quinta-feira, 22 de julho de 2010

PROJETO DE LEITURA

OLÁ!

É uma alegria estar aqui na parte infantil do "site".
Aliás, a Revista está excelente!
Parabéns aos editores e colaboradores!

Agora já podemos brindar com o resultado desse trabalho
MARAVILHOSO e 9 capas dos livros do nosso PROJETO DE LEITURA!
Abraços!


sexta-feira, 16 de julho de 2010

Essas grandes vítimas, as mulheres




Pedro Coimbra

Cidade de Londres, 1888. As prostitutas viviam apavoradas, pois um cruel assassino de mulheres atacava na região do East End..A imprensa, como sempre, apelidou o monstro que as esquartejava de “Jack, o Estripador”. Tão repentinamente quanto haviam começado, os assassinatos pararam. “Jack, o Estripador”, desapareceu e daí em diante tudo foi conjecturas sobre a sua real identidade.
A história de “Jack, o Estripador” foi um dos primeiros relatos do gênero que ouvi. Afinal, quase todos nós gostamos de histórias de crimes, de terror, desde que não aconteçam conosco. Basta ver o sucesso de monstros vampirescos e outros na literatura, no cinema... Minha tia Milita, uma tranqüila professora de História no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, em Lavras, na década de 60, comprava as revistas “Detetive” e “X-9” e me repassava, Relato de crimes ocorridos nos Estados Unidos, cada um pior do que o outro e que me tiravam o sono...
O Brasil não poderia deixar de ter sua versão apurada de “Jack, o Estripador” através da triste história de Chico Picadinho, um cozinheiro e assassino que esquartejou duas mulheres em 1966 e 1976. Em 1965, Chico se mudou do Rio para São Paulo onde foi tentar a vida como cozinheiro, já que as belas praias e mulheres cariocas não condiziam com sua personalidade. Em pouco tempo, Chico já era um cozinheiro afamado, e logo era convidado para grandes festas onde havia muitas drogas e sexo. Em 1966, Chico fez sua primeira vítima: enquanto fazia amor com sua amiga Margarete, estrangulou-a com as mãos e apavorou-se ao vê-la morta. Retalhou-a e tirou o corpo de casa em sacolas, fugindo em seguida. Três dias depois, ao voltar para casa, deparou-se com agentes da delegacia de homicídios que haviam sido chamados por um amigo, com quem dividia o apartamento. Devido ao excesso de provas, não negou o crime e entregou-se sem resistir. Foi condenado a 18 anos de prisão, recebendo liberdade condicional na metade do tempo. De volta à vida agitada que tinha antes de ser preso, não demorou para que Chico matasse novamente: dessa vez, a vítima foi uma prostituta chamada Ângela. Depois de um jantar romântico, Chico estrangulou sua parceira e, como de costume, ficou apavorado. Como em sua nova casa não havia sacolas de supermercado, Chico teve a ideia de livrar-se do corpo jogando-o pelo vaso sanitário, e logo um grande entupimento aconteceu. A água transbordou, passando por baixo das portas do banheiro e da sala e chegando ao corredor do prédio. Como resultado, Chico foi preso novamente, desta vez por 30 anos. Hoje, apesar de já ter cumprido seu tempo na prisão, Chico avisou que não pode ser libertado. Chico Picadinho, o personagem da realidade brasileira que mais se assemelha ao canibal Hannibal Lecter (Anthony Hopkins) de O Silêncio dos Inocentes (1991)...
Casos como o do goleiro Bruno, que mobilizam nossa atenção, são emblemáticos, num país onde morrem dez mulheres por dia, vítimas do violência doméstica. Encontre-se ou não os despojos de Eliza Samudi, por muito tempo os programas de televisão de final de tarde vão discutir a psicopatia dos envolvidos que apresentam comportamentos anti-sociais e amorais sem demonstração de arrependimento ou remorso. Muitos também discutirão se tais comportamentos decorrem do déficit de afeição.
Para a mídia um acontecimento como este gera muita audiência durante o tempo que dure. E as autoridades constituídas, com maior ou menor competência, sentem-se valorizadas debaixo das luzes...
No final de tudo vai restar uma história macabra e terrível. E se verificarmos perceberemos a existência de belas mulheres como Eliza em todos os meios onde o exercício do poder predomina...

De olho na alimentação dos jogadores de futebol

Em 1863, na Inglaterra, nascia o esporte mais popular no Brasil: o futebol. Mas ele só veio pra cá em 1894, graças ao paulista Charles Miller. E em comemoração ao esporte que movimenta o país o dia 19 de julho é o Dia Nacional do Futebol, escolhido por ser a data da criação do primeiro time de futebol, o Sport Club Rio Grande, no ano de 1900.

Mas e para jogar os 90 minutos e não perder todas as energias, qual a alimentação ideal para os jogadores de futebol? “É muito importante que os atletas se alimentem de forma equilibrada com alimentos de qualidade e que sejam variados, para favorecer o desempenho esportivo e evitar as carências nutricionais. Assim se reduz as doenças, o cansaço, recupera os músculos e melhora a saúde em geral” explica o nutrólogo e membro da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais, Maximo Asinelli. O médico fala sobre a importância dos carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais e até da água para estes atletas. Confira:

 

Carboidratos

O consumo diário de carboidratos na dieta dos jogadores deve ser de  60 a 70% do valor energético total. “São encontrados em alimentos como pães, massas, cereais, batata, arroz, frutas, mel, entre outros. Sua função é fornecer a energia necessária para o corpo realizar as atividades”, afirma Maximo.

 

Proteínas

Elas servem para construir e reparar os músculos, tecidos, células e auxiliam na produção de anticorpos, enzimas e hormônios. Segundo Maximo, alimentos como carnes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilha, lentilha, grão de bico, nozes e castanha são ricos em proteínas. “Caso não haja a reposição através da alimentação pode haver comprometimento do processo normal de síntese protéica, o que leva a perda muscular e a queda do desempenho durante um jogo” esclarece.

 

Gorduras

A gordura é considerada uma das principais fontes de energia durante os exercícios físicos e é utilizada para poupar o uso do glicogênio muscular. Além disso, auxilia na absorção de vitaminas lipossolúveis (A,D, E e K), produz hormônios, protege e isola órgãos e tecidos e fornece saciedade. “As gorduras devem ser consumidas com moderação para não prejudicar o desempenho, já que possuem absorção demorada. O ideal é que o consumo não ultrapasse 30% do valor energético total diário”, ressalta o nutrólogo. Maximo acrescenta ainda que existem as gorduras saturadas e as insaturadas. As saturadas são encontradas em alimentos como carnes, derivados de leite, bolos, salgadinhos, bolachas recheadas e sorvetes. Ela faz mal a saúde e deve ser evitada. Já as insaturadas são mais saudáveis e podem ser encontradas na forma líquida como os óleos de soja, oliva e girassol.

 

 

Vitaminas e Minerais

Elas são fundamentais no metabolismo energético, na contração muscular, na regulação do balanço hídrico, nas funções estruturais e participam do funcionamento intestinal, digestão, circulação sanguínea e sistema imunológico. “O consumo de frutas e hortaliças assegura para o organismo o fornecimento adequado de micronutrientes. Eles são necessários para o crescimento normal e manutenção do organismo”, sintetiza Maximo.

 

Água

A hidratação é importante antes, durante e depois dos treinos e jogos. A cada hora o jogador pode perder até dois litros ou mais de suor. Segundo o Consenso da Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte (2009) o ideal é que o atleta tome cerca de meio litro de água duas horas antes do exercício e durante a prática deve-se ingerir líquidos a cada 20 minutos. No geral é recomendada a reposição de 150% da quantidade perdida.

“A água mantêm a saúde e a eficiência do organismo na digestão, absorção, circulação e excreção. A hidratação deve ser feita periodicamente durante os exercícios físicos e podem ser usadas, além da água, bebidas isotônicas”, afirma Maximo. O médico ressalta ainda que os atletas devem tomar mais de 2,5 litros de água por dia, devida a grande perda de líquidos durante os exercícios.

 

Serviço:

Doutor Maximo Asinelli (CRM-Pr 13037)

Médico Nutrólogo

Site: http://www.clinicaasinelli.com

terça-feira, 13 de julho de 2010

Cinderelas, lobos e um príncipe encantado

 

                                 Filme de caráter educativo é exibido em curso de qualificação

 

Brasília 13/07/2010- Os participantes do curso de formação de multiplicadores do Projeto de Prevenção à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes assistiram nesta terça-feira (13) ao filme "Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado", de 2008, dirigido por Joel Zito Araújo. O longa-metragem mostra o sonho de cinderela de brasileiras que buscam encontrar um marido estrangeiro. No entanto, em busca dessa concretização, acabam entrando no caminho da prostituição e das drogas. Algumas delas entram ainda meninas no universo da exploração sexual, buscando melhores condições de vida.

De acordo com a coordenadora-geral do programa Turismo Sustentável e Infância (TSI), Elisabeth Bahia, do Ministério do Turismo (MTur), a exibição do documentário teve o objetivo de sensibilizar e promover a reflexão entre os participantes do curso.

“Muitas vezes, o turismo é o meio utilizado para a exploração sexual de crianças e adolescentes. Nossa meta aqui é contribuir para que os estados tenham condições de elaborar e implementar ações para prevenir este tipo de crime dentro de hotéis, restaurantes, bares e outros estabelecimentos ligados ao setor”, destaca a coordenadora.

Para Maria Alice Araújo, representante do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Estado de Tocantins, é importante levar a diante esse entendimento. “Sexo com alguém que tenha menos de 18 anos é crime, é exploração, não é simplesmente prostituição. A sociedade não pode aceitar como algo normal”, acrescenta.

O curso na Região Centro-Oeste teve início hoje (13) e vai até a próxima sexta-feira (16). Participam cinco representantes de cada estado, todos de órgãos e empresas ligadas ao turismo. Na semana que vem, será a vez da Região Sul receber o curso.

DENUNCIE

A exploração sexual de crianças e jovens, até 18 anos incompletos, é crime. E a legislação brasileira prevê punição para quem pratica ou facilita. Para denunciar os casos, ligue gratuitamente para o Disque 100 ou procure o Conselho Tutelar mais próximo.

 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Agnelo Pacheco cria campanha em prol das vítimas de tortura e maus tratos

A agência elaborou peças publicitárias e vinhetas em rádio para estimular denúncias em todo estado


A Agnelo Pacheco Comunicação acaba de lançar a campanha para a OAB SP contra a tortura. Com o título "É impossível apagar as marcas da tortura", a mensagem busca enfatizar o fato de os crimes de tortura e maus tratos deixarem marcas inesquecíveis e irreparáveis nos seres humanos.
Veiculada em spot de rádio, banner na internet e cartaz, a campanha visa estimular a denúncia de qualquer tipo de tortura, prática que configura crime inafiançável, ainda muito comum no Brasil. "O resultado final da campanha expressa os traumas e as lembranças que esta prática de violência provoca para o resto da vida", afirma Agnelo Pacheco.
Esta campanha vem somar-se às outras da OAB SP, voltadas diretamente para a defesa da sociedade civil, como contra a violência à mulher, ao idoso, ao meio-ambiente, ao trote violento entre outros. Destaque para a campanha contra a pedofilia, elaborada pela Agnelo Pacheco em 2005, vencedora do prêmio Voto Popular.

Os benefícios intangíveis dos cursos de MBA

Bianca Machado Branco


A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.



Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles. Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam - como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.



Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso.



Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:



- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;



- Aprender a pensar “fora da caixa”. O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela.



- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;



- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações, e;



- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade,



Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.




Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.

Os benefícios intangíveis dos cursos de MBA

Bianca Machado Branco


A proliferação dos cursos de MBA (Master of Business Administration) é um fato. Porém, o que ocorre, ultimamente, é que o público dessa modalidade de pós-graduação também está se modificando, abrangendo não apenas a alta gerência como também profissionais do nível operacional.



Cada vez mais os cursos de MBA vêm sendo procurados por jovens profissionais, muitos recém-formados, com pouco ou nenhum tempo de carreira, porém com expectativas muito altas em relação ao retorno em termos financeiros que o curso trará para eles. Esses profissionais são a chamada geração Y, aqueles nascidos na década de 80, que possuem uma característica marcante: o imediatismo. Eles iniciam um MBA pouco tempo depois de concluída a graduação e esperam com isso uma inserção imediata no mercado de trabalho ou um reconhecimento rápido das empresas onde atuam - como um aumento salarial significativo, uma promoção de cargo ou outra forma de compensação financeira.



Entretanto, a especialização por si só não oferece garantias de sucesso. A experiência de um MBA pode representar valor agregado sob o ponto de vista das empresas, mas o retorno que o profissional trará à empresa demanda um longo tempo para que se possa medir. A companhia não recompensará um título por si só, mas os resultados que o profissional trouxer após aplicar no seu dia-a-dia o know-how absorvido no curso.



Expectativas financeiras à parte, um MBA também trás benefícios intangíveis, como:



- Incremento da bagagem profissional, ampliada por meio de conhecimentos de várias áreas de negócios. Essa bagagem é o que ajudará o profissional a falar a língua do cliente e a se inserir em projetos mais desafiantes;



- Aprender a pensar “fora da caixa”. O currículo do MBA tradicional ensina a interpretar balanços contábeis, planos de marketing e elaborar um planejamento estratégico. Essas são ferramentas úteis para um entendimento de como se desenvolvem as operações de um departamento ou de uma empresa. Quanto melhor a compreensão por parte do profissional sobre os movimentos da empresa, melhor o seu posicionamento estratégico dentro dela.



- Visão de oportunidades de negócios, que pode fazer com que o profissional ajude a alavancar o negócio da empresa (e com isso se destacar), ou até mesmo empreender um negócio por conta própria;



- Networking, permitindo a troca de experiências com profissionais de várias áreas, trazendo visibilidade ao profissional no mercado e podendo, até mesmo, gerar futuras indicações, e;



- Valorização do profissional no mercado, o que significa manutenção da empregabilidade,



Os benefícios tangíveis, como crescimento na carreira, serão consequências da experiência prática profissional, que vale mais que qualquer título. O que o MBA fará pelo profissional é muní-lo de um ferramental diferenciado, para que ele possa encontrar soluções que agreguem valor ao negócio da empresa.




Bianca Machado Branco possui MBA em Gestão Empresarial e formação em Análise de Sistemas. Trabalha com tecnologia da informação desde 1998. Atualmente é coordenadora de projetos na ABC71.

Prêmio Impacta Mais: Tecnologia para regeneração das águas vence como Negócio de Impacto do Ano

  Além do Negócio do Ano, conheça os vencedores das 7 categorias da premiação   Desenvolvida pela Infinito Mare, a Caravela Ecológica, uma t...