sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Livro todo dia
III SIMPOESIA - Simpósio de Poesia Contemporânea
Casa das Rosas promove terceira edição
do SIMPOESIA – Simpósio de Poesia Contemporânea
O evento, que acontece entre 5 a 7 de novembro, propõe
novamente um intercâmbio entre poetas brasileiros e estrangeiros.
A Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, espaço cultural do Governo de São Paulo administrado em parceria com a Poiesis - Organização Social de Cultura, promove a terceira edição SIMPOESIA – Simpósio de Poesia Contemporânea. O evento, que tem curadoria de Virna Teixeira, acontece entre 5 e 7 de novembro na Casa das Rosas, Av. Paulista, 37.
Para esta edição, o SIMPOESIA propõe novamente um intercâmbio entre poetas brasileiros (de locais distintos do país) e poetas estrangeiros. Três grandes nomes de impacto no cenário internacional estarão presentes no evento para apresentar e discutir seu trabalho: Bruce Andrews (USA), a poeta e tradutora Erin Moure (Canadá) e o holandês Arjen Dunke.
A programação este ano inclui uma participação maior de poetas mulheres; discussão sobre poesia contemporânea nas universidades e um foco em tradução. Haverá também uma palestra com o curador de Latin American Collections da British Library, Aquiles Alencar Breyner, que discorrerá sobre biblioteca digital e arquivo de material eletrônico na web. Haverá ainda incentivo à presença de poetas jovens e lançamentos de livros de poesia. A curadora Virna Teixeira tem boa experiência na produção de encontros literários e recentemente organizou o Festival de Poesia Tordesilhas em Lisboa, na Casa Fernando Pessoa, junto com o poeta Claudio Daniel.
Simpoesia - edições anteriores
O Simpoesia foi realizado pela primeira vez em outubro de 2008, através de uma parceria entre a Casa das Rosas — Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura e a Universidade de São Paulo (USP), com curadoria da poeta Virna Teixeira e do professor Antônio Vicente Pietroforte. O evento contou com a presença de 50 poetas brasileiros, de diferentes regiões do país, incluindo autores já reconhecidos, como Roberto Piva, Claudio Willer, Glauco Mattoso, Claudia Roquette-Pinto, e Frederico Barbosa, e também com a presença de poetas jovens, professores e críticos literários. A programação interativa, que além de recitais e debates, incluiu shows, videopoemas e performances estendeu-se ainda para o Museu da Língua Portuguesa e a Academia Internacional de Cinema. Todas as atividades foram gratuitas e abertas ao público.
O Simpoesia II, realizado em 2009 na Casa das Rosas e no Instituto Cervantes, passou a contar também com a participação de poetas estrangeiros. Poetas como William Alegrezza (USA), Victor Sosa (México), Rodolfo Hasler (Cuba/ Espanha), Tracy Grinell (USA), Luís Serguilha (Portugal), Stefan Tobler (Inglaterra), entre outros, estiveram em São Paulo para recitais e conversas em torno da tradução, revistas de poesia e crítica literária. Parcerias foram firmadas com o Consulado do México e a Centro Cultural da Espanha em São Paulo. Ocorreu também uma feira de pequenas editoras independentes de poesia do Brasil e Argentina, organizada pela revista Grumo. O evento foi um sucesso de público e crítica e reuniu mais de mil pessoas nos quatro dias de encontro.
Programação
Sexta-feira – 5/11
19h: Abertura do evento
19h30: Leitura
Com Ismar Tirelli (RJ), Marize Castro (RN), Leonardo Gandolfi (RJ), Claudio Daniel (SP), Farnoosh Fathi (EUA), Martin Palacio Gamboa (Uruguai).
Videopoema “poço. festim. mosaico”, de Marize Castro.
20h30: Apresentação – Arjen Duinker (Holanda).
21h: Leitura – Bruce Andrews (USA).
21h30: Videopoema – Cidade Reposta, de Márcio-André (RJ).
Lançamentos
Títulos dos selos:
Annablume
Selo Orpheu, editora Multifoco
Lábios-espelhos, de Marize Castro
Sábado – 6/11
16h30: Debate – A novíssima poesia brasileira.
Com Nilson Oliveira (PA), Antônio Vicente Pietroforte (SP) e Edson Cruz (BA/SP).
Mediação: Leonardo Gandolfi (RJ).
18h: Palestra sobre arquivos digitais de poesia, com Aquilles Alencar Brayner (British Library).
19h: Leitura
Com Adriana Zapparoli (SP), Antônio Vicente Pietroforte (SP), Edson Cruz (BA/SP), Nícollas Ranieri (MG).
20h: Palestra sobre language poetry, com Bruce Andrews (USA).
20h30: Leitura – Erín Moure (Canadá).
21h: Lançamento de diversos títulos da Lumme Editor e da revista Polichinello.
Maratona de leitura com a participação de Adriana Zapparoli, Lígia Dabul, Micheliny Verunsck, Thiago Ponce de Moraes, Nilson de Oliveira, Leonardo Gandolfi, Assis de Mello, e Glauco Mattoso.
Domingo – 7/11
16h30: Painel – Mulheres tradutoras (recital).
Com Marina Della Valle (SP), Telma Franco (SP), Eva Balitkova (República Tcheca/SP), Erín Moure (Canadá), Virna Teixeira (CE/SP).
Mediação: Martín Palacio Gamboa (Uruguai).
Homenagem a Wilson Bueno, por Erín Moure.
17h30: Apresentação do livro fio, fenda, falésia, com Roberta Ferraz (SP) e Renata Huber (SP).
18h: Leitura
Com Donny Correia (SP), Arjen Dunker (Holanda), Bruno Brum (MG), Beth Brait Alvim (SP), Frederico Barbosa (SP), Micheliny Verunsck (PE/SP).
Performance poemacumba, de Leo Goncalves (MG).
Lançamento títulos Arqueria editorial / encerramento
Serviço
III SIMPOESIA – Simpósio de Poesia Contemporânea
Dias 5, 6 e 7 de novembro
Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Avenida Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô
Horário de funcionamento: de terça a sábado, das 10h às 22h
Domingos e feriados: das 10h às 18h
Convênio com o estacionamento Patropi: Alameda Santos, 74
Tel.: (11) 3285-6986 / (11) 3288-4477
Site: www.casadasrosas-sp.org.br
A Esperança Já Venceu o Medo Agora a Verdade Vai Vencer a Mentira

50 RAZÕES PARA VOTAR EM DILMA50 DILMA!
BALANÇO DE GOVERNO PSBD-FHC-SERRA (8 anos)
1. Mercado Internacional Brasil sem crédito algum Brasil elevado para “Grau Investimento”
2. Política Internacional Fala fino com Washington e grosso com os
governos Latinoamericanos
Fala de igual para igual com Washington e Europa, cria
o G27 e exerce liderança democrática na América
Latina e nos países do 3º mundo
3. Crises Internacionais 3 crises pequenas arrasaram o País A maior crise da história aqui virou “marolinha”
4. Risco Brasil 2.700 pontos 167 pontos
5. Dólar R$ 3,26 R$ 1,66
6. Dívida com o FMI Triplicou Pagou
7. Dívida com o Clube de Paris 5 bilhões de dólares Pagou
8. Dívida Externa (% do PIB) 12,45% 2,41%
9. Dívida Pública (% do PIB) 55,5% 42,0%
10. Reservas do Tesouro Nacional 31 bilhões de dólares 225 bilhões de dólares
11. Exportações Anuais 60,4 bilhões de dólares 258,3 bilhões de dólares
12. Balança Comercial 8,4 bilhões de dólares negativos 265,3 bilhões de dólares positivos
13. Transações Correntes 186,2 bilhões de dólares negativos 110,1 bilhões de dólares positivos
14. Geração de Energia Elétrica Apagão, racionamento e taxação sobre
consumo doméstico elevado
1.567 empreendimentos em operação (95.744.495 kW),
65 em construção (26.967.987 kW ) e 516 outorgados
15. Petrobrás
Planos de privatizá-la para “Petrobrax”, ações
“rifadas” em Wall Street 40% abaixo do valor,
contratos por concessão, plataformas
estrangeiras afundando mar afora
Autosuficiência em petróleo, contratos do pré-sal via
sistema de partilha, biodiesel, infraestrutura nacional,
lucros do pré-sal para educação, saúde, segurança,
ciência e inovação e meio-ambiente
16. Política de Câmbio Câmbio fixo que estourou a economia Política responsável de câmbio flutuante
17. Taxa de Juros SELIC 26,5% ao ano (48,5% em 1999!) 8,5% ao ano, a menor taxa da história
18. Investimentos em Infraestrutura R$ 22 bilhões ao ano R$ 73 bilhões ao ano
19. Crescimento Industrial 1,94% 8,77%
20. Produção de Bens Duráveis 2,4% 14,8%
21. Indústria automobilística Crescimento de 1,8% Crescimento de 5,4%
22. Indústria Naval Desativou Reconstruiu
23. Investimento do BNDES em micro e
pequenas empresas
R$ 8,3 bilhões R$ 36,0 bilhões
24. Empregos 5 milhões, 780 mil com carteira assinada 15 milhões, 11 milhões com carteira assinada
25. Desemprego no País 12,2% 7,4%
26. Salário Mínimo 55 dólares (1,3 cestas básicas) 307 dólares (3,7 cestas básicas)
27. Custo da Cesta Básica Aumento de 81,6% Aumento de 15,6%
28. Rodovias 90% danificadas 70% recuperadas
29. Ferrovias Novas 0 (Zero) 3 megaferrovias em construção
30. Áreas Ambientais Preservadas 40 milhões de hectares 65,6 milhões de hectares
31. Universidades Federais Novas 6 13
32. Extensões Universitárias 0 (Zero) 131
33. Matrículas da Universidade Federal 531.634 1.010.491
34. Orçamento de Custeio e Capital das
Universidades Federais R$ 100 milhões R$ 2,1 bilhões
35. Programas Pro-Uni e Pró-Jovem Não havia programas similares Pro-Uni: 670 mil bolsas de estudo na Univ. Privada
Pró-Jovem: 183 mil bolsas para alunos de 18 a 24 anos
36. Escolas Técnicas 11 214
37. Combate à Pobreza 2 milhões saíram da linha da pobreza,
transferência de renda de R$ 2,3 bilhões
31 milhões saíram da linha da pobreza, transferência de
renda de R$ 12,1 bilhões
38. Compra de Terras para Reforma
Agrária R$ 1,1 bilhões (1999 a 2002) R$ 3,7 bilhões (2003 a 2005)
39. Crédito Popular Aumento de 14% Aumento de 34%
40. Empréstimo para Habitação R$ 1,7 bilhões R$ 9,5 bilhões
41. Eletrificação Rural 2.700 pessoas 12 milhões de pessoas
42. Crédito p/ Agricultura Familiar 2,4% 11,3%
43. Investimento/Anol em Saúde Básica R$ 155 milhões R$ 2,5 bilhões
44. Programa Saúde da Família 16.698 equipes 27.401 equipes
45. Atendimento Odontológico 17,5% 35,7%, o Programa Brasil Sorridente levou 15 milhões
de brasileiros ao dentista pela 1ª vez
46. Mortalidade Infantil Indígena 55,7 por 1000 habitantes 18,6 por 1000 habitantes
47. Acesso à Água no Semi-árido Não havia programa similar 1.762 mil pessoas e 152 mil cisternas
48. Distribuição de Leite no Semi-árido Não havia programa similar 8,3 milhões de brasileiros
49. Policia Federal 5.000 policiais 13.000 policiais
50. Combate ao Crime Organizado
Corrupção, Sonegação e Lavagem
de Dinheiro
20 operações da PF, 54 prisões,
Privataria,
Paraíso da Impunidade
358 operações da PF, 3.951 prisões
Respeito à Lei,
Punição dos Corruptos
E AÍ, VOCÊ AINDA TEM DÚVIDAS?
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
O Educando: Seus Valores e o Meio Ambiente Uma Reflexão a cerca da Preservação da Água e do Solo na Perspectiva da Educação Ambiental
Marco Aurélio da Silva; Aristéia Mariane Kayser; Evandra Cardosopublicado em 04/10/2010
http://www.partes.com.br/socioambiental/oeducando.asp
ASNONAUTA - O Amigo Viciado Que Se Tornou Um

Asnonauta - O Viciado Amigo Que Se Tornou Um...
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Conselho Consultivo avalia nova lista de candidatos a Patrimônio Cultural do Brasil
Serão avaliadas seis propostas de tombamento e registro como Patrimônio Cultural do Brasil do Amazonas, Mato Grosso, Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul
Data: 4 e 5 de novembro de 2010
Local: Palácio Gustavo Capanema
Rua da Imprensa, 16 – Centro – Rio de Janeiro - RJ
O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan mantém sua proposta de ampliar o número de bens culturais protegidos, garantindo o acesso e o envolvimento da sociedade com seu patrimônio histórico. Neste sentido, o Conselho Consultivo Patrimônio do Cultural estará reunido, mais uma vez, nos próximo dias 4 e 5 de novembro, no Rio de Janeiro, para avaliar a proposta de proteção federal para mais seis bens culturais: o registro como patrimônio cultural brasileiro do Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro que envolve mais de 22 etnias indígenas do Amazonas, e o Ritual Yaokwa do povo indígena Enawene Nawe, no estado do Mato Grosso. Na pauta estão também o tombamento da paisagem natural de Santa Tereza, no Rio Grande do Sul, do conjunto urbanístico e paisagístico da cidade de São Félix, na Bahia, do Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões, no Amazonas, e do Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro
Este ano, o Conselho Consultivo já esteve reunido outras duas vezes. Na primeira, em março, foram aprovados o registro da Festa do Divino Espírito Santo de Pirenópolis, em Goiás, e o tombamento da Vila Serra do Navio, no Amapá. Já no mês de junho, os conselheiros aprovaram o tombamento dos Lugares Sagrados dos Povos Indígenas do Alto Xingu, no Mato Grosso, os Bens da Imigração Japonesa, em São Paulo, e o Teatro Oficina, também no estado paulista.
O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural que avalia os processos de tombamento e registro, presidido pelo presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 22 conselheiros de instituições como Ministério do Turismo, Instituto dos Arquitetos do Brasil, Sociedade de Arqueologia Brasileira, Ministério da Educação, Sociedade Brasileira de Antropologia e Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e da sociedade civil.
Encontro das Águas dos Rios Negro e Solimões - AM
Os mais de 10 quilômetros em que é possível observar as águas escuras e transparentes do Rio Negro correndo ao lado das águas turvas e barrentas do Rio Solimões, no Amazonas, podem se tornar o mais novo bem protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan no norte do país. O Iphan defende a proposta em função da excepcionalidade do fenômeno, considerando seu alto valor paisagístico.
Centro histórico de São Félix - BA
A cidade de São Félix, no Recôncavo Baiano, se estabeleceu no século XVI em função da expansão do porto de Cachoeira, como o ponto de partida da Estrada das Minas, importante rota comercial que seguia para Rio de Contas, na Bahia, e para os estados de Minas Gerais e Goiás. Ainda hoje mantém a trama urbana original praticamente intacta. Também é espaço de manifestações culturais, sobretudo religiosas, da população local e mantém uma interação histórica, urbanística e paisagística com a cidade de Cachoeira, situada na outra margem do Rio Paraguaçu.
Paisagem cultural em Santa Tereza - RS
Localizada às margens do Rio Taquari e do Arroio Marrecão, Santa Tereza conta cerca de 570 moradores que habitam as 250 casas do núcleo urbano. Os outros quase 1,5 mil habitantes moram na área rural. A partir de 1887, os lotes foram distribuídos entre os colonos. Desde essa época a cidade destaca-se pela diversidade e a alta produtividade da agricultura desenvolvida em terras consideradas as mais férteis do estado. Ainda hoje a comunidade tira o sustento da lavoura. Entre os núcleos gaúchos, Santa Tereza é o mais singelo e também o mais íntegro do ponto de vista da ocupação urbana já que mantém quase intactas as características originais do seu traçado.
Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial - RJ
Conhecido como Monumento aos Pracinhas, localizado no Parque do Flamengo, no Rio de Janeiro, foi construído entre 1957 e 1960 e projetado pelos arquitetos Marcos Konder Netto e Hélio Ribas. O conjunto é integrado por três obras: uma escultura de metal homenageando a força aérea brasileira, outra em granito que homenageia os pracinhas das três armas e um painel de azulejos destacando os combatentes e os civis que morreram em operações navais. Simbolicamente, o Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, estiliza duas palmeiras amparando mãos que levam até o céu nossos pracinhas mortos em combate, cujos 468 túmulos se localizam no subsolo.
Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro - AM
Ainda hoje no Brasil, um sistema agrícola é capaz de determinar a organização social de etnias e permite, inclusive, um mapeamento das línguas e costumes. Em linhas gerais, esse é o Sistema Agrícola Tradicional do Rio Negro, entendido como um conjunto formado por elementos interdependentes, como as plantas cultivadas, os espaços, as redes sociais, a cultura material, os sistemas alimentares, os saberes, as normas e os direitos. O cultivo da mandioca brava (manihot esculenta) é a base desse sistema que reúne os mais de 22 povos indígenas que vivem ao longo do Rio Negro, em um território que abrange os municípios de Barcelos, Santa Isabel do Rio Negro e São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, até a fronteira do Brasil com a Colômbia e a Venezuela.
Ritual Yaokwa do Povo Indígena Enawene Nawe
O Ritual Yaokwa é a mais longa e importante celebração realizada por esse povo indígena, atualmente uma população em torno de 540 indivíduos que vivem em uma única aldeia, na terra Enawene Nawe uma área de 742 mil hectares, homologada e registrada, localizada numa região de transição entre o cerrado e a floresta Amazônica, no estado do Mato Grosso. Com duração de sete meses, este ritual define o início do calendário ecológico-ritual Enawene que abrange as estações seca e chuvosa de um ciclo anual marcado pela realização de mais três rituais: Lerohi, Salomã e Kateokõ. Parte fundamental do Yaokwa ocorre quando os homens saem para a pesca de barragem, construídas com sofisticadas armações que se configuram em elaboradas obras de engenharia, dispostas de uma margem à outra do rio. Este é o ponto alto do ritual que começa em janeiro, com a coleta das matérias-primas para a construção das barragens e com a colheita da mandioca.
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