicação traz um mapa da São Paulo de Piratininga do ano de 1.800 e relaciona 16 pontos geográficos e históricos que simbolizam a cidade e foram visitados pelos docentes e seus alunos nas atividades extraclasse. "Sempre demos aula em campo. Assim, resolvemos reunir todo o material desenvolvido neste livro, que foi pensado não só para professores e estudantes, mas também para todas as pessoas interessadas em conhecer a história de São Paulo", salienta Zuza, que atua na rede há 30 anos. "As pessoas pouco conhecem a cidade. As mudanças acontecem muito rapidamente e não são percebidas. Nossa intenção é que elas passem a observar melhor as transformações que ocorrem na cidade e no próprio bairro", complementa Gerson Vieira Camelo, que atua na rede estadual há 11 anos e hoje ministra aulas de inglês na Escola Estadual Almeida Júnior. (texto da Secretaria da Educação). Mais informações abaixo.

O Autor na Praça realiza tarde de autógrafos do livro "Sampa: um laboratório para mestres, alunos e visitantes".

Dia 17 de setembro, sábado, a partir das 14h – Grátis (evento em espaço aberto).
Espaço Plínio Marcos (Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto) - Pinheiros.
Informações: Edson Lima – 3739 0208 / 9586 5577 - edsonlima@oautornapraca.com.br.
Realização: Edson Lima & AAPBC.
Apoio: Casa Puebla, AEUSP – Associação dos Educadores da USP, Artver, Max Design, Cantinho Português, TV da PRAÇA, Enlace-media.com e Restaurante Consulado Mineiro.

Sobre o livro – "SAMPA, um laboratório para alunos, mestres e visitantes" (148 páginas, Edições Lua Nova, R$ 30,00) - É um livro que trata da cidade de São Paulo, com uma abordagem temporal e espacial. Nele, pode-se viajar pelas paliçadas do padre José de Anchieta, no século XVI, passar pelo Teatro Municipal de Ramos, de Azevedo e dos Irmãos Rossi, o Parque do Ibirapuera, o Copan e o Memorial da América Latina, de Oscar Niemeyer, no século XX, e chegar ao moderno Museu do Futebol, construído no século XXI. Este livro apresenta as áreas  que servem como laboratório para o desenvolvimento de aulas de campo destinadas a alunos de todos os níveis escolares e, concomitantemente, aponta as virtudes e as contradições existentes no  interior desta  capital, a maior  cidade dos  trópicos. SAMPA destaca a geografia dos espaços culturais, gastronômicos, esportivos e comerciais dos paulistanos e dos seus convidados que vêm de vários pontos geográficos do Brasil e do mundo. Entre esses lugares, encontram-se também os territórios das universidades e das esferas dos poderes municipais e estaduais situados na capital. O livro de Gerson e Zuza procura trazer e reforçar informações sobre São Paulo e, com isso, ressaltar a sua importância junto aos seus habitantes e visitantes e, consequentemente, fazer com que eles sintam-se em casa. Esta cidade é o local do grande encontro entre os brasileiros de todas as regiões do Brasil: de norte a sul e de leste a oeste, assim como daqueles que vêm de outras paragens do globo terrestre. SAMPA: um laboratório para mestres, alunos e visitantes é um livro para si próprio e para presentear amigos daqui e de fora que queiram passear em suas páginas e visitar o tempo e o espaço da ex-Vila de São Paulo dos Campos de Piratininga, da Real Cidade de São Paulo, do século XIX e desembarcar na moderna cidade de São Paulo, megalópole do século XXI, cujo futuro tem que preservar a importância histórica de seu passado. (Filomena Aparecida Pereira - Coordenadora Pedagógica).

Sobre Gerson Vieira Camelo – Pesquisador do teatro negro revolucionário no contexto norte-americano. Professor da rede pública de ensino (E. E. Almeida Júnior). Doutor em Estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela Universidade de São Paulo (2010), Mestre em estudos Linguísticos e Literários em Inglês pela Universidade de São Paulo (2004) e graduado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1990). Autor da tese Four Black Revolutionary Plays: Amiri Baraka e a Construção de uma Dramaturgia Revolucionária Negra (2010) e da dissertação A representação da cultura negra como elemento de crítica e de militância na peça Dutchman, de Amiri Baraka (2004).

Sobre Zuza Veira Camelo — José Vieira Camelo Filho, mais conhecido como Zuza, nasceu em 14 de junho de 1952, no Ingongo, Fazenda Gameleira, Distrito do Espírito Santo, município de São João do Piauí-PI. É pesquisador do Rio São Francisco, professor da E. E. Prof. Emygdio de Barros, Pós-Doutor em Políticas Públicas, Doutor em Economia, Especialização em Economia do Trabalho e Sindicalismo pela Unicamp. Mestre em História, Bacharel em Ciências Sociais, Geografia e Licenciatura em Geografia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-PUC/SP. No Pós-Doutorado, elaborou uma pesquisa a respeito do Rio São Francisco e de seu Vale. Seu Doutorado teve como objeto de estudo as estradas de ferro do Nordeste e, para a realização do Mestrado, desenvolveu uma pesquisa acerca do cangaço. É autor do livro "Espírito Santo: um pontinho do Brasil que não pode ser apagado" (Edições Pulsar, 2001) e de "Lampião, o Sertão e Sua Gente" (1ª edição, Editora da UFMS e segunda edição pelo selo editorial "OAUTONAPRAÇA", 2008).

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sábado, 10 de setembro de 2011

EU VOU "NÃO IR"? EU JÁ FUI.


 POR MARLI GONÇALVES

Ai, que preguiça!Você é contra? A favor? Muito pelo contrário, encravado? Pegue a agenda com o calendário, e veja que já há protestos agendados até o final do ano. Uma coisa esquisita. É preciso fazer só uma chamada geral. Mas que seja definitiva.


Olha, por favor, não me levem a mal. Não estou querendo criticar ninguém ou mesmo demover ninguém de suas atividades cívicas, físicas, morais, políticas ou de lazer. Mas é que a coisa está ficando meio perdida demais e sem sentido, e a turma anda fazendo tantas manifestações, de tantos tipos, horários, públicos, que está mais é se dispersando. Aí nada acontece e todo mundo fica com a cara de decepção, chorando pelos cantos dos comentários dos sites, xingando-se uns aos outros. E a corrupa correndo solta.

Tive um ataque de preguiça no feriado de 7 de setembro. Tinha grito, marcha, parada, andada, caminhada, passeata, mobilização, passeio, encontro, pulinho, rendez-vous, juntamento, movimentação - de um tudo - na programação. Em São Paulo, o lugar era um só, a Avenida Paulista. Mas os horários, trajes, maquiagens, motivos, idades, eram diferentes. Teve até matinê. Faltou só que tivesse sido lá também o desfile militar, para a coisa ficar mais completa e animada. Ou preta de vez.

Acabou que eu não fui a nenhuma. Vi, de longe, só uma delas, indo bem, fechando o trânsito, tom oficial, comportada, regulamentar, formal, quase burocrática. Foi-se o tempo em que sabíamos e, ao menos, conseguíamos protestar com vontade, força, criatividade e energia. Éramos ouvidos em todo mundo. Sinceramente, das últimas que lembro que deram resultado foram lá nos idos tempos do Collor, com os caras-pintadas. E olha que ali já dependíamos da energia dos estudantes, tão estupefatos estávamos. Movimentação que se preze tem de juntar todo mundo: homens, mulheres, velhos, crianças, pobres, ricos, cachorros, de raça e viralatas, periquitos, parar tudo, se fazer ouvir de verdade.

Mas, para tanto, tem de ter uma chamada verdadeira, não de um só partido. Não só de alguém querendo apenas se destacar nas tais redes chatamente chamadas de sociais, tentando só aumentar o número de seguidores e, quem sabe, conseguir um patrociniozinho?

Gente, juro: agora até o pessoal do PT está convocando manifestação, quase que exclusiva, contra... a revista Veja!

Sempre amei participar e acredito seriamente que é nas ruas que a "coisa pega", vide mundo atual. Só fico preocupada se o pessoal não acha que já está participando só porque não para de batucar as pretinhas dos computadores o dia inteiro, "curtindo", "compartilhando", dizendo que "vai" no plano virtual que aceita tudo, mais do que o papel. As caixas postais acordam e dormem lotadas (os insones são bastante participativos). Fala-se de tudo, até do que não é verdade, ou é antigo do tempo do Matusalém. São ciclos que se repetem, repassados. O que já li de bobagens de toda sorte - como se não houvesse tanta coisa séria e grave a ser combatida - e as pessoas ainda justificam: "estou só repassando".

Enquanto isso, no Planalto Central e em todas as esferas o pessoal domanda ver se diverte com a ingenuidade. As notícias passam. Não gruda nos caras, porque amanhã tem mais, muito mais. Milhões e bilhões se confundem como se fossem iguais, com licitações fraudadas, presos e soltos, com algemas ou não, e as malditas declarações públicas que não dizem nada, apenas mostram as caras de tacho.

Quer ver? Já se passaram duas semanas do desastre do bondinho de Santa Teresa. O secretário de Transportes do Estado do Rio de Janeiro, o empoado e empolado Julio Lopes, que eu saiba, ainda está lá. O gomalina resolveu dizer que a culpa era do coitado do motorneiro. Que devia, sei lá, ter freado aquela geringonça mal conservada, talvez com os dentes. Mas, não, ele morreu. O caso também. Fora o fanfarrão que governa o pedaço, lá no Rio, cabralzinho até não poder mais, e que é melhor nem detalhar as bobagens que faz e diz - claro, quando está aqui e não voando por aí, casando e descasando da própria esposa. Hummm. Pacificados, é?

Mais? Sabe da última? O senhor senador José Sarney, com pouco para fazer no Maranhão e pelo Maranhão, para dizer o mínimo, quer trocar o nome do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Que dar o nome de Romeu Tuma - é, ele mesmo, o policial sobre o qual não vou falar, porque já foi. Mas também não preciso dizer o que acho da ideia.

Pensa que acabou? Soube do roubo do Banco Itaú? Foi num sábado, à noite, numa agência de um local, Avenida Paulista (mais uma vez), que só não é mais movimentado do que o Maracanã em dia de Fla X Flu? Pois até eusoube antes do secretário de Segurança de São Paulo, o Sr. Ferreira Pinto, aquele que faz cara de bravo, muito bravo, informado só DEZ dias depois. Os caras fizeram barba, cabelo e bigode, passaram horas "trabalhando" no local e até lanche pediram. Os milhões perdidos estavam guardados por dois coitados, vigias. Tipo parafernálias de segurança que dependem de um porteiro ficar ao lado, passando o cartão para destravar, senão... E ele, o bravo, continua no posto, meus amigos!

Sentadinhos em suas cadeirinhas. A corrupção, especialmente, corrói como cupim as contas e as coisas públicas. Nada sai do papel, às vezes nem com ela, que não gostam de gastar nem para nos enganar.

Como sempre lembro: alegria! Vai ter Copa. E Olimpíadas. A proposta é: vamos marcar uma data, nacionalmente. Escolher um inimigo, um que seja mais comum que os outros.
Meu voto é que seja contra a corrupção. Ou contra a violência que beira o inaceitável, com a vida valendo nada, nadica. Cada um escreve uma cartolina, a mão, espontânea. Na ocasião podemos cantar o Hino Nacional, tudo bem. Mas vamos fazer como quando queríamos as eleições diretas e aprontamos uma muvuca danada, um barulho que não deu para ser calado. O principal: vamos propor soluções, apoiar as que forem viáveis, abrir o peito, que seja para botar uma camiseta e algum slogan.

Mas, pelo amor de Deus! Vamos caminhar juntos. Aí eu vou.


São Paulo - acorda! 2011


(*) Marli Gonçalves é jornalistaDesde muito jovem participa de tudo quanto é movimento. Foram horas e horas gastas em reuniões e, garanto, muitas valeram a pena para poder chegar até aqui com muito orgulho. Eu fui.

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P.s: Certa vez, acho que foi o Tom Jobim. Convidado para fazer um show especial, lhe disseram que seria com o João Gilberto e o Tim Maia. "Ah", ele teria falado, "que bom. Então eu também vou não ir".
E-mails:
marli@brickmann.com.br
marligo@uol.com.br

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Tirania

Só existe o senhor que ordena,que tiraniza e que impõe, porque ele encontra pessoas dispostas a se submeterem, que acatam, e que clamam pela sua autoridade.Não existe a possibilidade de se formar um tirano,se não houver pessoas dispostas a incondicionalmente o obedecerem.Não acatar submissamente a tirania, é automaticamente tirar o poder de comando, e destituir o tirano! É recuperar a liberdade de levantar a cabeça e movimentá-la para o lado que quiser! Em todas as situações de vida!

O Monstro que assusta criancinhas

O Monstro que assusta criancinhas

Este paper sobre o monstro que assusta criancinhas procura identificar os ruídos nos espaços escolares do início do século XXI. Toda escola possui um processo natural de renovação, de autorrenovação, de encorajamento, de troca de saberes e provocações na construção do conhecimento. Os atores no cenário escolar se desafiam e querem qualidade na educação como esperança de inserção da juventude no mercado de trabalho, inserção nos espaços sociais de maneira ética e legal.

E se no meio do caminho houver uma pedra

Ler para crer


A Bíblia tem uma de suas mais belas passagens, quando Cristo exalta os que crerão em seus ensinamentos sem tê-los ouvido, diretamente, ou visto seus milagres e prodígios!
Seus discípulos foram os primeiros encarregados de divulgar sua mensagem pelo mundo de então, inicialmente de forma oral; depois, por epístolas e, finalmente, pelos primeiros evangelhos, que em verdade foram segundos (segundo Marcos, segundo Lucas, segundo Mateus e segundo João) e, assim, puderam chegar às mãos de terceiros.

Pelo prelo da imprensa de Gutenberg, os livros, que antes dependiam do artesanato e paciência de escribas e copistas (e por isso eram restritos à elite) caíram nos braços do povo. Mais recentemente, as impressoras rotativas reduziram ainda mais seu custo; e televisão e internet permitiram acesso imediato e relativamente barato a uma infinidade de textos e imagens.

O problema é que as imagens ganham cada vez mais espaço, num retrocesso preocupante, pois seu uso em excesso tende a limitar a imaginação.
Um rápido "passeio" pelo processo de aprendizagem lembrará que os primeiros livros só tinham imagens; depois, vieram os com enormes figuras e pequenos parágrafos; em seguida, veio o equilíbrio entre imagens e textos; depois, sequências de páginas escritas eram eventualmente entremeadas por uma ou mais figuras elucidativas, até, por fim, atingirmos o ápice: os livros só de textos! Estes, por mais sem graça que possam parecer a alguns, trazem múltiplas “imagens” e sentidos, que só podem ser revelados pela nossa imaginação. Talvez por isso, quem "lê o livro" quase sempre acha as adaptações cinematográficas e teatrais inferiores.

As imagens que um texto bem escrito "materializa" em nossas mentes são nossas, e não a visão de um artista, diretor ou produtor. Quando as imaginamos, nós somos o artista! Ou seja, a criatividade é nossa, embora a idéia seja do autor.
É certo que nem todos os livros podem prescindir de imagens, como os sobre arte, turismo e tecnologia, entre outros. Mas, nem sempre elas revelam as opiniões do autor. Assim, a formação da nossa opinião também fica limitada às aparências.

Sempre ouvi falar que um gesto – uma imagem, portanto - diz mais do que mil palavras! Mas isso não se aplica à literatura, ou, melhor, se aplica de outras formas, como:
Dar um livro; abrir um livro; ir a uma biblioteca ou livraria e, principalmente, tornar isso um hábito de pais para filhos, sem a arrogância inócua dos pseudocultos, que podem saber muito para si, mas nada acrescentam de bom ou útil ao meio em que vivem.

Então, ler é um momento de aquisição de conhecimento, de introspecção analítica, de reação convicta, de deleite frugal, de visita ao conhecido, de viagem ao desconhecido... É um voar, um navegar, um correr ou parar! Mas, lemos tão pouco e às vezes tão mal... Muitos até desistem de ler, talvez por medo de pensar. Outros só lêem o que lhes é permitido, pois o espírito crítico que se adquire com a leitura não interessa aos que querem pensar por nós, para nos conduzir segundo seus interesses. Para piorar, quem lê pouco tende a escrever mal e ter dificuldade para entender documentos, etc. Assim, torna-se vítima passiva das más-intenções de outrem e da própria ignorância. Isso pode ser uma opção pessoal, mas também pode ser um projeto de poder político, econômico ou religioso.

Os pais e a escola são fundamentais para a reversão desse processo, pelo incentivo à leitura desde a infância. Mas é preciso fomentar essa prática de forma objetiva, prazerosa e, fundamentalmente, consciente e crítica. Senão, em vez de despertar grandes paixões, poderemos ter o início de grandes e duradouras aversões à leitura.
Ler é muito bom! Mas, para saber disso é preciso ler para crer. E quem ler verá!

7 DE SETEMBRO


7 DE SETEMBRO é uma data muito especial para os BRASILEIROS!

*
No século XIX, em 7 de setembro de 1822, aconteceu a emancipação política do Brasil.
O GRITO DO IPIRANGA ficou conhecido como um marco histórico ao proporcionar a
independência do BRASIL, antes sujeito à Portugal.

Então, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe-regente no Brasil, D. Pedro de Alcântara de Bragança, também príncipe real do reino unido de Portugal, Brasil e Algarves, bradou perante a sua comitiva:
               "Independência ou Morte!".

HOJE SOMOS LIVRES!

EDITORIAL CULTURAL, PARABENIZA O EDITOR GILBERTO DA SILVA!

SR. GILBERTO DA SILVA,

Nosso querido editor!

Um novo 12 de setembro chega com a alegria de termos a sua presença,

as suas palavras,

o seu talento!

Parabéns pelo seu aniversário, muitos anos de vida!


Lembrança do EDITORIAL CULTURAL INFANTIL ,
e PROJETO DE LEITURA CRIANÇA FELIZ!
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FELICIDADES!

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Embrapa participa de debates, mostra tecnologias e lança publicações na Agrotins

  Foto: Ivanna Suzarte A vitrine de tecnologias está passando pelos últimos ajustes para o evento Mais uma vez, a  Embrapa  marca presença n...