sábado, 26 de março de 2011

Nota de pesar da ministra Ana de Hollanda

Nota de pesar da ministra Ana de Hollanda

Sinto profundamente a partida de Thomas Farkas. É uma perda imensa para nós: por toda sua contribuição à cultura brasileira, sua paixão à fotografia em todas as suas facetas, do exercício com as lentes, como um dos pioneiros da nossa fotografia contemporânea, ao fotojornalismo e ao ensino na USP, sem esquecer ainda outras frentes, como a de produtor de documentários.

Aos familiares, amigos e a todos a quem ele inspirou, os meus sentimentos.


Ana de Hollanda
Ministra de Estado da Cultura

 

sexta-feira, 18 de março de 2011

Econotas: Oração pela sustentabilidade

Econotas: Oração pela sustentabilidade: "Senhor,Fazei de mim, não apenas um eco-chato, mas dê-me a força para fazer algo de bom para o planeta. Que o equilíbrio medeie nossas açõ..."

quinta-feira, 17 de março de 2011

Shakira se encontra com Dilma em Brasília e doa violão autografado






©Valter Campanato/ABr


Brasilia - A presidenta Dilma Rousseff recebe a visita da cantora pop Shakira, que faz uma turnê pelo Brasil


Luciana Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A cantora colombiana Shakira disse hoje (17) que quer ser parceira da presidenta da República, Dilma Rousseff, em ações para  erradicar a pobreza na América Latina, principalmente as voltadas para o bem-estar das crianças. Shakira se reuniu com a presidenta no Palácio do Planalto e, no encontro, presenteou Dilma com um violão autografado. O instrumento será leiloado e o dinheiro arrecadado reforçará o caixa dos programas de erradicação da miséria, prioridade do governo de Dilma Rousseff.
"A gente falou durante o encontro sobre a possibilidade de trabalhar juntas, para divulgar o que é preciso fazer para as crianças na América Latina", disse a cantora pop. "O Brasil é um país líder na região, um país que tem uma importância na região e no mundo. Agora temos um desafio para fazer com que todas as crianças até seis anos tenham oportunidade de ir à escola e receber nutrição".
Shakira disse também que é "uma benção" para o Brasil ter uma mulher como presidenta. “É uma bênção que o Brasil tenha uma mulher encarregada. Ninguém como uma mulher para entender a necessidade das crianças”, disse a cantora, que fará hoje à noite um show no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, que está fechado para reformas. O estádio sediará jogos da Copa do Mundo de 2014.
Além de conversar com Dilma sobre erradicação da miséria, Shakira convidou a presidenta para ir ao show. No entanto, a cantora disse que o convite pode não ser aceito. "Ela [Dilma] está muito ocupada, não pode ter distrações".
Na Colômbia, Shakira é uma das idealizadoras da Fundação América Latina em Ação Solidária (Alas), fundada em 2006, voltada para a educação infantil. Também fazem parte da Alas artistas e personalidades latino-americanos. Entre os fundadores da Alas estão o jornalista e escritor Gabriel García Márquez, os cantores Miguel Bosé, Alejandro Sanz, Ricky Martin, DaddyPublicar postagem
 Yankee e a cantora e atriz Jennifer López.
Edição: Vinicius Doria

A guerra nossa de cada dia


                                      Sérgio Ernesto Alves Conforto*


         Na acirrada competitividade da economia contemporânea, empresas e gestores enfrentam batalhas diárias pela conquista de posições no mercado e na disputa com os concorrentes. A guerra do universo corporativo no mundo globalizado é travada nos terrenos inóspitos das crises financeiras como a de 2008/2009, da burocracia, do protecionismo e dos mais inusitados obstáculos.
        A analogia não é meramente retórica ou semântica. Há numerosas congruências entre a gestão de uma empresa e a administração das complexas engrenagens relativas aos conflitos bélicos. Para entender melhor a questão, comecemos fazendo rápida análise do termo “Estratégia”. Derivado da antiga língua grega, significava “A Arte do General”, e por “General” devemos entender o chefe maior de todas as forças, capaz de liderar grandes efetivos em missões arriscadas.

Com o tempo, e coerente com o pensamento de Sun-Tzu (general chinês que viveu no século IV AC, precursor da “Estratégia” e autor de “A arte da Guerra”), associou-se o termo à capacidade de se convencer o adversário a desistir do combate (“o mérito supremo consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar...”), ou, então, a iludi-lo, colocando-o em posição desvantajosa, de modo a lhe apressar a derrota com mínimo desgaste para o lado vitorioso. Para o sucesso nessas metas é preciso planejamento, bom uso de experiência e sabedoria, capacidade de liderança e análise de riscos, além de invulnerabilidade aos artifícios do adversário.

Não há fenômeno de maior complexidade e tão frequente na história da humanidade do que a guerra. Para o preparo das ações nesses conflitos, os conhecimentos podem ser aplicáveis em qualquer outro tipo de empreendimento. No mundo corporativo mercadológico, o termo “guerra” deve ser entendido como o duelo entre vontades, a luta pelo alcance de metas, em presença de antagonismos e pressões de toda ordem. Porém, é claro, sem o desencadeamento de ações de violência.

Os conhecimentos e aplicação de conceitos e estratégias militares podem ser extremamente proveitosos na relação entre pessoas, empresas ou nações, ainda que em tempos de paz. É o sobe-e-desce das bolsas, aquele excelente executivo contratado pela concorrente, um novo diferencial tecnológico, ou aquela grande ideia de marketing que eleva as vendas. Acontecimentos estes que podem ser previstos por meio da informação e contrainformação. Um estrategista lê o noticiário com outros olhos, reconhece as mensagens ocultas em filmes, pronunciamentos políticos, propagandas de toda ordem, com afinada percepção do emprego diário dos instrumentos de dominação.

Nesta guerra, o campo de batalha é o mercado; os soldados são os cientistas, os diplomatas, os jornalistas, os profissionais da propaganda, os psicólogos, os professores e economistas. O cotidiano de uma economia altamente competitiva exige muita estratégia por parte das empresas e gestores que buscam sempre a vitória.


*O General de Exército Sérgio Ernesto Alves Conforto, coordenador do Curso de Estratégia Militar para Gestão de Negócios da FAAP e ex-ministro do Superior Tribunal Militar.

A guerra nossa de cada dia


                                      Sérgio Ernesto Alves Conforto*


         Na acirrada competitividade da economia contemporânea, empresas e gestores enfrentam batalhas diárias pela conquista de posições no mercado e na disputa com os concorrentes. A guerra do universo corporativo no mundo globalizado é travada nos terrenos inóspitos das crises financeiras como a de 2008/2009, da burocracia, do protecionismo e dos mais inusitados obstáculos.
        A analogia não é meramente retórica ou semântica. Há numerosas congruências entre a gestão de uma empresa e a administração das complexas engrenagens relativas aos conflitos bélicos. Para entender melhor a questão, comecemos fazendo rápida análise do termo “Estratégia”. Derivado da antiga língua grega, significava “A Arte do General”, e por “General” devemos entender o chefe maior de todas as forças, capaz de liderar grandes efetivos em missões arriscadas.

Com o tempo, e coerente com o pensamento de Sun-Tzu (general chinês que viveu no século IV AC, precursor da “Estratégia” e autor de “A arte da Guerra”), associou-se o termo à capacidade de se convencer o adversário a desistir do combate (“o mérito supremo consiste em quebrar a resistência do inimigo sem lutar...”), ou, então, a iludi-lo, colocando-o em posição desvantajosa, de modo a lhe apressar a derrota com mínimo desgaste para o lado vitorioso. Para o sucesso nessas metas é preciso planejamento, bom uso de experiência e sabedoria, capacidade de liderança e análise de riscos, além de invulnerabilidade aos artifícios do adversário.

Não há fenômeno de maior complexidade e tão frequente na história da humanidade do que a guerra. Para o preparo das ações nesses conflitos, os conhecimentos podem ser aplicáveis em qualquer outro tipo de empreendimento. No mundo corporativo mercadológico, o termo “guerra” deve ser entendido como o duelo entre vontades, a luta pelo alcance de metas, em presença de antagonismos e pressões de toda ordem. Porém, é claro, sem o desencadeamento de ações de violência.

Os conhecimentos e aplicação de conceitos e estratégias militares podem ser extremamente proveitosos na relação entre pessoas, empresas ou nações, ainda que em tempos de paz. É o sobe-e-desce das bolsas, aquele excelente executivo contratado pela concorrente, um novo diferencial tecnológico, ou aquela grande ideia de marketing que eleva as vendas. Acontecimentos estes que podem ser previstos por meio da informação e contrainformação. Um estrategista lê o noticiário com outros olhos, reconhece as mensagens ocultas em filmes, pronunciamentos políticos, propagandas de toda ordem, com afinada percepção do emprego diário dos instrumentos de dominação.

Nesta guerra, o campo de batalha é o mercado; os soldados são os cientistas, os diplomatas, os jornalistas, os profissionais da propaganda, os psicólogos, os professores e economistas. O cotidiano de uma economia altamente competitiva exige muita estratégia por parte das empresas e gestores que buscam sempre a vitória.


*O General de Exército Sérgio Ernesto Alves Conforto, coordenador do Curso de Estratégia Militar para Gestão de Negócios da FAAP e ex-ministro do Superior Tribunal Militar.

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