quinta-feira, 26 de maio de 2011
Campanha defende aumento de recursos para educação em audiência pública sobre financiamento do PNE
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Exposição virtual leva manuscritos para as salas de aula
O Arquivo Público do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Casa Civil, acaba de lançar a exposição virtual “Manuscritos na História”, com o objetivo de mostrar as mudanças pelas quais o documento manuscrito passou ao longo do tempo. Ao todo são 145 manuscritos, digitalizados especialmente para esta exposição, que foram escolhidos entre os aproximadamente 9 mil metros lineares de documentos sobre a História de São Paulo que fazem parte do acervo da instituição.
Dividida em dez ambientes, a exposição traz diversos tipos de manuscritos, tanto particulares quanto públicos. O documento mais antigo é um testamento de 1707, enquanto que o mais "recente" é uma certidão de nascimento do ano de 1942. Também são encontradas cartas, ofícios, inventários, documentos de identidade, autuações, processos judiciais, requerimentos etc. Documentos bastante diferentes, mas com algo em comum: o fato de terem sido escritos à mão.
"Manuscritos na História" é voltada para professores e estudantes de Ensino Básico e demais interessados no tema, podendo ser aproveitada tanto no ensino de História, quanto em outras disciplinas, como a Língua Portuguesa. Uma das propostas da exposição virtual é promover o uso dos manuscritos históricos como recurso didático. Para isso, a exposição conta com nove sugestões de atividades pedagógicas que trazem documentos de época para serem analisados pelos alunos.
A exposição virtual traz atividades indicadas para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, mas que podem ser trabalhadas em outros anos escolares, a critério do professor. Completam a exposição uma seleção de fontes primárias, que traz mais documentos de época, e uma bibliografia com textos sobre o assunto.
A exposição virtual "Manuscritos da História" ficará disponível permanentemente no site do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Acesse pelo site: http://www.arquivoestado.sp. gov.br/exposicao_manuscrito
terça-feira, 24 de maio de 2011
Na TV Cultura: Wlamir Marques, maior jogador brasileiro de basquete, está no Grandes Momentos do Esporte
Maior jogador brasileiro de basquete de todos os tempos está no Grandes Momentos do Esporte
O bicampeão mundial Wlamir Marques dá entrevista para o programa desta quarta-feira (25/5), na TV Cultura
São Paulo, 24 de maio de 2011 – Ele liderou a geração mais vitoriosa do basquete brasileiro nas décadas de 50 e 60. Wlamir Marques carrega dois bicampeonatos mundiais, jogando pela Seleção Brasileira, um em 1959 e outro em 1963. O programa Grandes Momentos do Esporte desta quarta-feira (25/5), às 20h45, na TV Cultura, traz uma entrevista com o atleta considerado o maior jogador de basquete do Brasil de todos os tempos.
Wlamir começou a jogar aos 10 anos e encerrou a carreira esportiva aos 36. Ele já dava espetáculos na quadra ao estilo Michael Jordan, ex-jogador de basquete norte-americano, muito antes dele. Marques soma inúmeras vitórias e esta edição do programa mostra imagens raras de arquivo.
Entre outros assuntos, a atração comenta o jogo do Santos contra o Cerro Porteño (do Paraguai), que acontece nesta quarta-feira, pela Taça Libertadores. E os três gols mais bonitos da primeira rodada do Campeonato Brasileiro também podem ser revistos no programa.
Com apresentação de Vladir Lemos, Grandes Momentos do Esporte conta com os comentaristas Carlos Alberto Torres e Michel Laurent. Este último comanda o quadro Causos do futebol, sempre com uma história interessante.
Exibição: Quarta-feira, 25 de maio, às 20h45
sexta-feira, 20 de maio de 2011
EM TEUS OLHOS FLORESTAS

EM TEUS OLHOS FLORESTAS
Em teus olhos florestas
acendem palavras
demarcadas pelo espanto do invasor
O riso é flor em marcha
d’alma envolvida em dor
Em tua boca o território
se recolhe à taba
e escondes tua nudez
como fosse praga
A cicatriz já foi posta
em tua alma mata
e tua garganta vomita canções
de saudades vindas
e um passado que não deságua
Vontade de ser mãe
terra saudade da ausência
de quem ficou
nos limites extremos
entre a civilização e a farsa
e a falta de pudor
do explorador
A tua tribo se levanta
e o arco alcança
a flecha que não foi
arremessada atinge
o sangue do arremessador
-a submissão do braço
não confessa a fervura
da idéia
E teu canto graúna
assume a bravura
de uma graça que não era
para a guerra
Hideraldo Montenegro
http://hideraldo.montenegro.zip.net/
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Gramática? O que é isso?
Faculdade de Educação da Uerj especializa em educação inclusiva
Com o objetivo de capacitar educadores do ensino especial e regular e demais profissionais para atuar com alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, tendo por ênfase sua inclusão no ensino comum, a Faculdade de Educação da Uerj oferece a Especialização em Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
Seu programa inclui: Políticas Públicas e modelos de atendimento para alunos com necessidades educacionais especiais; Educação Inclusiva no cotidiano escolar; Aspectos Psicossociais do processo de inclusão de indivíduos com necessidades educacionais especiais; Esquema e imagem corporal na comunicação e processos de inclusão; entre outros temas.
As aulas acontecem às sextas-feiras, das 13h às 19h, entre 05 de agosto de 2011 a 31 de agosto de 2012. Há taxa de seleção de R$ 60,00. Seu valor é de dezessete parcelas de R$ 320,00
As inscrições devem ser feitas no site do Centro de Produção da Uerj (Cepuerj) www.cepuerj.uerj.br, até 02 de junho. Mais informações, envie um e-mail para cepuerj@uerj.br ou telefone (21) 2334-0639.
Como abordar a homossexualidade
Filhos homossexuais
Convivendo com as diferenças
No início do mês de maio, o Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, que casais homossexuais têm direitos semelhantes aos de pares heterossexuais. Em que pese alguns posicionamentos em contrário, a decisão foi bem recebida no país e representa um importante passo em direção à tolerância e ao respeito às diferenças.
Embora muitos considerem-se favoráveis à união homossexual, o preconceito ainda permeia a sociedade e há muitas dúvidas sobre o assunto, especialmente quando ele surge dentro da família. A psicóloga Maria Rocha, do Colégio Ápice, na região do Morumbi, em São Paulo , explica que a origem do preconceito contra homossexuais está ligada especialmente à colonização européia e a questões religiosas. O panorama, contudo, está mudando: "O povo brasileiro, talvez por ter muita miscigenação, adquiriu a capacidade de aceitar o diferente com mais naturalidade".
De acordo com a especialista, a opção sexual define-se na puberdade, quando surge o interesse pelo outro e pela relação sexual. "O que se observa desde a mais tenra idade são comportamentos e interesses voltados ao que se aceita socialmente como universo feminino ou masculino. Isto depende da cultura em que o indivíduo está inserido, isto é, o que socialmente é aceito como padrão", diz Maria.
A especialista afirma que os pais não devem impedir o contato dos filhos com homossexuais tampouco reprimir ações consideradas do outro sexo, como impedir o filho de brincar com bonecas. "Nas situações imaginárias ou esportivas não é a preferência sexual que está em jogo e sim seu desenvolvimento social e a formação do eu", explica Maria. "O que determina a homossexualidade é a opção sexual e não os comportamentos mais femininos ou masculinos, que a cultura considera como aceitáveis".
Esclarecendo dúvidas
Alguns pais sentem-se incomodados quando vêem seus filhos convivendo com homossexuais. Para Maria Rocha, isso não representa um "perigo" à sexualidade da criança ou do adolescente: "As preferências sexuais não são ditadas por imitação. A construção da identidade ocorre das diferentes relações sociais que a criança vivencia, portanto, conviver com homossexuais não é fator determinante para esta ou aquela escolha".
Caso os pais observem que o jovem tem preferência por parceiros do mesmo sexo, devem conversar, aceitando com naturalidade, a escolha do filho ou filha. "O jovem também tem conflitos por ser 'diferente'. A aceitação da família contribui para que possam ser resolvidos de maneira mais suave", diz Maria.
Como o preconceito ainda é inevitável, os pais precisam conversar com o filho e deixá-lo expressar seus sentimentos e angústias sem repressão. "Se os pais tiverem dificuldade de fazer este papel, podem sugerir a um parente mais próximo ou mesmo procurarem um psicólogo, sempre com a concordância do jovem", recomenda a especialista.
O essencial, independente da idade ou da orientação sexual dos filhos, é estimular o respeito à diversidade. Os pais devem explicar a homossexualidade sempre com naturalidade. Maria explica: "São escolhas individuais e que devemos sempre respeitar. As pessoas não são iguais, pensam e agem de formas diferentes".
Box de recomendações:
· Estimule a tolerância: faça o respeito às diferenças prevalecer entre os valores da família.
· Deixe brincar: permita à criança brincar com o que quiser, independente de ser brinquedo ou atividade "de menino" ou "de menina".
· Homossexualidade não é contagiosa: as crianças não devem ser impedidas de relacionar-se com adultos homossexuais, pois isso estimula o preconceito.
· Aceite as decisões: se um adolescente manifestar interesses por parceiros do mesmo sexo, estabeleça um diálogo e aceite naturalmente a decisão do filho.
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