sábado, 12 de fevereiro de 2011

LEI DO PROGRESSO

 

LEI DO PROGRESSO


por: nair lúcia de britto



A lei do progresso é uma lei natural que abrange a humanidade inteira.

Através dela o homem se aperfeiçoa à medida que pode melhor compreendê-la

e praticá-la. Com relação ao homem, lei natural e estado natural têm significados diferentes.

Quer dizer: o estado natural é o estado primitivo do homem, incompatível

com a civilização. Ao passo que a lei natural contribui para o progresso

da humanidade.


O homem não pode permanecer como criança; assim como não pode permanecer

em seu estado primitivo; do qual só se liberta através do progresso e da civilização.

Conforme o homem vai progredindo, ele também vai criando mais necessidades para

si mesmo que antes não tinha. Nem por isso ele pode retroceder; tem que progredir incessantemente e, se ele progride, é porque Deus quer assim.


O homem pode evoluir por si mesmo, naturalmente. Só que nem todos

progridem ao mesmo tempo e nem da mesma forma. Então os mais avançados

ajudam os demais através do contato social.


Progredindo intelectualmente o homem pode colaborar com o progresso moral,

mas isso nem sempre acontece, infelizmente. Existem povos que apesar de serem

mais esclarecidos são também os mais pervertidos. O progresso ocorre lentamente

porque o homem só progride passo a passo; até que consegue desenvolver

o senso de moral dentro de si.


A moral e a inteligência são duas forças que só se equilibram entre si com o tempo.

Ninguém pode impedir o progresso da humanidade que segue a uma lei natural,

mas é possível criar-se um entrave quando o homem usa de sua inteligência para

fazer o mal. Nesse caso, ele terá que prestar contas a Deus.


As leis criadas pelos homens devem ser compatíveis com as leis divinas que são

justas e feitas tanto para o mais forte como para o mais fraco.


A perversidade do homem e suas terríveis consequências mostra a necessidade

que existe do Bem estar sempre acompanhando o progresso; e das

transformações que se fazem necessárias para a humanidade.


O maior obstáculo ao progresso da humanidade são o orgulho e o egoísmo.

Outro entrave é quando o progresso intelectual desenvolve nas pessoas uma

ambição desmedida e um amor sem sentido às riquezas materiais, em

detrimento dos verdadeiros valores da alma.


Quando o homem compreender que existe uma felicidade infinitamente maior e infinitamente mais durável do que aquela, passageira, oferecida pelos bens

terrestres, então o progresso se realizará mais plenamente e o mundo

será bem melhor!


(Texto baseado no Livro dos Espíritos, de Allan Kardec)

 

Ilustração: Céu estrelado - segredodosplanetashan.blogspot.com


 

Textos em contextos




O ensino da língua escrita é um tema especialmente oportuno. Refletir sobre as contribuições teóricas que modificaram a compreensão sobre a escrita, a aprendizagem e as práticas pedagógicas é o melhor aval para o enfrentamento dos desafios que hoje se colocam a todos os educadores: a erradicação do analfabetismo e a superação dos baixos níveis de letramento no país.
Com o objetivo de discutir a temática em sua complexidade, esta obra usa o referencial socioconstrutivista para relacionar teoria e prática em diferentes abordagens: as concepções de ensino e de escrita, as trajetórias escolares na alfabetização de crianças e adultos, os processos cognitivos na aprendizagem da escrita, a produção textual na infância e adolescência, os desafios da transposição didática e a formação de professores alfabetizadores.
Verdadeiro convite à reflexão e à transformação da escola brasileira, o livro é destinado a educadores, professores e estudantes de graduação ou pós-graduação das áreas de pedagogia, letras ou linguística aplicada.
***
Silvia M. Gasparian Colello é mestre e doutora em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp), onde atua como docente. Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento (Geal-Feusp). É autora de Alfabetização em questão (Paz e Terra, 2004) e A escola que (não) ensina a escrever (Paz e Terra, 2007), e coautora de Alfabetização e letramento: pontos e contrapontos (Summus, 2010).


O ensino da língua escrita é um tema especialmente oportuno. Refletir sobre as contribuições teóricas que modificaram a compreensão sobre a escrita, a aprendizagem e as práticas pedagógicas é o melhor aval para o enfrentamento dos desafios que hoje se colocam a todos os educadores: a erradicação do analfabetismo e a superação dos baixos níveis de letramento no país.
Com o objetivo de discutir a temática em sua complexidade, esta obra usa o referencial socioconstrutivista para relacionar teoria e prática em diferentes abordagens: as concepções de ensino e de escrita, as trajetórias escolares na alfabetização de crianças e adultos, os processos cognitivos na aprendizagem da escrita, a produção textual na infância e adolescência, os desafios da transposição didática e a formação de professores alfabetizadores.
Verdadeiro convite à reflexão e à transformação da escola brasileira, o livro é destinado a educadores, professores e estudantes de graduação ou pós-graduação das áreas de pedagogia, letras ou linguística aplicada.
***
Silvia M. Gasparian Colello é mestre e doutora em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp), onde atua como docente. Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento (Geal-Feusp). É autora de Alfabetização em questão (Paz e Terra, 2004) e A escola que (não) ensina a escrever (Paz e Terra, 2007), e coautora de Alfabetização e letramento: pontos e contrapontos (Summus, 2010).


O ensino da língua escrita é um tema especialmente oportuno. Refletir sobre as contribuições teóricas que modificaram a compreensão sobre a escrita, a aprendizagem e as práticas pedagógicas é o melhor aval para o enfrentamento dos desafios que hoje se colocam a todos os educadores: a erradicação do analfabetismo e a superação dos baixos níveis de letramento no país.
Com o objetivo de discutir a temática em sua complexidade, esta obra usa o referencial socioconstrutivista para relacionar teoria e prática em diferentes abordagens: as concepções de ensino e de escrita, as trajetórias escolares na alfabetização de crianças e adultos, os processos cognitivos na aprendizagem da escrita, a produção textual na infância e adolescência, os desafios da transposição didática e a formação de professores alfabetizadores.
Verdadeiro convite à reflexão e à transformação da escola brasileira, o livro é destinado a educadores, professores e estudantes de graduação ou pós-graduação das áreas de pedagogia, letras ou linguística aplicada.
***
Silvia M. Gasparian Colello é mestre e doutora em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (Feusp), onde atua como docente. Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento (Geal-Feusp). É autora de Alfabetização em questão (Paz e Terra, 2004) e A escola que (não) ensina a escrever (Paz e Terra, 2007), e coautora de Alfabetização e letramento: pontos e contrapontos (Summus, 2010).


NOITE DE AUTÓGRAFOS
A Summus Editorial e a Livraria da Vila convidam para o lançamento do livro no dia 2 de março (quarta-feira), das 18h30 às 21h30, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915 - Piso térreo). Informações pelo telefone (11) 3814-5811.

Enc.p/nlb 
Grupo Editorial Summus
Rua Itapicuru, 613, 7º andar - Perdizes CEP 05006-000 - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3872-3322 - Fax (11) 3872-7476
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A Summus Editorial e a Livraria da Vila convidam para o lançamento do livro no dia 2 de março (quarta-feira), das 18h30 às 21h30, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915 - Piso térreo). Informações pelo telefone (11) 3814-5811.




Pedagogia da transgressão, de Ruy Cezar do Espírito Santo


 Nas últimas décadas, a relação ensino-aprendizagem vem sendo duramente criticada. Professores desmotivados, estudantes que não veem relação entre o conteúdo apresentado em sala de aula e o cotidiano que vivenciam, autoritarismo, profissionais que se tornam docentes sem saber como transmitir seus conhecimentos. Como mudar essa realidade? 
De acordo com Ruy Cezar do Espírito Santo, é preciso apostar na pedagogia da transgressão – proposta baseada no desenvolvimento de um ensino que leve em conta as diferenças individuais dos educandos, confrontando a escola tradicional. O que Ruy propõe é, assim, um novo paradigma para a educação.
Neste livro – destinado a educadores de todos os níveis e a estudantes de pedagogia –, o autor apresenta as transgressões que permearam seus quarenta anos de experiência docente nos diversos níveis de ensino, buscando caminhos alternativos para a educação e "transgredindo" as práticas pedagógicas antigas. Depoimentos dos alunos sobre o caráter transformador do trabalho de Ruy Cezar coroam a obra de forma magistral.
***
Ruy Cezar do Espírito Santo é bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela USP, mestre em Educação pela PUC-SP e doutor em Filosofia da Educação pela Unicamp. Leciona na PUC-SP, na Faap e na pós-graduação lato sensu da Unimesp. Publicou pela Editora Ágora Histórias que educam e O autoconhecimento na formação do educador.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

R E F L E T E

 

Por: Emmanuel



Ante as provas difíceis

Jamais te desesperes.


A tempestade agora

É o ar limpo depois.


A pedra é bruta,

Sem o buril que a fere.


Silencia, trabalha

E o melhor chegará.


Se dispões de uma vela

Podes banir a sombra.


Não há mal que te alcance

Se confias em Deus.


(Texto psicografo por Chico Xavier)


 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Ignácio de Loyola fala sobre literatura e futebol no Cartão Verde

 

O escritor senta ao lado de Vladir Lemos, Sócrates, Xico Sá e Vitor Biner, nesta terça (8/2), na TV Cultura

 

São Paulo, 7 de fevereiro de 2011 – Um dos mais respeitados programas esportivos da tevê, o Cartão Verde, da TV Cultura, promove nesta terça-feira (8/2), às 22h, o encontro entre a literatura e o futebol. O escritor Ignácio de Loyola Brandão, autor de Zero, é o convidado da atração.

 

Com extensa trajetória no mundo das letras, incluindo passagens em revistas, Loyola publicou, em 1982, a obra É gol, uma narrativa em homenagem ao futebol. Em 2000, conquistou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro de Contos, com O homem que odiava a segunda-feira. Em 2008, levou o mesmo prêmio para casa com o romance O Menino que Vendia Palavras, na categoria Melhor Livro de Ficção. O escritor também já recebeu programa especial desta emissora – Autor por autor / Ignácio de Loyola Brandão –, retratando sua vida e obra.

 

Entre os assuntos que devem nortear o programa está o amistoso entre Brasil e França, que acontece nesta quarta-feira , 9/2, no Stade de France, em Paris. O técnico Mano Menezes leva para dentro de campo uma seleção com sete jogadores remanescentes da última Copa do Mundo, comandada por Dunga. Também deve entrar na pauta desta edição a partida da Seleção Brasileira sub-20 contra o Equador, em Arequipa, no Peru, também nesta quarta. O grupo comandado por Ney Franco não contará com o atacante Neymar, que está suspenso.

 

Partes Mirim: MARÇO... 08 de março, Dia Internacional da Mulher!...

Partes Mirim: MARÇO... 08 de março, Dia Internacional da Mulher!...Publicar postagem

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

...O OLHAR CÔMICO DA ARTE

O OLHAR CÔMICO DA ARTE

A arte ou um saber sobre o plágio. Esta ciência maldita que rí de suas invenções "inúteis" (para a disciplina do circuito cotidiano). O artifício do riso é um meio de desfazer o compromisso do homem com a ideologia da seriedade. Tudo é possível para tornar visível a obscuridade do fazer social e cultural. Ao artista é concedido o direito de mudar e dissimular o valor e a ordem das coisas e do mundo.
Ele inventa ilusões, relações, e "inutilidades" para ironizar os desencantos de um determinado lugar da vida. O artista tem o bom senso de falsificar simbolicamente, sob o olhar do vigilante, sem ludibriar a vítima.

PENSE O JOGO: Um campo de futebol com uma única trave no centro. O futebol tem suas regras, mas neste campo perverso há uma sugestão de um possível jogo onde suas regras não estão explícitas. Fica com o espectador a difícil tarefa de imaginar hipóteses de impossíveis soluções. Uma sutil ironia aos dois jogos o do gramado e do território da arte.

CASA PARA VOYEUR: Uma casa com cômodos interligados por pequenos buracos, impossível à penetração do corpo, apenas o fluxo do olhar percorre os seus espaços. No jogo da arte o olho é um instrumento privilegiado, primeiramente a obra de arte é destinada ao olhar. A imaginação e o humor inventam problemas e o aparelho riso entra em funcionamento. - (1975)

BANCO ALMANDRADE: Uma surda gargalhada contra o rito da sociedade de crédito. Para que serve um cheque de um banco falso? A garantia é a marca do artista, mas essa marca não pertence ao circuito das
instituições bancárias. Sem dúvida é uma fraude, aceito com risos no meio de arte de onde emergem suas significações críticas. - (1977)

SEM CRUZEIRO Uma nota falsa e sem valor. Um problema imaginário que encontra no riso uma provável solução. Pode até insinuar uma crítica a sociedade da moeda, da troca e da própria arte. Mas ela escapa a todas as leituras e se afirma como uma nota que não compra nada, mas que pode ser vendida, por um destino irônico, já que o mercado de arte vende tudo. A garantia de sua autenticidade é a assinatura do artista. - (1976 e versão 1986)

FOTOGRAFIAS DE PAISAGENS BRASILEIRAS: Uma legenda para quatro fotografias que não foram reveladas. Fotos talvez, de uma câmara sem visor ou de um turista que capta a paisagem sem história, para o
espetáculo de uma recordação momentânea. Trata-se de signos e códigos. Uma legenda para um signo icônico que não aparece. Alguém ri. Onde estão as paisagens? Eis a questão, para o olho e o riso.- (1978)
Almandrade (artista plástico, poeta e arquiteto)
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Almandrade (Antônio Luiz M. Andrade)
Artista plástico, arquiteto, mestre em desenho urbano e poeta.
Participou de várias mostras coletivas, entre elas: XII, XIII e XVI
Bienal de São Paulo; "Em Busca da Essência" - mostra especial da XIX
Bienal de São Paulo; IV Salão Nacional; Universo do Futebol (MAM/Rio);
Feira Nacional (S.Paulo); II Salão Paulista, I Exposição Internacional
de Escultura Efêmeras (Fortaleza); I Salão Baiano; II Salão Nacional;
Menção honrosa no I Salão Estudantil em 1972. Integrou coletivas de
poemas visuais, multimeios e projetos de instalações no Brasil e
exterior. Um dos criadores do Grupo de Estudos de Linguagem da Bahia
que editou a revista "Semiótica" em 1974. Realizou cerca de vinte
exposições individuais em Salvador, Recife, Rio de Janeiro, Brasília e
São Paulo entre 1975 e 1997; escreveu em vários jornais e revistas
especializados sobre arte, arquitetura e urbanismo. Prêmios nos
concursos de projetos para obras de artes plásticas do Museu de Arte
Moderna da Bahia, 1981/82. Prêmio Fundarte no XXXIX Salão de Artes
Plásticas de Pernambuco em 1986. Editou os livretos de poesias e/ou
trabalhos visuais: "O Sacrifício do Sentido", "Obscuridades do Riso",
"Poemas", "Suor Noturno" e Arquitetura de Algodão". Prêmio Copene de
cultura e arte, 1997. Tem trabalhos  em vários acervos particulares e
públicos, como: Museu de Arte Moderna da Bahia e Pinacoteca Municipal
de São Paulo.

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...